Fred Arocho claims late friend Diblo Kaberia struggled to raise KSh 120k before death
Sports commentator Fred Arocho recounted his late friend Diblo Kaberia's struggle for medical funds, revealing emotional details about his final days.
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Sports commentator Fred Arocho recounted his late friend Diblo Kaberia's struggle for medical funds, revealing emotional details about his final days.
Este municipio de poco más de 4.000 habitantes refleja dos de las principales motivaciones que explican el éxito de ‘El Tigre’: el rechazo a Petro y la herida de la violencia guerrillera
El balance de la relación con la Iglesia de los Ejecutivos de Sánchez muestra avances en neutralidad religiosa y cesiones del episcopado, pero también compromisos abandonados
Charles Gorri, oceanógrafo norte-americano achado morto em Florianópolis Reprodução/Redes Sociais O corpo do oceanógrafo americano Charles Gorri, desaparecido desde outubro do ano passado, foi encontrado em uma trilha de Florianópolis na sexta-feira (5). A informação foi confirmada pela Polícia Civil. Natural de Detroit, nos Estados Unidos, o homem de 57 anos foi visto pela última vez em 7 de outubro, quando saiu do bairro Armação em direção à Praia do Matadeiro. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Os restos mortais foram localizados na quinta-feira (4) em uma área de costão e paredões rochosos de difícil acesso, na região da praia da Lagoinha do Leste, no Sul da ilha. O encontro ocorreu por acaso, enquanto o Corpo de Bombeiros realizava o resgate de uma pessoa que havia caído no costão da mesma área. Devido à complexidade, a retirada da vítima só foi concluída na sexta-feira. Segundo os bombeiros, o cadáver estava em estado avançado de decomposição. O delegado Abel Mantovani Bovi, titular da Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas (DPPD) de Santa Catarina, informou que aguarda os laudos da Polícia Científica. Ainda não há informações sobre a causa da morte. Charles Gorri desapareceu em outubro, sendo encontrado morto nesta quinta-feira (4) Quem era Charles Gorri De acordo com familiares, Gorri era radicado no Brasil desde a infância. Educador ambiental e guia de trilhas, ele era conhecido na região sul da capital e fala português. Quando sumiu, usava jaqueta cinza impermeável, calça cinza-escuro, blusa xadrez vermelha e preta. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
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Diego Copper, influenciador de Boa Vista, acumula mais de 90 mil seguidores no Instagram Ocione Albuquerque/ Arquivo pessoal O influenciador Diego de Souza Monteiro, de 19 anos, foi alvo de ao menos sete boletins de ocorrência em que mulheres, a maioria empresárias, o acusam de dar golpes em Boa Vista. Os registros na Polícia Civil citam que ele as convencia a fornecer produtos e serviços sob a promessa de divulgação nas redes sociais, mas não cumpria o que havia sido combinado. Em nota, Diego esclareceu que sempre levou o trabalho a sério. Disse ainda que houve um momento em que não conseguiu atender todas as demandas como combinado. "Assumi um volume muito grande de compromissos profissionais e enfretei dificuldades para atender todas as demandas da forma como gostaria. No entanto, jamais tive a intenção de prejudicar qualquer pessoa", afirmou. (leia a nota na íntegra abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Uma das pessoas que afirma ter sido vítima é a biomédica Isabela Sales, dona de uma clínica de estética. Ela registrou um boletim de ocorrência contra o influenciador por estelionato e falsidade ideológica, após descobrir que ele havia fornecido dados falsos no contrato firmado entre os dois. Sobre a suspeita de falsidade ideológica, Diego informou que não reconhece esta acusação. Alegando que utiliza dados pessoas reais em relações profisisonais e comerciais. (Leia a nota na íntegra abaixo). 