How Israel’s permanent state of war and ‘super-Sparta’ vision are weighing on the country
JERUSALEM, June 7 — The enormous costs of Israel’s multi-front war and Prime Minister Benjamin Netanyahu&rsq...
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JERUSALEM, June 7 — The enormous costs of Israel’s multi-front war and Prime Minister Benjamin Netanyahu&rsq...
Des enfants de petite section de l'école Popincourt, dans le 11e arrondissement de Paris, ont participé à la même expérience que la Française à bord de l'ISS, pour comprendre les effets de la lumière sur la croissance des plantes.
Ein Uni-Mitarbeiter vermietet eine WG an Studentinnen und filmt sie über Jahre beim Duschen oder auf der Toilette. Hier berichten drei Betroffene über den Mann und die quälende Frage: Was hat die versteckte Kamera aufgenommen?
Casal do DF constrói motorhome para viajar pelo Brasil O endereço da família de Felipe Chaves, de 34 anos, muda com frequência. Às vezes, a vista da janela é uma praia. Em outras ocasiões, uma serra ou uma estrada. 🏖️🏞️🛣️🚐 Há três anos, ele e a esposa Isabel Barcelos, de 32 anos, trocaram a casa fixa em Brasília por um motorhome construído pelas próprias mãos e passaram a viver viajando. No ano passado, o casal aventureiro ganhou uma nova companheira: a filha Ana Catarina, agora com 1 ano. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp Casal do DF constrói motorhome com as próprias mãos e cria filha viajando pela estrada Arquivo pessoal Juntos, eles já visitaram 10 estados do Brasil. Depois das viagens nacionais, o objetivo é ir ainda mais longe e explorar toda a América do Sul. Para Felipe, a palavra que resume essa experiência é: "única". "A gente pode tentar fazer essa viagem de novo, outro dia, várias vezes, mas essa experiência que a gente está tendo vai ser única e a gente não vai viver isso nunca mais do jeito que a gente está vivendo hoje. Esse cuidado com a Ana Catarina na idade que ela está, na idade que a gente está também, todas as nuances da viagem. Está sendo único e inesquecível para a gente." Veja abaixo os detalhes da história e da rotina da família de Felipe e Isabel, que são compartilhados no perfil deles nas redes sociais, o "Agora Vai Trip". Como tudo começou? 🤔 Família do DF mostra desafios de morar num motorhome Felipe conta que o sonho de viver viajando era de Isabel. Os dois são empresários, e o desejo dela era poder trabalhar de qualquer lugar. Ela tentou o convencer várias vezes e, embora Felipe se considere uma pessoa mais "enraizada" — nas palavras dele, em dado momento ele decidiu ceder aos apelos da esposa. "Um dia, a gente sentado no sofá assistindo outros viajantes também, eu falei: 'Ah, vamos ter essa vida aí? Acho que é legal, vamos viver isso'. E aí a gente tomou essa decisão em 2023, e desde então fizemos tudo para que essa vida acontecesse", diz. O motorhome foi então construído do zero, a quatro mãos e com muito carinho. "A gente comprou o carro, era um furgão, não tinha nada dentro. Construção, marcenaria, elétrica, hidráulica, manutenção, tudo foi a gente que fez", conta Felipe. Casal do DF vive em motorhome com a filha Arquivo pessoal Quais são os maiores desafios? 🤔 Felipe diz que, dentre os principais desafios, um deles envolve conseguir os suprimentos para o motorhome. "Para a água, gente tem que parar em postos de combustível, em algum lugar para pedir para encher a caixa que usamos para o banho e para a louça. Nossa energia é, principalmente, solar. Então, em dias nublados a gente não consegue", conta. Felipe e Isabel trabalham de forma remota. Além disso, precisam conciliar a paternidade e a maternidade com os "perrengues" da viagem. "A gente fala que desistir não não é uma opção, a gente segue a vida do jeito que dá e entre tantos trancos, barrancos, perrengues, a gente vai fazendo do jeito que dá", diz. Como é a rotina da família? 