"SPENDEN" · 총 19건
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Bis Ende Mai sind deutlich mehr Spenderorgane registriert worden als im Vorjahreszeitraum. Trotzdem reichen die Organe bundesweit nicht aus, um allen Wartenden eine Transplantation zu ermöglichen.
Spenderorgane hätten die Leben von Wendt, Lars und Michael retten können. Doch Deutschland hat seit Jahrzehnten zu wenig Organspenden – und die drei Männer haben vergeblich gewartet. Das sind ihre Geschichten.
Werben für höhere Bereitschaft zum Organspenden in Deutschland
Die Zahl der Organspender und die der gespendeten Organe sind in den ersten fünf Monaten dieses Jahres leicht angestiegen. Doch das reicht nicht für alle Schwerkranken.
Die Zahl der Organspender und die der gespendeten Organe sind in den ersten fünf Monaten dieses Jahres leicht angestiegen. Doch das reicht nicht für alle Schwerkranken.
Mehr als 8.000 Menschen warten in Deutschland auf ein Spenderorgan. Zwei fraktionsübergreifende Gruppen im Bundestag wollen die Zahl der Organspenden erhöhen - mit unterschiedlichen Konzepten. Von Isabell Karras.
Hamburg ist bundesweiter Spitzenreiter bei Organspenden: 35 Spender pro Million Einwohner – damit liegt die Hansestadt weit über dem Bundesdurchschnitt. Die Sozialsenatorin ist für die Widerspruchslösung.
In Deutschland gibt es nicht genügend Organspenden. Mit einer Reform des Transplantationsgesetzes soll die Quote erhöht werden. 11KM klärt, was sich ändert und warum Deutschland im europäischen Vergleich hinterherhinkt.
Sie war Mitte 40, wollte unbedingt mehr Kinder, aber es klappte nicht. Also ließ sie sich die Eizellen spenden. In Dänemark. Sollte das auch in Deutschland erlaubt sein?
SPD, Grüne und CDU wollen das Volksabstimmungsgesetz in Hamburg ändern – rechtlich spricht wenig dagegen, wie jetzt eine Expertenanhörung ergab. Es geht aber auch um politische Abwägungen: mehr Transparenz, neues Spendenrecht und die Rolle des Senats.
Chapada dos Veadeiros: decisão judicial pode permitir privatização de área de parque municipal avaliada em mais de R$ 2 milhões O Parque Municipal Lava-pés, em Cavalcante, na Chapada dos Veadeiros, é o centro de uma disputa judicial que coloca em lados opostos a preservação ambiental e o direito à regularização fundiária. A criação da Lei Municipal 1.330/2024, pelo prefeito Vilmar Kalunga, prevê a doação de uma área de mais de 131 mil metros quadrados, avaliada em mais de R$ 2 milhões, para Evangelino Moreira dos Santos, que gerou revolta entre a população. Uma ação civil pública movida pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) questionou a legalidade da doação. Procurada pelo g1, a defesa do morador, representada pelo advogado Juscimar Ribeiro, disse que fez as manifestações nos autos do processo judicial e que não irá comentar o caso. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Em nota, a gestão municipal informou que "trata-se de uma ocupação consolidada há décadas, reconhecida administrativamente pelo poder público em períodos anteriores à atual gestão e posteriormente analisada no contexto da política municipal de regularização fundiária" (leia na íntegra ao final do texto). A Prefeitura de Cavalcante destacou ainda que "a área reconhecida como ocupação histórica se restringe exclusivamente à porção já ocupada pela família ao longo dos anos. A delimitação não abrange a estrada interna do parque, não alcança a área da Cachoeirinha Lava-Pés e não interfere em áreas de uso público ou de interesse coletivo". No total, a área ultrapassa 60 alqueires e possui relevante valor ambiental, turístico e social para o município. Cachoeirinha Lava-Pés, em Cavalcante Arquivo pessoal Entenda o que motivou a ação Segundo o Ministério Público, a área doada no Parque Natural Municipal Lava-pés é uma Unidade de Conservação de proteção integral criada em 2002. O órgão apontou que o terreno, avaliado em mais de R$ 2 milhões, estaria sendo alvo de especulação imobiliária, com rumores de que seria vendido para a construção de um resort, o que causaria danos ambientais irreversíveis. “A doação não foi realizada em caráter de benefício coletivo, mas, sim, com a intenção de