'Karnataka Congress Leader Ramalinga Reddy Has Withdrawn Resignation, BJP In Shock': Surjewala
Randeep Surjewala emphasised that Reddy’s extensive administrative experience remains invaluable to the party structure
"CONGRESS" · 총 1,567건
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Randeep Surjewala emphasised that Reddy’s extensive administrative experience remains invaluable to the party structure
Court orders release of Congress leader Alka Lamba on condition of good conduct
WASHINGTON, June 6 - Donald Trump is facing widening opposition within his own party as Republican lawmakers in Congress, long reluctant to defy him, are showing a greater willingness to break ranks with the U.S. president.
Bicol Saro party-list Rep. Terry Ridon shows a luggage full of mangos and wig during the Saturday News Forum on June 6, 2026. (Screenshot from Congress TV livestream/Youtube) MANILA, Philippines — Bicol Saro party-list Rep. Terry Ridon on Saturday challenged the 18 alleged former Marines to attend the Senate blue ribbon committee hearing on Monday,
Every night, drivers across this country unlock their doors for strangers and accept the vulnerability that comes with that act as the cost of doing the work. We are owed more than a platform's assurance that safety is a priority. And we are owed a Congress willing to demand it.
Congress spokesperson shared the clip too, writing, “There was a king. He broke the mirror. But why did he break the mirror? Which king's story is this?”
Party seeks immediate disclosure of Sai Krishna’s whereabouts and warns of agitation if constitutional safeguards are not followed
Congressional Democratic women who have built careers championing victims of abuse and harassment are dodging questions about the Graham Platner scandals -- even as Senate Minority Leader Chuck Schumer (D-NY) scrambles to contain the damage before it costs Democrats their best shot at a Senate majority.
Peruanos vão às urnas no domingo (7) em meio à crise política A Justiça do Peru decidiu, na sexta-feira (5), dois dias antes do segundo turno das eleições presidenciais, levar a julgamento o candidato de esquerda Roberto Sánchez por supostas irregularidades na declaração de financiamento de seu partido há cerca de seis anos. O candidato enfrentará no domingo a direitista Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, em um segundo turno considerado acirrado. A disputa eleitoral não será afetada pela decisão judicial, já que ainda cabe recurso. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo Além disso, caso vença as eleições, Sánchez, congressista e ex-ministro de 57 anos, passará a ter imunidade, conforme prevê a Constituição. "Decreta-se o auto de persecução penal; em consequência, declara-se haver mérito para o julgamento oral contra Roberto Sánchez Palomino", afirmou o juiz Adolfo Farfán após uma audiência virtual de dois dias. O Ministério Público peruano, que pediu a condenação de Sánchez a cinco anos e quatro meses de prisão, manifestou concordância com a decisão. A defesa de Sánchez informou que recorrerá da decisão e tem prazo de uma semana para apresentar a apelação. Segundo o Ministério Público, há inconsistências nos relatórios financeiros do partido de Sánchez, o Juntos pelo Peru, referentes às campanhas para as eleições regionais e municipais realizadas entre 2018 e 2020. De acordo com a acusação, Sánchez teria recebido mais de US$ 57 mil (R$ 292 mil, na cotação atual) de integrantes de seu grupo político para atividades partidárias sem declarar os valores ao Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE). "Esta magistratura decidiu dar prosseguimento ao caso, rejeitar as observações da defesa e reconhecer a validade formal da acusação", acrescentou o juiz. "Uma mentira" O candidato à Presidência do Peru Roberto Sánchez durante entrevista à agência de notícias Reuters no dia 10 de abril de 2026 Angela Ponce/Reuters Até o momento, Sánchez não se pronunciou sobre a decisão judicial. Na quinta-feira, ele acompanhou a audiência de forma virtual, pouco antes de participar do comício de encerramento de campanha em Lima. "Durante anos tentaram construir uma mentira para me desacreditar politicamente", escreveu Sánchez em abril sobre o processo na rede social X. O político afirma que o caso havia sido arquivado por um tribunal em 2025 por falta de provas sobre o suposto crime de fraude. Nesta eleição, marcada pelo aumento da criminalidade e por sucessivas crises políticas, o candidato de esquerda se apresenta como a voz dos mais pobres e das regiões rurais do país. Ele também acusa Fujimori de integrar uma "máfia" política que, segundo ele, é