💸 Conforme Isabela, após conhecê-lo pelas redes sociais, Diego ofereceu o serviço de divulgação da clínica por dois meses no valor de R$ 400, pago a ele antecipadamente. "Nesses dois meses ele só foi duas vezes no meu consultório faltando apenas 10 minutos para fechar. Sempre em uma enrolação, chegava lá e não fazia nada, só ficava de conversa fiada falando da vida dele. Sempre falava que ia, pedia para eu fechar minha agenda e não atender mais [para atendê-lo], cheguei a passar um dia inteiro sem atender ninguém porque ele falava que ia [e não ia]", afirmou. Isabela disse ainda que tudo isso causava um desgaste emocional, pois além de não prestar o serviço, Diego também se aproveitou da relação de amizade para pedir R$ 530 emprestado. "Ele falava que tinha pedido uma quantia bem alta do pai e que não podia mais pedir. Também dizia que tinha um valor altíssimo no banco, mas que estava bloqueado e pedia para fazer a transferência, explicando que usava muito dinheiro em espécie", relembrou. A biomédica disse ainda que quando cobrava Diego sobre o dinheiro emprestado e o serviço de divulgação, ele se aproveitava da relação de amizade para fazer 'chantagem emocional'. "Ele dizia que ia me pagar. Quando falava mais sério, ele dizia ' poxa amiga, porque você tá falando assim comigo? eu vou me matar se você falar assim comigo'", contou. Prints da conversa da Isabela Sales com o Diego Copeer Arquivo pessoal 🚓 Cansada da situação, Isabela decidiu cancelar o contrato. À época, ela disse que viu outra empresária expor no Instagram que ele aplicava golpes na cidade. Então, foi confirmar as informações no contrato e percebeu que o endereço e o CPF informado por ele eram falsos. Isabela registrou o boletim no 1º Distrito Policial. Procurada, a Polícia Civil não esclareceu sobre investigações até o momento da publicação desta reportagem. Além de Isabela, outras seis mulheres registraram boletim de ocorrência contra o Diego Copeer. Os relatos são semelhantes e dizem que o influenciador oferecia serviços de publicidade, incluindo divulgações das roupas e a realização de "provadores" em redes sociais. Entretanto, após receber os pagamentos e usufruir dos produtos e serviços não cumpria com as obrigações combinadas. 🍸 No Instagram, Diego acumulava mais de 90 mil seguidores - atualmente a conta está desativada. No perfil, ostentava uma vida de luxo, consumindo drinks sofisticados, hotéis caros e afirmava estar sempre viajando e que conhecia pessoas influentes em Roraima. Vendeu bolsa que era emprestada Bolsa Tommy que o Diego pegou emprestada e vendeu Arquivo pessoal 👜Uma gerente de loja, de 18 anos, também acusa Diego de golpe. Em entrevista ao g1, ela, que pediu para não ser identificada, afirmou ter comprado uma bolsa do influenciador, mas depois descobriu que o item não era dele e havia sido emprestado. Em defesa, Diego afirmou que a bolsa foi "recebida em um contexto de uma parceria comercial", disse.(Leia a nota na íntegra abaixo). 💸Segundo a jovem, ela pagou R$ 350 por uma bolsa da marca Tommy. Ela relatou que só descobriu que o acessório pertencia a outra pessoa após a dona publicar uma foto nas redes sociais informando que procurava a bolsa, que havia sido pega por Diego e não tinha sido devolvida. "Quando vi a postagem, conversei com a moça e perguntei se ela queria que devolvesse a bolsa. Ela entendeu a situação e disse que eu poderia ficar, porque quem tinha que pagar era ele", disse. 