El Real Madrid cae ante La Laguna Tenerife y se queda fuera de las semifinales de la Liga ACB 18 años después
El equipo de Sergio Scariolo cierra una temporada en blanco tras caer en cuartos y haber perdido las finales de Euroliga, Copa y Supercopa
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El inglés domina en el LIV Andalucía con -10, cuatro golpes de ventaja sobre el castellonese y cinco sobre el vasco a falta de la última jornada
Cadelas são resgatadas após serem encontradas acorrentadas em São Vicente, SP Prefeitura de São Vicente/Divulgação Três cadelas foram resgatadas em situação de maus-tratos em uma casa em São Vicente, no litoral de São Paulo. Conforme apurado pelo g1 neste sábado (6), o tutor foi encaminhado à delegacia e liberado após prestar esclarecimentos. As investigações continuam. De acordo com a Prefeitura de São Vicente, as cadelas de porte médio viviam em condições inadequadas em um imóvel, localizado no bairro Vila São Jorge. A administração municipal destacou que duas delas estavam presas por correntes, comprometendo a locomoção e o bem-estar. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. O resgate foi realizado por equipes da Secretaria de Bem-Estar Animal (Sebem), da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Polícia Civil, na última quarta-feira (3). Os detalhes sobre como a denúncia chegou aos órgãos envolvidos não foram divulgados. Ainda segundo a prefeitura, os animais foram levados para a Unidade Básica de Saúde Animal (Ubasa) Dr. Sergio Luiz Rodrigues Godoy, onde permanecerão sob cuidados até a conclusão das investigações da Polícia Civil. A identidade do tutor não foi revelada, então não foi possível localizar a defesa dele. O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Como denunciar? A população pode denunciar casos de maus-tratos presencialmente na sede da Sebem, localizada na Rua Padre Anchieta, 462, no Centro de São Vicente. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h30. Para registrar a denúncia, é necessário apresentar documento com foto. O que fazer em casos de maus-tratos a animais? VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
Rancho de família suspeita de tráfico, homem imobilizado em bar de shopping e ex-casal encontrado morto. Arte g1 Olá! Confira o que foi destaque no g1 Triângulo nesta semana, com as notícias mais acessadas entre os dias 30 de maio e 5 de junho. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Pai e filhas suspeitos de tráfico de drogas família tráfico uberlândia polícia federal cocaína Reprodução/Redes Sociais Uma advogada, uma psicóloga e o pai delas estão no centro da investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro sediado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. De acordo com investigações da polícia, a família acumulou um patrimônio de luxo que inclui ranchos, carros importados, cavalos de raça e um motorhome milionário. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes, integraram o núcleo principal da organização criminosa investigada. A esposa de Mario, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, também é investigado por participação na estruturação e manutenção das atividades ilícitas atribuídas ao grupo. Maria não é considerada foragida porque, até o momento, o cumprimento do mandado de busca e apreensão foi considerado suficiente em relação à investigada. Rhanniery Nunes Graciano, ex-namorado de Brenda, é apontado pela PF como responsável por ocultar bens e dar continuidade às atividades ilícitas do grupo. Ele também foi preso na terça-feira. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Já o advogado de Rhanniery, Sérgio Silva, informou que confia no trabalho das autoridades e acredita que os fatos serão esclarecidos ao longo das investigações. Também ressaltou o direito à presunção de inocência e disse que não comentará o caso neste momento. Filha foragida de família investigada por tráfico se entrega Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Homem morre em shopping de Uberlândia Flaviano Silva de Carvalho, de 43 anos, morreu após ser imobilizado por Alysson de Faria, de 48 anos, gerente de um bar do Center Shopping, em Uberlândia, no sábado (30). Ele perdeu a consciência e entrou em parada cardiorrespiratória. Equipes de socorro realizaram manobras de reanimação, mas a vítima não resistiu. Segundo a Polícia Militar (PM), testemunhas disseram que o homem apresentava comportamento agressivo e estaria atacando clientes do bar com cadeiras. A família do homem morto disse que ele ‘enfrentava dificuldades com o álcool’. O gerente relatou que, devido ao alto grau de agitação, precisou utilizar uma técnica de imobilização para contê-lo. Ele foi preso, mas liberado após pagar fiança. Em nota, o Center Shopping informou que as equipes de segurança e brigada foram chamadas para atuar na ocorrência, em uma de suas operações, prestando os primeiros atendimentos. Vídeo mostra homem desacordado e caído após ser imobilizado em bar de Uberlândia LEIA TAMBÉM: Homem é preso ao ser identificado em reconhecimento facial na Fenamilho Pâmela Volp é absolvida de acusação de maconha por R$ 500 em presídio Homem morre ao ser baleado dentro de barbearia Mulher e ex-marido PM são encontrados mortos Jessyca Muniz, de 35 anos, foi encontrada morta na casa onde morava em Santa Vitória na terça-feira (2). O ex-marido dela, o tenente da Polícia Militar, Marcos Guimarães de Oliveira, de 36 anos, também foi encontrado sem vida no local. Segundo familiares da vítima, o policial, que atuava em Ituiutaba, teria atirado contra a ex-companheira e, em seguida, tirado a própria vida. As circunstâncias do caso ainda são investigadas pela Polícia Civil. Segundo um primo de Jessyca, o casal foi casado por cerca de seis anos e se separaram em 2025. Após o término do relacionamento, Jéssica retornou para Santa Vitória, onde passou a morar. Ela deixou um filho adolescente, fruto de um outro relacionamento. Policial militar é suspeito de matar ex-companheira e tirar a própria vida em MG VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro A organização criminosa liderada por Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", utilizava compartimentos secretos em caminhões e carretas para transportar grandes carregamentos de cocaína entre estados brasileiros. Segundo as investigações, o esquema tinha como objetivo dificultar a fiscalização e evitar a apreensão da droga. Segundo a Polícia Federal (PF), que investiga o grupo na operação 'Mens Occulta', um dos esconderijos mais usados pelos criminosos ficava na boleia dos caminhões. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Em diferentes apreensões, os agentes encontraram cocaína escondida em fundos falsos instalados atrás do assento do motorista. Os compartimentos eram adaptados para ocultar grandes quantidades da droga. A repetição da estratégia chamou a atenção dos investigadores. Em outra apreensão, em Campo Grande (MS), cerca de 423 quilos de cocaína foram encontrados em um fundo falso instalado atrás do banco do motorista. Filha foragida de família investigada por tráfico se entrega Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína entre estados brasileiros Para a PF, o uso do mesmo tipo de esconderijo em diferentes carregamentos indica um padrão operacional adotado pela organização criminosa. Os pneus dos veículos também eram usados para esconder a droga. Em março de 2024, um motorista foi preso em Jaraguari (MS) ao transportar cerca de 125 quilos de cocaína escondidos nos pneus de um caminhão. Posteriormente, a investigação relacionou o caso ao grupo investigado. Pouco tempo depois, em Água Clara (MS), outro carregamento, com 126,2 quilos de pasta base de cocaína, foi encontrado nos pneus sobressalentes de um caminhão conduzido por um morador de Uberlândia. Segundo as investigações, o veículo fazia parte da estrutura logística usada pela organização criminosa. Apreensão de cocaína em Campo Grande e relacionada ao esquema da família PRF/Divulgação As investigações também apontaram apreensões em que a droga estava escondida em compartimentos preparados no interior das cabines dos caminhões. Em Uberaba, por exemplo, 144 tabletes de cocaína foram encontrados ocultos na cabine de um conjunto veicular utilizado para o transporte da carga ilícita. Para a PF, o uso de fundos falsos, compartimentos clandestinos e pneus adaptados demonstra o grau de organização logística do grupo. A corporação afirma que a estrutura permitia transportar grandes quantidades de cocaína