Camrose students protest disturbing rape, mutilation messages shared on Snapchat
The anger stems from a series of sexually violent, disturbing group chat messages dating back to the fall of 2025 in Camrose, appearing to target several girls.

"SNAPCHAT" · 총 30건
필터 보기현재 지수
49.4
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 78,185건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 49.4(균형)입니다. 긍정 9,517건(12.2%)·중립 56,465건(72.2%)·부정 12,203건(15.6%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 21.2(보수 경향)입니다.
The anger stems from a series of sexually violent, disturbing group chat messages dating back to the fall of 2025 in Camrose, appearing to target several girls.

Een journalist van Pointer is mishandeld tijdens undercoveropnames over drugshandel via Snapchat. Presentator Jos de Groot werd geslagen toen hij drugs en nepgeld wilde kopen van twee dealers. De Groot heeft aangifte gedaan. Het onderzoeksprogramma van KRO-NCRV concludeert dat wapens, verdovende middelen en andere illegale spullen nog altijd makkelijker te kopen zijn via Snapchat, ondanks dat het socialemediaplatform beterschap heeft beloofd. Het team van journalisten vond online ruim honderd dealerprofielen. Door een van deze personen is De Groot mishandeld. De presentator zegt tegen de NOS dat dit drie weken geleden is gebeurd. De Groot had toen al bij diverse dealers op het platform illegale middelen besteld en vervolgens op straat gekocht. Ditmaal zou de journalist het tripmiddel lean en nepgeld aanschaffen, "dat ook veel wordt verhandeld op Snapchat". Harde vuistslag De Groot overhandigde het geld aan twee personen. "Ik kreeg op dat moment een heel harde vuistslag in mijn gezicht. Toen zijn ze er snel met het geld vandoor gegaan." Hij denkt dat hij niet herkend was als journalist. Het kwam volgens hem in feite neer op een ripdeal. De berovers waren volgens hem twee jonge jongens, maar het is onduidelijk of het gaat om minderjarigen. "Het was zeer heftig en het team is er ook van geschrokken", blikt de presentator terug. Hij was tijdens de beroving alleen, maar collega's waren wel dichtbij. De mishandeling is vastgelegd met een verborgen camera. Het is de eerste keer dat De Groot dit heeft meegemaakt. 'Wilde Westen' "Met deze uitzending laten we zien dat Snapchat een soort Wilde Westen is geworden", zegt de journalist. Het programma wordt morgen om 16.00 uur gepubliceerd op YouTube. Via emoji's of straattaal zijn aanbieders van drugs en wapens volgens de journalisten makkelijk te vinden. Er werd gesproken met vele tientallen jongeren, die aangeven dat er laagdrempelig toegang is tot verboden middelen. In sommige gevallen zouden dealers zelfs via het algoritme van Snapchat worden voorgesteld aan gebruikers. Honderdduizenden accounts geblokkeerd Het bedrijf zegt in een reactie tegen Pointer dat het hard optreedt tegen illegale activiteiten op het platform. Het in de VS gevestigde Snap Inc. heeft in 2025 naar eigen zeggen 2,2 miljoen drugsgerelateerde posts verwijderd en 538.000 accounts geblokkeerd. In de verklaring staat ook dat het bedrijf ervan op de hoogte is dat "criminelen hun tactieken voortdurend aanpassen". De Autoriteit Consument & Markt (ACM) begon in september vorig jaar een onderzoek naar Snapchat, vanwege de verkoop van illegale vapes. De Europese Commissie is onder meer op verzoek van de Nederlandse toezichthouder ook een onderzoek gestart naar het socialemediaplatform.

Stichting Onderzoek Marktinformatie (SOMI) has initiated a collective lawsuit against Snapchat in the Netherlands.
Users under 16 years old will get a separate profile to show Stories and Spotlight posts to friends that they follow back.
