Several Kenyans lose jobs in Gulf as key sectors shut down
Kenyan citizens in the UAE face job losses in the hospitality sector. Ambassador Kenneth Nganga delivers essential supplies to support affected compatriots.
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Kenyan citizens in the UAE face job losses in the hospitality sector. Ambassador Kenneth Nganga delivers essential supplies to support affected compatriots.
Neste mês de junho, dois países da América do Sul vizinhos ao Brasil vão decidir se querem ser governados pela direita ou pela esquerda nos próximos anos: Peru, neste domingo (7/6), e Colômbia, em 21 de junho. Em ambos, as últimas eleições presidenciais foram vencidas pela esquerda. Mas agora, os candidatos da direita são favoritos após terminarem o primeiro turno na frente. São eleições com potencial de inclinar o mapa político da América Latina de vez para uma direita alinhada ao governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, e isso pode ter impacto direto no Brasil, segundo analistas. "Os americanos estão fazendo um círculo de fogo em torno do Brasil, e isso já está pressionando o país", analisa Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP (Universidade de São Paulo). Caso a esquerda saia vencedora, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode sentir um alívio por manter algum aliado ideológico na região, mas o cenário já é complicado para o Brasil, diz Carolina Silva Pedroso, pesquisadora do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais da Universidade Estadual Paulista (Unesp). "Uma vitória da esquerda nesses países, principalmente na Colômbia, vai ser obviamente comemorada pelo Planalto. Mas não significa que a vida do Lula vai ser mais fácil. Só que não vai piorar", diz Pedroso. No caso do Peru, as últimas eleições, de 2021, foram vencidas pelo dirigente sindical Pedro Castillo, que foi destituído do cargo e preso após tentar dissolver o Congresso no fim de 2022. Desde então, o país vive uma duradoura instabilidade política, com uma sequência de presidentes que foi da vice de Castillo, Dina Boluarte, a membros do Congresso de diferentes correntes ideológicas. O atual presidente é José María Balcázar Zelada, um deputado de esquerda que assumiu o poder em Lima em fevereiro. No domingo, a direitista Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, condenado por violações de direitos humanos, tenta pela quarta vez se tornar presidente. Ela enfrenta Roberto Sánchez, ex-ministro de Castillo que reproduz o estilo do ex-presidente preso. Já a Colômbia vai decidir no fim do mês se dará continuidade ao projeto político de Gustavo Petro, ex-guerrilheiro que fez história ao se tornar o primeiro presidente de esquerda do país, ao vencer as eleições de 2022. Como o país não permite reeleição, Petro apoia o senador Ivan Cepeda, que terminou o primeiro turno em segundo lugar. Na frente, ficou Abelardo de la Espriella, político da direita radical que se inspira em figuras como os presidentes Javier Milei, da Argentina, e Nayib Bukele, de El Salvador. Mas como os resultados dessas duas eleições podem influenciar os rumos da região e o que elas sinalizam sobre o estado atual das sociedades sul-americanas? Onda conservadora e o efeito Trump As últimas eleições na América do Sul mostram um sinal claro de um giro à direita na região. Em novembro de 2023, o libertário Javier Milei tirou a esquerda do poder na Argentina, com um ambicioso projeto liberal para a economia do país. Em abril de 2025, o liberal Daniel Noboa conseguiu ser reeleito presidente do Equador, após assumir um mandato tampão. Em outubro do mesmo ano, Rodrigo Paz, considerado de centro-direita, pôs fim aos quase 20 anos de poder do Movimento ao Socialismo de Evo Morales na Bolívia. E, em dezembro, foi a vez de José Antonio Kast vencer a esquerda no Chile. A exceção na região veio do Uruguai, que trocou a direita pela esquerda com a vitória de Yamandú Orsi, em novembro de 2024. A esquerda ainda segue no poder na Venezuela. As contestadas eleições de 2024 deram vitória a Nicolás Maduro, que, no início deste ano, foi capturado pelo governo Trump em Caracas. Desde então, a Venezuela é presidida por sua vice, Delcy Rodriguez, que tem mantido relações com os EUA e vem desmantelando o modelo econômico chavista. Os dois países menos populosos da região e que não fazem parte da América Latina também são administrados por partidos ligados à esquerda: Guiana e Suriname. Na América Latina, para além das fronteiras do Sul, a direita ainda obteve vitórias recentes nas eleições em El Salvador, Honduras, Panamá, República