"HOLT" · 총 84건
필터 보기현재 지수
50.3
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 81,036건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 50.2(균형)입니다. 긍정 3,961건(4.9%)·중립 75,170건(92.8%)·부정 1,905건(2.4%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 14.6(중도 균형)입니다.
Uma equipe liderada pelo professor Takashi Tsuji afirma ter conseguido recriar, em camundongos, o ciclo completo de crescimento do cabelo Getty Images / BBC Eu me lembro perfeitamente do momento em que meu cabelo começou a cair. Estava ajoelhada sobre a banheira, lavando o cabelo em um quarto de hotel numa noite de sábado, me arrumando para a festa de 40 anos de uma amiga. Dezessete dias antes, havia feito a primeira das seis sessões de quimioterapia para tratar um câncer de mama, mas até então meu cabelo não tinha começado a cair. Convenci a mim mesma de que talvez eu fosse uma das sortudas. Mas, enquanto passava a ducha pela minha cabeça, vi a água escurecer de repente. Longas mechas de cabelo castanho começaram a se acumular diante dos meus olhos, em volta do ralo. E eu não podia fazer nada para impedir aquilo. "Ah, nossa", pensei comigo mesma, porque sinceramente não esperava que aquilo acontecesse. Durante a quimioterapia, eu usava uma touca térmica, um capacete congelante criado para ajudar a preservar o cabelo durante o tratamento. Me disseram que o método não funcionava para todas as pessoas. Pode parecer dramático, mas, para mim, perder o cabelo foi pior até do que perder uma mama em uma mastectomia. Porque, sem o meu cabelo, eu sentia que deixava de ser eu mesma. Até começar a perdê-lo, eu não fazia ideia de quanto ele fazia parte da minha identidade. Victoria: "Pode parecer dramático, mas, para mim, perder o cabelo foi pior até do que perder uma mama em uma mastectomia." Victoria Derbyshire Agora, cientistas no Japão acreditam estar mais perto de transformar a realidade da queda de cabelo para milhões de pessoas. Agora no g1 Em um estudo descrito pelos pesquisadores como um "grande avanço", uma equipe liderada pelo professor Takashi Tsuji afirma ter conseguido recriar, em camundongos, o ciclo completo de crescimento dos fios, ou seja, o cabelo consegue crescer, cair e voltar a crescer naturalmente. Cabelos transplantados já conseguem crescer, mas reproduzir folículos que se comportem como os naturais do corpo, passando repetidamente pelos ciclos de crescimento, queda e regeneração, tem se mostrado difícil. Para mulheres que convivem com a queda de cabelo — causada por tratamento contra o câncer, alopecia ou envelhecimento — avanços como esse sugerem algo antes considerado impossível: a possibilidade de reverter a queda capilar. O problema afeta milhões de pessoas no mundo. Estudos indicam que cerca de um terço das mulheres terá algum grau de queda de cabelo ao longo da vida. Então, por que o impacto emocional dessa perda ainda costuma ser subestimado? E o que a relação com o cabelo revela sobre identidade, sensação de controle e a forma como nos enxergamos? O cabelo ao longo da história Ao longo da história, o cabelo raramente era apenas cabelo. No Egito Antigo, faraós e mulheres da nobreza usavam perucas trançadas e ornamentadas como símbolo de poder. Na Idade Média, cabelos longos passaram a ser associados à feminilidade e à virtude. No século 17, na Europa, homens usavam a chamada periwig — peruca longa e volumosa de cachos artificiais — como sinal de riqueza e posição social. Já na década de 1920, mulheres com cortes chanel curto passaram a representar independência feminina e rebeldia. "O cabelo molda nossa identidade", afirma a psiquiatra Sylvia Karasu. "Ele funciona como um marcador biológico, fisiológico e social das fases da nossa vida." E, claro, costuma ser uma das primeiras características que percebemos nas outras pessoas. "Muitas vezes é uma forma de identificar