Our Leaving Cert obsession is intimately linked to a century-old story of education
We do go at our end-of-school exam awful hard. Why are we like this?
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We do go at our end-of-school exam awful hard. Why are we like this?
Único museu de arqueologia bíblica da América do Sul reúne 3 mil relíquias em SP Réplica do piso do Templo de Jerusalém, artefatos raros e peças da cultura egípcia: o único museu de arqueologia bíblica da América do Sul reúne mais de três mil peças históricas e religiosas em Engenheiro Coelho (SP). O espaço, que teve início após a doação de uma peça da coleção pessoal de um aluno, permite que os visitantes façam uma imersão nos cenários descritos na Bíblia — saiba tudo sobre o espaço abaixo. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram De acordo com o museu, cerca de 80% do acervo é composto por itens originais, enquanto os 20% restantes são réplicas usadas para "contextualizar um pouco sobre o mundo antigo e a Bíblia". Entre os destaques expostos nas galerias estão: A representação do piso do Templo de Jerusalém da época de Jesus, que possui apenas duas unidades no mundo (esta e a original em Israel); Uma Bíblia impressa na França em 1528, escrita em latim, considerada uma das primeiras impressões da humanidade; Uma réplica do código de Hamurábi, apontado como o conjunto de leis mais antigo da história; Réplicas em tamanho real do sarcófago do faraó Tutancâmon e da múmia de Ramsés II; Uma maquete de Jerusalém que permite aos visitantes traçarem visualmente os caminhos percorridos por Cristo até o templo. Relíquias em detalhes Réplica do código de Hamurábi, apontado como o conjunto de leis mais antigo da história no museu de arqueologia bíblica em Engenheiro Coelho Reprodução/EPTV A experiência começa logo na recepção, onde o chão reproduz o piso do Templo de Jerusalém da época de Jesus. O mosaico é resultado de uma pesquisa arqueológica que uniu fragmentos de pedras e possui apenas duas representações no mundo. "Além de ser bonito esteticamente, carrega muito significado", afirmou o instrutor do museu e historiador Sérgio Micael Santos. Já na parte interna, as galerias explicam desde os materiais usados para compilar as escrituras até as culturas que cercam os relatos. Imersão geográfica FOTOS: único museu de arqueologia bíblica da América do Sul reúne 3 mil relíquias históricas e religiosas no interior de SP O museu também conta com uma maquete da cidade de Jerusalém que ilustra os tempos de Cristo. O instrutor explicou que a estrutura permite a localização de edifícios mencionados nas escrituras. "A pessoa consegue localizar e fazer até um caminho imaginário. Por exemplo, Jesus, quando visita o templo, ele muito provavelmente faz esse caminho aqui", detalhou Sérgio. A imersão se estende para a área externa, com um jardim montado para reproduzir a geografia da época. O ambiente abriga plantas citadas frequentemente nos textos sagrados, como videiras, acácias de madeira avermelhada e uma oliveira que tem quase 300 anos. Doação de aluno A história do museu começou com a coleção pessoal do arqueólogo Paulo Borch, um ex-estudante da Universidade Adventista de São Paulo (Unasp), que administra o museu. Em 1994, após realizar escavações em Israel, Jordânia e Egito, ele doou parte de seu material para a instituição como forma de agradecimento pelo tempo em que estudou no local. A primeira versão do espaço foi inaugurada em 2000, funcionando em uma sala emprestada da biblioteca da universidade, e o ambiente atual, mais amplo, foi aberto ao público em 2023. "Hoje esse acervo está disponível e as pessoas podem conhecer a história através da arqueologia", celebrou o instrutor. Serviço Todas as visitas ao museu são guiadas e os interessados podem obter informações pelo site da instituição (pelo link). Às quartas-feiras, a entrada é gratuita e não exige agendamento prévio, com ingressos disponíveis tanto na internet quanto na recepção do local. Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba.
NLCIL celebrated World Environment Day with sapling drives and climate awareness initiatives, themed “Inspired by Nature. For Climate. For Our Future”
The Department for Work and Pensions (DWP) estimates suggest that almost 200,000 households with annual incomes exceeding £100,000 are now receiving PiP
Fans from across UK descend on Shacklewell Arms for intimate gig that leaves them wanting one thing more In the Shacklewell Arms in east London, the usual crowd of hipsters and indie music fans had been replaced by a throng dressed in leopard print, double denim and cowboy hats to pay tribute to the night’s headliner: Shania Twain. “We thought we might have been scammed when we saw the ticket announcement,” said Jack, 28, who came with his sister Amy. “Why would she do a pub this small?” Continue reading...