Dominicana e Costa Rica. A esquerda venceu no México e na Guatemala. Com esse cenário, as eleições do Peru e da Colômbia podem fazer pender ainda mais o quadro político do continente para a direita, em um movimento que pode ser comparado com a chamada "onda rosa", quando diversos governos de esquerda passaram a governar países sul-americanos no início dos anos 2000. "Se você olhar na história da América Latina dos últimos 20 anos, você nota esses movimentos para a direita e a esquerda. Agora, você tem uma maioria de governos de direita sendo eleitos na região, mas é sempre bom olhar para as especificidades de cada um dos países", diz Feliciano de Sá Guimarães. Mas um fator essencial e em comum para esta onda de agora é a eleição de Trump nos EUA, em 2016 e 2024, segundo os analistas. "Em termos históricos, é a esquerda quem tradicionalmente se organiza de forma internacional, mas com Trump foi se formando uma integração clara entre a direita na região", explica Pedroso. "Isso agora está num processo de quase dez anos de consolidação de uma integração entre essa direita que acaba se influenciando mutuamente", avalia a professora, que aponta a vitória de Milei na Argentina como o ponto de virada dessa nova guinada à direita na América do Sul. Para Sá Guimarães, além do fator Trump, a América Latina sofre de um problema estrutural que ele chama de "praga da incumbência". "Aqueles que têm poder têm tido mais dificuldade de serem reeleitos", diz o pesquisador. "É o descompasso de expectativas entre aquilo que os eleitores da América Latina esperam dos seus governos e a capacidade de os Estados frágeis entregarem benesses econômicas, sociais e políticas para os cidadãos." No caso do Brasil, o presidente Lula enfrenta uma rejeição alta e uma dificuldade de reduzi-la, apesar de alguma melhora nas pesquisas mais recentes. Segundo o levantamento da Quaest em maio, 53% dos eleitores o rejeitavam. Lula lidera as intenções de voto nas pesquisas eleitorais até agora, mas os levantamentos apontam para uma disputa acirrada em um eventual segundo turno entre o petista e os candidatos da direita que se apresentaram até agora. Segundo o Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil, Lula tem 46% das intenções de voto no segundo turno, contra 41% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o adversário do presidente que aparece com folga como o melhor posicionado nos levantamentos do primeiro turno até agora. Essa dificuldade de presidentes se reelegerem ou de fazerem seus sucessores explica, segundo Sá Guimarães, por que a balança de poder na América Latina tem variado rápido. Em 2022, por exemplo, falava-se de uma onda à esquerda, após as eleições seguidas de vitórias desse campo político no México, Argentina, Bolívia, Peru, Honduras, Chile, Colômbia e Brasil. Agora, a onda rapidamente mudou. Na avaliação do pesquisador, mesmo que a esquerda perca as eleições no Peru e na Colômbia, é preciso lembrar que as duas maiores economias da América Latina, Brasil e México, estarão, pelo menos até o fim do ano, nas mãos de governos de esquerda. "Então, eu acho improvável que você tenha uma captura total à direita ou uma captura total da esquerda", diz Sá Guimarães. O movimento atual, porém, tem um componente diferente e essencial para entender o estado atual das sociedades sul-americanas: a polarização e a direita indo mais para o extremo, rompendo com grupos tradicionais deste campo que governaram a maioria dos países por décadas. "As eleições são um reflexo de algo que está mais presente na sociedade, que é esse radicalismo que tem pendido muito mais para a direita", explica Pedroso. É o caso da ascensão dos chamados outsiders, figuras de grupos não tradicionais da política que chegam ao poder "implodindo" o sistema, como é o caso de Milei ou Bukele, com muita força nas redes sociais e sem serem bem captados em pesquisas de intenção de voto. O novo representante desse grupo é justamente de La Espriella, na Colômbia. "Há realmente uma dificuldade analítica de entender qual é a profundidade desse fenômeno dos outsiders na América Latina, porque as ferramentas tradicionais não conseguem detectar, mas está cada vez mais presente em todas as eleições", diz Pedroso. Os impactos no Brasil Há dez anos, Feliciano de Sá Guimarães estuda como os brasileiros acompanham a política internacional e que influência ela tem nas eleições. "Temos mostrado aqui nas pesquisas da USP que política externa cada vez mais é um tema eleitoral, não é um tema decisivo, mas importante", diz o pesquisador. Na sua avaliação, porém, o fator Trump é o assunto mais