Durham Regional Police have charged a Durham College employee after he allegedly lured young girls into sending sexual material over the internet. Investigators say the suspect lured two girls, aged 12 and 13, into sending “sexual abuse and exploitation materials” through Reddit and Snapchat. “The suspect operated under the usernames DeliveryNormal7189 on Reddit and manu041.01 […]
Six out of ten parents with children aged 8-19 are positive about an age limit on social media, shows a new report from the Swedish Internet Foundation. Among children and young people themselves, the figure is not as high. Last week, the Minister for Social Affairs, Jakob Forssmed, announced that the government wants to move forward with the proposal to introduce a 15-year age limit for platforms like Instagram and Snapchat.
James Lawley was out on an early morning ride on his distinctive blue racing tricycle when disaster struck on a road in Morecambe.
Cosmeticorexia: como meninas estão ficando obcecadas por skincare BBC "Arrume-se comigo para ir à casa da minha melhor amiga", diz Ellie-May, animada, para a câmera. A menina, na época com 10 anos, sorri enquanto explica sua rotina de cuidados com a pele, dividida em várias etapas, em um vídeo no TikTok. "Eu amo, amo, amo, amo, amo este tônico", diz, enquanto espalha o líquido translúcido pelo rosto. Em seguida, ela aplica um sérum feito para deixar a pele mais iluminada. "Meu Deus, está tão radiante", comemora. Ela mistura nas mãos pequenas porções de um creme amarelo a um hidratante com cor. Enquanto conversa, aplica cuidadosamente o corretivo embaixo dos olhos e acrescenta blush rosa e iluminador às bochechas. Depois, curva os cílios e aplica máscara e gloss labial. Agora no g1 Está pronta, diz a garota, logo depois de secar e alisar o cabelo. Hoje, Ellie-May tem 13 anos. Usa skincare e faz propaganda desses produtos desde os 8 anos. O que começou como uma diversão durante os períodos de isolamento da pandemia se transformou na principal fonte de renda da família. Sophie, mãe de Ellie-May, diz que verifica os ingredientes dos produtos usados pela filha. Arquivo pessoal/Sophie Eles têm contas em diversas redes sociais, Facebook, TikTok, YouTube e Snapchat. Só a conta da Ellie-May no TikTok tem mais de 330 mil seguidores. A mãe, Sophie, que tem outros cinco filhos, conta que a família ganha mais de £50 mil (cerca de R$ 340 mil) por ano com publicações nas várias plataformas. "Ser criadores de conteúdo transformou nossas vidas", afirma Sophie, durante uma videochamada feita do lado de fora da casa da família, no sudeste da Inglaterra. "Muitas outras crianças queriam saber qual era a rotina de cuidados com a pele da Ellie e, bem, isso simplesmente virou um sucesso." Digite "crianças e skincare" nos mecanismos de busca de diferentes redes sociais e não será difícil encontrar vídeos de centenas de outras meninas, algumas com apenas 3 ou 4 anos, empolgadas com produtos de cuidados com a pele e maquiagem. Em muitos casos, elas gravam vídeos do tipo "arrume-se comigo" ou mostram a rotina de skincare "depois da escola", enquanto falam sobre os planos para o dia e usam cosméticos. A venda de produtos de cuidados com a pele para meninas não é uma novidade. Mas, enquanto os esfoliantes e sabonetes faciais de décadas passadas prometiam uma pele sem espinhas, hoje as meninas usam uma variedade muito maior de produtos sofisticados — muitos deles com ingredientes antienvelhecimento — na esperança de conquistar uma pele perfeita. Algumas meninas influenciadoras de skincare se descrevem como "embaixadoras de marcas" e exibem produtos de empresas como Bubble, Drunk Elephant e P. Louise. Há até kits de skincare inspirados na animação "Guerreiras do K-Pop", voltados para uma "rotina que aumenta o brilho" e prometem uma "pele com aparência luminosa". Embora existam produtos claramente direcionados a crianças, há também marcas populares entre o público jovem que dizem não querer ser associadas a essa fatia do mercado. Uma fonte próxima à Drunk Elephant, por exemplo, afirma que a marca não é "voltada para jovens" e que tenta educar os consumidores sobre como usar os produtos de forma responsável. Bubble e