Small modular nuclear reactor reaches criticality in first test
The reactor, from a startup called Antares, isn't ready to generate power yet.
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The reactor, from a startup called Antares, isn't ready to generate power yet.
Lula Getty Images / BBC O governo dos Estados Unidos oficializou nesta sexta-feira (5) a classificação das facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como terroristas. A decisão, que já havia sido anunciada em 28 de maio, foi publicada nesta sexta no Federal Register, o Diário Oficial americano. O documento é assinado por Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA. Outra decisão publicada no Federal Register nesta sexta-feira e também assinada por Rubio possibilita que pessoas ligadas ao PCC e CV tenham bens e ativos que estejam sob jurisdição dos EUA congelados sem aviso prévio. Também proíbe transações financeiras entre pessoas ou empresas americanas e essas organizações e prevê sanções contra indivíduos ou entidades que forneçam apoio material, financeiro ou logístico a esses grupos. Agora no g1 A designação de CV e PCC como entidades terroristas internacionais pelo Departamento de Estado norte-americano marcou a maior derrota do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sua relação com o governo do presidente Donald Trump desde a imposição do tarifaço, em 2025. Foi uma batalha que demorou mais de um ano, com idas e vindas de lado a lado e que, neste momento, parece ter sido vencida pelo grupo político agora liderado pelo senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O governo brasileiro era contra a medida. O principal argumento era de que ela poderia colocar em risco a soberania nacional ao abrir espaço para ações militares norte-americanas sob o pretexto de combate ao terrorismo. O governo também alegava que a medida iria contra a legislação brasileira que faz uma distinção entre as atividades praticadas por facções criminosas e o terrorismo. Do outro lado, o grupo liderado por Flávio Bolsonaro vinha defendendo publicamente a medida há mais de um ano apontando a posição contrária do governo Lula à designação como uma suposta demonstração de conivência da administração petista com o crime organizado. A decisão anunciada ao fim de maio veio, aliás, um dia depois de Flávio Bolsonaro ter encerrado uma viagem para Washington, onde se encontrou com o presidente Donald Trump, o vice-presidente J.D. Vance e com o secretário de Estado, Marco Rubio. O governo brasileiro nunca havia considerado o assunto totalmente superado dentro da administração Trump dado o que assessores de Lula classificam como imprevisibilidade do presidente norte-americano. Apesar disso, a BBC News Brasil apurou que a decisão dos EUA pegou de surpresa até mesmo diplomatas que acompanhavam parte das conversas entre os dois países sobre o assunto. Durante sua passagem pelos Estados Unidos, Flávio disse ter defendido, para toda a equipe de Trump, que o país tomasse a medida contra as organizações criminosas brasileiras — ao contrário do novo tarifaço de 25% proposto pelos EUA para produtos brasileiros nesta semana, que o senador diz ter pedido a Trump, Vance e Rubio que não fosse aplicado. Antes da viagem de Flávio, interlocutores do presidente Lula afirmavam, em caráter reservado, que o governo interpretaria um anúncio da administração Trump considerado negativo como uma possível ingerência no processo eleitoral do Brasil e que o governo responderia a exemplo do que aconteceu durante o tarifaço em 2025. Após a decisão dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas, Lula se manifestou publicamente sobre o tema. "Quer combater o crime organizado? Entregue os nossos que tão lá nos EUA. Nós não aceitamos ser tratados como moleque. Não aceitamos ser tratados como uma republiqueta", diss e o presidente. "Eu tive três horas com o presidente Trump. Três horas com ele. Entreguei quatro documentos pra ele, um deles era o combate ao crime organizado. O sr. Rubio não estava lá, possivelmente porque ele tivesse preparado para ajudar o filho de um bolsonarista que é candidato a eleição aqui nesse país, que não tem vergonha na cara de trair a nossa pátria, de ir nos EUA pedir intervenção americana no Brasil." Lei brasileira faz distinção entre criminalidade comum e terrorismo AFP via Getty Images Resposta brasileira A BBC News Brasil apurou que o governo brasileiro pretende modular a resposta à medida adotada pelos EUA para evitar um desgaste ainda maior