Oxford Uni student data pwned yet again - this time via career platform breach
Totally different attack from the break-in last month. Oh so that's OK then
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Totally different attack from the break-in last month. Oh so that's OK then
• Targets entire family of viruses, animal-borne strains; aims to thwart future pandemics; initial-phase trials of 39 participants succeeded; larger efficacy studies loom • Experts hail move as ‘pivotal leap’ for humanity • Approach could end need for regular flu vaccine updates A “FUNDAMENTALLY new” vaccine designed entirely by artificial intelligence has been tested in people for the first time, in what researchers at the University of Cambridge describe as a potential breakthrough in the effort to prevent future pandemics, BBC reported. This experimental approach seeks to establish immunity against a broad range of viruses, including all known coronaviruses, rather than targeting a single circulating strain. Traditional vaccine development typically relies on a currently circulating viral strain. However, certain viruses are adept at mutating, causing conventional vaccines to lose efficacy quickly. This is why seasonal flu and Covid shots require regular updates. “We’re always behind,” Professor Jonathan Heeney of Cambridge told the BBC, noting his team’s goal is to reverse this dynamic. “What we’re trying to do is get ahead of the curve.” The researchers claim it is the first time a vaccine’s key component has been designed entirely by AI and then trialled in people. To achieve this, researchers compiled genetic codes — the biological instruction manuals — from coronaviruses documented by global surveillance programs. An AI system analysed these sequences to design a “super-antigen.” Antigens are essential components of vaccines that train the immune system to attack foreign invaders. This super-antigen trains the immune system to defend against the entire family of viruses, providing immunity even if viruses mutate or a new infection jumps from animals to humans. The technology is “surprising all of us”, Heeney said, adding it is “amazing what we can do with it for the good of humanity”. “This is about making vaccines that protect us, not just from today’s viruses, but protect us from what can cause the next outbreak or disease,” Heeney said. “This is a fundamental shift in how we prepare for pandemics.” Initial trials involving 39 participants assessed safety. A subsequent study of approximately 200 individuals will test how effectively the vaccine stimulates the immune system. Findings published in the Journal of Infection indicated that the impact on the immune system was “modest,” yet the results continue to generate excitement. Prof Saul Faust of the University of Southampton, who led some of the trial work, said the AI-driven approach “definitely has potential” and described it as “really exciting”. “What’s really interesting is the technology is an awful lot better at designing vaccines for potential pandemics when viruses are changing,” he said. While coronavirus research remains in early stages, the team is leveraging the technology to develop vaccines for other ailments. According to the report, they are conducting animal research into a universal seasonal flu vaccine to eliminate the need for annual updates. They are also developing a vaccine for the H5N1 bird flu. Researchers are also exploring inoculations for viral hemorrhagic fevers, including Ebola species. The BBC highlighted that the ongoing outbreak in the Democratic Republic of Congo is caused by an Ebola species currently lacking a targeted vaccine. Professor Andy Pollard, director of the Oxford Vaccine Group, who was not involved in the Cambridge study, told the outlet that the methodology is producing compelling evidence. “It’s fascinating data, and people wouldn’t have predicted they’d be able to generate these immune responses,” Pollard said. Pollard cautioned that human trials will determine success, as human immune systems differ from those of laboratory mice. Broadly, Pollard characterised AI as a “game changer” for vaccine research, predicting it will accelerate development and “save lives”. Professor Marian Knight, scientific director for the National Institute for Health and Care Research, described the trial as a “pivotal leap forward in our ability to deliver broad, lasting viral protection”. “Another British science success story, this is a great example of how we can bring our research expertise together with AI to deliver new treatments,” UK’s Science Minister Lord Vallance said. “With the first human trials showing positive results, this work could help speed up the rollout of vaccines to benefit people all over the world for the long term.” Published in Dawn, June 6th, 2026
This was an emblem of how much the place has changed since his tenure two decades ago.