👛Depois disso, a jovem conta que ele ofereceu outra bolsa, desta vez da marca francesa Chanel. Na ocasião, ele cobrou R$ 400, mas na recusa da oferta, ele diminuiu o valor para R$ 310. "Concordei, mas falei que não conseguia pagar o valor todo de uma vez. Então, toda semana ia dando valores variados até alcançar o total estabelecido", contou. Entretanto, após o pagamento completo, Diego não entregou a bolsa. Um mês depois, ele ainda não tinha entregado o produto e dava justificativas diferentes. "Ele dava sempre uma desculpa, às vezes falava que estava em Manaus, ou que estava em gravação. Inclusive, fui na casa dele uma vez para buscar a bolsa e quando cheguei lá ele atendeu o telefone e debochou de mim dizendo que não estava lá", relatou. Depois de mais de dois meses, ele entregou a bolsa, mas ao invés da Chanel, entregou uma Gucci, que a jovem suspeita ser falsificada. Diego anunciou uma bolsa Chanel, mas entregou uma Gucci Arquivo pessoal Nota de Diego Copeer Diego Copper ostentava uma vida de luxo Ocione Albuquerque/ Arquivo pessoal "Em atenção ao contato recebido, esclareço que contesto algumas das informações apresentadas e permaneço à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários. Em relação à alegação de que eu teria vendido uma bolsa que não era de minha propriedade, informo que essa informação não procede. A bolsa mencionada havia sido recebida por mim no contexto de uma parceria comercial e já havia sido divulgada em minhas redes sociais, razão pela qual eu a considerava de minha propriedade. Sobre o caso envolvendo uma bolsa anunciada como Chanel, esclareço que a compradora efetivamente recebeu uma bolsa diferente da esperada. Tenho conhecimento dessa situação e, à época, entendi que a questão havia sido resolvida entre as partes, uma vez que recebi a informação de que o assunto estava encerrado. Quanto às alegações relacionadas a estelionato e às reclamações envolvendo parcerias comerciais, esclareço que sempre levei meu trabalho muito a sério. Ao longo dos anos, construí parcerias com diversas marcas e empresas, sempre atuando de forma pública e transparente. Reconheço que, em determinado período, assumi um volume muito grande de compromissos profissionais e enfrentei dificuldades para atender todas as demandas da forma como gostaria. No entanto, jamais tive a intenção de prejudicar qualquer pessoa. Permaneço à disposição para dialogar e buscar soluções para eventuais pendências que ainda existam. Em relação à alegação de falsidade ideológica, informo que não reconheço essa acusação. Sempre utilizei meus dados pessoais reais em minhas relações profissionais e comerciais, incluindo nome completo, CPF e demais informações solicitadas pelos parceiros com quem trabalhei. Por essa razão, considero incorreta qualquer afirmação de que eu tenha utilizado identidade ou informações falsas. Além disso, gostaria de registrar que, nos últimos meses, tenho sido alvo da circulação de imagens e vídeos manipulados por inteligência artificial e outras ferramentas de edição digital. Diversos desses conteúdos não retratam a realidade dos fatos e utilizam minha imagem de forma distorcida, criando situações e representações que não correspondem à minha pessoa. Entendo que a divulgação desse tipo de material pode contribuir para a disseminação de informações equivocadas sobre minha imagem e minha trajetória profissional. Por esse motivo, peço que qualquer informação relacionada à minha pessoa seja apurada com base em fatos verificáveis e fontes confiáveis. Reitero meu respeito ao trabalho da imprensa e permaneço à disposição para prestar os esclarecimentos necessários sobre os fatos mencionados." Influenciador utilizada da amizade para conseguir vantagem sobre as vítimas; entenda como funciona esse formato de estelionato: Entenda como funciona o estelionato causado por dependência emocional Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