responsável pela instabilidade enfrentada pelo Peru, que teve oito presidentes desde 2016. Quatro presidentes foram destituídos pelo Congresso, onde o partido de Fujimori, o Força Popular, exerce forte influência. Outros dois renunciaram antes de serem destituídos, um concluiu um breve mandato de oito meses e o atual presidente interino deixará o cargo em julho. Relações "respeitosas" com os EUA Na reta final da campanha, Sánchez tem reforçado discursos de consenso e estabilidade, afastando-se das propostas de mudanças mais radicais que geraram preocupação entre parte do eleitorado conservador. Na sexta-feira, o candidato afirmou à AFP que deseja manter relações "respeitosas" com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. "A boa vizinhança e as relações respeitosas entre as nações (...) são sempre uma prioridade. E o Peru, que tem relações históricas com os Estados Unidos, não pode ser exceção. Essa será a nossa orientação de governo", afirmou. Durante seu segundo mandato, Trump tem comentado eleições na América Latina e manifestado apoio a candidatos conservadores, mas ainda não se pronunciou sobre a disputa no Peru. Ao comentar a instabilidade política do país, Sánchez defendeu a construção de um consenso para limitar o uso da prerrogativa do Congresso de destituir presidentes sob a alegação de "incapacidade moral permanente", prevista de forma ampla na Constituição. "Temos que recuperar o equilíbrio entre os Poderes, garantir a separação institucional e regulamentar a vacância por incapacidade moral permanente do presidente", defendeu. O líder de esquerda afirmou que essa medida ajudará a "acabar com esse desgoverno que começou em 2016".
A heated dispute over the relocation of an autorickshaw stand escalated into a physical confrontation between Congress councillor Biju Mathews and Independent councillor Binu Pulikkakkandam, prompting Mathews to file a police complaint alleging manhandling.
Cantora gospel Ana Clézia, de 38 anos, morreu em Palmas (TO) Reprodução/Instagram de Ana Clézia e Laudicéia Filha de pastor e criada em meio religioso, Ana Clézia, de 38 anos, ganhou projeção no cenário da música cristã contemporânea como integrante da dupla Ana Clézia e Laudicéia. A morte dela durante internação no Hospital Geral de Palmas (HGP) gerou comoção entre familiares, amigos e a comunidade evangélica do Tocantins, onde a artista construiu uma trajetória marcada pela fé e pela música. A cantora gospel morreu nesta sexta-feira (5), em Palmas, após passar dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela estava em coma e enfrentava complicações como pressão arterial baixa e pneumonia associada à ventilação mecânica. Ativa nas redes sociais, no dia 15 de abril, Ana mostrou aos seguidores alguns momentos de seu tratamento e internação. Nas imagens, ela aparece visivelmente debilitada e com hematomas nas pernas. "Estou viva e vamos pra guerra porque o nosso general é Cristo e ele nos garante vitória", escreveu a cantora. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Fora dos palcos, a cantora ampliava o alcance da sua mensagem por meio das redes sociais. Ela mantinha perfis ativos em diferentes plataformas e um canal oficial no YouTube, onde partilhava músicas, testemunhos e momentos de evangelização com seguidores. LEIA MAIS Cantora gospel morre em Palmas e gera comoção entre evangélicos Detento morre após passar mal em presídio no interior do Tocantins Noivo se casa usando boné no TO e viraliza: 'Foi do jeito que se sentiu bem', diz esposa Agora no g1 Carreira gospel As artistas Ana Clézia e Laudicéia conquistaram o público evangélico palmense e consolidaram a carreira com o lançamento de três CDs. As cantoras também fizeram participação em congressos internacionais realizados em Portugal e na Itália. Ao longo dos anos, elas ficaram conhecidas como adoradoras e mantiveram presença constante em igrejas e eventos religiosos. O repertório da dupla reúne canções que ganharam espaço entre os fiéis, como “Deus É Com Você”, “Ele Virá”, “Lindo Céu” e “Não Tem Lógica”. Além dos álbuns físicos, Ana Clézia também investiu no ambiente digital, onde disponibilizava singles e videoclipes em plataformas de streaming. Dupla evangélica Ana Clézia e Laudicéia durante apresentação na Itália Reprodução/Instagram de Ana Clézia e Laudicéia Antes da morte, o estado de saúde de Ana Clézia era considerado grave, segundo boletim médico divulgado na quinta-feira (4). A equipa médica chegou a iniciar um procedimento de hemodiálise, mas precisou interromper a intervenção devido à instabilidade clínica. Durante o período de internamento, familiares, amigos e membros da comunidade evangélica mobilizaram correntes de oração pela recuperação da artista. O cronograma de despedida divulgado pela Igreja CIADSETA informou que o primeiro velório ocorreu na manhã de sexta-feira (5), em Palmas, na Igreja CIADSETA de Taquaralto. Em seguida, o corpo foi trasladado para Luzinópolis, onde ocorreu uma segunda cerimônia que seguiu até as 8h deste sábado (6). Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Virginia’s plan to redraw its congressional maps to create as many as four new Democratic seats is dead, struck down by the state supreme court. Its impact on Virginia politics, though, is still being felt — and nowhere more visibly than in Virginia’s First District. The district, which covers much of Virginia’s coastline and includes […]
Peruanos vão às urnas no domingo (7) em meio à crise política O Peru realiza neste domingo (7) o segundo turno das eleições presidenciais em uma disputa acirrada entre a candidata de direita Keiko Fujimori e o esquerdista Roberto Sánchez. A votação ocorre em meio a um cenário de forte polarização política, instabilidade institucional e incertezas sobre os rumos da economia do país. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo 🔎 As pesquisas divulgadas nos últimos dias apontam empate técnico entre os candidatos. Levantamento do Ipsos mostrou Sánchez com 43,8% das intenções de voto, contra 43,2% de Fujimori, enquanto cerca de 13% dos eleitores afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto. A eleição acontece após uma década marcada por turbulência política. Desde 2016, o Peru teve oito presidentes, em uma sequência de renúncias, destituições e governos interinos que alimentaram a desconfiança da população em relação às instituições. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000), Keiko tenta chegar à Presidência pela quarta vez. Sua campanha tem como principais bandeiras o combate à criminalidade e a defesa do modelo econômico adotado pelo país nas últimas décadas. Para seus apoiadores, ela representa estabilidade e segurança. Já os críticos associam sua candidatura ao legado autoritário e às denúncias de corrupção que marcaram o governo de seu pai. Do outro lado, Roberto Sánchez se apresenta como representante das regiões rurais e dos setores mais pobres do país. Ex-ministro e congressista, ele defende reformas políticas e econômicas, incluindo mudanças na Constituição e maior presença do Estado na economia. Nos últimos dias, porém, buscou moderar o discurso, prometendo respeitar a independência do Banco Central e manter a abertura econômica do Peru. Em entrevista à AFP, Sánchez afirmou que pretende manter relações "respeitosas" com os Estados Unidos e preservar a política de economia aberta do país, ao mesmo tempo em que busca ampliar investimentos e reduzir desigualdades regionais. A disputa também tem sido acompanhada de perto pelos mercados financeiros. Na sexta-feira (5), a bolsa de valores de Lima registrou queda superior a 4% após pesquisas indicarem uma leve vantagem de Sánchez. Investidores demonstram preocupação com possíveis mudanças na política econômica e no setor de mineração, responsável por cerca de 12% do Produto Interno Bruto (PIB) peruano. Um dos temas centrais da campanha é justamente a mineração informal. O programa REINFO, que permite a atuação de pequenos mineradores sem todas as licenças exigidas para a atividade, tornou-se uma das principais questões eleitorais. Estima-se que cerca de 500 mil mineradores informais estejam vinculados ao setor, responsável por aproximadamente metade das exportações de ouro do Peru. Machu Picchu entra no debate eleitoral Além dos desafios econômicos e políticos, o próximo presidente também terá de lidar com questões ligadas ao turismo. Nas últimas semanas, a preservação de Machu Picchu ganhou destaque após alertas sobre problemas de gestão, denúncias de corrupção na venda de ingressos e riscos à imagem internacional do principal cartão-postal peruano. Analistas avaliam que o resultado deste domingo será um teste para a capacidade do país de superar a instabilidade política crônica e reconstruir a confiança em suas instituições. O eleito assumirá a Presidência em 28 de julho e terá pela frente o desafio de governar com um Congresso fragmentado e historicamente conflituoso com o Poder Executivo. *Com informações da Reuters, AFP e RFI A candidata de direita à presidência do Peru, Keiko Fujimori, e o candidato de esquerda, Roberto Sánchez REUTERS/Alessandro Cinque
Ramkarpal Singh says the public has every right to know the extent of the 'rot' in FAM following findings partially revealed by AFC at FAM's extraordinary congress on Thursday.
