Dozens dead of thirst after truck breaks down in Niger desert
Forty-nine people died of dehydration in a remote part of the Sahara desert in north-west Niger after the truck transporting them broke down, authorities said on Thursday.
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Forty-nine people died of dehydration in a remote part of the Sahara desert in north-west Niger after the truck transporting them broke down, authorities said on Thursday.
When fear overrides faith, even truth becomes distorted; this is the lesson of the spies in the desert.
História do crime: Maníaco de Guarulhos afirmou ter matado mais de 50 mulheres Leandro Basílio Rodrigues ficou conhecido como o Maníaco de Guarulhos pela brutalidade dos crimes que cometeu. Ele começou a matar aos 17 anos, em Minas Gerais, e afirma ter assassinado mais de 50 mulheres entre 2006 e 2008. Mas a maior parte dos crimes nunca foi comprovada. História do Crime Maníaco de Guarulhos: o homem que afirma ter matado mais de 50 mulheres Divulgação/Polícia Civil O "Maníaco de Guarulhos " é o quinto episódio da série História do Crime, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do História do Crime, para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. RELEMBRE A HISTÓRIA. Apesar de a primeira vítima nunca ter sido identificada, Leandro contou em depoimento que a mulher era loira, magra, alta e bonita. Ele disse que matou a jovem bem próximo de onde morava com o pai, em Minas Gerais. E, depois que cometeu o primeiro assassinato, partiu para uma sequência assustadora de crimes, como quando matou a própria namorada. Leandro Basílio asfixiou a mulher, levou o corpo dela para o meio da rua, ateou fogo nela e disse aos vizinhos que estava queimando lixo. Depois, seguiu para o trabalho normalmente, como se nada tivesse acontecido. Na época ele ainda era menor de idade, então foi encaminhado a um centro de menores infratores, mas fugiu para Guarulhos, em SP. E foi nesse momento que Leandro Basílio passou a ser um maníaco, cometendo assassinatos em série. Ele escolhia mulheres fragilizadas, a maioria com dependência química e em vulnerabilidade social. Leandro atraía a vítima oferecendo drogas e quando chegava num local deserto, asfixiava a vítima até a morte. Uma característica perversa do Maníaco de Guarulhos é que ele matava a vítima e depois estuprava o cadáver dela. O crime de necrofilia foi repetido diversas vezes por Leandro em Minas Gerais, São Paulo e no Rio de Janeiro. Foi o próprio Leandro que confessou ter cometido essas ações com mais 50 mulheres. Mas nem todos os crimes puderam ser comprovados pela polícia. Ele foi condenado a mais de 100 anos de detenção.
Atleta de vôlei do interior de SP ganha destaque nacional no canto lírico Das quadras de vôlei aos palcos da música clássica, a trajetória do atleta natural de Itu (SP) e radicado em Sorocaba, Victor Hugo Miranda de Alcântara, conhecido como 'Vitão', tem chamado a atenção pela combinação de duas áreas que raramente se encontram. Ex-atleta de equipes tradicionais do voleibol brasileiro e com passagem pelo esporte europeu, o central de mais de 2 metros de altura vem conquistando reconhecimento também como cantor lírico. A paixão, cultivada desde a infância, ganhou projeção nacional neste ano após ele se apresentar na TV Globo. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Ao g1, Vitão relatou que carrega uma história marcada pela influência familiar. Filho de ex-jogadores de vôlei, ele cresceu cercado pelo esporte e decidiu seguir os mesmos passos ainda na adolescência. “Meu pai é ex-atleta de voleibol. Ele participou do Clube Banespa, Clube de Jundiaí, Palmeiras, Paulistano. Minha mãe também jogava na cidade de Cajamar. Eles se conheceram através do voleibol. Minha mãe batia na tecla que ela sentia que um dia eu ia ser jogador de vôlei", relembra Victor. LEIA TAMBÉM: Atleta brasileiro percorre 270 km em ultramaratona considerada 'uma das mais difíceis do mundo' no Deserto do Saara Empresário enfrenta 'mal da montanha', encara 'trilha de boi' e leva bandeira de cidade do interior de SP ao Campo Base do Everest Escola de dança de Sorocaba é vice-campeã em um dos maiores festivais da América Latina Pai e mãe do atleta e cantor lírico, Victor Hugo Alcântara, durante carreira esportiva Reprodução/Arquivo pessoal "Quando eu cresci, sempre pratiquei esportes. Fui fazer um teste e, nesse mesmo dia, tinha um jogo de voleibol em