por rodovias de diversos estados, utilizando caminhões, carretas e motoristas recrutados para as operações. De acordo com a investigação, nove apreensões ligadas ao grupo resultaram na retirada de mais de 2,2 toneladas de cocaína de circulação em cerca de um ano. Alguns dos veículos usados por uma das empresas de fachada da família PF/Divulgação Empresa do tráfico A investigação da Polícia Federal (PF) revelou que a organização criminosa liderada por "Serjão do PCC" mantinha uma estrutura semelhante à de uma empresa para transportar cocaína e movimentar dinheiro do tráfico. Segundo a PF, o grupo utilizava caminhões, carretas, transportadoras, motoristas recrutados, contas bancárias de terceiros e empresas de fachada para sustentar a operação criminosa. O grupo usava laranjas para ocultar patrimônio e escondia drogas em compartimentos falsos instalados em caminhões. A organização também mantinha uma rota de transporte que ligava Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia a Minas Gerais. A PF também identificou a participação de familiares e aliados na movimentação financeira do esquema. Segundo as investigações, Uberlândia era o principal centro de recebimento, armazenamento e distribuição de drogas da organização criminosa. Quem é quem no esquema Da esquerda para direita: Mario Sergio Nunes, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, Brenda da Silva Nunes, Bruna Nunes e Rhanniery Nunes Graciano Reprodução/Redes Sociais Segundo a Polícia Federal (PF), o grupo investigado por tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro movimentou cerca de R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. Durante a operação, os agentes apreenderam bens de alto valor, entre eles veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais, um motorhome avaliado em R$ 1,2 milhão e um cavalo de competição estimado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. A PF também localizou um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. Para os investigadores, os suspeitos mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada. De acordo com a investigação, Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", liderava a organização criminosa e era responsável por coordenar a logística e as finanças do tráfico. A esposa dele, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, e as filhas, Bruna e Brenda Silva Nunes, são apontadas pela PF como participantes da movimentação de recursos e da ocultação de patrimônio. Mario Sergio e Brenda foram presos em um hotel de Uberaba na terça-feira (2). Bruna se entregou à PF na quinta-feira (4). Apesar de ser investigada, Maria Lourdetis não foi alvo de mandado de prisão. Já o ex-genro Rhanniery Nunes Graciano é apontado pela PF como um dos laranjas usados para ocultar bens ligados ao esquema criminoso. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. Em nota, o advogado de Rhanniery, Sérgio Luiz da Silva, afirmou que acompanha todos os desdobramentos do caso, mas que não fará comentários sobre aspectos específicos neste momento. Entendo como funcionava o esquema da família investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Uberlândia g1 LEIA TAMBÉM: PF apreende cavalo e flutuante ligados à família investigada por tráfico Homem é preso ao ser identificado em reconhecimento facial na Fenamilho Pâmela Volp é absolvida de acusação de venda de maconha por R$ 500 em presídio Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação O que disse a defesa da família Nunes "A defesa informa que a investigada integrante da Família Nunes apresentou-se espontaneamente perante a Polícia Federal, demonstrando respeito às autoridades e ao regular andamento da investigação. Entretanto, causa profunda preocupação o fato de que, até o presente momento, os advogados seguem sem acesso aos autos, mesmo havendo pessoas privadas de liberdade, e todas ainda aguardando a realização da audiência de custódia. A defesa ressalta que o sigilo da investigação não pode impedir o exercício das prerrogativas profissionais da advocacia, tampouco restringir garantias fundamentais asseguradas pela Constituição Federal, como o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e o controle judicial imediato da prisão. A Família Nunes reafirma sua confiança na Justiça, mas registra sua preocupação com o respeito às liberdades e garantias individuais, permanecendo à disposição das autoridades para todos os esclarecimentos necessários. Por se tratar de procedimento sigiloso, a defesa não se manifestará sobre o mérito dos fatos neste momento." O que disse a defesa de Rhanniery "A defesa de Rhanniery Nunes Graciano recebeu com serenidade as informações relacionadas à denominada Operação Mens Occulta e acompanha atentamente todos os desdobramentos do caso. Neste momento, é importante destacar que toda pessoa submetida à investigação ou processo judicial goza da garantia constitucional da presunção de inocência, princípio fundamental do Estado Democrático de Direito. A defesa reafirma a absoluta confiança nas instituições, no trabalho das autoridades competentes e no sistema de justiça brasileiro, certos de que os fatos serão devidamente esclarecidos no curso regular do procedimento, com pleno respeito ao contraditório e à ampla defesa. Em respeito às investigações em andamento, não serão realizados comentários sobre aspectos específicos do caso neste momento. Temos convicção de que, ao final da apuração, a verdade dos fatos prevalecerá e todas as circunstâncias serão adequadamente esclarecidas perante as autoridades competentes." Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Sergio Castillo's walk-off field goal lifted the Winnipeg Blue Bombers to a 30-28 win over the host Calgary Stampeders in the CFL season-opener for both clubs Friday.
Sergio Castillo's 38-yard field goal on the final play of the game gave the Bombers a 30-28 season-opening win over the Calgary Stampeders Friday night.
Ronaldo Caiado defendeu equiparação de facções criminosas a organizações terroristas Reprodução/EPTV O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) disse, nesta sexta-feira (5), que vai mandar proposta ao Congresso Nacional para equiparar facções criminosas a organizações terroristas, caso seja eleito presidente da República. Ele é pré-candidato à chefia do Poder Executivo federal. A fala de Caiado aconteceu na manhã desta sexta, durante a 11ª edição do Encontro Brasileiro de Autos Antigos, na Praça Adhemar de Barros, em Águas de Lindóia (SP). O evento é voltado a fãs de carros clássicos e do automobilismo. A promessa vai ao encontro de uma decisão do governo dos Estados Unidos. A partir desta sexta, as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) passam a ser classificadas como organizações terroristas pela Casa Branca. "Nós sabemos muito bem que essa decisão será tomada por mim também, chegando o dia 5 de janeiro. Eu, como presidente da República, encaminharei ao Congresso Nacional a denominação de terroristas ao Comando Vermelho e também ao PCC", afirmou Caiado. "O que nós estamos vendo hoje é que, por omissão do governo, por conivência do governo, as facções expandiram a ponto de realmente tomar a liberdade de mais de 50 milhões de brasileiros, completou. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Campinas no WhatsApp O pré-candidato ainda criticou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por não ter tomado essa medida antes dos Estados Unidos. "O que nós temos hoje é que ficou uma imagem muito ruim para o Brasil. Ficou uma imagem muito ruim porque o governo não teve a iniciativa de declarar os terroristas e aí, deixando com que os americanos fizessem em primeiro lugar", comentou. Congresso já rejeitou equiparação O Congresso Nacional já rejeitou, em fevereiro deste ano, equiparar o PCC e o CV como organizações terroristas. A discussão ocorreu em meio ao Projeto de Lei (PL) Antifacção. No início do debate, em novembro de 2025, o relator do projeto, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), inseriu essa classificação nas primeiras versões do texto. Derrite propôs uma alteração na "Lei Antiterrorismo" para equiparar facções criminosas a organizações terroristas. Na prática, o texto previa retirar os crimes mais graves de domínio territorial da "Lei de Organizações Criminosas" e equipará-los a terrorismo, incluindo-os, portanto, na "Lei Antiterrorismo", com penas de 20 a 40 anos de reclusão para essas condutas. PL Antifacção foi aprovado por 360 a 110 na Câmara Jornal Nacional/ Reprodução Diante das