TDP announces three Rajya Sabha candidates for upcoming elections
The Telugu Desam Party (TDP) on Saturday announced its candidates for the upcoming Rajya Sabha elections.
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The Telugu Desam Party (TDP) on Saturday announced its candidates for the upcoming Rajya Sabha elections.
The official announcement was made by TDP National President and Andhra Pradesh Chief Minister N Chandrababu Naidu after high-level consultations with the party’s core committee
The ruling alliance has to ensure that the opposition party does not stage a comeback in 2029 in public interest and keeping its detrimental effect in view, asserts the TDP national president
Telugu Desam Party to contest 3 out of 4 Rajya Sabha seats in Andhra Pradesh, leaving 1 seat for Jana Sena Party. Elections on June 18.
NDA in Andhra Pradesh finalises Rajya Sabha seat sharing, TDP to contest three seats, Jana Sena Party one, leaders also review electoral roll revision and organisational plans.
The ensuing elections to the four seats scheduled for June 18, achievements in the last two years, and SIR exercise come up for discussion during crucial NDA leaders’ meeting
TDP launches a State-wide bicycle campaign for World Environment Day; Chief Minister N. Chandrababu Naidu will ride a bicycle in Visakhapatnam on June 5 and has urged people to cycle and plant saplings
Alexandre Pires, Belo, Pixote e Turma do Pagode são destaque em Barretos Reprodução/Instagram A edição de 2026 da Festa do Peão de Barretos, o maior evento da cultura sertaneja do país, tem um número expressivo de pagodeiros. Neste ano, foram confirmados no festival: Belo, Alexandre Pires, Pixote e Turma do Pagode. É o maior número de representantes do gênero nas últimas 10 edições, sendo um deles (Alexandre Pires) destaque no palco principal de Barretos, o Palco Estádio. Num evento tão tradicionalista, que inclusive foi alvo de críticas ao tentar abrir mais espaço para nomes do pop e do funk, caso de Anitta e MC Kevinho, o pagode é uma espécie de coirmão que ganhou destaque, muito pelos resultados dos últimos anos. Belo canta 'Reinventar' no palco do Show da Vida Pedro Muzetti, diretor cultural da Festa do Peão de Barretos, destacou em entrevista ao g1 que o evento sempre teve um papel de experimentação. "Somos um evento com os maiores nomes do sertanejo, 90, 95% do line-up é de artistas do gênero, mas também tentamos inovar. Sabemos que, num primeiro momento, as críticas aparecem, tem gente que não gosta. Mas no dia do show costuma dar certo", explica. "Com pagode, percebo que a recepção é diferente, existe uma conexão maior do que com outros gêneros, como o funk, por exemplo." A estratégia dos bastidores Nas últimas 10 edições da Festa do Peão de Barretos, o número de representantes do pagode nos dois palcos principais do evento (Estádio e Amanhecer) foi de, no máximo, dois. Em 2026, serão quatro. Infográfico mostra crescimento do pagode em Barretos Arte/g1 Mas a “negociação” para a vinda em peso de pagodeiros começou em 2025. Além dos palcos onde acontecem os shows principais da Festa do Peão, Barretos tem diversos ranchos, espaços onde artistas também se apresentam e empresários fazem conexões. Foi nesse espaço que Alex Kalil, responsável pela produtora GR Show, decidiu atuar. O empresário, que gerencia a agenda de Belo, Turma do Pagode e Pixote (três dos quatro convidados), se instalou em um rancho que levava sua marca e iniciou as conversas com o evento. Dodô, vocalista do grupo Pixote, chegou a participar do show da dupla Hugo e Guilherme, que se apresentou no palco principal do evento em 2025. “Cantei ‘Insegurança’ com eles e foi maravilhoso. O público cantou junto comigo e acho que ali foi uma abertura. A organização viu que todo mundo conhece, todo mundo cantou. Esse ano a gente vai estar com nosso show lá”, disse ao g1. Muzetti conta que os