"NORRIS" · 총 7건
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Reigning F1 world champion Lando Norris discusses whether he'd ever race the Indianapolis 500, calling it a bit crazy to just go in for one event.
He stood down as boss of the NT – and threw himself into kayaking, writing and DIY. The veteran director talks about his new start aged 60, mourning his mother – and directing Death of a Salesman in Turkish There were several big endings for Rufus Norris in 2025, all crammed into the same few seismic months last year. Firstly, the close of his tenure as director of the National Theatre after a decade at the helm. That planned ending collided with the loss of his mother, who died three weeks before he left the NT. On top of that, a significant birthday concluding his 50s. So what did Norris do after turning 60, on the other side of the Big Job, alongside the grief of losing a parent? DIY, plenty of kayaking and a house move, it turns out: “It felt important to have a complete break,” he says. “I’m a bit of a workaholic, but I’m also a bird of simple brain so I can as easily lose myself in how to build a shed or do up a place.” Continue reading...
Lady Conceição é uma das primeiras mulheres a administrar loja de discos no Maranhão A cantora Lady Conceição, também conhecida como Conceição Croocks, natural de São Vicente Ferrer, a cerca de 275 km de São Luís, atua há mais de 26 anos no movimento reggae no Maranhão. Ela iniciou a carreira no gênero musical nos anos 1990 e, atualmente, também trabalha como produtora, promotora, tradutora, assessora e empresária no ramo do reggae. “Minha relação com o reggae começou ainda muito jovem, nos anos 90, através da forte presença da cultura reggae no Maranhão. O reggae sempre esteve muito presente no nosso cotidiano, nas radiolas, nos bairros, nas festas e nas emoções das pessoas. Com o tempo, aquilo deixou de ser apenas algo que eu gostava de ouvir e passou a fazer parte da minha vida de forma muito profunda.” disse. Segundo lembranças de Lady, já em São Luís, a primeira vez que foi a um show de reggae, foi quando ela ainda tinha 13 anos. Um show realizado na época no Toca da Praia, localizado no bairro da Ponta da Areia, marcou o início de sua carreira profissional. Das radiolas do reggae à Jamaica: maranhense se tornou pioneira feminina no movimento em São Luís. Reprodução/Arquivo pessoal "Todos os domingos tinham festas na Toca da Praia, e a gente descia, porque não conseguia pegar ônibus, devido a lotação. A gente descia e vinha caminhando. E aí, um certo dia, teve um show muito grande aqui, promovido com o Ferreirinha da Estrela do Som. E eu tive o prazer de conseguir chegar perto dos artistas que vêm da Jamaica. E eu só tinha 13 anos. Eu gostava do inglês, e eu já falava um pouquinho. E aí, devido a lotação, eu acabei passando mal e conseguiram me colocar pra cima do móvel da radiola, do palco. Lá eu tive aquele contato, a partir dali, eu comecei a vir traduzir, tive contato diretamente com os artistas. Já comecei a me entrosar com eles. E a partir dali, eu comecei a vir traduzir, tive contato diretamente com os artistas." relembra Lady. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Ela explica que frequentava os clubes, e depois vinha com a tradução. De tradutora, Lady depois começou a atuar também como cantora e empresária. Em uma de suas viagens a trabalho, Lady conheceu o seu marido, o Norris, que atua no ramo reggae. Após conhecer o seu marido, ela teve a oportunidade de atuar na administração de uma das primeiras lojas de discos do Maranhão. Segundo ela, uma das produtoras parceiras da loja de discos, era a Joy Gives Reggae Music. "A gente tinha o Norris, pra quem não sabe, ele é um dos grandes produtores da Jamaica. E ele produziu muita gente.E aí, quando ele conheceu um rapaz chamado Delroson, o Delroson começou, fez a sociedade com eles antes de mim, com o Joy Gives. E aí, o Joy Gives montou a loja.Quando eu conheci o Joy Gives, o Delroson e o meu esposo, eu tomei a frente da loja. E aí, a gente começou, lançamos o disco, a