Campinas. Foi o primeiro jogo profissional que eu assisti, e me apaixonei. Falei pro meu pai: 'Eu quero ser um jogador profissional de vôlei', e ele levou um choque. Minha mãe também, porque ela queria muito que eu fosse um atleta. E a partir dali começou minha trajetória", completa. O início da carreira aconteceu em Campinas. Pouco depois, ele foi aprovado em uma seletiva do Esporte Clube Pinheiros e se mudou para São Paulo aos 14 anos para investir no sonho. Carreira nas quadras Atleta de vôlei do interior de SP ganha destaque nacional no canto lírico Reprodução/Arquivo pessoal O desempenho nas categorias de base rapidamente colocou Vitão em evidência. Aos 16 anos, foi convocado para um período de treinamentos com a seleção brasileira de base e, posteriormente, passou por equipes como São Bernardo e Corinthians. A estreia na Superliga Masculina de Vôlei aconteceu ainda jovem, quando defendia o São Bernardo na principal competição nacional. “Comecei a me destacar, fui para a seleção brasileira de base, infelizmente não fiquei, mas era bem disputado. Tive essa experiência, estava nos holofotes da base. Joguei em Campinas, aos 17 fui para São Bernardo, e tive a oportunidade de jogar minha primeira Superliga brasileira, primeira divisão, em São Bernardo. Graças a Deus jogava muito bem e era titular, foi uma experiência única”, relembra. Em 2019, o atleta recebeu uma proposta para atuar no voleibol austríaco. A experiência internacional durou três anos e representou uma das fases mais importantes da carreira esportiva. Atleta de vôlei do interior de SP ganha destaque nacional no canto lírico Reprodução/Arquivo pessoal Paixão que nasceu antes mesmo do esporte Embora o vôlei tenha se tornado profissão, a música sempre esteve presente em sua vida. Segundo Vitão, a influência veio principalmente da mãe, admiradora da música clássica e de artistas como Luciano Pavarotti e Andrea Bocelli. "Estava na barriga da minha mãe e ela colocava o Walkman na barriga para eu escutar. Ela sempre foi uma pessoa muito eclética, meu pai veio mais da parte do samba, do rap, do hip-hop. E a minha mãe escutava de tudo e ela amava música clássica. E ela era muito fã de Luciano Pavarotti, Andréa Bocelli, Os Três Tenores e quando fui ganhando mais idade, com meus quatro, cinco, seis aninhos, a gente escutava muita música clássica, escutava muito rock, muita música anos 1980, anos 1990 e eu fui pegando afinidade pela música", conta. O atleta revela que, por ironia do destino, o "pontapé" inicial na música surgiu em seu clube. "Quando eu fui para o Esporte Clube Pinheiros, o meu técnico, Silvio Forti, fez uma postagem na rede social de um grupo chamado Il Divo que cantava 'Amazing Grace', por eu ter a facilidade de escutar e gostar muito. Quando eu tinha uns 12 anos, tentava imitar o Elvis Presley no banheiro e comecei a tentar fazer igual", completa. Atleta de vôlei do interior de SP ganha destaque nacional no canto lírico Reprodução/Arquivo pessoal O interesse pelo canto surgiu de forma espontânea. Ainda adolescente, ele começou a reproduzir canções que escutava e passou a estudar sozinho técnicas vocais e idiomas utilizados nas obras clássicas. “Eu comecei a treinar sozinho, tentando aprender as letras, os idiomas e reproduzir a intensidade dos cantores que admirava. Com o tempo, as pessoas começaram a perceber e me incentivar”. A primeira apresentação pública aconteceu durante o período escolar, quando professores ouviram o jovem cantando e o incentivaram a se apresentar para os colegas. “Eu era muito tímido. Mas uma professora e uma diretora disseram que eu precisava cantar para a escola inteira. Foi um desafio enorme para mim”, conta. Do canto no chuveiro para o reconhecimento O talento desenvolvido de forma autodidata acabou abrindo portas para apresentações em maior escala. Neste ano, Vitão teve a oportunidade de mostrar sua voz para um público nacional através do programa da TV Globo, o Domingão com Huck, no quadro Três Minutos para Brilhar. Ele descreve a experiência como um dos momentos mais marcantes de sua vida. "Esse ano, minha mãe me inscreveu no quadro e eles ficaram extasiados na hora, 'em choque' por verem um jogador de voleibol de uma área que não tem nada a ver com a música, cantando lírico [...] Uma coisa é cantar no chuveiro e achar que canta bem. Outra é cantar para o Brasil inteiro uma música de extrema dificuldade e importância dentro da música clássica. Tem