ranchos são fundamentais nessa "experimentação" de Barretos e que outros escritórios responsáveis por gerir a carreira de outros artistas já entraram em contato com o evento para entrar na lista de shows. A seleção dos artistas do pagode levou em conta a influência do empresário e também um "match" com o evento, como é o caso de Alexandre Pires, que vai se apresentar em Barretos com seu projeto em homenagem ao sertanejo, "Pagonejo Bão". O lobby de Kalil tem como principal base um dos melhores anos do pagode. Depois de, finalmente, quebrar a dependência das rádios (onde desbancou o sertanejo) e invadir o streaming, o gênero teve em 2025 um grande resultado de números. E uma nova porta se abriu. A nova onda do pagode Thiaguinho no Mineirão lotado durante a última edição da Tardezinha em BH Bruno Soares/Divulgação Em 2025, a "Tardezinha", label capitaneada por Thiaguinho rodou o Brasil, incluindo cidades interioranas onde o sertanejo domina, e se mostrou um fenômeno de público – e de vendas. Com o pagode em alta, não só a festa de Peão de Barretos, mas todo um circuito de eventos que antes olhava quase que exclusivamente para o sertanejo estendeu o olhar ao pagode. Marcelinho TDP, compositor e cavaquinista do grupo Turma do Pagode, contou que, nos últimos meses, o grupo recebeu diversos convites para participar de feiras agrícolas e outros eventos ligados à cultura sertaneja. “O pagode é uma das culturas mais populares do Brasil há muito tempo. Creio que, nos últimos dois, três anos, muita gente entendeu o que essa potência traz de retorno também. E, falando do sertanejo, há uma proximidade histórica que é lógica”, diz. Multidão empolgada com Jorge & Mateus na Festa do Peão de Barretos 2025 Érico Andrade/g1 Marcelinho e Dodô contaram que não há grandes alterações pensadas para o show em Barretos. O integrante do Turma do Pagode, inclusive, conta que nas apresentações em feiras, por exemplo, o setlist ganha apenas um “bloco final” com releituras de sucessos do sertanejo. “Num evento que dura tanto tempo, o público quer acompanhar uma diversidade que não fuja tanto do que ele está acostumado no dia a dia. E quem ouve pagode sabe de sertanejo. E vice-versa. São culturas do povo, do brasileiro comum.” Uma relação de três décadas Na década de 1990, o pagode vivia seu auge no Brasil. Entre os principais grupos estavam Art Popular e Só Pra Contrariar. Os dois estavam muito conectados com o sertanejo, por motivos diferentes. Capitaneado por Leandro Lehart, o Art Popular era um grupo de pagodeiros que gostava de dialogar com outros gêneros. Com o sertanejo, a conversa era mais próxima, num mix que foi além da sonoridade. Um dos maiores sucessos do grupo, “Fricote” é uma parceria com Daniel e se tornou como uma espécie de marco entre os gêneros, símbolo de como o diálogo era próximo Mas o Só Pra Contrariar foi muito além dos feats. Nascido em Uberlândia (MG), fora do eixo Rio-SP, o grupo tinha na essência relação com a cultura sertaneja. Em uma das primeiras visitas à TV, nos anos 1990, o grupo de Alexandre Pires cantou seu principal sucesso, “Essa Tal Liberdade”. E, em vez de um banjo e um cavaco à frente, o SPC se apresentou com dois violões. Em 1997, o projeto “Amigos”, especial de fim de ano da TV Globo que reunia os principais nomes do sertanejo à época (Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo) prestou uma espécie de homenagem ao SPC. Chitãozinho e Xororó cantaram “Mineirinho”, sucesso do grupo. Com a virada da década, as parcerias se tornaram pontuais, mas com o mesmo impacto. Sorriso Maroto gravou com Jorge e Mateus, Raça Negra fez um DVD repleto de participações do sertanejo, e no ano passado a música mais ouvida do ano, “P do Pecado”, foi uma parceria dos pagodeiros do Menos é Mais com a sertaneja Simone Mendes. E esse último sucesso de 2025 ajudou na mudança de chave na parceria entre pagode e sertanejo.