gênero, raça e religião. O cabelo está tão ligado à identidade que acaba tendo um papel importante na forma como categorizamos as pessoas", diz Karasu. O cabelo também está ligado à ideia de dignidade. Ao longo da história, raspar ou retirar os fios à força foi usado repetidamente como forma de desumanização e apagamento da identidade. Nos campos de concentração nazistas, os judeus tinham a cabeça raspada e as roupas substituídas por uniformes de prisão. Após a libertação da França, em 1944, milhares de mulheres acusadas de colaborar com ocupantes alemães tiveram a cabeça raspada em público como forma de punição e humilhação. Uma das imagens mais conhecidas desse período, The Shaved Woman of Chartres (A Mulher de Chartres com a Cabeça Raspada, em tradução livre), do fotógrafo Robert Capa, mostra uma jovem mãe caminhando entre uma multidão hostil com uma suástica pintada na testa. Na fotografia de Robert Capa, uma jovem mãe com a cabeça raspada como forma de punição é conduzida por uma multidão Getty Images / BBC Se o cabelo pode carregar tanto significado social e emocional, talvez não surpreenda que cientistas passem anos tentando entender por que perdê-lo pode ser tão devastador, e se um dia isso poderá ser revertido. 'Não é uma questão de vaidade' Entrevistei mulheres sobre a relação delas com o próprio cabelo para meu podcast com a instituição Future Dreams, And Then Came Breast Cancer (E Então Veio o Câncer de Mama, em tradução livre). Repetidamente, ouvi a mesma coisa: não tinha relação com vaidade. Nicky Elkington, cabeleireira, contou que estava determinada a não perder o cabelo durante a quimioterapia. "Não é uma questão de vaidade… e acho que muita gente pensa isso, mas é a sua identidade, e eu não queria parecer uma pessoa com câncer", afirma Elkington. Para ela, a pior coisa que alguém podia dizer era: "É só cabelo, não se preocupe com isso". A enfermeira escolar e mãe de dois filhos Natasha Anderson diz que adorava experimentar penteados enquanto crescia. "Uma semana eu usava um black power enorme, na outra colocava extensões", relembra. "Não era apenas cabelo. Era minha cultura." Diante da possibilidade de perder os fios por causa da quimioterapia, ela pediu ao irmão que raspasse a sua cabeça. "Me senti libertada quando o cabelo começou a ser raspado", conta. "Eu tinha retomado o controle da situação… era mais doloroso e angustiante vê-lo simplesmente cair." Uma das partes mais difíceis do câncer é o pouco controle que se tem sobre tudo, o diagnóstico, o tratamento e os efeitos colaterais. Para algumas mulheres, escolher raspar o cabelo antes que ele caia se torna uma forma de recuperar ao menos uma sensação de controle sobre a própria vida. Raspar o cabelo antes de ele começar a cair pode ajudar algumas mulheres a sentir que têm mais controle durante o tratamento contra o câncer Getty Images / BBC O que me surpreendeu durante o tratamento foi a frequência com que a preocupação com a queda de cabelo era tratada como algo superficial. "Por que você está preocupada com o cabelo? Você está viva." É uma pergunta legítima. E, sim, tive sorte de sobreviver. Mas sobreviver a uma doença e sofrer pela perda de uma parte da própria identidade não são coisas mutuamente excludentes. Como Karasu me disse, perder o cabelo, para muitas pessoas, é um "marcador de doença". A peruca Entre 50% e 75% do meu cabelo caiu durante a quimioterapia. Foi devastador. Lembro de estar sentada em um salão especializado em perucas no bairro de Richmond, em Londres, enquanto a proprietária, Amy Holt, penteava delicadamente meu cabelo embaraçado, que caía em grandes tufos. Eu só conseguia chorar. Segundo Diane Trusson, pesquisadora médica da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, a perda de cabelo somada ao diagnóstico representa "um golpe duplo". "Você recebe a notícia