"CLINTON" · 총 22건
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최근 7일 기준 88,190건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 4,287건(4.9%)·중립 81,760건(92.7%)·부정 2,143건(2.4%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 14.8(중도 균형)입니다.
EN VIDÉO - L’ex Première des États-Unis et candidate à la présidentielle de 2016 était l’invitée outre-Atlantique de Mohamed Bouhafsi. L’occasion pour elle de partager ses souvenirs après la mort de l’épouse de Jacques Chirac.
A letter signed by more than 40 Republicans in Congress claimed Buyer was ‘targeted by the deep state’ due to his involvement in Clinton’s trial
Democrats are lying about illegal immigration again. This time, they are doing it at Delaney Hall, an illegal immigration detention facility in Newark, New Jersey. It originally opened in 2000, when Bill Clinton was president. Between 2011 and 2017, during which Barack Obama was president for most of the duration, Delaney held illegal immigrant detainees. […]
Actors Mary Steenburgen and Ted Danson are selling one of the most significant homes in their property portfolio, where they hosted A-list guests, including Tom Hanks and President Bill Clinton.
This has not gone the way Mark Tushnet thought. Ten years ago, when Tushnet, then a professor at Harvard Law School, sketched out a vision of a resurgent left-wing jurisprudence in a post on the legal affairs blog Balkinization, he was imagining a much different future. A better, brighter one. Hillary Clinton was on her […]
EUA decidem classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas O governo dos Estados Unidos anunciou, ontem (28), que vai classificar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. No Brasil, porém, grupos criminosos só recebem essa designação em situações específicas previstas na legislação. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Na legislação brasileira, terrorismo é definido pela prática de atos violentos "por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos para provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio ou a paz pública". Em maio do ano passado, após ser questionado por uma comitiva americana sobre o assunto em uma reunião no Ministério da Justiça, o então secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sabburro, explicou a diferenciação brasileira. “Estas organizações criminosas [brasileiras] não têm qualquer viés ideológico, não têm qualquer viés político, religioso, não querem mudar o sistema. Muito pelo contrário, elas pretendem a prática de infrações penais, lavagem de dinheiro”, afirmou o secretário. LEIA TAMBÉM: Brasil pode ser invadido pelos EUA, como aconteceu com a Venezuela? Entenda Governo brasileiro teme interferência dos EUA no Brasil; entenda Ou seja, a motivação é o que diferencia um grupo terrorista de uma facção criminosa no Brasil. Terroristas costumam buscar fins ideológicos ou políticos, enquanto facções como o PCC ou o CV visam o lucro, especialmente por meio do tráfico de drogas, armas e crimes financeiros. Thiago Bottino, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas do Rio, explicou ao g1 em entrevista realizada em março deste ano, que a busca pela desestabilização do Estado é outro fator para diferenciar facções criminosas de grupos terroristas. "Um ato terrorista quer desestabilizar o governo. Já organizações criminosas como as nossas não querem desestabilizar governo nenhum, muito pelo contrário. Quanto mais estável for a situação, melhor para atividades criminosas deles", diz. Já nos EUA, a decisão segue critérios definidos em lei e passa por diferentes etapas dentro do governo. Segundo o Departamento de Estado dos EUA, três condições precisam ser atendidas para que uma organização receba a designação: ser estrangeira; estar envolvida em atividade terrorista ou ter capacidade e intenção de realizá-la; representar ameaça à segurança de cidadãos ou à segurança nacional dos EUA. A classificação é baseada em um dossiê com informações de fontes abertas e sigilosas que comprovem o cumprimento dos critérios legais. A decisão cabe ao secretário de Estado, em consulta com o Departamento de Justiça e o Tesouro. Depois, a medida é comunicada ao Congresso, que tem sete dias para analisar a ordem. PCC e CV se juntam a Al-Qaeda e Hamas em lista de terroristas Conhecidas nos Estados Unidos pela sigla FTO (Foreign Terrorist Organizations), essas organizações são grupos estrangeiros envolvidos em atividades terroristas ou que tenham capacidade ou intenção de realizar atos desse tipo. Além disso, segundo a legislação americana, essas organizações representam uma ameaça à segurança dos EUA. A lista foi criada em 1996, durante o governo de Bill Clinton. Na época, o Congresso americano aprovou a Lei Antiterrorismo e de Pena de Morte Efetiva (Antiterrorism and Effective Death Penalty Act) para reforçar