Alexandre Pires, Belo, Pixote e Turma do Pagode são destaque em Barretos Reprodução/Instagram A edição de 2026 da Festa do Peão de Barretos, o maior evento da cultura sertaneja do país, tem um número expressivo de pagodeiros. Neste ano, foram confirmados no festival: Belo, Alexandre Pires, Pixote e Turma do Pagode. É o maior número de representantes do gênero nas últimas 10 edições, sendo um deles (Alexandre Pires) destaque no palco principal de Barretos, o Palco Estádio. Num evento tão tradicionalista, que inclusive foi alvo de críticas ao tentar abrir mais espaço para nomes do pop e do funk, caso de Anitta e MC Kevinho, o pagode é uma espécie de coirmão que ganhou destaque, muito pelos resultados dos últimos anos. Agora no g1 Pedro Muzetti, diretor cultural da Festa do Peão de Barretos, destacou em entrevista ao g1 que o evento sempre teve um papel de experimentação. "Somos um evento com os maiores nomes do sertanejo, 90, 95% do line-up é de artistas do gênero, mas também tentamos inovar. Sabemos que, num primeiro momento, as críticas aparecem, tem gente que não gosta. Mas no dia do show costuma dar certo", explica. "Com pagode, percebo que a recepção é diferente, existe uma conexão maior do que com outros gêneros, como o funk, por exemplo." A estratégia dos bastidores Nas últimas 10 edições da Festa do Peão de Barretos, o número de representantes do pagode nos dois palcos principais do evento (Estádio e Amanhecer) foi de, no máximo, dois. Em 2026, serão quatro. Infográfico mostra crescimento do pagode em Barretos Arte/g1 Mas a “negociação” para a vinda em peso de pagodeiros começou em 2025. Além dos palcos onde acontecem os shows principais da Festa do Peão, Barretos tem diversos ranchos, espaços onde artistas também se apresentam e empresários fazem conexões. Foi nesse espaço que Alex Kalil, responsável pela produtora GR Show, decidiu atuar. O empresário, que gerencia a agenda de Belo, Turma do Pagode e Pixote (três dos quatro convidados), se instalou em um rancho que levava sua marca e iniciou as conversas com o evento. Dodô, vocalista do grupo Pixote, chegou a participar do show da dupla Hugo e Guilherme, que se apresentou no palco principal do evento em 2025. “Cantei ‘Insegurança’ com eles e foi maravilhoso. O público cantou junto comigo e acho que ali foi uma abertura. A organização viu que todo mundo conhece, todo mundo cantou. Esse ano a gente vai estar com nosso show lá”, disse ao g1. Muzetti conta que os ranchos são fundamentais nessa "experimentação" de Barretos e que outros escritórios responsáveis por gerir a carreira de outros artistas já entraram em contato com o evento para entrar na lista de shows. A seleção dos artistas do pagode levou em conta a influência do empresário e também um "match" com o evento, como é o caso de Alexandre Pires, que vai se apresentar em Barretos com seu projeto em homenagem ao sertanejo, "Pagonejo Bão". O lobby de Kalil tem como principal base um dos melhores anos do pagode. Depois de, finalmente, quebrar a dependência das rádios (onde desbancou o sertanejo) e invadir o streaming, o gênero teve em 2025 um grande resultado de números. E uma nova porta se abriu. A nova onda do pagode Thiaguinho no Mineirão lotado durante a última edição da Tardezinha em BH Bruno Soares/Divulgação Em 2025, a "Tardezinha", label capitaneada por Thiaguinho rodou o Brasil, incluindo cidades interioranas onde o sertanejo domina, e se mostrou um fenômeno de público – e de vendas. Com o pagode em alta, não só a festa de Peão de Barretos, mas todo um circuito de eventos que antes olhava quase que exclusivamente para o sertanejo estendeu o olhar ao pagode. Marcelinho TDP, compositor e cavaquinista do grupo Turma do Pagode, contou que, nos últimos meses, o grupo recebeu diversos convites para participar de feiras agrícolas e outros eventos ligados à cultura sertaneja. “O pagode é uma das culturas mais populares do Brasil há muito tempo. Creio que, nos últimos dois, três anos, muita gente entendeu o que essa potência traz de retorno também. E, falando do sertanejo, há