This new serum is the ‘next frontier in cellular skin rejuvenation,’ according to an expert
Discover why a doctor says Medik8's Exo-PDRN Primastic+ Serum can deliver more radiant, younger-looking skin.
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"It really did make them grow so much," she told Vogue.
Profissionais de saúde vestem equipamentos de proteção individual (EPI) no Centro Médico Evangélico, uma das instalações na linha de frente da resposta ao surto de Ebola, na província de Ituri, na República Democrática do Congo. Gradel Muyisa Mumbere/Reuters A empresa de biotecnologia Moderna anunciou, nesta segunda-feira (1°), ter firmado uma parceria com a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi), uma fundação internacional que financia projetos independentes de pesquisa de vacinas contra ameaças epidêmicas e pandêmicas. O objetivo é desenvolver um imunizante contra a cepa Bundibugyo do vírus ebola, responsável pela epidemia atualmente em curso no leste da República Democrática do Congo. A Cepi se comprometeu a investir até US$ 50 milhões (cerca de 43 milhões de euros) para apoiar o desenvolvimento pré-clínico e os primeiros ensaios clínicos da candidata a vacina experimental da Moderna. A Cepi informou ainda que investirá até US$ 8,6 milhões em uma vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e fabricada pelo Serum Institute of India, além de US$ 3,2 milhões em uma vacina desenvolvida pela International AIDS Vaccine Initiative. A Organização Mundial da Saúde recomendou, na semana passada, dar prioridade a diversos medicamentos experimentais, incluindo anticorpos, antivirais e vacina,para o tratamento e a prevenção do BDBV. Agora no g1 Quatro enfermeiras que estavam sendo tratadas por um caso de Ebola causado pela cepa Bundibugyo do vírus deixaram o hospital de Bunia, na República Democrática do Congo (RDC), após se recuperarem, anunciou a Organização Mundial da Saúde (OMS) no domingo. Outras recuperações são esperadas e ocorrem quando os pacientes são diagnosticados precocemente e têm acesso aos cuidados. Um técnico de laboratório também se recuperou no início da semana, informou a agência, elevando para cinco o número total de pessoas curadas do vírus. O número de casos confirmados de ebola na RDC subiu para 282, com 42 mortes, após o registro de 19 novos testes positivos, segundo dados divulgados pelo Ministério da Comunicação. No início do mês, a OMS declarou que o surto causado pela rara cepa Bundibugyo do vírus na RDC e em Uganda constituía uma emergência de saúde pública de importância internacional, embora não atendesse aos critérios de uma emergência pandêmica. Exame descarta ebola em paciente internado no Emílio Ribas, em SP Na Itália, os protocolos relativos a um caso suspeito de ebola foram ativados em Cagliari, capital da Sardenha, para um homem que retornou do Congo no sábado de avião e apresentava alguns sintomas. O Ministério da Saúde daquele país declarou, na manhã desta segunda, que ele testou negativo e que o risco de propagação da doença na Itália permanece “muito baixo”. Ajuda global é insuficiente para conter ebola no Congo, alertam organizações Copa do Mundo: EUA, México e Canadá anunciam medidas de viagem para conter risco de contágio pelo Ebola
Um homem atravessa um posto de controle de temperatura após Uganda fechar suas fronteiras com a República Democrática do Congo, enquanto as autoridades intensificam os esforços para conter um novo surto de Ebola causado pela cepa do vírus Bundibugyo, no posto fronteiriço de Mpondwe, distrito de Kasese, Uganda, em 28 de maio de 2026. REUTERS/Abubaker Lubowa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a priorização de três tratamentos experimentais contra a cepa Bundibugyo do Ebola: o MBP134, da Mapp Biopharmaceutical; o maftivimab, da Regeneron; e o antiviral remdesivir, da Gilead Sciences. A agência afirmou nesta quinta-feira que esses medicamentos, além de vacinas candidatas, devem ser avaliados em ensaios clínicos para gerar dados sobre segurança e eficácia. A medida surge em meio à continuidade do surto na República Democrática do Congo, com casos também relatados em Uganda. Surto de ebola preocupa o mundo Segundo a entidade, ainda não há vacinas ou terapias aprovadas especificamente para a doença causada pela cepa Bundibugyo do vírus Ebola. Em comunicado, a Regeneron informou que o fornecimento de maftivimab já está disponível na RDC, caso a OMS decida utilizá-lo imediatamente em pacientes ou incorporá-lo a estudos clínicos. Para prevenção, a OMS destacou o antiviral oral experimental obeldesivir, da Gilead, como prioridade para uso pós-exposição em contatos de casos confirmados. A agência ressaltou, porém, que a eficácia da estratégia depende de um rastreamento rigoroso de contatos. Profissionais de saúde com equipamentos de proteção do lado de fora do Hospital Geral de Referência durante ações de combate ao surto de Ebola, em 21 de maio de 2026, em Mongbwalu, na República Democrática do Congo Getty Images/BBC Entre as vacinas em desenvolvimento, a candidata de dose única rVSV Bundibugyo, desenvolvida pela International AIDS Vaccine Initiative, foi considerada a mais promissora. Ainda assim, a OMS avalia como improvável que o imunizante esteja pronto para testes nos próximos sete a nove meses. Outro candidato, o ChAdOx1 Bundibugyo, desenvolvido pela University of Oxford em parceria com o Serum Institute of India, poderá avançar para testes em dois a três meses, embora ainda dependa de dados adicionais em estudos com animais. A OMS também analisou o uso potencial da Ervebo, da Merck & Co., atualmente a única vacina licenciada contra o Ebola. A agência, no entanto, recomendou que o imunizante não seja usado fora de pesquisas, já que as evidências de proteção contra a variante Bundibugyo ainda são consideradas limitadas e inconclusivas. Os consultores da OMS também recomendaram avaliar terapias combinadas, unindo anticorpos monoclonais ao remdesivir. A agência informou ainda que trabalha com autoridades da República Democrática do Congo e de Uganda, além de parceiros como o Africa Centres for Disease Control and Prevention, para estruturar e implementar ensaios clínicos sob rigorosos padrões éticos. LEIA TAMBÉM: Ebola volta a assustar África em meio à guerra e à pobreza no Congo
Häufig heißt es: Nicht die Creme sei entscheidend für schöne Haut, sondern das Serum. Welche Wirkstoffe können wem etwas bringen? Eine Dermatologin klärt auf.