WASHINGTON: The Council on American-Islamic Relations (CAIR), the largest Muslim civil rights and advocacy organisation in the United States, has filed a federal lawsuit against one of America’s largest public school systems, alleging that four Muslim students were unlawfully disciplined because of their religion and ethnic background. The lawsuit accuses Fairfax County Public Schools (FCPS), a school district serving nearly 180,000 students in the suburbs of Washington, DC, of discriminating against students at the prestigious Thomas Jefferson High School for Science and Technology, one of the nation’s top-ranked public schools. Filed in federal court in Alexandria, Virginia, the suit claims that school officials violated the students’ constitutional rights and federal civil rights laws by suspending them over a social media video while allowing similar conduct by other student groups to go unpunished. The case stems from a video posted in October 2025 by members of the school’s Muslim Student Association (MSA), a student organisation representing Muslim pupils. According to the complaint, the students were participating in a viral social media trend used by clubs and organisations nationwide to promote events and attract members. In the video, students ask classmates whether they intend to attend an MSA meeting. When the answer is “no”, other students jokingly appear and carry them away in what the lawsuit describes as a comedic skit. The plaintiffs argue the video contained no threats, weapons or references to any real-world conflict. CAIR contends that similar videos had been produced by other student groups, including some depicting mock violence and weapons, without disciplinary action. The organisation argues that school officials acted only after outside activists and social media commentators accused the Muslim students of glorifying Hamas and reenacting the Oct 7, 2023 attacks in Israel. According to the complaint, school officials adopted those characterisations, suspended the students, labelled their conduct antisemitic and placed disciplinary records in their files. One plaintiff was also prohibited from wearing a sweatshirt depicting the map of Palestine, the lawsuit alleges. The students are identified in court records by pseudonyms to protect their privacy. “The MSA behaved innocently and no differently than other student groups on campus,” CAIR attorney Catherine Keck said while announcing the lawsuit. “Yet Fairfax County singled them out, robbed them of academic and professional opportunities, and encouraged the community to target and harass them.” The complaint alleges that the suspensions had lasting consequences. The students claim they suffered reputational damage, lost educational opportunities, were subjected to online harassment and threats, and in some cases faced setbacks in college admissions and internship applications. CAIR’s legal team argues that the disciplinary action violated the students’ rights under the First Amendment, which protects free speech, the Fourteenth Amendment’s Equal Protection Clause, and Title VI of the Civil Rights Act of 1964, which prohibits discrimination in federally funded educational institutions. School officials have previously defended their response, saying the videos depicted mock kidnappings and violence that were inappropriate in a school setting. At the time of the controversy, FCPS said such content was especially troubling because it could be perceived as traumatic by members of the Jewish community amid ongoing tensions related to Israel’s war on Gaza. Jewish community organisations also criticised the videos when they surfaced last year, arguing that imagery resembling hostage-taking was particularly insensitive given the continued impact of the October 7 attacks and the hostage crisis that followed. The lawsuit, however, argues that the school’s actions were driven not by concerns about student safety but by stereotypes associating Muslim and Arab students with violence. “The reason FCPS and TJHSST punished these students and not other students in similar videos is because they believe that Muslims and Arabs pose a threat where others do not,” CAIR attorney Ahmad Kaki said. The school district has not yet filed a detailed response to the complaint. The case is likely to turn on whether the plaintiffs can demonstrate that similarly situated non-Muslim student groups engaged in comparable conduct but were treated differently. If the court finds evidence of selective enforcement based on religion or ethnicity, the lawsuit could become one of the most closely watched school civil-rights cases arising from post-October 7 tensions in American public schools. The complaint seeks damages, expungement of the students’ disciplinary records, declaratory relief and court orders preventing similar actions in the future.
Voters in Kosovo are heading to the polls in a snap vote called to resolve a parliamentary stalemate. The country's prolonged political crisis has further debilitated an already ailing economy.
Fernanda Silmara transformou a própria experiência em um projeto de impacto social Pedro Trindade/Inter TV Cabugi O barulho da chuva não era apenas som dentro da casa da potiguar Fernanda Silmara. Era aviso. Quando começava a chover, a família arrastava colchões, desviava baldes das goteiras e tentava proteger o pouco que tinha da água que atravessava o telhado. “Não era vergonha de ser pobre”, relembra ela, hoje com 30 anos. “Era vergonha do mofo, do cheiro forte e das goteiras. Era como se, a qualquer momento, aquela casa pudesse machucar a gente”, lembra Fernanda, que se formou em engenharia civil. Mas essa forma de se relacionar com o ambiente onde vivia mudou em 2017, quando a própria casa foi reformada. “Foi aí que comecei a entender que construção civil não é só obra. É transformação social”, diz. A partir dessa experiência, ela criou a ReforAMAR, associação sem fins lucrativos que realiza reformas em casas e espaços comunitários em