críticas de que a medida colocaria em risco a soberania nacional, Derrite recuou e retirou o trecho do parecer. Apesar do recuo de Derrite, a oposição tentou incluir a equiparação com terrorismo de última hora, na votação no plenário, por meio de um destaque — proposta para votar um trecho separadamente —, mas o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), barrou a manobra. No Senado, desde o início da tramitação o relator, Alessandro Vieira (MDB-SE), se negou a incluir no texto a equiparação de facções criminosas com organizações terroristas. O PL Antifacção, sem o trecho da equiparação, foi aprovado por 370 votos a 110 na Câmara e, de forma unânime, no Senado. Flávio Bolsonaro não votou emenda Flávio Bolsonaro se encontrou com Trump na Casa Branca na terça-feira (27/5) REPRODUÇÃO/INSTAGRAM/@FLAVIOBOLSONARO via BBC Pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro foi a Washington pedir ao presidente norte-americano Donald Trump que classificasse o CV e o PCC como organizações terroristas. Em seguida, quando veio o anúncio dos EUA, Flávio comemorou a medida. Contudo, na época das discussões do PL Antifacção, o senador não atuou na articulação da inclusão dessa designação no texto do projeto de lei. À época, foi o senador Eduardo Girão (Novo-CE) quem apresentou um destaque — mecanismo para votar um trecho separadamente — para levar ao plenário uma emenda que equiparava facções criminosas a organizações terroristas, em linha com a proposta inicial de Derrite. A proposta foi rejeitada em votação simbólica — sem registro nominal de votos —, com o apoio dos senadores Carlos Portinho (PL-RJ), Jorge Seif (PL-SC), Sergio Moro (PL-PR), Wellington Fagundes (PL-MT), Damares Alves (Republicanos-DF) e do próprio Girão. Flávio, que votou a favor do projeto, não se manifestou sobre a emenda. Procurado, ele informou, em nota, que defende “tolerância zero para facções criminosas” e que não votou na emenda de Girão porque estava fora do plenário. Visita de Caiado Caiado visitou evento em Águas de Lindóia (SP) nesta sexta Fabrício Junqueira/EBAA Durante a visita a Águas de Lindóia, Caiado conversou com empresários e tirou fotos com o público. O ex-governador contou que o seu candidato a vice na chapa deverá ser definido até a primeira quinzena de julho. "Nossa campanha está crescendo no país todo, já fizemos toda a parte Sul do Brasil, certo? Estamos aqui, também, em São Paulo, rodando pelo interior. Em um segundo momento, agora, iremos também ao Nordeste. Estivemos também na minha região, o Centro-Oeste. Todos os palanques estão organizados", disse. Um dos destaques do evento foi a celebração dos 50 anos do Automóvel Concorde, considerado um dos modelos mais luxuosos e exclusivos da indústria nacional. O veículo foi lançado oficialmente em 1976 pelo idealizador João Storani, em Jundiaí (SP). Agora no g1 VÍDEOS: tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas
Sergio García, Jon Rahm y David Puig toman posiciones entre los mejores en la cita de LIV Andalucía
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Bruna Nunes, apontada como foragida da operação "Mens Occulta", se entregou à Polícia Federal (PF) na tarde de quinta-feira (4), em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ela é investigada por envolvimento em um esquema de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro liderado pelo pai, Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC". "Ela disse que queria ficar junto da irmã no presídio", afirmou o delegado Felipe Martins Perez Garcia. Quem é quem no esquema de família investigada por tráfico e lavagem de dinheiro Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína entre estados brasileiros Bruna se apresentou à Polícia Federal acompanhada da mãe, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, que também é investigada no caso. Segundo a PF, Maria teria atuado na organização e manutenção das atividades criminosas atribuídas ao grupo, mas não foi alvo de mandado de prisão. Após a entrega, Bruna foi encaminhada para a Penitenciária Professor Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde permanece à disposição da Justiça. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, confirmou que Bruna se apresentou espontaneamente à PF, demonstrando respeito às autoridades e ao regular andamento da investigação. Veja a íntegra abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Bruna foi se entregar acompanhada da mãe Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes PF/Divulgação Papel de Bruna no esquema Segundo a Polícia Federal, Bruna Nunes tinha participação ativa no esquema criminoso investigado. De acordo com a corporação, ela atuava como intermediária na comunicação entre integrantes do grupo e utilizava contas bancárias para movimentações financeiras suspeitas. A investigação também aponta que Bruna mantinha um padrão de vida incompatível com a renda formal declarada, de R$ 3.750 por mês. Entre os bens identificados está um carro avaliado em cerca de R$ 130 mil, que, segundo a PF, teria sido pago pelo pai. Ainda de acordo com os investigadores, entre março e maio de 2023 foram registradas movimentações consideradas atípicas e sem justificativa na conta da investigada. A PF afirma que os recursos teriam sido usados para bancar despesas mensais de Mario Sergio Nunes, estimadas em até R$ 30 mil. A apuração também identificou mensagens interceptadas que mostram a preocupação de Bruna em apagar conversas com pessoas ligadas ao crime organizado na região. Para a PF, o conteúdo sugere que ela tinha conhecimento das atividades investigadas. Outro ponto destacado pela investigação é que Bruna já havia sido denunciada, em 2019, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), junto com familiares, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. Com base nos indícios reunidos durante a investigação, a Polícia Federal pediu à Justiça mandados de busca e apreensão e a prisão preventiva da investigada. bruna nunes operação mens occulta uberlândia Reprodução/Redes Sociais Empresa do tráfico A investigação da PF apontou que a organização criminosa liderada por "Serjão do PCC", operava com uma estrutura semelhante à de uma empresa, utilizando caminhões, carretas, transportadoras, motoristas recrutados, contas bancárias de terceiros e empresas de fachada para transportar cocaína e movimentar recursos do tráfico. O grupo usava laranjas para ocultar patrimônio, escondia drogas em compartimentos falsos de caminhões e mantinha uma rota que ligava estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia a Minas Gerais. A PF identificou ainda a participação de familiares e aliados na movimentação financeira do esquema, que tinha em Uberlândia seu principal centro de recebimento, armazenamento e distribuição de drogas. Alguns dos veículos usados por uma das empresas de fachada da família PF/Divulgação 2 toneladas de cocaína foram apreendidas em 1 ano Nove grandes apreensões realizadas em um ano não interromperam as atividades da família investigada na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF). Segundo a PF, mais de 2 toneladas de cocaína ligadas a Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", e aos familiares dele foram apreendidas durante o período investigado. De acordo com a polícia, eles fazem parte do núcleo principal da organização criminosa. Apesar do volume de drogas apreendidas, a Polícia Federal afirmou que a quantidade representa apenas uma pequena parte dos entorpecentes movimentados pelo grupo investigado. Quem é quem no esquema família tráfico uberlândia polícia federal cocaína Reprodução/Redes Sociais Mario Sergio Nunes, o "Serjão do PCC", liderava a organização criminosa e coordenava a logística e as finanças do tráfico. A esposa, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, e as filhas, Bruna e Brenda Silva Nunes, teriam auxiliado na movimentação de recursos e na ocultação de patrimônio. Já o ex-genro, Rhanniery Nunes Graciano, é apontado como laranja utilizado para esconder bens ligados ao esquema. Em nota, o advogado de Rhanniery, Sérgio Luiz da Silva, afirmou que acompanha todos os desdobramentos do caso, mas que não fará comentários sobre aspectos específicos neste momento. Família é apontada como núcleo principal da organização Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Entendo como funcionava o esquema da família investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Uberlândia g1 LEIA TAMBÉM: Interiorização do crime: por que cidades menores lideram taxa