🤔 Casal do DF mostra como é rotina vivendo em motorhome De segunda a sexta-feira, Felipe e Isabel param para trabalhar. Nos fins de semana, eles aproveitam para "turistar" na cidade em que estão. "Temos uma regrinha de não dormir mais de dois ou três dias no mesmo lugar. Então, se a gente chega num lugar e dorme nesse lugar, a gente fica dois ou três dias ali no máximo. Nem que a gente vá para a rua do lado", diz Felipe. Além de atividades de uma rotina comum, como cozinhar e tomar banho, a família de Felipe também tem a oportunidade de conhecer lugares e pessoas diferentes. "A gente sempre usa um aplicativo para pegar lugares que são bem avaliados, lugares que as pessoas já passaram, já falaram que não tem problema. A gente dá um giro na região em que a gente para, conversa com as pessoas próximas, tenta fazer uma amizade." Houve resistência por parte de familiares e amigos? 🤔 Casal do DF vive em motorhome com a filha e o cachorro "Tivemos muito apoio e temos até hoje. Óbvio que muitos não entendem, principalmente depois que a gente voltou da primeira viagem e as pessoas perguntavam: 'E aí, vocês vão continuar viajando agora que a Ana Catarina nasceu?'. Mas eles apoiam a gente, e sabemos que eles estão junto com a gente desde o início", diz Felipe. No entanto, para eles, foi difícil abrir mão do convívio com os familiates e ficar longe, principalmente, dos sobrinhos. "A gente sente muita falta deles e sente falta de ver o crescimento deles também", contam. O que vocês têm aprendido um com o outro nessa aventura? 🤔 "Bom, a gente já está junto há 12 anos, então é bastante tempo. Quando a gente casou em 2019, logo depois veio a pandemia e ficamos em casa 100% do tempo. Então, já conhecemos muito bem a rotina um do outro, a diferença é que a gente agora está em um espaço bem menor, não dá pra eu ir dormir no sofá, por exemplo, quando a gente briga", diz Felipe, com bom humor. "Mas a gente aprendeu principalmente a ser pai e ser mãe em uma realidade diferente. A rotina de uma casa fixa é totalmente diferente de uma casa sobre rodas. Acho que o principal é a gente aprender essa dinâmica." LEIA TAMBÉM: DIVIRTA-SE: feriado de Corpus Christi no DF tem Geraldo Azevedo, Gilsons, jazz, samba e festival de café IPS BRASIL 2026: DF lidera ranking nacional de qualidade de vida e Brasília é 2ª melhor capital do país Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Empório em São Paulo vende bebidas alcoólicas e alimentos Crédito: Soulpics photography Aprovado no âmbito da reforma tributária sobre o consumo, o imposto seletivo, conhecido como imposto do pecado, começa em 2027 e tem o objetivo de encarecer produtos ou atividades que causam danos à saúde ou ao meio ambiente. A lista inclui bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros. O novo imposto também vai incidir sobre alguns veículos, conforme o nível de poluição, sobre a extração de bens minerais, e sobre loterias, apostas e jogos de fantasy sports. Ao g1, o Ministério da Fazenda reafirmou o "interesse na implementação do Imposto Seletivo para o ano que vem, principalmente pelo seu efeito regulatório de reduzir o consumo de produtos danosos à saúde e ao meio ambiente". Para começar a valer efetivamente, o Congresso Nacional precisa aprovar a regulamentação do imposto, mas a proposta do governo federal ainda não foi enviada. O Executivo diz que isso será feito até o fim deste ano. ➡️Levantamento da Fiocruz, citado pelo Ministério da Saúde, diz que, em 2019, o consumo de álcool custou R$ 18,8 bilhões, dos quais R$ 1,1 bilhão relativo a custos federais diretos com hospitalizações e procedimentos ambulatoriais no SUS, e R$ 17,7 bilhões à perda de produtividade pela mortalidade prematura, licenças e aposentadorias precoces decorrentes de doenças associadas ao consumo de álcool, perda de dias de trabalho por internação hospitalar e licença médica previdenciária. ➡️No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, as doenças relacionadas ao tabagismo geram um custo indireto de R$ 86,3 bilhões por ano, o que resulta em um gasto total anual de R$ 153,5 bilhões para o governo, o equivalente a 1,6% do PIB. "Em contrapartida, a arrecadação de tributos federais na venda de cigarros é de apenas R$ 8 bilhões por ano, o que evidencia desequilíbrio entre os gastos com a saúde e a arrecadação gerada pela comercialização do