Román, vibrante Puerta Grande con un victorino de bandera
El torero valenciano protagoniza una apasionante e imperfecta faena a un toro muy encastado, codicioso y exigente; Morenito de Aranda y Fernando Adrián, por debajo de toros nobles y sosos
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El torero valenciano protagoniza una apasionante e imperfecta faena a un toro muy encastado, codicioso y exigente; Morenito de Aranda y Fernando Adrián, por debajo de toros nobles y sosos
A Proteforte marcou território na Construsul BC, em Balneário Camboriú, consolidando-se como um dos estandes mais visitados e dinâmicos da feira. Com foco em inovação e no “Casca Grossa" na proteção de piso para obra e reforma, a marca apresentou sua solução inovadora para proteção de pisos, atraindo a atenção de construtores, lojas e distribuidores. O grande destaque da participação foi a presença vibrante do embaixador da marca, o lendário lutador Wanderlei Silva. A presença de Wanderlei não apenas atraiu uma multidão de visitantes, mas simbolizou perfeitamente os valores da Proteforte: resistência, proteção e a garra necessária para vencer os desafios no canteiro de obras. "Estar na Construsul BC é uma oportunidade de mostrar que a Proteforte não entrega apenas um produto, mas sim tranquilidade para o construtor na proteção de pisos.", destaca Bruna Hörlle diretora comercial da Proteforte. Conexões e Novos Negócios Além do clima de celebração, a feira foi um ambiente fértil para o networking. A Proteforte recebeu centenas de clientes e parceiros, fortalecendo relacionamentos antigos e abrindo portas para novos negócios em Santa Catarina e em todo o Brasil. A equipe técnica esteve à disposição para demonstrar a superioridade do material e como a economia gerada pela proteção correta pode impactar positivamente o orçamento de uma obra. Reconhecimento da Organização O sucesso da Proteforte no evento foi endossado pela própria organização da feira. Paulo Richter, Diretor da Construsul BC, fez questão de visitar o estande e conhecer de perto as soluções apresentadas. Em sua visita, Richter destacou a importância de contar com expositores que elevam o nível técnico do evento: "É fundamental para a Construsul BC ter marcas como a Proteforte, que trazem soluções práticas e inovadoras para os desafios reais da construção civil.", afirmou o diretor. Initial plugin text Compromisso com a Qualidade Mais uma vez, a Proteforte demonstrou por que é referência no mercado da construção. O compromisso com a qualidade e a busca constante por inovação foram os pilares que sustentaram a participação da marca nesta edição da Construsul BC. Com o encerramento do evento, a Proteforte segue com o cronograma de expansão, levando suas soluções para as maiores obras do país e reafirmando que, quando o assunto é proteger o piso, tenha o verdadeiro casca grossa no seu canteiro de obra. Confira o resumo deste evento: Initial plugin text
Com seu ar cosmopolita, Vancouver foi cenário de filmes e séries que fizeram sucesso no mundo todo. Crédito: Global Tourisme Escolher o Canadá como destino de viagem é uma decisão que amadurece e se transforma em uma grata surpresa. O país, jovem e vibrante, surge hoje como um lugar fascinante e repleto de potencial para viagens de lazer. É uma verdadeira joia a ser descoberta! Sendo um dos países que mais promove a qualidade de vida no mundo através de uma cultura rica, infraestrutura impecável, lazer acessível, saúde pública exemplar e educação de ponta, o Canadá se consolida cada vez mais como o lugar perfeito para se visitar e aproveitar as férias ao máximo. Toronto e Vancouver, carinhosamente chamadas de "Hollywoods do Norte", servem de cenário para filmes e séries famosas que encantam multidões. Em Toronto, por exemplo, foram gravadas séries como The Handmaid's Tale, Suits & The Boys. Vancouver serviu de cenário para séries como Arquivo X, Smallville e Lúcifer, entre outras. Entre os muitos filmes que foram gravados na cidade estão Deadpool, Cinquenta Tons de Cinza e Missão: Impossível - Protocolo Fantasma. Da mesma forma, a província de Quebec brilha nas telas do cinema global como cenário do filme O Curioso Caso de Benjamin Button e a série Yellowjackets, entre tantas outras produções da sétima arte. O mais curioso e encantador é perceber que aquelas paisagens incríveis e cidades deslumbrantes que tanto admiramos na TV estão bem ali, ao nosso alcance, em solo canadense. Todas as cidades são extremamente limpas, organizadas e pulsam com opções de lazer durante o ano inteiro. As quatro estações bem definidas pintam cenários diferentes a cada viagem, proporcionando experiências diversas e um rico aprendizado cultural. É a oportunidade perfeita para descobrirmos como nos vestir e nos sentir incrivelmente confortáveis em qualquer clima. Se aqui no Brasil nós dominamos a arte de aproveitar o verão, o Canadá nos ensina a abraçar e curtir o inverno com total aconchego. Com as roupas tecnológicas certas, criadas especialmente para manter o bem-estar em temperaturas extremas, a neve vira sinônimo de diversão. O Canadá oferece entretenimento e diversão para todas as idades e em todas as estações do ano com conforto e segurança. Crédito: Jasper Tourism Além disso, a arquitetura urbana é um espetáculo à parte. Toronto e Montreal surpreendem com suas cidades subterrâneas, complexos que lembram shoppings modernos, às vezes com até cinco andares abaixo do solo, conectando teatros, linhas de metrô e milhares de lojas. Em outras cidades, passarelas aéreas interligam os prédios, permitindo mover-se com todo o conforto. As experiências práticas são verdadeiramente infinitas: táxis aquáticos que levam para ilhas de pedestres, festivais gratuitos o ano todo, parques temáticos, grandes espetáculos da Broadway, a energia contagiante dos jogos da NBA, o clima vibrante do Hockey, e a paixão pelos esportes que movem o país. Outro ponto que merece um destaque especial são as belezas naturais. Aqui, vale a pena fazer uma pausa, respirar fundo e contemplar a grandiosidade desse lugar. Estamos falando de um país que abriga mais de 20% da água doce do planeta e que teve a sabedoria de preservar seus lagos e rios, transformando-os em verdadeiros oásis de lazer para as cidades. Além de compor cenários paradisíacos, os lagos e rios do Canadá são um recurso inestimável para o país e o mundo. Crédito: Global Tourisme Um exemplo inspirador dessa relação com a natureza é o Canal Lachine, em Montreal. No auge da era industrial, ele era o coração econômico da região, mas acabou sofrendo com a poluição da época. Em vez de abandoná-lo, o Canadá realizou um projeto fantástico de revitalização. Em pouco tempo, as águas foram despoluídas e o entorno foi transformado em um parque linear urbano espetacular. Hoje, moradores e turistas aproveitam o local para andar de bicicleta, fazer piqueniques, remar e curtir a vibrante energia cultural da cidade. Zelar pelo patrimônio histórico e cultural é uma prioridade que se converte em experiências inesquecíveis para o visitante. É o caso da famosa Casa Loma, em Toronto. Esse castelo majestoso em estilo eduardiano foi construído no início do século XX pelo bilionário Sir Henry Pellatt, um homem visionário que ajudou a trazer a eletricidade para a cidade. Hoje, além de ser um dos pontos turísticos mais visitados e cenário de grandes produções de Hollywood, a Casa Loma é um símbolo vivo de como o país preserva sua memória com grandiosidade e carinho. A Casa Loma é um dos pontos turísticos mais importantes de Toronto, símbolo da preservação da memória e cultura. Crédito: Divulgação Toda essa beleza física reflete a alma do povo canadense. Quem já se encantou com a sensibilidade de Anne com E (baseada no clássico Anne of Green Gables) ou se emocionou com o musical Come From Away — que inclusive estreou em São Paulo em 2026 — entende perfeitamente a essência da cultura local. São histórias reais e ficcionais que celebram o acolhimento sincero, a curiosidade pelo outro e, acima de tudo, a empatia. Viajar para o Canadá é, no fundo, conectar-se com o que há de melhor em nós mesmos. O primeiro passo dessa jornada é olhar para dentro e sintonizar com o que você ama. E se você ainda estiver na dúvida, o melhor caminho é simplesmente se jogar e descobrir! Seja qual for o seu estilo ou o seu momento de vida, o Canadá tem um lugar perfeito reservado para oferecer exatamente o que você precisa. Como o segundo maior país do mundo em extensão territorial, sua verdadeira grandeza está na diversidade. Embora tenha uma população pequena em proporção ao seu tamanho continental, a pluralidade de culturas, sotaques e experiências que convivem ali é gigantesca. É um mosaico de povos do mundo inteiro que escolheram o país para viver em harmonia, criando uma atmosfera acolhedora onde todo visitante se sente em casa desde o primeiro instante. A verdadeira grandeza do Canadá está na sua diversidade, mesclando metrópoles sustentáveis com natureza preservada, cultura e história. Crédito: Global Tourisme O Canadá representa, na prática, aquele "Novo Mundo" que tanto idealizamos: um lugar onde o progresso caminha de mãos dadas com a gentileza, a sustentabilidade e o respeito mútuo. Essa essência única foi perfeitamente resumida por Bono Vox, vocalista do U2, durante uma de suas passagens pelo país. Ao refletir sobre o espírito acolhedor, a tolerância e o modelo de sociedade que os canadenses construíram, o músico declarou uma frase que ficou marcada na história: "O mundo precisa de mais Canadá." Viajar para lá é mais do que carimbar o passaporte; é vivenciar de perto essa filosofia de vida e voltar para casa com uma bagagem cheia de inspiração, novas perspectivas e, acima de tudo, um horizonte expandido. O Canadá espera por você para essa grande descoberta pessoal! Conheça os roteiros: Personal Canada Lusanova TT Operadora
Os atores Odilon Wagner e Marcello Airoldi apresentam a peça A Última Sessão de Freud. Divulgação/Brunno Martins O fim de semana promete uma programação variada para toda a família, com atrações culturais, musicais e de lazer espalhadas pela região de Ribeirão Preto (SP) e Franca (SP). 🌕 O 34º Forró da Lua Cheia reúne música, arte e cultura em Altinópolis, com grandes shows de Mano Brown, BaianaSystem e Zeca Baleiro em meio à natureza. 🎭 Os atores Odilon Wagner e Marcello Airoldi promovem um apaixonante embate de ideias no premiado espetáculo "A Última Sessão de Freud", no Theatro Pedro II. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp 🚛 Uma grande exposição de veículos em miniatura encanta colecionadores e famílias com réplicas impressionantes de caminhões, carros off-road e aviões em movimento. Confira os destaques que o g1 preparou: 🌕 34º Festival Forró da Lua Cheia O tradicional festival multicultural independente reúne música, arte, cultura popular e oficinas em meio à natureza. A programação reúne cerca de 50 atrações musicais, com destaques como Mano Brown, Maneva, BaianaSystem e Zeca Baleiro. Além dos shows, o festival oferece aproximadamente 150 atividades ligadas a arte, bem-estar, práticas corporais e sustentabilidade. Pela primeira vez na história do festival, o dia de encerramento terá os portões abertos ao público. 📅 Data e horário: de sexta-feira até domingo, a partir das 10h 📍 Local: Hotel Fazenda Vale das Grutas (Fazenda Florada, Km 33, zona rural - Altinópolis) 🎟️ Entrada: Ingressos diários a partir de R$ 210 e pacotes com camping a partir de R$ 387 | à venda pela internet | No domingo, a entrada é gratuita Mano Brown é destaque no Festival Forró da Lua Cheia que acontece em Altinópolis (SP) Jef Delgado 🌾 55ª Festa da Soja A 55ª edição do evento, que celebra o aniversário da cidade, conta com uma estrutura completa que inclui praça de alimentação, feira empresarial e parque de diversões para toda a família. Neste segundo fim de semana, a programação do Palco Principal recebe grandes nomes da música nacional, com apresentações da banda Magn cantor Amado Batista, do rapper Hungria e do grupo de pagode Pixote. O evento também mantém as apresentações no Palco Alternativo, dedicado a talentos locais. 📅 Data e horário: hoje até domingo, às 20h30 📍 Local: Parque de Exposições Tancredo Neves (Rua Pará, Centro - São Joaquim da Barra) 🎟️ Entrada: gratuita Pixote é a atração da 55ª edição da Festa da Soja em São Joaquim da Barra (SP) Divulgação 🍻 2º Vila na Rua O bar Vila Dionísio promove a segunda edição da festa ao ar livre, fechando a rua para uma festa gratuita. A programação musical conta com três atrações que se alternam entre um palco externo e o palco interno do bar. O som fica por conta das bandas M.I.L.A. e Debbie Smith Lipstick, além do cantor Dan Castells, com um repertório que promete animar o público. 