de homicídios Pai incomodado com choro mata filho de 3 meses com socos e tapas VÍDEO: Mulher é expulsa a chineladas ao tentar furtar loja de açaí Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação O que disse a defesa da família Nunes "A defesa informa que a investigada integrante da Família Nunes apresentou-se espontaneamente perante a Polícia Federal, demonstrando respeito às autoridades e ao regular andamento da investigação. Entretanto, causa profunda preocupação o fato de que, até o presente momento, os advogados seguem sem acesso aos autos, mesmo havendo pessoas privadas de liberdade, e todas ainda aguardando a realização da audiência de custódia. A defesa ressalta que o sigilo da investigação não pode impedir o exercício das prerrogativas profissionais da advocacia, tampouco restringir garantias fundamentais asseguradas pela Constituição Federal, como o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e o controle judicial imediato da prisão. A Família Nunes reafirma sua confiança na Justiça, mas registra sua preocupação com o respeito às liberdades e garantias individuais, permanecendo à disposição das autoridades para todos os esclarecimentos necessários. Por se tratar de procedimento sigiloso, a defesa não se manifestará sobre o mérito dos fatos neste momento." Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro A investigação da Polícia Federal (PF) apontou que a organização criminosa liderada por Mario Sergio Nunes, o “Serjão do PCC”, operava como uma empresa do tráfico de drogas. O grupo contava com uma estrutura logística que incluía caminhões, carretas, transportadoras, motoristas recrutados, contas bancárias de terceiros e empresas de fachada. De acordo com a PF, essa estrutura era usada para transportar grandes carregamentos de cocaína entre diferentes estados do país e movimentar recursos ligados à atividade criminosa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a Polícia Federal, a logística do grupo era sustentada por uma frota de caminhões e semirreboques registrados em nome de terceiros. A investigação apontou que diversos veículos flagrados no transporte de drogas estavam formalmente registrados em nome de motoristas, empresas ou pessoas sem renda compatível com a compra dos bens. Para a PF, isso reforça a suspeita de uso de laranjas para esconder o patrimônio da organização criminosa. Os investigadores também identificaram o uso de transportadoras para dar aparência de legalidade às operações do grupo. De acordo com a PF, empresas do setor apareciam como proprietárias de veículos envolvidos nas apreensões. No entanto, apresentavam indícios de funcionamento irregular, não tinham funcionários e registravam movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade declarada. Alguns dos veículos usados por uma das empresas de fachada da família PF/Divulgação Segundo a Polícia Federal, os motoristas recrutados pelo grupo tinham papel central na logística do tráfico de drogas. Ao longo das investigações, foram apreendidos carregamentos de 312 quilos, 125 quilos, 126 quilos, 425 quilos, 423 quilos e 368 quilos de cocaína, além de outros 144 tabletes da droga, entre outras cargas ligadas ao esquema. Em vários casos, os entorpecentes estavam escondidos em compartimentos falsos nas cabines dos caminhões ou em pneus sobressalentes. Para a PF, a repetição desse método revela um padrão operacional adotado pela organização criminosa. A investigação também apontou a participação de familiares e pessoas próximas ao líder do grupo na movimentação financeira do esquema. De acordo com a PF, contas bancárias de terceiros eram usadas para movimentar recursos do tráfico, enquanto empresas registradas em nome de parentes e aliados serviriam para ocultar patrimônio. Os investigadores identificaram ainda depósitos considerados suspeitos, entre eles uma transferência de R$ 120 mil feita por Mario Sergio Nunes para uma empresa apontada como possível fachada. Segundo os dados reunidos pela PF, as cargas saíam principalmente de estados considerados estratégicos para o narcotráfico, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, com destino a Minas Gerais. A investigação aponta que Uberlândia funcionava como o principal centro operacional da organização. A cidade era responsável por receber, armazenar e redistribuir a droga para municípios do Triângulo Mineiro e outros estados do país. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. 2 toneladas de cocaína foram apreendidas em 1 ano Nove grandes apreensões realizadas em um ano não interromperam as atividades da família investigada na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF). Segundo a PF, mais de 2 toneladas de cocaína ligadas a Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", e aos familiares dele foram apreendidas durante o período investigado. De acordo com a polícia, eles fazem parte do núcleo principal da organização criminosa. Apesar do volume de drogas apreendidas, a Polícia Federal afirmou que a quantidade representa apenas uma pequena parte dos entorpecentes movimentados pelo grupo investigado. Quem é quem no esquema família tráfico uberlândia polícia federal cocaína Reprodução/Redes Sociais Mario Sergio Nunes, o "Serjão do PCC", liderava a organização criminosa e coordenava a logística e as finanças do tráfico. A esposa, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, e as filhas, Bruna e Brenda Silva Nunes, teriam auxiliado na movimentação de recursos e na ocultação de patrimônio. Já o ex-genro, Rhanniery Nunes Graciano, é apontado como laranja utilizado para esconder bens ligados ao esquema. Em nota, o advogado de Rhanniery, Sérgio Luiz da Silva, afirmou que acompanha todos os desdobramentos do caso, mas que não fará comentários sobre aspectos específicos neste momento. Veja a íntegra abaixo. Família é apontada como núcleo principal da organização Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Entendo como funcionava o esquema da família investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Uberlândia g1 LEIA TAMBÉM: Interiorização do crime: por que cidades menores lideram taxa de homicídios Pai incomodado com choro mata filho de 3 meses com socos e tapas VÍDEO: Mulher é expulsa a chineladas ao tentar furtar loja de açaí Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação O que disse a defesa da família Nunes "A defesa da Família Nunes informa que, até o presente momento, ainda não teve acesso integral aos autos, os quais tramitam sob sigilo, razão pela qual qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos seria prematura. A Família Nunes reafirma sua confiança nas instituições, no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, colocando-se à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários. A defesa destaca, ainda, que eventuais responsabilidades somente podem ser apuradas no âmbito do processo judicial, com respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais. Por fim, a Família Nunes manifesta serenidade e confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno." O que disse a defesa de Rhanniery "A defesa de Rhanniery Nunes Graciano recebeu com serenidade as informações relacionadas à denominada Operação Mens Occulta e acompanha atentamente todos os desdobramentos do caso. Neste momento, é importante destacar que toda pessoa submetida à investigação ou processo judicial goza da garantia constitucional da presunção de inocência, princípio fundamental do Estado Democrático de Direito. A defesa reafirma a absoluta confiança nas instituições, no trabalho das autoridades competentes e no sistema de justiça brasileiro, certos de que os fatos serão devidamente esclarecidos no curso regular do procedimento, com pleno respeito ao contraditório e à ampla defesa. Em respeito às investigações em andamento, não serão realizados comentários sobre aspectos específicos do caso neste momento. Temos convicção de que, ao final da apuração, a verdade dos fatos prevalecerá e todas as circunstâncias serão adequadamente esclarecidas perante as autoridades competentes." Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Momentum towards a deal has strengthened in recent weeks. US Ambassador to India Sergio Gor said the negotiations were nearing completion, with only a limited number of issues still unresolved. Commerce and Industry Minister Piyush Goyal has similarly indicated that most matters have been settled, with discussions now centred on finalising the remaining details before the first phase of the agreement is unveiled.