beneficiar apenas uma pessoa”, argumentou o órgão, no documento obtido pelo g1. O MP destacou que a área é um bem de uso comum do povo, essencial para o lazer gratuito da comunidade e para a preservação de cursos d'água, como a cachoeira localizada dentro do parque. Outra questão levantada diz respeito ao fato de que Evangelino não mora no local e que a única construção na área não tem janelas, tendo sido feita recentemente. LEIA TAMBÉM: Cachoeiras de água cristalina e paisagens exuberantes: veja detalhes de rota turística dentro de comunidade quilombola Mais de 260 mil hectares e 39 comunidades: quilombo Kalunga celebra tombamento histórico pelo Iphan Com rochas de bilhões de anos, destino em Goiás encanta turistas de vários países Em novembro de 2025, a juíza Isabela Rebouças Maia, da Comarca de Cavalcante, concedeu uma liminar suspendendo os efeitos da lei de doação. Sua decisão foi baseado no princípio da vedação ao retrocesso ambiental, que impede o Estado de reduzir níveis de proteção ecológica já alcançados. A magistrada foi contrária ao argumento da prefeitura de que a falta de demarcação física do parque nos últimos 20 anos invalidaria sua proteção. Para a juíza, a criação legal do parque já gera o dever de preservação, e a doação a um particular sem estudos técnicos configuraria um desvio de finalidade administrativa. Reviravolta jurídica Em abril deste ano, a situação jurídica sofreu uma reviravolta após um agravo de instrumento — recurso usado para contestar decisões antes do fim da ação judicial — interposto por Evangelino, beneficiário da doação. A desembargadora Sandra Regina Teodoro Reis, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), suspendeu a decisão de primeira instância e restabeleceu os efeitos da lei municipal. A desembargadora destacou que a suspensão prematura da norma prejudica a política pública de regularização fundiária de ocupações que, segundo a defesa, estariam consolidadas há décadas. Ela afirmou que as leis municipais possuem presunção de legalidade e que a paralisação do processo gera insegurança jurídica e social. Com a última decisão, as restrições sobre o imóvel foram levantadas e a eficácia da lei de doação foi restabelecida temporariamente. O caso ainda aguarda o julgamento definitivo do mérito do recurso pela Câmara Cível do TJGO. Ao g1, o MP disse que o caso está sob análise da Procuradoria. “A Promotoria de Justiça de Cavalcante informa que empreenderá esforços a fim de que a decisão concedida inicialmente prevaleça”, destacou. Perigos ambientais Parque Municipal Lava-Pés é alvo de ação judicial, em Cavalcante Arquivo pessoal Segundo Álvaro de Angelis, coordenador do Movimento SOS Chapada dos Veadeiros, a possibilidade de transformação da área doada em um empreendimento privado, como um resort, provocaria danos ambientais em diferentes escalas. Ao g1, ele explicou que a retirada da vegetação nativa para obras poderia impermeabilizar o solo e prejudicar a recarga do aquífero que abastece a cachoeira do Parque Municipal Lava-Pés. “O Cerrado possui sistema radicular profundo — árvores que chegam a 15 metros de profundidade — que sustenta a disponibilidade hídrica mesmo na estação seca”, afirmou. O ambientalista destacou ainda que a substituição da vegetação nativa por gramados ornamentais e estruturas impermeáveis, comuns em resorts, reduz significativamente a evapotranspiração. O efeito, segundo Álvaro, comprometeria não apenas o parque, mas toda a bacia hidrográfica do Córrego Lava-pés. Ele ressaltou também que a cachoeira, principal atrativo de acesso público do parque, depende diretamente da qualidade e da quantidade de água do manancial. “Empreendimentos com alta demanda hídrica — piscinas, lavanderia, irrigação de jardins — competiriam diretamente com esse recurso”, alertou. Para Álvaro, promover uma regularização fundiária em uma área localizada dentro de uma unidade de conservação de proteção integral sem comprometer sua função ambiental não é tarefa simples. A justificativa apresentada pela Prefeitura de Cavalcante tem como base a Regularização Fundiária Urbana (REURB), prevista na Lei nº 13.465/2017, mas o ambientalista