junto ao público interno a poucos meses das eleições. Após a decisão, o governo publicou em 29 de maio uma nota em que diz que PCC e CV são tratados pelo Estado como organizações criminosas responsáveis por espalhar terror em comunidades dominadas pelo tráfico de drogas, armas e atuação de milícias. Sem citar nome, a gestão chamou de "deplorável" a intervenção da família Bolsonaro nos temas internacionais. "A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros", diz o comunicado. Um integrante do governo ouvido pela BBC News Brasil em caráter reservado afirmou que o governo reconhece que a decisão dos EUA foi resultado da ação da ala bolsonarista com acesso ao governo norte-americano. A interpretação é que a ala bolsonarista teria atuado para criar um constrangimento ao governo, levando a administração petista a se manifestar contra a medida para depois ser criticada por supostamente defender facções criminosas. Ele disse ainda que um dos aspectos que mais estaria preocupando o governo são os possíveis impactos da medida junto ao sistema financeiro brasileiro. O governo teme que empresas ou bancos brasileiros possam ser sancionados por conta de eventuais vínculos comerciais ainda que involuntários com essas facções. Flávio Bolsonaro defendeu designação do PCC e do CV como organizações terroristas no encontro com Trump Reprodução/Instagram/@flaviobolsonaro Cronologia da derrota A ideia de adotar sanções contra organizações criminosas brasileiras como o PCC e o CV como entidades terroristas vinha sendo estudada pelo governo norte-americano há vários anos. Em 2021, por exemplo, a Secretaria do Tesouro incluiu o PCC como uma entidade designada, uma classificação que permite impor sanções aos seus integrantes ou a empresas que mantivessem negócios com a facção. Mas o plano de designar PCC e CV como entidades terroristas ganhou força, de fato, após o início do segundo mandato de Donald Trump, em 2025. O plano vinha sendo discutido internamente pela área técnica do Departamento de Estado, com auxílio de oficiais da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Entre o final de 2025 e o início de 2026, o Departamento de Estado enviou assessores ao Brasil que se reuniram com promotores brasileiros especializados no combate ao crime organizado para obter mais informações sobre o assunto. Maio de 2025 Em maio de 2025, por exemplo, o governo norte-americano enviou o então chefe interino da estratégia de sanções do Departamento de Estado ao Brasil, David Gamble, e o assessor Ricardo Pitta. Pitta chegou a se reunir com a família Bolsonaro e, segundo o senador Flávio Bolsonaro, já naquele momento, a família defendeu a designação do PCC e do CV como organizações terroristas. O movimento foi monitorado pelo governo brasileiro que, já naquela época, via essa possibilidade como uma possível interferência norte-americana na política brasileira de combate ao crime organizado. Julho de 2025 Em julho de 2025, quando Trump impôs o tarifaço sobre produtos brasileiros, a expectativa na diplomacia brasileira era de que a medida sobre facções brasileiras poderia ser adotada naquela época, o que acabou não ocorrendo. O governo Lula, por sua vez, tentou desmontar o discurso pró-designação adotando um discurso de que a classificação das facções como organização terrorista não seria efetiva no combate ao crime organizado. Em setembro de 2025, por exemplo, Lula criticou a possível medida em seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). "É preocupante a equiparação entre a criminalidade e o terrorismo. A forma mais eficaz de combater o tráfico de drogas é a cooperação para reprimir a lavagem de dinheiro e limitar o comércio de armas. Usar força letal em situações que não constituem conflitos armados equivale a executar pessoas sem julgamento", disse Lula em uma referência a ataques que vinham sendo feito pelos Estados Unidos a embarcações na costa de países latino-americanos como Venezuela e Colômbia. O assunto continuou a ser discutido em Washington. Março de 2026 A possibilidade de designação continuou a ser estudada pelo Departamento de Estado até que, no dia 8 de março deste ano, o portal UOL revelou que o governo norte-americano estava prestes a adotar a medida. A notícia fez com que o governo brasileiro montasse uma espécie de "operação de emergência" para impedir a adoção da medida. Naquele mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou por telefone com Marco Rubio sobre o assunto. Dois dias depois, no dia 10 de março, um