situação de vulnerabilidade no Rio Grande do Norte. Desde a criação da ONG, em 2018, já foram realizadas 68 reformas em casas e instituições sociais. Dos 167 municípios do Rio Grande do Norte, cinco já receberam ação da ReforAMAR: Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Macaíba. Todos na Grande Natal, região Leste do estado. Em média, cerca de dez obras são executadas por ano, embora esse número varie conforme a captação de recursos. Em 2025, por exemplo, a organização conseguiu realizar aproximadamente 20 reformas sociais. Ainda assim, a fila cresce mais rápido do que a capacidade de atendimento. Hoje, mais de 300 famílias aguardam por uma reforma. Algumas estão cadastradas desde 2018. Entre a reforma e a dignidade Antes e depois da reforma no banheiro de Geilza França, contemplada com a ação da ONG Cedidas/ReforAmar Os relatos das famílias atendidas ajudam a traduzir o impacto das obras para além da estrutura física. Uma das reformas beneficiou uma família que não possuía banheiro dentro de casa. Havia apenas um espaço improvisado no quintal, com vaso quebrado e sem instalação adequada. “Quando entraram na casa reformada, a primeira coisa que quiseram ver foi o banheiro”, lembra Fernanda. “E aquilo mexeu muito comigo, porque para muitas pessoas banheiro é algo tão básico que nem percebem o privilégio que têm”. Essa sensação de pertencimento também aparece no relato de Geilza Lidiele França, de 33 anos e mãe de dois filhos. Ela mora há cerca de 12 anos na mesma casa com o marido, que é o único a ter renda em casa. Ele trabalha como moto entregador e fatura mensalmente cerca de um salário mínimo. “Hoje eu tenho um ambiente mais iluminado, eu tenho um ambiente mais protegido, não tem mais goteira, que era meu principal problema. Meu banheiro foi totalmente reformado e ficou a coisa mais linda do mundo”, relata. “Hoje em dia tomar banho é a maior alegria do mundo, porque (o banheiro) está tão lindo. Você fica feliz em estar dentro da sua casa”. Severina Madureira Nogueira, de 61 anos e aposentada que recebe um salário mínimo por mês, também foi beneficiada. Antes da reforma, ela morava de favor por não conseguir recuperar a própria residência, que considerava praticamente inabitável. Quando recebeu a notícia de que havia sido contemplada, espalhou a informação para toda a família. “Minha casa hoje é um palácio à vista do que estava antes. O povo passa em frente aqui em casa e diz: ‘que coisa linda!’ É muita emoção ver minha casa tão bonitinha do jeito que está”. Para a assistente social Walba Alves de Melo, os impactos também atingem a saúde emocional e as relações familiares. “São três pontos: insegurança, estresse e conflitos”, afirma. “A coabitação em espaços reduzidos, muitas vezes superlotados e sem privacidade, transforma o ambiente doméstico em um local de tensão contínua”. Segundo ela, a moradia influencia diretamente a autoestima e o sentimento de pertencimento. “A casa é mais que abrigo. Ela é extensão da identidade. Quando a moradia é indigna, a pessoa não separa a condição da casa da condição dela mesma. Discutir habitação não é apenas falar de construção civil ou infraestrutura, mas também de cuidado, cidadania, saúde, inclusão e justiça social”. Para a presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Norte (CAU-RN), Patrícia Luz, a precariedade habitacional vai além da estrutura física da moradia. “Quando uma família vive em uma casa com infiltração, mofo, goteiras ou em áreas sujeitas a desabamentos, estamos falando da violação de um direito básico”, afirma. “Moradia adequada não deve ser vista como privilégio, mas como um direito que precisa ser garantido com responsabilidade social e compromisso com a sustentabilidade ambiental”. A presidente em exercício do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Ana Adalgisa, destaca a necessidade de políticas públicas permanentes. “Um dos grandes desafios hoje do Brasil e do Rio Grande do Norte é o direito à moradia de qualidade para população”, afirma. “A gente precisa ter uma política habitacional que pense a sustentabilidade, que tenha infraestrutura básica e que seja pensada urbanisticamente”. As condições de moradia no RN Problemas estruturais em casas antes delas serem atendidas pela ONG ReforAMAR Cedidas/ReforAmar Os números ajudam a dimensionar o problema. Segundo estudo da Fundação João Pinheiro com base em dados do IBGE, o Rio Grande do Norte registrava, em 2023, déficit habitacional de 99.623 moradias, o equivalente a 7,82% dos domicílios do estado. Os indicadores mais recentes mostram que a precariedade vai além da falta de casas. Em 2025, o estado tinha 58 mil domicílios com paredes sem revestimento; 21% possuíam piso de cimento; 71,1% tinham telhado sem laje; e quase 55% não eram atendidos pela rede geral de esgotamento sanitário. Em cerca de 12% das residências, a água chegava apenas entre um e três dias por semana. Na prática, esses dados representam milhares de famílias convivendo diariamente com infiltrações, improvisos sanitários, risco de doenças e insegurança dentro do próprio lar. Precariedade habitacional no RN IA Um modelo que nasce da experiência pessoal e vira estrutura de impacto Bazar funciona em um espaço cedido por uma empresa de construção. A localização fica na Zona Sul de Natal Pedro Trindade/Inter TV Cabugi A ReforAMAR estruturou sua atuação em três frentes conectadas: reformas habitacionais, capacitação profissional e geração de receita. A proposta é criar um modelo capaz de sustentar o impacto social sem depender exclusivamente de doações. Um dos pilares é o bazar solidário, criado em 2022 em um espaço cedido por uma empresa da construção civil no bairro de Candelária, em Natal. O local comercializa móveis, eletrodomésticos, roupas e utensílios doados, arrecadando em média R$ 12 mil por mês, com pico de R$ 18 mil. A ONG também capta recursos por meio de editais, parcerias com empresas, oficinas, eventos beneficentes, rifas, vaquinhas e doações recorrentes. Além de financiar projetos, o