Reform der Pflegeversicherung: Ein Ruck durch Deutschland
Nina Warkens Gesetzentwurf zur Reform der Pflegeversicherung hat eine politische Botschaft, die nicht im Lärm der Kritiker untergehen sollte. Die Zeit der Ampel-Kompromisse ist vorbei.
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Nina Warkens Gesetzentwurf zur Reform der Pflegeversicherung hat eine politische Botschaft, die nicht im Lärm der Kritiker untergehen sollte. Die Zeit der Ampel-Kompromisse ist vorbei.
Vladimir Putin called for postponing further reductions to the revenue threshold above which small businesses must pay VAT, announcing the proposal at a plenary session of the St. Petersburg International Economic Forum.
Reform UK leader looks spooked by far-right Restore and risks undermining efforts to appeal to moderate voters Nigel Farage’s self-confidence is famously iron-clad. But just before 12.30pm on Wednesday as a visibly angry Keir Starmer tore into his “unforgivable” response to the murder of Henry Nowak, Farage’s attempts to laugh off the criticism looked unconvincing. He was rattled. This has been a curious week for the Reform UK leader. The headlines have been dominated by a story seemingly tailor-made for his culture war instincts. But some believe that this time Farage might have overplayed his hand. Continue reading...
Heinz Rothgang, Gesundheitsökonom, zu den Risiken der geplanten Pflegereform
1.000 Arbeitsplätze sollten in Rheinland-Pfalz geschaffen werden, jetzt wurde das Soll halbiert. Das könnte sogar die Gesundheitsreformen beeinflussen. mehr...
Concrete details of Germany’s long-term care reform have emerged, sparking intense criticism. Social organisations, states and municipalities are calling planned cuts a “raid” and a “slap in the face”.
India's economy achieved a strong 7.7% growth in FY26. This expansion highlights the nation's inherent economic strength. Prime Minister Narendra Modi attributed this success to effective reforms and the diligent efforts of 140 crore Indians. The government remains committed to improving ease of living and doing business. This growth creates new opportunities for the country's youth.
Como os países europeus lidam com menores infratores Adobe Stock Crianças e adolescentes que ainda deveriam estar na escola, com idades em torno de 13 ou 14 anos, estão sendo aliciados por redes criminosas na Suécia para praticar crimes, incluindo assassinatos. O crime organizado explora uma fragilidade do sistema sueco. De acordo com a lei, menores de 15 anos não podem ser responsabilizados criminalmente. Eles não podem ser julgados como criminosos, mas ficam sob a jurisdição dos serviços sociais e da assistência à juventude. Isso faz parte da estratégia dos aliciadores, que muitas vezes permanecem invisíveis. Em resposta ao aumento da criminalidade, a Suécia vem adotando uma postura significativamente mais rigorosa. Recentemente, o Parlamento decidiu que jovens de 15 a 17 anos podem ser condenados a penas de prisão regulares em centros de detenção juvenil adaptados a crimes graves. Além disso, o governo planeja reduzir maioridade penal para 13 anos, em caráter experimental, para delitos particularmente graves. Isso incluiria crimes como homicídio, atentados a bomba de grande porte ou outros crimes com penas mínimas muito elevadas. O Parlamento decidirá sobre essa reforma em meados de junho. A proposta de mudança prevê uma reavaliação após cinco anos. Agora no g1 Exemplo fracassado da Dinamarca O debate sobre a redução da maioridade penal não se limita à Suécia. Em 2010, sob um governo conservador, a Dinamarca reduziu esse limite de 15 para 14 anos. Dois anos depois, a reforma foi revertida. Avaliações científicas subsequentes concluíram que a redução não teve efeito dissuasor. Pelo contrário, os jovens afetados reincidiram com mais frequência e apresentaram pior desempenho acadêmico. Portanto, muitos especialistas agora consideram a Dinamarca um exemplo a ser evitado. Criminalizar crianças em idades tão baixas não resolve automaticamente o problema da violência juvenil. No pior cenário, o contato com o sistema penal pode até mesmo vincular ainda mais os jovens a um ambiente criminoso. Maioridade penal de 12 anos Em comparação com os demais países da União Europeia (UE), a Holanda e a Irlanda têm as idades de responsabilização penal mais baixas. Na Holanda, crianças a partir dos 12 anos podem ser processadas. Na Irlanda também se aplica, em regra, um limite de 12 anos; porém, em casos de crimes gravíssimos, como homicídio, homicídio