Student group holds 'political education' events for terrorist's writings at Madison public library
Araj, who was killed in a 2017 Ramallah gunfight with IDF troops, allegedly was the head of a terrorist cell, planned attacks, and procured weapons.
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Araj, who was killed in a 2017 Ramallah gunfight with IDF troops, allegedly was the head of a terrorist cell, planned attacks, and procured weapons.
Supporters of Marwan Barghouti, imprisoned for his role in deadly Second Intifada attacks, sought to place his likeness among Britain's historic leaders in a symbolic London protest.
Grupos designados terroristas foram incluídos na lista do Tesouro americano, que aplica sanções econômicas e comerciais, e seus bens nos EUA foram bloqueados AFP via Getty Images/BBC A designação pelos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas entrou em vigor oficialmente nesta sexta-feira (05/06). 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A decisão confere às facções brasileiras o mesmo status jurídico de grupos que são alvo, há mais de um ano, de duras intervenções de Washington na América Latina, como os cartéis de Sinaloa e Jalisco Nova Geração, no México, o Trem de Arágua, na Venezuela, e o Clã do Golfo, na Colômbia. Segundo especialistas consultados pela BBC News Brasil, com exceção do caso venezuelano, a designação como terrorista não levou, pelo menos até o momento, ao enfraquecimento dessas organizações ou a uma diminuição da criminalidade. PCC e CV são classificados como terroristas pelos EUA a partir desta sexta (5) Mas a classificação significou, em alguns casos, penas mais duras para criminosos capturados e extraditados para os Estados Unidos e, principalmente, sanções econômicas específicas e um monitoramento muito mais rigoroso das transações financeiras dos grupos nos EUA e com empresas que possuem laços em território americano. No México, onde seis facções criminosas receberam a designação em fevereiro de 2025, a pressão diplomática sobre o governo da presidente Claudia Sheinbaum vem se intensificando nos últimos meses, com o indiciamento de dez oficiais do governo do Estado de Sinaloa, incluindo o próprio governador, Rubén Rocha Moya, por supostos vínculos com o poderoso Cartel de Sinaloa. O governo Sheinbaum denunciou ainda uma suposta operação não autorizada da CIA, o serviço de inteligência americano, em solo mexicano. Segundo o governo, dois oficiais que estariam investigando laboratórios de drogas no norte do país foram identificados após morrerem em um acidente de carro. Já na Venezuela, a pressão sobre o crime organizado chegou ao seu auge na invasão armada com a captura do então presidente, Nicolás Maduro, em janeiro deste ano. Ainda que a designação de organizações como terroristas não seja um requisito legal para a autorização de operações da inteligência americana no exterior, especialistas afirmam que as recentes ações dos EUA no México e na Venezuela fazem parte da campanha do governo de Donald Trump contra o narcoterrorismo. "A designação muda definitivamente o tom [dos EUA] em relação a esses grupos e como qualificam a ameaça que eles representam", diz Cecilia Farfán-Méndez, chefe do Observatório Norte-Americano da Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional (GI-TOC). Ainda segundo Farfán-Méndez, a ação americana não provocou grandes mudanças no comportamento das organizações criminosas atingidas, mas teve um impacto significativo nos negócios do setor privado dos países envolvidos. Sanções e monitoramento financeiro No primeiro dia de seu segundo mandato, em 2025, Trump assinou uma ordem executiva solicitando ao Departamento de Estado que designasse os principais cartéis e outras organizações criminosas latino-americanas como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês). A classificação foi confirmada cerca de um mês depois pelo secretário de Estado, Marco Rubio. Na lista das organizações atingidas estavam os cartéis de Sinaloa, de Jalisco Nova Geração (CJNG), do Nordeste, do Golfo, Unidos e Nova Família Michoacana, do México, e o Trem de Arágua, da Venezuela. Posteriormente, também foram designados como terroristas o Clã do Golfo, da Colômbia; o Cartel dos Sóis, da Venezuela; e os grupos Los Choneros e Los Lobos, do Equador. Os grupos Bairro 18 e Mara Salvatrucha (MS-13), que têm braços em vários países da América Central e nos EUA, também foram atingidos. Com as designações, todas essas organizações foram incluídas na lista do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac) do Departamento do Tesouro americano, que administra e aplica sanções econômicas e comerciais, e seus bens nos EUA foram bloqueados. Isso também significa que qualquer empresa ou indivíduo que forneça apoio material para membros ou instituições ligadas a essas organizações pode enfrentar penalidades nos EUA. Isso inclui envio de dinheiro, prestação de serviço, consultoria, fornecimento de transporte ou qualquer outra ajuda econômica direta ou indireta. Pistoleiros do Cartel de Sinaloa entraram em confronto com forças de segurança durante tentativa de fuga em massa da Prisão de Aguaruto, no México Anadolu via Getty Images/BBC Até o momento, os cartéis mexicanos foram os que mais estiveram na mira das sanções americanas. No sistema da Ofac, a BBC News Brasil identificou que pelo menos 40 indivíduos ligados às organizações enquadradas como terroristas no México foram listados pessoalmente desde a designação no ano passado. Desses, 23 pertencem ao Cartel de Sinaloa. Mais de 50 empresas ligadas ao cartel ou a esses indivíduos foram sancionadas, assim como 31 negócios indicados como tendo conexão com o CJNG e seus membros. Pelo menos 14 indivíduos e 4 empresas que teriam algum tipo de conexão direta com o Trem de Arágua, da Venezuela, também entraram na lista de sanções ligadas ao terrorismo desde