UNESCO body recommends Japan's Asuka-Fujiwara sites for heritage list
TOKYO (Kyodo) -- A UNESCO advisory body has recommended adding a group of ancient sites in Nara Prefecture that show the formation of Japan's centrali
"UNESCO" · 총 49건
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TOKYO (Kyodo) -- A UNESCO advisory body has recommended adding a group of ancient sites in Nara Prefecture that show the formation of Japan's centrali
GEORGE TOWN, June 6 — After nearly two decades of being recognised as a Unesco World Heritage Site...
Authorities in Da Nang are investigating two foreign tourists who were filmed walking through the UNESCO-listed ancient town of Hoi An in the ao dai, Vietnam's traditional dress, worn over a bikini and shorts.
A UNESCO advisory panel has recommended adding the archaeological sites in western Japan to the UNESCO World Cultural Heritage list.
More than 1 million people advised to evacuate homes amid 80mph winds and heavy rain Typhoon Jangmi (also known as Typhoon No 6) moved northwards over the course of this week. From Okinawa to mainland Japan, prolonged and heavy rainfall led to landslide warnings and the flooding of rivers, with Japan issuing level 4 warnings for some rivers, signalling a risk of overflowing. This level is high enough for municipalities to issue evacuation orders. Three-hourly rainfall totals on Wednesday reached 105mm in Chiyoda, Tokyo, which was a record high for the month. Sustained wind speeds of 80mph (130kph) were recorded on Monday – making it a category 1 typhoon – bringing damage and disruption to businesses, transport, infrastructure and the environment. By Wednesday, 23 people had been injured, 17 of whom were in Okinawa. The typhoon damaged 57 homes and led to 60,000 homes losing electricity. In addition to this, 1.52 million people were advised to evacuate by authorities. The typhoon damaged the exterior wall of Himeji Castle, a Unesco world heritage site in western Japan. The maximum recorded wind speed at Himeji was 56mph, according to the Japan Meteorological Agency. The typhoon has now weakened into a tropical depression and has moved eastwards, away from the islands. Continue reading...
The Central Asian country of Turkmenistan is immensely proud of its horses. The ancient and endangered Akhal-Teke species has become a symbol of great national pride in a deeply isolated state where power is firmly concentrated, and are considered so beautiful that beauty pageants are held for them annually. The species and the culture surrounding them has even been listed on UNESCO's Intangible Cultural Heritage List.
South Korea's UNESCO-listed "getbol," or tidal flats, are expected to receive an expanded World Heritage designation, adding coastal wetlands in Yeosu, Goheung and Muan in South Jeolla Province; Seosan in South Chungcheong Province, heritage authorities said Friday. The Korea Heritage Service said the International Union for Conservation of Nature, the advisory body on natural heritage to UNESCO's World Heritage Committee, has recommended the inscription of "Getbol, Korean Tidal Flats PhaseⅡ." T
[Culture] : UNESCO World Natural Heritage is expected to add four more tidal flats in South Korea to its list, according to the relevant authorities on Monday. Per the Korea Heritage Service, the International Union for Conservation of Nature(IUCN), which advises the UNESCO World Heritage Committee, has recommended ... [more...]