ressaltou que a própria legislação exige estudos técnicos prévios que comprovem melhorias ambientais em relação à situação anterior de ocupação informal. “Nada disso foi feito”, destacou. O coordenador pontuou que o parque e sua cachoeira estão entre os poucos espaços públicos e gratuitos de lazer em Cavalcante, município cuja economia depende fortemente do turismo. Para ele, a privatização de 13 hectares dentro do parque, próximos à cachoeira, criaria uma barreira territorial capaz de restringir ou encarecer o acesso popular ao local. “O turismo sustentável nessa região depende da integridade das unidades de conservação — e não apenas das federais, como o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros”, ressaltou. Álvaro entende que os parques municipais fazem parte de um mosaico de proteção ambiental essencial para garantir corredores ecológicos e zonas de amortecimento. Além disso, ele avaliou que o prejuízo ao patrimônio público seria duplo: material e imaterial. Além da perda de uma área avaliada em mais de R$ 2 milhões, conforme os autos da ação civil pública, haveria também a perda da função social e ecológica desempenhada pelo espaço. “É um dano irreversível caso o impacto ambiental se consume”, afirmou. ‘A natureza é um bem comum’ Em entrevista ao g1, o morador Heldney Costa Coelho, de 54 anos, contou que participa da mobilização pela conservação da área há mais de 20 anos. “Eu ainda era um garoto quando um empresário dono de uma mineradora estava prestes a comprar da prefeitura essa área. Então, eu reuni toda a população de Cavalcante, percorri naquela época praticamente todas as casas, fiz um abaixo-assinado e colhi mais de 2 mil assinaturas contra a venda da área que hoje é o Parque Municipal do Lava-pés”, relatou. Com a manifestação da população, foi possível fazer com que os vereadores tornassem o local um espaço de servidão pública e comunitária com a criação do parque. Segundo Heldney, anos depois, essa área está sendo ameaçada novamente. “É uma grande revolta na cidade. Estamos lutando muito para defender a integralidade do parque. Conseguiram derrubar a liminar, mas vamos lutar até o final”, ressaltou o morador. De acordo com Heldney, a importância do parque está atrelada ao direito da população de usufruir do local. “É um desrespeito porque passa por cima do nosso direito de ter o nosso parque preservado, onde todos podem interagir com a mãe natureza, seja de forma recreativa, bebendo a água pura e cristalina, banhando em suas águas, colhendo os frutos naturais que ali existem em abundância, ou apenas contemplando as variedades da fauna e da flora”, defendeu. "A natureza é um bem comum que pertence a todos sem distinção, não podemos aceitar que se torne privado", completou Heldney. Nota da Prefeitura de Cavalcante A Prefeitura de Cavalcante informa que tomou conhecimento da decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás que suspendeu os efeitos da liminar anteriormente concedida em primeira instância no âmbito da discussão relacionada à Lei Municipal nº 1.330/2024. O Município esclarece que o tema envolve questões técnicas, ambientais, fundiárias e jurídicas complexas, ligadas à regularização de ocupações históricas consolidadas na região, às particularidades territoriais existentes há décadas e à necessidade de conciliar ordenamento territorial, segurança jurídica, interesse público e preservação ambiental. A administração municipal destaca que a discussão não se limita a uma área específica. A região possui outras ocupações históricas e situações territoriais semelhantes, o que evidencia um desafio estrutural que exige planejamento, responsabilidade e soluções juridicamente seguras. No caso em debate, trata-se de uma ocupação consolidada há décadas, reconhecida administrativamente pelo poder público em períodos anteriores à atual gestão e posteriormente analisada no contexto da política municipal de regularização fundiária. A Prefeitura esclarece que a área reconhecida como ocupação histórica se restringe exclusivamente à porção já ocupada pela família ao longo dos anos. A delimitação não abrange a estrada interna do parque, não