bazar fortalece a economia circular. Em quatro anos, cerca de 22 mil itens, o equivalente a 150 toneladas de materiais, foram reaproveitados por meio de revenda social, doações ou utilização direta nas reformas. Parte dos produtos é destinada às famílias atendidas, enquanto a outra é vendida a preços acessíveis. Entre 2022 e maio de 2026, mais de 100 famílias em situação de vulnerabilidade adquiriram móveis e eletrodomésticos por valores simbólicos. Entre os itens mais recebidos estão sofás, camas, guarda-roupas, portas, janelas, geladeiras, fogões e máquinas de lavar, muitos deles reutilizados nas obras. A organização também mantém parcerias voltadas ao reaproveitamento e à logística reversa, incluindo a triagem de eletrodomésticos e eletrônicos sem condições de uso para reaproveitamento de peças e descarte adequado. Hoje, a ReforAMAR opera com um custo médio mensal de R$ 55 mil, valor que inclui reformas, equipe, logística, materiais e capacitações. Cada obra custa, em média, R$ 40 mil e pode durar até quatro meses. Os números ajudam a explicar a demanda pelo projeto. Em 2025, o custo médio do metro quadrado da construção civil no Rio Grande do Norte chegou a R$ 1.808,67, segundo o SINAPI. No mesmo ano, o salário mínimo era de R$ 1.518. Já em 2024, 70,1% da população potiguar vivia com até um salário mínimo, o equivalente a sete em cada dez pessoas, de acordo com o IBGE. “Muitas famílias falam: ‘eu jamais teria condições de reformar essa casa’”, relata Fernanda. “Porque as pessoas às vezes olham e pensam: ‘ah, mas ela trabalha’. Só que ter trabalho não significa conseguir reformar uma casa”. Um negócio de impacto social Para Mona Nóbrega, gerente de Negócios de Impacto do Sebrae RN, a ReforAMAR combina geração de receita e impacto social. “A ReforAMAR alinha geração de receita com resolução de um problema social através de reformas subsidiadas para pessoas em situação de vulnerabilidade”, explica. “Essa modelagem de múltiplas fontes de monetização permite crescimento financeiro e ampliação do impacto positivo”. Segundo ela, o bazar é peça central dessa estratégia. “A economia circular vira produto para gerar recursos suficientes para investir nas reformas”, afirma. “Objetos e móveis que seriam descartados passam a ter nova vida útil e ajudam a financiar moradia digna”. Mona destaca ainda que esses modelos ampliam o acesso a soluções para pessoas em situação de vulnerabilidade. “Pessoas em situação de vulnerabilidade muitas vezes passam a vida inteira em moradias precárias sem serem vistas como público-alvo de soluções públicas ou privadas”, afirma. “O empreendedorismo social consegue criar modelos mais acessíveis porque nasce, muitas vezes, da vivência direta desses problemas”. A trajetória da ReforAMAR reflete justamente essa realidade: um projeto de impacto criado por uma mulher que transformou a própria experiência em ação social. A história da ONG também acompanha o avanço do empreendedorismo feminino no Rio Grande do Norte. Dados do Sebrae mostram que o número de empresas com mulheres no quadro societário cresceu 78,6% nos últimos seis anos, passando de 79.658 para 142.273. Hoje, 45% das empresas potiguares têm participação feminina entre os sócios. Na construção civil, porém, elas ainda representam apenas 17,5% dos negócios, o menor percentual entre os setores econômicos do estado. Mulheres nos pequenos negócios do RN IA Capacitação, renda e expansão do modelo Entre outubro de 2025 e maio de 2026, a ReforAMAR capacitou 50 pessoas LGBTQIA+ em um curso gratuito de elétrica, hidráulica, pintura, marcenaria e empreendedorismo. A iniciativa busca ampliar oportunidades de renda em um setor com alta demanda por mão de obra qualificada. Dos participantes, três ingressaram na construção civil durante a formação. Além do ensino técnico, os alunos recebem orientação sobre formalização profissional, MEI e captação de clientes. A capacitação integra a estratégia da ONG de combinar geração de renda e impacto social, enquanto parte da arrecadação financia reformas para famílias em situação de vulnerabilidade. O fortalecimento da ReforAMAR contou com o apoio do Sebrae RN, por meio dos programas Regenera, Pré-Acelera e Acelera. “O Sebrae ajudou a gente a enxergar o bazar não apenas como um espaço de arrecadação, mas como uma estratégia de sustentabilidade financeira e economia circular”, afirma Fernanda. “Conseguimos entender melhor como transformar a capacitação profissional em uma ferramenta real de geração de renda, empregabilidade e impacto social”. Hoje, a ONG afirma ter um modelo mais estruturado de sustentabilidade, principalmente por meio do bazar, mas ainda depende de parcerias e doações para ampliar suas atividades. ReforAMAR e a missão de transformar lugar em lar ReforAMAR cumpre a missão de transformar lugar em lar Cedidas/ReforAmar A experiência da ReforAMAR mostra que o problema da moradia vai além da falta de casas e envolve também aspectos emocionais, econômicos e sociais. A iniciativa aposta no empreendedorismo social como alternativa para combinar assistência, geração de renda, economia circular e capacitação profissional. “Uma casa digna muda como a pessoa se vê e como ela acredita que merece viver”, resume Fernanda. Para muitas pessoas, uma descarga funcionando é apenas um detalhe cotidiano. Para algumas famílias atendidas pela ReforAMAR, foi a primeira vez que um banheiro deixou de ser improviso para virar dignidade. O que a ONG tenta reconstruir não é apenas paredes. É a sensação de finalmente poder chamar um lugar de “meu lar”. Serviço da ReforAMAR Endereço: Rua Aguinaldo Gurgel Júnior, 424, bairro Candelária, Natal - RN Funcionamento presencial: sexta-feira e sábado, das 9h às 15h. Funcionamento online: de terça-feira a sábado, das 9h às 15h. WhatsApp: (84) 98820-2018 Bazar ReforAmar IA
We have experiences, inherited knowledge, and approaches that escape the comprehension of the global north, and the more we hear each other’s stories, the better chances we have of surviving the climate crisis.