relevante neste contexto, com pouca influência para o que acontece nos países vizinhos do Brasil. "Claro, a direita brasileira vai utilizar essas vitórias, caso elas ocorram, como uma tentativa de mobilização para mostrar que a direita está ganhando na região. Mas é mais importante o Trump do que essas duas eleições", diz Sá Guimarães. Mesmo que os resultados colombianos e peruanos não influenciem o voto brasileiro, certamente haverá influência na forma como Lula ou um próximo presidente conduzirá sua política externa ou terá força no cenário internacional, ressalta Pedroso. Caso Lula perca a eleição para um nome da direita, ainda assim Pedroso acredita que os resultados dessas duas eleições — e o tamanho da influência de Trump sobre a América Latina — terão impacto no próximo governo brasileiro. "É um novo cenário complexo, em que os Estados Unidos entram de forma muito mais agressiva, não só com medidas econômicas, mas também com presença militar na região", diz. Em segundo lugar nas pesquisas, o senador Flávio Bolsonaro tem se mostrado parte de uma direita latino-americana bastante alinhada a Trump, assim como Keiko Fujimori, no Peru, ou de la Espriella, na Colômbia. Em maio, Flávio se encontrou com o presidente americano na Casa Branca, que o chamou de "um jovem que ama o Brasil". Logo após o encontro, o governo Trump classificou facções brasileiras como grupos terroristas, uma medida defendida pela família Bolsonaro junto ao governo americano há mais de um ano. Mas os EUA também concluíram uma investigação que ameaça o Brasil com novas tarifas comerciais. Flávio negou ter sugerido essa medida e enviou uma carta a Trump pedindo que ele não taxasse o Brasil. Isso mostraria como, mesmo sendo aliado e na hipótese de chegar ao Planalto, Flávio precisaria lidar com uma relação muito mais intrincada com os EUA, como explica Feliciano de Sá Guimarães. "O objetivo americano é reduzir a crescente influência chinesa na América do Sul. E a maneira mais barata para eles é ter presidentes aliados aqui", diz o pesquisador. "Mas acho que Flávio se engana muito se acredita que terá no presidente Trump um aliado de primeira hora. Existem questões estruturais do Brasil (como a relação com a China) que independem do presidente Trump ou de quem quer que esteja no poder nos EUA." Em caso da permanência de Lula no Planalto, para a professora Pedroso, uma mudança no Peru seria "bem menos dramática para o Brasil" do que uma mudança na Colômbia. Ela cita como exemplo as críticas constantes nas redes sociais que o atual presidente colombiano, Petro, faz a Trump e aos EUA. "Isso, de certa forma, fortalece a posição do Brasil, porque, se o Lula não pode diretamente fazer esse tipo de crítica, tem um vizinho que faz", diz Pedroso. "Os resultados acabam refletindo na forma como os nossos países vão lidar com essas questões todas que estão colocadas no mundo com a presença mais incisiva dos Estados Unidos", completa a pesquisadora. Pedroso ressalta ainda que o que está em jogo também são questões que vão além da disputa político-ideológica, com os chamados "fenômenos transnacionais", que não respeitam as fronteiras. Colômbia e Peru são países fronteiriços na Amazônia, com forte presença do crime organizado e narcotráfico. Ou seja, é preciso ter alguma afinidade entre governos para tratar de um problema comum. Para Sá Guimarães, um eventual cenário de isolamento ideológico do Brasil teria fortes consequências na forma como o país consegue resistir à política de Trump para o continente. "Uma coisa é você ter um adversário na Bolívia ou na Argentina. Outra coisa é você ter dez adversários. O fator agora são os Estados Unidos. E o presidente Trump procura isolar o Brasil", diz o pesquisador.
Outrage and grief have gripped the state of Morelos after the devastating news was confirmed. Michelle Itzayana Fuentes Calderón, a 15-year-old high school student at the Autonomous University of the State of Morelos (UAEM), was found dead. The reconstruction of events has left the entire country heartbroken: the young girl disappeared in broad daylight after […] The post A 15-year-old girl went out to buy poster board for her homework and was found dead days later appeared first on Mexico Daily Post.
잘 만든 차트 하나는 열 기사보다 낫습니다. 알차고 유익한 차트 뉴스, [더차트]입니다. 대한민국 여권이 전 세계에서 두 번째로 강력한 여권으로 평가받았다. 4일(한국시간) 영국 투자·이민 컨설팅업체 헨리&파트너스가 발표한 '헨리여권지수'에 따르면 한국은 무비자 입국 가능 국가 수 187개국으로 일본, 아랍에미리트(UAE)와 함께 공동 2위에 올랐다. 헨리여권지수는 국제항공운송협회(IATA) 자료를 바탕으로 각국 여권 소지자가 비자 없이 방문할 수 있는 국가 수를 집계해 순위를 매긴 지표다. 1위는 192개국을 무비자로 방문할 수 있는 싱가포르가 차지했다. 이어 한국·일본·UAE가 공동 2위에 이름을 올렸으며, 스웨덴은 186개국으로 3위를 기록했다....