alcança a área da Cachoeirinha Lava-Pés e não interfere em áreas de uso público ou de interesse coletivo. O Município reforça que os critérios adotados buscaram assegurar que o processo de regularização fundiária não comprometesse o acesso público, a proteção ambiental e a preservação das áreas de relevante interesse social e coletivo. Diante da decisão judicial, a administração municipal dará continuidade às medidas técnicas, administrativas e legais voltadas ao enfrentamento dos passivos históricos da região e à regularização formal do Parque Municipal Lava-Pés, cuja consolidação permanece como prioridade da gestão. A Prefeitura ressalta ainda que o parque compreende extensa área ambiental preservada e desocupada, com mais de 60 alqueires, de relevante valor ambiental, turístico e social para Cavalcante. A gestão municipal reafirma seu compromisso com a proteção ambiental, com a transparência dos atos administrativos, com a segurança jurídica das famílias envolvidas e com o cumprimento das decisões dos órgãos competentes. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Centro Acadêmico do Agreste (CAA) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em Caruaru UFPE/Divulgação O Superior Tribunal de Justiça (STJ) garantiu a continuidade da turma especial de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) de Caruaru, no Agreste, criada em parceria com o Incra para beneficiários da reforma agrária por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). A decisão foi assinada pelo presidente da Corte, ministro Herman Benjamin. Assinada na última sexta-feira (22), a decisão suspende um entendimento do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), que autorizava apenas a conclusão do primeiro semestre e previa a interrupção do curso após esse período. A nova medida valerá até o julgamento do processo principal em segunda instância, garantindo que o segundo semestre letivo comece em 10 de agosto de 2026. ✅ Receba as notícias do g1 Caruaru e região no seu WhatsApp Agora no g1 Segundo o STJ, a paralisação poderia comprometer a execução de uma política pública federal voltada a ampliar o acesso ao ensino superior para beneficiários da reforma agrária. O ministro citou ainda a importância da formação para áreas “historicamente desassistidas e de difícil acesso aos profissionais da saúde”. No texto, o presidente do STJ também apontou os impactos administrativos que uma interrupção poderia causar à universidade, como dificuldades no planejamento acadêmico, matrículas e organização das atividades práticas. O projeto, estruturado por meio de uma cooperação entre a UFPE e o Incra, tem um investimento de cerca de R$ 18,6 milhões e reúne 80 estudantes de diversas regiões do país. Histórico de disputas judiciais O edital para seleção da turma de Medicina voltada ao Pronera foi alvo de questionamentos e críticas desde a sua publicação, em setembro de 2025. O processo seletivo previa o preenchimento de 80 vagas no campus Caruaru da UFPE, destinadas a beneficiários do programa federal voltado à educação em áreas de reforma agrária. A primeira liminar suspendendo o edital foi concedida pela Justiça Federal em Pernambuco no início de outubro, após ação popular apresentada pelo vereador Tadeu Calheiros. Na decisão, o juiz responsável apontou possível violação aos princípios da igualdade e da impessoalidade na criação de vagas destinadas a um público específico. Poucos dias depois, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região derrubou essa decisão após recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU). O tribunal considerou que o Pronera é uma política pública prevista em lei e que a parceria entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e universidades públicas permite a criação de turmas voltadas a assentados da reforma agrária. Cronologia envolvendo o curso ➡️ 10 de setembro de 2025 – Publicação do edital A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) publica o edital nº 31/2025 para seleção de 80 alunos de Medicina do Campus Caruaru, exclusivamente para beneficiários do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). ➡️ 24 