uma diferença gigantesca", relata. Apesar do nervosismo inicial, ele afirma que encarou a oportunidade como uma forma de popularizar o canto lírico e inspirar outras pessoas a perseguirem seus objetivos, mesmo quando parecem distantes. "Oportunidade de poder apresentar o que eu faço para mim, para minha família, para meus conhecidos que eu amo e mostrar isso pro Brasil inteiro. Depois de um tempo eu falei: 'Eu tenho que mostrar isso pro Brasil', eu preciso motivar e encantar as pessoas, porque eu canto de coração e alma, então que eu possa passar essa energia pras pessoas", celebra. Atleta de vôlei do interior de SP ganha destaque nacional no canto lírico Reprodução/Arquivo pessoal *Colaborou sob supervisão de Gabriela Almeida Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Only two survived after trekking more than 50km (30 miles) across the desert to alert the authorities.
Forty-nine people died of thirst in Niger when a truck broke down in a remote part of the Sahara desert, leaving its passengers stranded without water. Two survivors managed to walk 50 kilometres through the desert to a water source and then to the town of Assamaka, where they alerted authorities.
A loss of the hills to mining is boosting already dangerously hot temperatures in New Delhi, raising the risk of desertification, and worsening health problems, experts warn.
Two people, however, managed to survive after walking more than 50 kilometers on foot to a nearby water source and then onwards to Assamaka, where the pair were able to alert the authorities, the Agadez governorate said on social media. Assamaka is a main crossing point between Niger and Algeria, but also close to the Mali frontier.
The doc, 'Vision Quest,' unfolds as cameras follow Oliver and three others over the course of a four-day solo fast in California's high desert while participating in an ancient ritual.
The dead were among a group returning from Mali for a Muslim festival when they ran short of water, the Agadez governorate said The post 49 die of thirst in Niger desert after truck breaks down appeared first on Vanguard News.
De Oekraïense president Zelensky roept de Russische president Poetin in een brief op tot directe onderhandelingen. Deze gesprekken kunnen volgens Zelensky plaatsvinden in landen als Zwitserland of Turkije. "Het zijn de leiders die de belangrijkste kwesties oplossen. Dat is altijd zo geweest en dat zal altijd zo zijn." Het Kremlin zegt dat Poetin op de hoogte wordt gebracht van de brief. De kans lijkt echter nihil dat Poetin met het voorstel akkoord zal gaan. De Russische president heeft steeds gezegd dat hij alleen bereid is tot een ontmoeting met Zelensky als op dat moment een deal wordt ondertekend. Frontlinie als uitgangspunt "De huidige frontlinie is de lijn van waaruit diplomatie moet beginnen", zegt de Oekraïense leider in de brief. Hij stelt dat Kyiv er klaar voor is om alle Russische krijgsgevangen vrij te laten in ruil voor vrijlating van alle Oekraïense krijgsgevangen in Rusland. Zelensky verwijst in zijn brief naar de drone-aanval deze week op doelen in Sint-Peterburg. "Onze drones hebben een bezoek gebracht aan de opening van jouw top in Sint-Petersburg, op ruim duizend kilometer afstand. Zoals je weet is die afstand niet de limiet van ons bereik." Poetin erkent luchtafweerproblemen De Oekraïense president publiceerde de brief terwijl Poetin op een top in Sint-Petersburg de laatste vragen beantwoordde van Westerse journalisten. Hij erkende dat het Russische luchtafweersysteem tekortschiet tegen Oekraïense drone-aanvallen. "We moeten het verbeteren, versterken en dat gaan we doen", zei hij in reactie op een vraag van het Amerikaanse persbureau AP. De afgelopen maanden heeft Oekraïne herhaaldelijk Russische oliedepots geraakt ver van de frontlinie. "Tot onze spijt zijn er een aantal doorgekomen", reageerde Poetin op vragen hierover. De brief van Zelensky kwam net te laat om behandeld te worden op de persconferentie. Poetin herhaalde eisen De president werd wel gevraagd naar zijn oorlogsdoelen en of Rusland bereid is tot diplomatie. Hij herhaalde daarop de eisen die hij al eerder heeft gesteld. Poetin beweerde opnieuw dat Rusland openstaat voor een diplomatieke oplossing, maar alleen als Oekraïne toegeeft aan zijn eisen. Hij verwees naar het eisenpakket dat hij besprak met de Amerikaanse president Trump tijdens hun ontmoeting in Alaska in augustus vorig jaar. Wat er