P. Louise não responderam aos pedidos de comentário. Além de jovens influenciadoras como Ellie-May, há muitas outras meninas que já incorporaram rotinas de skincare com várias etapas ao dia a dia. Um levantamento da Pai, marca de produtos para a pele, feito com 1,5 mil crianças de 9 a 12 anos, sugere que quase metade delas usa vários produtos de skincare semanalmente. Entre essas crianças, metade afirma usar os produtos para corrigir o que enxerga como problemas na própria pele. O setor se transformou em uma indústria multibilionária. O mercado cresce rapidamente e não dá sinais de desaceleração. Mas alguns especialistas, incluindo reguladores, pedem cautela. "Mulheres na faixa dos 30 e 40 anos são alvo há muito tempo de empresas de skincare, que nos dizem que envelhecer é um problema e nos vendem uma solução", afirma Brooke Erin Duffy, professora e pesquisadora de redes sociais da Universidade Cornell. "Mas esta é uma mudança significativa. Agora, meninas estão sendo submetidas à mesma pressão." À medida que essa indústria continua a crescer, impulsionada por conteúdos publicados nas redes sociais, fica a pergunta: trata-se de uma diversão inofensiva ou meninas estão sendo condicionadas de forma duradoura a acreditar que há algo errado com a própria aparência? E o que isso revela sobre a forma como as meninas de hoje enxergam a si mesmas? Aparência em primeiro lugar Dermatologistas e acadêmicos criaram um novo termo: cosmeticorexia. Eles o definem como uma obsessão pouco saudável, desde cedo, por alcançar uma pele "perfeita", levando ao uso compulsivo de produtos cosméticos. O professor Giovanni Damiani, dermatologista italiano da Universidade de Milão, ficou tão preocupado com o que viu como uma compulsão entre alguns de seus pacientes mais jovens que decidiu investigar o que estava acontecendo. Ele entrevistou 55 pacientes, com idades entre 8 e 14 anos. Segundo Damiani, aqueles que apresentavam sinais de cosmeticorexia eram obcecados pelo celular e passavam horas assistindo a vídeos de skincare nas redes sociais. Também usavam até 10 produtos por dia e não socializavam, nem mesmo com familiares, sem usar maquiagem. A Autoridade Italiana da Concorrência (AGCM), acaba de abrir duas investigações contra a gigante de beleza LVMH, dona das marcas de cosméticos Sephora e Benefit. O órgão apura se as marcas deixaram de esclarecer que seus produtos não são destinados a crianças e adolescentes e se estão estimulando a compra por meio de "estratégias de marketing dissimuladas envolvendo jovens microinfluenciadores". Um porta-voz da LVMH afirma que a empresa está cooperando com as autoridades italianas e "reafirma" seu "rigoroso cumprimento das normas italianas aplicáveis". O porta-voz acrescentou que, "à medida que as conversas sobre consumidores mais jovens e skincare evoluem", a empresa vem aprimorando continuamente "a qualidade da orientação oferecida por nossos consultores de beleza para apoiar e orientar melhor todos os consumidores". Segundo a LVMH, a empresa não tem produtos nem campanhas de marketing "voltados especificamente para jovens" e só trabalha com influenciadores maiores de 18 anos. No Reino Unido, a Advertising Standards Authority, órgão que regula a publicidade no país, diz estar acompanhando de perto os desdobramentos na Itália. A entidade confirmou que avalia se há evidências de problemas semelhantes no Reino Unido, embora afirme que "não está tomando nenhuma medida regulatória formal neste momento". Esses produtos não são baratos. Um estudo analisou 100 vídeos no TikTok feitos por menores de 18 anos e concluiu que o custo médio das rotinas de skincare publicadas era de £125 (cerca de R$ 850). Dependendo da frequência de uso, os produtos podem precisar ser repostos a cada três ou quatro meses. Limpar, tonificar, preparar a pele, hidratar, aplicar sérum, creme para os olhos, névoa facial — e repetir. Essa é a rotina de crianças, algumas ainda em idade de escola primária, em busca do visual coreano conhecido como "glass skin", uma pele extremamente lisa e luminosa, com aparência quase translúcida. "A ironia? Elas já têm isso. Quando você é pequena, sua pele está em perfeitas condições", afirma a