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"PALAZZO" · 총 6건
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Durante muitos anos, Curitiba ficou conhecida principalmente pelo urbanismo. Transporte público planejado, áreas verdes espalhadas pela cidade e soluções urbanas inovadoras ajudaram a construir a imagem de uma capital organizada e voltada para qualidade de vida. Mas existe outro movimento acontecendo há algum tempo e que hoje coloca Curitiba em destaque nacional: a força da sua arquitetura residencial. Nos últimos anos, a cidade deixou de ser apenas referência em planejamento urbano para se tornar também um dos polos mais interessantes de arquitetura, design e mercado imobiliário de alto padrão do Brasil. Hoje, Curitiba chama atenção por conseguir unir: urbanismo inteligente; arquitetura autoral; integração com a natureza; A arquitetura residencial de Curitiba não surgiu por acaso. Ela foi construída ao longo de décadas por diferentes movimentos arquitetônicos, urbanísticos e culturais que moldaram a cidade. Cada geração deixou marcas importantes na paisagem urbana curitibana. E talvez o mais interessante seja justamente isso: Curitiba desenvolveu uma identidade arquitetônica própria. Décadas de 50 e 60: o início do modernismo curitibano Foi nesse período que Curitiba começou a absorver com mais força a influência do modernismo brasileiro. A cidade passou a receber projetos inspirados em: integração urbana; iluminação natural; linhas retas; racionalidade espacial. Arquitetos começaram a abandonar excessos ornamentais e buscar uma estética mais limpa e moderna. Nesse período, nomes como Rubens Meister ajudaram a consolidar uma arquitetura moderna sofisticada na cidade. Responsável por projetos importantes como o Teatro Guaíra, Meister influenciou diretamente a identidade arquitetônica curitibana, deixando sua marca em um dos pontos turísticos mais relevantes da cidade. Ao mesmo tempo, Curitiba começava a construir sua identidade urbana baseada em planejamento e organização urbana. Décadas de 70 e 80: urbanismo e arquitetura passam a caminhar juntos Esse talvez tenha sido um dos períodos mais importantes para a construção da Curitiba contemporânea. Com a forte atuação de Jaime Lerner, a cidade passou a integrar urbanismo, mobilidade e qualidade de vida de forma inovadora para a época. Foi também um momento de crescimento da arquitetura residencial modernista. Muitos edifícios construídos nesse período até hoje são considerados icônicos em bairros como: Batel Bigorrilho Centro Cívico Água Verde Os projetos valorizavam: ventilação cruzada; plantas amplas; integração com a paisagem; iluminação natural; proporções generosas. Arquitetos como Abraão Assad e Elgson Ribeiro Gomes ajudaram a fortalecer essa linguagem arquitetônica mais racionalista e sofisticada. Diversos edifícios modernistas da cidade nasceram nesse período e hoje são valorizados justamente pela personalidade arquitetônica que carregam. Décadas de 90 e 2000: Curitiba transforma arquitetura em experiência urbana Com a valorização imobiliária de bairros nobres e o crescimento do mercado de luxo, Curitiba começou a desenvolver uma arquitetura residencial mais voltada ao alto padrão contemporâneo. Foi uma época marcada por: fachadas imponentes; apartamentos amplos; condomínios sofisticados; valorização do design de interiores; maior integração entre arquitetura e paisagismo. Ao mesmo tempo, Curitiba manteve uma característica própria: mesmo os imóveis luxuosos costumavam preservar certa sobriedade estética. O luxo curitibano raramente caminhou para exageros visuais