in Alaska precies besproken is, is niet bekend. President Trump zei na afloop dat hij en Poetin het over veel punten eens waren geworden, maar over sommige niet. Sommige daarvan zijn niet zo belangrijk, zei Trump, maar "één is waarschijnlijk het allerbelangrijkste." Duidelijker werd het niet, de pers kreeg niet de kans om vragen te stellen. Oekraïne heeft onlangs weer wat terreinwinst geboekt op het slagveld. Dankzij de fors opgeschroefde productie van drones weet het land het Russische leger hard te treffen, ook ver achter de frontlinies. Toch waken experts voor harde conclusies over het verdere oorlogsverloop. Oekraïne kampt nog altijd met een groot tekort aan manschappen en desertie en dienstweigering blijven een probleem.
Eight-year-old James died alongside his mum and baby brother in the early morning smash.
The Headquarters, Joint Task Force (North East), Operation HADIN KAI (OPHK), under Operation DESERT SANITY V/SIEGE OPERATIONS, has rescued civilians abducted by Boko Haram/ISWAP terrorists during an attack on Ngoshe community in Gwoza Local Government Area of Borno State. The post Troops rescue abductees, arrest Boko Haram collaborators in Borno appeared first on Vanguard News.
The documentary from Khoroldorj Choijoovanchig, exploring the environmental and human costs of mining in Mongolia, premieres at Tribeca.
A team of researchers worked grueling, hot hours in the desert to understand the history of life in Earth’s oceans after a major extinction event.
Como combater o desperdício de alimentos pode ajudar a reduzir fome Poluição, fome, aumento dos preços e prejuízos financeiros: o enorme desperdício de alimentos mundo afora causa impactos sobre a economia, o meio ambiente e a população. Cerca de 1 bilhão de toneladas de alimentos são jogadas fora por ano, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Na lavoura, falhas de planejamento e manejo podem fazer plantações se perderem e gerar excesso de oferta. Nos supermercados e feiras, muitos produtos acabam descartados porque não atendem ao padrão estético exigido pelos consumidores. Um pimentão muito pequeno, grande demais ou com manchas, por exemplo, pode ficar encalhado na prateleira até apodrecer. Para mitigar a questão, surgem iniciativas que buscam reduzir parte dessas perdas. Algumas apostam na doação de alimentos que sobrariam para pessoas em situação de vulnerabilidade. Outras difundem técnicas de manejo para ajudar produtores a aumentar a durabilidade e a qualidade das plantações. Até mesmo os resíduos orgânicos podem ganhar um novo destino. Projetos de compostagem permitem que alimentos estragados retornem à terra de forma sustentável, fechando um ciclo de reaproveitamento sem causar impactos ao meio ambiente. O g1 visitou quatro cidades de São Paulo para mostrar como essas soluções ajudam a combater o desperdício. ️➡️ Esta reportagem faz parte do sexto episódio da série "PF: Prato do Futuro", onde o g1 mostra soluções para desafios da produção de alimentos no Brasil. Combate ao desperdício e à fome Em meio aos altos índices de desperdício de alimentos, o Brasil tem quase 7 milhões de pessoas passando fome e 18,9 milhões de famílias ainda enfrentam algum grau de insegurança alimentar, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São famílias que até conseguem acessar comida, mas muitas vezes não conseguem comprar alimentos frescos, como frutas, legumes e verduras. Uma das soluções para mitigar os dois problemas são os bancos de alimentos. Neles, excedentes da produção e sobras do varejo são distribuídos a pessoas em situação de vulnerabilidade. Desde 2023, o governo investiu R$ 25 milhões na modernização desses bancos, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Esses bancos podem ser criados por empresas privadas, pela sociedade civil organizada ou por governos estaduais. Já o governo federal fica responsável por regulamentar o funcionamento deles, explica Patrícia Chaves Gentil, diretora do Departamento de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável do ministério. Os bancos podem dar suporte a projetos como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e a entidades sociais, como cozinhas solidárias. Segundo o Pacto Contra a Fome, apenas 1% das pessoas em situação de insegurança alimentar recebem alimentos redistribuídos. “Isso não resolve a fome, mas é uma ferramenta muito importante de alívio emergencial de uma crise que nós vivemos