KOBE (Kyodo) -- The exterior wall of Himeji Castle, a UNESCO World Heritage site in western Japan, has been found damaged, likely due to strong winds
O Parque Nacional do Iguaçu está entre os principais destinos turísticos do país ao aparecer como o segundo parque nacional mais visitado do Brasil em 2025. O dado integra levantamento divulgado pelo Ministério do Turismo, que aponta recorde histórico de visitação nas unidades de conservação brasileiras, com mais de 11,8 milhões de visitantes no último ano. De acordo com o ranking, o parque que abriga as Cataratas do Iguaçu ficou atrás apenas do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. O desempenho acompanha o recorde histórico registrado pelo parque no ano passado. Em 2025, a unidade de conservação encerrou o ano com 2.058.539 visitantes, representando um aumento de 8,7% em relação a 2024. “O resultado reforça a relevância do Parque Nacional do Iguaçu como destino nacional e internacional e é um reflexo de todos os investimentos que estamos fazendo ao longo do tempo, ampliando as experiências e a conexão com a natureza dos visitantes”, explica o CEO da Urbia+Cataratas, gestora da visitação da unidade, Mario Macedo Junior. Experiências além das Cataratas - O Ministério do Turismo destacou o Parque Nacional do Iguaçu como referência em experiências ligadas à natureza e aventura, citando atrativos como a Trilha das Cataratas, a passarela da Garganta do Diabo, trilhas em meio à Mata Atlântica e Circuito São João, que abriga o Espaço Usina, estrutura revitalizada da primeira usina hidrelétrica de Foz do Iguaçu. Novos atrativos e trilhas abertas nos últimos anos estão atraindo mais turistas que buscam contato com fauna e flora. Divulgação. Além dessas, o Parque Nacional do Iguaçu tem outras experiências, como a Ciclovia das Cataratas, dois novos restaurantes, atrativos como Amanhecer, Pôr do Sol e Céu das Cataratas, que permitem aproveitar a magia da unidade em vários momentos do dia. Sobre o Parque Nacional do Iguaçu — O Parque Nacional do Iguaçu, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), conta com a gestão de visitação turística da concessionária Urbia+Cataratas. Reconhecido como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, é referência internacional em turismo sustentável. Além disso, é considerado a principal atração do Brasil e da América Latina, segundo usuários do Tripadvisor no prêmio Best of the Best 2025. Parque Nacional do Iguaçu se posiciona entre os mais visitados no brasil. Divulgação. Mais informações: contato@catarataspni.com.br cataratasdoiguacu.com.br
Con un lago y unos paisajes reconocidos por la Unesco, la antigua capital de la dinastía Song del Sur ha apostado por reconstruir sus palacios, templos y pagodas
Beaufort Castle has since been occupied by the Israeli military. The UNESCO World Heritage Site of Tyre also faces the threat of damage amid ongoing bombardment.
Classée depuis 1996 au patrimoine mondial de l'Unesco, elle accueille annuellement six millions de visiteurs.
Canais se tornaram símbolos urbanos de Santos (à dir.) e Amsterdã (à esq.) Alexsander Ferraz/A Tribuna Jornal e Reprodução/TV Globo Separadas por quase 10 mil quilômetros de distância, as cidades de Santos, no litoral de São Paulo, e Amsterdã, capital da Holanda, têm uma característica em comum: os canais. Criados em contextos diferentes, os sistemas se tornaram símbolos urbanos dos dois municípios. "Os canais de Amsterdã e os de Santos têm origens e escalas distintas, mas cada conjunto, à sua maneira, tornou-se parte inseparável da história, da paisagem e da forma como seus moradores entendem e vivem suas cidades”, afirma o historiador Sergio Willians. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Ao g1, o profissional, que é presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Santos (IHGS), citou as principais semelhanças e diferenças a partir dos seguintes pontos: Origem e função; Estrutura Profundidade Navegação Impacto urbano Identidade Veja os vídeos que estão em alta no g1 Origem e função De acordo com o historiador, os canais de Amsterdã e os de Santos surgiram em contextos completamente distintos. Os canais de Amsterdã foram construídos no século XVII, durante a Era de Ouro holandesa, com uma função múltipla que combinava defesa, drenagem e transporte. Em Santos, o sistema de canais foi implantado com objetivo de resolver os problemas de alagamentos e saúde pública. Os canais começaram a nascer no início do século XX, a partir do projeto sanitarista de Francisco Saturnino Rodrigues de Britto, conhecido apenas como Saturnino de Brito e considerado o patrono da engenharia sanitária no Brasil. Sistema de canais de Santos foi implantado com objetivo de resolver os problemas de alagamentos e saúde pública Divulgação/Prefeitura de Santos Voltar ao início. Estrutura Em Amsterdã, os canais formam o famoso cinturão Grachtengordel, um traçado semicircular planejado, tombado como Patrimônio Mundial da UNESCO e pontuado por centenas de edifícios monumentais. Ao todo, são mais de 100 km de canais, cruzados por cerca de 1,5 mil pontes, que compõe uma paisagem homogênea e historicamente preservada. Santos conta com apenas sete canais, que são lineares, numerados e funcionam como eixos de drenagem que cortam os bairros perpendiculares à orla. Eles definiriam a forma como os moradores se orientam na cidade. Canais de Santos e Amsterdã têm semelhanças e diferenças Alexsander Ferraz/A Tribuna Jornal e Reprodução/TV Globo Voltar ao início. Profundidade Os canais de Amsterdã são relativamente rasos. Em média, a profundidade varia entre 2 e 5 metros. Segundo o historiador, os canais históricos do centro contam com 2,5 metros de profundidade, mas há pequenas variações conforme o trecho e a manutenção. Em Santos, os canais são mais rasos, com profundidade que varia entre 1 e 3 metros, conforme o trecho, o assoreamento e a manutenção. Voltar ao início. Em Amsterdã, há navegação nos canais. Enquanto em Santos, o sistema é mais raso. Reprodução/TV Globo e Vanessa Rodrigues/Arquivo A Tribuna Jornal Navegação Em Amsterdã, os canais urbanos são pensados para navegação leve e controle das águas, e não para grandes embarcações. Com isso, o sistema se tornou parte do turismo da cidade, pois atrai visitantes entusiastas de passeios de barco. Os canais urbanos de Santos não foram pensados para navegação, mas para drenagem e saneamento. No entanto, a cidade conta com o canal de navegação do Porto de Santos, que é outra estrutura e tem cerca de 15 metros de profundidade, mantidos por dragagem contínua para permitir a passagem de grandes navios. Voltar ao início. Impacto urbano Tanto os canais holandeses quanto os santistas foram essenciais para permitir a expansão das cidades, melhorando a qualidade de vida dos habitantes. No entanto, ao longo do tempo, cada um tomou rumos diferentes: Amsterdã consolidou as águas como cenário cultural e arquitetônico; Santos encontra nos canais um instrumento de modernização e urbanização costeira. Voltar ao início. Em Santos e em Amsterdã, canais se tornaram símbolos urbanos Vanessa Rodrigues/Arquivo A Tribuna Jornal e Reprodução/TV Globo Identidade Em Santos e em Amsterdã, os canais extrapolaram a função original e se tornaram elementos identitários e afetivos. “Em Amsterdã, passeios de barco e caminhadas pelas pontes são parte da experiência turística essencial. Em Santos, os canais organizam o território e funcionam como marcos de referência para quem circula pela cidade, integrando o cotidiano de maneira natural”, explicou Willians. Voltar ao início. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos
Blaenavon, a Unesco World Heritage Site, has seen sheep run amok after councillors said vandals cutting fences on the surrounding hills to drive quad bikes were letting the animals go free.
Ein altes Handwerk, fast ausgestorben – und Unesco-Weltkulturerbe: In Scheeßel praktiziert ein kleiner Kreis Frauen den Blaudruck. mehr...
