Trump's Iran negotiations walk him into a $300 b. extortion scheme by the IRGC - opinion
Terrorism is a business. Bombing Iran is significant, but bankrupting Iran is even more significant.
"TRUMP" · 총 4,264건
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최근 7일 기준 74,360건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 3,642건(4.9%)·중립 68,837건(92.6%)·부정 1,881건(2.5%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 13.8(중도 균형)입니다.
Terrorism is a business. Bombing Iran is significant, but bankrupting Iran is even more significant.
President Donald Trump demanded early Tuesday morning that legal cases against him filed in New York City, New York, be dismissed. The president requested a social media post to his Truth Social account shortly after midnight, citing claims by Michael Cohen, his former attorney, that he was “coerced” into testifying against Trump. “When a Star […]
[Nile Post] Kampala has been retained as one of only 20 US visa processing hubs in Africa under a major restructuring plan by the administration of President Donald Trump, positioning Uganda as a key regional gateway for travelers seeking entry to the United States.
Clashes persist as Israel pushes deeper into Lebanon despite Trump's ceasefire claims. Experts warn the offensive is undermining talks with Hezbollah and pushing a political solution further out of reach.
La hotelera balear comunica a un operador que abandona la gestión de 12 establecimientos que eran propiedad de Gaesa, el conglomerado militar en el punto de mira de la Administración Trump
Voters in California and Iowa head to polls Tuesday in primary races that could break longtime Republican losing streaks in key governor contests.
"What the fuck? Jeff Epstein of Universal Attractions is in charge of—forgive me—recruiting talent for a Donald Trump party?"
Trump has called Netanyahu “crazy” over escalation in Lebanon and urged him not to strike Beirut.
The president called Gavin Newsom 'Gavin Newscum' and said crime is increasing and taxes are the highest in the country.
This fund was established to compensate Donald Trump’s political allies, a prospect that has ignited a fierce backlash within the GOP
Iran droht wegen der israelischen Angriffe im Libanon mit dem Abbruch der Verhandlungen mit den USA. Was US-Präsident Trump zu einem Anruf bei Premier Netanyahu und deutlichen Worten bewogen haben soll.
The U.S. Embassy in Nairobi remains one of Washington’s most strategically important missions in sub-Saharan Africa, given Kenya’s role in regional security, counter-terrorism cooperation, and trade under frameworks such as the African Growth and Opportunity Act (AGOA).
President Trump is pressing Israel to not strike the Lebanese capital. An escalation in Israel’s campaign against Hezbollah could threaten peace talks with Iran.
Hundreds of people took to the streets in the central Kenyan town of Nanyuki on Monday to protest moves by the United States to set up an Ebola quarantine facility at a military base there
The proposal marks the latest effort by the administration to rebuild its tariff agenda through Section 301 investigations.
Israeli military says it intercepted missiles from Lebanon this morning while Netanyahu says his forces will continue operating in the south of the country Trump says Hezbollah and Israel have agreed to ‘stop all shooting’ Hello and welcome to the Guardian’s continuing coverage of the crisis in the Middle East. Donald Trump has hailed an agreement to de-escalate the fighting in Lebanon, which has killed thousands of people and inflamed tensions in the broader US-Israeli war with Iran. Iran’s Revolutionary Guards (IRGC) threatened to open “new fronts” and keep the strait of Hormuz closed over Israel’s offensive in Lebanon, state media reported. “Iran considers crossing the red lines in Lebanon and Gaza to mean direct war,” state TV quoted the IRGC’ intelligence organisation as saying. The ceasefire already in place between Iran and the US is unequivocally a ceasefire on all fronts, including in Lebanon, Iran’s top diplomat said yesterday after Netanyahu ordered attacks on the Hezbollah-controlled southern suburbs of Beirut. “Violation on one front is a violation of the ceasefire on all fronts. The US and Israel are responsible for the consequences of any violation,” foreign minister Abbas Araghchi wrote on X. US secretary of state Marco Rubio will face questions at Congress today for the first time since the Iran war began. He will testify before House and Senate committees on the state department’s 2027 budget request, where he is expected to face questions about Trump’s war efforts and shifting diplomatic goals. Oil prices jumped and equities slid as Middle East peace talks stumbled and tensions mounted between Iran and the US. Crude futures shot more than 5% higher yesterday as an Iranian news agency announced Tehran had suspended the negotiations with the US via mediators, AFP reported. US forces intercepted two Iranian ballistic missiles targeting American forces based in Kuwait late on Sunday, the US military said yesterday. No American personnel were harmed, it added. Continue reading...
CAPE TOWN, June 2 - For SJ Du Venage, a provincial council member for a right-wing party in South Africa's governing coalition, the decision to leave his homeland under a U.S. refugee programme created by President Donald Trump was shaped by longstanding fears.