Russia and Ukraine each exchanged 185 prisoners, Russia’s Defense Ministry reported on Friday. The United Arab Emirates brokered the swap.
Russia and Ukraine have each released 185 prisoners in a major exchange, which Russia says was mediated by the UAE.
The ex-wife of a nephew of Dubai’s ruler has been arrested following a long-running custody battle, prosecutors in the UAE said on Friday. Zeynab Javadli was detained after her former husband, Sheikh Saeed bin Maktoum bin Rashid Al Maktoum, accused her of abducting their three children. “Dubai Public Prosecution confirms that Ms. Zeynab Javadli has been taken into custody, following a complaint filed by the father of her three children alleging that she abducted the children during a court-approved visitation session,” said a statement sent to AFP. “The matter remains under investigation and is subject to ongoing legal proceedings.” Since late 2025 Javadli, a former international gymnast from Azerbaijan, has posted several Instagram posts with her daughters, in which she pleads for help and accuses her ex-husband of taking them away. But a lawyer for Sheikh Saeed, a nephew of Dubai’s ruler and United Arab Emirates Prime Minister Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, said he was awarded custody of the three girls in 2022. The decision was upheld on appeal and later confirmed by the Dubai Court of Cassation, Sheikh Saeed’s lawyer Mahmood Hussain said in a statement sent to AFP. “Despite these rulings, Ms. Javadli abducted the three children during a court-approved temporary visitation session in 2025,” the statement said. “She subsequently published a series of videos on social media containing defamatory allegations against the children’s father, which exposed the children to public scrutiny and emotional strain. “Consequently, the father, my client, was compelled to file a legal complaint against Ms. Javadli for abducting the children.” David Haigh, Javadli’s British-based human rights lawyer, said the children, the eldest of whom is nine, had lived with their mother “their entire lives”. He said Sheikh Mohammed “personally intervened” in 2022 to give her full custody, without providing evidence. The alleged abduction took place in November, he added, questioning why she was only arrested months later. “We call upon the UAE authorities to grant Zeynab immediate access to legal representation. We call upon the Azerbaijani government to secure immediate consular access,” Haigh said in a statement. “Above all, we are calling on the UAE to release Zeynab immediately to her home in Dubai and to reunite her with her children,” he added. According to reports, the couple divorced in 2019 and in 2022 Javadli appealed to the United Nations Human Rights Council to intervene in the custody dispute.
According to the official, the Middle Eastern countries are utilizing the existing pipeline infrastructure of Saudi Arabia and the UAE but the market still faces a deficit
Ryan Pepper, from Ashford in Kent, has allegedly been assaulted, threatened and psychologically abused while imprisoned in the United Arab Emirates (UAE).
“역경을 딛고 드디어 카고(cargo)가 수도권으로 첫 입항하는 결실을 만들어 냈습니다. 위기 때 쓸 쌈짓돈을 확보한 셈이죠.” 최연혜 한국가스공사 사장은 4일 인천 연수구 공사 인천기지본부에서 진행한 기자간담회에서 이처럼 말했다. 전날 본부에 도착한 카고는 아랍에미리트(UAE) ADNOC사가 운영하는 LNG선 ‘AL SASDAF’다. 길이 258
The Russian deputy prime minister said that OPEC+ operates jointly, making decisions on a voluntary basis only
OFWs, mostly high school graduates working as domestic helpers, are now upgrading their skills for better employment
Pré-candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) Reprodução A Quaest divulga, a partir da próxima quarta-feira (10), nova pesquisa de intenção de voto para presidente. O levantamento ocorre após as revelações sobre a relação entre Flávio Bolsonaro (PL) e Daniel Vorcaro e na esteira de medidas recentes dos Estados Unidos, como a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas e a nova tarifa imposta ao Brasil. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouvirá 2.004 pessoas entre esta sexta-feira (5) e esta segunda-feira (8). A pesquisa mede a intenção de voto para presidente e também avalia a percepção do eleitor sobre outros temas, como a divulgação de áudios e mensagens envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O levantamento também aborda a visita de Flávio à casa de Vorcaro e os repasses de R$ 61 milhões para o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento também abordará o encontro de Flávio Bolsonaro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e as medidas anunciadas recentemente pelo governo americano em relação ao Brasil. Entre os temas estão a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas e a imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros. Cenários de 1º e 2º turno Deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) Thiago Cristino / Câmara dos Deputados A pesquisa também trará cenários de primeiro e segundo turno com nomes de pré-candidatos à Presidência da República. Pela primeira vez, a Quaest testará o nome do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que conta com o apoio do PSDB e do Cidadania para disputar a Presidência. Além disso, o levantamento apresentará aos entrevistados quatro cenários de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tendo como adversários o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o empresário Renan Santos (Missão), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Último levantamento Na pesquisa anterior da Quaest, divulgada em 13 de maio, Lula liderava o primeiro turno com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%. Caiado e Zema apareciam com 4% cada. Veja os números para o 1º turno em maio: Lula (PT): 39% (eram 37% em abril); Flávio Bolsonaro (PL): 33% (eram 32%); Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 6%); Romeu Zema (Novo): 4% (eram 3%); Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%); Augusto Cury (Avante): 1% (eram 2%); Cabo Daciolo (Mobiliza): 1% (era 1%); Samara Martins (UP): 1% (era 1%); Aldo Rebelo (DC): 0% (não pontuou na pesquisa anterior); Hertz Dias (PSTU): 0% (não estava na pesquisa anterior); Indecisos: 5% Branco/nulo/não vai votar: 10% Em um cenário de segundo turno testado pela Quaest, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apareceram tecnicamente empatados. Lula registrou 42% das intenções de voto, contra 41% de Flávio. Cenário Lula x Flávio Lula: 42% (eram 40% em abril e 41% em março); Flávio Bolsonaro: 41% (eram 42% em abril e 41% em março); Indecisos: 3% (eram 2% em abril e em março); Branco/nulo/não vai votar: 14% (eram 16% em abril e em março). Cenário Lula x Romeu Zema Lula: 44% (eram 43% em abril e 44% em março); Romeu Zema: 37% (eram 36% em abril e 34% em março); Indecisos: 4% (eram 4% em abril e em março); Branco/nulo/não vai votar: 15% (eram 17% em abril e 19% em março). Cenário Lula x Ronaldo Caiado Lula: 44% (eram 43% em abril e 44% em março); Ronaldo Caiado: 35% (eram 35% em abril e 32% em março); Indecisos: 4% (eram 4% em abril e 3% em março); Branco/nulo/não vai votar: 17% (eram 18% em abril e 21% em março). Cenário Lula x Renan Santos Lula: 45% (eram 44% em abril e 43% em março); Renan Santos: 28% (eram 24% em abril e 24% em março); Indecisos: 5% (eram 5% em abril e 3% em março ); Branco/nulo/não vai votar: 22% (eram 27% em abril e 30% em março).
Alexey Overchuk also said the possibility of substantive negotiations on a free trade area with the countries of MERCOSUR was "considered and discussed"
이란전으로 호르무즈 해협이 실제로 막힐 수 있다는 우려가 커지면서 걸프 산유국들이 바닷길을 피해 석유를 내보낼 새 수출망 구축에 속도를 내고 있다.미국 월스트리트저널(WSJ)은 3일(현지시간) 사우디아라비아와 아랍에미리트(UAE), 이라크 등 걸프 산유국들이 송유관과 철도, 에너지 저장시설에 수십억 달러를 투입하며 호르무즈 해협 우회망을 만들고 있다고 보도했다.호르무즈 해협은 오랫동안 페르시아만 원유 수출의 핵심 길목이었다. 전쟁 전까지도 전 세계 원유의 약 5분의 1이 이 해협을 지났다. 그러나 이란전으로 이 길목이 실제 위험 요인으로 떠오르자 걸프 국가들은 해상 운송에만 의존하지 않는 새 수출 경로를 서둘러 확보하고 있다.이 움직임은 걸프 지역의 에너지 물류지도를 다시 그리는 작업이기도 하다. 원유뿐 아니라 연료·원자재 운송까지 해상 운송 일변도에서 벗어나 송유관, 트럭, 철도, 새 항만을 함께 활용하는 방식으로 재편되고 있다.런던 소재 리서치업체 캐피털이코노믹스의 원자재
The Russian top diplomat stressed that a number of other Arab countries expressed readiness for such dialogue
The UAE's decision to leave the Organisation of Petroleum Exporting Countries, while initially shocking markets, had in fact been signalled by years of growing tension between the Emirates and other members of the organisation. The withdrawal reflects structural changes in the oil market, increasing competition for market share, and diverging political and commercial interests within OPEC itself. It is also possible that Venezuela might follow the UAE out of the organisation.