Countries: Democratic Republic of the Congo, Uganda Source: World Health Organization In response to the current outbreak of Ebola disease caused by Bundibugyo virus occurring in the Democratic Republic of the Congo, with cases also reported in Uganda, WHO convened several of its expert and advisory groups. These groups assessed potential vaccines and therapeutics for both prevention and treatment of Bundibugyo virus disease (BVD). The WHO advisory groups recommended that all the products identified and considered be used exclusively within clinical trials to generate robust data and ensure safe, ethical, and effective research. WHO convened a series of meetings with the WHO R&D Blueprint technical advisory groups on candidate vaccines and therapeutics for BVD. In parallel, WHO also convened the Strategic Advisory Group of Experts on Immunization (SAGE) and its Ebola vaccine working group to advise on the potential role of licensed Ebola vaccines during BVD outbreaks. Key recommendations There are currently no licensed therapeutics or vaccines specifically approved for the prevention and treatment of BVD. Nevertheless, WHO advisory groups considered several candidate products that are promising enough to warrant prioritization for evaluation in clinical trials. WHO is now working closely with the governments of the Democratic Republic of the Congo and Uganda to facilitate the implementation of research evaluation of these products. For treatment of cases: For treatment, the independent experts recommended prioritizing three candidate therapeutics for evaluation in research (i.e. clinical trials) among confirmed BVD cases: the monoclonal antibodies MBP134 and Maftivimab®, as well as the antiviral remdesivir. Combination therapy using a monoclonal antibody and remdesivir is also recommended for evaluation. For prevention of cases: For post-exposure prophylaxis among contacts of confirmed and probable cases, the oral antiviral obeldesivir was determined to be a priority candidate, although experts noted that this approach depends on effective contact tracing, which remains operationally challenging in some of the affected areas of the Democratic Republic of the Congo. Research on post-exposure prophylaxis involves giving tablets of obeldesivir to contacts of cases to evaluate whether this prevents them from developing Ebola disease. The most promising candidate vaccine was determined by the experts to be the single-dose rVSV Bundibugyo vaccine (being developed by the International AIDS Vaccine Initiative or IAVI). The development of this single-dose vaccine candidate will likely require 7–9 months before it is ready to be assessed through a clinical trial for its ability to prevent BDV. Another candidate vaccine, ChAdOx1 Bundibugyo (being developed by Oxford University/Serum Institute of India) could potentially become available within 2–3 months for efficacy assessment through a clinical trial. However, additional animal data are still required to support and confirm further prioritization. Experts noted that a single-dose vaccine approach of this candidate could be suitable for contacts of Ebola cases, whereas a two-dose strategy might be considered for high-risk but unexposed populations such as health-care workers and frontline responders. The convened experts also reviewed the potential role of Ervebo, the only licensed Ebola vaccine. It is approved for use during outbreaks caused by the most common Ebola virus in Africa, from the Orthoebolavirus family. Ervebo is not licensed for prevention of BVD and evidence on cross-protection to other Ebola virus species remains limited and inconclusive. WHO recommends that Ervebo should not be used outside carefully designed research settings, to allow for its performance against BDV to be assessed. Ensuring ethical and safe clinical trials WHO, the governments of the Democratic Republic of the Congo and Uganda, the Africa Centres for Disease Control and Prevention (Africa CDC), the ANRS Emerging infectious diseases (French National Agency for Research on AIDS and Viral Hepatitis), and other scientific partners are working together to develop and implement appropriate protocols to assess the safety and efficacy of the prioritized therapeutics through clinical field trials. WHO calls for accelerated access to essential supplies, stronger community protection, engagement and trust, and coordinated investment in the research, development and evaluation of BVD countermeasures. All research must adhere to the highest ethical standards, under the leadership of the national health authorities and in close consultation with affected communities. In the meantime, our priority is to stop transmission with tools that we have used for decades of Ebola responses, which include disease surveillance, rapid testing and diagnosis, contact tracing, isolation and care for patients, infection prevention and control, community engagement, and safe and dignified burials. Background The WHO R&D Blueprint is a global initiative that allows the rapid activation of research and development activities during epidemics. Its aim is to fast-track the availability of proven effective tests, vaccines, and medicines that can be used to save lives and avert large-scale crises. SAGE is the principal advisory group to WHO for vaccines and immunization. It is charged with advising WHO on overall global policies and strategies, ranging from vaccines and technology, research and development, to delivery of immunization and its linkages with other health interventions. Media Contacts WHO Media Team World Health Organization Email: mediainquiries@who.int