📅 Data e horário: domingo, a partir das 16h 📍 Local: Vila Dionísio (Rua Eliseu Guilherme, 567, Jardim Sumar - Ribeirão Preto) 🎟️ Entrada: gratuita Banda Debbie Smith Lipstick é uma das atrações musicais da festa de rua gratuita que acontece neste domingo (7) Redes sociais 🎉 9ª Viva a Nove A nona edição do evento ao ar livre integra as comemorações dos 170 anos da cidade e oferece uma programação com feira de artesanato, gastronomia e atividades para todas as idades. A grade musical conta com discotecagem e o show "Raíz Brasil - Duas Vozes, Dois Violões", com Nanna Siqueira e Crispim. O público também poderá interagir com os cães terapeutas do Projeto Dr. Cãopaixão e conhecer as ações de produtores locais por meio do Serviço de Inspeção Municipal. 📅 Data e horário: domingo, das 16h às 20h 📍 Local: Avenida Nove de Julho (trecho em frente ao Sesc - Ribeirão Preto) 🎟️ Entrada: gratuita Evento gratuito ao ar livre reúne música, artesanato e gastronomia em comemoração aos 170 anos da cidade neste domingo (7) Reprodução EPTV LEIA TAMBÉM João Rock 2026 abre inscrições para concurso de bandas autorais Em movimento estratégico, João Rock anuncia parceria com maior plataforma de shows do Brasil 🔥 Festa Junina do Sesi O clima de São João toma conta do espaço com uma festa tradicional e aberta ao público. A programação conta com decoração temática, barracas de comidas típicas, brincadeiras e apresentações musicais ao vivo. A programação musical conta com o show “Semear”, do Trio da Terra, que celebra a cultura popular brasileira. Na sequência, a cantora Diana do Sertão sobe ao palco com um repertório dançante para embalar o público e manter o clima de arraial. 📅 Data e horário: sábado, a partir das 16h 📍 Local: Sesi Ribeirão Preto (R. Dom Luís do Amaral Mousinho, 3465, Castelo Branco - Ribeirão Preto) 🎟️ Entrada: gratuita | reserva de ingressos pelo site A festa junina no Sesi Ribeirão acontece neste sábado (6) Divulgação/Sesi Itapetininga 🚛 5º Encontro RTM de Miniaturas O evento reúne cerca de 140 hobbystas de diversas regiões do país com uma grande exposição de veículos em escala reduzida, pistas cenográficas e demonstrações de diferentes modalidades de modelismo. O público poderá conferir centenas de miniaturas de caminhões, máquinas, aeromodelos, veículos off-road controlados por rádio (crawlers) e maquetes de ferromodelismo, além de coleções de Hot Wheels. Na quinta-feira, no sábado e no domingo, as miniaturas entram em operação nas pistas; já na sexta-feira, a exposição aos visitantes é apenas estática. 📅 Data e horário: até domingo, das 9h às 21h 📍 Local: Santa Maria Outlet (Rodovia Anhanguera, km 299 - Cravinhos) 🎟️ Entrada: gratuita 🎭 A Última Sessão de Freud A peça dirigida por Elias Andreato narra um encontro fictício entre o pai da psicanálise, Sigmund Freud (Odilon Wagner), e o escritor e crítico literário C.S. Lewis (Marcello Airoldi). O espetáculo, um sucesso de público e crítica há quatro anos, coloca os dois intelectuais em um debate apaixonado sobre o dilema entre o ateísmo e a crença em Deus. Ambientada em Londres, no dia em que a Inglaterra entra na Segunda Guerra Mundial, a trama vai além da discussão religiosa. O embate verbal entre os personagens se expande para temas como o sentido da vida, a natureza humana e a morte, em uma reflexão sobre a importância do diálogo e da convivência com as diferenças. 📅 Data e horário: sábado, às 20h | domingo, às 17h 📍 Local: Theatro Pedro II (Rua Álvares Cabral, 370, Centro - Ribeirão Preto) 🎟️ Entrada: ingressos a partir de R$ 25 | à venda pelo site oficial Atores Odilon Wagner e Marcello Airoldi interpretam Sigmund Freud e C.S. Lewis em espetáculo neste fim de semana João Caldas 🎭 Ópera 'A Flauta Mágica' A Cia. Minaz apresenta uma nova montagem da clássica ópera “A Flauta Mágica”, de Mozart. O espetáculo narra a jornada do príncipe Tamino que, com sua flauta mágica, enfrenta perigos e desafios na tentativa de salvar a princesa Pamina, mantida prisioneira pelo misterioso Sarastro. Com regência do maestro Mítia Ganade D’Acol, a ópera será executada totalmente em português por solistas, coral e orquestra. A produção se destaca por um novo cenário e figurinos, trazendo um toque de modernidade ao clássico, que conta ainda com a ajuda do atrapalhado caçador de pássaros Papagueno. 📅 Data e horário: sábado, às 20h | domingo, às 19h 📍 Local: Teatro Minaz (Rua Carlos Chagas, 273, Jardim Paulista - Ribeirão Preto) 🎟️ Entrada: ingressos a partir de R$ 20 | à venda pelo site oficial Cia. Minaz apresenta espetáculo cantado em português com solistas, coral e orquestra neste fim de semana Divulgação 🎹 Show 'TRAMAS' O pianista Leonardo Freitas e o percussionista Ricardo Perez apresentam um espetáculo que celebra a música popular brasileira. Com influências de grandes nomes do cenário nacional, os músicos unem piano e percussão para revisitar a riqueza de ritmos, melodias e a poesia do Brasil. O repertório, influenciado por nomes como Pixinguinha e Tom Jobim, busca apresentar um Brasil profundo, popular e poético, onde ritmo e melodia se unem. O espetáculo ainda contará com a participação especial da dançarina de sapateado Renata Defina. 📅 Data e horário: domingo, às 16h 📍 Local: Auditório do Sesc (Rua Tibiriçá, 50, Centro - Ribeirão Preto) 🎟️ Entrada: gratuita | retirada de ingressos 1h antes do espetáculo Pianista Leonardo Freitas e percussionista Ricardo Perez unem instrumentos em show gratuito de música popular brasileira Divulgação 🪕 Verso e Viola A terceira edição do projeto exalta a riqueza da cultura caipira com o show "Boldreando", uma homenagem a Rolando Boldrin e ao universo cultural do seu emblemático programa televisivo "Sr. Brasil". O músico Paulo Gimenes reúne artistas para interpretar sucessos de Boldrin e de grandes nomes da música brasileira, como Renato Teixeira, Almir Sater, Sá & Guarabira, 14 Bis e Milton Nascimento. A apresentação conta com formação acústica de violão, voz, sanfona e bateria. 📅 Data e horário: domingo, às 11h 📍 Local: Comedoria do Sesc Franca (Av. Dr. Ismael Alonso Y Alonso, 3071, Jardim Piratininga II - Franca) 🎟️ Entrada: gratuita Músico Paulo Gimenes comanda show gratuito em homenagem a Rolando Boldrin e à tradição caipira neste domingo Delzio Marques 🪗 Show "Trio Benê" O Trio Benê, liderado pela multi-instrumentista Rê Benê, apresenta o show "Clássicos do Forró". A apresentação promete um repertório vibrante, convidando o público a dançar ao som de ritmos tradicionais do Nordeste brasileiro. Com a formação clássica de acordeon, zabumba e percussão, o grupo percorre os ritmos de xote, baião e xaxado em uma celebração da riqueza cultural da região. 📅 Data e horário: sábado, às 17h 📍 Local: Convivência do Sesc (Av. Dr. Ismael Alonso Y Alonso, 3071, Jardim Piratininga II - Franca) 🎟️ Entrada: gratuita Grupo Trio Benê apresenta clássicos do forró e ritmos nordestinos em show gratuito na tarde deste sábado (6) Fábio Campanha *Sob supervisão de Thaisa Figueiredo Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região T
Pombos se orientam com ajuda de 'bússola' no fígado que detecta o campo magnético da Terra Adobe Stock Faça chuva ou faça sol, seja dia ou noite, pombos treinados sempre encontram o caminho de volta para casa – mesmo quando são soltos a uma distância de quase mil quilômetros. É uma habilidade que foi útil aos humanos por muito tempo. E há cerca de um século, a ciência sabe que essa façanha tem a ver com a capacidade dessas aves de perceber o campo magnético. Mas como isso acontecia exatamente ainda era um mistério. Um novo estudo, publicado na revista Science por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Bonn e do Instituto Max Planck de Comportamento Animal, revela que uma parte central do segredo da orientação por campos magnéticos pode estar no fígado das aves. Conhecidas como macrófagos, essas células imunológicas do fígado decompõem os glóbulos vermelhos envelhecidos e, como parte desse processo, acumulam ferro, o que lhes confere propriedades quânticas que permitem detectar o magnetismo terrestre, guiando-as durante o voo como uma espécie de bússola interna. Os pesquisadores demonstraram que, quando essas células imunológicas do fígado estão comprometidas, os pombos tinham dificuldade para voltar para casa. Empresa russa anuncia ‘biodrones’ com pombos guiados por chip cerebral "Foi uma grande surpresa constatarmos que essas células imunológicas atuam como sensores de campos magnéticos. Nossos resultados revelam um mecanismo até agora desconhecido para a percepção magnética nos animais", afirma um dos autores, Christian Kurts, diretor do Instituto de Medicina Molecular e Imunologia do Hospital Universitário de Bonn, na Alemanha. Teorias divergentes Os cientistas sabem há décadas que aves migratórias e pombos-correios se orientam em parte pelo campo magnético da Terra, mas a forma exata como o percebem ainda era um mistério. Teorias divergentes sugeriam que as aves poderiam ver os campos magnéticos por meio de moléculas sensíveis à luz nos olhos ou detectá-los por meio de partículas magnéticas no bico, mas nenhuma delas havia apresentado evidências convincentes. Para encontrar as células magnéticas nos pombos, os autores do estudo da Science utilizaram duas técnicas: uma de "magnetometria de amostra vibrante" e outra de "separação de células magnéticas". Com elas, examinaram os órgãos nos quais suspeitavam haver capacidade de detecção magnética: os olhos, o bico e o cérebro. Além disso, decidiram examinar também o fígado e o baço, já que os dois decompõem os glóbulos vermelhos e, portanto, armazenam muito ferro no organismo. De fato, entre todos os tecidos analisados, o fígado apresentou a maior concentração de ferro, confirmando a hipótese dos pesquisadores de que o órgão tinha a resposta magnética mais forte. "O ferro se cristaliza em nanopartículas de óxido, o que torna as células reativas aos campos magnéticos", explica um dos autores, Ulf Wiedwald, pesquisador da Universidade de Duisburg-Essen, na Alemanha. Por que tanta gente odeia pombos? Como a "bússola" funciona na prática Uma análise mais detalhada identificou os macrófagos do fígado como as células responsáveis pelo mecanismo de orientação das pombas. A equipe de ornitólogos realizou experimentos com aves treinadas para retornar de distâncias superiores a 20 quilômetros até seu pombal, a fim de verificar se essas células são determinantes na orientação das aves. Os pesquisadores observaram que pombos com os macrófagos removidos perderam completamente o sentido de orientação em dias nublados, quando o sol estava encoberto. No entanto, quando o sol estava visível, esses pombos conseguiam se orientar um pouco melhor para voltar para casa, provavelmente utilizando sinais solares, indicam os autores. Quanto ao processo de comunicação com o cérebro, os cientistas constataram que os macrófagos ricos em ferro estão localizados próximos às fibras nervosas, o que pode explicar como a informação magnética chega ao cérebro. "Essas descobertas fornecem a primeira evidência científica concreta de como o campo magnético da Terra pode ser percebido dentro do corpo e transmitido ao cérebro para orientar o movimento", afirma Clivia Lisowski, também autora do estudo e pesquisadora do Hospital Universitário de Bonn. Os autores destacam que, além das aves, esses achados podem ter implicações para animais como tubarões, que se orientam sem necessidade de luz. "É possível que outros animais, e talvez até os seres humanos, respondam aos campos magnéticos de maneiras que ainda não compreendemos", pontua Lisowski. Habilidades dos pombos-correios são exploradas há milênios Não está claro quando ou como tudo começou, mas os humanos utilizam as habilidades de orientação dos pombos desde a Antiguidade. As aves e suas capacidades de navegação aparecem em diversas culturas antigas, seja na história da Arca de Noé ou na mitologia grega, onde eram retratadas como mensageiras divinas que ligavam o céu à terra. Os gregos antigos usavam pombos para transmitir notícias de vencedores olímpicos e de vitórias em batalhas. Os romanos utilizaram uma rede de pombos para acelerar a comunicação em seu vasto império militar. Mesmo em períodos mais modernos, quando a tecnologia começou a tomar seus postos, a utilidade dos pombos perdurou. Eles ajudaram a criar a agência de notícias Reuters. Em 1850, Julius Reuter, na Bélgica, utilizou pombos para transportar notícias e preços de ações entre Bruxelas e Aachen, na Alemanha, pois esse ainda era o meio mais rápido disponível. Os pombos levavam mensagens da linha de frente até os postos de comando na Primeira Guerra Mundial e eram considerados alvos legítimos para atiradores de elite. Na Segunda Guerra Mundial, a subseção pouco conhecida MI14(d), da inteligência militar britânica, conduziu a Operação Columba, nomeada a partir do nome científico dessas aves. Mais de 16 mil pombos, anteriormente usados por entusiastas de esportes amadores, foram lançados de paraquedas em recipientes sobre a França ocupada e outros países próximos. Os moradores eram incentivados a preencher um questionário que acompanhava o envio, com informações sobre a força e os movimentos das tropas alemãs, além de outros dados sobre a região. Em seguida, poderiam soltar a ave para levar as informações de volta à Grã-Bretanha. A operação reuniu dados úteis sobre locais de guarnições alemãs, abrigos de submarinos e defesas costeiras contra invasões, entre outros aspectos.