fevereiro de 2025. O economista Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do Brasil e sócio da consultoria BMJ, explica que, além do efeito pessoal para os indivíduos e firmas sancionados, a inclusão das organizações nas listas da Ofac significou um aumento significativo nos custos de operação das empresas que atuam nos países atingidos e têm também presença nos EUA. Muitas dessas facções estão bastante infiltradas nas sociedades locais e possuem braços em diferentes setores da economia, diz o especialista. Como a definição adotada pela lei americana de apoio material é bastante ampla, empresas que fazem negócios nos países atingidos podem acabar penalizadas por algum tipo de ligação com as facções, mesmo sem intenção. "Um banco nos EUA que tenha contas de pessoas envolvidas com uma das organizações ou um investidor americano que investe numa empresa que tem como fornecedor alguém ligado a um desses grupos pode ser sancionado criminalmente e civilmente nos Estados Unidos se não demonstrar que fez uma diligência devida", exemplifica Barral. Tudo isso, aponta o especialista, tem aumentado significativamente os gastos das empresas com exigências de compliance e diligências prévias para evitar problemas ao investir e atuar em países como México e Colômbia. Departamento do Tesouro americano tem aumentado pressão sobre bancos para fiscalização de clientes Bloomberg via Getty Images/BBC Niko Passas, professor de Criminologia e Justiça Criminal da Universidade Northeastern, nos Estados Unidos, afirma ainda que entidades processadas por apoio material a uma organização classificada como terrorista pelos Estados Unidos têm sofrido, além do impacto econômico, implicações em relação à sua reputação. "Na prática, de acordo com a lei, não ter a intenção de apoiar uma organização terrorista não é necessariamente suficiente [para provar a inocência]. Portanto, mesmo sem intenção, alguém pode acabar envolvido", diz o especialista, que colaborou para a implementação das convenções das Nações Unidas contra a corrupção e crime organizado transnacional. Ainda não existem pesquisas amplas sobre o impacto real disso tudo nas economias locais, mas um relatório da empresa de pesquisa de mercado Mordor Intelligence, citado pela consultoria Control Risks, apontou que, um ano após a designação de seis organizações criminosas mexicanas como terroristas, houve um aumento significativo nos custos das empresas no México. O levantamento aponta um acréscimo de 8% a 12% nas despesas logísticas e uma elevação de 30% nos preços dos seguros para caminhões de transporte de mercadorias nas regiões afetadas. Firmas de advocacia e consultorias especializadas também reportaram um aumento significativo do escrutínio no setor agroindustrial nos Estados mexicanos de Jalisco e Michoacán, onde membros dos cartéis se infiltraram nas cadeias de suprimentos nas últimas décadas. Além disso, o Tesouro americano emitiu ordens exigindo que todos os bancos que operam em cidades que fazem fronteira com o México nos Estados da Califórnia e do Texas peçam identificação dos clientes que fazem transações em dinheiro acima de US$ 200 e reportem as movimentações ao órgão. Em junho de 2025, três bancos mexicanos foram sancionados sob acusação de lavar dinheiro do narcotráfico. Dois deles foram bloqueados pela Visa e pela Mastercard de acessarem suas redes de pagamento, o que tornou os cartões de débito e crédito dos bancos praticamente inúteis, já que as duas empresas americanas dominam o setor de pagamentos em quase todo o mundo. Outro caso que marcou a discussão no último ano envolveu uma escola particular na Flórida, que teve que pagar uma multa de mais de US$ 1,7 milhão por receber o pagamento de mensalidade e outras taxas de dois alunos cujos pais têm ligação com um cartel mexicano, segundo o Tesouro americano. De acordo com o órgão, as violações do internato IMG Academy não foram voluntárias, mas destacam a importância de instituições de diversos setores "implementarem controles eficazes e baseados em risco para evitar violações de sanções". Todo esse cenário, aponta Barral, pode estar afastando potenciais investidores dos países onde as organizações estão estabelecidas. "Os bancos aumentam as exigências para abertura de contas e dificultam operações com o exterior, o acesso a crédito fica mais difícil", detalha. "E, claro, o investidor estrangeiro vai olhar com lupa qual o investimento que ele está fazendo e se vale a pena." Até o momento, não foram registrados sinais claros de diminuição do investimento estrangeiro causado pela ação americana de designação de organizações terroristas. Mas, segundo Barral, o cenário tem potencial de ser especialmente prejudicial para o México, que é extremamente dependente dos Estados Unidos e, em 2025, destinou aproximadamente 80% de suas exportações ao país. Penas mais severas e relações abaladas no México Na esfera criminal, a designação como organização terrorista leva a penalidades mais severas para aqueles condenados nos Estados Unidos, explica Niko Passas. "Não são apenas muito severas em termos financeiros, mas também incluem penas de prisão que podem chegar a 20 anos", diz o advogado e criminologista. Em fevereiro deste ano, um dos líderes do Cartel de Sinaloa, René Arzate-García (também conhecido como La Rana) foi acusado pelos crimes de narcoterrorismo, condução de uma organização criminosa, apoio material a uma organização terrorista estrangeira, conspiração internacional para distribuir metanfetamina, cocaína, fentanil e maconha, e lavagem de dinheiro na Califórnia. O governo americano também ofereceu uma recompensa de até US$ 10 milhões por informações sobre o paradeiro de La Rana e seu irmão, Alfonso Arzate-García (Aquiles). A agência de combate às drogas do governo americano (DEA, na sigla em inglês) afirma que os dois controlam a área de Tijuana para o Cartel de Sinaloa há 