"ANALOG" · 총 23건
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Gloria Groove entoa sucessos e reúne 'todas as tribos' durante estreia em Votorantim Dizem por aí que 2026 é o novo 2016 e, de fato, existem coisas que nunca mudam. Quem foi jovem e antenado na cultura pop daquela época lembra bem do estouro das drag queens na música brasileira, com Pabllo Vittar, Lia Clark, Kaya Conky, e, claro, Gloria Groove surgindo "com tudo". No caso da última citada, o que não mudou foi o sucesso. A cantora está celebrando uma década de trajetória musical e, recentemente, lançou "O Chá", canção que, de acordo com ela, é uma forma de comemorar toda a carreira. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp O g1 entrevistou Gloria Groove minutos antes dela subir ao palco da Festa Junina de Votorantim Viva+, na noite de quinta-feira (4), pela primeira vez no evento. (Saiba mais sobre o concerto completo ao final desta reportagem.) A canção, de acordo com a artista, é uma forma de comemorar a data especial. Ela destaca o companheirismo dos fãs mais antigos e, também, a parceria com Ruxell, produtor da música e uma das figuras mais importantes na carreira de Gloria. "'O Chá' foi o meu jeito de celebrar os dez anos de Gloria Groove. Ela retoma um universo que é muito especial para os super fãs, que estão comigo desde lá atrás. A música também é uma forma de comemorar a minha parceria com o Ruxell, produtor da música e que estava nos meus principais momentos da música pop", pontua. "O Chá", de acordo com Gloria, foi o ponto alto do concerto inédito na Festa Junina de Votorantim. A música foi interpretada por ela pela primeira vez na noite desta quinta-feira, fazendo com que o show ganhasse um significado especial. Capa do single 'O chá', de Gloria Groove Divulgação "É uma honra poder fazer parte de uma festa dessa pela primeira vez, ainda mais no mês do orgulho. Acho que tem muito motivo para celebrarmos neste palco. Tenho boas memórias do interior. Vivi muito por Sorocaba (SP) no início da minha carreira, quando eu cantava nas baladas da cidade. Acredito que boa parte do público daquela época está aqui também", comenta. A drag queen revela que possui planos para comemorar os dez anos de carreira e que muita coisa ainda pode ser lançada. No entanto, o foco maior do momento é a divulgação da nova canção, que já estava na ponta da língua da plateia da festa junina. "Eu sinto que, nessa música, estou celebrando um formato e, daqui para frente, abrindo espaço para o que ainda pode vir a ser. Esse décimo ano está vindo recheado de muitos sonhos", declara. Durante todo esse tempo, a carreira de Gloria Groove pode ser vista sob diversos prismas, mas um deles chama a atenção: mesmo sendo uma drag queen e aclamada pela comunidade LGBTQIA+ desde sempre, a cantora conseguiu "furar a bolha" e se tornar "querida entre todos os públicos". Gloria Groove reuniu diferentes públicos durante apresentação Diogo Del Cistia/g1 Isso se deve, principalmente, à facilidade da artista de transitar entre gêneros musicais muito distintos de forma natural, indo do pop de "Bumbum de Ouro", ao funk de "Lady Leste" e ao pagode de "Serenata da GG". Segundo Gloria, o apelo geral já estava no traçado de carreira desde o começo. "Não é nada diferente do que eu já havia planejado antes. Eu nunca me nichei mentalmente. Pelo contrário, sempre coloquei a música em primeiro lugar e consigo seguir meu coração. Eu consigo trazer uma configuração para a vida real por meio da cultura drag, que é a melhor ferramenta, uma expressão artística que mudou a minha vida", revela. "Todo mundo deveria ficar feliz quando uma de nós, drag queens, vai para frente, prosperando e conquistando novos territórios. Eu sempre quis cantar para todo mundo. Todo mundo acaba ganhando", completa. Show inédito O show começou às 22h15, com a apresentação de "A Queda", considerada uma dos incontáveis sucessos que Gloria possui em sua discografia. A canção, com vocais intensos e ritmo propositalmente dramático, mostrou logo no começo o que fez a drag queen atingir o estrelato: o talento. Além de todo o