extremos. Mas além do crescimento residencial, esse período também ajudou a consolidar alguns dos maiores símbolos arquitetônicos da cidade. Foi nos anos 90 que Curitiba reforçou nacionalmente sua identidade urbana através de projetos que uniam: arquitetura; natureza; experiência urbana; paisagismo; integração visual. A Ópera de Arame, inaugurada em 1992, se tornou um dos maiores ícones da cidade. Construída em estrutura tubular metálica e integrada à paisagem natural da pedreira e do lago ao redor, a obra virou referência justamente pela maneira como arquitetura e natureza se complementam. Outro marco importante foi a Torre Panorâmica, inaugurada em 1991. Além de oferecer uma das vistas mais conhecidas da cidade, ela simbolizou uma Curitiba cada vez mais conectada ao planejamento urbano, à valorização da paisagem e à experiência visual da cidade. Essas obras ajudaram a fortalecer uma característica que permanece muito presente na arquitetura curitibana até hoje: a ideia de que arquitetura não deve apenas impressionar visualmente, mas melhorar a forma como as pessoas vivem e experienciam a cidade. Foi também nesse período que muitos empreendimentos residenciais começaram a incorporar: áreas verdes integradas; grandes aberturas; iluminação natural; projetos paisagísticos; E isso ajudou Curitiba a consolidar uma identidade residencial muito própria dentro do cenário nacional. Torre Panorâmica/Daniel Castellano - SMCS e Ópera de Arame/Casa de Arquitetura de Curitiba. Divulgação. Curitiba contemporânea: arquitetura autoral e design integrado Nos últimos anos, Curitiba passou a chamar atenção nacional justamente pela maturidade da sua arquitetura contemporânea. A cidade começou a consolidar uma estética muito própria: minimalista; elegante; integrada ao verde; silenciosamente sofisticada. E por isso, hoje, muitos projetos valorizam: concreto aparente; madeira natural; vidro; iluminação natural; paisagismo integrado; grandes esquadrias. A natureza deixou de ser apenas entorno. Virou parte da arquitetura! Essa nova fase da arquitetura curitibana também pode ser percebida em empreendimentos que passaram a representar o novo momento do alto padrão da cidade. O Palazzo Lumini (link para imóvel disponível no Palazzo Lumini na J8) traduz uma arquitetura sofisticada e atemporal, marcada pela elegância das linhas, integração entre interiores e fachada e valorização da experiência de morar. Palazzo Lumini. Divulgação/J8 Imóveis. Já o Pininfarina (link para imóvel disponível no Pininfarina na J8) mostra como Curitiba passou a dialogar diretamente com referências globais de design e luxo, trazendo para o mercado imobiliário local a assinatura do renomado estúdio italiano conhecido mundialmente por projetos ligados à Ferrari. Pininfarina. Divulgação/Plaenge. Enquanto isso, o Hanami (link para imóvel disponível no Hanami na J8) representa uma tendência cada vez mais forte na cidade: a arquitetura sensorial, conectada ao verde, à iluminação natural e ao conforto cotidiano. Hanami. J8 Imóveis. Todos esses projetos ajudam a reforçar uma característica muito forte da Curitiba contemporânea: uma arquitetura que valoriza design, sofisticação e exclusividade sem abrir mão da sensação de acolhimento e qualidade de vida. Hoje, a arquitetura curitibana não busca apenas criar edifícios visualmente impactantes. Ela busca criar experiências de morar mais inteligentes, silenciosas e conectadas com a cidade. Virou parte da arquitetura. Os arquitetos e escritórios que ajudaram a transformar Curitiba Curitiba possui uma cena arquitetônica extremamente forte e diversos profissionais