dermatologista Jean Ayer, consultora do NHS e médica em uma clínica privada em Stockport. "A barreira da pele que impede a entrada de toxinas e mantém a umidade está maravilhosamente preservada… Isso é juventude, essa é a beleza da pele." Ayer, que atua há quase 20 anos, diz que mais crianças do que nunca estão usando cosméticos. As consultas variam muito: em uma ponta do espectro, há pais que perguntam qual é a melhor rotina de skincare para seus filhos pequenos; na outra, crianças de apenas 8 anos chegam ao consultório com reações graves aos produtos de beleza que estavam usando. Segundo ela, os pais muitas vezes ficam horrorizados, mas não conseguem convencer os filhos a parar de usar tantos produtos diferentes. "É bastante assustador", diz Ayer. "Esses produtos foram criados para o mercado antienvelhecimento. Na melhor das hipóteses, elas não precisam deles. Na pior, contêm ingredientes prejudiciais, que podem danificar a pele delicada das crianças." Ela afirma estar vendo um aumento de pacientes mais jovens com acne e dermatite de contato, um tipo de eczema desencadeado pelo contato com determinada substância, por causa dos diversos ingredientes presentes nos produtos de skincare usados por crianças. Muitos desses produtos contêm ingredientes ativos que podem ter efeito biológico nas células da pele e, portanto, alterar seu funcionamento. Um dos mais potentes é o retinol, que acelera a renovação celular da pele e pode ajudar a reduzir linhas finas e rugas. Em crianças, esse processo já acontece em ritmo acelerado, então o retinol não oferece benefício real e pode superestimular a pele. Isso pode levar à chamada "queimadura por retinol", quando a barreira protetora da pele é danificada. Crianças podem desenvolver ardência, erupções semelhantes a eczema ou sensibilidade prolongada. Ayer alerta que há muitos outros ingredientes nesses produtos capazes de prejudicar a pele jovem. E, uma vez que a criança desenvolve uma alergia de contato, talvez nunca mais consiga usar um produto que contenha aquele ingrediente sem ter uma reação. Ela diz que dermatologistas também vêm observando um aumento de jovens com alopecia frontal fibrosante, condição em que a linha frontal do cabelo começa a recuar. Segundo Ayer, há uma corrente pequena, mas crescente, de especialistas que sugere que isso pode estar relacionado ao aumento do uso de diversos cremes faciais em idades tão jovens. A indústria de cosméticos do Reino Unido afirma reconhecer que são necessários orientação e apoio para garantir que crianças pequenas usem produtos adequados à idade. A Cosmetics Toiletry and Perfumery Association (CTPA), que representa muitas empresas de skincare, lançou recentemente um guia para pais depois de realizar uma pesquisa na qual 40% dos entrevistados, quase mil pais, admitiram saber menos sobre skincare do que seus filhos. A diretora-geral da CTPA, Emma Meredith, diz que a entidade não apoia o uso de produtos antienvelhecimento por jovens nem rotinas complexas e desnecessárias. "Nosso objetivo é garantir que os produtos sejam usados de forma adequada para cada faixa etária, ajudando os jovens a entender como desenvolver hábitos saudáveis e apropriados de higiene da pele e apoiando os pais nessas conversas com seus filhos", afirma. Sophie, mãe de Ellie-May, diz que verifica os ingredientes dos produtos usados pela filha. Algumas pessoas a criticaram nas redes sociais por permitir que Ellie-May abrisse embalagens de cremes que contêm substâncias fortes, como retinol. Mas Sophie afirma saber que o ingrediente é prejudicial e que não vai "deixá-lo chegar nem perto" da pele da filha. Ela também diz tomar cuidado para não revelar detalhes como a escola onde Ellie-May estuda ou o local onde vivem, além de acompanhar de perto as respostas enviadas às contas da família. Ellie-May participa de lançamentos de grandes empresas de beleza, onde testa diferentes produtos e convive com outros criadores de conteúdo, o que, segundo ela, é divertido. Ela e Sophie estão se preparando para lançar a própria marca vegana de skincare, voltada para o público mais jovem. Ellie-May parece, ao mesmo tempo, mais velha e mais nova do que seus 13 anos. Fala baixo, é