de que tem câncer, começa o tratamento e então acontece essa coisa brutal, que muda a forma como as pessoas olham para você. É mais um problema para enfrentar, além da cirurgia e de tratamentos bastante difíceis." Apesar de usar uma touca térmica durante a quimioterapia, Victoria perdeu entre 50% e 75% do cabelo Victoria Derbyshire Para mim, usar uma peruca era importante. Eu poderia continuar apresentando um telejornal diário na TV. Não queria que os espectadores se distraíssem das reportagens que estávamos cobrindo por eu estar careca ou usando um lenço. A peruca parecia a melhor opção. Amy fez uma para mim com cabelo natural obtido de mulheres que o doaram ou venderam. Ver a peruca pela primeira vez foi surreal. Ela se parecia muito com o meu próprio cabelo: a cor, o corte, o comprimento. Na minha cabeça, havia incredulidade, e minhas emoções mudavam rapidamente — em um momento eu chorava; no seguinte, estava feliz porque aquilo me permitiria seguir com minha rotina diária. Por que a ciência ainda enfrenta dificuldades Mesmo assim, cientistas ainda não compreendem totalmente a biologia da queda de cabelo. Segundo Claire Higgins, professora de engenharia de tecidos do Imperial College London, no Reino Unido, estudos sobre perda capilar enfrentaram durante muitos anos dificuldades para obter financiamento e atenção, especialmente quando se trata de mulheres. "A pesquisa voltada para mulheres é definitivamente insuficiente", afirma Higgins. Higgins diz que grande parte dos estudos se concentrou na calvície masculina, em parte porque homens recorrem com mais frequência a transplantes capilares, o que facilitou o acesso de cientistas a amostras do couro cabeludo. "Homens e mulheres muitas vezes são tratados da mesma forma porque as pessoas presumem que o problema seja igual, mas eu não acho que deva ser assim", afirma Higgins. Ela cita grandes estudos genéticos sobre calvície masculina, normalmente caracterizada pelo recuo da linha capilar e afinamento no topo da cabeça, conhecidos como estudos de associação genômica ampla, que identificaram vários genes ligados à condição. Mas todos foram realizados com homens. Grande parte do que os cientistas sabem sobre queda de cabelo vem de estudos feitos com homens, afirma Claire Higgins BBC Mais recentemente, pesquisadores na Alemanha investigaram a genética da calvície feminina, que normalmente provoca perda de cabelo no topo da cabeça. Cientistas esperavam encontrar ao menos alguma sobreposição entre os genes envolvidos. "Mas isso não aconteceu", diz Higgins, do Imperial College London. Os resultados mostraram que a perda de cabelo em homens e mulheres pode ser causada por fatores diferentes (embora os cientistas ainda não saibam exatamente quais são essas causas). "Sabemos que as células são perdidas nos folículos, mas não sabemos se elas morrem ou apenas migram para outro lugar. Sabemos muito pouco sobre o mecanismo que provoca [a queda de cabelo]." Uma nova esperança para a queda capilar É por isso que o trabalho do professor Takashi Tsuji, no Japão, é considerado importante. Ele e sua equipe acreditam ter encontrado uma peça que faltava nesse quebra-cabeça. Durante muito tempo, os cientistas acreditaram que havia dois tipos principais de células responsáveis pelo crescimento do cabelo: células-tronco epiteliais, que formam o folículo capilar, e células da papila dérmica, que sinalizam quando o fio deve crescer. Essas células não conseguem produzir cabelo em laboratório. Isso só acontece quando são transplantadas para a pele e conectadas ao tecido subjacente. Mas Tsuji afirma que o estudo identificou "um novo terceiro tipo celular", chamado célula de suporte regenerativo do folículo capilar. E, de forma crucial, essa nova célula pode aproximar cientistas da possibilidade de produzir cabelo em laboratório. "Em termos