Parada LGBT+ na avenida Paulista, em SP Reprodução A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, que ostenta o título de maior do mundo pelo Guinness Book, sofreu uma redução de 60% em seu orçamento privado para a edição de 2026, que acontece no próximo domingo (7), na Avenida Paulista. O esvaziamento financeiro ocorre justamente na edição comemorativa de 30 anos do evento: o total de marcas patrocinadoras caiu de 11, em 2025, para 9 este ano. A retração comercial contrasta com o impacto econômico do evento. No ano passado, o circuito reuniu 50 mil pessoas, segundo o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e injetou R$ 548,5 milhões na economia da capital paulista, de acordo com dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Agora no g1 O que pode explicar a debandada das marcas De acordo com a organização da Parada e analistas de mercado, a redução dos investimentos privados já estava desenhada devido à falta de contratos de longo prazo e a uma visão estritamente comercial das empresas, que enxergam o público LGBT+ apenas como consumidores sazonais. Nos bastidores, as justificativas apresentadas pelas marcas para negar o patrocínio em 2026 dividem-se em cinco pilares principais: 1. O avanço da agenda 'anti-woke' global O fortalecimento de um movimento conservador global, intensificado internacionalmente após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, atua como um espelho para o mercado brasileiro. O termo norte-americano "woke" — originalmente associado à conscientização sobre injustiças sociais — passou a ser utilizado por correntes de direita como crítica pejorativa ao progressismo. Nos EUA, marcas como Target, Bud Light e Ford sofreram boicotes massivos de consumidores após campanhas de apoio à comunidade LGBT+. Com receio de retaliações e linchamentos virtuais semelhantes no Brasil, diretorias de multinacionais recuaram nos investimentos públicos em diversidade. A Disney é uma das principais empresas acusadas de ser woke. GETTY IMAGES via BBC 2. Rejeição ao teor político do tema A organização ouviu de marcas que o tema escolhido para a edição histórica deste ano — "30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma" — afastou investidores. Muitas empresas alegaram que não gostariam de atrelar suas identidades institucionais a um mote considerado "muito político" ou eleitoral. Manifestantes anti-LGBT marcham pelas ruas durante um protesto exigindo medidas mais rigorosas em Dakarem 14 de fevereiro de 2026 REUTERS/Zohra Bensemra/Foto de Arquivo 3. Orçamento espremido por Eleições e Copa Empresas que abandonaram o circuito também justificaram a ausência alegando que 2026 é um ano dividido entre eleições municipais e a Copa do Mundo, o que acabou por descentralizar e apertar o budget (orçamento) de marketing e comunicação voltado para eventos de massa. Servidor municipal de Guarujá (SP) foi excluído do grupo de trabalho no WhatsApp após posts em alusão ao Dia do Orgulho LGBT+ Redes Sociais 4. Migração para a verba de ESG Outra mudança apontada pelo mercado é que a quantia antes destinada especificamente para causas e eventos LGBT+ (a chamada "verba pride") foi extinta em várias companhias e absorvida pelos fundos gerais de ESG (sigla ambiental, social e de governança). A organização critica a mudança, defendendo que esses valores deveriam fazer parte do montante principal que as empresas investem em mídia e publicidade, dado o retorno de visibilidade que o evento entrega. Milhares marcham por direitos LGBT+ na Hungria, mesmo após proibição Bernadett Szabo/Reuters 5. Ofensiva legislativa No cenário nacional, casas legislativas capitaneadas por frentes conservadoras e evangélicas passaram a articular projetos de lei para proibir a presença de crianças e adolescentes em manifestações da comunidade LGBT+, sob a justificativa de "proteção da infância". Em São Paulo, propostas dessa natureza tramitam na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa (Alesp). Família LGBT+ participa da Parada do Orgulho na Avenida Paulista neste domingo (22), no Centro de São Paulo. Luiz Gabriel Franco/g1 LEIA TAMBÉM: ‘Vai ter criança, sim’, afirma presidente da Parada LGBT+ sobre projeto de lei que proíbe menores de idade no evento em SP Câmara de SP aprova em 1ª votação projeto que proíbe crianças na Parada LGBT; para especialistas, é inconstitucional Parada LGBT+ de SP terá shows de Gloria Groove, Pepita e Melody; veja atrações confirmadas 🏳️🌈As marcas que saíram do circuito Parada LGBT+ levou multidão à avenida Paulista, em SP Miguel Schincariol/AFP Um levantamento realizado pelo g1 nos contratos comerciais do evento entre 2022 e 2026 revela o tamanho da retração comercial. Grandes marcas que carimbavam o circuito recentemente, como Vivo, Terra, Burger King, Smirnoff, Pinterest e a rede de cosméticos Sephora, deixaram o evento. Veja a evolução das marcas parceiras entre 2022 e 2026: 2022: 15 marcas - Terra, Smirnoff, Burger King, Amstel, Mercado Livre, Jean Paul Gaultier, Vivo, Accor, Avon, Doritos, Laboratório LAIS, Philip Morris, British Council, Agência FOME e Pevi 56. 