reflexiva e articulada, e às vezes olha para a mãe antes de responder. Tem unhas longas e feitas e usa maquiagem, mas de aparência natural. "Usar maquiagem hoje me faz sentir normal", diz. Espelho enganoso Embora Sophie diga que o sucesso nas redes sociais tenha enriquecido a vida da família, alguns psicólogos temem que esses jovens tão conscientes da própria imagem, tão familiarizados com as redes e tão obcecados por beleza cresçam com uma visão distorcida de como deveriam parecer e de como deveriam ser. Alberto Stefana é um psicólogo italiano que escreveu, com Damiani, um artigo sobre cosmeticorexia. Ele diz que as crianças estão "desenvolvendo sua identidade" e podem ter dificuldade para "aceitar sua verdadeira imagem" à medida que crescem. "As crianças que ficam obcecadas por skincare tendem a ser movidas pelo que veem nas redes sociais", afirma. "Então a autoestima delas passa a se basear em quantas curtidas recebem ou no que as pessoas disseram nos comentários." Como a chamada cosmeticorexia é um fenômeno muito recente, é difícil saber se há possíveis impactos psicológicos de longo prazo. Mas Stefana diz que sua pesquisa mais recente indica pontos de contato com o transtorno dismórfico corporal, uma condição de saúde mental que causa vergonha e ansiedade persistentes e intensas em relação a defeitos percebidos no próprio corpo. Mesmo agora, em idades tão jovens, ele alerta que já viu sinais de ansiedade e constrangimento em crianças de 7 e 8 anos que apresentam sintomas de cosmeticorexia. Segundo Stefana, isso pode ser tão intenso que "elas não querem ir à escola porque sentem muita vergonha. E essa vergonha vem da comparação com outras pessoas nas redes sociais e da sensação de não serem bonitas o suficiente". Jessica Ringrose, professora de sociologia de gênero e educação na University College London, concorda. "As crianças veem esse conteúdo e passam a achar que ele representa a 'boa vida', a forma ideal de existir", diz. "E, se não conseguem alcançar essa 'aparência perfeita' ou essa 'vida perfeita' que está sendo vendida a elas, passam a achar que estão fracassando de alguma forma." O TikTok afirma ter proteções especiais para resguardar adolescentes online e que não permite publicidade direcionada a menores de 18 anos. Afirma também oferecer apoio e informações a pais para ajudar a manter seus filhos seguros, além de ouvir regularmente adolescentes sobre como melhorar seus serviços por meio do conselho de jovens da plataforma. A empresa diz ainda que jovens também usam o TikTok para se informar sobre saúde da pele, com orientações respaldadas por dermatologistas. A Meta, dona do Instagram e do Facebook, entre outras plataformas, não respondeu a um pedido de comentário. Ringrose e os outros especialistas ouvidos dizem que essa não é uma questão apenas das empresas de redes sociais. A responsabilidade também recai sobre as marcas de skincare que vendem os produtos e sobre os próprios pais. Ringrose acrescenta: "Quando uma criança atua como embaixadora de uma marca e promove esse mundo para outras crianças, ela o legitima." Ao mesmo tempo, vivemos ao lado, e muitas vezes dentro, de um mundo digital em expansão. Isso não seria apenas uma complexidade a mais, embora inevitável, do crescimento? As crianças — e, neste caso, as meninas — não estariam apenas aprendendo a sobreviver, e talvez até prosperar, online? Stefana discorda. Segundo ele, crianças e jovens estão gastando tempo e dinheiro demais em busca de uma aparência, uma estética, que só existe no mundo digital, não na realidade. "Até a ideia do que é atraente e do que não é está sendo distorcida", afirma. "Os filtros e o uso de inteligência artificial em publicações nas redes sociais fazem com que algumas das imagens vistas pelas crianças nem sequer sejam reais. Elas estão aspirando a algo que nem existe."
[OSEN=지민경 기자] 가수 제니가 뉴욕의 밤을 뜨거운 축제의 장으로 물들이며 '페스티벌 퀸'의 위상을 다시 한번 입증했다.제니는 지난 7일 미국 뉴욕에서 열린 대표적인 여름 음악 축제 'The Governors Ball Music Festival 2026(더 거버너스 볼 뮤직 페스티벌 2026)'에 출격했다. 이날 'SNAPCHAT' 스테이지의 마지막
In 2018, Emilio Valdez was shot and found in Osmun Lake. After four years, Snapchat evidence helped convict Angel Jose Alvarez of second-degree murder.