simples", afirma Tsuji, "nosso estudo identificou uma [célula] que auxilia o desenvolvimento, crescimento e regeneração dos folículos capilares". Segundo ele, os resultados representam "um grande avanço" e podem mudar o tratamento da alopecia. Até agora, a pesquisa do professor Tsuji foi realizada apenas em camundongos e apresentou resultados promissores Takashi Tsuji Higgins, do Imperial College London, que não participou do estudo, concorda que os resultados são significativos. E afirma que pesquisas anteriores conseguiram criar apenas folículos capilares parciais em laboratório. "Ninguém havia conseguido produzir folículos com ciclos completos de crescimento como esses", diz Higgins. "Isso é um avanço muito importante." Em outras palavras, os folículos conseguiram crescer, perder fios e voltar a produzi-los repetidamente, da mesma forma que o cabelo natural. O estudo foi realizado apenas em camundongos, principalmente com células retiradas dos bigodes dos animais. Transformar esses resultados em tratamentos aplicáveis a humanos continua sendo um desafio, porque o crescimento do cabelo humano é muito mais complexo. Ainda assim, Tsuji demonstra otimismo. "Acreditamos que agora estamos muito mais próximos do que antes." No ano passado, vi uma publicação nas redes sociais com uma foto em close de Kate Middleton, a princesa de Gales, durante um evento. A legenda dizia apenas: "Essa é uma peruca ruim". Achei aquilo particularmente cruel e perturbador. Nenhum de nós sabe qual tratamento contra o câncer ela fez, se perdeu o cabelo ou se sequer usou uma peruca. Se alguém tivesse dito isso sobre mim durante a quimioterapia, provavelmente eu iria querer me esconder em casa. A perda de cabelo causada por uma doença não é algo que alguém escolha viver. É algo imposto, e foi isso que tornou tudo tão difícil de aceitar, pelo menos para mim. E isso importa porque cabelo nunca é apenas cabelo. Para muitas de nós, ele representa identidade, privacidade, sensação de controle e autoconfiança. É por isso que cabelo importa tanto. Reportagem adicional: Florence Freeman LEIA TAMBÉM: Água da Europa deixa o cabelo 'pior' do que no Brasil? Entenda os efeitos do calcário Queda de cabelo, calvície e alopecia: veja o que funciona e o que é mito
Two former NYPD detectives speak exclusively with Lester Holt about those frantic days after the murder of the United Healthcare CEO in broad daylight in Midtown Manhattan. They describe how they ultimately identified him in a Dateline NBC special airing tonight.
Timmy foi solta após resgate dramático via Reuters A autópsia da baleia-jubarte conhecida como "Timmy”, encontrada morta na ilha dinamarquesa de Anholt, confirmou que o animal era uma fêmea. O exame, realizado ao longo de várias horas, foi concluído na noite desta quinta-feira (04/06), mas não conseguiu determinar a causa da morte. Na manhã desta sexta-feira, os restos da baleia já haviam sido removidos da praia, segundo informações da emissora TV2, com base em dados das autoridades ambientais da Dinamarca. Agora, resta apenas o transporte final dos resíduos, previsto para ocorrer nos próximos dias. Exame não encontrou explicação para morte Equipes de especialistas iniciaram a autópsia utilizando roupas de proteção devido ao avançado estado de decomposição do animal. Inicialmente, o corpo – já com coloração alterada e inchado por gases – foi medido e analisado externamente. Agora no g1 Em seguida, os técnicos abriram o cadáver para liberar os gases e permitir a inspeção interna. Durante o procedimento, a carcaça foi cortada em partes, com órgãos expostos ao redor. Apesar da análise minuciosa, não foram identificadas lesões evidentes que expliquem a morte. Especialistas indicam que isso é comum em casos semelhantes, especialmente quando há decomposição avançada. Parasitas foram encontrados