talento vocal (que há de sobra), Gloria, que participa ativamente da produção criativa de suas músicas, também mostrou que é uma artista "camaleoa", se adaptando muito bem em diversos gêneros musicais, indo do funk pop de "Bumbum de Ouro", ao funk de "Lady Leste" e com uma boa "pincelada" no pagode de "Serenatas da GG". Groove interagiu com o público diversas vezes ao longo do concerto, destacando o fato do show acontecer no mês do orgulho LGBTQIA+. "Na última semana, eu lancei uma música nova. E, nesse friozinho de Votorantim, para ficar mais gostoso, mais quentinho, mais aconchegante, só tomando um chá", disse momentos antes de cantar a música. Gloria estreou na festa nesta quinta-feira (4) Diogo Del Cistia/g1 Sempre sorridente, a cantora de "Ameianoite", em parceria com Pabllo Vittar, agradeceu - por mais de uma vez - a presença do público na festa. Gloria disse estar emocionada e surpresa com a "língua afiada" da plateia, que entoou todas as músicas e, inclusive, fez uma analogia ao meme "eita, Glória!". "Votorantim está com as músicas na ponta da língua! Eu não vou ficar por baixo. Eu também sei emocionar vocês. Eu já falei tanta coisa nesse palco. Estou emocionada, teve gente cantando letra até dos meus primeiros trabalhos [...] eu vi gente falando 'eita, Glória' aqui. Vocês são crentes? [risos]", celebra. O show acabou por volta das 23h45, com "Vermelho", que é a música assinatura de Gloria. A apresentação, que contou com inúmeros hits, também foi recheada de coreografias e diversos bailarinos de fundo. Veja algumas das músicas cantadas pela artista: "A Queda" "A Loba" (cover de Alcione); "Leilão"; "Ameianoite" (com Pabllo Vittar); "Pisando Fofo" (com Tasha e Tracie); "Bonekinha"; "Bumbum de Ouro"; "Radar"; "Vermelho"; "A Tua Voz"; "Sobrevivi" (com Priscilla); "Back at One" (cover de Belo e Bryan McKnight); "Linguagem do Amor". Gloria Groove celebra dez anos de carreira em 2026 Diogo Del Cistia/g1 A festa continua...! Gloria Groove pode até ter encerrado a participação na festa, mas a programação não para por aí. Neste sábado, que agita o palco é o pagodeiro Thiaguinho. (Confira a programação completa da festa.) Considerada a maior festa junina do estado de São Paulo, o evento é organizado pela Viva+ Entretenimento em parceria com o Fundo Social de Solidariedade de Votorantim, com apoio da Prefeitura de Votorantim e promoção da TV TEM. A festa deste ano carrega o lema "Resgatando Tradições" e traz um palco com 360 graus inspirado nos grandes festivais do país para receber artistas de peso. A apresentação de Glória Groove dá continuidade à terceira semana de shows do evento. A festa já recebeu nomes como João Gomes, Anavitória, Lagum, Ana Castela e Zé Neto & Cristiano. Confira a programação completa. Festa Junina de Votorantim em 2026 Divulgação/Festa Junina de Votorantim Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Gloria Groove entoa sucessos e reúne 'todas as tribos' durante estreia em Votorantim Quem é essa menina de vermelho? Na Festa Junina de Votorantim Viva+, a resposta ecoava em alto e bom tom durante a noite desta quinta-feira (4). Gloria Groove, a Lady Leste, se apresentou no evento pela primeira vez na carreira e, não importa de que "tribo" você faz parte, com certeza voltou para casa com a melodia de "Vermelho" na cabeça. O show começou às 22h15, com a apresentação de "A Queda", considerada uma dos incontáveis sucessos que Gloria possui em sua discografia. A canção, com vocais intensos e ritmo propositalmente dramático, mostrou logo no começo o que fez a drag queen atingir o estrelato: o talento. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Talento, este, que arrasa corações de pessoas que vivem a longos quilômetros de distância. Francisco Delgado tem 32 anos e, ao g1, contou - em espanhol - que veio diretamente de Monterrey, no México, para ver Gloria Groove, que ele considera como cantora preferida da vida toda. "Eu vim de Monterrey só para assistir à Gloria Groove. Sou fã há oito anos e, naquela época, criei um clube de fãs mexicanos dela que existe até hoje. Todos os mexicanos conhecem e amam a Gloria, apesar da maioria não saber o português", conta. Francisco veio diretamente do México Diogo Del Cistia/g1 O profissional de recursos humanos também verá a drag na Parada do Orgulho LGBT+, que será neste domingo (7), em São Paulo. Francisco já assistiu à cantora mais de uma vez, mas elencou o show da Festa Junina de Votorantim em primeiro lugar. "Já são três shows com ela e esse foi o melhor de todos. Eu sou muito, mas muito fã dela. Curti demais, e, agora, vou ver ela na parada. Só venho ao Brasil para ver a Gloria", comenta. Além de todo o talento vocal (que há de sobra), Gloria, que participa ativamente da produção criativa de suas músicas, também mostrou que é uma artista "camaleoa", se adaptando muito bem em diversos gêneros musicais, indo do funk pop de "Bumbum de Ouro", ao funk de "Lady Leste" e com uma boa "pincelada" no pagode de "Serenatas da GG". Groove interagiu com o público diversas vezes ao longo do concerto, destacando o fato do show acontecer no mês do orgulho LGBTQIA+. O ponto alto, segundo ela mesma, foi "O Chá", nova canção lançada há uma semana e interpretada pela primeira vez na carreira diretamente de Votorantim. Gloria estreou na festa nesta quinta-feira (4) Diogo Del Cistia/g1 "Na última semana, eu lancei uma música nova. E, nesse friozinho de Votorantim, para ficar mais gostoso, mais quentinho, mais aconchegante, só tomando um chá", disse momentos antes de cantar a música. Sempre sorridente, a cantora de "Ameianoite", em parceria com Pabllo Vittar, agradeceu - por mais de uma vez - a presença do público na festa. Gloria disse estar emocionada e surpresa com a "língua afiada" da plateia, que entoou todas as músicas e, inclusive, fez uma analogia ao meme "eita, Glória!". "Votorantim está com as músicas na ponta da língua! Eu não vou ficar por baixo. Eu também sei emocionar vocês. Eu já falei tanta coisa nesse palco. Estou emocionada, teve gente cantando letra até dos meus primeiros trabalhos [...] eu vi gente falando 'eita, Glória' aqui. Vocês são crentes? [risos]", celebra. Público diversificado Casal é grande fã de Gloria Diogo Del Cistia/g1 Para além do espetáculo, o que também chamou a atenção foi a plateia diversificada. Gloria Groove conseguiu "furar a bolha" há muitos anos, porém, apesar do público LGBTQIA+ ter sido a maior parcela, era possível encontrar pessoas de todos os tipos e idades. Entre eles, está o casal de professores Naldilene Eduardo, de 55 anos, e Antônio Carlos Eduardo, de 60. Eles estavam na primeira fila de um dos setores do show e se referem a Gloria Groove como "sinônimo de cultura". "Nós curtimos cultura e arte, e acreditamos que a Gloria Groove representa isso muito bem. Ela é uma expressão de cultura bem legal. Nós sempre vamos aos shows dela na capital e sempre gostamos muito", pontua Antônio. "Meu 'barato' é o seguinte: quando o artista executa bem o seu trabalho, ele é bom. Eu gosto de música boa e eu acho que ela faz exatamente isso. Eu gosto de música clássica, de jazz, de samba, de sertanejo, de hip-hop, então, para mim, tudo vale a pena", completa. Gloria Groove reuniu diferentes públicos durante apresentação Diogo Del Cistia/g1 O casal possui uma filha que faz parte da comunidade LGBTQIA+ e, na visão de Naldilene, descobrir, entender e gostar de Gloria Groove também faz parte de um "aprendizado de convivência". "Nós tivemos que nos adaptar a diversas situações. Eu sempre vivi neste meio, mas ter uma filha da comunidade também é aprender a conviver. Me foi ensinado que a educação significa abraçar todo mundo", opina Naldilene. O show acabou por volta das 23h45, com "Vermelho", que é a música assinatura de Gloria. A apresentação, que contou com inúmeros hits, também foi recheada de coreografias e diversos bailarinos de fundo. Veja algumas das músicas cantadas pela artista: "A Queda" "A Loba" (cover de Alcione); "Leilão"; "Ameianoite" (com Pabllo Vittar); "Pisando Fofo" (com Tasha e Tracie); "Bonekinha"; "Bumbum de Ouro"; "Radar"; "Vermelho"; "A Tua Voz"; "Sobrevivi" (com Priscilla); "Back at One" (cover de Belo e Bryan McKnight); "Linguagem do Amor". A