uma proximidade histórica que é lógica”, diz. Multidão empolgada com Jorge & Mateus na Festa do Peão de Barretos 2025 Érico Andrade/g1 Marcelinho e Dodô contaram que não há grandes alterações pensadas para o show em Barretos. O integrante do Turma do Pagode, inclusive, conta que nas apresentações em feiras, por exemplo, o setlist ganha apenas um “bloco final” com releituras de sucessos do sertanejo. “Num evento que dura tanto tempo, o público quer acompanhar uma diversidade que não fuja tanto do que ele está acostumado no dia a dia. E quem ouve pagode sabe de sertanejo. E vice-versa. São culturas do povo, do brasileiro comum.” Uma relação de três décadas Na década de 1990, o pagode vivia seu auge no Brasil. Entre os principais grupos estavam Art Popular e Só Pra Contrariar. Os dois estavam muito conectados com o sertanejo, por motivos diferentes. Capitaneado por Leandro Lehart, o Art Popular era um grupo de pagodeiros que gostava de dialogar com outros gêneros. Com o sertanejo, a conversa era mais próxima, num mix que foi além da sonoridade. Um dos maiores sucessos do grupo, “Fricote” é uma parceria com Daniel e se tornou como uma espécie de marco entre os gêneros, símbolo de como o diálogo era próximo Mas o Só Pra Contrariar foi muito além dos feats. Nascido em Uberlândia (MG), fora do eixo Rio-SP, o grupo tinha na essência relação com a cultura sertaneja. Em uma das primeiras visitas à TV, nos anos 1990, o grupo de Alexandre Pires cantou seu principal sucesso, “Essa Tal Liberdade”. E, em vez de um banjo e um cavaco à frente, o SPC se apresentou com dois violões. Em 1997, o projeto “Amigos”, especial de fim de ano da TV Globo que reunia os principais nomes do sertanejo à época (Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo) prestou uma espécie de homenagem ao SPC. Chitãozinho e Xororó cantaram “Mineirinho”, sucesso do grupo. Com a virada da década, as parcerias se tornaram pontuais, mas com o mesmo impacto. Sorriso Maroto gravou com Jorge e Mateus, Raça Negra fez um DVD repleto de participações do sertanejo, e no ano passado a música mais ouvida do ano, “P do Pecado”, foi uma parceria dos pagodeiros do Menos é Mais com a sertaneja Simone Mendes. E esse último sucesso de 2025 ajudou na mudança de chave na parceria entre pagode e sertanejo.
Coordination between TDP, Jana Sena Party and BJP should extend beyond elections and become a regular feature of governance and organisational activities, says Naidu
Senior TDP leaders level allegations against YSRCP leader Bolla Brahmanaidu over land transactions and the alleged use of forged documents
TDP leader Boina Govinda Rajulu accuses the YSR Congress Party of trying to defame the Naidu government over the DSC recruitment drive
Women should be given 33% quota, he asserts, adding that the TDP supports it as is evident from the resolution it passed in Mahanadu
Annika sofre de transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) há mais de oito anos Annika Waheed/Acervo pessoal Aviso: esta reportagem contém informações sobre suicídio. Na manhã seguinte à tentativa de suicídio, Annika Waheed menstruou. O desespero a abandonou e ela sentiu um grande alívio. "Eu realmente fiz isso?", perguntou à irmã, que a abraçava forte para protegê-la enquanto dormia após a tentativa de overdose. "Sim, você fez", respondeu a irmã. Annika passava duas semanas por mês atormentada por pensamentos suicidas e, então, como por mágica, a escuridão se dissipava assim que a menstruação chegava. "Então, eu conseguia enxergar e funcionar normalmente de novo", diz ela. "Como meus hormônios podem fazer isso comigo?", questiona-se. A mulher, que tem 42 anos, sofre de transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) há mais de oito anos. Saiba quais são as doenças que mais afetam mulheres O TDPM é um transtorno mental que causa sintomas psicológicos graves e, às vezes, físicos. Pode afetar mulheres em qualquer fase da vida, mas geralmente coincide com períodos de mudanças hormonais significativas, como puberdade, parto ou menopausa. Assim como a síndrome pré-menstrual (TPM), o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) ocorre uma ou duas semanas antes da menstruação, durante a fase lútea. No entanto, é muito mais intensa. Enquanto a TPM pode causar cansaço, irritabilidade e inchaço, o TDPM pode desencadear ansiedade grave, depressão e sofrimento psicológico intenso. As mulheres também podem apresentar sintomas físicos como fadiga, dores de cabeça e dores articulares, mas para o diagnóstico de TDPM é necessário que haja também a presença de sintomas relacionados ao humor. 