Isabella Bird's 'Unbeaten Tracks in Japan': The struggle to find a competent guide (Pt. 3)
Isabella Bird arrived in Japan in May 1878 (the 11th year of the Meiji era). After completing the necessary entry formalities, she spent some time bas
"ISABELLA" · 총 10건
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Isabella Bird arrived in Japan in May 1878 (the 11th year of the Meiji era). After completing the necessary entry formalities, she spent some time bas
Muirapinima Mirim 2026 Divulgação I Muirapinima A menos de dois meses do Festival Folclórico dos Povos Indígenas de Juruti (Festribal), a Tribo Muirapinima começou a intensificar a mobilização da torcida e os preparativos para o maior evento cultural do município. No último fim de semana, a agremiação promoveu a tradicional Feijoada Azul e Vermelha, que reuniu torcedores, sócios e simpatizantes em um momento de confraternização, cultura e apresentação de novidades para os próximos espetáculos. ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Muirapinima Mirim 2026 Divulgação I Muirapinima Durante a programação, a tribo apresentou oficialmente o tema do Muirapinima Mirim 2026: “Mitã’i: Sementes do Amanhã”. A proposta destaca a importância das novas gerações na preservação da cultura indígena e dos valores que fazem parte da identidade da nação azul e vermelha. Muirapinima Mirim 2026 Divulgação I Muirapinima Segundo a organização, o projeto busca fortalecer o envolvimento das crianças e adolescentes com as tradições culturais do povo Muirapinima, garantindo que os conhecimentos e costumes sejam transmitidos às futuras gerações. O evento também foi marcado pela apresentação dos novos Cantos Indígenas 2026, que irão compor os espetáculos da tribo nos próximos festivais. As músicas emocionaram o público e reforçaram a proposta de valorização da cultura amazônica e das raízes indígenas que caracterizam o Festribal. Agora no g1 Outro momento aguardado pelos torcedores foi a chegada oficial da nova porta-estandarte da agremiação. Isabella Albuquerque foi apresentada como a responsável por conduzir o pavilhão azul e vermelho, assumindo um dos cargos de maior representatividade dentro da tribo. A Feijoada Azul e Vermelha reforçou o clima de expectativa para o Festribal, considerado um dos principais eventos culturais do oeste do Pará. Realizado anualmente em Juruti, o festival coloca frente a frente as tribos Muirapinima e Munduruku em apresentações que misturam música, dança, lendas, rituais e elementos da cultura indígena amazônica. Além do aspecto cultural, o evento também movimenta a economia local, atraindo visitantes de diferentes municípios da região e impulsionando setores como comércio, hotelaria e alimentação. A edição deste ano do Festribal será realizada nos dias 30 e 31 de julho e 1º e 2 de agosto. Até lá, as duas agremiações devem intensificar os ensaios e eventos preparatórios, aumentando a expectativa dos torcedores para mais uma disputa na arena do festival.
From the Isabella Stewart Gardner Museum to the Louvre, these 15 art heists reveal how thieves outsmarted some of the world's most fortified institutions
Do campo ao luxo: os chalés ‘instagramáveis’ que transformou o turismo em Goiás O turismo em Goiás está passando por uma transformação impulsionada pelas redes sociais. O crescimento dos chalés de luxo "instagramáveis" revela uma mudança profunda no perfil do visitante: sai a busca por grandes festas e entra a procura por privacidade, conexão com a natureza e uma "desconexão" da rotina urbana (conheça alguns desses chalés abaixo). Em Anápolis, na Cidade de Goiás ou nas proximidades de Goiânia, esses empreendimentos apostam na estética e no conforto para conquistar um público que valoriza a experiência tanto quanto o descanso. O fenômeno é impulsionado pelas redes sociais, onde fotos de banheiras com vista para a mata e arquiteturas integradas ao Cerrado viralizam e atraem novos hóspedes. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Chalés do lago A 35 km de Goiânia, o Chalé do Lago Eco Resort oferece 12 chalés desde 2021. Localizado em Bela Vista de Goiás, o empreendimento é voltado para famílias com filhos pequenos ou casais acima de 18 anos. Segundo a consultora de vendas Pollyane Kronit, o espaço possui wi-fi, uma área externa com piscina e um lago para pesca. Do campo ao luxo: os chalés ‘instagramáveis’ que transformou o turismo em Goiás Reprodução/Instagram Chalés do lago O lugar também é uma área de reserva florestal para contemplar e caminhar, além de ter churrasqueira e cozinha com utensílios em cada chalé. Ao g1, Pollyane informou que os meses mais procurados são fevereiro no Carnaval e as férias em julho e dezembro. Os finais de semana são sempre mais procurados, por isso, a empresa sugere realizar a reserva. Nas redes sociais, o empreendimento compartilha fotos e vídeos das experiências dos clientes. O espaço é usado para aniversários e fotos de casamentos. Com mais de 100 mil seguidores, é Pollyane quem atende os clientes que chegam pelas redes sociais. A autônoma Isabella Medeiros, de 24 anos, foi pela primeira vez ao Chalé do lago em 2023, para passar a lua de mel. "Gostei demais e voltei agora pela segunda vez em 2026 para as minhas bodas de trigo", disse. O foco da hospedagem, segundo Isabella, é o tempo de qualidade ao lado do marido em busca de tranquilidade, paz e sossego. Durante a estadia de segunda a quinta-feira, pela qual pagou R$ 1.400,00, ela ressaltou a conveniência de encontrar um chalé totalmente equipado. LEIA TAMBÉM: Conheça a cachoeira de quase 100 metros com foco em trilha e atividades radicais Conheça conjunto de cachoeiras com águas azul-turquesa que fica em cidade conhecida como a ‘Buenos Aires de Goiás’ Bate e volta: conheça seis cachoeiras a menos de 2 horas de Goiânia Empreendimento Chalés do lago oferece um espaço em meio à natureza com conforto Reprodução/Instagram Chalés do lago 'Natureza de verdade' Entre os pontos altos da experiência, Isabella enfatizou a conexão com a "natureza de verdade" e o ar puro. Isabella destacou que o local consegue equilibrar momentos de privacidade absoluta com opções de áreas coletivas, sempre com o suporte de um caseiro disponível 24 horas para qualquer necessidade adicional que possa surgir. Ao g1, ela reforçou que o objetivo de se reconectar com o parceiro e se distanciar da rotina urbana foi plenamente atingido em ambas as visitas. "A experiência é surreal e vale a pena demais conhecer e também voltar", concluiu. Pousada Serra Dourada A Pousada Serra Dourada fica a 1,5 km do centro histórico de Goiás e oferece oito chalés: Pica-pau, Garça, Tucano, João de Barro, Arara, Curió, Seriema e Pássaro preto. Com 22 mil seguidores nas redes sociais, o proprietário Leonel Borges promove os chalés com vídeos e fotos, além de ter um canal no Youtube. Ao g1, ele contou que o foco da pousada é o descanso e a contemplação da fauna local. Segundo ele, a grande maioria dos clientes são casais em busca de um final de semana em contato com a natureza, romantismo e relaxamento espiritual. As datas mais procuradas são os feriados prolongados, além do aniversário da cidade e o encontro de motociclistas realizado no mês de agosto. De acordo com Leonel, por ser uma pousada ecológica e em meio à natureza, os hóspedes relatam uma sensação de felicidade. "É como estar em um retiro espiritual onde a pessoa se conecta com Deus mais facilmente", disse. Celebração de aniversário A professora e manicure Emmy Kenneth da Neiva Santos, de 39 anos, escolheu a Pousada Serra Dourada, em sua cidade natal, para uma celebração especial de aniversário. Embora já conhecesse o local, foi a primeira vez que se hospedou para passar a noite, descrevendo a vivência como uma "experiência incrível" que desperta o desejo de não ir embora. Ao g1, ela contou que o que mais a marcou foi o aconchego do chalé, a paz, os cuidados e os detalhes de estar em um ambiente agradável e totalmente familiar. Ela investiu R$ 450,00 por uma estadia de fim de semana em um chalé para três pessoas. Com bagagem de quem já morou na Irlanda e realizou diversos passeios, Emmy destacou que busca lugares que a aproximem da natureza, elemento que considera sua via de conexão com o sagrado. 'Tambaqui terapia' O local também oferece a "tambaqui terapia". Segundo Leonel, a dinâmica consiste em entrar no lago ou deck da pousada para alimentar, acariciar e interagir de perto com os tambaquis gigantes de estimação que habitam o local. A atividade de alimentar os peixes é adaptada para receber adultos e crianças. Os clientes podem alimentar os peixes e sentir a proximidade com eles na água. A Pousada Serra Dourada convida o hóspede a contemplar a natureza e participar da 'Tambaqui terapia' Reprodução/Instagram Pousada Serra Dourada Éden do Cerrado Localizado na zona rural de Anápolis, às margens da BR-414, o Éden do Cerrado surgiu em 2020 como uma resposta à necessidade de reconexão e silêncio durante a pandemia. O local não recebe crianças. Segundo o gerente Cleberson, foi uma escolha consciente já que o espaço conta com lagos naturais de profundidade considerável. O empreendimento é composto por seis chalés com nomes bíblicos: Adão, Eva, Caim, Abel, Cainã e Sete, que oferecem uma releitura do