15 anos. Desde que os cartéis mexicanos e seus membros foram classificados como terroristas, os governos de Donald Trump e Claudia Sheinbaum têm realizado uma série de negociações a portas fechadas. Governo americano também ofereceu uma recompensa por informações sobre o paradeiro de irmãos que lideram o Cartel de Sinaloa DEA via BBC Os dois países chegaram a falar em aumento da cooperação e criação de estratégias conjuntas para combater as cartéis. As transferências de criminosos capturados no México para os EUA também foram intensificadas, com quase cem prisioneiros enviados para solo americano entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. Sheinbaum também foi apontada como uma das lideranças mundiais que melhor conseguiu negociar tréguas com a Casa Branca diante das acusações de Trump sobre a criminalidade na fronteira e da imposição de tarifas comerciais. Mas eventos recentes envolvendo lideranças locais e declarações do Palácio Nacional colocam dúvidas sobre o que acontece nos bastidores. Em janeiro, após a operação militar que capturou Nicolás Maduro na Venezuela, Trump deu a entender que outros países latino-americanos, como Colômbia, Cuba e México, poderiam ser os próximos alvos de seu governo. Em resposta, Sheinbaum afirmou durante uma coletiva de imprensa que a soberania mexicana seria defendida. "Poucos mexicanos concordam com uma intervenção", disse. "Não só não ajuda — quem eles vão bombardear? — como também nossa soberania estará em jogo." A relação entre os dois países atingiu um ponto ainda mais delicado após a morte dos dois funcionários da CIA em um acidente de carro no norte do México. Segundo as autoridades mexicanas, eles não tinham autorização para operar no país. Uma reportagem da emissora CNN apontou ainda que agentes da CIA participaram diretamente de ataques letais contra alvos de cartéis no México no último ano. O governo de Sheinbaum negou categoricamente. A presidente também tem sido enfática ao afirmar que autoridades estrangeiras só podem operar em território mexicano mediante autorização prévia. Mas, pouco após o acidente de carro envolvendo os oficiais de inteligência americanos, os EUA acusaram formalmente o governador de Sinaloa, Rubén Rocha, e outros funcionários do governo local por suposto envolvimento com o Cartel de Sinaloa. Sheinbaum tem afirmado que a soberania mexicana será defendida AFP via Getty Images/BBC Embora os EUA frequentemente tenham como alvo chefes do narcotráfico, acusações formais contra políticos mexicanos em exercício de alto escalão são raras. Segundo o Departamento de Justiça americano, Rocha e os demais conspiraram com líderes do cartel para importar grandes quantidades de drogas para os Estados Unidos em troca de apoio político e subornos. Após a divulgação das acusações, o governo mexicano recebeu pedidos de prisão preventiva para fins de extradição dos investigados. Sheinbaum exigiu provas claras do envolvimento das autoridades antes que o Ministério Público mexicano possa proceder conforme a lei. A presidente também acusou "setores da extrema direita" nos Estados Unidos de liderarem uma "campanha" contra seu governo, mas disse acreditar que Donald Trump não está envolvido no movimento. "Confesso que não acredito que o presidente Trump tenha liderado essa ofensiva em várias questões", disse Sheinbaum em sua habitual coletiva de imprensa matinal. "São setores da extrema direita nos Estados Unidos que querem impedir um bom relacionamento." Círculo presidencial colombiano na mira dos EUA Na Colômbia, uma das principais consequências da pressão americana sobre o crime organizado foi a inclusão do presidente Gustavo Petro e seus familiares na lista de indivíduos supostamente associados ao narcotráfico no ano passado. Além de Petro, do seu filho mais velho, Nicolás Petro, e da primeira-dama, Verónica Alcocer, o ministro do Interior, Armando Benedetti, também foi sancionado pelo Ofac sob acusação de envolvimento no tráfico ilícito global de drogas. Segundo o Tesouro americano, desde que assumiu o poder Petro teria permitido que os cartéis de drogas prosperassem e "inundassem os Estados Unidos e envenessem os americanos" com cocaína. Mais recentemente, em março, promotores federais em Nova York abririam oficialmente um inquérito para investigar o envolvimento do presidente com indivíduos ligados ao narcotráfico, além de suspeitas sobre o uso de recursos ilícitos em sua campanha presidencial de 2022. Assim como o México e nos demais países envolvidos, isso gerou uma grande preocupação entre empresários e investidores, que precisaram se reorganizar para evitar ser penalizados por qualquer tipo de contato com o círculo próximo de Petro sancionado. Ao mesmo tempo, segundo revelado por uma reportagem do jornal The New York Times, o ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, teria procurado o governo americano para solicitar a imposição de novas sanções, dessa vez contra traficantes de ouro ilegal. Gustavo Petro e seus familiares foram incluídos na lista de indivíduos supostamente associados ao narcotráfico pelos EUA Anadolu via Getty Images/BBC O governo colombiano acredita que a mineração ilegal de ouro tem financiado o Clã do Golfo, designado como terrorista pelos EUA, e que estender as sanções aos comerciantes de ouro ajudaria a Colômbia a combater a facção, segundo a reportagem. O Departamento do Tesouro americano não confirmou se o pedido estava sendo analisado, mas o tema do narcotráfico e da segurança se tornou central nas eleições locais, que devem ser definidas em um segundo turno marcado para 21 de junho. Iván Cepeda, líder de esquerda que oferece continuidade aos programas do atual governo de Gustavo Petro, concorre com Abelardo de la Espriella, um empresário de direita que promete uma abordagem radical para mudar tudo. Enfraquecimento do Trem de Arágua na Venezuela Mas, apesar de todas as