festa continua...! Festa Junina de Votorantim é a maior do interior de SP Divulgação Gloria Groove pode até ter encerrado a participação na festa, mas a programação não para por aí. Nesta sexta-feira (5), quem promete agitar o recinto é o grupo de pagode Sorriso Maroto, que também possui sucessos na ponta da língua da maioria dos brasileiros. Considerada a maior festa junina do estado de São Paulo, o evento é organizado pela Viva+ Entretenimento em parceria com o Fundo Social de Solidariedade de Votorantim, com apoio da Prefeitura de Votorantim e promoção da TV TEM. LEIA TAMBÉM: 1º DIA: Com clássicos e hits, Murilo Huff empolga e encanta público na 1ª noite da Festa Junina de Votorantim TODO MUNDO DANÇOU: João Gomes estreia na Festa Junina de Votorantim com muito piseiro e forró PRAÇA LOTADA: Pelo 4º ano seguido, Ana Castela encanta público de todas as idades e lota a Festa Junina de Votorantim 'FIRE ARENA': Ana Castela estreia seu quinto álbum na Festa Junina de Votorantim: 'Pensando em todos os meus públicos' ORAÇÃO ANTES DE APRESENTAÇÃO: Horas antes de show na Festa Junina de Votorantim, Zé Neto é visto em missa em igreja de Sorocaba MAIS DE 4 HORAS DE SHOW: Bruno César & Rodrigo e Zé Neto & Cristiano agitam multidão na Festa Junina de Votorantim A festa deste ano carrega o lema "Resgatando Tradições" e traz um palco com 360 graus inspirado nos grandes festivais do país para receber artistas de peso. A apresentação de Glória Groove dá continuidade à terceira semana de shows do evento. A festa já recebeu nomes como Anavitória, Lagum, Ana Castela e Zé Neto & Cristiano. Confira a programação completa. Initial plugin text Às segundas, terças e quartas-feiras, o recinto da Festa Junina Beneficente de Votorantim fica fechado para manutenção e limpeza. O local abre quintas e sextas-feiras, a partir das 18h, e sábados, domingos e feriados, a partir das 12h. Excepcionalmente, nesta quarta-feira, o evento foi aberto ao público por ser véspera do feriado de Corpus Christi. Gloria Groove em apresentação em Votorantim (SP) Diogo Del Cistia/g1 Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
The Logitech G512 X 98 lets you swap between mechanical and analog switches in an attempt to achieve the best of both worlds. Unfortunately, its solution isn't as well thought-out as I'd hoped.
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Les études pleuvent sur les bénéfices possibles contre le cancer, les addictions ou Parkinson des molécules analogues du GLP-1 aux effets amaigrissants, d’abord prescrites contre le diabète. «Libé» fait le tri entre les vraies promesses, les pistes solides et le marketing des labos.
In 2023, the NATO Baltic Defense College in Tartu, Estonia devoted its entire annual conference to the Interwar Period (1919 to 1939), a theme repeated at subsequent conferences sponsored by national militaries and academic societies throughout the United States and Europe. Western scholars and foreign policy analysts, provoked by Russia’s 2022 invasion of Ukraine, seem persuaded that we are living at the close of another interwar era — one in which an egotistical European power shatters a decades-long continental truce, established and upheld by an international rules-based order, by invading a smaller neighbor ostensibly to defend threatened national minorities. A The post The Rain in Spain Falls Harder on Ukraine: Rethinking the Spanish Civil War Analogy appeared first on War on the Rocks.
JUNE 2 — We are living through one of the most rapid waves of digital transformation in modern history. Artificial...
한미약품이 글로벌 제약사 일라이 릴리(이하 릴리)와 바이오신약 후보물질 '소네페글루타이드'(과제명 LAPSGLP-2 analog)의 개발·제조·상업화를 위한 라이선스 계약을 체결했다고 1일 공시와 자료를 통해 밝혔다. 이번 계약에 따라 한미약품은 릴리로부터 확정 계약금 7500만 달러(한화 약 1129억원)를 수령한다. 임상 개발, 규제 승인 및 상업화 마일스톤 달성 시 최대 11억 8500만 달러(한화 약 1조 7844억원)를 추가로 수령할 수 있다. 제품 출시 이후에는 별도의 로열티를 수취할 예정이다. 소네페글루타이드는 한미약품이 독자적으로 보유한 바이오의약품 지속형 플랫폼 기술인 '랩스커버리'(LAPSCOVERYTM)가 적용된 신약후보 물질이다. 글루카곤 유사 펩타이드-2 (GLP-2)의 장 성장 촉진, 염증 완화, 장 점막 보호 및 재생 등 생물학적 효과에 주목해 다양한 비임상 연구를 통해 이를 입증해왔다. 현재는 단장증후군(Short Bowel Syndrome)을 적응증으로 글로벌 임상 2상을 진행 중이다....