porta-voz do Departamento de Estado divulgou uma nota reiterando que o governo norte-americano considerava as duas facções como ameaças ao país. "Os Estados Unidos consideram as organizações criminosas do Brasil — incluindo o PCC e o CV — como ameaças significativas à segurança regional, devido ao seu envolvimento no tráfico de drogas, na violência e no crime transnacional", dizia o texto. Lula passou então a defender, de forma ainda mais ostensiva, que os Estados Unidos cooperem com o Brasil no combate ao crime organizado como alternativa à designação. Ao mesmo tempo, os governos dos dois países discutiam propostas de cooperação nessa área. No dia 13 de março, o jornal Folha de S. Paulo revelou que os EUA haviam enviado um plano ao Brasil em que pediam que o país adotasse medidas para extinguir o PCC e o CV. Nas semanas que se seguiram, o esforço da diplomacia brasileira parecia ter surtido efeito e a designação não veio. Maio de 2026 O assunto, no entanto, voltou à tona em 28 de maio, após a visita de Flávio Bolsonaro a Washington. Ele se encontrou com o presidente Trump, seu vice, J.D. Vance e com Marco Rubio. Nos encontros, disse Flávio, ele defendeu a designação do PCC e do CV como organizações terroristas. "Batemos de novo na mesma tecla de que os Estados Unidos deveriam classificar, sim, CV e PCC como organizações terroristas. Dissemos que, se Deus quiser, a partir de 2027, o Brasil vai ser um aliado no combate ao crime organizado, diferente do atual governo, que parece proteger esses marginais", disse Flávio após o encontro com Marco Rubio. Segundo ele, Rubio teria parecido até mais favorável à proposta que Trump. Antes da viagem de Flávio, interlocutores do presidente Lula diziam que, ainda que o governo tivesse conseguido se aproximar de Trump nos últimos meses, inclusive com uma visita ocorrida há menos de um mês, a administração petista tinha a convicção de que diversos setores do governo norte-americano têm uma preferência clara pela candidatura de Flávio Bolsonaro em relação à de Lula. Junho de 2026 A designação pelos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas entrou em vigor oficialmente em 5 de junho. A decisão oficial foi publicada no Federal Register, Diário Oficial dos EUA, e é assinada por Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA. Outra decisão assinada por Rubio possibilita que pessoas ligadas ao PCC e CV tenham bens e ativos que estejam sob jurisdição dos EUA congelados sem aviso prévio, porque um aviso antecipado permitiria a transferência rápida de recursos financeiros, tornando as sanções ineficazes. Com Thais Carrança, da BBC News Brasil em São Paulo.
The first small modular nuclear reactor in the Trump administration’s pilot program to develop advanced nuclear energy has hit a crucial milestone toward deploying more nuclear power across the country. The Department of Energy announced that an advanced reactor being developed by Antares Nuclear under the agency’s Reactor Pilot Program achieved criticality. Reaching criticality means […]
HD현대가 현재 개발 중인 소형모듈원자로(SMR, Small Modular Reactor) 추진 선박 선종(종류)을 기존 컨테이너선에 이어 자동차운반선(PCTC)까지 확대한다.HD현대는 조선 계열사 HD현대중공업과 HD한국조선해양이 그리스 아테네에서 열리는 ‘포시도니아(Posidonia) 2026’에서 영국선급(LR)으로부터 용융염원자로(MSR, Molten Salt Reactor) 적용 대형 자동차운반선(PCTC, Pure Car and Trck Carrier) 개념설계에 대한 기본인증(AIP, Approval in Principle)을 받았다고 5일 밝혔다. SMR 컨테이너선 설계 기본인증은 작년 9월 확보했다. 2025년 2월 미국 휴스턴에서 열린 해양원자력서밋에서 SMR 추진 컨테이너선 설계 모델을 세계 최초로 선보이고 해당 설계 안전성과 타당성을 공식 인정받아 미국선급(ABS)으로부터 기본인증을 획득했다. 첫 SMR 추진 선박 인증 이후 약 9개월 만에 추가 인증을 확보
Die frühere DDR-Entmagnetisierungsstation südöstlich von Rügen wurde jetzt bei einer Auktion versteigert. Der neue Besitzer, ein österreichischer Anbieter von modularen Fertighäusern, hat ganz konkrete Ideen für die Nutzung.
Concerning MQ-9 losses have turbocharged discussions about a successor to the venerable Reaper. The post USAF Wants “MQ-9 Next” Reaper Replacement To Be Modular, Cheap appeared first on The War Zone.
The drone recieved modular design and the ability to use four control frequencies simultaneously
The Falkland Islands Government announced that its Executive Council had approved a plan to accelerate housing provision in Stanley, in response to the urgent need to expand the housing stock. The initiative provides for the development of infrastructure for 60 new plots at Murray Heights, intended for modular housing solutions, and the construction of 30 modular units.
India's target is to achieve 100 gigawatts of nuclear power capacity by 2047.