gente começava a ouvir, ver o que a galera, o que a massa regueira, que a gente chama aqui em São Luís, procurava. Então, existe vários nomes de artistas grandes que a galera gosta de curtir. Então, a gente fazia as coletâneas e vinha" explica. A partir desse período, a artista passou a investir na produção e no lançamento de trabalhos próprios e de outros nomes da música maranhense. Segundo ela, foram lançados discos autorais, projetos do marido e coletâneas que reuniam diferentes artistas. A cantora também aproveitava esses lançamentos para fortalecer a divulgação da própria carreira. Na época, a pirataria era um desafio para o setor musical, mas, de acordo com a artista, a prática também contribuía para ampliar a circulação e o alcance de suas músicas junto ao público. Viagem à Jamaica Lady Conceição Reprodução/Arquivo pessoal Ao viajar ao país de origem do gênero musical, a Jamaica, Lady considera que se apaixonou mais ainda pelo reggae a partir da convivência direta com artistas, o que a proporcionou muitos aprendizados. Na Jamaica, ela entendeu que o reggae não predominava tanto como no Maranhão. Lady explica que os jamaicanos curtem mais o black music. "Então eles fazem o reggae e distribuem. Isso foi uma das coisas que me deixou impressionada. Eu falei: Ué, eu estou pensando que eu vou chegar aqui e ouvir um paredão, ver todo mundo dançando. Outra cousa também que eu achei muito diferente foi a dança, se for com reggae, eles dançam diferente da gente. Nossa dança é mais agarradinha, lá eles são mais soltos." disse. Lady explica que foi para a Jamaica entre os 16 e 17 anos, e que teve a oportunidade de estar ao lado de grandes artistas. "Hoje eu consigo olhar e pensar, eu estive de vários artistas. Tenho gratidão a Deus por ter me aproximado e me levado para perto desses artistas." agradeceu. Após um ano no exterior, Lady voltou ao Brasil. "Então eu vim com uma bagagem de lá pra cá, e percebi que o reggae, pra mim, não era só uma música. Era mais do que uma música, sabe? Era vivência, família, paixão, cultura, tudo." afirmou. Após a abertura da loja de discos, Lady iniciou um programa de reggae em São Luís, "Arrendado", que era apresentado pelo DJ Jorge Black, que atuava como gerente da loja de discos. No programa era divulgado o trabalho de diversos artistas, como o Eddy Grant. A partir de parcerias, ela realizava eventos independentes com diversos artistas, como Eric Donaldson, The Pioneers, seu marido Norris Cole, além de muitos outros. "É uma paixão, algo em que a gente não visava só o capital, só o dinheiro, mas sim levar alegria e mostrar que o reggae estava ali, forte." afirmou. O acesso ao reggae mudou? De acordo com Lady, as redes sociais possibilitaram um acesso a informações sobre o reggae, que anteriormente só eram possíveis por meio do rádio e através das radiolas. " A gente não tinha muito acesso às músicas, elas ficavam presas nas radiolas" disse. Além disso, ela ressalta que o reggae lá atrás sofria preconceitos, que hoje, foram não são mais vistos com frequência. Ela considera que hoje, existem muitas apresentações de pessoas qualificadas para levar informações sobre o gênero musical, como oficinas, trancistatas, que contribuem para consolidar o reggae como uma cultura valorizada. "Tudo que a gente veio construindo, sabe? De alguma forma ajudou. Eu me sinto grata, porque de alguma forma eu ajudei, consegui abrir as portas para algumas mulheres, que hoje estão trabalhando com o reggae". explicou. Família regueira Norris Cole Júnior, filho de Lady e Norris, artista profissional do reggae. Reprodução/Arquivo pessoal Atualmente, não só Lady Conceição e o seu marido Norris Cole, mas também o fruto desse amor, o filho, Norris Cole Júnior atua como artista profissional, demonstrando que o reggae ultrapassa gerações. eela acabou passando mal, sendo levada para cima de uma radiola. O que parecia apenas um susto virou o início de uma trajetória que a transformaria em uma das pioneiras femininas do reggae no Maranhão. Com 13 anos, ela visitou pela primeira vez um clube de reggae, e a