qualificado, estupro ou crimes sexuais graves, crianças de 10 e 11 anos também podem ser responsabilizadas. Este limite baixo não significa automaticamente penas de prisão severas como as impostas pela legislação penal para adultos. Na Holanda, o período máximo de detenção para jovens de 12 a 15 anos é de um ano. Para jovens de 16 e 17 anos, o período máximo para crimes graves – com exceções específicas – é de dois anos. Além disso, a educação escolar, o apoio e as medidas educativas continuam sendo prioridade na detenção juvenil. Prioridade para proteção e educação Na Alemanha ou na Espanha, uma criança que comete um crime grave aos 12 anos não é criminalmente responsável. No entanto, isso não significa que o Estado não possa fazer nada. Os serviços de apoio aos jovens, os tribunais ou medidas de proteção podem intervir. O internamento em instituições de detenção é possível sob certas condições, mas não como punição no sentido jurídico. A criança não é tratada como criminosa, mas como um menor de idade em situação de risco. Essa abordagem é particularmente evidente na legislação espanhola. Crianças menores de 14 anos não estão sujeitas ao direito penal juvenil, mas sim às leis de proteção à infância e juventude. Cada vez mais jovens detidos na Itália A Itália, por sua vez, adotou uma abordagem mais voltada para o ambiente das crianças. Com o chamado Decreto Caivano sobre a detenção de menores – que leva o nome da cidade onde menores de idade cometeram atos graves de violência sexual que chocaram o país –, a Itália aumentou a pressão sobre os pais quando são violadas as obrigações de supervisão e de frequência escolar. Em casos de negligência grave da educação obrigatória, os pais também enfrentam acusações criminais. No entanto, a Itália não é simplesmente a antítese da abordagem sueca. O decreto endureceu a punição para menores infratores em geral. Os críticos apontam que, desde a sua implementação, o número de jovens em centros de detenção juvenil aumentou significativamente. Áustria exerce pressão sobre o ambiente Para muitos Estados-membros da União Europeia (UE), a idade de 14 anos continua a ser o ponto de referência fundamental. NaÁustria , crianças com menos de 14 anos não são criminalmente responsáveis. No entanto, as infrações podem ter consequências, que podem incluir conversas com a polícia e os pais, advertências, envolvimento dos serviços de apoio à juventude ou medidas socioeducativas. Os limites baixos de maioridade penal europeu não significam uma equiparação automática com o direito penal para adultos. Na maioria dos casos, o protagonismo fica com tribunais, instituições especializadas, medidas socioeducativas e programas de proteção. O que diz a ciência? A decisão de muitos países europeus de não equiparar a pena de menores infratores a de adultos está alinhada com as descobertas da psicologia do desenvolvimento. Crianças e pré-adolescentes reagem mais fortemente a recompensas imediatas, pressão dos pares e reconhecimento emocional. Habilidades como controle de impulsos, avaliação das consequências a longo prazo e planejamento desenvolvem-se com o passar dos anos. Por isso, os métodos tradicionais de dissuasão funcionam apenas de forma limitada com jovens de 13 anos. A perspectiva de uma pena de prisão no futuro compete com uma recompensa imediata: dinheiro, reconhecimento, pertencimento, a sensação de finalmente ter um papel a desempenhar. Ou, ao contrário, com o medo da gangue. Justamente por isso, especialistas alertam contra a ideia de combater a criminalidade juvenil apenas com a redução da idade penal e o endurecimento das penas. Estratégias de evasão das gangues Soma-se a isso um problema prático: organizações criminosas aprendem rápido. Se a Suécia reduzir a idade de responsabilização penal para 13 anos em crimes graves, gangues podem tentar recrutar crianças ainda mais novas. Nesse caso, o problema não seria resolvido; crianças mais jovens passariam a entrar na mira das gangues. Por isso, a questão não é apenas a partir de que idade uma criança pode ser punida. O ponto decisivo é saber se o Estado consegue alcançar os adultos que dão as ordens. Especialistas são céticos quanto à possibilidade de os planos do governo alcançarem o efeito desejado. A comissão jurídica do Parlamento sueco, a Ordem dos Advogados e várias organizações de ajuda humanitária fizeram duras críticas ao projeto. Caso ele seja aprovado pelo Parlamento, jovens de 13 anos poderão ser condenados a penas de prisão já no segundo semestre deste ano.