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The National Election Commission said Thursday that the shortage of ballot papers during Wednesday's Seoul mayoral election does not invalidate the results, saying it was not one of the grounds that would suspend or nullify the final outcome. Some voters at 14 polling stations, particularly in the southern part of Seoul — eight in Songpa-gu, two in Gangnam-gu, two in Seocho-gu, one in Gwangjin-gu and one in Dongjak-gu — reported that they were unable to vote because NEC officials had run out of
Un tribunal impone a Maikel Mesa y a otras dos personas ocho meses de prisión y multa de dos meses a razón de diez euros diarios por un delito de atentado y dos meses por otro de lesiones
O Jean-Talon é considerado um dos maiores mercados a céu aberto da América do Norte. Crédito: Kelly Jacob O Canadá oferece uma experiência de compras que vai das grifes internacionais com preços de outlet até produtos artesanais, passando por mercados a céu aberto, vinícolas premiadas e cidrarias familiares encravadas entre macieiras centenárias. A seguir, um roteiro detalhado para aproveitar ao máximo as compras por este país de dimensões continentais. Mercados públicos Antes de entrar em qualquer shopping, vale começar pelos mercados regionais, onde o Canadá mostra sua alma mais autêntica. St. Lawrence Market — Toronto, Ontário Localizado no centro histórico de Toronto, o St. Lawrence Market é um dos mercados públicos mais antigos da América do Norte. Sua história remonta a 1803. Em 2025, o complexo ganhou um reforço importante: o edifício norte (North Market), que havia sido demolido em 2015 para reforma, foi reinaugurado e voltou a abrigar o tradicional Mercado dos Agricultores, o Farmer’s Market, que ocorre desde 1803. No St. Lawrence Market se encontram queijos artesanais, pães de fermentação natural, cortes especiais de carnes, peixes frescos, mel de produção local, conservas, especiarias e produtos importados. O sanduíche mais famoso do local é o Peameal Bacon, famoso porque é típico canadense, com um corte magro de lombo de porco, curado em salmoura e envolto em farinha de milho. Fica ainda mais gostoso com mostarda. Mas não é só de sabores que vive o Saint Lawrence Market. É possível encontrar de camisetas temáticas canadenses a brincos, pulseiras, carteiras e outros itens pessoais. Há também utensílios domésticos. Visite os dois andares do mercado e una sabor às suas comprinhas preferidas. Durante o inverno, o mercado tem de tudo para o Natal, até pinheiros para as famílias levarem para casa! Marché Jean-Talon — Montreal, Quebec O Marché Jean-Talon reivindica o título de um dos maiores mercados a céu aberto da América do Norte. Inaugurado em maio de 1933, o mercado funciona o ano inteiro reunindo agricultores, açougueiros, padeiros, peixeiros e uma infinidade de produtores artesanais, inclusive alguns focados na diversidade de produtos fabricados a partir do xarope de bordo, ou Maple Syrup. De junho a outubro, nos fins de semana, as ruas ao redor do mercado são fechadas para pedestres. Lá se encontram produtos do terroir québécois, xarope de maple, cidras artesanais, geleias de frutos silvestres, ervas medicinais, até queijos franceses, massas italianas e temperos de todo o mundo. Os fins de semana de dezembro recebem um mercado natalino especial. Yonge Street Yonge Street — Toronto, Ontário Considerada uma das ruas mais longas do mundo, a Yonge Street é o eixo neural do comércio de Toronto. No trecho central, a rua concentra lojas de grandes marcas internacionais, butiques independentes, sebos, lojas de eletrônicos, souvenirs, bares, restaurantes, teatros e cafés. É o lugar ideal para quem quer combinar compras com um passeio a pé pela cidade. A Yonge Street, em Toronto, concentra lojas diversas e é considerada a principal rua de comércio da cidade. Crédito: Alamy Os Eaton Centres CF Toronto Eaton Centre — Toronto, Ontário Localizado no centro de Toronto, o CF Toronto Eaton Centre tem mais de 200 lojas. Em 2025 a Nike inaugurou uma loja de dois andares com mais de 2 mil metros quadrados, que inclui a primeira seção “Nike by You” do Canadá, onde é possível personalizar camisetas, moletons e tênis com estampas inspiradas na cultura de Toronto. No mesmo ano o Eataly, famosa rede italiana de gastronomia, abriu uma nova unidade de 2.300 metros quadrados no espaço. É lá também que fica a Apple, bem perto dos hotéis preferidos dos brasileiros e pronta para as comprinhas de eletrônicos. Centre Eaton de Montreal — Montreal, Quebec O Centre Eaton de Montreal é um dos principais centros comerciais e uma das atrações mais movimentadas do centro da cidade. O complexo surgiu nos anos 1970 no espaço conhecido como “Les Terrasses”. O atual Centre Eaton foi consolidado nos anos 1990 e hoje é considerado o maior centro comercial do centro de Montreal. O complexo funciona como shopping, polo gastronômico e acesso à cidade subterrânea de Montreal, o Réso. O local reúne mais de 125 lojas, restaurantes, cafés, serviços e áreas gastronômicas. Outlets e megamalls por todo o país Vaughan Mills — Vaughan, Ontário (Grande Toronto) A 32 quilômetros ao norte de Toronto, o Vaughan Mills é um megamall coberto com mais de 260 lojas. Marcas como Bass Pro Shops, H&M, Sport Chek, Winners e Tommy Hilfiger dividem espaço com outlets de moda, calçados e acessórios. Está ao lado do Canada's Wonderland, um parque de diversão da rede Six Flags e Cedar Fair, com a temática da Turma do Snoopy. Vale ir ao parque e às compras no mesmo dia. Toronto Premium Outlets — Halton Hills, Ontário Também próximo a Toronto, o Toronto Premium Outlets é o endereço certo para quem busca marcas de luxo com descontos. Com mais de 100 lojas, o complexo ao ar livre reúne Gucci, Prada, Coach, Burberry, Lululemon e outras grifes com descontos que podem chegar a 70% em relação ao preço de tabela. Yorkdale, Toronto O foco deste shopping é o luxo, das marcas esportivas ArcTeryx à Breitling, de relógios. É possível deixar as malas guardadas enquanto segue para as compras antes do embarque. É só agendar. Yorkville, Toronto As ruas do bairro de Yorkville em Toronto trazem marcas de luxo em um ambiente para compras a céu aberto. Não se espante em encontrar artistas de cinema e da música comprando, almoçando ou dando um passeio por lá. Prepare o bolso, nada ali é barato. O luxo reina nas lojas e no local! Premium Outlets de Montreal — Montreal, Quebec Montreal também conta com sua versão de outlet premium, que segue o modelo de espaço a céu aberto com marcas conhecidas a preços de fábrica. Localizado em Mirabel, o outlet é considerado o principal centro de compras outlet de Quebec. São mais de 80 lojas de marcas internacionais e canadenses com descontos que podem chegar a 65% durante as promoções. Entre as marcas mais conhecidas estão Nike, Adidas, Coach, Michael Kors, Tommy Hilfiger, Polo Ralph Lauren, Lacoste e Levi’s. McArthurGlen Designer Outlet Vancouver A poucos minutos do Aeroporto Internacional de Vancouver, este outlet traz um mix de lojas que atende os gostos do público brasileiro. Dica: leve o passaporte e vá ao concierge do shopping pedir seu cartão de descontos. O mix inclui Asics, Adidas, Armani, Coach, Jimmy Choo, entre outros, mas não tem eletrônicos. MEC: a meca dos esportes ao ar livre Fundada em 1971 em Vancouver como uma cooperativa de escaladores, a MEC (Mountain Equipment Company) é hoje a maior varejista de equipamentos ao ar livre do Canadá. Para praticantes de trilhas, esqui, camping, ciclismo, escalada ou esportes aquáticos, a MEC é parada obrigatória. A empresa vende roupas térmicas, botas, mochilas, barracas, equipamentos de camping, acessórios para hiking e roupas urbanas inspiradas no