SXSW em Londres reúne Globo e BBC em debate contra desinformação A Globo e a rede britânica BBC debateram nesta terça-feira (2), em Londres, o papel do jornalismo profissional no combate à desinformação. O encontro aconteceu em um dos maiores festivais de inovação e tecnologia do mundo. Foi em uma das áreas mais vibrantes de Londres que se instalou, em 2026, o festival South by Southwest. Na edição passada, o SXSW reuniu 25 mil pessoas. O grande desejo dos organizadores é fazer as ideias circularem. É gente do mundo inteiro com um olhar especialmente voltado para tecnologia e criatividade para o futuro. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O SXSW nasceu nos Estados Unidos, em Austin, no Texas. A versão americana completou 40 anos agora em 2026, com uma programação especial e uma grande participação da Globo. Em Londres, Globo e BBC debatem papel do jornalismo profissional no combate à desinformação Jornal Nacional/ Reprodução Em Londres, essa é a segunda edição do SXSW. A Globo estreou nesta terça-feira (2) na versão britânica do evento com duas participações na programação oficial. Com uma das diretoras da BBC World, Fiona Crack, o debate foi “A verdade sob ataque” - o papel do jornalismo profissional no combate às informações falsas - uma encrenca global. "Foi uma conversa muito interessante. Foi bom ouvir os exemplos trazidos pela Globo, do jornalismo que vocês fazem, ainda mais nesse momento em que a desinformação ganhou uma escala industrial. É muito importante discutir o papel do jornalismo nesse momento”, afirma Fiona Crack, diretora BBC News. "A BBC é enorme, como a gente viu no painel, como a Fiona explicou, em tantos países diferentes, e com o desafio de estar em vários idiomas. A Globo, no Brasil, atingindo 99% da população nacional e atingindo também alguns países de língua portuguesa. A gente entendeu que essas duas grandes emissoras tinham muito para conversar, muitos pontos convergentes para essa troca de informação”, diz Duda Pereira, head de Relações Públicas e Eventos da Globo. Pré-estreia da série 'Jogada de Risco' em Londres Jornal Nacional/ Reprodução O outro evento da Globo no SXSW foi a pré-estreia da série “Jogada de Risco”, que vai ser lançada no Globoplay em julho. É a história de Mauricio, um ex-jogador que tenta se firmar como agente no milionário mercado do futebol. Cauã Reymond é protagonista e, também, o idealizador da série. "Há seis anos nasceu essa ideia de falar sobre os bastidores do futebol. A minha própria curiosidade é a curiosidade do público latino-americano e mundial em relação, principalmente o brasileiro, sobre a vida dos jogadores e tudo que agente vê. E levei o projeto para a Globo. E a Globo, sim, fez o sonho virar realidade". GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional
Foz do Iguaçu surpreende quem chega esperando apenas as Cataratas. A cidade, e toda a região trinacional que envolve Brasil, Argentina e Paraguai, carrega uma diversidade cultural que se manifesta de formas inesperadas. Uma delas, e talvez a mais cotidiana, é a gastronomia. As experiências gastronômicas no Destino Iguaçu refletem séculos de convivência entre povos, tradições e ingredientes que não se encontram assim em nenhum outro lugar do mundo. Neste guia, você vai descobrir os pratos, restaurantes e experiências que fazem da mesa no Destino Iguaçu uma extensão natural de tudo o que esse lugar representa: encontro, pertencimento e memória. Por que a gastronomia do Destino Iguaçu é diferente de qualquer outra? A região trinacional é um fenômeno único: três países dividindo não só fronteiras geográficas, mas tradições, ingredientes, técnicas de preparo e histórias de vida. Ao longo das últimas décadas, essa convivência foi moldando uma culinária única. Descendentes de imigrantes árabes trouxeram o quibe e as especiarias. Famílias japonesas que se estabeleceram na região incorporaram seus ingredientes e técnicas ao cotidiano local. Os guaranis contribuem com os saberes das plantas da Mata Atlântica. Argentinos e paraguaios compartilharam seus assados, cada um com uma história diferente para contar. O resultado é uma mesa generosa, surpreendente e completamente inesquecível. Sabores do Brasil: do churrasco aos picolés da Mata Atlântica Churrascaria Bufalo Branco. Divulgação/Bufalo Branco. Começar pelo lado brasileiro é começar pelo calor da brasa. O churrasco é um clássico brasileiro, e em Foz do Iguaçu ele ganha dimensão especial. Cortes como a picanha preparados lentamente na grelha, acompanhados de farofa, vinagrete, arroz, feijão tropeiro, mandioca e salada verde, transformam qualquer refeição em um verdadeiro banquete. Para viver essa experiência com toda a autenticidade, a Churrascaria Búfalo Branco e a Rafain Churrascaria Show são referências consolidadas em Foz do Iguaçu. Ambas combinam gastronomia e cultura em um mesmo espaço, algo que resume bem o espírito do destino. Picolés com frutas nativas da Mata Atlântica: uma surpresa refrescante Oficina do Sorvete. Divulgação/Oficina do Sorvete. Uma das experiências mais singulares do Destino Iguaçu está nos picolés Sabores da Mata Atlântica. Feitos com frutas nativas como jabuticaba, pitanga, butiá, jaca e guabiroba, são produzidos com foco na preservação ambiental e no resgate de ingredientes locais. Você pode encontrá-los no Parque das Aves ou na Oficina do Sorvete em Foz, uma pausa obrigatória no roteiro de qualquer visitante. Sabores do Paraguai: tradição que atravessa fronteiras A culinária paraguaia é uma das mais surpreendentes da América do Sul, e quem visita a região trinacional descobre isso rapidamente. Com ingredientes simples e técnicas que carregam séculos de história, os pratos do Paraguai contam muito sobre quem são as pessoas que vivem por aqui. Chipa Guazú: o lanche de rua mais querido da fronteira Quem atravessa para o lado paraguaio e não experimenta uma chipa guazú fresquinha está perdendo um dos prazeres mais genuínos do destino. Feita com milho fresco, queijo, ovos, leite e farinha de milho, apresenta uma crosta firme e interior úmido, e pode ser consumida em diferentes momentos do dia, inclusive no almoço ou como um lanche delicioso em meio a um dia de passeios. Chipa Guazú. Divulgação. Sopa Paraguaia: o prato que engana pelo nome e conquista pelo sabor A Sopa Paraguaia é uma das primeiras surpresas gastronômicas para quem visita a região. Apesar do nome, não há nada líquido nela: trata-se de um bolo salgado denso, preparado com farinha de milho. A história conta que o prato nasceu de um erro de preparo na cozinha do presidente paraguaio Carlos Antonio López, e que o "acidente" agradou tanto que virou tradição. Sabores da Argentina: a arte do assado e muito mais Puerto Iguazú, do lado argentino das Cataratas, é uma cidade com uma gastronomia vibrante e acolhedora. Se o Brasil tem o churrasco, a Argentina tem a parrilla, e a diferença vai muito além do nome. Parrillada e Bife de Chorizo: a grelha como ritual A parrillada argentina é uma experiência completa: assado de tira, bife de chorizo, picanha e outros cortes variados, grelhados lentamente sobre carvão, acompanhados de frango, vegetais e batatas assadas são o grande destaque. O chimichurri — molho à base de salsa, alho, azeite e especiarias — é o toque final que une tudo. Harmonizar com um Malbec argentino é quase obrigatório. Yabuticaba Mercadito de la Selva. Divulgação/Yabuticaba Mercadito de la Selva. O Bife de Chorizo merece destaque especial: um corte do contrafilé preparado na grelha até o ponto exato solicitado pelo cliente. Simples na aparência, inesquecível no sabor. Confira nossa seleção de restaurantes em Puerto Iguazú para saber onde viver essa experiência com excelência. Empanadas: uma história dentro de cada dobra As empanadas argentinas são um patrimônio cultural. Em Puerto Iguazú, é possível encontrá-las em versões de carne temperada, vegetarianas, de queijo ou com recheios regionais. Cada restaurante tem sua receita e tradição. Experimente mais de uma opção para entender por que esse prato simples é capaz de gerar debates apaixonados sobre qual é a melhor receita. Panqueca com doce de leite: a sobremesa da alma argentina Para fechar com chave de ouro, não podemos deixar de citar a panqueca argentina recheada com doce de leite. Macia, generosa e levemente polvilhada com açúcar de confeiteiro, às vezes com um toque de canela ou raspas de laranja, ela é uma declaração de amor da culinária argentina aos que visitam o país pela primeira vez. Como incluir a gastronomia no seu roteiro pelo Destino Iguaçu Planejar o roteiro gastronômico no Destino Iguaçu é parte da aventura. Uma dica prática: reserve pelo menos quatro dias para a viagem, assim você tem tempo de explorar os três países com calma, sem precisar correr entre atrações e refeições. Neste artigo aqui temos um roteiro completo para quatro dias de viagem no Destino Iguaçu, com dicas imperdíveis. No blog do Visit Iguassu você encontra listas atualizadas de restaurantes em Foz do Iguaçu/ BR e Puerto Iguazu/ AR, assim como opções de promoção em restaurantes em Ciudad del Este/ PY. São referências criadas para ajudar você a montar o roteiro ideal, e aproveitar ao máximo cada refeição durante a visita à região. Acesse o site oficial do Visit Iguassu e baixe também o Guia de Visitantes do Destino Iguaçu, um material completo, gratuito, com dicas de atrações, hospedagens e, claro, gastronomia. Uma ferramenta indispensável para quem quer viver o destino com profundidade.