While many Chinese people joke that they “work like a dog” because they are anxious about dropping out of the rat race, there is a tradition in some areas that people can legitimately “lie flat” once a year to ward off bad luck. The day is called tian chuan, or the day when the sky breaks. It usually falls on the 20th day of the first lunar month, and marks the day when the sky that Nuwa mended breaks once in a year. Nuwa is a mythological figure, a mother goddess who is said to have moulded the...
Despite running a promising startup and qualifying for indefinite residency in the United Kingdom, a 33-year-old scholar with dual doctorates chose to return to his alma mater in Vietnam.
Die gestiegenen Rohstoffpreise machen Baustellenkriminalität immer lukrativer. Die Aufklärungsquote ist bemerkenswert niedrig, der Schaden geht weit über das Materielle hinaus. Aktuelle Zahlen für Europa zeigen, dass Deutschland ein Sonderfall ist.
Liquor valued at Rs 9.22 lakh was also found at the venue, and the total value of the seized materials is estimated at around Rs 85 lakh, police said.
O filão da menopausa – e, principalmente, da perimenopausa – bate na casa das centenas de bilhões de dólares em consultas, medicamentos, procedimentos, produtos e serviços, como eu havia apontado em meu livro: Menopausa – o momento de fazer as escolhas certas para o resto da sua vida. O problema é que, como em toda corrida ao ouro, não há somente gente bem-intencionada nesse mercado que explodiu nos últimos anos. É ótimo que tenha aumentado a conscientização sobre essa fase e a segurança de tratamentos como a terapia de reposição hormonal (TRH). Entretanto, à medida que um número crescente de mulheres se depara com informações enganosas nas redes sociais, especialistas alertam que algumas possam ser levadas a conclusões falsas, capazes de mascarar dificuldades reais de saúde subjacentes. Paula Briggs: “Vejo coisas absurdas no Instagram, como mulheres na faixa dos 30 anos sendo instruídas a exigir reposição hormonal se não conseguirem dormir ou se estiverem sofrendo com enxaquecas” Divulgação “Todo mundo acha que está na menopausa”, ironizou a médica Paula Briggs, membro da Sociedade Britânica de Menopausa, ao jornal The Guardian. “Estamos vendo mulheres cada vez mais jovens demandando terapia de reposição quando o que precisam é de contracepção hormonal, já que ainda estão férteis”, completou. De acordo com a entidade, mais de 80% das mulheres estarão na menopausa até os 54 anos – o que significa que não menstruam há 12 meses – com cerca de 5% atingindo tal marco antes dos 45 anos. Antes disso, vem a perimenopausa, que pode durar meses ou anos, período marcado por níveis hormonais flutuantes e sintomas com o potencial de afetar a qualidade de vida. Briggs afirmou que a desinformação em torno da perimenopausa é preocupante: “Vejo coisas absurdas no Instagram, como mulheres na faixa dos 30 anos sendo instruídas a exigir reposição hormonal se não conseguirem dormir ou se estiverem sofrendo com enxaquecas; ou sendo orientadas a buscar tratamento com testosterona, quando é indispensável avaliar se há indicação para o caso. As mulheres produzem sua própria testosterona ao longo da vida, mesmo as que não têm ovários, então a ideia de que todo mundo tem que usar testosterona é uma loucura”. Channa Jayasena, especialista em endocrinologia reprodutiva no Imperial College London, também expressou preocupação. “Acho que muitos médicos ignoram completamente o quão debilitantes podem ser os sintomas. No entanto, há o risco de algumas mulheres serem rotuladas incorretamente como estando na perimenopausa quando têm outros problemas de saúde”. Janice Rymer, professora de obstetrícia e ginecologia do King´s College London, concorda: “Se você está menstruando regularmente de forma natural, então não está na perimenopausa. Simples assim. Atualmente, existe uma percepção de que qualquer queixa entre os 40 e 60 anos se deve à perimenopausa ou à menopausa e que a TRH é imprescindível. A reposição é maravilhosa, mas não para quem não precisa dela”, resumiu. Ambos ressaltam que a desinformação pode levar mulheres ainda férteis a interromper o uso de contraceptivos, por acharem que não são mais necessários. Nos EUA, médicos também vêm fazendo alertas sobre o marketing agressivo de produtos e suplementos que anunciam grandes promessas sem evidências científicas. Quem está nessa faixa etária já deve ter percebido: loções, séruns e máscaras de LED que garantem rejuvenescer o rosto e o pescoço; suplementos alimentares que afirmam fazer de tudo, de melhorar o humor a aliviar as ondas de calor; aparelhos que prometem neutralizar os sintomas. Em entrevista à CNN, Nanette Santoro, professora de ginecologia e obstetrícia na Universidade do Colorado Anschutz, recomendou: “Antes de gastar dinheiro em produtos, é importante que as mulheres conversem com seus médicos sobre o que foi comprovado que ajuda, e o que pode ser prejudicial. Realmente vale a pena ser muito, muito, muito cética”. Adriane Fugh-Berman e Patricia Bencivenga, respectivamente diretora