nos rins, mas não são considerados responsáveis pelo óbito. Também não havia redes de pesca ou objetos no estômago ou na boca da baleia. Pessoas se mobilizam para resgatar baleia-jubarte que ficou encalhada há 2 meses na Alemanha AFP Procedimento tem valor científico A identificação do útero confirmou que o animal era uma fêmea, o que já era suspeitado previamente. Os exames também indicaram que ela não esteve grávida recentemente. Foram coletadas amostras de órgãos como fígado e rins, que passarão por análises laboratoriais. Os resultados podem levar meses. Apesar da ausência de uma causa conclusiva, os pesquisadores destacam a importância do exame. Segundo a bióloga Charlotte Bie Thostesen, baleias-jubarte são difíceis de estudar em mar aberto, e encalhes oferecem oportunidades raras de pesquisa. Após o término da autópsia, partes da carcaça foram removidas com auxílio de equipamentos pesados e armazenadas em contêineres. A equipe deixou a ilha na manhã seguinte. Destino dos restos Os resíduos devem ser transportados e processados por empresas especializadas. Parte do material, no entanto, será preservada para fins científicos. Alguns ossos, como os das nadadeiras e estruturas pélvicas, devem integrar o acervo do Museu de História Natural de Copenhague. Baleia encalhada na Alemanha é solta após operação dramática de resgate Drama de repercussão internacional O caso da baleia Timmy ganhou repercussão internacional nas últimas semanas após uma sequência de encalhes e uma tentativa de resgate considerada incomum na Europa. A baleia havia sido vista pela primeira vez em março de 2026 na costa do Mar Báltico, na Alemanha, região fora de seu habitat natural, que normalmente é o Atlântico. Durante semanas, o animal ficou preso em águas rasas, encalhando repetidamente e apresentando sinais de fraqueza. Especialistas acreditam que ele poderia estar desorientado, doente ou seguindo cardumes para fora de sua rota habitual. Diante da comoção pública e da pressão para salvá-lo, foi organizada uma operação de resgate de grande escala, com financiamento de milionários. A baleia foi transportada em uma barcaça com água até o Mar do Norte, sendo liberada em alto-mar no início de maio, a cerca de 70 quilômetros da costa dinamarquesa. Apesar dos esforços, especialistas já alertavam que as chances de sobrevivência eram reduzidas, devido ao longo período em águas rasas e ao desgaste físico do animal. Poucos dias após a soltura, a baleia foi encontrada morta próxima à ilha de Anholt, na Dinamarca. A identidade foi confirmada posteriormente por meio de um dispositivo de rastreamento preso ao corpo. Pessoas ajudam baleia jubarte encalhada a entrar em barcaça durante resgate em águas rasas do Mar Báltico, perto da ilha de Poel, Alemanha, em 28/04/2026. NonstopNews/Schwarck via Reuters Caso gerou debate O caso gerou debate entre cientistas e autoridades sobre intervenções desse tipo. Enquanto parte da sociedade apoiou a tentativa de resgate, alguns especialistas criticaram a operação, avaliando que o animal possuía poucas chances reais de recuperação. Ainda assim, episódios como o de Timmy ajudam a chamar atenção para os riscos enfrentados por baleias em regiões impactadas pela atividade humana, incluindo mudanças climáticas, pesca intensiva e poluição sonora. Agora, com a autópsia concluída e análises laboratoriais em andamento, pesquisadores esperam que o caso contribua para ampliar o conhecimento sobre a espécie e orientar futuras decisões em situações semelhantes.
Bei seiner Rede in St. Petersburg wiederholt Kremlchef Wladimir Putin altbekannte Weisheiten. Der Krieg gegen die Ukraine kommt nur am Rande vor. mehr...
Alexander Zverev hat im Halbfinale der French Open den Tschechen Jakub Mensik geschlagen und greift in Paris zum wiederholten Male nach seinem ersten Grand-Slam-Titel.