America turns 250 years old this July, and the country it has been telling itself stories about — a Christian nation, founded by a Christian people, on Christian ground — has been a moving target for the entire run. When the Continental Congress signed the Declaration of Independence in Philadelphia in 1776, only about 17% […]
Neste mês de junho, dois países da América do Sul vizinhos ao Brasil vão decidir se querem ser governados pela direita ou pela esquerda nos próximos anos: Peru, neste domingo (7/6), e Colômbia, em 21 de junho. Em ambos, as últimas eleições presidenciais foram vencidas pela esquerda. Mas agora, os candidatos da direita são favoritos após terminarem o primeiro turno na frente. São eleições com potencial de inclinar o mapa político da América Latina de vez para uma direita alinhada ao governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, e isso pode ter impacto direto no Brasil, segundo analistas. "Os americanos estão fazendo um círculo de fogo em torno do Brasil, e isso já está pressionando o país", analisa Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP (Universidade de São Paulo). Caso a esquerda saia vencedora, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode sentir um alívio por manter algum aliado ideológico na região, mas o cenário já é complicado para o Brasil, diz Carolina Silva Pedroso, pesquisadora do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais da Universidade Estadual Paulista (Unesp). "Uma vitória da esquerda nesses países, principalmente na Colômbia, vai ser obviamente comemorada pelo Planalto. Mas não significa que a vida do Lula vai ser mais fácil. Só que não vai piorar", diz Pedroso. No caso do Peru, as últimas eleições, de 2021, foram vencidas pelo dirigente sindical Pedro Castillo, que foi destituído do cargo e preso após tentar dissolver o Congresso no fim de 2022. Desde então, o país vive uma duradoura instabilidade política, com uma sequência de presidentes que foi da vice de Castillo, Dina Boluarte, a membros do Congresso de diferentes correntes ideológicas. O atual presidente é José María Balcázar Zelada, um deputado de esquerda que assumiu o poder em Lima em fevereiro. No domingo, a direitista Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, condenado por violações de direitos humanos, tenta pela quarta vez se tornar presidente. Ela enfrenta Roberto Sánchez, ex-ministro de Castillo que reproduz o estilo do ex-presidente preso. Já a Colômbia vai decidir no fim do mês se dará continuidade ao projeto político de Gustavo Petro, ex-guerrilheiro que fez história ao se tornar o primeiro presidente de esquerda do país, ao vencer as eleições de 2022. Como o país não permite reeleição, Petro apoia o senador Ivan Cepeda, que terminou o primeiro turno em segundo lugar. Na frente, ficou Abelardo de la Espriella, político da direita radical que se inspira em figuras como os presidentes Javier Milei, da Argentina, e Nayib Bukele, de El Salvador. Mas como os resultados dessas duas eleições podem influenciar os rumos da região e o que elas sinalizam sobre o estado atual das sociedades sul-americanas? Onda conservadora e o efeito Trump As últimas eleições na América do Sul mostram um sinal claro de um giro à direita na região. Em novembro de 2023, o libertário Javier Milei tirou a esquerda do poder na Argentina, com um ambicioso projeto liberal para a economia do país. Em abril de 2025, o liberal Daniel Noboa conseguiu ser reeleito presidente do Equador, após assumir um mandato tampão. Em outubro do mesmo ano, Rodrigo Paz, considerado de centro-direita, pôs fim aos quase 20 anos de poder do Movimento ao Socialismo de Evo Morales na Bolívia. E, em dezembro, foi a vez de José Antonio Kast vencer a esquerda no Chile. A exceção na região veio do Uruguai, que trocou a direita pela esquerda com a vitória de Yamandú Orsi, em novembro de 2024. A esquerda ainda segue no poder na Venezuela. As contestadas eleições de 2024 deram vitória a Nicolás Maduro, que, no início deste ano, foi capturado pelo governo Trump em Caracas. Desde então, a Venezuela é presidida por sua vice, Delcy Rodriguez, que tem mantido relações com os EUA e vem desmantelando o modelo econômico chavista. Os dois países menos populosos da região e que não fazem parte da América Latina também são administrados por partidos ligados à esquerda: Guiana e Suriname. Na América Latina, para além das fronteiras do Sul, a direita ainda obteve vitórias