ações tomadas pelos EUA até agora, especialistas e observadores locais também apontam que não houve grande diminuição da violência provocada pelas facções. Cecilia Farfán-Méndez, da GI-TOC, afirma que colaboradores da organização no México e na América Central não têm notado efeitos concretos das medidas americanas na limitação das atividades perpetradas pelas organizações criminosas. "Mas é claro, faz apenas pouco mais de um ano [que a designação foi publicada pelos EUA]", diz a especialista. A grande exceção apontada por Farfán-Méndez é a Venezuela, onde haveria sinais do enfraquecimento do Trem de Arágua. Segundo os relatos, a organização está cada vez mais fragmentada. Além disso, teria visto a pressão sobre suas redes aumentar após Chile e Colômbia começarem a realizar operações conjuntas com as autoridades americanas para desmantelar células do grupo em seus países. Em outubro, um dos fundadores da facção, Larry Alvarez, também conhecido como Larry Changa, teria pedido, em uma carta, ajuda ao governo colombiano para a realização de negociações de paz que levem à dissolução do grupo, uma ação que foi interpretada por alguns como um sinal da fraqueza da facção. Changa está preso na Colômbia desde 2024. Na mensagem endereçada a Gustavo Petro e ao Ministério da Justiça, ele teria pedido auxílio para "facilitar a reaproximação e construir uma rota viável de desmobilização". Membros da gangue venezuelana Trem de Arágua e da gangue MS-13 que foram deportados para El Salvador pelos EUA Anadolu via Getty Images/BBC A carta foi assinada pelos advogados do criminoso e publicada na mídia local e online. O gabinete do comissário para a paz da Colômbia confirmou a autenticidade do documento à agência AFP. Além disso, segundo os colaboradores ouvidos pela GI-TOC, algumas ações do governo americano, como o indiciamento de Hector Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero e apontado como o líder máximo do Trem de Arágua, no processo criminal que também tem como alvo Nicolás Maduro e outros membros do seu governo, enfraqueceram a estrutura criminosa. A tudo isso somam-se a prisão de Maduro e o controle dos Estados Unidos sobre o governo venezuelano, que estariam prejudicando a organização, de acordo com relatos publicados pela Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional. Incentivo para a sofisticação? Ainda restam, porém, muitas dúvidas sobre os benefícios da estratégia adotada pelos EUA de classificar as facções criminosas latino-americanas como terroristas. Para Niko Passas, da Universidade Northeastern, há a possibilidade de que a atual pressão produza um efeito contrário. "No passado, vimos que a aplicação rigorosa de medidas contra essas organizações às vezes serviu de incentivo para que elas se tornassem mais bem organizadas, mais sofisticadas e, consequentemente, mais poderosas e resilientes", diz. Além disso, diz o advogado, a aplicação de sanções pode afastar cada vez mais os grupos do sistema financeiro americano e, consequentemente, do dólar, tornando cada vez mais difícil para os EUA monitorarem as suas movimentações. "Essa estratégia também fornece incentivos adicionais para a desdolarização, visando evitar a jurisdição americana", aponta. "Em outras palavras, você até pode usar suas armas nos alvos que estão ao seu redor, mas se eles se moverem para outro lugar, estarão fora do seu alcance."
Security forces killed six terrorists in an intelligence-based operation (IBO) in Balochistan’s Panjgur district, the military’s media affairs wing said on Friday. In a statement, Inter-Services Public Relations (ISPR) said that on the night of June 3/4, security forces conducted an IBO on the reported presence of terrorists belonging to Indian proxy, Fitna al Hindustan. The state has designated Balochistan-based terrorist groups as Fitna al Hindustan to highlight India’s alleged role in terrorism and destabilisation across Pakistan. “During the conduct of [the] operation, own forces effectively engaged multiple terrorist locations, and after intense fire exchanges, six Indian sponsored terrorists were sent to hell,” it said. “Weapons, ammunition, improvised explosive devices and [a] vehicle have also been recovered from the killed Indian-sponsored terrorists, who remained actively involved in numerous terrorist activities in the area,” it said. “Sanitisation operations are being conducted to eliminate any other Indian-sponsored terrorist found in the area,” it added. It added that a counterterrorism campaign by security forces and law enforcement agencies would continue at full pace to wipe out the menace of foreign-sponsored and supported terrorism from the country. Earlier this week, security forces killed 17 terrorists during IBOs in different districts of Balochistan following the suicide attack on a train in Quetta. The IBOs were conducted in the districts of Mastung, Nushki, Khuzdar and Kech.
Security forces engaged multiple militant hideouts during raid.Weapons, explosives and vehicles recovered from slain militants.Sanitisation operation underway to clear area of remaining threats.Security forces neutralised six militants belonging to India-sponsored Fitna...
Une "potentialité terroriste forte", des profils radicalisés plus nombreux, plus jeunes et plus dangereux. La frange radicale de la mouvance masculiniste préoccupe la Direction générale de la sécurité intérieure.