AI as we know it has been used for everything from making full-length feature films to solving nearly impossible math problems. But today AI is also, relatively speaking, just a child. That said, AI is a child that has learned languages, how to play games, how to blackmail people, how to power robots and, in […]
Heeft Nederland inderdaad "te veel eengezinswoningen voor te weinig gezinnen", zoals woningmarktanalisten van ABN Amro vanochtend stelden? Beleidsmakers en hun adviseurs zeggen dat we sowieso goed moeten kijken wat we nog bijbouwen. En dat dat vaker iets anders moet zijn dan de eengezinswoning. Rijksbouwmeester Francesco Veenstra vindt ook dat we moeten oppassen met het bouwen van eengezinswoningen. "Meer dan 60 procent van alle woningen in Nederland is een rijtjeswoning", zegt hij. "Gezinswoningen met een voor- en achtertuin en een parkeerplaats. De vraag is, is dat in de toekomst nog houdbaar?" 'Echt heel spaarzaam' Veenstra zit in het College van Rijksbouwmeester en Rijksadviseurs, dat de overheid gevraagd en ongevraagd adviseert over dit soort zaken. Het aantal inwoners van Nederland blijft groeien. Maar een steeds groter deel van de bevolking is alleenstaand of op leeftijd. Veenstra's advies is daarom om op grootschalige woningbouwlocaties "echt heel spaarzaam" te zijn met het bijbouwen van eengezinswoningen. "Een grotere diversiteit is veel meer nodig. Woningen voor starters, jongeren, studenten. Maar ook woningen voor ouderen of in ieder geval woningen die aanpasbaar zijn." Splitsen Ook ziet de Rijksbouwmeester wel wat in het vaker splitsen van grotere eengezinswoningen. "Of woningen bouwen die in de toekomst gesplitst kunnen worden." De trend bij nieuwbouw is de laatste jaren al dat het vaker appartementen zijn. Daardoor daalt ook het gemiddelde vloeroppervlak van nieuwe woningen. Minister: heel bewust bijbouwen Woonminister Boekholt-O'Sullivan beaamt in een reactie dat we goed moeten kijken wat we bouwen. "Het is belangrijk dat we met het oog op de toekomst ons bewust zijn van wat er demografisch in Nederland gebeurt. En van wat voor soort woningen er dan horen te worden bijgebouwd." Door een wet die binnenkort moet worden aangenomen (Wet Versterking regie volkshuisvesting) moeten gemeenten goed gaan kijken wat voor een soort woningen daar nodig zijn. "Op basis daarvan zullen we gaan zien dat er meer eenpersoonshuishoudens en tweepersoonshuishoudens zijn. En dat dus bij nieuwbouwplannen heel nadrukkelijk gestuurd wordt op bouwen voor de behoefte en betaalbaarheid." Maar volgens ABN Amro worden er in zulke lokale nieuwbouwplannen nu al te veel eengezinswoningen opgenomen. Toch wil de minister de keuze in het soort woningen vooral aan gemeenten en provincies overlaten. "Ik wil voorkomen dat ik hier vanuit Den Haag ga zeggen: Gemeentes, jullie weten niet voor wie je aan het bouwen bent. Want dat is niet waar." Brabant: niet bouwen voor huishoudens van gisteren De provincie Noord-Brabant zegt hier ook al druk mee bezig te zijn. "Wie vandaag blijft bouwen voor de huishoudens van gisteren, creëert de woonproblemen van morgen", aldus een woordvoerder van de gedeputeerde voor Wonen, Wilma Dirken. Ook Brabant krijgt de komende jaren veel meer ouderen en alleenstaanden, is de verwachting. "Een groot deel van de woningbouwopgave hangt direct samen met de vergrijzing. Voor Brabant gaat het om duizenden extra nultredenwoningen, geclusterde ouderenwoningen en zorggeschikte woningen." Samen met gemeenten stuurt de provincie daarom erop aan dat vooral dit soort woningen erbij komen. Sloterdijk Als goede voorbeeld noemt Rijksbouwmeester Veenstra het gebied rond station Sloterdijk in Amsterdam. Dat stond vroeger vol met kantoren en andere bedrijfspanden en er woonde bijna niemand. "Een aantal jaar geleden is bedacht om heel veel woningen, vooral woontorens, toe te voegen. Er is mobiliteit, een station met verbinding naar het centrum van Amsterdam en andere delen van Nederland. Nu benutten we deze ruimte beter en brengen we veel meer functies in dit gebied samen." Hij plaatst dat tegenover de rijtjeshuizen, waarvoor veel meer ruimte nodig is. "En die ruimte is wel beperkt in Nederland. De kunst is om met de schaarste aan ruimte eigenlijk veel meer mensen een goede woning te geven."