Há quem diga que a vida pode ser contada em Copas do Mundo. Edições que chegam de quatro em quatro anos e acabam marcando fases inteiras da vida, da infância encantada à adolescência, e daí em diante. Ficam as lembranças das seleções favoritas, dos ídolos do futebol e das camisas icônicas que eles vestiam. É dessas camisas que vamos falar aqui. Uniformes que carregam histórias. Peças que atravessam gerações. Mas o que faz uma camisa permanecer tão viva na memória do futebol? Matthew Wolff ganhou projeção mundial com as camisas da Nigéria na Copa de 2018, que rapidamente viraram febre, e também com os uniformes da França campeã daquele Mundial. O designer americano já assinou uniformes do time francês Paris Saint-Germain, de equipes da Major League Soccer e da National Women's Soccer League, além do Vermont Green, clube que ajudou a criar na United Soccer League. Ou seja, conhece esse universo de perto. "A maioria das minhas camisas favoritas de futebol vem da infância, dos anos 1990 e do começo dos anos 2000", diz Wolff. "É aquela fase em que os jogadores parecem super-heróis e os uniformes têm aquela aura mágica." Advertisement "México em 1998, EUA em 1994, Alemanha em 1990 e 1994, Japão em 1998, a coleção da Nike de 2002 e até a camisa sem mangas de Camarões naquele ano. Esses uniformes ficaram marcados na minha memória porque, quando eu era menino, pareciam enormes, grandiosos. [...] Uma camisa se torna icônica também por causa da história vivida dentro de campo. E o tempo acaba mudando a maneira como enxergamos e valorizamos um uniforme de futebol." Japão e México na Copa do Mundo de 1998, em imagem divididaCrédito,Getty Images Legenda da foto,Japão e México usaram alguns dos uniformes mais marcantes da Copa do Mundo de 1998, disputada na França Wolff, no entanto, acha que hoje em dia é muito mais difícil uma camisa alcançar o status de "icônica". "O cenário mudou, e o mercado global ficou saturado", diz. Pule Mais lidas e continue lendo Mais lidas Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, conversam durante encontro na Malásia, em outubro de 2025 Governo Trump critica Pix, etanol e corrupção e ameaça retaliar com tarifas de 25% sobre produtos do Brasil Tela de celular exibe página inicial do pix dentro do site do Banco Central Governo Trump conclui que Pix é 'injusto': por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora? Vários animais de pasto em um local coberto de neve O experimento na Holanda que transformou santuário de animais em campo de extermínio Foto do rosto de Agostina Vega. Ela tem cabelos longos e escuros e usa franja. Está usando uma blusa vermelha. O caso chocante de Agostina Vega, a adolescente de 14 anos assassinada e esquartejada na Argentina Fim do Mais lidas "Há times demais e lançamentos demais, tanto de clubes quanto de seleções, o que torna realmente difícil uma camisa conseguir se destacar. [...] Por um lado, é interessante ver a cultura e a identidade visual de diferentes países aparecerem no design dos uniformes. Mas isso também faz surgir discussões sobre consumismo, sobre até que ponto existe ali uma expressão cultural autêntica ou apenas mais um produto seguindo o ritmo acelerado da indústria." As 10 camisas mais icônicas da história das Copas Com isso em mente, é hora de olhar para trás. E toda lembrança de camisas de futebol costuma vir carregada de nostalgia, aquelas memórias meio enevoadas da infância vistas através de um filtro dourado. Seria fácil mergulhar de vez na explosão de estampas e modelagens largas dos anos 1990 e começo dos anos 2000, ou nos uniformes do fim dos anos 1980 que acabaram voltando à moda como peças casuais. Mas, para evitar que esta lista vire um desfile de roupa de festival ou visual de pai na porta da escola no primeiro dia de calor, definimos algumas regras: apenas uma camisa por Copa do Mundo e uma por país. 10. Camarões (uniforme principal), 2002 Jogadores de Camarões comemoram usando a camisa sem mangas na Copa Africana de Nações de 2002Crédito,Getty Images Pule Promoção Agregador de pesquisas e continue lendo O agregador de pesquisas da BBC News Brasil Veja Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil Clique aqui Fim do Promoção Agregador de pesquisas Essa escolha é controversa: a camisa nem chegou a ser usada em uma Copa do Mundo. Talvez seja justamente por isso que ela tenha se tornado tão marcante. O time de Camarões estreou o modelo sem mangas na Copa Africana de Nações, mas a Fifa não permitiu que o uniforme fosse mantido para o Mundial de 2002. "Todo mundo na África queria aquela camisa", relembrou o ex-meio-campista Eric Djemba-Djemba em entrevista à BBC Sport Africa. O impacto ultrapassou o futebol. Naquele mesmo verão, a tenista Serena Williams apareceu em Roland Garros com um look inspirado no uniforme banido — embora os organizadores tenham rejeitado o pedido para incluir nas costas seu número da sorte, o 26. Quando a Copa do Mundo começou, no Japão e na Coreia do Sul, a Puma já havia sido obrigada a modificar o modelo e acrescentar mangas. Mas essa não seria a última vez que os uniformes de Camarões provocariam atritos com a Fifa. Dois anos depois, a entidade também vetou um modelo inteiriço criado pela seleção, em que camisa e shorts formavam uma única peça. Foto da seleção de Camarões na Copa do Mundo de 2002Crédito,Getty Images 9. Inglaterra (uniforme reserva ou de visitante), 1966 Bobby Moore ergue a taça da Copa do Mundo em 1966Crédito,Getty Images Uma camisa impossível de confundir — e que certamente vai aparecer em churrascos e mesas ao ar livre de pubs por toda a Inglaterra neste verão. A camisa vermelha dos três leões da seleção inglesa se tornou icônica pelo que representa: o único título mundial do país, conquistado em casa no estádio de Wembley, com o histórico hat-trick (quando um jogador marca três gols na mesma partida) de Geoff Hurst e o gol que até hoje gera debate sobre ter cruzado ou não a linha. A imagem que vem à cabeça imediatamente é a de Bobby Moore erguendo a taça Jules Rimet nos ombros dos companheiros. Os modelos de 1982 e 1990, mostrados abaixo, também entraram na disputa por uma vaga nesta lista. Mas, se só houver espaço para uma camisa inglesa nesta lista, dificilmente seria outra. Camisas da Inglaterra nas Copas de 1986 e 1990Crédito,Getty Images 8. França (uniforme principal), 1982 Jean Tigana e Gérard Janvion, da FrançaCrédito,Getty Images "Foi o jogo mais bonito da minha vida. Nenhum filme ou peça conseguiria reproduzir tantas emoções e contradições. Tinha tudo. Foi extraordinário", disse o capitão francês Michel Platini ao relembrar a derrota da França para a Alemanha Ocidental na semifinal da Copa de 1982. A partida entrou para a história por vários motivos: a entrada brutal do goleiro Harald Schumacher em Patrick Battiston, o empate em 3 a 3 depois da prorrogação e a primeira disputa de pênaltis da história das Copas. No calor sufocante de Sevilha (Espanha), a França parecia elegante sem fazer esforço, e aquela camisa azul ajudou a transformar o uniforme em um clássico eterno. 7. Holanda (uniforme principal), 1974 Johan CruyffCrédito,Getty Images Rebelde, obstinado e naturalmente carismático. Johan Cruyff virou o grande símbolo da revolução do "Futebol Total" da Holanda. Quando chegou à Copa de 1974, Cruyff já havia conquistado três Copas dos Campeões da Europa com o Ajax e vencido duas vezes a Bola de Ouro. Mas foi naquele Mundial que protagonizou o momento mais famoso de sua carreira. O "giro de Cruyff" nasceu na partida em que a Holanda enfrentou a Suécia, em Dortmund (Alemanha). Naquele jogo, ele entrou em campo com uma camisa diferente da dos companheiros, que exibiam as tradicionais três listras da Adidas nas mangas. Cruyff era patrocinado pela Puma e já se recusava a usar chuteiras da concorrente. Depois de uma disputa entre marcas, jogadores e dirigentes da federação holandesa, ficou decidido que sua camisa teria apenas duas listras. "A federação assinou contrato com a Adidas sem consultar os jogadores", escreveu Cruyff em sua autobiografia. "Eles acharam que não precisavam perguntar porque a camisa era deles. Mas eu respondi: 'Quem está dentro dela sou eu'." 6. Croácia (uniforme principal), 1998 Foto da seleção da Croácia na Copa do Mundo de 1998Crédito,Getty Images Davor Suker, Copa de 1998 na França, vestindo os famosos quadriculados vermelhos e brancos espalhados pelos ombros. Imponente. O desenho reproduzia o brasão nacional da Croácia e fazia a seleção ser reconhecida imediatamente em campo. A Croácia já havia impressionado na Eurocopa de 1996, e também usava um belo uniforme naquele torneio, mas a Copa de 1998 carregava um significado especial para o país: era o primeiro Mundial disputado desde a independência, declarada sete anos antes. Suker, ao lado de nomes como Robert Jarni, Zvonimir Boban e Robert Prosinecki, levou a Croácia até a semifinal. Contra a anfitriã França, o atacante do Real Madrid abriu o placar antes da virada comandada por Lilian Thuram. Depois, usando um igualmente marcante uniforme azul, a Croácia derrotou a Holanda e terminou a Copa em terceiro lugar. Davor Suker celebraCrédito,Getty Images 5. Nigéria (uniforme principal), 2018 Ahmed Musa comemora pela NigériaCrédito,Getty Images A camisa da Nigéria na Copa de 2018 virou um fenômeno raro: tornou-se instantaneamente icônica não pelo desempenho da seleção em campo, mas pelo impacto que teve na cultura pop e no universo da moda. Três milhões de pessoas reservaram o uniforme antes mesmo do lançamento, e filas se formaram na porta da principal loja da Nike em Londres no dia da estreia nas vendas. "A gente buscou referências na própria história dos uniformes da Nigéria", conta o designer Matthew Wolff. "A camisa de 2002 serviu de inspiração, eu queria trazer de volta aquele verde tão marcante. E também olhamos bastante para o uniforme de 1994 e 1995." "A ideia não era inventar algo totalmente novo, mas trabalhar elementos que já existiam na identidade futebolística do país." Segundo Wolff, o timing também ajudou. "A Nigéria vivia um momento de enorme projeção cultural na moda, na música, na arte, na poesia e no cinema. O uniforme apareceu exatamente no meio disso tudo." E acrescenta: "O mérito é de toda a equipe da Nike que participou do projeto. Uma camisa não vira fenômeno por causa de um único designer. Isso acontece quando muita gente faz um trabalho cuidadoso e bem pensado." 4. Brasil (uniforme principal), 1970 Seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970Crédito,Getty Images Talvez nenhuma seleção esteja tão ligada a uma cor quanto o Brasil ao amarelo. Mesmo nas imagens antigas e granuladas, as camisas amarelo-canário de 1970 continuam vibrantes e marcantes. Elas eram perfeitas para um time que encantava o mundo sob o sol do México. Pelé, Carlos Alberto, Rivellino, Jairzinho. As imagens daquela seleção reaparecem a cada Copa do Mundo e ajudam a eternizar a vitória sobre a Itália no estádio Azteca, no México. No centro dessa memória está justamente a simplicidade da camisa brasileira, um uniforme que acabou se transformando em símbolo permanente do futebol. 