Op socialemediaplatformen als TikTok en Snapchat is een levendige handel in namaak-merkkleding. Dat blijkt uit onderzoek van NOS Stories. De Fiscale inlichtingen- en opsporingsdienst (FIOD) ziet dat hierbij steeds vaker gebruik wordt gemaakt van influencers. Via promotievideo's of 'samenwerkingen' worden de verkopers van namaak-merkkleding en hun producten door kleine en grote influencers aangeprezen, terwijl dat - net als de verkoop zelf - strafbaar is. "Als de influencer weet dat hij of zij de aankoop van namaakgoederen aanprijst en hiervoor een vergoeding krijgt, kan er sprake zijn van deelname aan een criminele organisatie en strafrechtelijke vervolging voor witwassen", stelt de FIOD. Duizenden volgers Het zijn veelal minderjarige jongeren die worden benaderd om dit soort verkoop te promoten. In ruil voor producten of tegen betaling moeten zij video's plaatsen op platforms als TikTok, waarin ze de producten bespreken en de verkoper benoemen. Ook Helena (18) en Jesse (17) werden gestrikt door namaak-verkopers: NOS Stories sprak met verschillende influencers die dit hebben gedaan. "Ik mocht niet zeggen dat ik het gratis had gekregen en moest doen alsof ik het zelf had gekocht", vertelt de 18-jarige Helena met 60.000 volgers. De video's worden door de influencers zelf geplaatst en komen vaak ook op de sociale media van de verkopers te staan. Daar zijn naast influencers bijvoorbeeld straatinterviews, sketches en gemaskerde verkopers te zien, maar soms ook bekende personen zoals acteur Oussama Ahammoud (bekend van Mocro Maffia en Vakkenvullers). Zijn management heeft niet gereageerd op onze vragen. De ene verkoper had op TikTok bijna 30.000 volgers, de andere zo'n 50.000 op Snapchat. Promotievideo's op deze pagina's halen geregeld honderdduizenden views, al zijn veel accounts verdwenen na vragen van NOS Stories. Ook verschillende webshops, waarnaar de video's verwezen, zijn offline gehaald. Reactie TikTok TikTok, een platform waar veel van dit soort content te vinden is, stelt in een reactie dat ze zelf actief op zoek zijn om dit soort content offline te halen. Het bedrijf zegt dat bij het overgrote deel actie wordt ondernomen voordat iemand de video heeft gerapporteerd. Recente cijfers over aantallen hebben ze niet, maar tussen januari 2025 en juni 2025 ging het volgens het platform wereldwijd om 143 miljoen video's die offline zijn gehaald waarin namaakproducten werden aangeprezen of verkocht. Veel video's die NOS Stories tegenkwam stonden al maanden of zelfs jaren op het platform en verdwenen pas na het stellen van vragen aan TikTok. Met de verkoop van namaak-merkkleding is veel geld te verdienen, zeggen verkopers. Beheerders van webshops wilden niet op vragen reageren, maar een 15-jarige jongen die de kleding via Snapchat verkoopt wilde wel met NOS Stories in gesprek. "Ik begon klein, maar ik verdien inmiddels zo'n 4000 tot 5000 euro per maand met de verkoop van schoenen, petten en jasjes", stelt Noah (niet zijn echte naam): Dat tieners namaakmerkkleding kopen, bleek ook uit een vragenlijst van NOS Stories die door ruim duizend jongeren is ingevuld. Ruim de helft zegt dat het ze niet uitmaakt of merkkleding namaak is en dat het dragen ervan moet kunnen. Van de jongeren die het zelf kopen, is 70 procent er open over tegen vrienden. De jongeren die advertenties voor namaak-merkkleding tegenkwamen, deden dat vooral op TikTok, Instagram en Snapchat - meestal wekelijks of zelfs dagelijks. Een derde van hen zag in die reclames ook influencers of bekende Nederlanders. De verkoop en promotie van namaakkleding is dus strafbaar, maar merken gaan zelf ook achter de daders aan. "Ik krijg elke dag nieuwe dossiers op mijn bureau", vertelt advocaat Iris van der Wal, die gespecialiseerd is in namaakbestrijding. "Influencers lopen daarmee het risico op tienduizenden euro's schadevergoeding en proceskosten."