In the show this week, we look at how Syria could benefit from the oil crisis triggered by tensions in the Strait of Hormuz. After Iran effectively closed the strategic waterway, Syria's Mediterranean port of Baniyas found itself emerging as a hub for crude oil transported overland from the UAE and Iraq. Could Syria – a country in desperate need of investment after 14 years of civil war – establish itself as a new energy corridor, even after the Gulf conflict is over? Neil Quilliam, Associate Fellow for the Middle East at Chatham House and a specialist in energy policy, joins us to discuss the opportunities and challenges presented by these new export routes.
Jovens no Brasil são mais ou menos conservadores do que os mais velhos? O que pesquisa descobriu sobre a geração Z Adobe Stock A ideia de que a geração Z estaria se tornando mais conservadora do que os mais velhos ganhou força nos últimos anos, impulsionada por pesquisas realizadas em outros países e por fenômenos culturais como Adolescência, a segunda série mais vista da história da Netflix. Mas um novo estudo sugere que a história pode ser diferente — ao menos no Brasil. Segundo o levantamento, realizado pela Quaest a pedido do instituto More in Common, embora a maioria dos jovens brasileiros de 16 a 24 anos — faixa etária que concentra a maior parte da geração Z — se identifiquem como conservadores (68% entre os homens e 62% entre as mulheres), esses índices são menores do que os registrados entre as gerações mais velhas, como mostra o gráfico abaixo. 'Adolescência': Crise nas escolas exige medida radical para 'impedir que meninos machuquem meninas e a si mesmos', diz criador da série A pesquisa retrata uma juventude que ocupa uma posição intermediária no debate de costumes: embora demonstrem maior apoio à igualdade de direitos para as mulheres, os jovens — especialmente os homens — mantêm resistência a rótulos como feminismo e a algumas minorias sociais como travestis e mulheres trans. "Descobrimos que o conservadorismo não tem uma especificidade geracional", diz Helena Vieira, professora e gestora cultural que atuou como consultora do estudo. "Existe uma aceitação de determinados conteúdos políticos, mas uma rejeição das identidades políticas que os mobilizam." Agora no g1 Homossexualidade e feminismo A pesquisa registrou opiniões que, embora tratem de temas correlatos, podem parecer contraditórias. Um exemplo é o debate sobre a homossexualidade: cerca de 70% dos homens e 83% das mulheres jovens concordam que "casais gays devem ter o direito de adotar crianças", mas mais da metade também diz concordar com a ideia de que "a homossexualidade deve ser vivida entre quatro paredes, de maneira reservada". Helena Vieira propõe uma interpretação para essas respostas que, à primeira vista, podem soar contraditórias. Em sua avaliação, a concordância com a adoção homoparental não estaria, necessariamente, ligada à aceitação de casais gays. "A sociedade tem uma preocupação em tirar essas crianças da ausência de uma família, ou seja, em cuidar delas. É uma espécie de solidariedade com a infância, e é difícil dizer não para isso", ela explica. Paradoxos semelhantes foram observados nas perguntas sobre gênero. Embora menos de um quarto dos jovens tenha concordado que "homens são superiores às mulheres", quase metade endossou afirmações críticas ao feminismo, entre elas a de que "o feminismo promove ódio aos homens" e que "a ideologia feminista é uma ameaça à família brasileira". Os questionamentos sobre o ensino da chamada "ideologia de gênero" também despertaram respostas mais alinhadas ao conservadorismo: entre os jovens, 59% concordam que o tema, ao ser discutido nas escolas, "confunde a sexualidade das crianças", e 55% afirmam que a sexualidade "é assunto a ser tratado somente pela família, não pela escola". Para Vieira, os dados sugerem que os jovens podem até concordar com reivindicações associadas à igualdade de direitos, mas reagem de forma diferente quando elas são apresentadas sob a bandeira de algum movimento político. "Boa parte dos brasileiros é contra falar de gênero na escola, mas quando você pergunta se precisamos fazer alguma coisa contra o bullying, algo para os meninos afeminados não apanharem, aí sim, precisa. Tem um sentimento quase religioso de ser contra ver uma criança apanhar. É uma lógica protetiva mais relacionada às relações interpessoais do que às relações políticas", ela exemplifica. A pesquisa não encontrou, em nenhuma das perguntas feitas, evidência de que os jovens sejam mais conservadores do que os mais velhos. Mesmo