Medewerkers van de beruchte pornosite Motherless plaatsten de afgelopen jaren zelf veelvuldig afbeeldingen op hun site. Daar zat ook kindermisbruikmateriaal tussen, blijkt uit onderzoek van de NOS. De in Nederland ondergebrachte site kwam onlangs in het nieuws door video's van verkrachtingen van slapende vrouwen. De NOS identificeerde 23 afbeeldingen met kindermisbruikmateriaal allemaal geüpload door medewerkers van de site. Daarbij kreeg de NOS ondersteuning van het meldpunt van Offlimits, dat gespecialiseerd is in het analyseren van dit soort beelden van kinderporno. "Iedere afbeelding is er een te veel", zegt Robbert Hoving, directeur van Offlimits. "Ik hoop dat dit aanleiding is om verder onderzoek te doen naar de site." Het liefst ziet Hoving dat de site offline zou worden gehaald. 'Schokkend' Ook de in 2023 opgerichte Autoriteit online Terroristisch en Kinderpornografisch Materiaal (ATKM) noemt het "schokkend" dat de beheerders zelf kinderporno zouden hebben geüpload. "Er is helaas geen plicht voor dit soort websites om alles op alles te zetten om verspreiding te voorkomen", aldus directeur Arda Gerkens van die instantie. "Dan zouden daar ook sancties op staan." De afbeeldingen waren donderdagavond nog steeds online. Beheerders van Motherless reageerden niet inhoudelijk op meerdere verzoeken om commentaar. Naald in hooiberg Het Openbaar Ministerie wil niet inhoudelijk reageren op de zaak, omdat het al onderzoek doet naar beelden op de site. "Het delen van kinderpornografische afbeeldingen is altijd strafbaar", benadrukt het OM wel. Vorige maand haalde het Openbaar Ministerie de site tijdelijk uit de lucht. Niet veel later kwam de site weer online, nog steeds vanuit Nederland en bij dezelfde provider, Nforce uit Steenbergen. Volgens Nforce mocht de dienstverlening weer worden hervat. Alle afbeeldingen die de NOS vond, waren voor de inval op last van het OM al aanwezig op de Motherless-servers. Het OM wil niet reageren op de vraag of het de site heeft laten onderzoeken op strafbaar materiaal. Toen de site weer online kwam, benadrukten de beheerders dat ze regels hebben tegen misbruik en dat een "klein aantal uploaders" daar misbruik van maakte. "Met tienduizenden uploads per dag is elke overtreding een naald in een hooiberg", verklaarden ze. "Alle inhoud op deze site is honderd procent door gebruikers geüpload." Veelvuldig Nu blijkt dat medewerkers van de site vanaf hun eigen account veelvuldig afbeeldingen plaatsten. Zo plaatste een medewerker die nauw betrokken is bij de website in zijn eentje 110.000 afbeeldingen. In elf gevallen ging het bij die beheerder om beelden van minderjarigen. Ook drie andere medewerkers plaatsten dergelijke afbeeldingen. Ze werden gepubliceerd tussen 2011 en 2025. De site zegt sinds de inval van het OM de teugels wel te hebben aangehaald: zo worden gebruikers veelvuldig gewaarschuwd om geen beelden van minderjarigen te delen, om te voorkomen dat de site weer offline gaat. Ook zijn beelden van slapende vrouwen expliciet verboden en is zoeken op dat soort beelden niet mogelijk. "Als wij Motherless vragen om afbeeldingen met kindermisbruik te verwijderen, dan volgt Motherless die op", erkent Hoving. "Maar de site staat vol met heel veel materiaal van volwassenen waar je grote vraagtekens bij kunt plaatsen." 'Moraalvrij' De site heeft als richtlijn dat alleen illegaal materiaal wordt verwijderd. De site noemde zichzelf lange tijd een moral free file host, een moraalvrije plek om dingen te uploaden, maar de afgelopen twee weken heeft de site de omschrijving "moraalvrij" geschrapt. Wel geeft de site nog steeds aan beperkte verantwoordelijkheid te voelen voor wat er te vinden is. "Als je iemand de inhoud van deze website kwalijk wil nemen, neem het dan de freaks van de wereld kwalijk - niet ons", is te lezen op de site. Verscherpt Onder druk van onder meer creditcardmaatschappijen en rechtszaken hebben de veel grotere pornosites YouPorn en PornHub de eisen voor het uploaden van video's de afgelopen jaren juist flink verscherpt. Op die sites, eigendom van een Canadees bedrijf, moeten uploaders nu bewijzen dat ze zelf op de beelden staan en moeten ze toestemming hebben van anderen die ook in beeld zijn. De sites lagen onder meer onder vuur omdat er beelden te vinden waren van slachtoffers van verkrachting en andere beelden die zonder toestemming waren gedeeld. Verantwoording Voor dit onderzoek identificeerde de NOS elf beheerders achter Motherless. We classificeerden in samenwerking met het meldpunt van hulporganisatie Offlimits de 220.000 afbeeldingen die zij samen plaatsten. Dat meldpunt is de aangewezen organisatie in Nederland voor het analyseren van kindermisbruikmateriaal. Van de geanalyseerde afbeeldingen blijken er 23 kindermisbruikmateriaal te bevatten. In communicatie met Motherless hebben we de site op de hoogte gesteld van onze bevindingen, en de bewuste gevonden links gedeeld.
Fifty years ago this week, the Sex Pistols played their first Manchester gig – and upended pop culture. But what was 1976 really like before punk arrived? From swing bands to ‘spaghetti rock’, we discover a lost history In January 1976, the cover of the NME didn’t feature an artist, but a photo of a room damaged by an IRA bomb: there had been a string of terrorist attacks in London the previous year. The headline: “Is rock’n’roll ready for 1976 … Is 1976 ready for rock’n’roll?” In the accompanying feature, writer Mick Farren was to be found complaining vociferously about the state of music. Audiences are “prepared to tolerate just about anything”. Rock has “lost its guts” and “is on an unalterable course to a neo-Las Vegas”, because artists are “totally insulated from the real world” and thus making music that “seems so damned irrelevant to real life”. Farren reiterated these points in June in a piece titled The Titanic Sails at Dawn, by which point it was obvious that some new artists completely agreed with him. Continue reading...
En juillet 2025, près de Saint-Étienne, un jeune homme de 18 ans se dirige vers son lycée avec deux couteaux dans son sac pour s'en prendre à des jeunes femmes. Il est arrêté avant de passer à l’acte et mis en examen pour "association de malfaiteurs terroriste criminelle". Interrogé, il se revendique d’une mouvance masculiniste. Quel est ce courant qui affirme que les hommes seraient menacés par les avancées du féminisme ?