produto", diz. ➡️Considerando as bebidas ultraprocessadas, como refrigerantes, isotônicos e refrescos, o governo estimou, em estudo para embasar o uso do imposto seletivo, que os custos contabilizados para o Sistema Único de Saúde (SUS) com o tratamento de doenças associadas ao consumo desses produtos são estimados em quase R$ 3 bilhões ao ano. Comerciantes do Alto Tietê explicam como 'imposto do pecado' podem impactar nas vendas Valor do imposto a ser cobrado ➡️O valor do imposto a ser cobrado de cada produto ainda não está definido. Na regulamentação, que terá de ser feita até o fim deste ano, para valer a partir de 2027, a área econômica irá propor, e o Legislativo definirá, quais serão as alíquotas. "O projeto está em desenvolvimento interno em nível técnico de governo e depende de ajustes e definições finais, antes de sua divulgação. Apenas após a definição das alíquotas será possível estimar os eventuais impactos econômicos", comunicou o Ministério da Fazenda. ➡️Produtores nacionais dizem que as bebidas alcoólicas, por exemplo, já têm taxação alta no Brasil, com carga tributária variando de 40% a mais de 80% do preço do produto, e avaliam que um eventual aumento dos impostos cobrados pressionará as margens de lucro, podendo gerar repasses aos preços, demissões e estímulo ao mercado ilegal (veja mais abaixo). Como vai funcionar? Pela sistemática da reforma tributária, o imposto seletivo será um tributo extra, ou seja, além da CBS e do IBS (impostos do governo federal, estados e municípios sobre o consumo). Ao contrário desses impostos, será vedado qualquer aproveitamento de crédito do imposto do pecado nas etapas anteriores ou posteriores da cadeia. De acordo com o texto aprovado da reforma tributária, o imposto sobre o pecado substituirá o atual Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), que permanecerá, a partir de 2027, apenas para itens da Zona Franca de Manaus (ZFM) produzidos em outras regiões do país. "Embora restrito a poucos bens e serviços, o imposto seletivo é um complemento à regulamentação da Reforma Tributária, tendo em vista que uma significativa quantidade de produtos terá suas alíquotas de IPI zeradas em 2027", informou o Ministério da Fazenda. O imposto seletivo incidirá sobre os seguintes produtos: bebidas alcoólicas; cigarros e produtos fumígenos; bebidas açucaradas (refrigerantes e similares); veículos (conforme o nível de poluição), embarcações e aeronaves; extração de bens minerais, como minério de ferro, petróleo e gás natural; loterias, apostas e jogos de fantasy sports. ➡️Para bebidas alcoólicas de acordo com regra aprovada na reforma tributária, o imposto será uma combinação de: Uma alíquota específica: valor fixo, em reais (R$), de acordo com a graduação alcoólica, ou seja, bebidas com maior teor alcoólico terão imposto mais alto. Uma alíquota ad valorem: percentual sobre o valor do produto, de acordo com o tipo de bebida. O que dizem representantes dos setores Jones Valduga, o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), afirmou que o setor vê com "grande preocupação" a determinação da alíquota que incidirá sobre os vinhos. Ele lembra que o setor emprega mais de 90 mil pessoas diretamente, está presente em 17 estados e recebe três milhões de turistas por ano no enoturismo. "A determinação da alíquota está nas mãos do Congresso Nacional, e o setor dispõe de subsídios técnicos qualificados para contribuir com esse debate. Nossa posição é clara: uma alíquota equilibrada protege a arrecadação, combate o mercado ilegal e preserva um patrimônio econômico, cultural e social que o Brasil levou mais de 150 anos para construir", avaliou o executivo da Uvibra. Segundo Eduardo Cidade, presidente Associação Brasileira de Bebidas Destiladas (ABBD), como as alíquotas do imposto seletivo ainda não foram definidas pelo governo, isso torna qualquer projeção de impacto no setor prematura. Ele observou que o peso dos tributos sobre destilados, atualmente, já supera o das cervejas no Brasil. "O que a ABBD defende não é aumento de carga sobre nenhuma categoria — é a correção de uma assimetria. Um modelo que tribute a