3. Estados Unidos (uniforme reserva ou de visitante), 1994 Camisa reserva dos Estados Unidos na Copa de 1994Crédito,Getty Images "Fora dos Estados Unidos, muita gente olhava para aquela Copa com desconfiança. Havia quem perguntasse como um país sem tradição no futebol poderia organizar um Mundial", lembra Alan Rothenberg, ex-presidente da federação americana, sobre a escolha dos EUA para sediar o Mundial de 1994. Por isso, quando a Adidas apresentou os uniformes da Copa de 1994, Alexi Lalas e seus companheiros acharam que aquilo só podia ser brincadeira. O que os jogadores, muitos deles vinculados diretamente à federação americana, e não a clubes profissionais, mais queriam evitar era virar motivo de piada. Mas, quando a Adidas revelou os uniformes do torneio, o zagueiro Alexi Lalas e seus companheiros acharam que aquilo só podia ser uma pegadinha. As estrelas gigantes espalhadas sobre um fundo que imitava jeans desbotado eram a cara dos EUA, mas pareciam exageradas demais para o futebol. A equipe temia virar motivo de chacota. Pelo menos uma proposta ainda mais ousada, inspirada em estampas tie-dye, nunca saiu do papel. Com o tempo a camisa virou um clássico, adorada tanto pelos jogadores que a vestiram quanto pelos torcedores que idolatravam aquela seleção. A campanha dos EUA naquela Copa também ajudou: a equipe foi eliminada apenas nas oitavas de final, diante do Brasil, que acabaria campeão do torneio. Talvez a presença dessa camisa entre as três melhores tenha sido influenciada pelo fato de a Copa voltar aos EUA neste verão. Ainda assim, o Mundial de 1994 ficou marcado por uma geração de uniformes inesquecíveis. 2. Argentina (uniforme reserva ou de visitante), 1986 Diego Maradon celebrates against EnglandCrédito,Getty Images A vitória da Argentina sobre a Inglaterra nas quartas de final da Copa de 1986 entrou para a história por dois dos gols mais famosos de todos os tempos: a "Mão de Deus", de Diego Maradona, e a arrancada hipnotizante em que ele atravessou o campo desde o meio-campo até marcar. Mas a história da camisa usada pelos argentinos naquele jogo é quase tão memorável quanto a partida. A Fifa determinou que a Argentina teria de usar seu uniforme reserva azul-escuro para evitar confusão com a camisa branca da Inglaterra. Mas, em uma vitória anterior sobre o Uruguai, os jogadores reclamaram que o modelo era pesado e abafado demais para o calor sufocante do México. Como a fornecedora Le Coq Sportif não tinha outra opção disponível, conta a história que o técnico Carlos Bilardo enviou integrantes da comissão técnica ao bairro de Tepito, na Cidade do México, famoso pelo comércio de produtos falsificados, para procurar novas camisas. Conta-se que Maradona deu a palavra final sobre os modelos escolhidos e soltou uma frase que acabou entrando para a história: "Que linda essa camisa, Carlos. Com ela vamos vencer os ingleses." Nas 24 horas antes da partida, funcionários da seleção passaram a madrugada costurando números e o escudo argentino nas camisas. Trinta e seis anos depois, o meio-campista inglês Steve Hodge colocou em leilão a camisa que trocou com Maradona naquele jogo. Ela foi vendida por 7,1 milhões de libras (cerca de R$ 48 milhões). Seleção da Argentina na Copa de 1986Crédito,Getty Images Alemanha Ocidental (uniforme principal), 1990 Germany team line-up 1990Crédito,Getty Images No topo da lista está um clássico do design esportivo: a camisa da Alemanha Ocidental na Copa de 1990, cobiçada por colecionadores e frequentemente apontada como precursora de uma nova geração de uniformes de futebol. "É preciso olhar para ela dentro do contexto da época. Até então, as camisas costumavam ser bem simples", explicou John Blair, autor do livro A Culture of Kits (A Cultura dos Uniformes, em tradução livre), ao programa Sporting Witness, do Serviço Mundial da BBC. "Ela reuniu várias coisas ao mesmo tempo: um visual realmente marcante para aquele período, uma seleção campeã e talvez o primeiro grande momento em que um design mais expressivo ganhou protagonismo." A camisa, no entanto, quase foi deixada de lado antes da Copa. Ela havia estreado na Eurocopa de 1988, quando a Alemanha Ocidental, anfitriã do torneio, caiu na semifinal. A designer Ina Franzmann já trabalhava em um novo modelo quando o técnico Franz Beckenbauer interveio e pediu que a camisa original fosse mantida. Franzmann, que também desenhava roupas de tênis para a Adidas e nem acompanhava futebol de perto, recebeu a missão de criar "uma pequena revolução" para a seleção alemã. "Foi o próprio Horst Dassler, filho do fundador Adolf Dassler, quem sugeriu colocar mais cor no uniforme. Então fazia sentido usar as cores da Alemanha", contou ela. Dassler morreu em 1987 e não chegou a ver a Alemanha Ocidental conquistar a Copa nem chamar atenção na Itália em 1990. Para Franzmann, aquele momento foi importante, mas o verdadeiro reconhecimento só viria décadas depois. "A camisa virou uma obra-prima anos mais tarde", disse. "Tenho muito orgulho do interesse que ela desperta hoje. Todo mundo quer conhecer a história por trás dela."
Foto tirada durante fishwatching Reprodução Instagram (@brazilianstreams) O Brasil guarda um mundo vibrante e silencioso logo abaixo da superfície de seus rios. Para quem já tem o olhar treinado e a paixão pela observação de aves nas copas das árvores, abaixar a cabeça e romper o espelho d'água revela um universo onde o tempo parece correr em outro ritmo. 📱 Receba conteúdos do Terra da Gente também no WhatsApp A observação de peixes em seu habitat natural — o chamado fishwatching — vai muito além do ecoturismo: é um mergulho profundo na conscientização ambiental, que rende registros fotográficos espetaculares e transforma a nossa relação com a rica biodiversidade aquática. O engenheiro e consultor ambiental Fernando Henriques sabe bem disso. Voluntário do Projeto Piaba — iniciativa que promove o manejo sustentável de peixes ornamentais na Bacia do Rio Negro —, ele transformou o fascínio que tinha pelos aquários em uma busca ativa pelos jardins submersos de água doce no Brasil. Em entrevista exclusiva, ele detalha os encantos e as peculiaridades dessa prática que une ciência, contemplação e muita calma. Veja também: Publicitária transforma carreira e se reinventa com observação de aves Livro independente revela os bastidores e desafios da observação de aves Observadora grava joão-de-barro usando piolho-de-cobra como 'repelente natural' em SC Foto tirada durante fishwatching Reprodução Instagram (@brazilianstreams) O silêncio e a proximidade A transição do meio terrestre para o aquático exige, antes de tudo, uma mudança de estado de espírito. A dinâmica com a fauna é incrivelmente diferente daquela vivida em terra firme. "Antes de mais nada, a calma e o silêncio da paisagem subaquática, que já é, muitas vezes, impressionante por si só, é um belo atrativo para direcionar o olhar para debaixo da água. Ao contrário da maioria das aves e animais terrestres, muitas das espécies de peixes são muito pouco ariscas, permitindo uma aproximação muito maior do observador e uma observação mais detalhada e atenta. É possível observar peixes a poucos centímetros da lente ou da câmera." Veja o que é destaque no g1: Agora no g1 Da transparência de Bonito aos igarapés amazônicos Quando se fala em águas cristalinas no Brasil, a cidade de Bonito (MS) é, merecidamente, o destino mais lembrado. No entanto, Fernando destaca a região amazônica como a grande e intocada fronteira do mergulho contemplativo brasileiro. "Os igarapés da Amazônia são os lugares mais incríveis para quem quer visitar um ambiente alternativo", afirma o consultor. Foto tirada durante fishwatching Reprodução Instagram (@brazilianstreams) Ele explica que, embora grandes rios como o Negro e o Solimões tenham pouca visibilidade natural, os pequenos canais (igarapés) que os alimentam escondem águas translúcidas, especialmente na época de seca. "A biodiversidade dos igarapés amazônicos é enorme e ganha de todos os outros biomas brasileiros, e alguns dos peixes chegam a ter cores bem vibrantes, como o neon cardinal, o peixe símbolo dos igarapés do Rio Negro, na região de Barcelos." Mas engana-se quem pensa que a prática se restringe ao Norte ou Centro-Oeste. Riachos de cachoeira na Mata Atlântica do Sudeste, as veredas do Cerrado de Guimarães Rosa e até mesmo no sertão da Caatinga nordestina oferecem bons locais de flutuação para olhares atentos. A arte de flutuar: equipamento e acessibilidade A boa notícia para os iniciantes na observação e fotografia aquática é que não é preciso um complexo equipamento de mergulho autônomo para começar. A atividade se destaca pela acessibilidade. "Basta achar um rio de águas claras, sem grandes influências humanas, e mergulhar de máscara, snorkel e um celular à prova d'água ou em um estojo estanque. Quem não sabe nadar consegue observar bem utilizando um colete salva-vidas", garante Fernando. Foto tirada durante fishwatching Reprodução Instagram (@brazilianstreams) Uma vez na água, a técnica principal é flutuar com tranquilidade. Enquanto os peixes maiores dominam o canal profundo, a grande riqueza e as cores se escondem nas margens rasas e entre as plantas aquáticas. "Como em toda observação de vida silvestre, manter a calma, evitar movimentos bruscos e manter o silêncio (mais fácil debaixo da água) aumentam a chance de sucesso e criam um verdadeiro estado calmo e meditativo", complementa. Comportamentos curiosos e predação noturna A ideia de que os peixes são animais fugazes de pouca personalidade cai por água abaixo quando se passa tempo suficiente no ambiente deles. Ciclídeos, popularmente conhecidos como carás, são notórios por serem curiosos e territoriais. Segundo Fernando, é comum que eles venham na direção do mergulhador, "olhando no seu olho para saber qual é a sua, mas sempre sem agressividade". O cair da noite, no entanto, transforma completamente a dinâmica dos rios e praias de água doce. "À noite, na beira do Rio Negro, em bancos de areia, é possível observar peixes sem nem mesmo entrar na água, apenas com uma lanterna", relata. "Arraias da cor da areia esperando pacientemente sobre a areia na água rasa até que uma piaba ou lambari desavisado nade sobre ela e: vupt! Num piscar de olhos a arraia levanta a aba frontal de seu disco, cria um vácuo e suga o desafortunado para a sua boca." O primeiro acará-bandeira a gente nunca esquece Foto tirada durante fishwatching Reprodução Instagram (@brazilianstreams) Todo amante da natureza tem um registro que muda definitivamente a sua trajetória. Para Fernando, o "encontro inesquecível" aconteceu no Igarapé da Terra Preta, na Floresta Nacional do Tapajós (PA). Durante um mergulho despretensioso com máscara e snorkel após o almoço na comunidade local, ele se deparou com um exuberante jardim subaquático de ninfeias. "Ao explorar esse jardim, de repente me deparei com um peixe maior: prateado com listras verticais escuras, um comprimento de uns 15 centímetros e um formato de losango, como uma pipa ou papagaio. Era um acará-bandeira selvagem, um dos peixes mais marcantes nas lojas de aquário do mundo todo, muito elegante e bonito. Foi uma surpresa!" A partir daquele dia, ele passou a buscar ativamente novas oportunidades de mergulho, acompanhado de sua esposa, levando a paixão recém-descoberta nos riachos amazônicos até o litoral de São Paulo. O fishwatching como ferramenta de conservação O contato íntimo e desarmado com o ambiente subaquático tem um forte poder transformador, gerando defensores ativos das matas ciliares. "A partir do momento em que descobri o que há debaixo da água, fui muito mais vezes à Mata Atlântica, comecei a prestar atenção nos riachos, qual o seu estado de conservação, se as águas estão claras ou barrentas por causa de erosão agrícola", pontua o engenheiro. Essa educação visual afeta também quem vive às margens das águas. Fernando relembra uma expedição no Rio Arapiuns (PA), quando emprestou suas máscaras aos guias locais. Acostumados a olhar para o rio apenas em busca de peixes de interesse comercial e alimentar, como o tucunaré ou a matrinxã, os rapazes viram as pequenas "piabinhas" com outros olhos. "Eles se impressionaram com a beleza, variedade e cores dos peixes pequenos. Passaram o resto do passeio usando as máscaras para descobrir mais um aspecto do ambiente que já conheciam tão bem." No fim, é esse respeito pela biodiversidade de todos os tamanhos e cores que a prática promove: a certeza de que as nossas águas protegem tesouros vivos muito mais espetaculares em seu ambiente natural do que isolados em quatro paredes de vidro. VÍDEOS: Destaques Terra da Gente Veja mais conteúdos sobre a natureza no Terra da Gente