SYDNEY: A Sydney man credited with saving dozens of lives during last year’s deadly mass shooting on Bondi Beach has been charged with assaulting his father, local media and police said on Thursday. Ahmed al Ahmed shot to fame in December when he wrested a gun from one of the attackers during Australia’s deadliest attack in decades. Local media including national broadcaster ABC said Ahmed, 44, had been charged after allegedly assaulting his father. Asked to confirm the reporting, New South Wales police said: “On Sunday 15 March 2026 police received a report of an alleged assault at a home in Bankstown on Monday 9 March 2026.” They added that a 44-year-old man had then been charged this week with assault and stalking. He will face court on June 29, police said. Australian police as a rule do not identify individuals charged with crimes to the media. Ahmed told the ABC that the alleged incident was “fake information… it’s not true at all”. “I don’t have any information at all,” he was quoted as saying. Ahmed was widely hailed as a hero for his actions during the shooting, in which 15 people were killed and dozens wounded in what authorities have described as an antisemitic terrorist attack. He met Prime Minister Anthony Albanese and a fundraiser set up for him raised over $1 million. He told the ABC that he was focusing on his health and planned to undergo further operations on his arm to address the injuries sustained in the attack. Published in Dawn, June 5th, 2026
Pré-candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) Reprodução A Quaest divulga, a partir da próxima quarta-feira (10), nova pesquisa de intenção de voto para presidente. O levantamento ocorre após as revelações sobre a relação entre Flávio Bolsonaro (PL) e Daniel Vorcaro e na esteira de medidas recentes dos Estados Unidos, como a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas e a nova tarifa imposta ao Brasil. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouvirá 2.004 pessoas entre esta sexta-feira (5) e esta segunda-feira (8). A pesquisa mede a intenção de voto para presidente e também avalia a percepção do eleitor sobre outros temas, como a divulgação de áudios e mensagens envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O levantamento também aborda a visita de Flávio à casa de Vorcaro e os repasses de R$ 61 milhões para o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento também abordará o encontro de Flávio Bolsonaro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e as medidas anunciadas recentemente pelo governo americano em relação ao Brasil. Entre os temas estão a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas e a imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros. Cenários de 1º e 2º turno Deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) Thiago Cristino / Câmara dos Deputados A pesquisa também trará cenários de primeiro e segundo turno com nomes de pré-candidatos à Presidência da República. Pela primeira vez, a Quaest testará o nome do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que conta com o apoio do PSDB e do Cidadania para disputar a Presidência. Além disso, o levantamento apresentará aos entrevistados quatro cenários de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tendo como adversários o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o empresário Renan Santos (Missão), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Último levantamento Na pesquisa anterior da Quaest, divulgada em 13 de maio, Lula liderava o primeiro turno com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%. Caiado e Zema apareciam com 4% cada. Veja os números para o 1º turno em maio: Lula (PT): 39% (eram 37% em abril); Flávio Bolsonaro (PL): 33% (eram 32%); Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 6%); Romeu Zema (Novo): 4% (eram 3%); Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%); Augusto Cury (Avante): 1% (eram 2%); Cabo Daciolo (Mobiliza): 1% (era 1%); Samara Martins (UP): 1% (era 1%); Aldo Rebelo (DC): 0% (não pontuou na pesquisa anterior); Hertz Dias (PSTU): 0% (não estava na pesquisa anterior); Indecisos: 5% Branco/nulo/não vai votar: 10% Em um cenário de segundo turno testado pela Quaest, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apareceram tecnicamente empatados. Lula registrou 42% das intenções de voto, contra 41% de Flávio. Cenário Lula x Flávio Lula: 42% (eram 40% em abril e 41% em março); Flávio Bolsonaro: 41% (eram 42% em abril e 41% em março); Indecisos: 3% (eram 2% em abril e em março); Branco/nulo/não vai votar: 14% (eram 16% em abril e em março). Cenário Lula x Romeu Zema Lula: 44% (eram 43% em abril e 44% em março); Romeu Zema: 37% (eram 36% em abril e 34% em março); Indecisos: 4% (eram 4% em abril e em março); Branco/nulo/não vai votar: 15% (eram 17% em abril e 19% em março). Cenário Lula x Ronaldo Caiado Lula: 44% (eram 43% em abril e 44% em março); Ronaldo Caiado: 35% (eram 35% em abril e 32% em março); Indecisos: 4% (eram 4% em abril e 3% em março); Branco/nulo/não vai votar: 17% (eram 18% em abril e 21% em março). Cenário Lula x Renan Santos Lula: 45% (eram 44% em abril e 43% em março); Renan Santos: 28% (eram 24% em abril e 24% em março); Indecisos: 5% (eram 5% em abril e 3% em março ); Branco/nulo/não vai votar: 22% (eram 27% em abril e 30% em março).
PCC e CV são classificados como terroristas pelos EUA a partir desta sexta (5) As facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) passam a ser classificadas como organizações terroristas pelo governo dos Estados Unidos nesta sexta-feira (5). Desde que a decisão foi anunciada pela gestão de Donald Trump em 28 de maio, o governo brasileiro tem mantido conversas no nível diplomático com os americanos para tentar reverter a decisão. Analistas veem a possibilidade de sanções econômicas e danos à troca de informações (leia mais abaixo). Já auxiliares do presidente Lula não acreditam, neste momento, em operações militares americanas em território brasileiro. Declaração à imprensa dos EUA sobre designação do PCC e do CV como grupos terroristas Reprodução O que muda com a entrada em vigor? ➡️PCC e CV passam a ser tratados como organizações terroristas pelos EUA As duas facções passam a integrar a lista americana de Organizações Terroristas. A medida aumenta a atuação de órgãos de contraterrorismo dos EUA e permite que o PCC e o CV deixem de ser tratados como narcotráfico e crime organizado. Com a medida passam a receber tratamento americano voltadas ao terrorismo. 📖Apoio pode virar crime sob a legislação americana A legislação dos EUA prevê punições para pessoas e empresas que forneçam apoio a organizações classificadas como terroristas. O conceito é amplo e inclui recursos financeiros, serviços, logística e outros tipos de assistência. 💰Bancos e empresas ficam sob maior investigação Instituições e empresa brasileiras com operações ligadas ao sistema financeiro americano podem ser pressionadas a reforçar os métodos de controle para evitar relação, direta ou indireta, com integrantes ou empresas associadas às facções. Bens que forem identificados em território americano ou sob alcance da legislação dos EUA podem ser congelados. ✈️Restrições migratórias e de vistos Pessoas enquadradas pelas autoridades americanas podem enfrentar restrições de entrada nos Estados Unidos, além de outras medidas migratórias. 👩🏼⚖️Não há mudança na legislação brasileira A decisão dos EUA não altera as leis brasileiras, nem transforma PCC e CV em organizações terroristas perante o território nacional. O Brasil continua tratando os grupos como organizações criminosas. 💵Impactos econômicos e diplomáticos A medida pode gerar insegurança jurídica, ampliar riscos de sanções e abrir espaço para pressões dos EUA sobre temas de segurança pública no Brasil. Fernando Abrucio: classificação das facções sai do debate da segurança e vai para o debate econômico Sanções econômicas e danos à troca de informações O pesquisador Feliciano Guimarães, diretor acadêmico do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), afirma que há risco real de sanções a instituições financeiras e a companhias instaladas no Brasil. "Bancos brasileiros que têm ativos no mercado americano, empresas brasileiras que tenham ações no mercado americano, inclusive a Petrobras. Se investigações brasileiras, como Carbono Oculto [operação da Polícia Federal que investiga práticas de lavagem de dinheiro conduzidas pelo crime organizado], ou outras investigações feitas pelos Estados Unidos identificarem instituições financeiras brasileiras que, por alguma forma, passaram recurso do PCC ou do CV, podem sofrer sanções diretas", explicou. Guimarães acredita que a designação das facções como organizações terroristas também vai dificultar o compartilhamento de informações entre Brasil e EUA. "Antes disso, numa negociação entre Lula e Trump, já tinha feito uma outra força-tarefa entre PF e FBI [a Polícia Federal americana] para compartilhamento de informações entre os dois lados para combater o crime organizado. Sem o lado americano, fica mais difícil combatermos o PCC e CV aqui. Se você adiciona outras agências e principalmente a CIA [a agência de inteligência dos Estados Unidos], gera problema, se não tiver coordenação entre os americanos, gera problema no relacionamento já estabelecido entre as agências brasileiras".