Jardim do Éden com a identidade do Cerrado goiano. As unidades são equipadas com cozinha completa, permitindo que os hóspedes levem seus próprios mantimentos e vivenciem a estadia com a liberdade de estarem em casa. Com diárias que variam de R$ 290 a R$ 890, o local funciona todos os dias do ano, integrando decoração e natureza de forma harmônica. O empreendimento oferece banho de argila branca gratuitamente. Além dos lagos naturais para banho, os visitantes podem contemplar a Capela Enoque, situada no meio de uma ilha, um espaço dedicado à espiritualidade e ao silêncio. Segundo Cleberson, a procura é maior em datas comemorativas como o Dia dos Namorados e feriados prolongados. Com 250 mil seguidores nas redes sociais, o feedback dos hóspedes costuma classificar a experiência como um "luxo simples", onde as pessoas chegam exaustas da rotina urbana e saem renovadas. Éden do Cerrado convida o hóspede a vivenciar a estadia com a liberdade de estarem em casa Reprodução/Instagram Éden do Cerrado Chalé Santo Verde O Chalé Santo Verde fica localizado a apenas 1500 metros do centro histórico de Goiás. O nome do empreendimento é uma homenagem a São Francisco de Assis, segundo Rodrigo Santana, idealizador do projeto. Ao g1, Rodrigo contou que sob o lema "hospitalidade, natureza e bem viver", o refúgio busca oferecer aos hóspedes uma experiência de imersão ambiental em um ambiente familiar, seguro e acolhedor. Em 2026, o índice de ocupação registrou um salto de 40% em comparação aos primeiros cinco meses do ano anterior. Segundo Rodrigo, esse crescimento contínuo reflete a alta demanda por destinos que priorizam a desconexão da rotina urbana sem abrir mão do conforto. Para ele, o objetivo central é proporcionar uma estadia onde o contato com o meio ambiente seja o protagonista. Chalé Santo Verde oferece experiência em meio à natureza; nome é homenagem a São Francisco de Assis Arquivo pessoal/Rodrigo Santana 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Cadela que inspirou primeira Praça Pet de Jundiaí morre após complicações da diabetes Uma cadela chamada Lilica, responsável por inspirar a criação da primeira Praça Pet de Jundiaí (SP), morreu no dia 20 de maio, aos 17 anos, após complicações causadas pela diabetes. O animal se tornou símbolo do Projeto Pracinha dos Dogs, organização que já ajudou mais de 10 mil animais por meio de resgates, castrações, adoções e acolhimentos. Ao g1, Sara Penteado, presidente e fundadora do projeto, contou que Lilica foi resgatada após sofrer maus-tratos. A morte da cadela gerou comoção nas redes sociais pela importância dela na causa animal. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp "Lilica ajudou a humanizar e dar rosto à luta contra o abandono de animais. Ela era a figura central que conectava a comunidade às ações da ONG, desde as feiras de adoção até os grandes eventos solidários, como a tradicional corrida Pet Runner", relata. Sara Penteado ao lado da cadela Lilica, que inspirou a criação do Projeto Pracinha dos Dogs em Jundiaí (SP) Arquivo Pessoal Segundo Sara, Lilica foi adotada há 16 anos no abrigo da prefeitura e, logo no primeiro ano, começou a apresentar problemas ortopédicos graves. O animal precisou passar por cirurgias e fazer sessões de fisioterapia. “Ela precisava de sessão de fisioterapia e de um espaço para poder correr. Então, eu consegui, através de muita luta, que a prefeitura olhasse para esse lado dos pets que não tinham onde passear. A Lilica precisava de um lugar para se recuperar", relembra. O Projeto Pracinha dos Dogs surgiu a partir da criação da primeira Praça Pet de Jundiaí. De acordo com a presidente, o espaço foi idealizado para ajudar na recuperação da própria Lilica e, com o passar do tempo, passou a reunir tutores, promover eventos de adoção, arrecadações de ração e ações voltadas à causa animal. Praça Pet criada a partir da história da cadela Lilica reúne ações de adoção e apoio à causa animal em Jundiaí (SP) Arquivo Pessoal “Com muito cuidado, carinho e ajuda de veterinários amigos, nós conseguimos cuidar dela até o último momento. Ela foi a precursora. Antes dela, a prefeitura nem tinha planos de ter um espaço assim”, diz. Com o crescimento da iniciativa, Sara conta que passou a ajudar famílias que enfrentavam dificuldades para manter os animais. Segundo ela, muitos casos de abandono estavam ligados à falta de condições financeiras para custear tratamentos veterinários. “Eu fui descobrindo que as pessoas não abandonam os cachorros porque não gostam dos animais. Na maioria das vezes, elas abandonam por causa de dinheiro. Quando eu vi, eu já estava ajudando muita