Die Bundesregierung verkennt die reale Lage von Studierenden. Oder will sie verkennen – und fördert damit die weitere Spaltung der Gesellschaft. mehr...
Angela Merkel im F.A.S.-Interview über die nötigen Reformen: "Ja, das traue ich dieser Regierung zu"
Beijing's blindspots hinder real reform.
The Council of Europe has said it is helping Ukraine prepare the next stage of its decentralization reform, as well as future elections and the transition to civilian governance in liberated and frontline areas.
ISLAMABAD: Interior Minister Mohsin Naqvi on Friday reaffirmed Pakistan’s commitment to the “Shanghai spirit” and called for a joint strategy among SCO member states to counter terrorism, organised crime, drug trafficking, cybercrime and terror financing. Naqvi said this at a special meeting of the Ministers of Interior and Public Security of the Shanghai Cooperation Organisation in Bishkek, Kyrgyzstan. He said the region faced “serious and complex security challenges” that were interconnected, noting that criminal and terrorist networks were rapidly adapting to technological advancements, exploiting artificial intelligence, digital platforms, online networks and cryptocurrency transactions to expand their activities. The interior minister emphasised the importance of modernising institutional coordination and enhancing intelligence-sharing mechanisms across the region to tackle these threats. Shared threats demanded shared solutions, Naqvi told the delegates, further calling for a comprehensive regional strategy to tackle transnational crime and emerging security risks. Highlighting Pakistan’s commitment to the principles of the SCO, he said: “Pakistan fully adheres to the principles of the Shanghai Spirit, which is based on mutual trust, equality, cooperation, and respect for sovereignty.” Naqvi further stated that Pakistan had rendered “unparalleled sacrifices” against terrorism and continued to strengthen its security architecture to address evolving threats. Under the National Action Plan, he said, Pakistan had strengthened intelligence coordination, border management and anti-money laundering measures. “These initiatives have significantly strengthened the country’s capacity to combat terrorism and organised crime.” He called for more effective cooperation under SCO’s Regional Anti-Terrorist Structure (RATS) for intelligence sharing, joint threat analysis and countering online radicalisation and extremist propaganda. Pakistan, he said, fully supported workshops and expert exchange programmes building collective capabilities. Turning his attention to cybersecurity, he said cyber intelligence and digital forensics cooperation were “the need of the hour” and noted that technological advances had created new opportunities for criminal organisations and terrorist groups. On the issue of narcotics trafficking, he warned that the illegal drug trade remained a major source of terror financing. He called for a coordinated joint strategy against drug trafficking networks, online criminal operations and illicit financial flows facilitated through digital currencies. Pakistan’s Anti-Narcotics Force, he said, remained actively engaged in SCO-led counter-narcotics initiatives and stood ready to deepen cooperation with partner countries. He said border security was key to regional peace and stability and stressed greater cooperation on preventing the use of forged documents for travelling, watch-list coordination and human smuggling. He also said that stopping terror financing was among Pakistan’s key priorities, adding that the country had reformed its anti-money laundering (AML) regime and that the country’s enhanced financial monitoring framework was playing “an active role” in detecting and preventing illicit financial activities. Moreover, strong regional cooperation was indispensable for dismantling terror financing networks, he said, emphasising that no country could effectively confront transnational threats in isolation. “Our challenges are common, so our efforts must also be collective and coordinated,” Naqvi said. “The common goal of our joint efforts is a peaceful and secure SCO region.” Concluding his address, Naqvi said that Pakistan looked forward to welcoming participants at the SCO summit to be held in Islamabad in 2027. A day earlier, Naqvi met his Iranian counterpart, Eskandar Momeni, on sidelines of the SCO moot and the two discussed bilateral relations and the current regional situation. Both ministers also exchanged views on Pakistan-Iran relations and the latest regional situation.