ajudaram a construir a identidade visual da cidade ao longo das décadas. Entre os nomes históricos mais importantes está Jaime Lerner, responsável por projetos icônicos como a Ópera de Arame e a Universidade Livre do Meio Ambiente, obras que consolidaram a integração entre arquitetura, urbanismo e natureza em Curitiba. Rubens Meister marcou a cidade com o Teatro Guaíra, um dos maiores símbolos da arquitetura modernista paranaense. Arquitetos como Abraão Assad e Elgson Ribeiro Gomes ajudaram a fortalecer a arquitetura residencial modernista em bairros como Batel e Bigorrilho, valorizando: iluminação natural; plantas amplas; integração urbana; funcionalidade. Na arquitetura contemporânea, nomes como Jayme Bernardo, Baggio Schiavon e Smolka Arquitetura ajudaram a consolidar o alto padrão curitibano com projetos sofisticados, minimalistas e integrados ao paisagismo. Entre os destaques femininos da arquitetura local, Dilva Slomp se tornou referência em projetos residenciais elegantes e acolhedores, enquanto Carla Kiss ganhou reconhecimento por uma arquitetura contemporânea conectada ao bem-estar e à natureza. A natureza virou parte da arquitetura Um dos maiores diferenciais da arquitetura residencial de Curitiba é a relação com a natureza. A cidade possui forte presença de: áreas verdes; parques; ruas arborizadas; terrenos com vegetação abundante. E os arquitetos locais aprenderam a incorporar isso nos projetos. Hoje, muitos imóveis valorizam: integração entre interno e externo; jardins internos; iluminação natural; paisagismo integrado; sensação de refúgio urbano. Essa conexão com a natureza conversa diretamente com o comportamento atual do mercado de alto padrão. O novo luxo em Curitiba ficou mais discreto Durante muito tempo, luxo imobiliário no Brasil era associado a excesso: fachadas grandiosas; ornamentação; ostentação visual. Curitiba seguiu outro caminho. O alto padrão curitibano começou a valorizar: arquitetura autoral; materiais sofisticados; design inteligente; minimalismo elegante; conforto silencioso; privacidade; experiências de morar. Hoje, muitos dos imóveis mais sofisticados da cidade possuem uma estética muito mais clean e atemporal. O mercado imobiliário acompanhou essa transformação O próprio mercado imobiliário curitibano começou a valorizar muito mais a arquitetura como diferencial competitivo. Empreendimentos passaram a destacar: assinatura de arquitetos; projetos paisagísticos; design das áreas comuns; integração urbana; sustentabilidade; Hoje, muitos lançamentos são vendidos não apenas pela localização, mas pelo conceito arquitetônico. Talvez o grande diferencial da arquitetura residencial curitibana seja justamente esse equilíbrio raro entre urbanismo, natureza e arquitetura. A cidade desenvolveu uma arquitetura que não busca apenas impressionar visualmente. Ela busca melhorar a experiência de morar. E é exatamente isso que transformou Curitiba em uma referência nacional. Quer conhecer imóveis que representam o melhor da arquitetura residencial curitibana? Explore os empreendimentos da J8 Imóveis e descubra como arquitetura, design e qualidade de vida podem coexistir no mesmo endereço.
Pop sensation Dua Lipa and new husband Callum Turner will tie the knot again this weekend in a glamorous no expense spared three-day Sicilian extravaganza.
O Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba, um dos principais eventos dedicados à sétima arte no Brasil, chega em sua 15ª edição, de 4 a 13 de junho, contando com sessões em espaços culturais importantes da capital paranaense, sendo o MON - Museu Oscar Niemeyer (Auditório Poty Lazzarotto), a Ópera de Arame, o Cine Passeio, a Cinemateca, e o Teatro da Vila. Para este ano, o evento anuncia 80 filmes em sua programação, entre curtas e longas-metragens, que estão divididos nas mostras Competitiva Brasileira, Competitiva Internacional, Novos Olhares, Mirada Paranaense Sanepar, Exibições Especiais, Olhares Clássicos Cine Passeio, Olhar Retrospectivo, Pequenos Olhares, Filme de Abertura e Encerramento. Os ingressos estão à venda com valores a partir de R$8 (meia-entrada), disponíveis pelo site oficial: www.olhardecinema.com.br. O Olhar de Cinema ainda contará com sessões gratuitas no Teatro da Vila, no CIC e algumas sessões no MON. O longa-metragem que abrirá a edição 2026 do Festival Internacional de Curitiba é “Yellow Cake”, filme de Tiago Melo, que retrata as consequências de um experimento conduzido por cientistas estrangeiros que tentam erradicar o mosquito Aedes aegypti com o uso de urânio. Quando o experimento falha, uma pesquisadora brasileira precisa, com a ajuda de garimpeiros locais, conter o desastre antes que seja tarde demais. A produção é estrelada por Rejane Faria (“Marte Um”) e Tânia Maria (“O Agente Secreto”). A exibição ocorre na Ópera de Arame em uma tela especial de mais de 400 polegadas montada especialmente para o evento e para um público de cerca de 1.500 pessoas. Já o longa selecionado para encerrar a edição é “Salvação” (“Kurtulos”| Dir. Emin Alter | Turquia, França, Países Baixos, Grécia, Suécia | 2026 | 120’), em sua estreia mundial. Com direção de Emin Alper, o filme se passa em uma aldeia remota no alto das montanhas turcas, em que o regresso de um clã exilado reacende uma antiga disputa de terras. Ressentimentos adormecidos ressurgem e Mesut, irmão do líder local, é acometido por visões perturbadoras que acredita serem avisos divinos. À medida que as convicções religiosas, as lutas pelo poder e as tensões aumentam na comunidade, eles seguirão para a tragédia ou para a salvação? Mais informações sobre o 15º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba pelo site oficial: www.olhardecinema.com.br, assim como pela rede sociais Instagram - @olhardecinema; Facebook/Olhar de Cinema; Tik Tok: @olhardecinema; X/Twitter: @Olhardecinema_. Festival reúne patrocinadores, instituições culturais e espaços parceiros em celebração ao cinema independente. Saiba mais 15º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba Data: 4 a 13 de junho Site oficial: www.olhardecinema.com.br Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema Tik Tok: @olhardecinema X/Twitter: @Olhardecinema_ Produção: Grafo Audiovisual Patrocínio Master: Terminal de Contêineres de Paranaguá Patrocínio: Itaú, Peróxidos do Brasil, Mili, Fomento Paraná e Sanepar Apoio: Teatro da Vila, Cine Passeio, ICAC - Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Projeto Paradiso e Uninter Apoio Cultural: MON Incentivo: Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Secretaria da Cultura, Profice e Objetivos de desenvolvimento sustentável Realização: Ministério da Cultura - Governo Federal - Do lado do povo brasileiro Projeto realizado com recursos da Lei Rouanet. Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná. Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Confira todos os os filmes do 15º Olhar de Cinema separado por mostras Competitiva Brasileira - Longas - “A Noite e os Dias de Miguel Burnier” (Dir. João Dumans| Brasil | 2026 | 80’); “Adulto/Homem” (Dir. Pedro Diógenes | Brasil | 2026 | 70’); “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha” (Dir. Janaína Marques | Brasil | 2026 | 92’); “Maxita” (Dir. Mariana Machado, Ana Maria Machado|Brasil | 2026| 64’); “Olhe Para Mim” (Dir. Rafhael Barbosa | Brasil | 2026 | 89’); “Quase Inverno” (Dir. Rodrigo Grota|Brasil | 2026 | 93”); “Reparação” (Dir. Marcus Curvelo | Brasil | 2026 | 70’); “Telúrica, a íntima utopia” (Dir. Mariana Lacerda | Brasil | 2026 | 104’). Competitiva Brasileira - Curtas - “Cerimônia” (Dir. Fabio Ramalho, André Antonio, Chico Lacerda | Brasil | 2026 | 24’); “Disciplina” (Dir. Affonso Uchôa | Brasil | 2026 | 45’); “Duwid Tuminkiz - Makunaima é Duwid?” (Dir. Gustavo Caboco Wapichana | Brasil | 2026 | 15’); “Marimbã está acontecendo” (Dir. Maryn Marynho | Brasil | 2026 | 15’); “O Segredo Sagrado” Dir. Everlane Moraes | Brasil | 2026 | 12’); “Pinguim de Doce de Leite” (Dir. Ana Vitória Miotto Tahan | Brasil | 2026 | 22’); “Pirexia” (Dir. Nico da Costa | Brasil | 2026 | 20’); “Um Filme Para Lembrar da Utopia” (Dir. Reinaldo Cardenuto | Brasil | 2026 | 20’). Competitiva Internacional - Longas - “Um Calendário Incompleto” (“An Incomplete Calendar” | Dir. Sanaz Sohrabi | Canadá, Irã, Turquia, Vanuatu, Venezuela | 2026 | 70’; “Bouchra” (Dir. Orian Barki, Meriem Bennani | Itália, Marrocos, Estados Unidos | 2025 | 831); “Cartas a Meus Pais Mortos” (“Cartas a Mis Padres Muertos” | Dir. Ignacio Aguero | Chile | 2025 | 124’); “Se Pombos Virassem Ouro” (“If Pigeons Turned to Gold” | Dir. Pepa Lubojacki | República Tcheca, Eslováquia | 2026 | 110’); “A Noite Já Está Partindo” (“La noche está marchándose ya” | Dir. Ramiro Sonzini, Ezequiel Salinas | Argentina | 2025 | 104’); “Não Me Deixe Morrer” (“Nu mă lăsa să mor” | Dir. Andrei Epure | Romênia, Bulgária, França | 2025 | 108’); “O Profeta” (Dir. Ique Langa | Moçambique, África do Sul | 2026 | 88’). Competitiva Internacional - Curtas - “Outra Terra” (“Another Earth” | Ben Russell | França | 2025 | 11’); “Má Sorte” (“Bad Luck” | Dir. Jan Eilhardt | Alemanha | 2025| 17’); “Desencaixar” (“Detach” | Danielle Kaganov | França | 2025 | 16’); “Dragão” (“Dragón” | Yashira Jordán | Bolívia, México | 2025 | 27’); “Cada Época Sonha com a Próxima” (“Every Epoch Dreams the Next” | Dir. Johannes Gierlinger | Áustria, Albânia | 2025 | 18’); “O Inimigo” (“Il nemico” | Dir. Andrej Chinappi | Itália | 2025 | 17’); “Nan Ginen” (Dir. Feguenson Hermogène | Cuba | 2025 | 22’); “Sussuros de um Perfume Ardente” (“Whispers of a Burning Scent” | Dir. Mo Harawe | Somália, Áustria, Alemanha | 2026 | 28’); Novos Olhares - “A Paixão Segundo GHB” (Dir. Gustavo Vinagre, Vinicius Couto | Brasil | 2026 | 82’); “Como Todo Mortal” (Dir. Maria Molina Peiro | Países Baixos, Espanha | 2026 | 93’); “Gato na Cabeça” (“Es domāju par kaķi” | Dir. Laila Pakalnina | Letônia | 2025 | 85’); “Joy Boy: Um Tributo a Julius Eastman” (“Joy Boy: a tribute to Julius Eastman” | Dir. Walking Backwards Collective | Bélgica, República Democrática do Congo, França | 2026 | 64’); “O Mez da Gripe” (Dir. William Biagioli | Brasil | 2026 | 85’); “Passado Futuro Contínuo” (“Past Future Continuous | Dir. Firouzeh Khosrovani, Morteza Ahmadvand | Irã, Noruega, Itália | 2025 | 76’); “Segunda Pele” (Dir. Dea Ferraz | Brasil | 2025 | 60’). Mostra Pequenos Olhares - “A Menina que Queria ser Pedra” (Dir. Jackson Abacatu | Brasil | 2026 | 9’); “Aterro Zeitgeist” ( Dir. Kapel Furman | Brasil | 2026 | 8’); “Canção de Peixes e Pássaros” (“Balada de peces y pájaros” | Dir. Anny Uribe, Juan José Arévalo | Espanha | 2025 | 7’); “Ecos do Amanhã” (Dir. Antônio Eder |Brasil | 2026 | 7’); “Kika Não Foi Convidada” (Dir. Juraci Júnior | Brasil | 2026 | 15’); “Nosso Tempero” (Dir. Alunos e alunas da Escola Municipal João Victor