todos os dias, de as pessoas não terem o que comer”, afirma Maria Siqueira, cofundadora e diretora-executiva do Pacto Contra a Fome. O g1 visitou dois bancos de alimentos e acompanhou o dia a dia de trabalho deles: o Instituto de Solidariedade para Programas de Alimentação (ISA), de Campinas (SP), e o Sesc Mesa Brasil, que atua em todo o país e é o maior banco de alimentos privado da América Latina. (confira no vídeo no início da reportagem). Tanto o ISA quanto o Sesc Mesa Brasil fazem parcerias com comerciantes. O primeiro funciona dentro da Ceasa de Campinas e é mantido pelos permissionários. Já o segundo faz também coleta em supermercados e até mesmo em lavouras. Em ambos os casos, os produtos passam por uma triagem antes da redistribuição, para garantir que apenas produtos de qualidade cheguem às ONGs. Além de distribuir alimentos, as instituições também oferecem cursos profissionalizantes em parceria com outras organizações. No caso do ISA, os alimentos que não servem para consumo humano, mas ainda não estão estragados, são doados para pequenas propriedades rurais alimentarem seus animais. Os alimentos estragados são enviados para a Usina Verde de Campinas, onde passam por compostagem. (saiba mais abaixo). Veja também: 'Não conhecia rúcula, salsa, couve': como a agricultura mudou vidas em um deserto alimentar do Brasil Como minimizar perdas Da lavoura ao suco: como diminuir perdas no campo Tudo aquilo que é descartado ao longo da produção, da lavoura ao comércio, é chamado de perda. Além do desperdício de alimentos, isso também gera prejuízo financeiro para os produtores. As perdas podem ser evitadas com técnicas adequadas. É o caso do produtor Emílio Cesar Favero, sócio e diretor da Alfacitrus, que cultiva cítricos como laranja, limão e tangerina. O g1 visitou a fazenda dele em Santa Maria da Serra (SP) e a indústria em Engenheiro Coelho (SP). (Veja no vídeo acima). Uma das técnicas usadas é a colheita manual com monitoramento para identificar o momento certo da retirada das frutas. Assim, é possível evitar que elas estraguem no pé. A colheita manual também previne danos às frutas e ajuda a aumentar sua durabilidade. Além disso, os produtos são transportados em caixas plásticas, que oferecem menos risco de contaminação do que as de madeira. Na indústria, a estratégia é aproveitar o máximo possível das frutas. As que atendem ao padrão para venda in natura são higienizadas e recebem uma camada de cera para aumentar a durabilidade. Já as que não têm o tamanho ideal ou apresentam manchas, mas estão em perfeitas condições de consumo, são enviadas para o preparo de suco. As frutas estragadas vão para a compostagem e depois retornam à lavoura como adubo. Essa triagem é feita em diversas etapas, com análise humana e também por inteligência artificial. O sistema tira cerca de 30 fotos de cada fruta para avaliar suas condições e definir seu destino.. Segundo Favero, os principais fatores que ainda causam perdas são pragas, doenças e problemas climáticos, como geadas e secas. Ele afirma que as pragas exigem manejo constante e que o clima pode surpreender os produtores. Saiba também: Como a chegada da internet mudou a vida de agricultores em 4 anos Reciclando os alimentos Usina verde transforma alimentos desperdiçados em adubo O desperdício causa prejuízos ao meio ambiente. Isso porque, ao se decompor, o alimento gera gases de efeito estufa, como o metano. Ele também produz chorume, que contamina o lençol freático. Estima-se que os alimentos descartados em aterros gerem entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, segundo o Pnuma. Por isso, a compostagem pode ser uma solução ao transformar esses alimentos em adubo. O g1 visitou a Usina Verde de Campinas, que recebe todos os alimentos que estragam na Ceasa da cidade, diminuindo a necessidade de lixões. (veja no vídeo acima) O fertilizante produzido é usado em hortas urbanas, canteiros e parques da cidade, ajudando a reduzir esse tipo de custo de manutenção. Além dessas iniciativas, em 2025, foi lançada a Estratégia Intersetorial para Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos, instituída por meio de Resolução da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan). A iniciativa conta com parceria com instituições científicas, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e ainda está em fase de formulação. Leia também: Como calor e seca afetam alimentos e já deixam o café