emoção fez com que não só se ouvisse as batidas das grandes radiolas, mas agora se percebia, as batidas do coração. Foi no Toca da Praia, na época localizado na Ponta da Areia, que Lady entendeu que a paixão ia muito além de melodias, mas sim de uma identidade cultural que a permeiaria por toda a vida. Devido a lotação do show, Lady acabou passando mal, e foi colocada em cima do palco, lá próximo a artistas jamaicanos, ela começou sua carreira como tradutora, um pontapé de uma carreira marcada pelo gênero musical que é símbolo no Maranhão. Sua carreira iniciou como tradutora, em cima do palco, próximo aos grandes artistas vindo da Jamaica, ela pode conhecer os cantores de perto. Quando o reggae virou empreendimento O contato direto com artistas jamaicanos e a vivência nos clubes de reggae em São Luís fizeram Lady Conceição enxergar no gênero musical uma oportunidade de negócio. Depois de atuar como tradutora em festas e eventos, ela passou a trabalhar ao lado do esposo na loja de discos da Joy Gives Reggae Music, ligada ao produtor jamaicano Norris Cole, conhecido por produzir grandes nomes do reggae internacional. Segundo Lady, a decisão de empreender surgiu a partir da forte procura do público regueiro por coletâneas, discos e materiais exclusivos ligados ao ritmo. “A gente observava o que a massa regueira procurava e lançava um disco atrás do outro”, relembrou . A empresária passou então a produzir coletâneas próprias e projetos com artistas conhecidos do reggae, fortalecendo também o próprio nome no cenário cultural maranhense. Mesmo enfrentando os impactos da pirataria, muito presente na época, Lady afirma que a circulação informal dos discos acabou ajudando na divulgação dos trabalhos e ampliando o alcance das produções em São Luís. Natural de São Vicente Ferrer, Lady Conceição, conhecida também como Conceição Crooks, ingressou no reggae desde muito cedo, uma paixão que se tornou profissão. Há mais de 26 anos, Lady atua como cantora, produtora, promotora, tradutora, assessora e empresária no ramo do reggae. “Minha relação com o reggae começou ainda muito jovem, nos anos 90, através da forte presença da cultura reggae no Maranhão. O reggae sempre esteve muito presente no nosso cotidiano, nas radiolas, nos bairros, nas festas e nas emoções das pessoas. Com o tempo, aquilo deixou de ser apenas algo que eu gostava de ouvir e passou a fazer parte da minha vida de forma muito profunda.” disse Com 13 anos, ela visitou pela primeira vez um clube de reggae, e a emoção fez com que não só se ouvisse as batidas das grandes radiolas, mas agora se percebia, as batidas do coração. Foi no Toca da Praia, na época localizado na Ponta da Areia, que Lady entendeu que a paixão ia muito além de melodias, mas sim de uma identidade cultural que a permeiaria por toda a vida. Devido a lotação do show, Lady acabou passando mal, e foi colocada em cima do palco, lá próximo a artistas jamaicanos, ela começou sua carreira como tradutora, já que já sabia falar inglês, devido a paixão. O show foi início de uma carreira, que hoje ultrapassa gerações, o seu filho com o cantor jamaico Norris, iniciou sua trajetória como artista reggae.
Leeds Playhouse Dash Arts’ community-inspired production finds warmth and urgency in the local pub – even if its theatrical elements don’t always cohere The English pub is the perfect crucible for Dash Arts’ latest piece inspired by community workshops from creator and director Josephine Burton. A storm is blowing into the town where the Albion pub sits, both meteorological and political. Inside the rundown establishment, Sanjana is a landlady who is on her last legs and ready to throw in the bar towel. Her husband has died and her loving teacher daughter only returns occasionally these days. That the pub is given the ancient name for Britain is no coincidence – a lot of research has gone into this, not least the workshops around the country attended by more than 700 people, whose conversations were shaped by Barney Norris into the script and by Jonathan Walton into songs. Continue reading...