e gerente de projetos especiais no PharmedOut – organização ligada ao Centro Médico da Universidade de Georgetown cujo foco é investigar e expor as táticas de marketing da indústria farmacêutica – publicaram artigo na revista STAT no qual acusam o mercado de “vender a mentira de que as mulheres são governadas por seus hormônios”. Segundo as autoras, há uma expansão da medicalização da menopausa para a faixa dos 30 anos, sob o argumento de que os hormônios estão começando a ficar descontrolados e arruinarão sua saúde: cognitiva, física e mental. “Artigos recentes e conversas aparentemente intermináveis nas redes sociais atribuem à perimenopausa todos os sintomas possíveis associados ao estresse, à maternidade, ao esgotamento (burnout), à depressão e ao envelhecimento normal. Também enquadram essa perspectiva como uma questão feminista. Na verdade, é exatamente o oposto. O enquadramento da perimenopausa como uma longa e assustadora na montanha-russa física e emocional, causada por nossos hormônios instáveis, está sendo moldado por influenciadores e médicos que estão não apenas transformando a meia-idade em doença, mas, invariavelmente, vendendo algum produto ou serviço”, escreveram. Fugh-Berman e Bencivenga defendem que a maioria dos sintomas atribuídos à perimenopausa pode ser simplesmente decorrente do envelhecimento. Em 1994, pesquisadores holandeses compararam os sintomas na meia-idade entre homens e mulheres e descobriram que, exceto pelo suor excessivo, havia mais semelhanças do que diferenças entre os gêneros. Em 2018, cientistas coreanos encontraram resultados similares: tanto eles quanto elas apresentavam queixas como esquecimento, suor, diminuição do desejo sexual e aumento da circunferência da cintura na meia-idade. “Se aceitarmos a lista de 100 sintomas atribuídos à perimenopausa, e que essa fase começa em algum momento na faixa dos 30 anos e dura até a menopausa, na idade média de 52 anos, então aceitamos a ideia de que as mulheres são vítimas indefesas de hormônios erráticos durante a maior parte ou a totalidade de suas vidas adultas. A narrativa ajuda o faturamento dos fabricantes, manipuladores e distribuidores de medicamentos e suplementos, mas não é baseada em evidências. E alimenta o clichê misógino de que não se pode confiar nas mulheres por causa de seus hormônios”, enfatizam as autoras, lembrando que adotar um estilo de vida saudável, zelar pela saúde mental e cultivar uma rede de apoio de amigos e familiares são ferramentas fundamentais para o bem-estar feminino. Como enfrentar a menopausa?
Grupo que entregava bebês em caixas na BA mobiliza adotados em busca da própria origem Por quase trinta anos, um grupo de quatro mulheres em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia, ficou conhecido por uma prática que até hoje divide opiniões e levanta questionamentos: as chamadas "cegonhas da noite". Essas mulheres intermediavam a entrega de recém-nascidos a famílias interessadas em adotar. Os bebês eram deixados, muitas vezes em caixas e acompanhados de cartas, nas portas das casas escolhidas pelas integrantes da rede. Embora atuassem de forma clandestina entre as décadas de 1980 e 2000, as cegonhas ficaram conhecidas na cidade e chegaram a ser vistas com simpatia pela população. Relatos colhidos pelo g1 estimam que mais de dois mil bebês podem ter sido distribuídos pelo esquema, contudo, não há números oficiais sobre a atuação da rede. Hoje, um grupo de adotados se mobiliza na internet em busca de vestígios da própria origem. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Atuação sigilosa, porém, popular Pouco se sabia, à época, sobre quem eram as quatro mulheres conhecidas como cegonhas. As informações que circulavam indicavam que elas eram de classe média e, em alguns casos, mães que já tinham filhos adotivos. Mesmo assim, mantinham uma atuação discreta, baseada principalmente na confiança e na rede de contatos informais. A dinâmica funcionava pelo boca a boca. Pessoas interessadas em adotar não faziam contato direto com as mulheres; o pedido era feito por terceiros, como parentes ou amigos. 'Cegonhas da Noite' distribuíram milhares de bebês em Feira de Santana Arte g1 Com isso, as cegonhas organizavam uma espécie de cadastro informal de interessados — e a procura era maior que a oferta. Quando surgia uma criança, elas já sabiam para quem encaminhar após avaliar as condições da família. E apesar do nome, nem todas as entregas aconteciam à noite. Havia casos em que os recém-nascidos eram deixados durante o dia, nas portas das casas escolhidas. Parte desses bebês era entregue voluntariamente por gestantes em situação de vulnerabilidade social, que afirmavam não ter condições de criar os filhos. Porém, há pessoas que suspeitam ter sido separadas das famílias biológicas sem consentimento. Justiça barrou esquema paralelo de adoção A prática só chegou ao fim após ação de um juiz, que ameaçou de prisão quem se envolvesse com o esquema de adoção alternativo. O g1 tentou contato com o magistrado citado em relatos, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Lausanne