Sem filtro e sem IA: Nascer do sol em Rondônia impressiona pela grandiosidade "Quando nosso céu se faz moldura". O trecho do hino de Rondônia traduz perfeitamente a cena registrada por Jhonatan de Araújo esta semana: as cores vibrantes em tons de rosa, sem filtro ou Inteligência Artificial (IA), durante o nascer do sol no rio Madeira. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça Jhonatan estava em um barco, voltando de uma expedição nas comunidades ribeirinhas, quando foi acordado pela luz refletindo na estrutura de madeira ao lado onde estava deitado. Impressionado com a cena, ele pegou o celular e começou a gravar imediatamente. “Eu fiquei extasiado, sem acreditar. Parecia que eu estava dentro de um Photoshop ou de uma inteligência artificial, de tão perfeito que estava. Mas era tudo real”, disse. As cores, refletidas na água do rio Madeira tornam a cena ainda mais encantadora. Mas, afinal, por que o céu ganha tons rosados durante o nascer e o pôr do sol? Segundo o meteorologista Fábio Saraiva, isso acontece porque, nesses momentos, a luz do Sol atravessa uma parte maior da atmosfera. Nesse caminho longo, os tons azuis se espalham e acabam filtrados, enquanto as cores de ondas mais longas, como o vermelho e o rosa, conseguem chegar até nossos olhos e pintam o céu com esses tons quentes. 🌞 A luz do Sol é composta por várias cores e cada uma delas corresponde a um comprimento de onda diferente. Exemplo: Ondas curtas → azul e violeta. Ondas longas → vermelho, laranja e rosa. Quando a luz atravessa a atmosfera, ela colide com moléculas de ar, poeira e gotículas de água. Esse processo é chamado de espalhamento. Além disso, a inclinação do Sol e as condições locais, como o período de estiagem em Rondônia, ajudam a intensificar o fenômeno. Em lugares com menos nuvens e mais partículas no ar, o efeito pode ficar ainda mais marcante. Parece um presente Além da beleza do fenômeno, Jhonatan relacionou o momento ao encerramento da ação de saúde realizada nos distritos do Baixo Madeira. Segundo ele, os dias de viagem foram cansativos e marcados pelo contato com realidades desafiadoras enfrentadas pelas comunidades atendidas. “Foi mágico. Eu senti que foi um presente de Deus pra mim naquela hora, como uma pequena recompensa pelo trabalho que a gente teve lá”, destacou. LEIA TAMBÉM: MPF processa empresa suspeita de faturar R$ 5,4 milhões com garimpo ilegal em área federal de Rondônia Fim da escala 6x1: Veja como votaram os deputados de Rondônia nos dois turnos Nascer do sol em Rondônia sem filtro e sem IA Reprodução
Conheça a costureira que veste presidente do México Na periferia da Cidade do México, uma costureira transformou linhas, tecidos e bordados tradicionais em símbolo de identidade nacional — e conquistou uma cliente ilustre: a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum. A história de Olívia Trujillo foi apresentada no Globo Repórter durante uma viagem pelo México que também passou pela trajetória da artista Frida Kahlo. Enquanto Frida virou referência de força feminina e orgulho cultural, Olívia mantém viva essa tradição por meio da moda popular mexicana. Moradora de Tlalpan, na zona metropolitana da capital mexicana, Olívia trabalha nos fundos da própria casa, onde produz vestidos marcados por bordados artesanais e cores vibrantes — elementos que remetem à estética eternizada por Frida Kahlo. “Todos queremos um pedacinho de México”, disse a costureira ao mostrar as peças usadas pela presidente mexicana. Costureira que veste presidente do México une tradição, bordados e músicas de Roberto Carlos Reprodução/TV Globo Segundo Olívia, o estilo ganhou força após Claudia Sheinbaum começar a usar roupas inspiradas em tradições indígenas e populares do país. Muitas vezes, os próprios bordados são presentes recebidos pela presidente e depois incorporados aos vestidos. “Cada bordado que ela ganha, colocamos num vestido”, contou. A relação entre as duas começou antes de Sheinbaum assumir a presidência. “Uns dois anos antes de ela virar presidente”, lembrou a costureira. Olívia também assinou o vestido de casamento da líder mexicana. “Eu tinha o tecido, a renda... E caiu bem!”, afirmou, ao recordar a peça feita para a cerimônia. Olívia também assinou o vestido de casamento da líder mexicana. Reprodução/TV Globo Linha, agulha e Roberto Carlos A trajetória da costureira começou ainda na infância. Filha de uma mulher que também trabalhava com tecidos, Olívia aprendeu cedo os primeiros pontos. “Minha mãe, com um pedaço de pano, fazia maravilhas”, contou. Aos 10 anos, ela começou a costurar e depois conseguiu emprego em uma fábrica, onde aperfeiçoou o ofício. Mas a máquina de costura sempre veio acompanhada de outra paixão: as músicas de Roberto Carlos. “Eu ouço Roberto Carlos desde pequena”, disse Olívia. Durante décadas, ela escutava as canções em um rádio baixinho dentro da fábrica. Hoje, aos 50 anos de profissão, ainda trabalha ouvindo os sucessos do cantor brasileiro — agora no volume que quiser. Costureira que veste presidente do México une tradição, bordados e músicas de Roberto Carlos Reprodução/TV Globo A trilha sonora também acompanhou sua vida pessoal. Casada há 47 anos com José, Olívia construiu uma família enquanto seguia costurando vestidos que carregam a cultura mexicana em cada detalhe. Ao fim da visita, a costureira ainda preparou um vestido especial para a repórter Sandra Annenberg usar na apresentação do programa. Veja a íntegra do programa no vídeo abaixo: Globo Repórter: uma expedição pelo México, a terra do Tri - 29.05.2026 Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:
Festival Brasil Sabor será realizado no período de 29 a 31 de maio no Sambódromo Visitantes da 20ª edição do Festival Brasil Sabor no Amapá poderão votar e eleger o melhor prato do evento. A programação inicia nesta sexta-feira (29) e segue até domingo (31) no Sambódromo, Zona Sul de Macapá (Veja abaixo a relação completa de participantes). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp O g1 traz a descrição de cada uma das 33 opções de pratos inovadores da culinária regional, contemporânea e internacional, além de hamburguerias, pizzarias, docerias, sorveterias, coquetelaria, bebidas especiais e culinária pet. Clique aqui para acessar a programação completa! VOTAÇÃO ABERTA! A votação acontece de 29 a 31 de maio e o resultado será divulgado no g1. Veja a relação de empreendimentos e pratos: Culinária Regional Prato “Aquarela do Brasil”, da empresa Divina Arte Prato “Aquarela do Brasil”, da empresa Divina Arte Abrasel/Divulgação Peixe confitado em baixa temperatura, acompanhado de aligot elástico de macaxeira com queijos regionais e bisque de camarão. Prato “Los Canaleros Amazônicos”, da empresa Delícias da Oci Prato “Los Canaleros Amazônicos”, da empresa Delícias da Oci Abrasel/Divulgação Peixe empanado em tapioca, servido com purê de banana-da-terra, arroz de alho com coentro, farofa de camarão seco e patacones crocantes. Prato “Las Arepas Tucuju”, da empresa Maniva Prato "Las Arepas Tucuju", da empresa Maniva Abrasel/Divulgação Trio degustação com sabores amazônicos. Massas macias e douradas envolvem recheios emblemáticos: pato no tucupi, carne seca desfiada e camarão rosa com jambu. Prato “La Tri”, da empresa Tito's Buffet Prato “La Tri”, da empresa Tito's Buffet Abrasel/Divulgação Escondidinho de purê de macaxeira recheado com pirarucu desfiado, camarão e banana, gratinado com ovo e queijo. Servido com arroz ao alho e legumes salteados. Culinária Contemporânea Prato “Kafta Istambul”, da empresa Alquimista Gastrobar Prato “Kafta Istambul”, da empresa Alquimista Gastrobar Abrasel/Divulgação Kafta artesanal grelhada no ponto certo, temperada com ervas e especiarias que remetem à tradição turca. Servida com arroz aromático, salada fresca e molho de ervas vibrante, o prato equilibra suculência, frescor e picância. Prato “Orange das marés”, da empresa Ana Maia Gastronomia Prato “Orange das marés”, da empresa Ana Maia Gastronomia Abrasel/Divulgação Massa gravatinha cozida em caldo de polvo aromatizado, envolvida em molho branco com queijo e noz-moscada. Servida com polvo grelhado na manteiga e camarão rosa selado, finalizada com alho frito, pimenta biquinho e salsinha fresca. Prato “Tabla Argentina”, da empresa Carnívoros Prato “Tabla Argentina”, da empresa Carnívoros Abrasel/Divulgação Tábua com dois cortes clássicos: entranha e bife de chorizo, preparados na brasa para realçar sabor e suculência. Os acompanhamentos rústicos são batatas assadas na páprica, farofa crocante e chimichurri artesanal. Prato “Pérola Negra”, da empresa Mangút Bistrô Prato “Pérola Negra”, da empresa Mangút Bistrô Abrasel/Divulgação Filé de filhote marinado em limão, alho e especiarias, selado rapidamente. Servido com arroz cremoso de coco, banana-da-terra caramelizada e molho crioulo haitiano de tomate, pimentão e cebola. Prato “Hot Dog Buvette”, da empresa Cachorro Velho Prato “Hot Dog Buvette”, da empresa Cachorro Velho Abrasel/Divulgação Sanduíche de baguete com linguiça defumada, molho bechamel cremoso, vinagrete de pimentões, pasta Dijon de maionese, picles e azeitonas. Finalizado com queijo Emmental gratinado. Prato “Sandes CR7 d'Amazônia”, da empresa Kuahí Bistrô Prato “Sandes CR7 d'Amazônia”, da empresa Kuahí Bistrô Abrasel/Divulgação Sanduíche de baguete recheado com pirarucu fresco desfiado, banana-da-terra frita e queijo coalho, levado ao forno até dourar. Finalizado com maionese de cupuaçu, espinafre, tomate e geleia de taperebá. Prato “Montreal Meat”, da empresa Station 57 Prato “Montreal Meat”, da empresa Station 57 Abrasel/Divulgação Um sanduíche robusto e sofisticado que revisita o clássico canadense. A costela de wagyu, assada lentamente até atingir maciez extrema, é servida em pão semi-italiano tostado. O queijo emmental maçaricado acrescenta intensidade e cremosidade, enquanto os picles artesanais equilibram com frescor e acidez. A maionese aromatizada com especiarias completa a experiência. Culinária Internacional Prato “Schnitzel À Franz Beckenbauer”, da empresa Ho Fame Italian Food Prato “Schnitzel À Franz Beckenbauer”, da empresa Ho Fame Italian Food Abrasel/Divulgação Filé de gurijuba empanado em panko, frito e finalizado no forno. Servido sobre musseline de pupunha cremosa e acompanhado de chucrute de repolho refogado. Prato “Rāmen Samurai Blue”, da empresa Restaurante Japan Prato “Rāmen Samurai Blue”, da empresa Restaurante Japan Abrasel/Divulgação Ramen tradicional japonês, preparado com massa Hakata-style e caldo encorpado de longa cocção, enriquecido com colágeno e shoyu. A panceta marinada (chashu) traz suculência, acompanhada de ovo marinado (ajitsuke tamago), alga wakame e vegetais frescos. Prato “Rota Seul–Roma”, da empresa Monza Prato “Rota Seul–Roma”, da empresa Monza Abrasel/Divulgação Guiozas artesanais selados e cozidos no vapor, servidos sobre emulsão carbonara delicada de gemas, bacon e parmesão. Acompanhados de crocante de bacon e espuma leve de parmesão. Equilibrando crocrância, cremosidade e