Lagoa Nova/RN e Equipe Animazul, Vitória/ES | Brasil | 2026 | 9’); “O Jardim Mágico” (Dir. Carlon Hardt, Naira Carneiro | Brasil | 2025 | 6’); “Theo” (Dir. Monica Palazzo, Jo Galvv | Brasil | 2026 | 15’). Mirada Paranaense Sanepar - Longa - “A Holandesinha” (Dir. João Gabriel Kowalski, Luisa Godoi | Brasil | 2026 | 90’). Mirada Paranaense Sanepar - Curtas - “Enluarada” (Dir. Pedro Nascimento | Brasil | 2026 | 10’); “Estrelas Terrestres” (Dir. Rafael Neri M. Ferreira | Brasil | 2025 | 15’); “Imunidade” (Dir. Milla Jung, Candida Monte | Brasil | 2025 | 26’); “Las Vegas, Cuba” (Dir. Felipe Eugênio Lovo | Brasil, Cuba | 2026 | 11’); “O Caçador” (Dir. Lucas Mancini | Brasil | 2025 | 20’); “Reza para Baobabs: Um Ebó de Palavras para Ayami e Zola” (Dir. Bea Gerolin | Brasil | 2026 | 4’); “Tornar-se Ciborgue no Interior” (Dir. Louisa Savignon | Brasil | 2026 | 20’); “Yvyra’ijá há Jate’í Reheguá - Os Quatro Guerreiros e o Jatei” (Dir. Coletivo Ava Guarani de Cinema | Brasil | 2025 | 9’). Mostra Exibições Especiais - “Anistia 79” (Dir. Anita Leandro | Brasil | 2026 | 105’); “Barbara Para Sempre” (“Barbara Forever” | Dir. Brydie O’Connor | Estados Unidos | 2026 | 102’); “Flora & Airto: O Som Revolucionário” (Dir. Jom Tob Azulay | Brasil | 2026 | 98’); “Futuro Futuro” (Dir. Davi Pretto | Brasil | 2025 | 86’); “Histórias de um Bom Vale” (“Histoires de la bonne vallée” | Dir. José Luis Guerin | Espanha, França | 2026 | 122’); “Rita Moreira: Crônicas, Memórias e Videotape” (Dir. Sérgio Santos Barroso | Brasil | 2026 | 70’). Olhar Clássicos Cine Passeio - “Beirute Fantasma” (“Ashbah Beyrouth” | Dir. Ghassan Salhab | Líbano, França | 1998 | 120’); “Veludo Azul” (“Blue Velvet” | Dir. David Lynch | Estados Unidos | 1986 | 120’); “Corações Desertos” (“Desert Hearts” | Dir. Donna Deitch | Estados Unidos | 1986 | 91’); “As Aventuras do Príncipe Achmed” (“Die Abenteuer des Prinzen Achmed” | Dir. Lotte Reiniger | Alemanha | 1926 | 67’); “High School” (Dir. Frederick Wiseman | Estados Unidos | 1968 | 75’); “Hollywood Studios” (Dir. Arthur Rogge | Brasil | 1930 | 46’); “Aqui e em Qualquer Lugar” (“Ici et ailleurs” | Dir. Jean-Luc Godard, Anne-Marie Miéville | França | 1976 | 53’); “Eles Não Existem” (“Lays lahum wujud” | Dir. Mustafa Abu Ali | Palestina | 1974 | 25’); “Vento Norte” (Dir. Salomão Scliar | Brasil | 1951 | 73’); “As Harmonias de Werckmeister” (“Werckmeister harmóniák” | Dir. Béla Tarr, Ágnes Hranitzky | Hungria | 2000 | 145’). O 15º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba é um projeto realizado com recursos da Lei Rouanet, patrocínio master do Terminal de Contêineres de Paranaguá e patrocínio de Peróxidos do Brasil, Mili, Itaú, Fomento Paraná e Sanepar. Apoio da Cinemateca, Teatro da Vila, Cine Passeio, Icac, Projeto Paradiso, Uninter. Apoio cultural MON. Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná. Lei Rouanet - Incentivo a projetos culturais, Ministério da Cultura - Governo Federal - União e Reconstrução.
Double-sided page featuring a sketch and text sheds new light on the baroque master and his time living in Rome More than 400 years ago, the up and coming Flemish painter Peter Paul Rubens toured the streets of Rome, notebook in hand, sketching images from Renaissance works adorning the city’s churches and palazzos. Now a rare sheet, thought to be from his Roman sketchbook, has gone on display in his home city of Antwerp, shedding new light on the baroque master. Continue reading...
Taoiseach Micheál Martin has held talks with Pope Leo XIV at the Vatican and Italian Prime Minister Giorgia Meloni at the Palazzo Chigi in Rome.