molécula de álcool [somente a quantidade em cada garrafa], não o rótulo [tipo de cada bebida] Com uma alíquota única por litro de álcool puro e uma alíquota única sobre o preço, a conta é proporcional: quem tem mais álcool paga mais, quem custa mais paga mais. Sem privilégios de categoria", diz Eduardo Cidade. Márcio Maciel, presidente-executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), informou que estimativas do setor apontam para uma carga tributária atual de 56% sobre a cerveja, ou seja, a proporção de impostos no preço final, e que um possível aumento poderá ocasionar em alta de preços ao consumidor. "A questão de preço é algo muito específico das empresas. Se aumenta imposto, se reflete no mercado. A margem da cerveja é menor do que vinhos e destilados, a cerveja é muito competitiva. Qualquer aumento de imposto é algo que aperta muito, até porque a inflação da cerveja está acima do IPCA [inflação oficial] nos últimos anos", disse Márcio Maciel, do Sindicerv. Carlos Lima, presidente da diretoria executiva do Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC), informou que o peso dos impostos já é alto no produto, respondendo por mais de 80% do seu preço final. Por isso, o executivo avalia que o setor não teria como repassar potenciais aumentos de imposto aos preços. O setor engloba mais de 600 mil empregos diretos e indiretos. "Qualquer aumento nessa tributação, a gente vai começar a sentir os efeitos negativos, como uma grande migração para o mercado informal, o fechamento de fabricas e a demissão de funcionários. A tributação do setor da cachaça hoje está muito acima do que consegue segurar. Não é uma questão do momento do imposto seletivo. Qualquer movimento do governo tributar mais, arrecada menos e mercado ilegal cresce", declarou Carlos Lima, do IBRAC. Em posicionamento formal, Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir) informou que o setor contempla mais de dois milhões de empregos diretos e indiretos. A entidade diz não concordar com o imposto seletivo para bebidas açucaradas, que, em sua visão, "traz uma série de inconsistências quanto ao seu objetivo". "O argumento do aumento da obesidade pelas bebidas açucaradas também não se sustenta, conforme dados do próprio Ministério da Saúde, que apontam crescimento exponencial do índice no Brasil e queda pela metade na frequência de consumo", diz a Abir, em nota. Já a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) avaliou, por meio de nota, que a eventual definição de alíquota excessiva para cigarros no imposto do pecado poderá gerar perda perda de competitividade da produção nacional frente ao mercado ilegal "criando um ambiente favorável à expansão de organizações criminosas". Em posicionamento na internet, o presidente da Abifumo, Edimilson Alves, disse que o cigarro oriundo do contrabando é uma das principais fontes de financiamento de facções criminosas envolvidas com o tráfico de drogas e armas, justamente por oferecer alto lucro e baixo risco de prisão. Segundo a associação, o tabaco já figura entre os segmentos mais tributados do país. Governos Federal, estaduais e municipais publicam regras para implementação da reforma tributária
Homem trans recorre à Justiça após SUS negar testosterona usada em hormonioterapia no DF Arquivo Pessoal Um homem trans de 19 anos precisou recorrer à Justiça para conseguir acesso à testosterona indicada para a hormonioterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal. Segundo a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), Pedro Rafael Anselmo era acompanhado pela rede pública desde os 16 anos e tinha prescrição médica para realizar a hormonioterapia como parte do processo de afirmação de gênero. O pedido administrativo para fornecimento do medicamento, no entanto, foi negado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Embora a hormonioterapia integre a política pública de saúde voltada à população trans, o medicamento solicitado – o cipionato de testosterona, conhecido comercialmente como Deposteron –, não estava padronizado para essa finalidade específica na rede pública. Ao g1, Pedro