intensidade. Culinária Funcional Prato “Vozinha em campo”, da empresa Nutriday Prato “Vozinha em campo”, da empresa Nutriday Abrasel/Divulgação Talharim servido com camarão rosa refogado em ervas finas, envolto em molho de milho cremoso com parmesão. A fusão entre massa, frutos do mar e milho traduz equilíbrio e sabor marcante. Hamburguerias Prato “Donovan”, da empresa Blend Burguers Prato “Donovan”, da empresa Blend Burguers Abrasel/Divulgação Smash burger de blend bovino prensado na chapa, com crosta intensa e interior suculento. Servido com american cheese derretido, bacon crocante, cebola roxa e picles, em pão amanteigado selado. Prato “El Matador”, da empresa Garage FoodBeer Prato “El Matador”, da empresa Garage FoodBeer Abrasel/Divulgação Hambúrguer de blend bovino servido com fonduta cremosa de queijos, linguiça de ervas e chimichurri defumado. Montado em pão amanteigado selado, finalizado com maçarico na fonduta. Prato “Sheik Burguer”, da empresa Homemade Prato “Sheik Burguer”, da empresa Homemade Abrasel/Divulgação Hambúrguer, com carne temperada em especiarias como cominho e canela, trazendo sabor marcante e exótico. A salada de tomates com hortelã acrescenta frescor, enquanto a coalhada confere cremosidade. O toque final vem dos snacks crocantes de grão-de-bico assado, que garantem textura diferenciada. Prato “Taz”, da empresa Garagem Sinner Prato “Taz”, da empresa Garagem Sinner Abrasel/Divulgação Hambúrguer smash de blend bovino com cheddar derretido, picles de beterraba, camarões empanados crocantes e maionese de barbecue com abacaxi assado. Pizzarias Prato “Lovene”, da empresa Gallo Pizzeria Prato “Lovene”, da empresa Gallo Pizzeria Abrasel/Divulgação Pizza bianca, assada com muçarela e cebola até obter bordas douradas e crocantes. O toque final vem do salmão gravlax fatiado, que traz delicadeza e frescor, acompanhado de molho de iogurte cremoso com erva amazônica, resultando em uma fusão elegante e contemporânea. Prato “Glasgow”, da empresa Fold Nyc Pizza Style Abrasel/Divulgação Uma pizza que une simplicidade e sofisticação: massa leve e crocante, coberta com molho de tomate e muçarela derretida. O destaque está na carne bovina desfiada, macia e bem temperada, que traz rusticidade ao prato. A finalização com cream cheese e molho de whisky escocês acrescenta cremosidade e um toque marcante. Prato “Alpina”, da empresa Forneria Bella Ciao Prato “Alpina”, da empresa Forneria Bella Ciao Abrasel/Divulgação Pizza de massa fina pré-assada, coberta com molho de tomate caseiro, muçarela, carne suína curada e defumada, creme de ricota temperado, maçã verde salteada e batata laminada. Finalizada com mel e mostarda Dijon. Prato “Pizza À La Eden Hazard”, da empresa Tatá Pizza Prato “Pizza À La Eden Hazard”, da empresa Tatá Pizza Abrasel/Divulgação Sobre a base de muçarela derretida, o filé mignon é selado e envolto em molho de cerveja belga escura, trazendo intensidade maltada. As cebolas caramelizadas equilibram o amargor do malte, e a finalização com batatas crocantes garante textura e identidade belga em cada fatia. Doceria Prato “Fuego Azteca”, da empresa Amore Dolce Prato “Fuego Azteca”, da empresa Amore Dolce Abrasel/Divulgação Em formato de pimenta, a sobremesa de ganache de baunilha vem com núcleo congelado de geleia apimentada e coberta por casca de chocolate nobre. Prato “Basca La Roja – Selva Amazônica”, da empresa Mr. Charlie Prato “Basca La Roja – Selva Amazônica”, da empresa Mr. Charlie Abrasel/Divulgação Tarta de queijo basca, assada em alta temperatura para formar superfície caramelizada e interior cremoso. Reinterpretada com infusão de cumaru no creme de leite e servida com geleia de cupuaçu e pimentas amazônicas. Prato “Basbousa Tucuju”, da empresa Tatay Confeitaria Prato “Basbousa Tucuju”, da empresa Tatay Confeitaria Abrasel/Divulgação Bolo de flocão de milho e coco, embebido em calda de limão e baunilha, coberto com creme de cupuaçu e finalizado com praliné de castanha-da-Amazônia e amêndoas tostadas. Sorveterias Prato “Guaranis”, da empresa Marvim Prato “Guaranis”, da empresa Marvim Abrasel/Divulgação Sobremesa em camadas que combina crumble de castanha-da-Amazônia, banana-da-terra caramelizada em calda leve e queijo manteiga dourado com açúcar e doce de leite cremoso. Finalizada com sorvete, calda de cupuaçu e casquinha crocante. Prato “Chris Wood”, da empresa Chopp da Vovó Prato “Chris Wood”, da empresa Chopp da Vovó Abrasel/Divulgação Sobremesa leve e refrescante, de textura suave e delicada, com base cremosa de iogurte natural, enriquecida com leite condensado e creme de leite. A cobertura artesanal de frutas vermelhas acrescenta acidez vibrante e frescor, criando contraste perfeito com a cremosidade da base. Prato “Geladinho Marrakech”, da empresa Primoroso Prato “Geladinho Marrakech”, da empresa Primoroso Abrasel/Divulgação Sobremesa gelada de manga tropical batida com açafrão, leite condensado e creme de leite, congelada em saquinhos. O açafrão confere cor dourada e aroma exótico, enquanto a manga traz frescor. Bares e Bebidas Prato “Pilsner e Ipa”, da empresa Mercado Urbano Prato “Pilsner e Ipa”, da empresa Mercado Urbano Abrasel/Divulgação Pilsner O Chopp Pilsner Schornstein é claro e cristalino com 4,5% de teor alcoólico. Muito brilhante, apresenta uma bela formação de espuma e seu aroma remete ao malte e cereais, características estas que se confirmam no paladar. Muito refrescante e com ótima suavidade. Ipa É um chopp forte e escuro do estilo India Pale Ale. Com 6,5% de teor alcoólico, apresenta coloração âmbar, é brilhante e exibe um denso creme. Aroma floral, cítrico e frutado. É refrescante, mostrando notas condimentadas e o característico amargor do estilo. Prato “Tonickane”, da empresa Bar do Urso Prato “Tonickane”, da empresa Bar do Urso Abrasel/Divulgação Coquetel autoral que une gin infusionado com chicória por pressão de CO₂, tônica artesanal de taperebá carbonatada e compota de camarãozinho caramelizado. Servido em copo alto, finalizado com folha de chicória. A técnica de infusão e clarificação valoriza notas herbais e frutadas. Prato “Waka Waka”, da empresa Tucuju Cocktail Club Prato “Waka Waka”, da empresa Tucuju Cocktail Club Abrasel/Divulgação Coquetel com licor Amarula, vodka, xarope de castanhas e suco de limão siciliano, batido em coqueteleira, servido com espuma e decorado com arte tribal. Gastronomia Pet Prato “Copa Pet”, da empresa Kero comida Prato “Copa Pet”, da empresa Kero comida Abrasel/Divulgação Croquete artesanal de fraldinha, dourado por fora e macio por dentro, preparado com ingredientes naturais e aroma irresistível, acompanhado de um brownie especial de carne e maçã, cheio de sabor e pensado para agradar os paladares exigentes dos pets. Festival Brasil Sabor no Amapá Nayana Magalhães/GEA 🔔 Tem uma sugestão de pauta? Fale com o g1 no WhatsApp 📲Siga as redes sociais do g1 Amapá e Rede Amazônica: Instagram, X (Twitter) e Facebook 📲 Receba no WhatsApp as notícias do g1 Amapá Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:
'Bocchi the Rock!', 'Chainsaw Man' e 'Jujutsu Kaisen'. Divulgação Quando adolescente, enquanto lutava para se adaptar à vida na zona rural da Sicília, Francesco Panto encontrou refúgio no anime, a popular forma de arte gráfica japonesa, onde descobriu personagens que se assemelhavam ao tipo de pessoa que ele almejava ser. Agora morando no Japão, o psiquiatra acredita que esse gênero de animação pode beneficiar outras pessoas. Ele pesquisa a adequação do anime como método terapêutico, especialmente para aqueles que, de outra forma, teriam dificuldade em buscar ajuda. "Usar mangá e anime me ajudou muito [...] foram ferramentas de apoio emocional muito importantes", afirmou. "Tendo crescido na Itália, na Sicília, havia estereótipos muito fortes em torno de gênero e autoexpressão. Mas quando eu tinha 12 ou 13 anos, comecei a jogar um jogo chamado Final Fantasy, e os protagonistas masculinos me cativaram", disse. "Eles eram tão masculinos e brilhantes, mas à sua maneira", lembrou. Agora no g1 Em março, Panto concluiu um estudo piloto de seis meses sobre "terapia baseada em personagens" na Universidade Municipal de Yokohama. Personagens de mangá ajudam pacientes Como parte da pesquisa, ele e sua equipe recrutaram 20 pessoas entre 18 e 29 anos que apresentavam sintomas de depressão e ofereceram a elas terapia online com um psicólogo que aparecia na tela como um avatar de anime com a voz alterada digitalmente. Panto acredita que esse "filtro de fantasia" pode ajudar as pessoas a se sentirem confortáveis e a reconhecerem seus problemas, e espera que os resultados do estudo confirmem essa teoria. Sua equipe criou seis personagens diferentes para o estudo, baseados em um arquétipo específico de mangá japonês. Por exemplo, eles criaram uma figura estável e confiável de "energia materna" empunhando um fuzil de assalto, ou um príncipe usando uma capa e sendo emocionalmente perspicaz. Os participantes do estudo puderam escolher livremente entre eles. "Tentei infundir cada personagem com uma luta mental específica. Uma das personagens se chama Kuroto Nagi. Ela apresenta traços de personalidade bipolar", explicou Panto. Outros lutam contra o transtorno de estresse pós-traumático e ansiedade, ou enfrentam problemas relacionados ao consumo de álcool. Mas a ideia é que os avatares sejam "divertidos", explicou o pesquisador. Um participante de 24 anos explicou como foi atraído pelo estudo através da descrição de um dos avatares, que dizia estar "em busca da verdadeira força". "Isso me fez sentir que poderia me ajudar a chegar mais perto da resposta para os meus próprios problemas", disse o participante, um fã de anime e desenvolvedor de videogames que não pode ser identificado pelo nome, de acordo com as regras do estudo. Anime 'One Piece Film - Red' Reprodução Melhora na comunicação entre paciente e terapeuta Este ensaio clínico de fase um, que monitorou a frequência cardíaca e o sono dos participantes, teve como objetivo principal avaliar se a terapia com anime é viável e se esse tipo de tratamento pode reduzir os sintomas da depressão. Panto também avalia se a terapia poderia ser aplicada usando inteligência artificial, sem a intervenção de um psicólogo humano. O projeto de pesquisa é um dos muitos que buscam soluções para os desafios de saúde mental no Japão, incluindo o ikizurasa, um termo que se refere àqueles que têm "dificuldade de adaptação à sociedade", explicou Mio Ishii, professora associada que ajuda a liderar o projeto. "Há muitos jovens que não conseguem ir à escola ou continuar trabalhando. Portanto, nosso objetivo é oferecer a eles [...] novas opções para superar suas dificuldades", afirmou a pesquisadora. Em 2022, apenas 6% da população japonesa havia buscado terapia psicológica para problemas de saúde mental, segundo dados citados no portal de internet do Fórum Econômico Mundial. Essa taxa era muito maior na Europa e nos Estados Unidos. Jesús Maya, especialista em terapia familiar da Universidade de Sevilha, que não participa do estudo, observou que o uso de animes durante as sessões pode ser muito útil. "Pode facilitar a expressão de emoções [...], a identificação e a comunicação entre o paciente e o terapeuta", afirmou. De acordo com as regras do estudo, o participante de 24 anos, cujos animes favoritos atualmente incluem The End of Evangelion e Girls Band Cry, não foi autorizado a comentar sobre o processo em si. Ele, no entanto, disse que o anime lhe deu "um entusiasmo pela vida, ao ver personagens tão vibrantes lutando para realizar seus sonhos". Ishii espera que a terapia possa ser implementada no mundo todo.