o combate ao terrorismo. Em outubro de 1997, os Estados Unidos fizeram as primeiras designações e incluíram uma série de organizações na lista. Entre elas estavam Hamas, Hezbollah e a Frente de Libertação da Palestina. Veja alguns dos grupos classificados como terroristas pelos EUA: Hamas — Palestina (1997) Hezbollah — Líbano (1997) Sendero Luminoso — Peru (1997) Al-Qaeda — Afeganistão/Paquistão (1999) Estado Islâmico — Iraque/Síria (2004) Al-Shabaab — Somália (2008) Boko Haram — Nigéria (2013) Cartel de Sinaloa — México (2025) Tren de Aragua — Venezuela (2025) Mara Salvatrucha — El Salvador (2025) LEIA A MATÉRIA COMPLETA: Com designação dos EUA, PCC e CV se juntam a Estado Islâmico, Al-Qaeda e Hamas em lista de terroristas Presos fazem rebelião na Penitenciária de Junqueirópolis, em São Paulo, em 14 de maio de 2006. O motim começou às 7 da manhã, quando familiares entravam para a visita. Os rebelados subiram no telhado e prenderam faixas na caixa d´água com os dizeres: 'PCC, paz, justiça e liberdade' e 'Contra a Opressão' Alex Silva/Estadão Conteúdo/Arquivo
The former First Lady sounded off on social media on Friday as a temporary Ultimate Fighting Championship arena was being erected near construction at the East Wing.
The Trump administration said it will appeal a judge’s authority to order across-the-board refunds of all tariffs ruled illegal by the US Supreme Court, potentially injecting legal chaos into a claims process that’s already underway.The Justice Department filed notice on Friday that it will appeal a court order compelling customs authorities to recalculate all import taxes that the administration collected under President Donald Trump’s use of a 1970s-era emergency powers law.Also read: US says $20.6 billion of tariff refunds on the way to importersUS Customs and Border Protection launched a new online portal to process refund claims on April 20, signaling that it intended to repay at least some of the approximately $166 billion in levies struck down by the Supreme Court earlier this year. But even as the administration has moved forward with that plan, the Justice Department declined to concede that a judge could exercise nationwide power to oversee the process, leaving open the possibility of another legal fight. “For that reason, defendants intend to appeal the court’s universal injunction and to seek a stay of the injunction except as to the particular importer plaintiffs in each case in which the Court has entered the injunction,” the Justice Department said in the court filing Friday.In a 6-3 decision in February, the Supreme Court held that Trump’s use of the International Emergency Economic Powers Act, or IEEPA, to impose sweeping global tariffs was unlawful. They were silent on the question of refunds, however, sending the litigation back to the US Court of International Trade in Manhattan to determine next steps. Trade Judge Richard Eaton, appointed under former President Bill Clinton, was assigned to preside over thousands of lawsuits importers filed seeking to recoup the taxes they had paid before the Supreme Court ruled. Eaton ordered the customs agency to recalculate tariff amounts for all importers who paid the contested levies, not just the companies that had sued. The government also committed to paying interest on any refunds.Uncertainty has loomed about whether officials would oppose repaying the full amount. Eaton has mostly held non-public court hearings to discuss the government’s progress, but he indicated in a public order there was disagreement about how to handle tariffs that became final, a process that happens automatically on a rolling basis.Also read: US companies, shamed by Trump, tiptoe into $166 billion tariff refund race A customs official had also disclosed in court filings that the first phase of the refund portal roll-out wouldn’t be able to handle a significant proportion of the import entries at issue, and didn’t provide a concrete schedule for expanding the system’s capabilities to deal with more complicated claims.Trump, meanwhile, lambasted the Supreme Court’s decision and suggested that companies that didn’t seek refunds could reap political benefits in the future, saying that he would “remember them.”Separate from the IEEPA legal wrangling, the Trump administration is before the trade court defending a new round of global tariffs that the president imposed under a different law shortly after he lost in the Supreme Court.A three-judge panel declared the policy unlawful. But a federal appeals court temporarily paused that ruling while it weighs the government’s request for a longer-term order allowing customs authorities to continue collecting the levies as the court fight proceeds.
The Clinton appointee's ruling blocking the fund is in line with her past decisions against the Trump administration.