Funcionário verifica a temperatura dos passageiros no Aeroporto de Bunia, no leste da República Democrática do Congo, em 3 de junho de 2026. GLODY MURHABAZI / AFP A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da África, agência de saúde pública da União Africana, lançaram nesta sexta-feira (5) um plano conjunto de 518 milhões de dólares (R$ 2,6 bilhões) para combater o surto de ebola na África central. A agência da ONU e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da África anunciaram que o plano será implementado de junho a novembro, destaca a agência France Presse. O surto foi declarado em 15 de maio no nordeste da República Democrática do Congo (RDC), mas acredita-se que a rara cepa Bundibugyo do vírus ebola estava se espalhando sem ser detectada há algum tempo. Segundo os dados mais recentes da OMS, há 381 casos confirmados na RDC, incluindo 64 mortes. Agora no g1 O surto atingiu três províncias do país, com o epicentro em Ituri, onde, segundo a agência de saúde africana, estão concentrados 90% dos casos confirmados e 76% das mortes. Do outro lado da fronteira nordeste, em Uganda, foram confirmados 16 casos, incluindo uma morte. “O plano concentra-se em áreas-chave: coordenação de emergência, vigilância, testes laboratoriais, prevenção e controle de infecções, assistência clínica e mobilização comunitária”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em uma coletiva de imprensa. "É um plano prático. Ele descreve o que devemos fazer agora, juntos, para conter o surto atual e reduzir o risco de propagação", acrescentou. “É um plano com prazo definido, que abrange o período de junho a novembro deste ano”, explicou o funcionário, acrescentando que “tem um orçamento de 518 milhões de dólares”. O surto atual é maior do que os dois surtos anteriores de Bundibugyo, registados em 2007 e 2012, segundo a agência de saúde africana. Sem vacina aprovada para a cepa Bundibugyo, EUA retomam apoio à aliança de vacinação O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse na última terça-feira (2) que o país voltará a se envolver com a aliança global de vacinas Gavi, em meio ao surto de Ebola em vários países africanos, de acordo com a agência Reuters. A Gavi é uma organização que reúne atores públicos e privados com o objetivo de acelerar os esforços de vacinação em todo o mundo. Rubio declarou ao Comitê de Relações Exteriores do Senado que a decisão de voltar a participar da aliança foi tomada há algumas semanas, depois que o governo Trump retirou o financiamento da Gavi no ano passado. A OMS falou nas últimas semanas sobre as dificuldades financeiras na resposta ao surto de Ebola. Segundo a representante da organização no Congo, Anne Ancia, a redução global de recursos para saúde teve impacto direto nas operações da organização no país. Ela citou a saída oficial dos Estados Unidos da OMS em janeiro e os cortes em financiamento internacional promovidos pelo governo do presidente Donald Trump. Apesar disso, a representante afirmou que a cooperação técnica entre os EUA e a OMS continua funcionando. O Escritório das Nações Unidas para Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) informou ter recebido apenas 34% dos R$ 7,9 bilhões (US$ 1,4 bilhão) solicitados para ações humanitárias no Congo neste ano. Segundo o órgão, mais da metade dos recursos recebidos veio de Washington. Ainda não há vacina aprovada para a variante Bundibugyo do Ebola Ainda não existe vacina aprovada especificamente para a variante Bundibugyo, do vírus Ebola. Mas especialistas já avaliaram recentemente a possibilidade de usar a vacina Ervebo, da farmacêutica Merck, aprovada contra a cepa Zaire do Ebola e que apresentou sinais de proteção cruzada em estudos com animais. A decisão sobre eventual uso emergencial de vacinas cabe aos governos do Congo e de Uganda. A aliança internacional Gavi informou nas últimas semanas que já mantém 2 mil doses de vacinas contra Ebola no Congo caso os especialistas recomendem iniciar testes ou campanhas emergenciais. Especialistas afirmam que surtos causados pela variante Bundibugyo são incomuns e imprevisíveis, o que dificulta o desenvolvimento de vacinas específicas e protocolos rápidos de resposta. Além disso, pesquisadores alertam que a situação de segurança no leste do Congo — marcada por conflitos armados e dificuldades logísticas — pode dificultar tanto a contenção da doença quanto a realização de estudos clínicos. Empresa amplia produção de testes A BioFire Defense, ligada à empresa francesa bioMérieux, afirmou nas últimas semanas que está ampliando a produção de um teste aprovado pela agência reguladora