Com foco na inovação da educação médica, a Universidade de Taubaté (UNITAU) realizou, na última semana, a segunda edição do Congresso Médico UNITAU (CMU), no campus Caraguá, no Litoral Norte. O evento reuniu mais de 1,1 mil pessoas entre estudantes, professores e profissionais da saúde em uma programação voltada à troca de conhecimentos, inovação e atualização científica na Medicina. Ao longo dos quatro dias de evento, os participantes acompanharam palestras, debates e atividades conduzidas por especialistas convidados, com temas atuais e relevantes para a formação médica. Além da programação científica, o congresso também teve caráter solidário, arrecadando mais de mil itens entre alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal, que serão destinados a ações sociais. UNITAU Divulgação Entre os convidados esteve o médico urologista Eduardo Mazzucato, que ministrou uma palestra sobre inovação e robótica na Medicina. Para ele, iniciativas como o CMU contribuem diretamente para a formação acadêmica dos futuros profissionais da saúde. “Esse tipo de evento cria um ecossistema vibrante onde estudantes, professores e toda a equipe multidisciplinar se inspiram mutuamente. A tecnologia já é uma linguagem nativa para essa geração e ver como os estudantes absorvem conceitos complexos, como cirurgia robótica e inovações tecnológicas, traz muita esperança para o futuro da Medicina”, destaca. O especialista também ressaltou a importância de aliar tecnologia e cuidado humano na prática médica. “Não estamos falando de um futuro distante, mas do presente da profissão. É emocionante ver a sede desses jovens em unir inovação tecnológica à empatia do olhar clínico, transformando de forma extraordinária a vida dos pacientes”, completa. UNITAU Divulgação Outro palestrante do congresso, o médico Deusdedit Cortez, destacou o envolvimento dos estudantes na organização das atividades e a relevância da experiência para a formação acadêmica. “Foi um prazer participar do Congresso Médico Universitário da UNITAU. Percebemos o interesse dos acadêmicos em aprender com seus professores e com os especialistas convidados. Além de oferecer um curso de excelência, a universidade proporciona momentos fundamentais para a formação médica”, afirma. O 2º CMU buscou aprimorar a formação médica conectada às transformações da área da saúde, incentivando o desenvolvimento científico, humano e social dos estudantes. Protagonismo estudantil Assim como na primeira edição, o 2º Congresso Médico UNITAU (CMU) contou com forte protagonismo estudantil. Entre os alunos que se destacaram na organização do evento está o universitário do 7º semestre de Medicina, Nelson Migani. “Ao longo dos congressos, tivemos a oportunidade de conhecer muitas pessoas e profissionais diferentes, trocar experiências e aprender com cada contato. Além disso, organizar essas duas primeiras edições do CMU foi uma vivência extremamente enriquecedora, tanto no aspecto acadêmico quanto pessoal”, enfatiza. Segundo a Reitoria da UNITAU, o sucesso da segunda edição do congresso evidencia o comprometimento dos estudantes com a formação médica e com a organização do evento. A instituição destaca que o Congresso Médico UNITAU busca promover inovação e discutir tendências da Medicina contemporânea, além de aproximar os universitários de profissionais de referência na área. Outro ponto ressaltado é o protagonismo estudantil em todas as etapas da organização, proporcionando uma experiência que amplia a formação humanista e profissional dos alunos para além da sala de aula. Vestibular de Inverno 2026 Estão abertas, até o dia 7 de junho, as inscrições para o curso de Medicina da UNITAU. A grade curricular oferece atividades práticas desde os primeiros semestres da graduação. Há vagas disponíveis para os campi de Caraguá, Cruzeiro e Taubaté. Saiba mais em unitau.br/medicina. ACOM/UNITAU
O Brasil sedia um dos maiores encontros de criatividade da América Latina, o Rio2C O Brasil sedia um dos maiores encontros de criatividade da América Latina, o Rio2C. No primeiro dia do evento, os destaques foram os talentos que levam a cultura brasileira para telas de TV, do cinema e do celular no mundo inteiro. Um encontro vibrante, uma explosão de criatividade. O Rio2C reúne profissionais do audiovisual, da moda, música, tecnologia de 30 países. Nos próximos seis dias, profissionais já muito experientes e gente que ainda está começando estarão juntos em dezenas de painéis. Essa troca de ideias gera negócios em um mercado que movimenta a economia e emprega milhões de pessoas pelo país. O avanço da tecnologia tornou a produção de conteúdo cada vez mais fácil e acessível. A imaginação é o limite. "Claro que isso é uma brincadeira. Só por isso, eu estou sem capacete, gente. Mas, essa facilidade traz também um desafio enorme que a gente pode resumir em uma pergunta simples: qual a relevância desse conteúdo?", diz o repórter Hélter Duarte. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Rio2C: Brasil sedia um dos maiores encontros de criatividade da América Latina Jornal Nacional/ Reprodução São muitos os caminhos. Como a campanha Brasilidade, da Globo, apresentada nesta terça-feira (26) no Rio2C. O apresentador William Bonner abriu a conferência sobre o tema no principal palco do encontro e ressaltou que a Globo conta histórias do Brasil para os brasileiros e também para o mundo - há décadas e em um idioma próprio. “A Globo é brasileira, tem alma brasileira. E a campanha que está sendo lançada hoje trata exatamente disso, dessa conexão da Globo com o Brasil. O fato de sermos brasileiros, que amamos o país, amamos nossas coisas, as nossas diferenças, porque somos plurais, faz com que a gente consiga tocar o coração dos brasileiros com enorme facilidade”, diz William Bonner apresentador do Globo Repórter. Diferentes formatos e plataformas. TV ou streaming. Cinema ou celular. Manuel Belmar, diretor de Produtos Digitais, disse que a Globo chega a todos com conteúdo adequado para cada geração e para cada momento do dia, e que compreender o Brasil é o alimento para a criatividade: “As nossas histórias são fascinantes, muitas delas são histórias globais, que se adequam à estrutura e à realidade de cada país onde esse conteúdo é consumido. São muitos Brasis trazidos na tela e viajando pelo mundo inteiro”. Em uma mesa mediada por Pedro Bial, as histórias que estão sendo reveladas pelos documentários brasileiros. “O fator central que eu ainda não disse que explica o sucesso do documentário no Brasil é a excelência de nossa produção audiovisual, o talento de nossos profissionais, artistas e técnicos, jornalistas e cineastas”, afirma Pedro Bial. Rio2C: Brasil sedia um dos maiores encontros de criatividade da América Latina Jornal Nacional/ Reprodução O Globoplay atingiu a marca de 100 documentários originais, com "Territórios – Sob o Domínio do Crime", com entrevistas conduzidas pelo repórter Paulo Renato Soares. “Territórios, a gente tinha duas perguntas centrais que todos nós estávamos ali querendo responder, que era: como a gente chegou até aqui e onde que a gente está? Acho que a gente conseguiu, em parte, responder muito bem essas perguntas, tentando fazer com que os entrevistados fossem além daquilo que eles dizem no dia a dia”, diz o repórter Paulo Renato Soares. A potência dos talentos e das histórias regionais. A atriz Dira Paes mediou o painel sobre o projeto dos telefilmes, que trabalha com atores e equipes locais e que vão ao ar na Globo às segundas, em horário nobre. Depois, ficam disponíveis no Globoplay. Treze projetos foram produzidos até agora. “O Brasil não só conhece o Brasil através do audiovisual, mas essa identidade de reconhecimento, porque às vezes você mora no Sudeste, mas seus pais vieram do Pará. Então, como é essa relação com sua ancestralidade? Eu acho que isso tudo se conecta porque o Brasil é um país de migrantes. Então, a gente sabe o quanto se sentir representado empolga uma população. A gente quer dar visibilidade a essas potências regionais do Brasil”, afirma a atriz Dira Paes. O Oscar para "Ainda Estou Aqui", uma produção original Globoplay, reforçou ainda mais o ótimo momento do audiovisual brasileiro no mercado internacional. A atriz Alice Braga se prepara para lançar outro original Globoplay nos cinemas: o filme "No Jardim do Ogro". Ela falou no Rio2C sobre a importância do investimento nos nossos talentos. “Eu acho que a gente está vivendo um momento muito importante, que mostra a força da nossa cultura, que mostra como é importante a gente investir nas nossas histórias, no nosso cinema. Que a gente tem equipes maravilhosas, atores maravilhosos, criativos maravilhosos, que vale a pena investir na cultura do audiovisual. É investir em uma indústria que gera imposto, que gera muito trabalho e, principalmente, comunicação com o público. Contar as nossas histórias para nós mesmos. Acho que isso é a coisa mais bonita que está acontecendo agora”, afirma a atriz Alice Braga. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Rio2C 2026 começa na Cidade das Artes com palestras, shows e rodadas de negócios
Cine Belas Artes exibe jogos do Brasil na Copa Divulgação; e Catherine Ivill/Getty Images O Cine Belas Artes vai trocar o silêncio típico das sessões pelo clima de torcida durante a Copa do Mundo de 2026. O cinema anunciou exibições especiais dos três jogos da Seleção Brasileira na primeira fase do torneio, com direito a pipoca, cerveja e petiscos de bar para o público acompanhar as partidas em grupo. As transmissão serão da TV Globo. As sessões acontecerão nos dias 13, 19 e 24 de junho; Na estreia, o Brasil enfrenta o Marrocos às 19h; Depois, encara o Haiti, no dia 19, às 21h30; A Seleção fecha a 1ª fase contra a Escócia, em 24 de junho, também às 19h. A proposta é transformar o espaço em um ponto de encontro para torcedores e cinéfilos durante o mundial. O Belas Artes informou ainda que pretende exibir todos os jogos do Brasil caso o time avance para as próximas fases da competição. “É muito mais divertido assistir aos jogos da Copa em grupo: a torcida fica mais animada e a emoção transborda ainda mais forte. Nada mais natural que o cinema mais bacana de São Paulo ofereça esse encontro especial para os torcedores e os cinéfilos em um momento tão vibrante para o país”, afirmou André Sturm, presidente do Belas Artes. Serviço 📍 Onde: Cine Belas Artes 📅 Quando: Jogos do Brasil nos dias 13, 19 e 24 de junho, às 19h, 21h30 e 19h 💲 Quanto: Ingressos ainda não divulgados ➡️ Mais informações e ingressos: vendas serão realizadas no site e na bilheteria do cinema Copa do Mundo em SP