Operação tenta recuperar o navio histórico que afundou no Porto de Santos, SP O navio Professor Besnard, uma das embarcações mais importantes da história da pesquisa científica brasileira, passa por nova etapa de reflutuação no Porto de Santos. Afundado há quase três meses, o trabalho é considerado complexo e busca trazer de volta à superfície o símbolo da ciência nacional. A operação aconteceu na quarta-feira (3) e envolve mergulhadores, bombas de sucção e o esvaziamento de toneladas de água. A dificuldade está em preservar a estrutura original do navio, que ficou anos parado e sofreu danos durante o afundamento parcial. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Márcio Nogueira, engenheiro de mergulho, explicou que o processo tem sido prolongado justamente para manter a integridade do navio: “Tudo que está sendo feito do trabalho é preservando a originalidade da embarcação. Por isso o trabalho está se estendendo um pouco mais.” A reflutuação acontece quase três meses depois do afundamento parcial no cais do Valongo. Alexandre Salamoni, diretor da Marfort Serviços Marítimos Ltda, empresa responsável pela operação, detalhou as etapas: primeiro foi feito o tamponamento e testes de estanquidade; depois, a estabilização da embarcação. A chegada de equipamentos complementares deve permitir a fase final da reflutuação. Bombas de sucção foram instaladas no navio Professor W. Besnard, que afundou no Porto de Santos Diego Bertozzi/TV Tribuna Salamoni destacou que o navio já foi parcialmente destombado e que a próxima etapa depende da chegada de novos equipamentos. Depois de totalmente reflutuado, o Besnard será levado a um estaleiro para perícia técnica. O laudo vai definir se a embarcação poderá ser recuperada para visitação pública ou se terá partes desmontadas. Operação milionária A autoridade portuária de Santos (APS), com autorização da Marinha, e firmou um contrato emergencial para retirada do navio de R$ 8,6 milhões. Naufrágio O Besnard afundou em 13 de março, após fortes chuvas na Baixada Santista. Segundo o Instituto do Mar, bombas de sucção não funcionaram porque a fiação elétrica havia sido furtada. Desde então, o navio permaneceu inclinado e apoiado no fundo do estuário. História Construído em 1966, o Professor Besnard participou de mais de 260 expedições científicas, realizou milhares de coletas oceanográficas e levou as primeiras equipes brasileiras à Antártica. Fora de operação desde 2008, passava por reformas para se transformar em museu flutuante. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
Der Pflegekasse fehlen Milliarden, darum nimmt die Gesundheitsministerin eine große Reform des Systems in Angriff. Die Widerstände sind riesig, denn der Plan trifft fast jeden und jede. Ein Überblick.