dos Estados Unidos (FDA) capaz de detectar diferentes variantes do Ebola, incluindo a Bundibugyo. Segundo a companhia, o teste — chamado BioFire Global Fever Special Pathogens Panel — consegue identificar múltiplas espécies do vírus. “A BioFire Defense está em contato ativo com autoridades de saúde pública e parceiros internacionais para monitorar a evolução do surto e avaliar possíveis necessidades de apoio”, afirmou um porta-voz da empresa. Moderna já anunciou parceria para desenvolver vacina contra cepa Bundibugyo Nesta segunda-feira (1°), a farmacêutica Moderna anunciou uma parceria com a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi) para desenvolver uma vacina contra a cepa Bundibugyo do vírus ebola, responsável pelo surto em curso no leste da República Democrática do Congo (RDC). A Cepi é uma fundação internacional que financia projetos independentes de pesquisa de vacinas contra ameaças epidêmicas e pandêmicas. Ela destinará até US$ 50 milhões para financiar o desenvolvimento pré-clínico e os primeiros testes da candidata da Moderna. A organização também investirá em outras duas vacinas experimentais desenvolvidas por pesquisadores da Universidade de Oxford e da International AIDS Vaccine Initiative. A iniciativa ocorre enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda priorizar medicamentos e vacinas experimentais para prevenção e tratamento da doença. Segundo a OMS, o diagnóstico precoce e o acesso rápido aos cuidados de saúde aumentam as chances de recuperação. Nesta terça, a OMS informou que o número de casos suspeitos de ebola monitorados na África Central caiu nos últimos dias, após a exclusão de centenas de notificações que inicialmente eram investigadas como possíveis infecções. Em 31 de maio, a organização contabilizava 116 casos suspeitos na República Democrática do Congo (RDC), abaixo dos 906 registrados no fim da semana anterior. Segundo a OMS, a redução ocorreu porque muitos pacientes investigados tiveram outras doenças diagnosticadas ou apresentavam febre sem relação com o ebola.
The movie adaptation of Gary Owen’s acclaimed play Iphigenia in Splott, Effi o Blaenau, is released this month. Here, its director and crew explain why they relocated the film to a post-industrial mining town – and refused to make it in English The one-woman play Iphigenia in Splott was first performed in 2015. Eleven years on, Gary Owen’s reworking of Greek tragedy, transplanted to working-class Splott in Cardiff, has earned its place as a modern classic. It reimagines the mythological heroine Iphigenia as Effie, a young woman filling her days drinking vodka out of a mug in her dressing gown. The play is about poverty and social inequality, closures and cuts, services scraped to the bone by austerity. Its most recent five-star Guardian review in 2022 advised: “Everyone should see this.” One person who did was Leisa Gwenllian, a final-year drama student from north Wales. “I was on the front row with my mate,” says Gwenllian, 24, drinking mint tea in a London hotel. “I can remember thinking: wow! A Welsh woman with a strong Cardiff accent on the stage at the Lyric [in Hammersmith, London], that’s what it’s all about.” At the Oxford School of Drama, Gwenllian was mainly studying the classics alongside people with different accents and backgrounds from her own. “To see yourself on stage is really powerful.” Continue reading...
A climate scientist has told FRANCE 24 that we should all watch out and prepare for the strong possibility of an extremely hot summer in the northern hemisphere in the coming months. The World Meteorological Organization is warning that the El Nino phenomenon is set to develop in the Pacific between now and the end of August, increasing the risk of extreme weather events. Climate scientist at the University of Oxford, Chloe Brimicombe, spoke to us in Perspective.
Trump reportedly purchased both the secretary of state and Vice President JD Vance a pair of Oxfords, while joking about the size of their old shoes.
Home Office barred Cenk Uygur and Hasan Piker on grounds their visit was ‘not conducive to the public good’ Two leftwing US political commentators who were banned from entering the UK will still speak at the Oxford Union via livestream. The Home Office told Cenk Uygur and Hasan Piker their presence in the country was “not conducive to the public good” when they attempted to come to London to attend this week’s SXSW London event. Continue reading...
Arwa Elrayess, a PPE student at the prestigious university, made the remarks in a WhatsApp group of students who were about to take up their places.