Editor’s note: If you’d like to pinpoint the instant when the world entered the nuclear age, 5:29:45 a.m. Mountain War Time on 16 July 1945, is an excellent choice. That was the moment when human beings first unleashed the power of the nucleus in an immense, blinding ball of fire above a gloomy stretch of desert in the Jornada del Muerto basin in New Mexico. Emily Seyl’s Trinity: An Illustrated History of the World’s First Atomic Test (The University of Chicago Press) offers hundreds of startlingly vivid photographs of the Manhattan Project that emerged from a 20-year restoration effort. This excerpt and the accompanying photos record the massive effort to capture the awesome detonation of “the Gadget.” aspect_ratioReprinted with permission from Trinity: An Illustrated History of the World’s First Atomic Test by Emily Seyl with contributions by Alan B. Carr, published by The University of Chicago Press. © 2026 by The University of Chicago. All rights reserved. In the North 10,000 photography bunker, Berlyn Brixner was listening to the countdown on a loudspeaker, his head inside a turret loaded with cameras and film. He was one of the only people instructed to look toward the blast—through his welder’s glasses—ready to follow the path of the fireball as it launched into the sky. The two Mitchell movie cameras at his station would deliver the best footage to come of the Trinity test, used by Los Alamos scientists to make some of the first measurements of the effects of a nuclear explosion. Related: New Trinity Book Uncovers Images of the First Atomic Test When the detonators fired, the cameras captured what Brixner could not have seen—the very first light of a violent, silent sea of energy unfurling into the basin. As 32 blocks of high explosives erupted all together, their incredible force surged inward toward the sleeping plutonium core, compressing the dense sphere of metal instantaneously from all sides and bringing its atoms impossibly close together. A carefully timed burst of neutrons sowed momentary, uncontrolled chaos, and then, as quickly as it began, the fission chain reaction ended. Footage from a high-speed Fastax camera in Brixner’s bunker, shot through a thick glass porthole, shows a translucent orb bursting through the darkness less than a hundredth of a second after detonation, as a rush of heat, light, and matter blew apart the Gadget. When the brightness faded enough for witnesses to make out ground zero, they saw a wall of dust rise up around a brilliant, shape-shifting, multicolored ball of flames—forming a fiery cloud that shot into the sky atop a twisting stream of debris. The camera footage tells a story no less dramatic but hundreds of times more intricate, preserving the moment for scientists to return to again and again to measure and describe the behavior of the fireball and other visible effects with exacting detail. On balance, the photography effort was a huge success, despite only 11 of the 52 cameras producing satisfactory images. By arranging those cameras at intentionally staggered distances, complementary angles, and with a broad spectrum of frame rates and focal lengths, the Spectrographic and Photographic Measurements Group was able to piece together a remarkably complete picture of their subject. On 12 July 1945, Herbert Lehr, a U.S. Army sergeant and electrical engineer assigned to Los Alamos, delivered the plutonium core to the McDonald ranch house, where the bomb was assembled. Los Alamos National Laboratory According to the group’s leader, Julian Mack, the more than 100,000 frames that were captured still “give no idea of the brightness, or of time and space scales.” Mack attributed fortune, as much as foresight, to the photographic record that was made, especially during the earliest phase of the blast. Indeed, the explosion was several times more powerful than predicted, and the intensity of its effects overwhelmed many of the cameras and diagnostic instruments. The human observers were similarly overcome. “The shot was truly awe-inspiring,” said Norris Bradbury, the physicist who would succeed Robert Oppenheimer as director of Los Alamos. “Most experiences in life can be comprehended by prior experiences, but the atom bomb did not fit into any preconception possessed by anybody. The most startling feature was the intense light.” Norris Bradbury, the physicist responsible for the final assembly of the Gadget, stands next to the partially assembled bomb at the top of the shot tower. The cables on the outside of the bomb would transmit the signals to trigger the synchronized detonations of conventional explosives, which would then create the inward-directed shock wave that would compress the bomb’s plutonium core. Bradbury would go on to succeed Robert Oppenheimer as director of Los Alamos on 17 October 1945.Los Alamos National Laboratory It is a common sentiment that words and even pictures pale in comparison to the experience of the explosion. Even so, soldiers, scientists, and many other witnesses have added their firsthand accounts—often absorbing and poetic—to complement the trove of hard data collected during the test shot. They describe an intense and blinding brightness that filled the basin with daytime; an ominous, darkening cloud rearing its head in eerie silence; the wait for the invisible wave rushing out from the heart of the Gadget; and the mighty roar that arrived at last, in a thunder, and seemed never to leave. Physicist Isidor Isaac Rabi, watching from 20 miles away, remembered, “It blasted; it pounced; it bored its way right through you.” James Chadwick, head of the British contingent of scientists who joined the Manhattan Project, later said, “Although I had lived through this moment in my imagination many times during the past few years and everything happened almost as I had pictured it, the reality was shattering.” The blast, captured with an assortment of high-speed and motion-picture cameras, shows the fireball expanding between 25 milliseconds and 60 seconds, by which time the mushroom cloud is over 3 kilometers high.Los Alamos National Laboratory And physicist George Kistiakowsky found himself certain that “at the end of the world—in the last millisecond of the Earth’s existence—the last human will see what we saw.”