recentes nas eleições em El Salvador, Honduras, Panamá, República Dominicana e Costa Rica. A esquerda venceu no México e na Guatemala. Com esse cenário, as eleições do Peru e da Colômbia podem fazer pender ainda mais o quadro político do continente para a direita, em um movimento que pode ser comparado com a chamada "onda rosa", quando diversos governos de esquerda passaram a governar países sul-americanos no início dos anos 2000. "Se você olhar na história da América Latina dos últimos 20 anos, você nota esses movimentos para a direita e a esquerda. Agora, você tem uma maioria de governos de direita sendo eleitos na região, mas é sempre bom olhar para as especificidades de cada um dos países", diz Feliciano de Sá Guimarães. Mas um fator essencial e em comum para esta onda de agora é a eleição de Trump nos EUA, em 2016 e 2024, segundo os analistas. "Em termos históricos, é a esquerda quem tradicionalmente se organiza de forma internacional, mas com Trump foi se formando uma integração clara entre a direita na região", explica Pedroso. "Isso agora está num processo de quase dez anos de consolidação de uma integração entre essa direita que acaba se influenciando mutuamente", avalia a professora, que aponta a vitória de Milei na Argentina como o ponto de virada dessa nova guinada à direita na América do Sul. Para Sá Guimarães, além do fator Trump, a América Latina sofre de um problema estrutural que ele chama de "praga da incumbência". "Aqueles que têm poder têm tido mais dificuldade de serem reeleitos", diz o pesquisador. "É o descompasso de expectativas entre aquilo que os eleitores da América Latina esperam dos seus governos e a capacidade de os Estados frágeis entregarem benesses econômicas, sociais e políticas para os cidadãos." No caso do Brasil, o presidente Lula enfrenta uma rejeição alta e uma dificuldade de reduzi-la, apesar de alguma melhora nas pesquisas mais recentes. Segundo o levantamento da Quaest em maio, 53% dos eleitores o rejeitavam. Lula lidera as intenções de voto nas pesquisas eleitorais até agora, mas os levantamentos apontam para uma disputa acirrada em um eventual segundo turno entre o petista e os candidatos da direita que se apresentaram até agora. Segundo o Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil, Lula tem 46% das intenções de voto no segundo turno, contra 41% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o adversário do presidente que aparece com folga como o melhor posicionado nos levantamentos do primeiro turno até agora. Essa dificuldade de presidentes se reelegerem ou de fazerem seus sucessores explica, segundo Sá Guimarães, por que a balança de poder na América Latina tem variado rápido. Em 2022, por exemplo, falava-se de uma onda à esquerda, após as eleições seguidas de vitórias desse campo político no México, Argentina, Bolívia, Peru, Honduras, Chile, Colômbia e Brasil. Agora, a onda rapidamente mudou. Na avaliação do pesquisador, mesmo que a esquerda perca as eleições no Peru e na Colômbia, é preciso lembrar que as duas maiores economias da América Latina, Brasil e México, estarão, pelo menos até o fim do ano, nas mãos de governos de esquerda. "Então, eu acho improvável que você tenha uma captura total à direita ou uma captura total da esquerda", diz Sá Guimarães. O movimento atual, porém, tem um componente diferente e essencial para entender o estado atual das sociedades sul-americanas: a polarização e a direita indo mais para o extremo, rompendo com grupos tradicionais deste campo que governaram a maioria dos países por décadas. "As eleições são um reflexo de algo que está mais presente na sociedade, que é esse radicalismo que tem pendido muito mais para a direita", explica Pedroso. É o caso da ascensão dos chamados outsiders, figuras de grupos não tradicionais da política que chegam ao poder "implodindo" o sistema, como é o caso de Milei ou Bukele, com muita força nas redes sociais e sem serem bem captados em pesquisas de intenção de voto. O novo representante desse grupo é justamente de La Espriella, na Colômbia. "Há realmente uma dificuldade analítica de entender qual é a profundidade desse fenômeno dos outsiders na América Latina, porque as ferramentas tradicionais não conseguem detectar, mas está cada vez mais presente em todas as eleições", diz Pedroso. Os impactos no Brasil Há dez anos, Feliciano de Sá Guimarães estuda como os brasileiros acompanham a política internacional e que influência ela tem nas