45 universidades brasileiras caem em ranking das melhores do mundo Ao longo dos últimos 12 anos, o Brasil consolidou sua posição de destaque no cenário acadêmico da América Latina, mantendo a liderança regional de forma ininterrupta entre 2014 e 2026, de acordo com uma análise do g1 da série histórica do Center for World University Rankings (CWUR). Instituições como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade de Campinas (Unicamp) foram os pilares desse desempenho, garantindo que o país ocupasse a maior parte das vagas no topo do ranking no recorte continental. No entanto, a análise dos dados globais revela um contraste preocupante: enquanto o Brasil é destaque positivo entre os vizinhos geográficos, sua posição no topo da pirâmide mundial permanece restrita e em trajetória de declínio. Atualmente, a maior parte das instituições nacionais enfrenta uma perda de competitividade associada à falta de investimentos, o que dificulta o avanço da educação superior no país. Trajetória, ápice e resiliência da USP ECA - USP Marcos Santos/USP Imagens A USP tem se mantido como referência da ciência brasileira e latino-americana durante todo o período analisado. Em 2014, a instituição iniciou a série na 131ª posição global, já como a melhor da região. Após um período de estabilidade, a universidade paulista viveu sua melhor fase da série histórica entre 2018 e 2023, quando conseguiu romper a barreira do Top 100 mundial. O ápice histórico aconteceu em 2018-2019, quando a USP atingiu a 77ª colocação global, consolidando-se como uma das raras instituições de países em desenvolvimento a figurar em patamares tão elevados de prestígio internacional. Após esse pico de performance, a trajetória da USP passou a registrar oscilações que indicam a dificuldade de competir com universidades estrangeiras que tiveram investimentos maiores e mais constantes. Entre 2020 e 2024, a instituição permaneceu em colocação de destaque, mas abaixo do Top 100, flutuando entre as posições 103 e 117 no mundo. No entanto, as edições de 2025 e 2026 revelam uma tendência de recuo persistente: a universidade ocupou o 118º lugar no ano passado e encerrou o ciclo de 2026 na 119ª colocação. Essa queda recente não é um fenômeno isolado de rankeamento, mas o reflexo de declínios em indicadores estruturais. Segundo os dados do CWUR, a USP registrou perdas nos critérios de qualidade da educação, empregabilidade, corpo docente e pesquisa. Para o Dr. Nadim Mahassen, presidente da organização, esse movimento é fruto de "anos de financiamento inadequado e a desvalorização da ciência e da educação como bens públicos", o que coloca a USP em uma posição de vulnerabilidade apesar de sua liderança regional incontestável. Apesar dessa queda gradual nos últimos três anos, a USP encerra a série de 12 anos com um saldo positivo em comparação ao ponto de partida em 2014, tendo melhorado 12 posições globais no período. Brasil lidera na América Latina, mas México avança As 10 melhores instituições brasileiras, de 2014 a 2026, segundo o Center for World University Rankings (CWUR). Arte: Kayan Albertin/g1 No cenário regional, o Brasil não apenas liderou, como ampliou o número de instituições reconhecidas internacionalmente. Em 2014, três das cinco melhores universidades da América Latina eram brasileiras: USP (131º), UFRJ (329º) e Unicamp (437º). Em 2026, o Brasil manteve para si três posições do Top 5 regional, e ainda ampliou a ocupação de colocações mais abaixo entre as 2000 melhores do mundo: Em 2014, o país tinha cerca de 18 instituições no Top 1000. Em 2026, saltou para um total de 52 instituições listadas entre as 2000 melhores do mundo, incluindo centros especializados como a Fiocruz, o IMPA e o ITA. A principal ameaça à hegemonia brasileira na região veio do México, através da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). A trajetória da UNAM é uma das mais ascendentes da série histórica na América Latina: em 2014, a universidade mexicana ocupava a 337ª posição global. Ao longo da década, a UNAM acelerou seu crescimento e, em 2026, alcançou a 287ª posição no mundo, tornando-se a segunda melhor da região e encurtando significativamente a distância para as vice-líderes brasileiras. Universidade Nacional Autônoma do México Cande Westh/Unsplash Esse movimento indica que, embora a USP ainda lidere, o bloco de elite brasileiro formado por UFRJ (346º em 2026) e Unicamp (379º em 2026) enfrenta uma concorrência mexicana cada vez mais robusta. A Argentina, representada pela Universidade de Buenos Aires (UBA), manteve uma presença constante, mas sem o mesmo fôlego de crescimento do México ou o volume brasileiro. A UBA figurava em 378º no mundo em 2014 e encerrou 2026 na 354ª posição, alternando-se com a UFRJ e a Unicamp na disputa pelas vagas intermediárias do Top 5 regional. O panorama de 2026, no entanto, é de alerta para todo o bloco: a queda generalizada atingiu 87% das instituições brasileiras e diversos vizinhos, enquanto universidades da China disparam no ranking impulsionadas por investimentos