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Nem nove grandes apreensões realizadas em um ano interromperam as atividades da família investigada na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF). A investigação apura suspeitas de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, mais de 2 toneladas de cocaína ligadas a Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", e aos familiares dele foram apreendidas durante o período investigado. De acordo com a polícia, eles fazem parte do núcleo principal da organização criminosa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Apesar do volume de drogas apreendidas, a Polícia Federal afirmou que a quantidade representa apenas uma pequena parte dos entorpecentes movimentados pelo grupo investigado. Segundo as investigações, organizações criminosas como a liderada por Serjão do PCC tratam o tráfico de drogas como uma atividade estruturada. Por isso, os líderes já consideram, em seus cálculos, as perdas causadas por apreensões realizadas pelas forças de segurança. De acordo com a PF, o esquema continuou operando mesmo após as apreensões. Como exemplo, a polícia identificou, em janeiro de 2025, que dois motoristas ligados ao grupo e presos por tráfico fizeram três viagens suspeitas cada um. Em apenas uma dessas viagens houve apreensão da carga de drogas. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. Veja todas as apreensões relacionadas à família abaixo. Apreensões relacionadas à família em 1 ano Apreensões Apreensão de cocaína em Campo Grande e relacionada ao esquema da família PRF/Divulgação 1ª apreensão Em 5 de setembro de 2024, um motorista foi preso em flagrante e, posteriormente, condenado por tráfico internacional de drogas. Segundo a investigação, ele transportava 312,1 quilos de cocaína entre Colorado (RO) e Uberlândia (MG). De acordo com a Polícia Federal, a empresa responsável pelo transporte estava registrada em nome de um homem que não teve a identidade divulgada, mas era controlada, na prática, por Mario Sergio Nunes. A PF chegou a essa conclusão após analisar documentos atribuídos ao investigado. Entre os materiais apreendidos estavam registros de criação da transportadora, documentos de veículos, comprovantes bancários e arquivos relacionados às atividades da empresa. Segundo os investigadores, a transportadora era usada pela organização criminosa para registrar caminhões e semirreboques utilizados no transporte de drogas. Além disso, a empresa teria servido como fachada para movimentações financeiras e ocultação de patrimônio. A investigação também identificou a ligação da transportadora com apreensões de grandes carregamentos de cocaína realizadas durante o período apurado. 2ª apreensão Outro caso relacionado pela Polícia Federal à organização criminosa ocorreu em 22 de março de 2024, em Jaraguari (MS). Na ocasião, um motorista foi preso transportando cerca de 125 quilos de cocaína escondidos nos pneus de um caminhão. Segundo a investigação, documentos do veículo apreendido e imagens do caminhão encontradas em conversas atribuídas a Mario Sergio Nunes reforçaram a ligação da carga de drogas com o grupo criminoso. De acordo com a PF, as mensagens foram trocadas com um homem identificado como proprietário de uma distribuidora de bebidas. Ele também aparecia como dono do veículo usado para transportar a droga. Para os investigadores, esses elementos reforçam a conexão entre a apreensão, os suspeitos e a estrutura da organização criminosa. 3ª apreensão Outro caso citado pela Polícia Federal ocorreu em 3 de outubro de 2024. Na data, um motorista foi preso em flagrante transportando cerca de 50 quilos de drogas em um veículo utilitário. Segundo a investigação, arquivos encontrados em uma nuvem atribuída a Mario Sergio Nunes continham a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do motorista, registrada no mesmo dia da prisão. Os investigadores também localizaram mensagens que faziam referência ao endereço do homem e ao acompanhamento da ocorrência. Para a PF, esses elementos indicam que o preso atuava como motorista da organização criminosa, responsável por transportar carregamentos de drogas que saíam de Uberlândia para outras regiões do país. De acordo com a investigação, o grupo utilizava veículos menores e rotas com origem em Uberlândia para reduzir o risco de abordagens policiais. A estratégia também evitava deslocamentos diretos a partir de estados considerados rotas mais visadas no combate ao tráfico, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 4ª apreensão A Polícia Federal também relacionou ao grupo uma apreensão realizada em abril de 2024, em Água Clara (MS). Na ocasião, um motorista de Uberlândia foi preso transportando 126,2 quilos de pasta base de cocaína escondidos nos pneus sobressalentes de um caminhão e de um semirreboque. Segundo a investigação, a ligação entre o carregamento e a organização criminosa foi identificada posteriormente, após a análise de uma nuvem atribuída a Mario Sergio Nunes. De acordo com a PF, os investigadores encontraram imagens do veículo enviadas por Mario Sergio à filha, Bruna Silva Nunes. O material foi considerado um dos indícios da conexão entre a apreensão e o grupo investigado. Além disso, o caminhão estava registrado em nome de um sócio de uma transportadora. No entanto, o endereço informado por ele aos órgãos oficiais era o mesmo da residência de Mario Sergio, em Uberlândia. 5ª apreensão Em mais uma apreensão relacionada ao esquema investigado, um motorista foi preso em 6 de fevereiro de 2025, em Itapagipe (MG). Segundo a Polícia Federal, ele transportava 425 quilos de cocaína escondidos em um compartimento falso na cabine de um caminhão. De acordo com a investigação, a forma de ocultação da droga era semelhante à identificada em outras apreensões atribuídas ao grupo criminoso. A PF também apontou que o motorista não tinha renda compatível com os veículos registrados em seu nome. Para os investigadores, isso reforça a suspeita de que ele atuava como laranja da organização. Além disso, documentos de uma transportadora ligada a Mario Sergio Nunes foram encontrados no caminhão. Mensagens localizadas no celular do suspeito também indicaram contato direto com Mario Sergio, apontado pela PF como líder do grupo criminoso. 6ª apreensão Em outro caso investigado, três pessoas foram presas em Curvelo (MG) após a apreensão de 30 barras de skunk, R$ 100 mil em dinheiro e duas armas de fogo. Durante a operação, os policiais também apreenderam dois veículos. Segundo a Polícia Federal, os automóveis já haviam sido vinculados a Mario Sergio Nunes em outra investigação, o que reforça a suspeita de ligação entre a ocorrência e a organização criminosa. 7ª apreensão Outro carregamento atribuído ao grupo foi interceptado em fevereiro de 2025, em Campo Grande (MS). Na ocasião, um morador de Uberlândia foi preso transportando cerca de 423 quilos de cocaína escondidos em um compartimento falso na cabine de um caminhão. Segundo a Polícia Federal, o caso apresentou características semelhantes às apreensões anteriores. Entre elas estavam o mesmo método de ocultação da droga e o uso de veículos registrados em nome de pessoas sem renda compatível com os bens. A investigação também apontou que o motorista mantinha contato com outros condutores já ligados ao esquema. Para a PF, esse elemento reforça a suspeita de que ele integrava a organização criminosa liderada por Mario Sergio Nunes. 8ª apreensão O último carregamento atribuído pela Polícia Federal ao grupo foi apreendido em 27 de fevereiro de 2025, em Uberaba (MG). Na ocasião, um homem foi preso transportando 144 tabletes de cocaína escondidos na cabine de um caminhão. Segundo a investigação, o veículo pertencia a uma empresa suspeita de atuar como fachada. De acordo com a PF, a transportadora não tinha funcionários nem estrutura compatível com a atividade que declarava exercer. Os investigadores também identificaram depósitos que somam R$ 120 mil feitos por Mario Sergio Nunes para a empresa, além de outras movimentações financeiras consideradas suspeitas. Para a PF, esses elementos reforçam a ligação entre a transportadora e a organização criminosa investigada. 