gente que queria abandonar o cachorro porque não tinha condições financeiras de cuidar do bichinho”, afirma. Atualmente, a organização cuida de mais de 30 animais adultos e sete filhotes, além de atuar em resgates, campanhas de arrecadação de ração, apoio veterinário e adoções. Cadela Lilica, que inspirou a primeira Praça Pet de Jundiaí (SP), morre após complicações da diabetes Arquivo Pessoal “Hoje, através da Lilica, nós temos mais de 5 mil animais atendidos, entre castrações, parceria com clínica veterinária, apoio e resgate de bichos”, conta. Sara afirma que Lilica deixou um legado para a causa animal na cidade e continuará representando o trabalho desenvolvido pela ONG. Para ela, a história da cadela simboliza acolhimento, cuidado e transformação na vida de milhares de animais ajudados pelo projeto ao longo dos anos. “Todos os animais que passaram pelo projeto são filhos da Lilica. Porque, através do amor que eu consegui dar para ela, eu também consegui ajudar outras pessoas a transformarem a vida dos próprios animais”, finaliza. A pracinha está localizada na Rua Professor Sebastião Augusto de Miranda, número 210, Jardim Primavera. Cadela que inspirou a Praça Pet morre em Jundiaí (SP) Isabella Machado Lilica se tornou símbolo da causa animal em Jundiaí (SP) e ajudou a inspirar ações de adoção e acolhimento Arquivo Pessoal Projeto Pracinha dos Dogs está localizado em Jundiaí (SP) Arquivo Pessoal *Colaborou sob supervisão de Júlia Martins Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí Initial plugin text VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Restaurante de Jundiaí homenageia universo de Harry Potter Quem é Potterhead - fã de Harry Potter - sabe que coisas simples deste universo escondem aventuras e segredos. Cartas voam, paredes têm passagens secretas e até uma refeição pode proporcionar uma experiência mágica, como acontece com os feijõezinhos de todos os sabores, a cerveja amanteigada e os sapos de chocolate. Indo além das telas e páginas, a história também inspira experiências gastronômicas em restaurantes temáticos que simulam cenários e referências do mundo dos bruxos no interior de São Paulo. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Para o Dia do Orgulho Nerd, celebrado na segunda-feira (25), o g1 reuniu informações sobre dois restaurantes temáticos do universo de Harry Potter, para que desta forma, os fãs não precisem atravessar a plataforma 9 3/4 para se sentir "dentro" da narrativa. A saga completou 29 anos desde o lançamento do primeiro livro este ano e segue uma das obras mais consumidas da cultura pop, seja por meio dos livros, filmes ou videogames. Os restaurantes, localizados em Jundiaí (SP) e Sorocaba (SP) apostam em ambientes imersivos, cardápios inspirados na história, em personagens e feitiços, além de oferecer diversas atrações. LEIA TAMBÉM Dia da toalha? Escritor com tatuagens inspiradas em obra de Douglas Adams explica data que celebra o orgulho nerd Jogos offline voltam aos holofotes, reúnem amigos e viram oportunidade de empreendimento ⚡ Vassoura Quebrada 🧹 Com unidades na capital e no ABC paulista, o restaurante Vassoura Quebrada foi inaugurado em fevereiro deste ano no Maxi Shopping de Jundiaí. O proprietário da rede de restaurantes, Alexandre Martins, conta que ideia de investir no negócio surgiu em 2018, com a inauguração da primeira unidade no bairro de Perdizes, em São Paulo. Restaurante Vassoura Quebrada, de Jundiaí (SP), é inspirado na saga de filmes de Harry Potter Maxi Shopping Jundiaí/Divulgação Alexandre também é diretor de marketing do Vassoura Quebrada e é fã da saga e de todo o universo geek. Portanto, decidiu unir a paixão nerd com a ideia de empreendimento. Álan Torres, diretor-geral do Vassoura Quebrada, contou ao g1 que trabalhar com a marca é uma responsabilidade muito emocionante, afinal, sempre gostou da cultura nerd. "Eu sempre tive uma conexão muito forte com esse universo do entretenimento imersivo, onde histórias como Harry Potter, Senhor dos Anéis, filmes da Marvel sempre me inspiraram e me emocionam. (...) a filosofiia é de não só vender comida, mas também vender uma experiência dentro de um entretenimento focado em famílias, nos jovens, né? É uma visão de paixão por esse universo", disse. A proposta da unidade é integrar a culinária com o entretenimento, uma vez que o restaurante fica ao lado da Arena Sports & Food, que possui um ambiente dedicado a experiências interativas ligadas ao universo dos esportes. Restaurante Vassoura Quebrada, em Jundiaí (SP), é inspirado no universo de Harry Potter Vassoura Quebrada/Divulgação O Vassoura Quebrada é repleto