Festival Fatias de Bolo traz sabores irresistíveis ao Pátio Limeira Shopping – Crédito: Divulgação. Os apaixonados por doces têm um encontro marcado no Pátio Limeira Shopping entre os dias 5 e 7 de junho. O empreendimento receberá a primeira edição do Festival Fatias de Bolo, evento gastronômico que promete conquistar o público com uma seleção de sabores especiais e fatias generosas. Realizado no piso térreo, das 12h às 20h, o Festival oferecerá 10 opções de bolos pelo valor único de R$ 29,90 a fatia. Entre os sabores disponíveis estão pudim, matilda, bombom de morango, kinder, abacaxi com coco, ninho com frutas vermelhas, olho de sogra, trufado de maracujá, cenoura trufado e bombom de uva. Os visitantes também poderão personalizar a experiência com coberturas de chocolate ou ninho. A ação conta com o apoio das confeitarias Bolos da Su, Karamelo Doceria, Maitê Amorim e The Bees Bolos e Doces e reunirá qualidade, criatividade e sabores que já conquistaram o público local. "O Festival Fatias de Bolo reúne sabores que fazem sucesso entre os consumidores e cria uma experiência deliciosa para ser compartilhada entre amigos e familiares. Temos certeza de que será um evento muito especial", destaca a coordenadora de marketing do shopping, Sibelly Paganotti. Além de experimentar os diferentes sabores, os visitantes poderão aproveitar o feriado prolongado para reunir a família e os amigos no shopping que fica no coração da cidade. “Essa iniciativa reforça o compromisso do Pátio Limeira Shopping em oferecer experiências que unem entretenimento, lazer, gastronomia e ajudam a colecionar momentos inesquecíveis em família”, reforça Sibelly. Sobre o Pátio Limeira Shopping Com 64 mil m² de área construída, o Pátio Limeira Shopping possui mais de 150 operações, sendo cinco lojas-âncoras (Marisa, C&A, Riachuelo, Lojas Americanas e Renner), seis megalojas (Ri Happy, Centauro, Di Gaspi, Polo Wear, Kalunga e Lojas 1a99), mais de 30 operações de alimentação e quatro restaurantes (Outback, Coco Bambu, Pizza Hut e Sr. Boteco) e o cinema Arcoplex, com cinco salas, sendo uma 3D. Anexo ao Pátio Limeira Shopping está o Pátio Office, torre comercial com dez andares e 160 salas modulares. Localizado na região central de Limeira, o empreendimento é um importante local de compras, lazer e entretenimento para adultos e crianças da cidade e região, oferecendo excelentes opções com segurança e estacionamento coberto para mil veículos, com sinalizadores. Site: www.patiolimeira.com.br Instagram: Pátio Limeira Shopping Facebook: Pátio Limeira Shopping
Shares of Coforge rose more than 2% to their day’s high of Rs 1,495 on the BSE on Tuesday after the company announced the launch of its "Nexa Agentic AI Platform", a business platform that aims to cater to the global insurance industry.According to the company, the platform is designed to help insurers derive greater value from their existing insurance platforms and speed up time-to-market without replacing core systems. Instead, it layers AI orchestration capabilities over incumbent platforms while operating within the guardrails of leading platform providers.Built on the Coforge One AI platform, Nexa Agentic AI Platform offers a marketplace of more than 30 insurance AI assets covering underwriting, claims, product development, customer service and platform modernisation. The company said the platform is modular and composable, allowing insurers to deploy specific capabilities or adopt the full suite through an Insurance-in-a-Box model.Coforge said the platform is purpose-built for the global insurance market across Property & Casualty, Life & Annuities, Specialty insurance, as well as managing general agents (MGAs) and intermediaries. It incorporates human-in-the-loop oversight, full auditability and measurable outcomes.The platform includes six flagship orchestrators spanning the insurance value chain. These include an AI-enabled Submission Centre, which the company said can increase underwriting capacity by more than 30% through automated data extraction, validation and prioritisation.Another offering, the Agentic State Rollout Factory, is designed to automate rates, forms and filings across jurisdictions, enabling more than 25% faster realisation of new revenue. The AI-enabled Product Rollout Factory aims to accelerate product launches by 30% while improving quality and responsiveness to regulatory changes.Coforge also introduced an Agentic AI Global Expansion capability to support market entry across geographies, a Core Platform Modernisation capability that it said can reduce total cost of ownership by more than 30%, and an Agentic Claims Triaging Centre that can enable more than 35% faster claims triaging and higher straight-through processing.Rajeev Batra, Executive Vice President and Global Practice Head of Insurance at Coforge, said the platform combines the company's AI engineering capabilities with its insurance domain expertise to help clients scale AI adoption and business outcomes.Also read: Morgan Stanley says Indian stock market poised for strong year ahead. Here’s whyThe company said the platform is designed around key insurance stakeholders, including brokers, underwriters, claims adjudicators and customer service agents. Looking ahead, Coforge plans to progressively integrate insurance knowledge graphs into the platform to enhance insurance-specific reasoning across submissions, policies, claims and customer interactions.Coforge said Nexa Agentic AI Platform will form a key part of its insurance go-to-market strategy, helping clients accelerate AI adoption while preserving existing technology investments and complying with platform guardrails.(Disclaimer: Recommendations, suggestions, views and opinions given by the experts are their own. These do not represent the views of The Economic Times)