'Não há nada que você possa fazer' A Associação Internacional para Distúrbios Pré-Menstruais (IAPMD), uma organização global de pesquisa sem fins lucrativos, estima que o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) afeta 115 milhões no mundo todo. Isso equivale a aproximadamente 2% a 5% das mulheres em idade reprodutiva, ou cerca de 1 em cada 20. Mas apenas uma pequena fração recebe um diagnóstico. O suicídio é uma questão complexa, mas alguns estudos sugerem que o transtorno leva a uma maior probabilidade de pensamentos suicidas. "A síndrome pré-menstrual pode ser muito difícil", diz Annika, que também apresenta sintomas físicos como palpitações, fortes dores nas costas e inchaço. "Mas isso? Isso é outra coisa." "É como se a morte estivesse vindo nos buscar todo mês. Você sente, e não há nada que possa fazer", diz ela. Acredita-se que mulheres afetadas pelo TDPM experimentam uma reação severa e negativa às flutuações hormonais naturais que ocorrem em seus corpos antes da menstruação. A reação se deve principalmente a alterações nos níveis de progesterona, que atingem o pico, e nos níveis de estrogênio, que flutuam, desencadeando sentimentos intensos de desespero, perda e falta de controle. Embora ainda seja desconhecido, do ponto de vista científico, por que o TDPM é desencadeado em algumas pessoas, pesquisadores na Escócia desenvolveram uma ferramenta inovadora de prevenção ao suicídio, projetada para ajudar os médicos a identificar os sinais de mulheres que apresentam sintomas desse transtorno. "Por muito tempo, as mulheres conviveram com essa condição sem ter ideia do que a estava causando", diz Lynsay Matthews, da Universidade do Oeste da Escócia, que liderou a pesquisa. "Embora o ciclo menstrual desempenhe um papel vital na saúde da mulher, raramente é mencionado em consultas médicas." Matthews afirma que perguntar às mulheres sobre seu ciclo menstrual pode ajudar médicos e pacientes a identificar padrões e entender se sua saúde mental está sendo prejudicada. O modelo fornece informações cruciais sobre como mulheres com TPMD podem reagir ao suicídio de forma diferente da população em geral. A próxima fase, explica Matthews, envolve medir sua eficácia em ajudar mulheres, com a esperança de que seu uso se torne mais disseminado. É preciso ouvir mais as mulheres Helen Wall, especialista em saúde da mulher, afirma que os médicos "ainda têm dificuldade em conectar certos fatores à menstruação feminina". "Precisamos ouvir as histórias das mulheres e entender o que está acontecendo no contexto de seus hormônios." Cada vez mais mulheres estão documentando suas experiências com o TDPM nas redes sociais: publicações com a hashtag #TDPM somam mais de 230 milhões visualizações no TikTok. Uma delas é de Katie Cook, que recebeu o diagnóstico de TDPM no ano passado, aos 21 anos, após uma década lutando contra problemas de saúde física e mental. Ela diz acreditar que o TDPM se manifestou quando teve sua primeira menstruação, aos 12 anos: "Foi aí que a batalha na minha mente começou". "É como se eu fosse o Dr. Jekyll e o Sr. Hyde", explica, fazendo referência ao famoso romance de terror O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson. Ela conta que, durante a fase lútea, pouco antes da menstruação, tudo fica sombrio. Seu corpo dói, ela fica sensível à luz e ao som, e tudo parece oprimi-la. Mas seu clínico geral disse que essas mudanças bruscas de humor eram esperadas durante o crescimento. Katie começou a monitorar suas oscilações de humor