Obduktion des Buckelwals auf dänischer Insel Anholt ist abgeschlossen
Die SPD ist nicht zu links geworden. Eine Replik auf die Analyse des Wirtschaftshistorikers Carl-Ludwig Holtfrerich
Bij de sectie van bultrug Timmy is het niet gelukt om een doodsoorzaak vast te stellen. Wel zijn onderzoekers achter het geslacht van het dier gekomen: Timmy blijkt een vrouwtje te zijn. Het dier spoelde drie weken geleden aan op het strand van het Deense vakantie-eiland Anholt. Daar is het kadaver onderzocht door een team van onder andere dierenartsen en biologen. De onderzoekers bekeken de buitenkant de bultrug, sneden het lichaam in stukken en namen monsters van weefsel en verschillende organen, zoals nieren en lever. Het is niet gelukt om een doodsoorzaak vast te stellen, omdat het lichaam in vergevorderde staat van ontbinding was. De onderzoekers hebben geen verwondingen gezien, maar dat kan ook komen doordat het kadaver al deels ontbonden was. Er zijn wel parasieten bij de bultrug aangetroffen, maar die zijn volgens de onderzoekers niet de oorzaak van Timmy's dood. Waardevol onderzoek Hoewel we dus niet veel meer te weten zijn gekomen over de doodsoorzaak, was het onderzoek zeker niet voor niets. Walvissen zijn moeilijk te bestuderen in hun natuurlijke leefomgeving in zee. "Als we hier in Denemarken gestrande walvissen vinden, gebruiken we die om inzichten te verwerven over de in het wild levende dieren", zegt een van de onderzoekers, Charlotte Bie Thøstesen. Wat nu zeker is, is dat Timmy een vrouwelijke bultrug was. De onderzoekers ontdekten bij de autopsie haar baarmoeder. Duidelijk is dat ze de afgelopen maanden niet zwanger was. Botten bewaard Vanochtend zijn de laatste resten van Timmy van het strand van Anholt verwijderd. Die gaan naar een bedrijf dat onder andere gespecialiseerd is in het verwerken van dierlijke overschotten. Zij zullen niet alles weggooien. Enkele botten, zoals de vinbotten en bekkenbotten, worden bewaard in het Natuurhistorisch Museum in Kopenhagen. Het dier kreeg wereldwijde aandacht toen het eind maart kwam vast te zitten op een zandbank bij Duitsland. Een rijke donor zorgde ervoor dat Timmy gered kon worden. Ze werd vrijgelaten in de Noordzee. Kort daarop spoelde ze dood weer aan bij de Deense kust.
Der KI-Markt für Juristen wird enger: Open AI steigt mit einem eigenen Legal-Produkt ein und holt dafür den Mitgründer von Ironclad.
Der Walkadaver auf der dänischen Insel Anholt ist am Donnerstag obduziert worden. Ein Ergebnis: Es handelt sich um ein weibliches Tier.
Check out which two youngsters have the best betting odds and likelihood of reaching the seats tonight, making their home run bets the most alluring on the MLB slate.
Der ukrainische Präsident Selenskyj hat Russlands Präsident in einem Brief zu direkten Friedensverhandlungen aufgefordert. Die Mehrheit der Russen sei bereit für Frieden. Putin wiederholte indes seine Bedingungen für Gespräche.
»Guck mal Papa, das Blut«: Auf der dänischen Insel Anholt wird der Buckelwal obduziert, der Deutschland monatelang beschäftigte. Was sagen die Forscher, die das Tier zerlegen?
Olivia Holt stars in this movie about five angsty teens who hole up in their high school so they can bicker during a zombie apocalypse.
Spielende Kinder, Omas auf Sitzkissen, Männer mit Bier: Die Obduktion des gestrandeten Buckelwals ist für die Dänen nichts Besonderes. Sie wundert das große Interesse der Deutschen, sagt SPIEGEL-Reporter Jonathan Stock.