Unidades de Saúde ganham obras de reforma Secom A Prefeitura de Rio das Ostras iniciou uma série de obras estruturais com o objetivo de reformar todas as instalações da Rede Municipal de Saúde. Entre os principais investimentos está a ampliação do Hospital Municipal, que ganhará 20 novos leitos modulares voltados para pacientes do setor de Trauma do Pronto-Socorro. A mudança vai agilizar o atendimento, integrando os pacientes diretamente aos setores de cirurgia e imagem (como tomografia e ultrassom), eliminando a necessidade de transporte por ambulância. Além do hospital, o Centro de Saúde da Extensão do Bosque, que já havia dobrado sua média de atendimentos desde janeiro de 2025, passa por uma grande reforma que duplicará o espaço da recepção, incluindo melhorias no telhado, piso e climatização. O Ambulatório de Saúde Mental e a USF do Recanto também recebem reparos estruturais e elétricos, e a gestão já planeja iniciar, em breve, a reforma da unidade de Cidade Praiana.
The United Kingdom is focused on diversifying its energy mix away from fossil fuels to boost energy security and support decarbonisation aims. This includes expanding its nuclear power capacity with the development of two large-scale nuclear plants - Sizewell C and Hinkley Point C, as well as developing small modular reactors (SMR). However, its nuclear ambitions have not quite gone to plan, following years of delays and rising construction costs. Sizewell C in Suffolk, eastern England, received its planning approval in 2022, was greenlit in 2025,…
China’s modular and Holon buildings are transforming construction worldwide, delivering projects in days rather than months while setting new standards for efficiency and sustainability.
Como o governo Lula perdeu a batalha que fez EUA declararem CV e PCC como terroristas Getty Images A designação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como entidades terroristas internacionais pelo Departamento de Estado norte-americano, nesta quinta-feira (28/5) marcou a maior derrota do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sua relação com o governo do presidente Donald Trump desde a imposição do tarifaço, em 2025. Foi uma batalha que demorou mais de um ano, com idas e vindas de lado a lado e que, neste momento, parece ter sido vencida pelo grupo político agora liderado pelo senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O governo brasileiro era contra a medida. O principal argumento era de que ela poderia colocar em risco a soberania nacional ao abrir espaço para ações militares norte-americanas sob o pretexto de combate ao terrorismo. O governo também alegava que a medida iria contra a legislação brasileira que faz uma distinção entre as atividades praticadas por facções criminosas e o terrorismo. Do outro lado, o grupo liderado por Flávio Bolsonaro vinha defendendo publicamente a medida há mais de um ano apontando a posição contrária do governo Lula à designação como uma suposta demonstração de conivência da administração petista com o crime organizado. A decisão, aliás, veio um dia depois de Flávio Bolsonaro ter encerrado uma viagem para Washington, onde se encontrou com o presidente Donald Trump, o vice-presidente J.D. Vance e com o secretário de Estado, Marco Rubio. O governo brasileiro nunca havia considerado o assunto totalmente superado dentro da administração Trump dado o que assessores de Lula classificam como imprevisibilidade do presidente norte-americano. Apesar disso, a BBC News Brasil apurou que a decisão dos EUA Governo Trump declara PCC e CV como organizações terroristas: o que pode acontecer agora? Durante sua passagem pelos Estados Unidos, Flávio disse ter defendido, para toda a equipe de Trump, que o país tomasse a medida contra as organizações criminosas brasileiras. Antes da viagem de Flávio, interlocutores do presidente Lula afirmavam, em caráter reservado, que o governo interpretaria um anúncio da administração Trump considerado negativo como uma possível ingerência no processo eleitoral do Brasil e que o governo responderia a exemplo do que aconteceu durante o tarifaço em 2025. Governo Trump declara PCC e CV como organizações terroristas: o que pode acontecer agora? Lei brasileira faz distinção entre criminalidade comum e terrorismo AFP via Getty Images Resposta brasileira A BBC News Brasil apurou que o governo brasileiro pretende modular a resposta à medida adotada pelos EUA para evitar um desgaste ainda maior junto ao público interno a poucos meses das eleições. A resposta oficial do governo só deverá sair a partir de amanhã, após reuniões internas. As reuniões vão incluir integrantes do Ministério das Relações Exteriores e da Presidência e há possibilidade de que outras pastas façam parte do debate, como a da Fazenda. Na resposta, o governo deverá defender medidas adotadas recentemente contra o crime organizado e afirmar