TAXILA: A delegation led by Mamta Murthi, Vice President of the World Bank, visited Taxila Museum and prominent Unesco World Heritage sites on Sunday, reaffirming international interest in Pakistan’s rich archaeological, cultural and religious heritage. The delegation was received by Deputy Director Department of archaeology Mohammad Aasim Dogar and senior archaeologist Dr Arslan. They briefed the visitors on the museum’s extensive collection of Gandharan antiquities, Buddhist relics and rare archaeological artifacts. The officials also highlighted Taxila’s historical significance as a renowned centre of learning, culture and commerce that flourished for centuries at the crossroads of ancient civilisations. During the visit, the delegation toured various galleries of the museum and reviewed ongoing conservation and preservation initiatives aimed at protecting the region’s invaluable archaeological assets and promoting sustainable heritage management. The World Bank team also visited the Unesco World Heritage sites of Sirkap and Dharmarajika, where they were briefed about the historical, cultural and architectural importance of the ancient ruins. The sites stand as enduring symbols of the Gandharan civilization and reflect the region’s pivotal role in the spread of Buddhism across South and Central Asia. Officials informed the delegation about ongoing efforts to preserve and promote the archaeological heritage of Taxila, which continues to attract scholars, researchers and tourists from around the world. The visit underscored the growing importance of safeguarding Pakistan’s cultural heritage and enhancing international cooperation for the conservation of historical landmarks that embody the country’s diverse civilisational legacy. Published in Dawn, June 1st, 2026
Kozhikode UNESCO City of Literature is partnering with ‘The Colors of Childhood Inspiration 2026’, an initiative organised by the Ulyanovsk City of Literature in Russia
Pessoas dançam forró em Berlim. Reprodução/Instagram Com raízes nos séculos 19 e 20 na região Nordeste do Brasil, o forró é hoje um ritmo internacionalizado. Presente em iniciativas por todo o mundo, como registrado pela Federação Europeia de Forró, o gênero agrada a diferentes públicos e apresenta uma outra faceta da cultura brasileira no exterior. "Todo mundo quando pensa em Brasil, pensa em bossa nova, futebol, carnaval. O forró hoje em dia na Alemanha tem muita força, mas ele fica como secundário quando é para sair de dentro de um nicho", afirma Ayo Barbosa, idealizador do Miudinho Forró Berlim. Na Europa, a cena do forró começou a se desenvolver no início dos anos 2000. O gênero foi especialmente bem recebido na Alemanha, onde se concentram quase metade dos festivais de forró do continente europeu, que eram aproximadamente 65 em 2024, como apontado por uma pesquisa do Miudinho Forró. Também foi na Alemanha que foi realizado um dos primeiros eventos do tipo fora do Brasil. Batizado de Forró de Domingo, o festival teve sua primeira edição em 2008 na cidade de Stuttgart. Agora no g1 A tradição continua Desde então, surgiram vários outros festivais de forró, como o Miudinho Festival, em 2016. O evento acontece anualmente na cidade de Berlim e reúne cerca de mil participantes, dos quais apenas 15% a 20% são brasileiros. De acordo com Ayo, que é um dos organizadores do evento, o maior interesse entre não brasileiros vem de públicos da própria Alemanha e de países como França, Inglaterra, Espanha, Portugal e Polônia. Durante o festival, os participantes têm a oportunidade de aprender a dançar ou se aperfeiçoar no forró em workshops com professores brasileiros e de outras nacionalidades. Além disso, eles são apresentados a outros elementos da cultura brasileira, como a comida, e podem desfrutar de apresentações musicais do gênero e festas para colocar em prática os aprendizados. Aulas de forró Além de promover o Miudinho Festival, Ayo também dá aulas de forró na capital alemã. Ele explica que o gênero, diferentemente de outras danças, é um "lugar de inclusão” e que essa pode ser uma das razões por que o forró atrai interesse fora do Brasil. "O forró é uma porta aberta, é a casa da sua avó. Sempre cabe mais um", brinca. Os alunos de Ayo também compartilham deste pensamento. Klara Domröse, uma alemã que conheceu o forró há dois anos, diz que geralmente tem dificuldade com passos de dança e coreografias, o que não acontece com o forró. Ela afirma que o ritmo é leve de ser dançado, como se fosse uma brincadeira. "A dança é simplesmente muito divertida, e talvez não seja tão difícil nem algo forçado de aprender. Também existe uma liberdade. Eu sinto