governamentais contínuos. Top 10 Mundial Harvard, uma das instituições de ensino de maior prestígio no mundo Jornal Nacional/ Reprodução Enquanto o cenário é rotativo no bloco da América Latina, o contexto mundial indica uma imagem de imobilidade quase absoluta no topo do ranking das melhores instituições globais de 2014 a 2026. Durante todos os 12 anos da série, a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, manteve a 1ª posição global com pontuação máxima de 100. O grupo de elite é controlado por um duopólio formado pelos Estados Unidos e Reino Unido, que sistematicamente ocupam as dez primeiras posições com instituições como o MIT, Stanford, Cambridge e Oxford. Embora o Top 10 pareça estático, houve mudanças internas na composição desse grupo ao longo da década. Em 2014, instituições como a Universidade de Chicago e a UC Berkeley figuravam entre as dez melhores. Contudo, ao longo dos anos, essas universidades perderam terreno para o avanço de outras gigantes norte-americanas. Em 2026, a Universidade da Pensilvânia (Penn) consolidou sua ascensão, ocupando a 7ª posição mundial, enquanto Princeton subiu da 9ª colocação em 2014 para a 6ª em 2026. A tendência mais relevante fora do Top 10, no entanto, é o contraste entre o recuo ocidental e a ascensão asiática. Em 2026, pela primeira vez, a China superou os Estados Unidos em número de instituições no ranking (360 contra 313), com 98% das universidades chinesas subindo de posição. Enquanto isso, potências tradicionais como Japão e Reino Unido enfrentam dificuldades: a Universidade de Tokyo, que em 2014 ocupava a 13ª posição e ameaçava o Top 10, caiu para a 16ª posição em 2026. Os dados sugerem uma mudança no equilíbrio global da educação superior, marcada pelo avanço de países que ampliaram investimentos em pesquisa e inovação.
A new drug in development has shown promising results in restricting cancer cells’ ability to hide from the immune system and reduced tumors in some patients by at least 30%. Immunotherapy treatments for cancer have improved survival rates, but due to cancer’s ability to play “hide-and-seek,” many drugs become ineffective. However, Greywolf Therapeutics, an Oxford-based ...
Marco Rubio participa de uma audiência do Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA sobre a proposta orçamentária de Trump para o Departamento de Estado no ano fiscal de 2027, no Capitólio REUTERS/Kylie Cooper O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse nesta terça-feira (2) que os EUA voltarão a se envolver com a aliança global de vacinas Gavi em meio ao surto de Ebola em vários países africanos. Rubio declarou ao Comitê de Relações Exteriores do Senado que a decisão de voltar a participar foi tomada há algumas semanas, depois que o governo Trump retirou o financiamento da Gavi no ano passado. Moderna já anunciou parceria para desenvolver vacina contra cepa Bundibugyo Nesta segunda-feira (1°), a farmacêutica Moderna anunciou uma parceria com a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi) para desenvolver uma vacina contra a cepa Bundibugyo do vírus ebola, responsável pelo surto em curso no leste da República Democrática do Congo (RDC). A Cepi é uma fundação internacional que financia projetos independentes de pesquisa de vacinas contra ameaças epidêmicas e pandêmicas. Ela destinará até US$ 50 milhões para financiar o desenvolvimento pré-clínico e os primeiros testes da candidata da Moderna. A organização também investirá em outras duas vacinas experimentais desenvolvidas por pesquisadores da Universidade de Oxford e da International AIDS Vaccine Initiative. A iniciativa ocorre enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda priorizar medicamentos e vacinas experimentais para prevenção e tratamento da doença. Segundo a OMS, o diagnóstico precoce e o acesso rápido aos cuidados de saúde aumentam as chances de recuperação. Nesta terça, a OMS informou que o número de casos suspeitos de ebola monitorados na África Central caiu nos últimos dias, após a exclusão de centenas de notificações que inicialmente eram investigadas como possíveis infecções. Em 31 de maio, a organização contabilizava 116 casos suspeitos na República Democrática do Congo (RDC), abaixo dos 906 registrados no fim da semana anterior. Segundo a OMS, a redução ocorreu porque muitos pacientes investigados tiveram outras doenças diagnosticadas ou apresentavam febre sem relação com o ebola. Em atualização
Emails and WhatsApp messages reveal string of exchanges with ministers when he was president of Global Counsel Peter Mandelson, as president of his then advisory firm Global Counsel, lobbied hard for ministers to attend his events and to meet his firm’s staff in the months following Labour’s general election win, newly released documents reveal. Emails and WhatsApp exchanges show how active the Labour peer was in the wake of the election to work his contacts within government to the potential advantage of both his company and his then campaign to be chancellor of Oxford University. Continue reading...