de personagens como bruxos e criaturas mágicas. A decoração do restaurante é imersiva, trazendo uma releitura de produtos marcantes da literatura para o cardápio, como poções e a clássica Cerveja Espumosa, inspirada na cerveja amanteigada. Bebidas do Vassoura Quebrada são inspiradas em poções, em Jundiai (SP) Vassoura Quebrada/Divulgação Os fãs também podem se divertir ao consultar o cardápio escolher itens que possuem nomes parecidos com feitiços como o hambúrguer Porcorum e a Carta de Aceitação Comestível, que é uma sobremesa inspirada na carta que alunos novos recebem antes de ir para Hogwarts. A unidade de Jundiaí funciona de segunda a sábado, das 12h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 20h. O espaço tem capacidade para 100 lugares, além de contar com um salão de festas exclusivo, ideal para celebrações, eventos corporativos e encontros sociais diferenciados. Cardápio de restaurante temático de Harry Potter é inspirado em elementos dos filmes e livros, em Jundiaí (SP) Vassoura Quebrada/Divulgação 🧙 Câmara Oculta 🔮 A 80 km de distância, em Sorocaba, outro estabelecimento oferece mais do que apenas uma refeição aos clientes: o Câmara Oculta. A família proprietária da unidade é fã da saga decidiu proporcionar uma experiência mágica em seu restaurante, que além de temático, também tem atrações como shows de mágica e a visita do dragão Willy, mascote do restaurante que interage com o público. Um mágico e o mascote Willy são atrações do restaurante temático de Harry Potter em Sorocaba (SP) Beatriz Pereira/g1 O empreendedor Carlos Eduardo Silva Lopes contou ao g1 que tudo começou com as suas visitas aos parques de Orlando, nos Estados Unidos. Mas a maior parte da inspiração foi quando levou sua filha mais nova para conhecer um restaurante temático na capital. Na parte externa, os visitantes podem ver que há um dragão “morando” no topo do prédio. Além desta decoração, também estão estendidas bandeiras que representam as casas de Hogwarts e, logo abaixo delas, há uma bruxa voando. Restaurante temático de Sorocaba (SP), inspirado na saga Harry Potter venceu prêmio de inovação Beatriz Pereira/g1 Na entrada, o público é recebido com uma história sobre magia e recebem as comandas e uma varinha para interagir com os cenários do restaurante. Há cinco opções de ambiente para jantar: o grande salão, a sala de herbologia, o vagão de um trem, a biblioteca e o calabouço. No salão principal, o teto foi decorada com um céu de nuvens e raios, que simulam o teto mágico de Hogwarts. No salão principal do Câmara Oculta, em Sorocaba (SP), o teto foi decorada com um céu de nuvens e raios, que simulam o teto mágico de Hogwarts Câmara Oculta/Reprodução O mecanismo usado para fazer com que os itens se mexam com o uso das varinhas foi criado a partir da ajuda de profissionais de engenharia e robótica do Instituto Federal de Sorocaba, amigos de Carlos. O cardápio possui desde opções salgadas como lanches e porções a sobremesas. Segundo Carlos, o sucesso é o combo de quatro hambúrgueres coloridos que simbolizam as casas de Hogwarts: Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-lufa, que no restaurante são os elementos fogo, terra, água e o ar. Interação "mágica" é feita com tecnologia de robótica em restaurante inspirado em Harry Potter em Sorocaba (SP) Beatriz Pereira/g1 Entre os lanches, estão opções como Luminus, Salazada, Sirius, Fenix, Bella e Basilisco, todos os nomes fazem referência a algum personagem ou feitiço de Harry Potter. Também há opções vegetarianas como o Leguminoso e o lanche Herbologia. Quanto às bebidas, os destaques são aquelas servidas com gelo seco, em copos que chamam a atenção pelos formatos, como um frasco de poções e o corpo de um jacaré. Alguns drinks do restaurante temático Câmara Oculta, em Sorocaba (SP), são servidos com gelo seco Isabella Silva/Arquivo pessoal O final da experiência é marcado por uma lojinha com souveniers: alguns produtos comprados para revenda e outros feitos à mão pela esposa de Carlos, Cristiane Simões Bobato. A Câmara Oculta funciona de quinta-feira a domingo, das 17h30 às 00h. O restaurante já foi marcado por pedidos de namoro, casamento, aniversários e confraternizações e sempre costuma receber pessoas fantasiadas ou com acessórios da saga Harry Potter. Na saída do restaurante temático de Harry Potter em Sorocaba (SP), os visitante passam por uma loja de suvenires Beatriz Pereira/g1 Initial plugin text Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Isabella Stroupe, 19, was found bound to a blood-stained mattress and stabbed to death after suffering months of torture, police say.