de setembro de 2025 – Críticas A prova para seleção dos alunos estava prevista para 5 de outubro. Entidades médicas, como o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), Sindicato dos Médicos, Associação Médica de Pernambuco e Academia Pernambucana de Medicina, criticaram a criação de vagas exclusivas, alegando violação do princípio da isonomia. ➡️ 01 de outubro de 2025 – Primeira suspensão judicial A Justiça Federal em Pernambuco suspende o edital, atendendo ação popular do vereador do Recife Tadeu Calheiros (MDB). O juiz Ubiratan de Couto Maurício argumenta que a criação de vagas para um público específico fora das hipóteses previstas em lei é ilegal, ferindo os princípios da igualdade, impessoalidade e moralidade administrativa. ➡️ 4 de outubro de 2025 – MPPE abre investigação O Ministério Público de Pernambuco instaura inquérito civil para apurar possíveis irregularidades no edital. A promotora Gilka Maria Almeida Vasconcelos de Miranda ressalta que a medida poderia violar princípios constitucionais e a exigência de ingresso no ensino superior via processo seletivo previsto na LDB. ➡️ 07 de outubro de 2025 – Liminar derrubada pelo TRF5 O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) derruba a liminar que suspendia o edital. O relator, desembargador Fernando Braga Damasceno, destaca que o Pronera é uma política pública legalmente amparada e que as vagas são suplementares. ➡️ 08 de outubro de 2025 – Nova suspensão da Justiça Federal A 9ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco volta a suspender o edital, atendendo a pedido de tutela de urgência do vereador Thiago Medina (PL), alegando precariedade e desproporcionalidade no processo seletivo. ➡️ 10 de outubro de 2025 – TRF5 libera seleção para turma de Medicina O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) decidiu, pela segunda vez em menos de uma semana, manter o processo seletivo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para a turma extra do curso de Medicina em Caruaru, no Agreste do estado, voltada a beneficiários do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). ➡️ 10 de março de 2026 - Justiça suspende mais uma vez curso de Medicina da UFPE A nova decisão era de que as aulas deveriam ser interrompidas após o término do primeiro semestre letivo, já que as disciplinas foram iniciadas em dezembro. A suspensão permaneceria até que as irregularidades apontadas no processo sejam analisadas e, eventualmente, corrigidas.
Centenas de navios-tanque e cargueiros aguardam a reabertura total do Estreito de Ormuz Foto: Majid Asgaripour/WANA/REUTERS Um possível acordo entre o Irã e os Estados Unidos prevê que o número de navios autorizados a transitar pelo Estreito de Ormuz retornaria ao nível anterior à guerra dentro de 30 dias, segundo a agência iraniana Tasnim. O bloqueio naval deve ser completamente suspenso dentro de 30 dias, de acordo com um memorando de entendimento, informou a Tasnim, acrescentando que parte dos fundos iranianos congelados deve ser liberada na primeira fase. O possível memorando inclui o fim da guerra em todas as frentes, com Washington suspendendo as sanções sobre o petróleo iraniano durante as negociações. O Irã ainda não aceitou nenhuma medida relacionada ao seu programa nuclear, acrescentou a Tasnim. Marco Rubio O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, acredita que novas informações sobre a situação no Irã podem surgir ainda neste domingo e reiterou que Teerã “nunca poderá ter armas nucleares”. Rubio também declarou que ataques contra navios comerciais e civis são “totalmente ilegais” e disse que houve algum progresso nas últimas 48 horas nas discussões para desenhar uma solução para a crise no Estreito de Ormuz. Segundo o que foi dito à Reuters, existe a possibilidade de “boas notícias” nas próximas horas em relação à navegação na região. Paralelamente, a Reuters informou que uma fonte sênior iraniana afirmou que Teerã não concordou em entregar seu urânio altamente enriquecido e que a questão do programa nuclear do Irã não faz parte desse acordo preliminar em discussão. Trump afirma estar "finalizando detalhes de acordo" com o Irã