La ministre de l’Intérieur Shabana Mahmood a annulé l’autorisation de séjour du polémiste américano-turc attendu cette semaine à Londres et à Oxford, estimant que sa présence risquait d’exacerber les tensions antisémites.
As Ethiopians head to the polls, François Picard is pleased to welcome Jervin Naidoo, Political Analyst at Oxford Economics Africa. While official narratives emphasise stability and democratic progress, significant portions of the country remain excluded from voting, raising concerns about representation, legitimacy, and the consolidation of power. Naidoo argues that while voting has proceeded in much of the country, the exclusion of Tigray and dozens of constituencies elsewhere constitutes "a big problem" that "hurts the government's legitimacy."
The US citizens and left-wing content creators with huge online followings were due to speak at the SXSW London festival and Oxford this week.
IAVI, Moderna and the University of Oxford are all working on new vaccines.
Profissionais de saúde vestem equipamentos de proteção individual (EPI) no Centro Médico Evangélico, uma das instalações na linha de frente da resposta ao surto de Ebola, na província de Ituri, na República Democrática do Congo. Gradel Muyisa Mumbere/Reuters A empresa de biotecnologia Moderna anunciou, nesta segunda-feira (1°), ter firmado uma parceria com a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi), uma fundação internacional que financia projetos independentes de pesquisa de vacinas contra ameaças epidêmicas e pandêmicas. O objetivo é desenvolver um imunizante contra a cepa Bundibugyo do vírus ebola, responsável pela epidemia atualmente em curso no leste da República Democrática do Congo. A Cepi se comprometeu a investir até US$ 50 milhões (cerca de 43 milhões de euros) para apoiar o desenvolvimento pré-clínico e os primeiros ensaios clínicos da candidata a vacina experimental da Moderna. A Cepi informou ainda que investirá até US$ 8,6 milhões em uma vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e fabricada pelo Serum Institute of India, além de US$ 3,2 milhões em uma vacina desenvolvida pela International AIDS Vaccine Initiative. A Organização Mundial da Saúde recomendou, na semana passada, dar prioridade a diversos medicamentos experimentais, incluindo anticorpos, antivirais e vacina,para o tratamento e a prevenção do BDBV. Agora no g1 Quatro enfermeiras que estavam sendo tratadas por um caso de Ebola causado pela cepa Bundibugyo do vírus deixaram o hospital de Bunia, na República Democrática do Congo (RDC), após se recuperarem, anunciou a Organização Mundial da Saúde (OMS) no domingo. Outras recuperações são esperadas e ocorrem quando os pacientes são diagnosticados precocemente e têm acesso aos cuidados. Um técnico de laboratório também se recuperou no início da semana, informou a agência, elevando para cinco o número total de pessoas curadas do vírus. O número de casos confirmados de ebola na RDC subiu para 282, com 42 mortes, após o registro de 19 novos testes positivos, segundo dados divulgados pelo Ministério da Comunicação. No início do mês, a OMS declarou que o surto causado pela rara cepa Bundibugyo do vírus na RDC e em Uganda constituía uma emergência de saúde pública de importância internacional, embora não atendesse aos critérios de uma emergência pandêmica. Exame descarta ebola em paciente internado no Emílio Ribas, em SP Na Itália, os protocolos relativos a um caso suspeito de ebola foram ativados em Cagliari, capital da Sardenha, para um homem que retornou do Congo no sábado de avião e apresentava alguns sintomas. O Ministério da Saúde daquele país declarou, na manhã desta segunda, que ele testou negativo e que o risco de propagação da doença na Itália permanece “muito baixo”. Ajuda global é insuficiente para conter ebola no Congo, alertam organizações Copa do Mundo: EUA, México e Canadá anunciam medidas de viagem para conter risco de contágio pelo Ebola
Cenk Uygur and Hasan Piker, who have both been accused of propagating antisemitism, barred from visiting for event The UK is failing to protect freedom of speech, prominent activists have said, after the government banned two leftwing US political commentators from entering the country to attend speaking engagements. Cenk Uygur, the host of the Young Turks online political talkshow, and Hasan Piker, who runs his own hours-long stream each day, were both due to appear at SXSW London, while the former said he had also been due to speak at an event run by University of Oxford students. Continue reading...
Oxfordshire County Council has approved a pilot scheme that would see 'physical measures... such as gates and bollards' installed to stop through traffic.