Rosana Paulino, a filha de faxineira que se tornou artista plástica mundialmente reconhecida Raoni Maddalena / BBC News Brasil No último Dia da Consciência Negra, Rosana Paulino chegou ao Museu de Arte do Rio de Janeiro, o MAR, não apenas como uma artista visual consagrada, mas também como curadora. Era o lançamento de uma série de minidocumentários sobre 20 artistas brasileiros negros e negras que desenvolvem trabalhos "de excelência", como ela destacou ao lado do diretor Fabiano Maciel. "Isso não é uma onda passageira. São artistas muito bem formados, com produções muito fortes e bem fundamentadas e que simplesmente não eram conhecidos", ressaltou Paulino perante a plateia. "Estamos dentro de um momento histórico." Guia do empreendedor: Menos opções, mais lucros O momento prolífico vem de caminhos abertos pela própria artista. Filha de um pintor de paredes e de uma faxineira, a paulistana é referência na arte brasileira e representa o país na 61ª Bienal Internacional de Veneza, ao lado da carioca Adriana Varejão. No palco do MAR, estava à vontade no papel de decana da arte afro-brasileira. Voltar holofotes para o trabalho de outros artistas simboliza a generosidade dos seus 30 anos de carreira — e o contraste com o início de sua trajetória. "Trabalhei praticamente dez anos sozinha quando comecei", conta a artista e educadora de 59 anos à BBC News Brasil, lembrando a ausência de artistas negros na cena contemporânea em meados dos anos 1990. "Agora, a proliferação de artistas, críticos e curadores [afro-brasileiros] que temos... Esse é um panorama que eu não esperava ver em vida", comemora. "Falta muito? Falta. Mas é muito encorajador ver tantos nomes." 'Comigo Ninguém Pode', nome da exposição do Pavilhão do Brasil em Veneza, surge da obra à direita, da série Senhora das Plantas, de Paulino. À esquerda, Monocromo Maragogipinho, de Adriana Varejão Rafa Jacinto/Fundação Bienal de São Paulo Paulino vem enfileirando feitos nos últimos anos. Teve exposições individuais em cidades como Buenos Aires, Bruxelas e Nova York, onde descortinou um painel de nove metros de altura na High Line. Teve obras compradas pela Tate Modern, em Londres, e pelo MoMA (o Museu de Arte Moderna de Nova York), além de ter recebido prêmios como o Munch Award (que a destacou como "voz de liderança do feminismo negro" em sua primeiríssima edição, em 2024) e o Jane Lombard de Arte e Justiça Social (em reconhecimento por História Natural, de 2016, livro em que explora as histórias entrelaçadas da ciência e da violência racial). Em um país com mais de 55% da população negra e parda, fingir que a visualidade brasileira é só aquilo que está nos museus, seguindo os critérios europeus ou o americano, é uma "sandice", diz Paulino. "Não podemos ter um sistema de artes visuais como tínhamos, ou ainda temos. Isso é uma aberração. O Brasil é um país que não olha para si mesmo, que não se enxerga. A entrada de negros e negras no panorama do país é salutar. Temos uma visualidade muito forte, e boa parte vem das produções negras e indígenas." A instalação Tecelãs (2003) recebe os visitantes na entrada do Pavilhão do Brasil em Veneza, com pequenas esculturas feitas com faiança, terracota, algodão e fios sintéticos Rafa Jacinto / Fundação Bienal de São Paulo Comigo Ninguém Pode Ao lado de Adriana Varejão, Rosana Paulino comanda o pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza, em uma edição composta apenas de mulheres, sendo duas negras — a curadoria deste ano coube a Diane Lima, a primeira mulher negra alçada a este cargo. "É uma oportunidade de discutir a formação do país de uma maneira sofisticada, apresentando para o mundo, junto com a Varejão, um Brasil diferente, que muita gente não sabe que existe e que é fortemente marcado pela questão negra e pela relação com a natureza", diz Paulino. "Colocar essas discussões em um palco privilegiado como Veneza é realmente fantástico." O título da mostra, "Comigo Ninguém Pode", vem de uma das obras de Paulino, da série Senhora das Plantas, em que retrata mulheres com galhos, folhas e raízes em plena metamorfose com plantas de poder. Popular e com potencial tóxico, a comigo-ninguém-pode fala de "proteção, resiliência e estratégias de sobrevivência em contextos hostis", descreve Paulino. Não é a primeira