On Friday, 15 May, Nigeria witnessed something unprecedented: coordinated school abductions carried out simultaneously in the Southwest and the North-East. It was a dark day that reopened old wounds and stirred new fears, as non‑state actors executed highly organised operations with alarming precision. In Oriire Local Government Area of Oyo State, armed terrorists stormed multiple […] The post From Chibok to Dapchi and now Oriire: Is this season 3 of pre‑election abductions?, By Yushau A. Shuaib appeared first on Premium Times Nigeria.
The independent human rights project OVD-Info has been added to the registry of terrorists and extremists managed by Rosfinmonitoring, Russia’s financial intelligence agency — along with Memorial and dozens of organizations affiliated with it. The cultural venue Revolt Center and the museum Perm-36 were also added to the list. Why these institutions — and OVD-Info — were included in the registry is unclear. But anyone who’s supported them now faces legal jeopardy.
Agricultor desaparecido reaparece após mais de 100 dias no Paraguai O agricultor Almir Brum, de 32 anos, voltou para casa nesta quinta-feira (4) após passar mais de 100 dias desaparecido no Paraguai. Filho de brasileiros, ele sumiu no Departamento de Caaguazú, região localizada a cerca de 150 quilômetros da fronteira com o Brasil. As autoridades paraguaias suspeitam que Almir tenha sido sequestrado por um grupo considerado terrorista no Paraguai. Segundo apurou a RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, o pai de Almir relatou que o filho conseguiu entrar em contato com a família por meio de um telefone desconhecido e informou o local onde estava para que fosse resgatado. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (4), o ministro da Defesa do Paraguai, Óscar González, confirmou que Almir já havia retornado para casa, está em boas condições de saúde e se reencontrou com os familiares. "Essa foi sempre a preocupação do senhor presidente, fazer tudo o que precisa ser feito para buscar o Almir, mas sem colocar a vida dele em perigo", disse. Até a última atualização desta reportagem, as autoridades paraguaias ainda não haviam divulgado detalhes sobre onde Almir estava. O ministro informou que Almir será ouvido pelos investigadores para ajudar a esclarecer o que aconteceu durante o período em que permaneceu desaparecido. Agricultor Almir Brum reapareceu após mais de 100 dias desaparecido. Polícia Nacional do Paraguai LEIA TAMBÉM: Sarandi: 'Ele era meu parceiro', diz pai de adolescente morto por engano em chacina em bar VÍDEO: motorista corre até ferrovia e salva homem preso nos trilhos antes de trem passar OVNI no Paraná: sobrevivencialista faz expedição ao local onde avistamento aconteceu Nas redes sociais, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, escreveu que recomendou às forças de segurança a proteção de Almir neste momento. "A mobilização coordenada das Forças Armadas, da Polícia Nacional e da SENAD [Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai] continuará exercendo pressão sobre os grupos criminosos terroristas que desejam perturbar a paz do nosso povo. Hoje celebramos a liberdade e a vida, e continuaremos trabalhando de forma implacável para defender os paraguaios e garantir a paz em cada canto do país", escreveu. Presidente do Paraguai, Santiago Peña, escreveu nas redes sociais sobre o reaparecimento de Almir Brum. Redes sociais Desaparecimento Segundo familiares, Almir desapareceu enquanto trabalhava no campo, no dia 20 de fevereiro deste ano. Na ocasião, parentes encontraram a colheitadeira que ele operava ainda ligada, com o celular dele no interior da máquina. A família também localizou um panfleto que teria sido deixado pelos sequestradores e que fazia referência a um grupo considerado terrorista no Paraguai. Após o desaparecimento, um decreto do presidente do Paraguai, Santiago Peña, determinou a mobilização da Polícia Nacional e das Forças Armadas para as buscas por Almir. Filho de brasileiros some no Paraguaia e autoridades paraguaia suspeitam que ele tenha sido sequestrado. Polícia Paraguaia Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná
Lawmakers who sponsored the bill likened it to the Eichmann trials in 1961, which broadcast live and recorded testimonies of Holocaust survivors throughout the world before the execution.
According to Army Radio, Lemberg was killed when a Hezbollah terrorist fired an anti-tank missile at an IDF tank north of the Litani River.
Lebanese President Joseph Aoun announced a ceasefire plan with Israel, but it was quickly rejected by the Iran-backed Hezbollah terrorists. The post Lebanese President Announces Ceasefire, but Hezbollah Refuses appeared first on Breitbart.
War Secretary Pete Hegseth says the U.S. remains committed to defending Bolivia's government amid coup warnings and mass unrest over fuel prices.