9ª apreensão Mesmo durante a fase final da operação, a Polícia Federal identificou um novo carregamento de drogas atribuído ao grupo investigado. Em abril de 2025, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 368 quilos de cocaína e pasta base escondidos em um caminhão abordado em Campo Grande (MS). Segundo a investigação, os veículos usados no transporte estavam registrados em nome de pessoas e empresas sem renda ou patrimônio compatíveis com os bens. Para a PF, esses registros indicam o possível uso de empresas e laranjas para ocultar o patrimônio da organização criminosa. A investigação também apontou que um dos caminhões ligados ao carregamento foi negociado poucos dias após a apreensão por Rhanniery Nunes Graciano, ex-genro de Mario Sergio Nunes. De acordo com a PF, Rhanniery integra a estrutura criminosa e atuava no auxílio à movimentação de bens e valores do grupo. O g1 tenta contato com o advogado de Rhanniery. Quem é quem no esquema Mario Sergio Nunes, vulgo 'Serjão' Mario Sergio Nunes foi preso durante a operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Desde o início das investigações, a Polícia Federal aponta Mario Sergio Nunes como líder da organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas no Triângulo Mineiro. Conhecido pelos apelidos de "Serjão do PCC", "Pedro" e "Pedrão", ele seria responsável por coordenar motoristas utilizados no transporte de entorpecentes, além de laranjas e testas de ferro empregados para ocultar patrimônio e movimentações financeiras. Segundo a PF, o investigado também mantinha ligações com traficantes de cidades da região e de outros estados, exercendo papel central na estrutura operacional e financeira do grupo. Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, esposa de Mario Sergio, também é investigada pela PF. Redes Sociais/Reprodução A esposa de Mario Sergio, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, teria auxiliado na estrutura financeira da organização criminosa por meio da utilização do próprio nome e de contas bancárias em movimentações do grupo. A investigação também aponta indícios de participação na ocultação de patrimônio e em empresas de fachada, mas sem atuação direta nas atividades operacionais do esquema. Bruna Silva Nunes Bruna Nunes Reprodução/Redes Sociais Segundo a Polícia Federal, Bruna Nunes exercia papel ativo na organização criminosa liderada pelo pai, atuando na comunicação entre integrantes do grupo e em movimentações financeiras suspeitas. A investigação aponta ainda que ela mantinha um padrão de vida incompatível com a renda declarada, recebeu um veículo avaliado em cerca de R$ 130 mil e teria utilizado recursos para custear despesas de Mario Sergio. Para a PF, mensagens interceptadas indicam que ela tinha conhecimento das atividades ilícitas investigadas. Brenda Silva Nunes Brenda Nunes é investigada pela PF de Uberlândia por lavagem de dinheiro PF/Reprodução Brenda Nunes também atuou na gestão financeira da organização criminosa e na comunicação com outros investigados. A PF afirma que ela movimentava recursos de uma empresa apontada como de fachada e mantinha padrão de vida incompatível com a renda declarada. Mensagens interceptadas indicariam que Brenda tinha conhecimento das atividades do grupo e da atuação do pai, Mario Sergio Nunes, no tráfico de drogas. Rhanniery Nunes Graciano Rhanniery Nunes Graciano preso na operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Rhanniery Nunes Graciano, ex-genro de Mario Sergio, atuava como laranja da organização criminosa para ocultar patrimônio. A investigação aponta que ele participou de uma negociação considerada suspeita envolvendo um caminhão ligado ao transporte de drogas e mantinha movimentações financeiras e um padrão de vida incompatíveis com a renda formal declarada, fatores que reforçaram o pedido de prisão preventiva. Família é apontada como núcleo principal da organização Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Entendo como funcionava o esquema da família investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Uberlândia g1 LEIA TAMBÉM: Interiorização do crime: por que cidades menores lideram taxa de homicídios Pai incomodado com choro mata filho de 3 meses com socos e tapas VÍDEO: Mulher é expulsa a chineladas ao tentar furtar loja de açaí Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação O que disse a defesa da família Nunes "A defesa da Família Nunes informa que, até o presente momento, ainda não teve acesso integral aos autos, os quais tramitam sob sigilo, razão pela qual qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos seria prematura. A Família Nunes reafirma sua confiança nas instituições, no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, colocando-se à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários. A defesa destaca, ainda, que eventuais responsabilidades somente podem ser apuradas no âmbito do processo judicial, com respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais. Por fim, a Família Nunes manifesta serenidade e confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno." Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Sergio García y David Puig (-2), entre los mejores en la primera jornada del LIV Andalucía. Jon Rahm sufre con +2
Polícia deve apurar se pé humano encontrado na BR-010 é de jovem Um pé humano encontrado em estado de decomposição às margens da BR-010, em Palmas, segue sem identificação no Instituto Médico Legal (IML). O membro foi encontrado no dia 20 de maio por uma mulher que caminhava próximo ao Setor Machado e chamou a Polícia Militar. No dia 25 de maio, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que uma análise iria confirmar se o pé pertence a Jhenyfer Camilly Alves dos Santos, de 22 anos, que teve um membro amputado em acidente de trânsito na rodovia e morreu horas depois no dia 17 de maio. O g1 entrou em contato com a SSP para obter atualizações sobre o resultado da identificação do membro encontrado, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A família acredita que o pé encontrado na rodovia seja de Jhenyfer. Ela e o marido foram atingidos por um carro enquanto viajavam de moto para visitar parentes em Aparecida do Rio Negro. A mãe da vítima relata falta de comunicação por parte da polícia. "Na última sexta-feira (29), fomos no IML e lá informaram para nós que estão esperando a ordem judicial para fazer a exumação. Nenhuma data ou previsão de quando será feito", diz Maria Aparecida dos Santos. LEIA MAIS Pé humano é encontrado às margens de rodovia em Palmas Exame vai apontar se pé encontrado em rodovia é de estudante morta em acidente, diz polícia Família acredita que pé encontrado em rodovia seja de estudante de nutrição que morreu em acidente Jhenyfer Camilly morreu após acidente de trânsito na BR-010 Arquivo Pessoal O marido da jovem, Sergiomar de Freitas Lima, sofreu fraturas na perna durante o acidente e chegou a ser internado no Hospital Geral de Palmas (HGP) e passou por cirurgia na perna. A família informou que o rapaz recebeu alta e se recupera em casa. A conclusão do laudo pericial, tanto do local quanto do exame realizado pelo IML, deve levar ao completo esclarecimento do caso. Quem era Jhenyfer Jhenyfer Camilly tinha 22 anos, morava em Palmas e era estudante de Nutrição. Ela trabalhava como vendedora em uma loja de departamentos e se formaria na faculdade em 2027. “Alegre, sorridente e cheia de vida” são características usadas pela mãe, Maria Aparecida dos Santos, para descrever a filha. "Minha filha era meiga, amava os irmãos. Ela falava que iria terminar a faculdade para ajudar a família. Jhenyfer estava no melhor momento da vida dela", fala. O acidente A estudante morreu no dia 17 de maio, no km 03 da rodovia, sentido Aparecida do Rio Negro. Ela e o marido viajavam em uma motocicleta para visitar a família quando foram atingidos por um carro que seguia sentido contrário, por volta das 6h. O casal foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas ela morreu após dar entrada no Hospital Geral de Palmas (HGP). Ainda no dia do acidente, familiares chegaram a fazer buscas pelo membro que havia sido amputado durante a colisão, mas não foi encontrado. O corpo de Jhenyfer foi velado no dia 17, e o enterro realizado no dia 18 de maio. Casal de motociclistas foi atingido por um carro na BR-010 Arquivo Pessoal Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Pai, mãe, filhas e ex-genro são investigados na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF), que apura suspeitas de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes, integraram o núcleo principal da organização criminosa investigada. Mario e Brenda foram presos em um hotel, na terça-feira (2). Já Bruna é considerada foragida. A esposa de Mario, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, também é investigada. De acordo com a PF, ela teria participação na estruturação e manutenção das atividades ilícitas atribuídas ao grupo. Ainda segundo a corporação, Maria não é considerada foragida porque, até o momento, o cumprimento do mandado de busca e apreensão foi considerado suficiente em relação à investigada. Já Rhanniery Nunes Graciano, ex-namorado de Brenda, é apontado pela PF como responsável por ocultar bens e dar continuidade às atividades ilícitas do grupo. Ele também foi preso na terça-feira. Da esquerda para direita: Mario Sergio Nunes, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, Brenda da Silva Nunes, Bruna Nunes e Rhanniery Nunes Graciano Reprodução/Redes Sociais Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. O