de Oliveira, adotada por meio das 'cegonhas da noite', em frente à casa da família adotiva Maylla Nunes/g1 O processo de adoção legal à época exigia a supervisão de um juiz em todos os casos e, como as cegonhas agiam por conta própria, sem a intermediação do Estado, a ilegalidade da prática ficou evidenciada. Além disso, magistrados apontavam que deixar um bebê na porta de uma família poderia gerar constrangimento e pressão emocional. O g1 não encontrou registros de ações judiciais sobre a rede paralela. O portal procurou o Ministério Público da Bahia (MP-BA) para apurar se alguma investigação chegou a ser instaurada, mas o órgão não retornou contato até a publicação desta reportagem. O esquema também não virou caso de polícia, mas a pressão foi suficiente para que as mulheres encerrassem as atividades. Busca pela própria história A analista administrativa Lausanne de Oliveira Vicentin, de 36 anos, nasceu em 3 de setembro de 1989, em Feira de Santana, e foi uma das crianças adotadas por meio das cegonhas. Ao g1, ela contou que foi deixada, ainda recém-nascida, durante uma tarde e com uma carta em frente à casa da professora Dione Marta de Oliveira. "Fui deixada na porta da casa da minha mãe. Ela me adotou e me deu sobrenome, lar e amor. Meu processo foi todo legalizado", contou. Cegonhas da Noite: carta foi deixada junto com bebê em caixa de papelão Arquivo Pessoal Segundo Lausanne, parte da sua origem foi esclarecida anos depois, quando a mãe recebeu um relato de uma mulher chamada Ângela, já falecida e amiga da família. Antes de morrer, ela contou que a mãe biológica de Lausanne trabalhava como empregada doméstica na casa de uma enfermeira chamada Alba, onde a criança teria nascido. De acordo com essa versão, o bebê teria sido entregue ainda na casa da enfermeira e repassado a Ângela, que fez a ligação com o grupo das cegonhas até que a criança chegasse à família atual. "Foi assim que cheguei até minha mãe". Lausanne de Oliveira Vicentin, de 36 anos foi um dos bebês doados pelo grupo Cegonhas da Noite Arquivo Pessoal Lausanne ouviu ainda que a genitora já tinha outros filhos e que a entrega pode ter ocorrido em um contexto de vulnerabilidade, embora reconheça que não há como confirmar todos os detalhes. Ela também menciona a possibilidade de que a decisão tenha sido influenciada para que a genitora continuasse trabalhando. "Existem relatos de mães que entregaram, mas há histórias de filhos que teriam sido tirados delas. É algo que até hoje não tem como afirmar em todos os casos", pondera. Roupinhas utilizadas por Lausanne quando foi deixada na porta da família adotiva Arquivo Pessoal Criada em uma família de classe média, Lausanne conta que teve uma infância com afeto, apesar do impacto ao descobrir que foi adotada ainda criança, aos 8 anos, após um comentário da babá. Depois disso, a mãe dela passou a explicar a situação aos poucos. "Ela disse que eu não tinha vindo da barriga, mas do coração", lembra. A compreensão completa da história veio na adolescência — fase em que também enfrentou conflitos familiares. Hoje, segundo ela, a relação está resolvida. Mesmo assim, a curiosidade sobre a origem nunca deixou de existir. Ao longo dos anos, Lausanne buscou informações sobre a família biológica e afirma que esse desejo permanece. "Sempre quis saber de onde vim, quem são meus pais, meus irmãos". Lausanne de Oliveira, ainda criança, com os pais, irmão e primos em frente à casa da família Arquivo pessoal Busca solitária virou rede de adotados em busca da própria origem Nos últimos anos, essa busca ganhou um novo significado. Após publicar um vídeo sobre a própria história, a analista passou a ser procurada por outras pessoas que também foram adotadas por meio das cegonhas da noite. Com isso, ela criou um grupo em um aplicativo de mensagens que agora reúne 19 pessoas com trajetórias semelhantes. "Eu entendi que não estava sozinha. Hoje, a gente se apoia e tenta se ajudar a encontrar respostas". O grupo funciona como uma rede de acolhimento, onde participantes compartilham relatos, pistas e tentativas de reencontro com familiares biológicos. O g1 tentou entrevistar outros integrantes, porém, eles preferiram manter a discrição. Lausanne Vicentim compartilhou desejo de conhecer família biológica através das redes sociais Redes Sociais Para Lausanne, o tema ainda é complexo. "Nem sempre foi algo bom para todas as crianças. Tem histórias felizes, mas existem muitas dúvidas sobre o que realmente aconteceu". Atualmente, o maior sonho dela é conseguir respostas sobre o próprio passado. "Quero encontrar minha família biológica, olhar, conversar e entender a verdade". Devido à falta de documentação formal no processo, os adotados desconhecem informações básicas como o nome da mãe e o hospital onde nasceram. Todo o trabalho de investigação conduzido por eles baseia-se em relatos orais. Adoção legal ainda era pouco conhecida e fiscalização tinha falhas Embora o processo de adoção legal já existisse no Brasil entre as décadas de 1980 e 2000, especialistas apontam que a falta de