Former attorney general says expected replacement, Todd Blanche, was in charge of controversial process. Plus: why are US consumers so angry? Don’t already get First Thing in your inbox? Sign up here Good morning. Appearing before the House oversight and reform committee, the former attorney general Pam Bondi told lawmakers that Todd Blanche, the man Donald Trump has lined up to replace her, was “in charge” of the US Department of Justice’s controversial handling of the Jeffrey Epstein case. She also said she was “not certain of the extent” that Trump knew about the crimes of Epstein and Ghislaine Maxwell before they became public. In her opening statement, Bondi defended the justice department’s handling of the records under her leadership and tried to distance herself from the release and review of the files, saying she did not “lead every aspect” of the DoJ’s effort, but that it was Blanche who oversaw it. If formally nominated by Trump to be attorney general on a permanent basis, Blanche would require confirmation from the US Senate. Why is the release of the files under scrutiny? Several lawmakers as well as survivors of Epstein’s abuse, have criticized some of the department’s actions and raised concerns over certain redactions and the disclosure of sensitive personal information in the files. Bondi acknowledged “there were redaction errors” in the release, but added: “Since day one of this process, this department has been committed to accountability and transparency.” What are the latest developments in Ukraine? In his first public letter to Vladimir Putin since the 2022 invasion, Volodymyr Zelenskyy, has called for face-to-face negotiations. Acknowledging shifting US priorities while Washington remained focused on the Iran war, the Ukrainian president said it would be wrong to simply wait for the Trump administration to step in. The proposal comes as Ukraine regains some battlefield leverage through improved long-range strike capabilities, even as Moscow intensifies its deadly aerial campaign across the country. Continue reading...
Ginásio Municipal de Esportes Waldemar Giusti, no bairro Santa Terezinha, após obras em janeiro de 2026 Prefeitura de Piracicaba As reformas em 14 espaços esportivos de Piracicaba (SP) incluirão troca de pisos de ginásios, reformas em vestiários e telhados, e melhorias em campos de futebol. O projeto, orçado em R$ 3,5 milhões, foi anunciado pela Prefeitura em abril deste ano com previsão de entrega até o fim de 2026. Segundo a administração, o objetivo é modernizar os espaços para dar mais segurança, acessibilidade e condições de uso para atividades físicas. Veja onde as obras serão realizadas: Ginásios municipais: Vila Rezende e Santa Terezinha; Pista de skate: Pauliceia; Campos de futebol: Parque Piracicaba, Cecap II, bairro Tupi, Caxambu, Sol Nascente, Rua do Porto, Itapuã, Jupiá, Santa Teresinha, Novo Horizonte e bairro 1º de Maio. O primeiro local a receber as melhorias foi o Ginásio Municipal Felício Maluf, na Vila Rezende, em 13 de abril. A quadra passou por troca de piso de madeira por um piso em epóxi. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Piracicaba no WhatsApp Segundo a Secretaria de Esportes, dois ginásios já tiveram os pisos de madeira retirados e a concretagem concluída. Agora, serão feitos reparos nos banheiros, vestiários e telhados. Além disso, 11 campos de futebol também começaram a receber intervenções. Atividades transferidas Durante as reformas, as atividades esportivas foram transferidas para outras unidades, evitando a suspensão dos atendimentos. A Prefeitura não informou quantas pessoas precisaram ser remanejadas e nem a quantidade de usuários desses espaços. As aulas gratuitas de yoga, alongamento, ginástica, quimbol, vôlei e vôlei adaptado para idosos foram transferidas para os ginásios da Vila Sônia, Garcia Neto e Waldemar Blatkauskas. Agora no g1 VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba
Schwarz-Rot muss sparen – und Unionsfraktionschef Spahn dringt auffällig ins Zentrum der Reformgestaltung vor. Macht verschiebt sich vom Kanzleramt in die Fraktion: Dort hegen viele Abgeordnete den Verdacht, Merz sei zu nachgiebig gegenüber der SPD.
BUDAPEST, June 5 - Hungary's government will submit to parliament next week anti-corruption legislation needed to release billions of euros worth of suspended European Union funding, Transport and Investment Minister David Vitezy said on Friday.