que há muita improvisação possível. Talvez seja isso também que faça com que as pessoas não tenham tanto medo", compartilha. O também alemão e colega de forró de Klara, Johannes Sacher, ressalta, assim como ela, a leveza da experiência. "É uma sensação bonita ter um pouquinho do Brasil em Berlim, um pouco de sol aqui, e é uma atmosfera agradável", comenta. Johannes tem amigos no Brasil e quer dançar forró no país nas próximas férias. Para ele, o ritmo é, ao mesmo tempo, fácil e difícil de aprender. Forró na Alemanha Assim como Klara e Johannes, muitos outros moradores da Alemanha têm recorrido ao forró como forma de lazer. De acordo com a Federação Europeia de Forró, iniciativas envolvendo artistas, professores, organizadores e comunidades de forró estão presentes em mais de 50 cidades alemãs. Para Ayo, que ensina forró há 12 anos, dar aulas na Alemanha para pessoas de outras nacionalidades é muito diferente e, também, desafiador. "Eles são muito focados, eles querem aprender de verdade", conta. Segundo o professor, enquanto o brasileiro frequentemente pensa que já sabe dançar, o estrangeiro busca adquirir justamente esse "molejo brasileiro", o que torna a experiência desafiadora também para quem está aprendendo. O interesse, inclusive, não vem só dos alemães. Outros estrangeiros vivendo no país também buscam o forró como forma de aproximação com a cultura brasileira e atividade de casal. Esse é o caso da brasileira Carol Pfeffer Câmara e do seu marido Pavel Borovskikh, que é russo. Eles começaram a dançar o ritmo na mesma época e lugar que a Klara, em um bar que promove eventos de forró em Berlim há mais ou menos dois anos. Faz apenas dois meses, porém, que o casal decidiu iniciar aulas de forró e conhecer melhor os passos, para poder demonstrar as habilidades adquiridas na próxima vez que forem visitar a família de Carol em João Pessoa. Mesmo que esse dia ainda não tenha chegado, Carol afirma que só o fato de dançar forró já faz com que ela se sinta em casa. "O forró tem algo de especial, né? É algo de diferente, e está na moda também, e por algum motivo, né? Porque contagia", explica. Forró como patrimônio O fato de ser contagiante, como defende Carol, e de representar um sentimento de Brasil, como explicado por Johannes, provavelmente é um dos motivos que levou o Forró Tradicional a ser candidato ao título de Patrimônio Imaterial da Humanidade. A solicitação foi feita pelas autoridades brasileiras no final de março deste ano e aguarda aprovação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). No Brasil, o forró já é considerado Patrimônio Cultural Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2021. DNA multicultural Ainda que a presença do forró em países geograficamente distantes do Brasil possa gerar surpresa em um primeiro momento, a história e as raízes do gênero mostram que ele surgiu, justamente, de uma mistura de culturas de diferentes partes do mundo. Então, é possível dizer que, assim como os brasileiros, o forró também tem uma "genética miscigenada". O estilo começou a se formar em bailes populares no sertão nordestino no século 19, juntando influências africanas, indígenas e europeias tanto na música quanto na dança. O dançar em duplas em forma de "abraço", por exemplo, vem de danças de salão europeias. Já o movimento dos pés acredita-se ter origem indígena, e o mexer dos quadris, africana. O nome também tem influências variadas. Acredita-se que forró venha de "forrobodó". Essa palavra seria uma variante do termo galego-português "forbodó", que se originou a partir da palavra francesa "faux-bourdon", que significa "desentoação", "desafinação". É possível que o nome "forrobodó", que em português passou a significar "arrasta-pé", "festança", "baile caseiro", faça alusão aos bailes populares dos séculos 19 e 20, onde as pessoas arrastavam os pés para dançar e não levantar poeira do chão de terra batida. Além disso, os instrumentos típicos do forró também vieram de diversos lugares. A zabumba é de origem Bantu, grupo etnolinguístico localizado principalmente na África subsariana. Já o triângulo foi trazido da Europa, assim como a sanfona ou acordeão.
Liu Bin, a Chinese archaeologist credited with discovering a vast 5,000-year-old prehistoric city that rewrote the history of Chinese civilisation, has pleaded guilty to taking bribes and embezzlement. The celebrated academic, who discovered the Liangzhu ruins – a Unesco World Heritage site in eastern China’s Zhejiang province – and long oversaw its excavation and heritage nomination, accepted the charges, according to news outlet Southern Weekly. During a court hearing in Zhejiang on May 20,...