nos casos em que uma parcela ligeiramente maior deles tenha concordado com afirmações conservadoras, a diferença é algo que tende a ser absorvido pela margem de erro do estudo, que pode ser verificada nos gráficos exibidos na reportagem. Homens jovens são mais bolsonaristas Outro achado do estudo é que o bolsonarismo é mais forte entre homens jovens do que entre os mais velhos, apesar de a identificação com a direita variar pouco entre os diferentes grupos etários. Entre os homens de 16 a 24 anos, 42% afirmam se identificar com ideias defendidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e por seus apoiadores políticos. O percentual cai para cerca de 35% entre aqueles de 25 a 54 anos, para 29% entre os de 55 a 64 e para 25% entre os maiores de 65 anos. Mesmo considerando a margem de erro, que chega a quatro pontos percentuais para mais ou para menos na última faixa etária, a distância em relação aos mais jovens se mantém. Pode mais uma vez parecer contraditório que, embora sejam menos conservadores, os jovens sejam mais bolsonaristas — afinal, o próprio Bolsonaro se diz conservador e fez inúmeras declarações contra a igualdade de gênero e o direito das chamadas minorias sociais como os homossexuais. Essa diferença é algo que os pesquisadores constataram, sem se propor a explicar, mas Vieira esboça uma hipótese, dizendo que "o voto é uma composição complexa". "Os bolsonaristas não necessariamente compraram o pacote inteiro do Bolsonaro e todas as declarações dele", ela analisa. "É possível encontrar pessoas desse universo que têm posições mais diversas, assim como podemos encontrar eleitores do Lula, talvez até a maior parte deles, que dizem ser conservadores." "O conservadorismo talvez seja a gramática política que mais organiza o brasileiro. O que a gente observou na pesquisa é que a oposição entre conservadorismo e progressismo é mais intensa do que entre esquerda e direita ou entre liberdade econômica ou economia planificada", Vieira acrescenta. Como a pesquisa foi feita A Quaest fez 14 perguntas a cerca de 10 mil brasileiros em seus domicílios. Os questionamentos ocupavam três eixos — gênero, sexualidade e política. As entrevistas aconteceram entre janeiro e fevereiro de 2025, como parte de uma pesquisa mais ampla chamada O Brasil Invisível, na qual também foram feitas perguntas sobre outras áreas controversas do debate público para conclui que o país está menos dividido do que parece. O recorte por faixa etária e gênero, porém, só está sendo divulgado agora. Os participantes do estudo responderam aos questionamentos listados abaixo. O objetivo, ressaltam os pesquisadores, não era medir suas posições sobre esses temas, mas utilizá-los como um instrumento para avaliar o grau de adesão a ideias conservadoras ou progressistas. Identidade de gênero Eu concordo, muito ou um pouco, que… Os papéis de homens e mulheres são e devem ser diferentes; Homens são superiores às mulheres; Hoje em dia os direitos das mulheres valem mais do que os direitos dos homens; O feminismo promove ódio aos homens; A ideologia feminista é uma ameaça para a família brasileira; Casais gays devem ter o direito de adotar crianças; A homossexualidade deve ser vivida entre quatro paredes, de maneira reservada; A ideologia de gênero nas escolas confunde a sexualidade das crianças; Sexualidade é assunto a ser tratado somente pela família, não pela escola; O SUS deve pagar pelas cirurgias de mudança de sexo; Travestis devem ter o direito de usar o banheiro feminino. Identidade política Eu me identifico muito ou um pouco com… A direita; O conservadorismo; O bolsonarismo. Como as perguntas foram feitas — e por que isso importa A forma como as perguntas foram formuladas também pode chamar atenção. Vieira reconhece que algumas delas podem soar até preconceituosas, mas afirma que isso foi deliberado. A consultora da pesquisa, que também é ativista transgênero, usa uma dessas questões para ilustrar seu argumento. O enunciado era: "travestis devem ter o direito de usar o banheiro feminino". Se a frase tivesse sido redigida de modo a incluir também mulheres trans, o resultado poderia ter sido diferente? Vieira diz acreditar que sim, mas afirma que a escolha do termo foi proposital. "Usamos o que mais circula socialmente: de modo geral, a sociedade brasileira olha para a mulher trans como travesti. Na verdade, travesti é até um termo educado, porque a forma como os brasileiros chamam mulheres transexuais é outra palavra mais ofensiva", ela diz. Esta, aliás, foi a questão que despertou maior resistência entre os homens