eleições. "Temos mostrado aqui nas pesquisas da USP que política externa cada vez mais é um tema eleitoral, não é um tema decisivo, mas importante", diz o pesquisador. Na sua avaliação, porém, o fator Trump é o assunto mais relevante neste contexto, com pouca influência para o que acontece nos países vizinhos do Brasil. "Claro, a direita brasileira vai utilizar essas vitórias, caso elas ocorram, como uma tentativa de mobilização para mostrar que a direita está ganhando na região. Mas é mais importante o Trump do que essas duas eleições", diz Sá Guimarães. Mesmo que os resultados colombianos e peruanos não influenciem o voto brasileiro, certamente haverá influência na forma como Lula ou um próximo presidente conduzirá sua política externa ou terá força no cenário internacional, ressalta Pedroso. Caso Lula perca a eleição para um nome da direita, ainda assim Pedroso acredita que os resultados dessas duas eleições — e o tamanho da influência de Trump sobre a América Latina — terão impacto no próximo governo brasileiro. "É um novo cenário complexo, em que os Estados Unidos entram de forma muito mais agressiva, não só com medidas econômicas, mas também com presença militar na região", diz. Em segundo lugar nas pesquisas, o senador Flávio Bolsonaro tem se mostrado parte de uma direita latino-americana bastante alinhada a Trump, assim como Keiko Fujimori, no Peru, ou de la Espriella, na Colômbia. Em maio, Flávio se encontrou com o presidente americano na Casa Branca, que o chamou de "um jovem que ama o Brasil". Logo após o encontro, o governo Trump classificou facções brasileiras como grupos terroristas, uma medida defendida pela família Bolsonaro junto ao governo americano há mais de um ano. Mas os EUA também concluíram uma investigação que ameaça o Brasil com novas tarifas comerciais. Flávio negou ter sugerido essa medida e enviou uma carta a Trump pedindo que ele não taxasse o Brasil. Isso mostraria como, mesmo sendo aliado e na hipótese de chegar ao Planalto, Flávio precisaria lidar com uma relação muito mais intrincada com os EUA, como explica Feliciano de Sá Guimarães. "O objetivo americano é reduzir a crescente influência chinesa na América do Sul. E a maneira mais barata para eles é ter presidentes aliados aqui", diz o pesquisador. "Mas acho que Flávio se engana muito se acredita que terá no presidente Trump um aliado de primeira hora. Existem questões estruturais do Brasil (como a relação com a China) que independem do presidente Trump ou de quem quer que esteja no poder nos EUA." Em caso da permanência de Lula no Planalto, para a professora Pedroso, uma mudança no Peru seria "bem menos dramática para o Brasil" do que uma mudança na Colômbia. Ela cita como exemplo as críticas constantes nas redes sociais que o atual presidente colombiano, Petro, faz a Trump e aos EUA. "Isso, de certa forma, fortalece a posição do Brasil, porque, se o Lula não pode diretamente fazer esse tipo de crítica, tem um vizinho que faz", diz Pedroso. "Os resultados acabam refletindo na forma como os nossos países vão lidar com essas questões todas que estão colocadas no mundo com a presença mais incisiva dos Estados Unidos", completa a pesquisadora. Pedroso ressalta ainda que o que está em jogo também são questões que vão além da disputa político-ideológica, com os chamados "fenômenos transnacionais", que não respeitam as fronteiras. Colômbia e Peru são países fronteiriços na Amazônia, com forte presença do crime organizado e narcotráfico. Ou seja, é preciso ter alguma afinidade entre governos para tratar de um problema comum. Para Sá Guimarães, um eventual cenário de isolamento ideológico do Brasil teria fortes consequências na forma como o país consegue resistir à política de Trump para o continente. "Uma coisa é você ter um adversário na Bolívia ou na Argentina. Outra coisa é você ter dez adversários. O fator agora são os Estados Unidos. E o presidente Trump procura isolar o Brasil", diz o pesquisador.
JMM resolves Rajya Sabha seat-sharing dispute with Congress in Jharkhand
BATU PAHAT, June 6 — Parti Keadilan Rakyat’s (PKR) Annual Congress has been postponed to Aug 14-16 to allow...
YS Sharmila was seen as Congress’s big Andhra bet, but the APCC chief was left out of the party’s final list of Rajya Sabha nominees from Karnataka.
Congress general secretary Jairam Ramesh said Gen-Z ethical hackers had exposed critical flaws in cybersecurity, which the CBSE denied until it could no longer do so