que o país estaria aberto a cooperação internacional no combate às facções. Um integrante do governo ouvido pela BBC News Brasil em caráter reservado afirmou que o governo reconhece que a decisão dos EUA foi resultado da ação da ala bolsonarista com acesso ao governo norte-americano. A interpretação é que a ala bolsonarista teria atuado para criar um constrangimento ao governo, levando a administração petista a se manifestar contra a medida para depois ser criticada por supostamente defender facções criminosas. Ele disse ainda que um dos aspectos que mais estaria preocupando o governo são os possíveis impactos da medida junto ao sistema financeiro brasileiro. O governo teme que empresas ou bancos brasileiros possam ser sancionados por conta de eventuais vínculos comerciais ainda que involuntários com essas facções. A BBC News Brasil procurou o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Palácio do Planalto, mas não recebeu resposta até o momento. Flávio Bolsonaro defendeu designação do PCC e do CV como organizações terroristas no encontro com Trump Reprodução/Instagram/@flaviobolsonaro Cronologia da derrota A ideia de adotar sanções contra organizações criminosas brasileiras como o PCC e o CV como entidades terroristas vinha sendo estudada pelo governo norte-americano há vários anos. Em 2021, por exemplo, a Secretaria do Tesouro incluiu o PCC como uma entidade designada, uma classificação que permite impor sanções aos seus integrantes ou a empresas que mantivessem negócios com a facção. Mas o plano de designar PCC e CV como entidades terroristas ganhou força, de fato, após o início do segundo mandato de Donald Trump, em 2025. O plano vinha sendo discutido internamente pela área técnica do Departamento de Estado, com auxílio de oficiais da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Entre o final de 2025 e o início de 2026, o Departamento de Estado enviou assessores ao Brasil que se reuniram com promotores brasileiros especializados no combate ao crime organizado para obter mais informações sobre o assunto. Maio de 2025 Em maio de 2025, por exemplo, o governo norte-americano enviou o então chefe interino da estratégia de sanções do Departamento de Estado ao Brasil, David Gamble, e o assessor Ricardo Pitta. Pitta chegou a se reunir com a família Bolsonaro e, segundo o senador Flávio Bolsonaro, já naquele momento, a família defendeu a designação do PCC e do CV como organizações terroristas. O movimento foi monitorado pelo governo brasileiro que, já naquela época, via essa possibilidade como uma possível interferência norte-americana na política brasileira de combate ao crime organizado. Julho de 2025 Em julho de 2025, quando Trump impôs o tarifaço sobre produtos brasileiros, a expectativa na diplomacia brasileira era de que a medida sobre facções brasileiras poderia ser adotada naquela época, o que acabou não ocorrendo. O governo Lula, por sua vez, tentou desmontar o discurso pró-designação adotando um discurso de que a classificação das facções como organização terrorista não seria efetiva no combate ao crime organizado. Em setembro de 2025, por exemplo, Lula criticou a possível medida em seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). "É preocupante a equiparação entre a criminalidade e o terrorismo. A forma mais eficaz de combater o tráfico de drogas é a cooperação para reprimir a lavagem de dinheiro e limitar o comércio de armas. Usar força letal em situações que não constituem conflitos armados equivale a executar pessoas sem julgamento", disse Lula em uma referência a ataques que vinham sendo feito pelos Estados Unidos a embarcações na costa de países latino-americanos como Venezuela e Colômbia. O assunto continuou a ser discutido em Washington. Governo Trump classifica PCC e CV como organizações terroristas internacionais Março de 2026 A possibilidade de designação continuou a ser estudada pelo Departamento de Estado até que, no dia 8 de março deste ano, o portal UOL revelou que o governo norte-americano estava prestes a adotar a medida. A notícia fez com que o governo brasileiro montasse uma espécie de "operação de emergência" para impedir a adoção da medida. Naquele mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou por telefone com Marco Rubio sobre o assunto. Dois dias depois, no dia 10 de março, um porta-voz do Departamento de Estado divulgou uma nota reiterando que o governo norte-americano considerava as duas facções como ameaças ao país. "Os Estados Unidos consideram as organizações criminosas do Brasil — incluindo o PCC e o CV — como ameaças significativas à segurança regional, devido ao seu envolvimento no tráfico de drogas, na violência e no crime transnacional", dizia o texto. Lula passou então a defender, de forma ainda mais ostensiva, que os Estados Unidos cooperem com o Brasil no combate ao crime organizado como alternativa à designação. Ao mesmo tempo, os governos dos dois países discutiam propostas de cooperação nessa área. No dia 13 de março, o jornal Folha de S. Paulo revelou que os EUA haviam enviado um plano ao Brasil em que pediam que o país adotasse medidas para extinguir o PCC e o CV. Nas semanas que se seguiram, o esforço da diplomacia brasileira parecia ter surtido efeito e a designação não veio. Maio de 2026 O assunto, no entanto, voltou à tona nesta semana durante a visita de Flávio