VÍDEO: João-de-barro usa piolho-de-cobra como 'repelente natural' O que parecia ser apenas uma cena curiosa de um pássaro "desajeitado" tentando almoçar no quintal virou um curioso registro no litoral norte de Santa Catarina. A empresária Luzia Provesi Trentini, que pratica a observação de aves há três anos, conseguiu filmar um joão-de-barro (Furnarius rufus) utilizando um piolho-de-cobra (também conhecido como gongolo) para fazer uma espécie de "higienização química" de suas penas. 📱 Receba conteúdos do Terra da Gente também no WhatsApp O flagrante, realizado no município de Barra Velha (SC), durou cerca de 40 segundos. Inicialmente, Luzia achou a situação engraçada e achou que a ave estava encontrando dificuldades para engolir a presa devido às defesas do animal. "No momento, achei a cena muito engraçada, por isso resolvi gravar. Pensei que o joão-de-barro estava tentando predar o piolho-de-cobra, mas não conseguia por conta das toxinas que o gongolo estava expelindo", conta a empresária. "Nunca tinha visto e não sabia desse comportamento. Ao postar na rede social, alguns biólogos me enviaram mensagens dizendo que se tratava de um registro raro", completa ela. Veja também: Livro independente revela os bastidores e desafios da observação de aves Gavião-carijó visita comedouro de morador e chama atenção pelo comportamento ‘Terra de gigantes’: serra em MG revela plantas raras e espécies únicas em área pouco conhecida O que diz a ciência? Sbstâncias químicas dos artrópodes ajudam as aves a combater parasitas e aliviar irritações na pele. Luzia Provesi Trentini O comportamento observado por Luzia é conhecido no meio acadêmico como auto-ofuscamento (ou formicamento, quando realizado especificamente com formigas). Trata-se de uma estratégia onde as aves utilizam as defesas químicas de insetos e artrópodes em benefício próprio. De acordo com o ornitólogo Fernando Igor de Godoy, esse é um comportamento já bastante conhecido na ciência, principalmente com o uso de formigas, mas que também envolve lacraias, centopeias, vespas e até caracóis. O comportamento já foi documentado em diversas aves pelo mundo, como estorninhos e tentilhões na Europa, e em pica-paus-do-campo no Brasil. "Não se sabe ao certo qual a frequência, pois aparentemente todos os registros são ocasionais", explica Godoy. "Em geral, são observados com formigas, pois as aves costumam 'esfregar' ácido fórmico em suas penas, então aproveitam quando essas estão ativas. Geralmente as aves se aproximam de formigueiros e deixam as formigas subirem em suas penas e assim as esfregam para liberar o ácido. No caso do piolho-de-cobra, é algo similar, aproveitando outra substância." 'Repelente' e alívio para a pele Segundo o especialista, o principal objetivo da ave é combater parasitas indesejados, como ácaros e piolhos, usando o artrópode como um inseticida natural. E a analogia com os seres humanos é direta: assim como nós passamos repelente na pele e sabemos que não devemos ingeri-lo, o pássaro faz o mesmo. Fernando Igor esclarece que provavelmente não há risco de envenenamento para as aves. "Provavelmente não há risco, pois essas toxinas não são consumidas pela ave, já que são diluídas nas penas - assim como a gente passar um repelente no corpo e saber que não podemos tomar", brinca o ornitólogo. "Sobre a dose, esses artrópodes não liberam altas quantidades de substâncias, então o joão-de-barro vai pegando aos poucos e passando no corpo." A função do comportamento, contudo, pode ir além da proteção contra parasitas. O ornitólogo aponta que a ciência estuda outras possibilidades para o fenômeno: "Apesar de a maioria dos estudos mostrar que o ácido fórmico atue principalmente como repelente, provavelmente a função pode variar entre as espécies. Há estudos que citam que podem aliviar irritação [na pele, como na época de muda de penas], ou até mesmo há a hipótese de que podem atuar de forma a alcançar um estado de euforia, como se fosse uma droga", ressalta Godoy. VÍDEOS: Destaques Terra da Gente Veja mais conteúdos sobre a natureza no Terra da Gente
Das C/O Berlin entdeckt die konzeptuelle Fotografie von Dörte Eißfeldt. Das Physische der analogen Technik schließt sie mit Sinnlichkeit kurz. mehr...