Junaid Hafeez | Social Media Dear Junaid Hafeez, We are writing to reassure you that, although we sentenced you to death nearly seven years ago, you should take some solace in the fact that we have never hanged anyone convicted of blasphemy. You might ask, if we don’t intend to carry out the sentence, why for the past six years are we not listening to your appeal? Why are we denying you your day in the court? A day on which a judge can overturn your sentence and release you. Or go through the evidence against you and confirm your punishment, so that you can file another appeal and then another and, finally, when your death sentence is confirmed by the highest court in the land, you can file a last mercy petition. You have been waiting for 13 years to find out what it is that we intend to do with you. You might argue that, if you had committed second degree murder, got caught and convicted, with some good behaviour, you would be nearing the end of your sentence now. But you didn’t kill anyone, you didn’t commit treason, you hatched no plans to overthrow the government, you didn’t challenge the authority of any institution. Instead, you read books, you talked about books, you wanted to live a bookish life, you went to a classroom, you were accused of blasphemy, you were sentenced to death. There may be a tacit promise by the state that you’ll not see the gallows, but we’ll also deny you the opportunity to prove your innocence and go home. Junaid Hafeez has been in jail on blasphemy charges since 2013. His appeal against his 2019 death sentence is pending in the Lahore High Court since 2020. May 18 was supposed to be yet another date for his hearing, which passed by without his appeal being heard You might think that in the 13 years (do you still count days or are you counting years now?) you have been behind bars, the world has forgotten you. But your name does appear on human rights organisations’ annual reports, your picture does come up on our social media memories. It has even been suggested that Junaid Hafeez gets more attention than hundreds of other victims of our slow justice, because it’s easy to identify with him. He is every working class parent’s dream boy, who tops every board exam, gets into Pakistan’s top medical college and, midway through his medical education, decides to pursue a life of letters, gets a Fulbright fellowship, returns home and continues to teach and learn. Here’s the kind of boy we always say is the bright future of this country. There are many others who get far less attention than you. There are hundreds waiting trials, more than 50 who have been sentenced to death, their appeals not heard for years, sometimes for 10 sometimes for 20 years. In order to give you some hope, we might have given you Zafar Bhatti’s example, a medicine salesman who spent 14 years in jail on blasphemy charges. Last year, he finally had his day in court, and he was freed. Freed. After keeping him in jail for 14 years, we declared that he was innocent. He went home. He died after three days. Three days of freedom after 14 years of captivity for a crime that never happened. Our judicial system is often blamed for being an impossibly slow grind, and for being extremely reluctant to take up the appeals of those convicted on blasphemy charges. It seems as if opening the case file of a blasphemy convict will constitute blasphemy itself. We can’t judge our judges too harshly for not wanting to listen to these appeals. Let’s not name names but lawyers, a judge, a minister and a governor have been assassinated trying to get the likes of you out of prison. Since judges have to deal with murderers and terrorists, they are promised life-time police protection. Although they are courageous enough to convict and then preside over the appeals of dangerous criminals, they are wary of having a blasphemy convict in their court. “They know our society, they know our system, why would they trust it?” says your lawyer Asad Jamal. He also points out that the door to a hall on the premises of Lahore High Court Bar Association is named Baab-i-Khatm-i-Nabuwwat [Door of the Seal of the Prophets]. “Here’s a daily reminder to the judges of the times and places we live in.” We can assure you though that times are changing. In the past one year, there’s been a spate of bails, acquittals and people have got what we call ‘relief’. A woman who was snared into a blasphemy trap after playing a game of PUBG was acquitted after five years of imprisonment. Last year, Anwar Kenneth, accused of blasphemy and sentenced to death, was acquitted after spending 23 years in jail. After keeping him in jail all this time, we realised that he wasn’t mentally fit to stand a trial. Lawyers remind us that many of those accused of blasphemy have mental health issues. It’s difficult to prove in the court, as the psychiatrists who can testify for them are scared and either wouldn’t appear or want to remain anonymous. Since we insist on keeping you alive and locked, we must give you some hope, however flimsy. Those who made blasphemy the central plank of their politics, and threatened generals and judges and politicians, have been silenced for now. We sometimes fear that your acquittal might poke those monsters we have put to sleep. Or people who decide such things still suspect that these monsters might be unshackled to liven up our political circus. In 2013, the year you went to jail, in India, they hanged Afzal Guru, a Kashmiri citizen accused of terrorism in India. The Indian Supreme Court said in its judgment that “the collective conscience of society will only be satisfied if capital punishment is awarded to the offender.” There’s no collective conscience here that needs to be satisfied. There are no hordes baying for your blood, only occasional voices pleading mercy, invoking your lost youth, your talent, your promise. You are a minor speck on our conscience because some of us are allowed to read books and write them and pursue our PhDs, but we can’t grant you the same privileges. Many political analysts tell us that, if you are released tomorrow, no roads will be blocked in protest, no rallies will be held, the country will not burn, nobody will set fire to a tyre even. You are not being kept in a jail to satisfy our nation’s conscience. You are not allowed your day in the court because then we’ll have to face that conscience and decide. Your current lawyer, Mr Saiful Malook, obviously frustrated at not getting your appeal heard, reminds us of the constitutional guarantee that citizens shall not be discriminated against on the basis of caste or colour or religion. But he is not naïve and knows that this is not how our society and justice system works. He simply pleads for equality of the condemned. “The courts are listening to appeals filed in 2023 by those accused of multiple murders and even sentenced to death,” he says. “Junaid’s appeal is from 2020 — why isn’t his appeal being heard? Even if we can’t treat all citizens equally, at least those sentenced to death should be treated equally.” What if judges are not scared for their safety but reluctant because of their faith? What if they don’t even want to touch a case file containing blasphemies, even if fabricated? Islamabad-based lawyer Talha Rehman, who represents more than 60 people accused of blasphemy, says that if the judges are of the view that blasphemy laws are effective, then why are they reluctant to help implement them? “The least they can do is hear the appeals,” he says, “and, if they feel the punishment is justified, they should confirm it, so that the accused can move to the next appeal.” Dear Junaid, as you count your days and years and wait for your day in court, we reiterate that we have never hanged anyone accused of and convicted of blasphemy. But we’ll fit a noose around your neck every morning and take it off every night. So that our conscience doesn’t bother us in our sleep. The writer is a novelist, essayist and journalist. His latest novel is Rebel English Academy Published in Dawn, EOS, May 31st, 2026