contou que procurou a Justiça após enfrentar dificuldades para custear o tratamento. "Além do valor do medicamento subir a cada mês, eu também tinha que arcar com exames frequentes para acompanhar a saúde e as mudanças que foram acontecendo", afirma. A Defensoria Pública ajuizou ação e obteve decisão favorável para que o Distrito Federal forneça o medicamento pelo período inicial de um ano. A decisão foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e já transitou em julgado, ou seja, é definitiva. G1 Explica: transição de gênero A sentença também determinou o início do fornecimento em até 20 dias – o prazo vence no próximo dia 20. A Justiça também encaminhou o caso às autoridades competentes para análise da possível incorporação do medicamento ao SUS. Direito de Pedro e de outros pacientes Para a Defensoria Pública, o caso vai além de uma situação individual. "A decisão judicial é importante para garantir o direito daquele paciente, mas também chama atenção para a necessidade de aperfeiçoar a política pública, para que outras pessoas não precisem judicializar o acesso a um cuidado que deveria estar disponível de forma regular, segura e digna", disse o defensor público João Carneiro Aires, responsável pelo caso. Pedro afirma que, até o momento, ainda não recebeu o medicamento pela rede pública. Em nota, a Secretaria de Saúde afirmou que já acatou a decisão judicial e que a compra do remédio encontra-se em fase final de aquisição. A pasta afirmou ainda que "a secretaria iniciou o processo de padronização desse medicamento [cipionato de testosterona], bem como de outros insumos relacionados ao protocolo de hormonização para pessoas trans adultas no DF". Medicamento à base de cipionato de testosterona foi o alvo da ação judicial movida por homem trans no Distrito Federal. Arquivo pessoal O que foi negado? O medicamento solicitado foi o cipionato de testosterona 200 mg (Deposteron), prescrito pela endocrinologista e ginecologista que acompanhava Pedro no Adolescentro. A testosterona é utilizada na chamada hormonioterapia masculinizante, tratamento que promove mudanças físicas alinhadas à identidade de gênero de homens trans. Na lei que trata do processo transexualizador, o tratamento hormonal consiste no uso da terapia medicamentosa com testosterona ou estrógeno, disponibilizado mensalmente. De acordo com a Defensoria Pública, a negativa não ocorreu porque o medicamento fosse inexistente na rede pública, mas porque ele não estava formalmente padronizado para uso em tratamentos relacionados à incongruência de gênero. Gastos com o tratamento Segundo Pedro, os gastos chegaram a aproximadamente R$ 1,5 mil apenas com hormônios e cerca de R$ 2 mil com exames necessários para monitorar o tratamento. "O dia a dia era mais estressante porque, pelo tempo sem tratamento, as características físicas femininas começaram a voltar. Isso foi realmente ruim para o meu psicológico", relata. De acordo com ele, a interrupção também prejudicou os resultados do tratamento. "O tratamento acabou tendo uma pausa que prejudicou a minha produção [hormonal]. Hoje, estou tendo dificuldade para alcançar os mesmos níveis hormonais que eu tinha antes desse um ano sem o medicamento." Ministério da Saúde muda classificação de gênero para procedimentos no SUS Como funciona o acesso à hormonioterapia pelo SUS? O Processo Transexualizador do SUS foi criado em 2008 e ampliado em 2013. Entre os serviços previstos na modalidade ambulatorial estão o acompanhamento clínico e a hormonioterapia para pessoas em processo de transição de gênero. O acesso começa, em geral, pela Unidade Básica de Saúde, que faz o encaminhamento para ambulatórios especializados. No Distrito Federal, Pedro foi acompanhado inicialmente pelo Adolescentro e, após atingir a maioridade, passou a ser atendido pelo Ambulatório de Assistência Especializada às Pessoas Travestis e Transexuais do Distrito Federal. O que diz a Secretaria de Saúde? "A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) informa que o medicamento cipionato de testosterona não integra atualmente a lista de medicamentos padronizados da rede