mais caro O que explica o desperdício de alimentos no Brasil, enquanto milhões passam fome Créditos deste episódio da série 'PF: prato do futuro' Coordenação editorial: Raphael Martins Edição e finalização de vídeos: Cadu Lando Narração: Vivian Souza Reportagem: Vivian Souza Produção: Vivian Souza Roteiro: Vivian Souza Coordenação de vídeo: Tatiana Caldas e Mariana Mendicelli Coordenação de arte: Julio Dubiella Ilustração e infografia: Bruna Azevedo Fotografia: Cadu Lando e Kaique Mattos Motion Design: Thalita Ferraz Mais vídeos da série "PF: prato do futuro" Cafezinho em risco: como sombra de árvores pode ser solução para aumento da temperatura Prato do Futuro: como o acesso à internet melhora a vida no campo
The bus lurched to a halt on the long, dry highway that takes you from Gwadar to Turbat. A clutch of men jumped out and sprinted towards the makeshift bathroom by the road. Some of them scattered into the bushes. Back in the bus, anchored to their seats, women stared out of the windows stiffly. They must have done the math before boarding: drink enough water to bear the heat, but not so much that you need to empty your bladder. Gwadar to Turbat is a short two hours. But it is eight long ones if you are heading to Karachi. A washroom on the Makran Coastal Highway between Turbat and Gwadar Balochistan’s new and smooth highways are praised as corridors of connectivity and trade and promise progress for a place that has long been politically and geographically distant from the rest of Pakistan. Motorway 8 goes from Ratodero to Gwadar, the N-10 runs along the Makran coast, the N-25 RCD Highway connects Quetta to Karachi and the N-40 that meanders towards the Iran border from Quetta to Taftan. But the praise for this network does not make up for the lack of safe and accessible public bathrooms for hundreds of kilometers. Where you do find one, it is rudimentary at best, a hole in the ground, a door that won’t close or lock and almost never any running water. To make matters worse, the women’s toilets are usually located in male-dominated spaces, such as roadside motels, dhabas, and bus stops. In Surab, washrooms are attached to the mosques and are strictly off limits for women. This neglect is now being challenged in court by Kulsoom Baloch, Fauzia Shaheen and Dr Quratulain Bakhtiari. They filed a complaint in the Balochistan High Court, arguing that the highways are deliberately designed to prioritise the cold mechanics of commerce at the expense of human safety, accessibility and equity. They said that the long stretch between Mastung and Kalat is the worst affected. There isn’t a single restroom for women when you travel from Quetta to Makran through Kalat and Mastung. The Karachi to Quetta-Chaman N-25 Highway is being widened into a double carriageway but toilets for women are missing from the plan. The government has to provide sanitation which is a constitutional right as Article 9 guarantees the right to life and dignity, 14 protects the dignity of the people and privacy at home, and 15 ensures the right to movement. “Men are socially free,” says Kulsoom. “They can go anywhere for nature’s call. Women are restricted socially and culturally, and their biological needs are different.” Unusable washrooms in Ormara and Gwadar Fatima, 46, describes one of her experiences. She was travelling from Turbat to Karachi for eye surgery with her husband and daughter. The bus had been on the road for a couple of hours until it stopped near a roadside hotel in Ormara. Ormara, located in Gwadar along the Makran Coastal Highway, is often the first and only major stop for buses travelling from Turbat and Gwadar to Karachi. During this journey, the first stop is usually this deserted hotel in Ormara, where bus drivers and conductors often receive free meals in exchange for bringing passengers. There were four bathrooms, supposedly for men and women both, and all of them were broken, dirty, and without door locks. She entered the dingy bathroom but her eyes kept darting towards the ajar door. Her daughter came to the rescue. “She held the door while I was inside … we had no other choice,” she says. “There’s a lingering fear that men nearby can see you. It feels humiliating.” At Gwadar’s Zero Point, which is about 90km from Hub town, there are two bathrooms, but both are unusable. “When the vehicle stops for security checks,” says Kulsoom, “women looking to use a