g1 tenta contato com o advogado de Rhanniery. Veja abaixo a função de cada membro da família dentro do esquema, segundo a polícia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Quem é quem no esquema Mario Sergio Nunes, vulgo 'Serjão' Mario Sergio Nunes foi preso durante a operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Desde o início das investigações, Mario Sergio Nunes é apontado pela Polícia Federal como o líder da organização criminosa que atuaria no Triângulo Mineiro. Segundo a corporação, ele também é conhecido pelos apelidos de "Serjão do PCC", "Pedro" e "Pedrão", e seria uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) na região. De acordo com a PF, análises de conversas interceptadas indicam que Mario chefiava uma estrutura hierárquica rígida. Os investigadores afirmam que a posição dele dentro da facção gerava temor até mesmo entre integrantes subordinados. Conforme o relatório da investigação, "Serjão" comandaria uma rede responsável por coordenar motoristas, conhecidos como "mulas", usados no transporte de drogas. O grupo também utilizaria laranjas e testas de ferro para ocultar patrimônio e movimentações financeiras. Ainda segundo a apuração, ele mantinha alianças com traficantes responsáveis pela distribuição dos entorpecentes em Uberlândia, Uberaba e Ituiutaba, além de possuir conexões em outros estados. A PF aponta Mario Sergio como líder operacional e financeiro da célula investigada. No entanto, a corporação não descarta a existência de integrantes em níveis superiores da organização criminosa. Essa suspeita se baseia no elevado poder financeiro atribuído ao grupo e na diversidade de rotas de abastecimento identificadas durante a investigação. Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, esposa de Mario Sergio, também é investigada pela PF. Redes Sociais/Reprodução A esposa de Mario Sergio é apontada pela investigação como uma das responsáveis pela estrutura financeira do grupo. Segundo os relatórios da Polícia Federal (PF), ela teria participado da criação e manutenção de empresas de fachada, além de atuar na ocultação de patrimônio e na dissimulação das atividades ilícitas atribuídas à organização. As investigações indicam que ela agiria em conjunto com os familiares investigados. No entanto, até o momento, a PF aponta que sua participação estaria concentrada na cessão do próprio nome e de contas bancárias para movimentações financeiras do grupo, sem envolvimento direto em outras atividades operacionais. Por esse motivo, a Justiça entendeu que o cumprimento do mandado de busca e apreensão contra a investigada é, neste momento, uma medida suficiente para o andamento das investigações. Bruna Silva Nunes Bruna Nunes Reprodução/Redes Sociais Segundo a investigação, Bruna Nunes teria participação ativa no esquema liderado pelo pai. De acordo com a Polícia Federal (PF), ela atuaria como intermediária na comunicação do grupo e utilizaria contas bancárias para movimentações financeiras consideradas ilícitas. A PF também aponta que Bruna mantinha um padrão de vida incompatível com a renda formal declarada, de R$ 3.750 por mês. Entre os bens identificados pelos investigadores está um veículo avaliado em cerca de R$ 130 mil, que teria sido financiado pelo pai. Ainda segundo a investigação, entre março e maio de 2023 foram registradas movimentações financeiras consideradas atípicas e sem justificativa na conta da investigada. De acordo com a PF, os recursos teriam sido usados para custear despesas mensais de Mario Sergio Nunes, que chegavam a R$ 30 mil. Os investigadores afirmam que mensagens interceptadas mostram a preocupação de Bruna em apagar conversas com suspeitos ligados ao crime organizado na região. Para a PF, o conteúdo indicaria que ela tinha conhecimento das atividades investigadas. Outro ponto destacado pela investigação é que Bruna já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, ao lado de familiares, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. Diante dos indícios levantados durante a apuração, a PF solicitou mandados de busca e apreensão e a prisão preventiva da investigada. Brenda Silva Nunes Brenda Nunes é investigada pela PF de Uberlândia por lavagem de dinheiro PF/Reprodução Segundo a investigação, Brenda Nunes exercia funções semelhantes às da irmã dentro do esquema criminoso investigado. De acordo com a PF, ela atuaria no controle financeiro do grupo e na comunicação com outros suspeitos ligados ao tráfico de drogas na região. Assim como os pais e a irmã, Brenda já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. A investigação aponta ainda que Brenda movimentava recursos de contas da empresa Pedro Estética Veicular, apontada pela PF como uma empresa de fachada e registrada em nome da mãe dela, Maria Lourdetis. Segundo os investigadores, os valores eram usados para cobrir despesas pessoais da família. De acordo com a PF, Brenda não possuía emprego formal e mantinha um padrão de vida incompatível com a renda declarada. Entre os bens e registros citados pela investigação estão lanchas, motos aquáticas e pelo menos dois cavalos de competição avaliados em cerca de R$ 50 mil cada. Mensagens interceptadas indicam que Brenda tinha conhecimento das atividades atribuídas ao grupo, segundo a PF. Em conversas com a irmã, ela comentaria apreensões de drogas realizadas pela polícia e faria referências à posição do pai dentro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Em um dos diálogos, também teria mencionado que outras pessoas sabiam que Mario Sergio era "bandido" e utilizaria o nome dele para intimidar desafetos. Rhanniery Nunes Graciano Rhanniery Nunes Graciano preso na operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Segundo a investigação, Rhanniery Nunes Graciano, ex-genro de Mario Sergio, é suspeito de atuar como "laranja" da organização criminosa para ocultar patrimônio e lavar dinheiro. De acordo com a Polícia Federal, ele passou a ser investigado após uma negociação considerada suspeita envolvendo uma carreta. O veículo havia sido flagrado anteriormente transportando semirreboques carregados com cocaína apreendida em abril de 2025. A investigação aponta que Rhanniery comprou o caminhão por R$ 320 mil logo após a apreensão da droga e o revendeu no dia seguinte por R$ 300 mil. Para a PF, o prejuízo de R$ 20 mil indicaria uma tentativa de ocultar o bem. Os investigadores também afirmam que a movimentação financeira atribuída a Rhanniery é incompatível com a renda formal registrada em seu nome. Segundo a apuração, ele recebeu auxílio emergencial e teve como último salário formal o valor de R$ 1.516,67, em dezembro de 2024. Apesar disso, a PF afirma que o investigado exibia nas redes sociais um padrão de vida de alto custo, com registros em lanchas, cavalos, motos e veículos de luxo. Para a polícia, o uso de laranjas, empresas de fachada e a repetição de rotas logísticas reforçam a suspeita de atuação de uma organização criminosa. Esses elementos embasaram o pedido de prisão preventiva de Rhanniery, segundo a investigação. Cavalo de competição e flutuante de luxo PF apreende cavalo de competição e flutuante ligados a família investigada Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil durante o segundo dia da operação "Mens Occulta". A investigação apontou que o cavalo pertencia à Brenda da Silva Nunes e foi encontrado em um haras na região de Barretos, no interior de São Paulo. Brenda é competidora da modalidade de três tambores e está entre os principais alvos da operação. De acordo com a Polícia Federal (PF), outro cavalo de competição ligado à investigada ainda não foi localizado. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. A embarcação estava em uma propriedade particular de Uberlândia. Segundo a PF, o flutuante possui estrutura de lazer com fogão, sistema de som e até pista de dança. Para os investigadores, as novas apreensões reforçam a suspeita de que o grupo utilizava recursos obtidos com atividades criminosas para comprar bens de alto valor e artigos de luxo. Flutuante conta com estrutura de lazer equipada com fogão, sistema de som e até pista de dança PF/Divulgação Família é apontada como núcleo principal da organização A operação "Mens Occulta" foi deflagrada na terça-feira (2). Os principais investigados são Mario Sergio Nunes e as filhas dele, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes. O ex-namorado de Brenda, Rhaniery Nunes, também foi preso por suspeita de lavagem de dinheiro. Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Conforme as investigações, Mario seria integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e já foi preso em operações anteriores. PF faz operação contra tráfico internacional de cocaína em MG e outros estados Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Até a última atualização desta reportagem, sete investigados continuavam foragidos, entre eles a psicóloga infantil Bruna Nunes, apontada pela PF como integrante do núcleo familiar investigado. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Ao longo de quase dois anos de apuração, a PF relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação Pai e filha foram presos em hotel Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. Já a outra filha investigada era considerada foragida até a última atualização desta reportagem. Além do pai e das filhas, a esposa de Mario e genros também foram alvos de mandados judiciais, de acordo com a PF. BMWs, motorhome e vida de luxo As investigações apontam que a família acumulou um patrimônio milionário que, segundo a PF, não era compatível com a renda oficialmente declarada. Entre os bens identificados pelos investigadores estão ranchos às margens da Represa de Miranda, apartamentos, embarcações, motos aquáticas, cavalos de raça, carros importados e um motorhome de luxo. Segundo o delegado, o motorhome era frequentemente utilizado em viagens para Barretos (SP), onde uma das filhas participava de competições de três tambores. "A filha é competidora, tem cavalos, então eles usavam muito para ir para Barretos, para participar desses torneios. É um veículo de luxo", comentou o delegado. Inicialmente estimado em R$ 500 mil, o veículo teve o valor atualizado pela investigação para cerca de R$ 1,2 milhão. Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. De acordo com a investigação, Brenda havia se formado recentemente em Direito, atuava em poucos processos e divulgava nas redes sociais que estudava para concursos da magistratura. Já a irmã atuava como psicóloga infantil. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Operação 'Mens Occulta' De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga originada do Paraguai era transportada do Mato Grosso do Sul em veículos de carga. Os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Ao todo, a Operação Mens Occulta mobilizou 230 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de prisão preventiva e 49 mandados de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O que disse a defesa da família Nunes "A defesa da Família Nunes informa que, até o presente momento, ainda não teve acesso integral aos autos, os quais tramitam sob sigilo, razão pela qual qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos seria prematura. A Família Nunes reafirma sua confiança nas instituições, no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, colocando-se à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários. A defesa destaca, ainda, que eventuais responsabilidades somente podem ser apuradas no âmbito do processo judicial, com respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais. Por fim, a Família Nunes manifesta serenidade e confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno." 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Sergio Gor said trade negotiations require compromises from both sides
Sete acusados são julgados pela "chacina de Juara" 38 anos após o crime Após quase 38 anos, todos os acusados foram absolvidos pelo Tribunal do Júri da Comarca de Sinop no processo conhecido como “Chacina de Juara”, ocorrido em janeiro de 1988. O julgamento foi realizado nesta terça-feira (2) e durou mais de 10 horas. O g1 tenta localizar a defesa dos envolvidos. O crime ocorreu em 1988 na cidade de Juara, a 654 km de Cuiabá. Na época, três homens foram linchados e mortos em uma praça do município. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Durante a sessão, foram ouvidas testemunhas, realizados os interrogatórios dos réus e apresentados os argumentos da acusação e da defesa. Ao final, os jurados analisaram os quesitos relacionados aos três homicídios atribuídos aos seis acusados. O Conselho de Sentença reconheceu a existência dos crimes, mas absolveu todos os réus. Em alguns casos, os jurados entenderam que não havia provas suficientes da autoria. Em outros, optaram pela absolvição por meio do chamado quesito absolutório genérico, previsto no Código de Processo Penal, que permite aos jurados absolverem um acusado mesmo após o reconhecimento da materialidade do crime e da autoria. Nesses casos, os integrantes do júri respondem se o réu deve ser absolvido, sem a necessidade de apresentar uma justificativa específica para a decisão. Veja abaixo: Donizete Aparecido Silva: os jurados concluíram que ele não foi o autor da morte de Ademir. Já em relação às mortes de Luiz e João, a absolvição ocorreu por meio do quesito absolutório genérico. Hildo Deodato Siqueira e Jonas Dante: foram absolvidos das acusações relacionadas às três vítimas por negativa de autoria. Hilton Giocondo Saporski, Agapito Generoso Batista e Sergio Gaspar Branco: absolvidos de todos os crimes, por decisão dos jurados no quesito absolutório genérico. A defesa dos acusados foi feita pela Defensoria Pública e pelos advogados Bruno Hintz, Maely Marques, Sônia Mara de Carvalho, Vanessa Cobos, Jorge Balbino, Márcio de Deus e Denner Felizardo. Entenda o caso Considerado um dos processos criminais mais antigos da região norte de Mato Grosso, o caso tramitou por quase quatro décadas até ser levado a julgamento. Ademir Marques Ramos, Luiz Carlos Andrade dos Santos e João Batista da Silva foram retirados da cadeia pública de Porto dos Gaúchos, município que fica ao lado de Juara, após serem presos sob suspeita de envolvimento em um latrocínio registrado na região. Em seguida, as vítimas foram torturadas, assassinadas e tiveram os corpos pendurados de cabeça para baixo na praça. Ao longo dos anos, o caso passou por diferentes fases processuais e envolveu 59 denunciados. Parte dos acusados foi absolvida em julgamentos anteriores, enquanto outros tiveram a punibilidade extinta ou foram impronunciados por falta de provas. 7 acusados de chacina em Juara irão a julgamento hoje em Sinop, 38 anos após crime
PF faz operação contra tráfico internacional de cocaína em MG e outros estados Uma advogada, uma psicóloga e o pai delas estão no centro da investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro sediado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Segundo a corporação, a família acumulou um patrimônio de luxo que inclui ranchos, carros importados, cavalos de raça e um motorhome milionário. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes formavam o núcleo principal da organização criminosa alvo da 'Operação Mens Occulta', realizada na terça-feira (2). O g1 tenta contatar os advogados de defesa da família. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp As investigações apontam que a organização investigada trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava pelo Mato Grosso do Sul escondida em caminhões e era transportada até Uberlândia, sendo distribuída em seguida para outras cidades e estados. Ao longo de cerca de dois anos de investigação, a Polícia Federal relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Pai e filha foram presos em hotel Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. Já a outra filha investigada era considerada foragida até a última atualização desta reportagem. Além do pai e das filhas, a esposa de Mario e genros também foram alvos de mandados judiciais, de acordo com a PF. BMWs, motorhome e vida de luxo As investigações apontam que a família acumulou um patrimônio milionário que, segundo a PF, não era compatível com a renda oficialmente declarada. Entre os bens identificados pelos investigadores estão ranchos às margens da Represa de Miranda, apartamentos, embarcações, motos aquáticas, cavalos de raça, carros importados e um motorhome de luxo. Segundo o delegado, o motorhome era frequentemente utilizado em viagens para Barretos (SP), onde uma das filhas participava de competições de três tambores. "A filha é competidora, tem cavalos, então eles usavam muito para ir para Barretos, para participar desses torneios. É um veículo de luxo", comentou o delegado. Inicialmente estimado em R$ 500 mil, o veículo teve o valor atualizado pela investigação para cerca de R$ 1,2 milhão. Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. De acordo com a investigação, Brenda havia se formado recentemente em Direito, atuava em poucos processos e divulgava nas redes sociais que estudava para concursos da magistratura. Já a irmã atuava como psicóloga infantil. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Operação 'Mens Occulta' De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga originada do Paraguai era transportada do Mato Grosso do Sul em veículos de carga. Os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Ao todo, a Operação Mens Occulta mobilizou 230 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de prisão preventiva e 49 mandados de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. 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