informação, o acompanhamento precário e a informalidade com que muitos casos eram tratados abriram espaço para práticas clandestinas no país. Ao g1, a assistente social Maria Jacy Pereira, de 75 anos e presidente de um orfanato em Feira de Santana, afirma que naquele período muitas famílias recorriam a acordos informais por desconhecimento ou pela ausência de fiscalização mais rígida. Imagem mostra Lausanne carregando uma caixa em frente à casa onde foi deixada quando era bebê Maylla Nunes/g1 Segundo ela, era comum que crianças fossem entregues diretamente a outras famílias sem qualquer acompanhamento judicial. "As pessoas conheciam as crianças, levavam para casa para um período de convivência e depois buscavam regularizar a situação", contou. Maria Jacy destaca que, apesar de o processo legal não ser considerado difícil na época, ainda apresentava falhas. Em muitos casos, mulheres em situação de vulnerabilidade não recebiam orientação adequada sobre como proceder legalmente. "Antigamente, as pessoas não sabiam o que fazer com as crianças. Faltava acompanhamento do Estado". Ela também ressalta que a informalidade trazia insegurança tanto para as famílias adotivas quanto para os bebês. Havia situações em que crianças eram entregues sem documentação e, anos depois, familiares biológicos tentavam reverter a situação. "Um dos riscos era a família [adotiva] criar vínculo e alguém aparecer querendo levar a criança novamente", explicou. A assistente social lembra ainda que encontrou adolescentes sem qualquer registro civil após adoções irregulares. Por outro lado, Maria Jacy pondera que práticas como a das cegonhas eram vistas por parte da população como uma forma de ajuda social diante da falta de alternativas. Para muitas pessoas, essas práticas ilegais eram uma solução para evitar o abandono. Atualmente, a legislação oferece mais segurança jurídica e acompanhamento psicossocial tanto para as mães quanto para as crianças. Como destaca a profissional, hoje há protocolos definidos para entrega voluntária, acolhimento institucional e encaminhamento para adoção legal. Entrega voluntária de recém-nascidos à adoção não é crime Apesar dos questionamentos que cercaram a prática, a entrega voluntária de bebês para adoção é um direito garantido por lei no Brasil. A chamada Lei da Adoção regulamenta o procedimento, que também está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. De acordo com a legislação, a gestante pode optar pela entrega legal do bebê sem sofrer prejuízos. Mas esse procedimento deve ser feito de forma assistida, com acompanhamento do Poder Judiciário. O primeiro passo é procurar um órgão da rede de proteção, como o Conselho Tutelar, uma Unidade Básica de Saúde (UBS) onde realiza o pré-natal ou o Fórum da cidade. A lei prevê que todo o processo seja conduzido com sigilo e acolhimento, garantindo os direitos tanto da mãe quanto da criança. Por outro lado, o abandono de recém-nascidos é considerado crime. Casos em que bebês são deixados em locais públicos, sem seguir os procedimentos legais, podem resultar em responsabilização criminal. Segundo o Código Penal Brasileiro, a pena para abandono de recém-nascido pode variar de seis meses a seis anos de detenção, especialmente se houver lesão corporal ou morte do bebê. LEIA MAIS: Mães mais velhas e com menos filhos explicam queda da fecundidade na Bahia, aponta IBGE Mais de 200 crianças e adolescentes esperam por adoção na Bahia; saiba como iniciar processo Eu Te Explico #179: relógio biológico, diploma e carreira - o que está por trás da maternidade tardia Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻
Sorry Anker: JMGO now makes my favorite flagship portable projector. The N3 Ultimate is an excellent portable 4K projector that defeats moderate ambient light at severe placement angles and can rival more expensive home theater installations at night. After a few weeks of testing, I think the raw adaptability exhibited by the JMGO's N3 Ultimate […]
Pope Leo XIV joked that young Spaniards might choose Bad Bunny over him during his Madrid visit, but an estimated 500,000 gathered for a vigil.
With hill fires devastating habitats in Ireland in dry spells, we need tougher enforcement, restored peatlands and a new approach to managing our uplands, writes Pádraic Fogarty.
For three years after winning the National Award in 2011, the genial actor had stayed away from silver screen due to poor health. Yet he remained alive in public memory, thanks largely to memes that liberally drew on his image and witty dialogues, giving them a sharp satirical edge
Indonesia has always been a favourite travel destination for Malaysians and visitor numbers are expected to increase with the neighbouring country’s currency hitting a record low. Melaka Tourism Association president Madelina Quah said the low rupiah presents an advantage for Malaysians travelling and shopping in Indonesia. “This will translate to cheaper holidays, shopping for weddings and buying of raw materials for imports against exports’ competitiveness,” she said. “Younger Malaysians...