bathroom are told to, ‘go as far as you can’.” The story is the same from Yousuf Goth Terminal in Karachi, used by passengers from Balochistan daily, to Khuzdar’s Chamrock Hotel and Restaurant (another bus stop). Dozens of women line up inside warehouses, waiting their turn to use the few available toilets. Women who regularly need to travel fall sick with urinary tract infections, diarrhoea and dehydration. Urologists warn that holding urine for hours on end causes bladder infections and serious kidney problems. In many parts blanket bans on night-time public transport are imposed when there is a threat of violence. Protests, road blockades, security checks and insurgent raids often leave women stranded for hours, if not days. A student, Saadia, was stuck on the M-8 Motorway for two days last year. “We did not have proper food, water or basic facilities. At one point, we walked several kilometres to a nearby bazaar just to use a bathroom,” she says. The only washroom at the Talaar Checkpost with proper signage and running water Saif owns a hotel on the Makran Coastal Highway at Ormara. He handles 15 to 20 buses daily with each bus carrying roughly 400 passengers. This means up to 800 travellers use his 19 bathrooms every single day. “Business is very weak these days, and on top of that, there is a major water issue,” he says. A broken sewerage system and chronic power failures cripple his efforts to maintain hygiene. He tried introducing a Rs10 upkeep fee to pay a dedicated cleaner but most passengers cannot afford to pay even this amount. He appealed to the transport companies to subsidise the maintenance cost as their passengers benefit from the stopovers without contributing towards sanitation. “The buses only stop for meals and then leave. We have spoken to bus operators time and again but they don’t cooperate,“ he says. It would cost around Rs300,000 to Rs400,000 to build good quality bathrooms. The local authorities hardly help small business owners like Saif who they fine instead of assisting with infrastructure grants or water tankers. “The Assistant Commissioner came once and fined me without any prior warning,” says Saif. He ordered him to build a chabutra (a raised platform) in the bathrooms but didn’t offer any financial support. The Balochistan Development Statistics report of 2018-2019 says the province has 42,911 kilometres of roads, with national and provincial highways connecting districts and towns. International highway design guidelines say that key rest areas should be constructed every 80km to 100km, with smaller stop points at every 50km. Washrooms along the route from Quetta to Makran If such designs were applied, the 653km Makran Coastal Highway for instance, would need at least seven rest stops. The 892km M-8 would need eight and the 487km N-85 Surab-Panjgur-Hoshab highway would need five. To pull this off, safe gender-segregated resting areas should be built in towns along these routes such as Awaran, Turbat, Gwadar, Chaghi, Pasni, and Ormara. In more isolated stretches, eco-friendly and water-efficient technologies could be viable alternatives to provide these spaces lighting, clear signage and proper maintenance systems. And infrastructure is only as good as the insight behind it. If women are not included in the designing, the facilities will fall short of their needs. As Kulsoom Baloch says, “True development begins with the basics. In Balochistan, it is always the opposite. Roads are constructed first, celebrated as progress.” No one even thinks of toilets.
The states have serious pharmacy access problems, and it’s about to get worse. State lawmakers seeking to address real healthcare concerns are pursuing policies that risk making it even harder for everyday Americans to access care at their local pharmacy. Nearly 57 million Americans live in a pharmacy desert, generally defined as a high-poverty area […]
CCTV cameras caught the carnivorous marsupial skulking around deserted grounds at 4am Tuesday morning Follow our Australia news live blog for latest updates Get our breaking news email, free app or daily news podcast A search is under way on Queensland’s Gold Coast for a missing Tasmanian devil who escaped her enclosure in a daring early morning dash caught on camera. The devil, named Mary, did a Houdini from the Paradise Country theme park, escaping from quarantine in the early hours of Tuesday. Continue reading...