outdoor. A loja também é uma das principais referências para comprar artigos de neve como segunda pele, fleece, botas impermeáveis, luvas térmicas, roupas para neve e acessórios para frio extremo. Além de Toronto, a MEC possui lojas em várias cidades como Vancouver, Montreal, Calgary, Ottawa e Edmonton. A MEC é uma das principais referências do país para comprar, não apenas roupas esportivas, mas também artigos de neve. Crédito: Divulgação Souvenirs em Jasper Na cidade de Jasper, em Alberta, o comércio local concentra-se no centro histórico. Na Our Native Land, é possível encontrar joias em prata com motivos indígenas, mocassins com miçangas, esculturas em pedra-sabão, máscaras tradicionais e totens em miniatura, peças autênticas que representam a herança das nações originárias. O Jasper Tramway Gift Shop vai além dos souvenirs convencionais, com roupas de montanha, joias, obras de arte e publicações sobre a flora e fauna local. O Candy Bears’ Lair é parada certa: maçãs do amor artesanais, fudge e confeitaria de toda sorte feitas no local. A Jasper Artists Guild é uma galeria-espaço de trabalho coletivo mantido por artistas locais, onde pinturas, fotografias e artesanato celebram a paisagem das Montanhas Rochosas. Em Jasper as lojas do centro histórico vendem produtos variados, dos artesanais às roupas e itens de inverno. Crédito: Jasper Tourism Produtos locais e artesanais Maple Syrup, o ouro líquido do Canadá O maple syrup (xarope de bordo) é o souvenir mais democrático do Canadá. Quebec produz mais de 70% de todo o xarope de maple do mundo e nos mercados locais é possível encontrar todas as variações de cor e sabor, desde os mais claros e delicados (Golden e Amber) até os mais escuros e intensos (Dark e Very Dark). O produto é vendido em latas, vidros e garrafinhas temáticas em todo o país. O maple syrup, ou xarope de bordo, é um dos produtos tradicionais do Canadá e uma das principais opções de souvenir. Crédito: Freepik Cola 1642: o refrigerante artesanal de Montreal A Cola 1642 é um refrigerante artesanal premium produzido pela 1642 Sodas Inc. na região de Montérégie, próximo a Montreal. A bebida leva o ano em que Montreal foi fundada como nome e usa água mineral natural, açúcar de cana e xarope de maple como adoçante, sem corantes artificiais nem conservantes. O resultado é uma cola com sabor amadeirado e caramelado com notas de maple. É vendida em garrafinhas de vidro de 275 ml e está disponível em lojas de produtos locais, mercados e especialidades gastronômicas em todo o Quebec. Chocolates e confeitaria artesanal Em Montreal, a boulangerie-confeitaria Première Moisson, presente também no Marché Jean-Talon, é referência em chocolate e pâtisserie de influência europeia. Em Toronto, chocolateiros independentes se espalham pela Kensington Market e pelo Distillery District, produzindo tabletes com ingredientes locais como mel das Rochosas, flor de sal das Maritimes e maple em todas as formas. Nos mercados de Jasper e Banff, o fudge de maple e os chocolates temáticos com ursos e alces são os favoritos dos turistas. A confeitaria Première Moisson é referência em chocolate e pâtisserie de influência europeia. Crédito: Divulgação Temperos, conservas e produtos regionais Cada região do Canadá tem seus produtos gastronômicos de destaque. Na Colúmbia Britânica, salmão defumado e especiarias da costa pacífica. Em Ontário, queijos artesanais e geleias de frutas locais como damasco e maçã. No Quebec, o foie gras regional, os queijos de cabra, a charcutaria e as conservas de produtos da terra. Nos mercados públicos de qualquer cidade, é sempre possível encontrar artesãos e pequenos produtores com bancas repletas de molhos artesanais, vinagres de frutas, pastas de ervas locais e misturas de especiarias para churrascos e marinadas. Vinícolas