A group of right-brained entrepreneurs is capitalizing on Gen Z's love for analog experiences and turning their talents into profitable side hustles.
According to the average brokerage recommendation (ABR), one should invest in Analog Devices (ADI). It is debatable whether this highly sought-after metric is e
I have been an application-specific IC (ASIC) designer for almost three decades. Over that time, I’ve moved through the full academic trajectory, from graduate student to full professor; later, I transitioned to industry after an unsuccessful stint at entrepreneurship. When I made the switch to the private sector in 2019, I began focusing on a critically important aspect of the electronic industry: silicon intellectual property. As much as 80 percent of the physical area in today’s most advanced chips is occupied by blocks that aren’t made for specific products or even designed by the consumer-facing companies that built them. Instead, chipmakers draw heavily on established silicon IP from companies like Arm, Cadence, Rambus, Synopsys, and the company I work for, Silicon Creations. Throughout my career, I’ve designed chips for very different purposes, including enabling the research program in my academic lab and expanding the IP portfolio of my company. When I joined Silicon Creations, I had no idea how differently the industry approaches IC design and encountered a steep learning curve. Initially, it seemed that much of my two decades of academic research and training did not directly translate to the role. I had to learn new skills and adopt a new mindset. Today, demand for ASICs is rapidly growing, driven by the need for specialized chips in the automotive sector, AI applications, and more. By one market estimate, the ASIC market is expected to grow from US $23.4 billion to $38.8 billion by 2033, and the semiconductor industry as a whole is projected to hit $1 trillion by 2030. The industry needs more chip designers—but if you’re coming from an academic background as I did, there are a few things you’ll need to know. Different goals lead to different strategies The differences between industry and academe begin with a divergence in purpose. In academia, my primary objective was to generate new knowledge: to propose a novel circuit technique, validate an unconventional architecture, or explore the limits of performance in a given domain. A successful chip is one that demonstrates a concept. In industry, it is not nearly enough to prove that something can work. The goal is to ensure that it works reliably, repeatedly, and at scale. Success is measured not by novelty but by whether the silicon meets specifications, yields as expected in production, and supports a competitive product delivered on schedule. This leads to a stark contrast in risk tolerance. Academic designs often deliberately push into unproven territory, where even partial success can yield valuable insight. In industry, however, we systematically minimize risk. The cost of failure makes first-time silicon success a central requirement—especially at advanced technology nodes, where the lithography masks used to transfer circuit designs onto silicon wafers alone can cost tens of millions of dollars. As a result, industry design flows are built around eliminating uncertainty through conservative margins, extensive validation, and careful reuse of proven solutions. “Academia explores the design space, asking what is possible, while industry exploits it, determining what is viable at scale.” This paradigm has existed since the 1970s, when application-specific chip design was established. However, the gulf between academia and industry has expanded since the mid-2010s, when FinFET technology, a 3D architecture using vertical “fins” of silicon, was widely adopted in industry. System designs are also becoming increasingly modular with the advent of chiplets. This fundamentally altered the economics and complexity of ASIC development, with design costs rising by almost an order of magnitude. Initiatives like Taiwan Semiconductor Manufacturing Co.’s University FinFET Program and new government-funded chip-design hubs now let some well-resourced universities design for more advanced architectures, but the technology is still out of reach for many academics. What the industry-academia split means in practice Consider a startup developing an ASIC. Its engineering team may have deep expertise in a particular algorithm, sensor interface, or system architecture, the features that define its competitive advantage. But it is unlikely to possess world-class expertise in every supporting function. Developing each of these blocks internally would require significant time, capital, and specialized talent. Doing so could delay market entry beyond the startup’s viability. Even large semiconductor companies face similar constraints. Advanced-node development demands intense focus. Allocating a team to redesign a standard interface block that has already been implemented elsewhere may be difficult to justify when differentiation lies at the system level, such as an inference chip’s ability to speed up neural network computations. The time it takes to move a new chip from conception to market and risk mitigation, not self-sufficiency, govern most decisions about in-house development versus outsourcing. The