Teens orchestrate ‘teen takeovers’ through social media platforms such as Instagram, Snapchat, and TikTok.
Snap, parent of Snapchat, has acquired spatial augmented reality company Illumix in a bid to boost its AR efforts. The company’s interest was spurred by Illumix’s work in scaling its mapping technology and building it out for real-world experiences. As part of the deal, Snap will adopt Illumix’s technology and platform as it seeks to […]
Drei Viertel der Weltbevölkerung treiben sich bei TikTok, Instagram oder Snapchat herum – für Kochrezepte, Katzenvideos oder K-Pop-Clips. Eine ZDF-Doku zeigt die Abgründe dahinter. Und macht Anke Engelke zur Maschine.
Een 22-jarige man uit Spijkenisse moet zeven jaar de cel in en krijgt tbs met dwangverpleging voor sextortion. Hij perste zeker zestig meisjes af met naaktbeelden. Damian D. deed zich op internet voor als jonge vrouw en zocht via Snapchat contact met zijn slachtoffers. Hij dwong de meisjes op een gegeven moment om seksueel geladen foto's en filmpjes van zichzelf te maken. Daarnaast liet hij hen seksuele handelingen verrichten, ook als ze op school zaten. Zo liet hij hen 'Turpien' op hun lijf schrijven - dat was zijn bijnaam op het internet. Sommigen moesten een bord met die naam voor hun naakte lichaam houden. Als ze niet deden wat hij opdroeg, dan dreigde D. om hun beelden en persoonsgegevens openbaar te maken. Steeds extremer Van zijn slachtoffers woont er één in Nederland. De rest komt uit onder meer de Verenigde Staten, Montenegro en Duitsland. De rechter vermoedt dat er meer slachtoffers zijn, die (nog) niet zijn getraceerd. De meisjes waren tussen de 13 en 20 jaar oud. Volgens de politie werden de opdrachten steeds extremer en sadistischer. Als de slachtoffers niet deden wat hij eiste, werd hun beeldmateriaal online gezet en verspreid onder familie en vrienden. D. verkocht ook foto's in besloten groepen op Telegram, waar hij hun persoonsgegevens deelde. 'Gevoel van trots' Volgens de rechter toonde de man "geen enkele blijk van empathie en stopte hij zelfs niet als de meisjes zeiden dat zij suïcidale gedachten hadden". D. heeft vrijwel alles bekend, schrijft Rijnmond. Bij hem zijn autisme en seksueel sadisme vastgesteld. Hij zei in het dagelijks leven moeite te hebben om contact te maken. Dat compenseerde hij op internet, waar hij naar eigen zeggen een gevoel van trots kreeg als hij erin slaagde naaktbeelden te verzamelen. De celstraf van zeven jaar valt lager uit dan de eis van het Openbaar Ministerie, dat negen jaar had geëist. De rechter houdt meer rekening met de stoornissen bij de verdachte.
In Finnland soll ein 27-Jähriger über Snapchat 361 Kinder im Alter von neun bis 15 Jahren sexuell missbraucht haben. Auf seinem Handy fand die Polizei Tausende Videos und Fotos.
The man contacted the children via social media platform Snapchat.
Sat within the confines of his iPhone screen was a video of his 15-year-old best friend dying, having been stabbed multiple times at a 'linkup' in Hackney, east London.
Jim Shepherd, who had been Snap's senior director of content partnerships, will help the Instagram and Facebook owner court celebrities and creators for its wearable products.
Le coût total du gigantesque hommage gonflable à Christo et Jeanne-Claude, qui ouvrira le 6 juin, attise les spéculations. Pour ce projet revendiqué sans financement public, estimé à plusieurs millions par les spécialistes, l’artiste star a eu recours à des partenariats, notamment avec Snap Inc., la société de Snapchat.