jovens. Apenas 19% deles disseram concordar que travestis devam ter acesso a banheiros femininos. Vieira associa isso ao fato de o debate sobre os direitos das pessoas trans ter ganhado visibilidade mais tarde do que outras pautas igualitárias, tanto no noticiário quanto em produtos culturais de grande alcance, como as telenovelas. O que pode explicar a diferença com estudos estrangeiros Na avaliação dos pesquisadores brasileiros, a discrepância entre o estudo brasileiro e os estrangeiros se deve às metodologias adotadas — no exterior, eles têm sido feitos, em geral, a partir de entrevistas virtuais, enquanto no Brasil foram realizadas entrevistas presenciais, com um esforço para abranger diferentes perfis da população. Diretor-executivo do More in Common e professor de gestão de políticas públicas da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado diz que pesquisas virtuais podem gerar distorções — principalmente no Brasil, devido às limitações de acesso à internet em determinadas regiões e entre diferentes classes sociais — e têm maior probabilidade de alcançar públicos que já se identificam ou se interessam pelo debate, o que pode gerar respostas enviesadas. "Pela internet, são as pessoas que aceitam participar, porque querem colaborar ou até porque recebem alguma remuneração. Esse caráter mais voluntário de o entrevistado aderir ao painel, e não o contrário, pode gerar viés de seleção, porque podem ser recrutadas pessoas que estão querendo falar, com determinadas características que as distorcem em relação à população em geral", diz Ortellado. Uma das pesquisas feitas dessa maneira foi a do King's College com o Ipsos. Os próprios pesquisadores, no entanto, alertaram que suas conclusões não representavam a população em geral, mas segmentos mais conectados e urbanos — uma limitação especialmente relevante em um país com diferenças tão amplas. Publicada em março, a pesquisa do King's College ouviu 23.268 pessoas em 29 países, incluindo o Brasil, entre dezembro e janeiro. A principal conclusão foi que a geração Z está mais conservadora do que os millennials, grupo que reúne adultos de 30 a 45 anos. Embora os dados por faixa etária não tenham sido divulgados para cada país — o que impede verificar se esse padrão também se aplica ao Brasil —, os achados gerais do estudo divergem dos resultados da pesquisa da Quaest. O problema, diz Ortellado, esteve menos nos estudos e mais na forma como suas conclusões foram interpretadas e amplificadas por reportagens e fenômenos culturais. Ele cita como exemplo a série Adolescência, sobre um garoto que assassina uma colega sob influência de comunidades misóginas na internet, e a popularização da machosfera, como são chamadas as comunidades masculinistas da internet, e do movimento looksmaxxing. Tratam-se de vídeos curtos, muito comuns no TikTok, que incentivam jovens a modificar a própria aparência — por meio de mudanças de hábitos, estilo e até procedimentos estéticos — com o objetivo de se tornarem mais masculinos. Segundo Ortellado, quando esses fenômenos ganham grande repercussão na mídia, pode surgir a impressão de que a masculinidade exacerbada entre os jovens é mais disseminada do que realmente é. Isso não significa, ressalta ele, que esses movimentos não existam ou deixem de ser motivo de preocupação. Mas eles podem representar apenas uma parcela da juventude — justamente a mais conectada às redes sociais e que, por isso, tende a estar mais presente em pesquisas feitas pela internet como a do King's College. "A internet não é um retrato fiel da sociedade brasileira", ele diz. "Muitas dessas coisas são fenômenos de nicho. Não devemos menosprezá-las. Tem fenômenos muito preocupantes. Existe misoginia organizada na internet e ela é preocupante. Precisa ser monitorada e combatida. Mas os dados sugerem que isso não parece ser um fenômeno de massa." Os pesquisadores também ressaltam que a pesquisa brasileira não é definitiva sobre o tema, que ainda demanda mais estudos. Não é possível saber, por exemplo, se os brasileiros que hoje têm entre 25 e 34 anos eram menos conservadores uma década atrás, quando estavam na faixa dos 16 aos 24 anos. Essa é uma questão central para compreender se há uma mudança de valores entre os brasileiros. Ainda não se sabe se as pessoas se tornam mais conservadoras com o passar dos anos ou se as diferenças observadas entre as gerações de hoje tendem a persistir ao longo do tempo, por exemplo. Gráficos por Caroline Souza, da equipe de Jornalismo Visual da BBC News Brasil
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