e cidrarias Niagara-on-the-Lake: a região vinícola de Ontário A cidade de Niagara-on-the-Lake é o coração da produção vinícola de Ontário. É conhecida mundialmente pelo Icewine, o vinho de gelo, produzido a partir de uvas colhidas congeladas no pé, o que concentra os açúcares e resulta em um vinho doce e aromático. Entre as vinícolas mais visitadas estão a Jackson-Triggs e a Stratus Vineyards. É possível fazer passeios de bicicleta pelos vinhedos. Niagara-on-the-Lake está localizada no coração da principal região vinícola da província de Ontário. Crédito: Destination Ontario Big Apple — Colborne, Ontário Na Highway 401, entre Toronto e Kingston, a parada obrigatória para os fãs de maçã é a Big Apple, em Colborne. O complexo é marcado por uma enorme maçã de 12 metros de altura e funciona como loja, confeitaria e centro de atividades e agroturismo. Fundada em 1987, a atração vende cidras artesanais feitas com as maçãs da própria região, tortas caseiras, sucos e produtos derivados da fruta. As cidras do Quebec Quebec tem uma das mais ricas tradições de produção de cidra artesanal da América do Norte. A região de Montérégie, ao sul de Montreal, é pontilhada por pomares e cidrarias familiares que produzem desde cidras secas e espumantes até a rara cidra de gelo (cidre de glace), equivalente ao Icewine, mas feita com maçãs. Entre as produtoras mais tradicionais está a Cidrerie Michel Jodoin, em Rougemont, fundada em 1901 e conhecida pela cidra rosé feita com a variedade Geneva de polpa vermelha. A família Pedneault, na Île-aux-Coudres, ilha no Rio São Lourenço, produz cidras, geleias, queijos, pães artesanais e até sabonetes em uma propriedade de agroturismo que recebe visitantes para degustação. Em Rougemont e Mont-Saint-Grégoire, várias cidrarias oferecem roteiros de visita com colheita de maçãs no outono. O festival Soif de Cidre reúne dezenas de produtores independentes todos os anos. A relação entre Quebec e a cidra está ligada ao clima, à imigração europeia e à enorme produção de maçãs da província. Crédito: Pixabay Cafés canadenses Tim Hortons, ícone sob gestão brasileira Fundada em 1964 pelo jogador de hóquei Tim Horton, a rede está presente em todo o país servindo cafés, chás, bagels, donuts, sanduíches e os famosos Timbits — bolinhos fritos no tamanho de uma bola de golfe. Desde 2014, o Tim Hortons pertence à Restaurant Brands International (RBI), empresa formada após fusão com o Burger King e financiada pela 3G Capital, firma de investimentos brasileira-americana controlada por investidores brasileiros. A Tim Hortons é uma das maiores redes de cafeterias do país e tem brasileiros na sua gestão. Crédito: Divulgação Van Houtte e Second Cup A Van Houtte foi fundada em Montreal em 1919 e tornou-se referência em cafés de origem e blends especiais com lojas espalhadas pelo país. A marca trabalha com blends especiais, cafés de diferentes origens, torra artesanal, cafés aromatizados e linhas gourmet. A Van Houtte ficou conhecida especialmente por cafés torrados premium, cafés aromatizados de baunilha e avelã e blends franceses escuros. Já a Second Cup é uma rede canadense de cafeterias de especialidade fundada em Toronto em 1975. O nome “Second Cup” (“segunda xícara”) faz referência à ideia de que um bom café deve ser tão agradável que a pessoa queira repetir a experiência. A Second Cup foi uma das pioneiras no Canadá em popularizar o espresso, cappuccino, cafés gourmet, grãos especiais e bebidas artesanais. Está presente em todo o país, especialmente em grandes cidades como Toronto, Montreal, Ottawa, Calgary e Vancouver. Serviço Confira os roteiros: Abreutur CT Trade Tours
El astro argentino, ganador de ocho Balones de Oro y considerado uno de los mejores futbolistas de la historia, recibe el trofeo antes de encarar su último Mundial