Entenda por que o RS é um dos únicos estados do Brasil sem atuação do Comando Vermelho O Rio Grande do Sul se mantém como um dos poucos territórios no Brasil sem controle territorial direto do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV), facções que o governo dos Estados Unidos anunciou que vai incluir em sua lista de Organizações Terroristas Estrangeiras. 🔍 A medida americana, divulgada nesta quinta-feira (28), entra em vigor em 5 de junho e equipara os grupos brasileiros a organizações como Al-Qaeda, Hamas e Estado Islâmico. A lista, criada pelo governo de Bill Clinton em 1996, visa identificar grupos estrangeiros que realizam atividades terroristas ou representam risco à segurança dos Estados Unidos. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Apesar do alcance internacional que embasa a decisão norte-americana, o PCC e o Comando Vermelho esbarram na organização local gaúcha. Dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) apontam que o estado é, ao lado de São Paulo e do Distrito Federal, um dos únicos locais do país onde o CV não possui células dentro do sistema carcerário. No caso do PCC, a aproximação no estado ocorre apenas por viés comercial e por influência estrutural. Especialistas apontam que uma das facções da Região Metropolitana, originada nas cadeias gaúchas, apresenta semelhanças com a organização paulista no modo de atuação e na capacidade de infiltração em diferentes segmentos formais. Na prática, o contato ocorre no fornecimento de drogas. Esse negócio logístico teve impactos diretos: em 2016 e 2017, a disputa nacional entre PCC e Comando Vermelho pelo controle do tráfico resultou em um aumento expressivo da violência armada também no estado. Mapa do Comando Vermelho no Brasil Reprodução/Fantástico LEIA TAMBÉM: Entenda por que o RS é um dos únicos estados do Brasil sem atuação do Comando Vermelho RS teve pior prisão do país e grupo criminoso inspirado em facção carioca O que se sabe sobre a designação de CV e PCC como organizações terroristas pelos EUA Especialistas de segurança pública indicam que isso ocorre porque o crime organizado no estado desenvolveu um ecossistema próprio muito antes de os grupos do eixo Rio-São Paulo iniciarem a expansão nacional. "Esses grupos se organizaram antes da expansão nacional do Comando Vermelho e acabaram ocupando o espaço de poder criminal de forma autônoma", explica Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, professor da Escola de Direito da PUCRS e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A primeira facção gaúcha foi originada no antigo Presídio Central de Porto Alegre, que já chegou a ser considerado a pior cadeia do Brasil, logo após um grande motim ocorrido em 1987. Esse grupo pioneiro fragmentou-se ao longo dos anos 1990 e 2000. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública registra que o estado chegou a reunir cerca de dez facções diferentes ao mesmo tempo. Essa alta concentração gerou concorrência, e as lideranças criminosas do Rio Grande do Sul criaram um pacto cultural de resistência, não cedendo espaço aos grupos externos. Em vez de disputarem apenas a capital, as quadrilhas gaúchas se anteciparam e interiorizaram o domínio territorial, ocupando espaços que poderiam atrair facções forasteiras. O juiz de Direito Sidinei Brzuska, com mais de duas décadas na Vara de Execuções Criminais (VEC) de Porto Alegre, destaca que, nos últimos anos, se intensificou a expansão das facções do estado para o interior. "Praticamente todas as prisões mais relevantes são dominadas. Pararam de disputar pontos de tráfico aqui [Porto Alegre] e foram dominar cidades que ainda não tinham crime organizado, ampliaram a base territorial. Não ficou vácuo de poder para gente de fora vir aqui ocupar", avalia. Autor do longa-metragem "Central - O poder das facções no maior presídio do Brasil" e do livro "Falange gaúcha", o jornalista especializado em segurança pública Renato Dornelles cita ainda a identidade cultural. "A dificuldade do CV em entrar no sistema penitenciário gaúcho tem muito disso. É uma espécie de pacto informal das facções daqui, para nenhuma ceder espaço para facção de fora. Também é uma questão cultural", pontua. A Secretaria da Segurança Pública do RS considera que o estado é "notabilizado por características socioculturais muito peculiares" e que "está distante do centro do país e de suas principais rotas logísticas". "Esses dois fatores socioculturais e geopolíticos se somam a ação vigilante e contundente dos órgãos de segurança pública gaúchos", alega a pasta. Megaoperação contra o Comando Vermelho tem mais de 60 mortos e mais de 80 presos Mauro Pimentel/AFP VÍDEOS: Tudo sobre o RS
A federal judge temporarily blocked the Department of Justice’s $1.776 billion “anti-weaponization fund” aimed at compensating allies of President Donald Trump and others who say they were politically targeted by the DOJ during the Biden administration. U.S. District Judge Leonie Brinkema, an appointee of former President Bill Clinton, issued a temporary halt on any actions […]
A federal judge appointed by Bill Clinton has blocked Donald Trump from moving forward his plans to create a $1.8 billion taxpayer 'slush fund' to compensate his political allies.