vez de Paulino na Bienal de Veneza. Em 2022, ela foi convidada pela curadoria internacional para a mostra principal. "É muito simbólico que Rosana esteja no pavilhão brasileiro depois de estar na exposição principal", diz Igor Simões, que foi cocurador de sua mostra individual no Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, o Malba, em 2024. "A curiosidade estrangeira veio antes de o Brasil entender o quão gigante é a sua produção. Tê-la no pavilhão faz crer que o país esteja interessado em olhar para si mesmo, e para a matéria da qual é feito." Trabalhando com desenhos, pinturas, bordados, gravura, colagem, escultura e instalações, Paulino desenvolve obras que refletem sobre a posição da mulher negra, a ancestralidade e as marcas do colonialismo e da escravidão na sociedade brasileira. Ela desconstrói imagens e teorias racistas de pseudociências que propagavam a inferioridade do negro para justificar a escravidão. "O racismo científico foi pouco estudado, mas é fundamental para entender a desumanização e a desvalorização desse corpo, a ponto de ser totalmente descartável", afirma. "Sem isso, a gente não entende como a polícia mata do jeito que mata. A gente não entende como 117 pessoas foram mortas no Rio de Janeiro naquele massacre [nos complexos do Alemão e da Penha]. A morte do cachorro Orelha causou mais comoção do que 117 mortos enfileirados." Em Aracnes, Paulino costura retratos de mulheres negras com fios que remetem a teias de aranhas Rafa Jacinto / Fundação Bienal de São Paulo Entrelaçando artes e biologia Paulino nasceu e cresceu na Freguesia do Ó, na Zona Norte de São Paulo, à época ainda um bairro rural, onde a mãe criava galinhas e mantinha uma horta. O pai começou a vida descarregando caminhão de açúcar, até aprender o ofício de pintor de paredes. A mãe foi faxineira durante boa parte da vida e bordava para complementar a renda. "Nunca passamos fome, mas não tínhamos luxos", lembra Paulino, uma entre quatro irmãs. Ela passou uma infância de interior, brincando na rua, subindo em árvore, fazendo experimentos com cupim, coisa de quem logo cedo decidiu que iria estudar biologia, e juntou dinheiro na adolescência para assinar a revista Ciência Hoje. Ao lado do fascínio pela natureza, havia o gosto pelo que podia criar com as mãos. Com barro tirado de um braço de rio perto de casa, sua mãe modelava mesinhas e cadeiras para as bonecas das filhas, que entravam no jogo. Adoravam desenhar e brincavam com personagens que criavam no papel. "Uma coisa que poderia ser um empecilho, que era falta de dinheiro para comprar brinquedo, ela acabou transformando em um motor para criatividade", diz Paulino sobre a mãe, que até então só havia completado a terceira série, mas tinha forte intuição para educação. "Acho que o germe da escolha pela profissão de artista vem muito da minha infância." Quando a mãe descobriu um curso de desenho no Liceu de Artes e Ofícios, incentivou a filha então com 15 anos a se matricular. Chegou ao vestibular com o coração bifurcado. Passou em biologia na Unicamp e em artes visuais na Universidade de São Paulo (USP). Nunca fez o primeiro curso, mas acabou entrelaçando os dois campos, trazendo a natureza para sua obra. Paulino chegou ao doutorado na Escola de Comunicações e Artes Visuais da USP e se especializou em gravura no London Print Studio, em Londres, com uma bolsa da Capes, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. A temporada na Inglaterra foi essencial para acompanhar o que estava acontecendo e sendo debatido fora do país, em uma época em que a internet engatinhava. Na primeira semana do bacharelado na USP, em uma das primeiras aulas, ouviu do professor: "Esqueçam tudo que vocês aprenderam. Agora vocês serão artistas eruditos". "Tá, agora eu faço o quê? Tiro minha pele e largo lá na porta?", ela rememorou no Canal Curta!. "Porque não é tema, é vivência. Não é tema, é necessidade. Não é tema, é ancestralidade." A escultura Crisálida (2026) foi feita por Rosana Paulino especialmente para a Bienal de Veneza, em bronze, dando forma ao desenho de uma gravura que fez 20 anos atrás Rafa Jacinto/ Fundação Bienal de São Paulo Abre-alas da arte afro-brasileira Depois de desbravar os espaços elitizados da arte contemporânea, Paulino ajudou a puxar uma geração de