2023: 16 marcas - Smirnoff, Terra, Vivo, Amstel, Mercado Livre, L’Oréal Groupe, Burger King, Philip Morris Brasil, 3M, Kellogg’s, Accor, Banco do Brasil, Pantene, Microsoft, Zurich e Warner Music Group. 2024: 14 marcas - Amstel, Terra, Vivo, L’Oréal Groupe, Philip Morris Brasil, 3M, Burger King, British Council, Accor (ALL), Zurich, TV Globo, Agência FOME, Climatempo e Warner Music Brasil. 2025: 11 marcas - Amstel, L’Oréal Groupe, Sephora, Vibes, Smirnoff, Philip Morris Brasil, Team, Zurich, Sympla, Pinterest e Accor (ALL). 2026: 9 marcas - Amstel, Grupo L'Oréal no Brasil, Philip Morris Brasil, Camarote Pride, Camarote Paulista, Sympla, Accor e Zurich. Para entender o peso dessa queda, vale destacar que o financiamento da Parada LGBT+ de São Paulo por empresas privadas é estruturado por meio de um livro de cotas comerciais, dividido entre patrocinadores máster, copatrocinadores e cotas de apoio. Para que uma marca tenha o direito de colocar um trio elétrico exclusivo na avenida ela precisa obrigatoriamente adquirir uma cota de patrocínio ou copatrocínio. As demais participações entram como apoio ou ativações pontuais em camarotes. O argumento 'esse dinheiro poderia estar indo para a Saúde' Casal se beija na Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, realizada no domingo (11) na Avenida Paulista Fábio Tito/g1 A organização também esclarece o funcionamento das verbas públicas destinadas ao evento. A Prefeitura de São Paulo arca exclusivamente com a infraestrutura de rua da Parada, o que inclui itens como gradis, banheiros químicos e postos médicos. Esse montante é previamente estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada no ano anterior, fazendo parte do calendário oficial de turismo da capital, o que significa que o repasse não interfere e nem retira verbas de áreas como saúde ou educação. Toda a operação artística, logística e a contratação dos trios elétricos ficam sob a responsabilidade financeira da associação. 'Pinkwashing' e o debate sobre coerência Trisal celebra a 29ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, na Avenida Paulista. Luiz Gabriel Franco/g1 A diretoria da APOLGBT-SP ressalta que a cobrança em relação às marcas não é por "esmola", mas sim por coerência de discurso, combatendo a prática do pinkwashing. O termo, neste contexto, define empresas que utilizam a estética do arco-íris em campanhas publicitárias para lucrar, mas não realizam investimentos reais na comunidade. "O mercado aprendeu a monetizar o arco-íris sem investir proporcionalmente na comunidade LGBT. A diversidade não pode ser apenas uma campanha de junho, tem que ser o ano todo. Não pode ser apenas pontualmente em um ano, tem que ser um compromisso a longo prazo. Em 30 anos, eu esperava que o apoio das marcas que já estiveram com a gente fosse ainda maior, e não que tivesse declinado", lamentou Nelson Pereira, presidente da APOLGBT-SP. O argumento é referendado pelo Observatório da Diversidade na Publicidade (ODP), entidade setorial formada por um grupo de 26 agências de publicidade focada em acelerar a inclusão de grupos sub-representados no mercado brasileiro de comunicação. "A diversidade viveu um momento de maior visibilidade, mas todos os envolvidos com a pauta sempre souberam que esse espaço não era garantido ou permanente. Todo avanço significativo traz uma reação conservadora, que é o momento atual. O que precisamos é melhorar a articulação para transformar essas relações em parcerias duradouras, que vão além do interesse comercial." 🎤Parada mantém programação com apoio de artistas A cantora Pabllo Vittar durante a 27ª Parada do Orgulho LGBT+, neste domingo (11), na Avenida Paulista em São Paulo (SP). MARCELO OLIVEIRA MARÇO/ESTADÃO CONTEÚDO Manter a estrutura da Parada exige um alto custo operacional. O valor médio para colocar um único trio elétrico na rua varia entre R$ 40 mil e R$ 85 mil. Para garantir o desfile dos 14 trios elétricos previstos para este domingo sem o montante ideal de patrocínio, a organização contou com o apoio de dezenas de atrações musicais que abriram mão de seus cachês tradicionais ou aceitaram se apresentar recebendo apenas ajuda de custo para despesas operacionais. A lista de artistas confirmados inclui Pepita, DJ Diveras, Diego Martins, Dornelles, MC Soffia, Zumbicore, Jup do Bairro, Boombeat, Bixarte, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, e MC Trans. Na última quinta-feira (28), a Amstel, que se manteve como patrocinadora oficial do evento, anunciou também a inclusão dos shows de Pabllo Vittar e Urias na programação da Avenida Paulista, após o fechamento das negociações com a marca. A expectativa de público é de 2 milhões de pessoas.