EUA decidem classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28) que vai incluir as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida entrará em vigor em 5 de junho. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Conhecidas nos Estados Unidos pela sigla FTO (Foreign Terrorist Organizations), essas organizações são grupos estrangeiros envolvidos em atividades terroristas ou que tenham capacidade ou intenção de realizar atos desse tipo. Além disso, segundo a legislação americana, essas organizações representam uma ameaça à segurança dos EUA. A lista foi criada em 1996, durante o governo de Bill Clinton. Na época, o Congresso americano aprovou a Lei Antiterrorismo e de Pena de Morte Efetiva (Antiterrorism and Effective Death Penalty Act) para reforçar o combate ao terrorismo. Em outubro de 1997, os Estados Unidos fizeram as primeiras designações e incluíram uma série de organizações na lista. Entre elas estavam Hamas, Hezbollah e a Frente de Libertação da Palestina. Ao longo dos anos, outros grupos receberam a mesma classificação, como a Al-Qaeda (1999), o Estado Islâmico (2004) e o Cartel de los Soles (2025). Atualmente, 94 organizações integram a lista de organizações terroristas dos Estados Unidos. Veja a seguir: Hamas (1997) Hezbollah (1997) Frente de Libertação da Palestina (1997) Jihad Islâmica Palestina (1997) Frente Popular para a Libertação da Palestina (1997) Comando-Geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina (1997) Partido/Frente Revolucionária de Libertação do Povo (1997) Sendero Luminoso (1997) Grupo Abu Sayyaf (1997) Harakat ul-Mujahidin (1997) Partido dos Trabalhadores do Curdistão (1997) Tigres de Libertação do Tamil Eelam (1997) Exército de Libertação Nacional (1997) Al-Qaeda (1999) Movimento Islâmico do Uzbequistão (2000) Novo Exército Republicano Irlandês (2001) Lashkar-e-Taiba (2001) Jaish-e-Mohammed (2001) Jemaah Islamiya (2002) Partido Comunista das Filipinas/Novo Exército do Povo (2002) Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (2002) Asbat al-Ansar (2002) Brigada dos Mártires de Al-Aqsa (2002) Lashkar-i-Jhangvi (2003) Estado Islâmico (2004) Exército Republicano Irlandês da Continuidade (2004) Ansar al-Islam (2004) União da Jihad Islâmica (2005) Al-Shabaab (2008) Movimento da Jihad Islâmica em Bangladesh (2008) Brigadas do Hezbollah (2009) Luta Revolucionária (2009) Al-Qaeda na Península Arábica (2010) Jaysh al-Adl (2010) Tehrik-e Taliban Paquistão (2010) Movimento da Jihad Islâmica (2010) Exército do Islã (2011) Mujahideen Indianos (2011) Rede Haqqani (2012) Brigadas Abdallah Azzam (2012) Jemaah Anshorut Tauhid (2012) Ansar al-Dine (2013) Boko Haram (2013) Ansaru (2013) Batalhão Al-Mulathamun (2013) Estado Islâmico Província do Sinai (2014) Ansar al-Sharia em Benghazi (2014) Ansar al-Sharia em Darnah (2014) Ansar al-Sharia na Tunísia (2014) Exército dos Homens da Ordem Naqshbandi (2015) Al-Qaeda no Subcontinente Indiano (2016) Estado Islâmico na Líbia (2016) Estado Islâmico Província de Khorasan (2016) Hizbul Mujahideen (2017) Grupo de Apoio ao Islã e aos Muçulmanos (2018) Brigadas Al-Ashtar (2018) Estado Islâmico no Grande Saara (2018) Estado Islâmico na África Ocidental (2018) Estado Islâmico nas Filipinas (2018) Estado Islâmico em Bangladesh (2018) Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (2019) Liga dos Justos (2020) Movimento dos Braços do Egito (2021) Estado Islâmico na República Democrática do Congo (2021) Estado Islâmico em Moçambique (2021) Segunda Marquetalia (2021) Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (2021) Cartel de Sinaloa (2025) Cartel Jalisco Nova Geração (2025) Cartel del Noreste (2025) Nova Família Michoacana (2025) Cartel do Golfo (2025) Cartéis Unidos (2025) Tren de Aragua (2025) Mara Salvatrucha (2025) Ansarallah (2025) Viv Ansanm (2025) Gran Grif (2025) Exército de Libertação do Baluchistão (2025) Los Choneros (2025) Los Lobos (2025) Harakat al-Nujaba (2025) Harakat Ansar Allah al-Awfiya (2025) Kata'ib Sayyid ul-Shuhada (2025) Brigadas Imam Ali (2025) Barrio 18 (2025) Federação Anarquista Informal/Frente Revolucionária Internacional (2025) Justiça Proletária Armada (2025) Autodefesa Revolucionária de Classe (2025) Antifa Leste (2025) Cartel de los Soles (2025) Clã do Golfo (2025) Irmandade Muçulmana do Líbano (2026) Irmandade Muçulmana do Sudão (2026) LEIA TAMBÉM Assessor de Lula diz que segurança é tema 'nacional' e que 'pretexto para intervenção é inaceitável' EUA classificam PCC e Comando Vermelho como 'organizações terroristas estrangeiras' e 'terroristas globais'; entenda a diferença Por que Lula não queria que EUA classificassem facções PCC e CV como organizações terroristas Hamas governou a Faixa de Gaza por quase 20 anos AFP via Getty Images PCC e CV no radar Em comunicado, os EUA afirmaram que CV e PCC estão entre “as organizações criminosas mais violentas do Brasil” e disseram que os grupos “comandam milhares de integrantes” e são responsáveis por “ataques brutais” contra policiais, autoridades públicas e civis. Em uma rede social, o secretário Marco Rubio afirmou que a atuação das facções ultrapassa as fronteiras brasileiras e alcança outros países da região e os Estados Unidos. “O governo Trump continuará usando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional e cortar financiamento e recursos de narcoterroristas”, escreveu. O governo americano disse ainda que a medida reforça o compromisso da administração Trump de “desmantelar cartéis e organizações criminosas” na região. Nos bastidores, o governo Lula atuava para tentar impedir que os Estados Unidos adotassem a medida. A avaliação no Palácio do Planalto é que a classificação como grupo terrorista abriria margem para ações mais duras dos Estados Unidos. Em um cenário extremo, os norte-americanos poderiam usar esse argumento para conduzir uma operação militar no Brasil, como já ocorreu em outros países. Especialistas em segurança pública também argumentam que a legislação brasileira de combate a facções criminosas prevê penas mais duras do que a lei antiterrorismo. Uma fonte ouvida pelo repórter Guilherme Balza, da GloboNews, afirmou que o governo brasileiro não foi avisado da medida. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1
Trump officials have requested designs for the bill, potentially paving the way for a living person to appear on US currency for the first time in over 150 years
During a 1998 trip to Uganda, President Bill Clinton provided what many historians considered to be the first apology by the United States for its role in the trans-Atlantic slave trade. Speaking before a school in the Ugandan capital of Kampala, Clinton apologized for “European Americans” benefiting from the “fruits of the slave trade.” “And […]
Former Secretary of State Hillary Clinton took a swing at the Trump administration over a reported push for President Trump to be on a $250 bill. The Washington Post reported Thursday that the Bureau of Engraving and Printing, which is charged with priting U.S. currency, had been pushed by Trump administration officials to create a...
Democrats love wearing costumes. Think of Hillary Clinton walking around talking about hot sauce, or Kamala Harris changing her accent depending on where she is. It’s rare that a Democrat wins — particularly in a red or a purple state — by preaching openly for weakness on foreign policy or transing the kids or raising ...
Compare what Bill Clinton did with Monica Lewinsky to what "Subject Judge" did with her paramour.
Bill Clinton should have been impeached for committing a felony, not for his relationship with Monica Lewinsky, Newt Gingrich says Read Full Article at RT.com