e outros sintomas ao longo do mês e passou a notar certos padrões. Então, no primeiro ano de universidade, outra médica perguntou se ela já tinha ouvido falar de transtorno disfórico pré-menstrual. "Tudo começou a fazer sentido", ela conta. A luta para obter um diagnóstico Obter um diagnóstico pode abrir portas para diferentes opções de tratamento, mas Annika afirma que simplesmente "sentir-se compreendida" já é uma "experiência gratificante". O trabalho de Matthews na detecção dos sinais de TPMD poderia tê-la ajudado, ou até mesmo evitado, que ela chegasse a um ponto tão desesperador em sua vida? "Com certeza", diz Annika. "Eu não teria me deixado manipular psicologicamente por médicos." "Se os médicos entendem, os pacientes também entendem. Eu poderia ter explicado esses pensamentos suicidas aos meus amigos e familiares, e talvez pudesse ter me protegido." No Reino Unido, por exemplo, o governo reconheceu que mulheres com transtorno disfórico pré-menstrual "foram negligenciadas por muito tempo". Em um comunicado, um porta-voz do Departamento de Saúde e Assistência Social disse: "Com muita frequência, seus sintomas são minimizados ou normalizados, e isso precisa mudar." O órgão britânico afirmou que a Estratégia de Saúde da Mulher renovada "garantirá que as mulheres sejam ouvidas e levadas a sério desde a primeira consulta" e que sejam encaminhadas ao profissional de saúde adequado "desde o início". Existem diversos tratamentos que podem ser adaptados ao transtorno, mas para muitas pessoas, incluindo Annika, encontrar o que funciona pode ser uma questão de tentativa e erro. Além de antidepressivos, as mulheres podem receber métodos contraceptivos como a pílula ou o DIU Mirena, que ajuda a regular os hormônios. Há também opções mais extremas, como a menopausa química e, em alguns casos, a remoção dos ovários para interromper o ciclo hormonal natural. Annika recebe injeções para bloquear os hormônios e interromper seu ciclo menstrual para tratar o TDPM. No entanto, poucos minutos após o efeito da medicação passar, ela diz sentir raiva, fúria ou desespero, dependendo da fase do ciclo menstrual em que se encontra. Viver com as consequências do TDPM tornou impossível para Annika considerar a gravidez e a maternidade, e estar na menopausa química eliminou qualquer possibilidade de engravidar. Há momentos em que ela imagina uma vida alternativa, em que poderia ter sido mãe, mas ela diz: "A TDPM me roubou essa possibilidade." Aos 31 anos, Lily Rose Winter, integrante da crescente comunidade online de pessoas com transtorno disfórico pré-menstrual, está considerando a possibilidade de iniciar a menopausa química. Lily levou anos para receber o diagnóstico e já tentou diversos tratamentos, mas até agora nenhum teve um impacto significativo nos sintomas que sente todos os meses. "Estou aprendendo a ressignificar a situação. Em vez de tentar ser positiva e dizer a mim mesma que deveria me sentir bem, digo que está tudo bem não me sentir grata por estar viva hoje, e que isso também vai passar. Preciso ter paciência."
TDP’s Palla Srinivasa Rao noted that despite allocations having been made nearly two decades ago in some cases, a significant number of beneficiaries had yet to take possession or begin residing in the units
Shabari said while previous Mahanadu’s saw the participation of around five lakh cadres, this year’s event organized in a digital-hybrid format across various clusters set a new world record, with participation of 17 lakh TDP cadre
The decision to allocate 33% seats for them in legislative bodies reflects the party’s long-standing commitment to women empowerment, she observes
The proposal to allocate 33% seats for women in the party structure and electoral representation is a landmark reform, he says
The party is committed to the welfare of the Backward Classes and weaker sections, and will ensure the Central programmes and funds reach them, says the Civil Aviation Minister; several projects taking tangible shape due to the cooperation of the Centre, says Pemmasani Chandra Sekhar