Bolsonaro a Washington. Ele se encontrou com o presidente Trump, seu vice, J.D. Vance e com Marco Rubio. Nos encontros, disse Flávio, ele defendeu a designação do PCC e do CV como organizações terroristas. "Batemos de novo na mesma tecla de que os Estados Unidos deveriam classificar, sim, CV e PCC como organizações terroristas. Dissemos que, se Deus quiser, a partir de 2027, o Brasil vai ser um aliado no combate ao crime organizado, diferente do atual governo, que parece proteger esses marginais", disse Flávio após o encontro com Marco Rubio, na quarta-feira. Segundo ele, Rubio teria parecido até mais favorável à proposta que Trump. Antes da viagem de Flávio, interlocutores do presidente Lula diziam que, ainda que o governo tivesse conseguido se aproximar de Trump nos últimos meses, inclusive com uma visita ocorrida há menos de um mês, a administração petista tinha a convicção de que diversos setores do governo norte-americano têm uma preferência clara pela candidatura de Flávio Bolsonaro em relação à de Lula.
I have been an application-specific IC (ASIC) designer for almost three decades. Over that time, I’ve moved through the full academic trajectory, from graduate student to full professor; later, I transitioned to industry after an unsuccessful stint at entrepreneurship. When I made the switch to the private sector in 2019, I began focusing on a critically important aspect of the electronic industry: silicon intellectual property. As much as 80 percent of the physical area in today’s most advanced chips is occupied by blocks that aren’t made for specific products or even designed by the consumer-facing companies that built them. Instead, chipmakers draw heavily on established silicon IP from companies like Arm, Cadence, Rambus, Synopsys, and the company I work for, Silicon Creations. Throughout my career, I’ve designed chips for very different purposes, including enabling the research program in my academic lab and expanding the IP portfolio of my company. When I joined Silicon Creations, I had no idea how differently the industry approaches IC design and encountered a steep learning curve. Initially, it seemed that much of my two decades of academic research and training did not directly translate to the role. I had to learn new skills and adopt a new mindset. Today, demand for ASICs is rapidly growing, driven by the need for specialized chips in the automotive sector, AI applications, and more. By one market estimate, the ASIC market is expected to grow from US $23.4 billion to $38.8 billion by 2033, and the semiconductor industry as a whole is projected to hit $1 trillion by 2030. The industry needs more chip designers—but if you’re coming from an academic background as I did, there are a few things you’ll need to know. Different goals lead to different strategies The differences between industry and academe begin with a divergence in purpose. In academia, my primary objective was to generate new knowledge: to propose a novel circuit technique, validate an unconventional architecture, or explore the limits of performance in a given domain. A successful chip is one that demonstrates a concept. In industry, it is not nearly enough to prove that something can work. The goal is to ensure that it works reliably, repeatedly, and at scale. Success is measured not by novelty but by whether the silicon meets specifications, yields as expected in production, and supports a competitive product delivered on schedule. This leads to a stark contrast in risk tolerance. Academic designs often deliberately push into unproven territory, where even partial success can yield valuable insight. In industry, however, we systematically minimize risk. The cost of failure makes first-time silicon success a central requirement—especially at advanced technology nodes, where the lithography masks used to transfer circuit designs onto silicon wafers alone can cost tens of millions of dollars. As a result, industry design flows are built around eliminating uncertainty through conservative margins, extensive validation, and careful reuse of proven solutions. “Academia explores the design space, asking what is possible, while industry exploits it, determining what is viable at scale.” This paradigm has existed since the 1970s, when application-specific chip design was established. However, the gulf between academia and industry has expanded since the mid-2010s, when FinFET technology, a 3D architecture using vertical “fins” of silicon, was widely adopted in industry. System designs are also becoming increasingly modular with the advent of chiplets. This fundamentally altered the economics and complexity of ASIC development, with design costs rising by almost an order of magnitude. Initiatives like Taiwan Semiconductor Manufacturing Co.’s University FinFET Program and new government-funded chip-design hubs now let some well-resourced universities design for more advanced architectures, but the technology is still out of reach for many academics. What the industry-academia split means in practice Consider a startup developing an ASIC. Its engineering team may have deep expertise in a particular algorithm, sensor interface, or system architecture, the features that define its competitive advantage. But it is unlikely to possess world-class expertise in every supporting function. Developing