economics of advanced IC manufacturing reinforce this reality. When the development cost of a leading-edge chip reaches hundreds of millions of dollars, minimizing risk becomes a central design imperative. In this context, silicon IP emerged as a practical solution. Similar to how software developers rely on preexisting libraries rather than writing every function from scratch, ASIC designers license predesigned, preverified silicon blocks—such as processor cores, memory interfaces, and security engines—from highly specialized IP vendors. These blocks can then be integrated into larger, increasingly complex systems. Design scope, verification, and time horizons With the use of silicon IP, industry is able to widen the scope of its designs. Academic efforts tend to focus on block-level innovation: a new analog-to-digital converter architecture or an ultralow-noise amplifier, for instance. These designs typically abstract away many of the complexities of bringing a chip to market, such as packaging constraints, long-term reliability, and manufacturing yield. In industry, the focus shifts to system-level integration. Modern systems on chips, or SoCs, incorporate dozens or even hundreds of functional blocks. Managing signal integrity, timing, firmware interaction, and system-level validation becomes as critical as the design of any individual block. Verification philosophy also diverges sharply. In academia, the goal of verification is to demonstrate that the concept works under nominal conditions, which may not always reflect how it would perform in real applications. Even if only a fraction of fabricated chips from a multiproject wafer operates correctly, the design may still be considered a success if it validates the underlying idea. At my academic lab for instance, we used to receive 40 chips from a TSMC prototyping service and started testing them in batches of five. If the first five or 10 chips proved functional, we had already collected more than enough data for a publication. If some of them failed, we weren’t required to mention this when publishing the results. In industry, verification is exhaustive, critical, and often dominates the development schedule. Failures are measured in parts per million, and even rare anomalies are carefully analyzed and documented to identify root causes and prevent recurrence. When I started at Silicon Creations, I was surprised by the level of detail and scrutiny designs face. Differences in time horizons and economic constraints reinforce each of these contrasts. Academic projects operate on flexible timelines aligned with research and funding cycles. If I missed a deadline, I just had to wait for the next cycle. Industry projects are driven by fixed product schedules and market windows, frequently targeting costly leading-edge nodes to achieve competitive performance, power, and area efficiency. Missing a deadline can negate the value of an entire design and may have major financial consequences along the entire supply chain. In essence, academia explores the design space, asking what is possible, while industry exploits it, determining what is viable at scale. Both are indispensable, but they operate under fundamentally different definitions of success. As ASIC complexity continues to grow, understanding both perspectives will be essential for the next generation of engineers navigating the evolving semiconductor landscape. This article appears in the June 2026 print issue.
MINSK (Sputnik) - Nuclear exercises jointly conducted by Russia and Belarus comply with the Nuclear Non-Proliferation Treaty (NPT) and are an analogue of the NATO practice of "joint nuclear missions," the Belarusian Foreign Ministry said on Thursday.
From childhood pastime to high-value asset, the Pokémon card market has become huge, seeing a card sold at a record-setting $16.5 million earlier this year
Four Singapore-based snail mail clubs share how handmade art, personal letters and keepsakes are helping create slower, more intentional connections.
MANILA, Philippines — Senate President Alan Peter Cayetano on Saturday used a Pokémon-inspired analogy involving “Mega Dream,” “heroes,” “villains” and “chaos rising” to explain the ongoing tensions in the Senate to his nephew. Then, he stopped short of directly addressing reports of efforts to replace him as Senate president. In a Facebook Live this afternoon,
(Warp) The Scottish electronic duo remain hugely influential – but their new album’s interrogation of religion is dubious, and the drum programming is worse still This is the first album in 13 years from Boards of Canada, and from the opening notes – an analogue synth rising and falling like a sound effect in a forgotten 1960s radio play – you’re thrust back into one of the most instantly recognisable worlds in electronic music. From 1995 debut EP Twoism onward, across four LPs and four more EPs, the Scottish duo – brothers Mike Sandison and Marcus Eoin – used the heavy gait of classic hip-hop beats to trudge through spectral ambient vistas, like spacemen sent through a time portal while still being tethered to the present. By grabbing samples from old public television and other vintage sources, they looked back at the utopian promise of the mid-20th century, while teasing out the latent kitsch and creepiness of these sounds. Continue reading...