artistas negras e negros, muitos amadrinhados por ela, que carinhosamente a chamam de "dinda". Alguns são retratados nos minidocumentários da série Raiz, do Canal Curta!, como o artista Dalton Paula e o curador Igor Simões. Simões ressalta seu papel de professora, orientadora e abre-alas para inserir "vozes negras no cubo branco da arte brasileira", tomando emprestado o nome do ciclo de debates que o aproximou de Paulino, uns 15 anos atrás, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul — e que acabou virando um marco em sua carreira e ensejando sua tese de doutorado. "Rosana nunca se contentou com a possibilidade de ser a única negra da sala. Ainda mais uma sala repleta de pensamentos, ideologias e imaginários brancos. Ela fez de sua trajetória uma porta aberta para que outras pessoas pudessem chegar", afirma o curador, que agora comanda uma mostra de artistas afro-brasileiros em Nova York. Paulino conta que optou por não ter filhos porque não queria renunciar à carreira. Foi então que os afilhados começaram a chegar. "Eles que me escolhem como madrinha, não sou eu que adoto", diverte-se. Ela responde como a orientadora generosa que muitos pós-graduandos sonham em ter, mostrando o caminho das pedras. "Eu digo: 'Você vai ler isso, você precisa falar com fulano e beltrano, você precisa ir para tal museu, você precisa desenvolver isso no seu trabalho'. Começo a dar uma série de referências de artistas e teóricos. Uns dizem que sou a mãe de santo das artes", conta ela, filha de Ogum com Iansã. Paulino desenvolveu Parede da Memória ainda como estudante na USP. A obra foi decisiva em sua carreira, hoje parte do acervo da Pinacoteca de São Paulo Isabella Matheus 'Não acredito em fazer dinheiro e sair do país' O reconhecimento na esfera internacional proporcionou a Paulino "muitas cantadas" para sair do país, "sobretudo de universidades americanas". No entanto, ela permanece com os pés fincados na Zona Norte paulistana, onde nasceu. Seu ateliê, uma casa de três andares com luz natural e paredes verde claro, fica em Pirituba, bairro de classe média cortado pela Linha 7 do Trem Metropolitano de São Paulo. "Não acredito em fazer dinheiro e sair do país, ou em fazer dinheiro e sumir da minha região", diz ela. Em Pirituba, ela comprou uma casa em frente ao seu ateliê. Basta atravessar uma praça, onde há sempre crianças brincando e onde sua equipe distribui cachos de bananas que crescem no quintal. Sua ideia é transformar o espaço em um centro de pesquisas para receber estudantes e jovens artistas, com uma biblioteca especializada em arte, diáspora, questões afro-brasileiras e bibliografia da América Latina, Ásia, Oriente Médio, como uma tentativa de preencher lacunas de uma formação centrada na Europa e nos Estados Unidos. "Tenho que ter uma ação comunitária além da produção de arte, senão minha vida não teria sentido", afirma. No amplo quintal da nova casa, há espaço para suas plantinhas e uma horta que quer plantar, mas ainda não teve tempo, e um horizonte livre com vista para o verde da mata e o Pico do Jaraguá. "O meu temperamento sempre foi assim, muito inquieto. Essa coisa de ficar parada, reclamando, chorando, não funciona comigo", diz Paulino. "Não que transformar o status quo seja fácil. Não é." "Mas temos que arregaçar as mangas e ir em frente", ela afirma. "Gosto de mudança. Gosto de ver o país se olhando, se reconhecendo e avançando.
From a darkly comic new novel to a gripping 1950s memoir – Katherine Rundell, Malala Yousafzai, Matt Haig and others appearing at Hay festival pick titles to tempt you Malala Yousafzai Activist I have loved going to the theatre ever since I saw my first musical (Matilda in London, when I was 15 years old) – and I love reading about it, too. In Enter Ghost by Isabella Hammad, a British-Palestinian actor travels to the West Bank to see family and finds herself pulled into a local production of Hamlet. I was moved by the rehearsal scenes: arguments over translations, personal relationships, the question of whether a performance is even possible under Israeli occupation. To me, Hammad proved that theatre is capable of carrying weight that other art forms cannot hold. Continue reading...
Dakota Johnson,Saoirse Ronan,Jessie Buckley, Josh O'Connor, Isabella Rossellini in bop ban