each of these blocks internally would require significant time, capital, and specialized talent. Doing so could delay market entry beyond the startup’s viability. Even large semiconductor companies face similar constraints. Advanced-node development demands intense focus. Allocating a team to redesign a standard interface block that has already been implemented elsewhere may be difficult to justify when differentiation lies at the system level, such as an inference chip’s ability to speed up neural network computations. The time it takes to move a new chip from conception to market and risk mitigation, not self-sufficiency, govern most decisions about in-house development versus outsourcing. The economics of advanced IC manufacturing reinforce this reality. When the development cost of a leading-edge chip reaches hundreds of millions of dollars, minimizing risk becomes a central design imperative. In this context, silicon IP emerged as a practical solution. Similar to how software developers rely on preexisting libraries rather than writing every function from scratch, ASIC designers license predesigned, preverified silicon blocks—such as processor cores, memory interfaces, and security engines—from highly specialized IP vendors. These blocks can then be integrated into larger, increasingly complex systems. Design scope, verification, and time horizons With the use of silicon IP, industry is able to widen the scope of its designs. Academic efforts tend to focus on block-level innovation: a new analog-to-digital converter architecture or an ultralow-noise amplifier, for instance. These designs typically abstract away many of the complexities of bringing a chip to market, such as packaging constraints, long-term reliability, and manufacturing yield. In industry, the focus shifts to system-level integration. Modern systems on chips, or SoCs, incorporate dozens or even hundreds of functional blocks. Managing signal integrity, timing, firmware interaction, and system-level validation becomes as critical as the design of any individual block. Verification philosophy also diverges sharply. In academia, the goal of verification is to demonstrate that the concept works under nominal conditions, which may not always reflect how it would perform in real applications. Even if only a fraction of fabricated chips from a multiproject wafer operates correctly, the design may still be considered a success if it validates the underlying idea. At my academic lab for instance, we used to receive 40 chips from a TSMC prototyping service and started testing them in batches of five. If the first five or 10 chips proved functional, we had already collected more than enough data for a publication. If some of them failed, we weren’t required to mention this when publishing the results. In industry, verification is exhaustive, critical, and often dominates the development schedule. Failures are measured in parts per million, and even rare anomalies are carefully analyzed and documented to identify root causes and prevent recurrence. When I started at Silicon Creations, I was surprised by the level of detail and scrutiny designs face. Differences in time horizons and economic constraints reinforce each of these contrasts. Academic projects operate on flexible timelines aligned with research and funding cycles. If I missed a deadline, I just had to wait for the next cycle. Industry projects are driven by fixed product schedules and market windows, frequently targeting costly leading-edge nodes to achieve competitive performance, power, and area efficiency. Missing a deadline can negate the value of an entire design and may have major financial consequences along the entire supply chain. In essence, academia explores the design space, asking what is possible, while industry exploits it, determining what is viable at scale. Both are indispensable, but they operate under fundamentally different definitions of success. As ASIC complexity continues to grow, understanding both perspectives will be essential for the next generation of engineers navigating the evolving semiconductor landscape. This article appears in the June 2026 print issue.
This is today’s edition of The Download, our weekday newsletter that provides a daily dose of what’s going on in the world of technology. Climate tech companies are going public. What’s next? Solar and battery company Solv Energy went public in February, hitting a $6 billion valuation. X-energy, which builds small modular nuclear reactors, followed…
This year, there’s been a wave of notable energy companies going public via IPO in the US. The solar and battery company Solv Energy went public in February, to the tune of $6 billion. X-energy, which is building small modular nuclear reactors, did the same in April, and its stocks surged on its first day…
NC AI said Thursday it had been selected as the final contractor for a government-led defense R&D project ordered by South Korea's Agency for Defense Development in a consortium with Hyundai Rotem. The project aims to develop a physical AI-based integrated simulator and modular robotic system designed to improve the operational efficiency of future manned-unmanned combat systems. Under the project, NC AI will lead development of a “world model,” a core technology regarded as essential for next-g