pública de saúde do Distrito Federal. No entanto, a Secretaria iniciou o processo de padronização desse medicamento, bem como de outros insumos relacionados ao protocolo de hormonização para pessoas trans adultas no DF. O referido protocolo já passou por consulta pública e encontra-se em fase final de elaboração. Após sua publicação e a conclusão do processo de padronização, serão realizados os procedimentos necessários para aquisição e abastecimento dos medicamentos, possibilitando o atendimento da população elegível acompanhada pelos serviços de referência, conforme os critérios estabelecidos no protocolo. Em relação ao caso citado, a SES-DF informa que a demanda judicial foi recebida e adotadas as providências para seu atendimento. A aquisição encontra-se em processo de finalização. A SES-DF esclarece ainda que, atualmente, não há pacientes realizando hormonioterapia na rede pública do Distrito Federal, uma vez que o protocolo específico para esse atendimento ainda está em fase de finalização." O que diz o Ministério da Saúde? "No âmbito do Processo Transexualizador, o SUS oferece procedimentos como cirurgias de redesignação sexual, mastectomia, histerectomia e intervenções complementares. Atualmente, não há demanda em análise na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) para avaliação da incorporação do cipionato de testosterona para o Processo Transexualizador. Entretanto, estados e municípios podem ofertar a hormonoterapia em suas redes de saúde, de acordo com a organização local da assistência e a disponibilidade dos medicamentos. No ano passado, o SUS realizou 395 procedimentos hospitalares relacionados ao Processo Transexualizador em todo o país, seis vezes mais que em 2022." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Turismo 60+: por que viagens estão cada vez mais frequentes A aposentadoria tem mudado a rotina e o destino de muita gente. Cada vez mais brasileiros acima dos 60 anos estão usando o tempo livre para viajar com frequência, planejar melhor os roteiros e escolher datas mais baratas. Com mais flexibilidade, esse público na "melhor idade" consegue fugir dos períodos mais caros do ano e priorizar conforto, segurança e bom custo-benefício. Viagens em grupo e pacotes organizados também aparecem como alternativas para economizar e viajar com mais tranquilidade. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Realização pessoal A aposentada Ilka Rota Calvete transformou as viagens em parte da rotina. Ao longo de quatro décadas, já conheceu perto de 70 países, em roteiros feitos sozinha, com amigas e em grupos organizados. Para ela, viajar é uma forma de conhecer culturas, modos de vida e pessoas diferentes: "As pessoas, como vivem, a alimentação, a gastronomia. E as amizades, porque a gente sempre acaba fazendo amizade com alguém". Entre os destinos visitados estão países da Europa, da Ásia e até o Timor‑Leste. Mesmo com tantos carimbos no passaporte, ela ainda faz planos e diz que quer chegar aos 100 países, se a saúde permitir. "Enquanto a cabeça comandar e as pernas obedecerem, a gente vai. Não tem nada que segure a gente", resume. Viagens em grupo ganham espaço A próxima viagem de Minervina Silveira Torales, de 64 anos, já está marcada: para Costão do Santinho, em Santa Catarina. "Sempre que eu posso, eu vou. Agora a gente foi a Natal, já fomos a Fortaleza, adoro viajar", conta. Aos 78 anos, Célia Marciano Nunes também embarca com grupos organizados. Foram tantas viagens nos últimos anos que ela já perdeu as contas: "Fortaleza, Salvador, Maceió… no Nordeste, eu acho que já fomos em todos", diz. Segundo a proprietária de agência de turismo Rita Silva, viajar em grupo é uma escolha que une experiência e economia. "Você sai daqui sem conhecer ninguém e volta sempre uma grande família”, afirma. Ela explica que o formato permite negociar tarifas aéreas e de hospedagem, o que ajuda a reduzir custos. Pesquisa mostra perfil do turista 60+ Imagem de pessoas com malas de viagem Reprodução/ RBS TV Uma pesquisa nacional com brasileiros acima dos 60 anos mostra que esse público está cada vez mais ativo no turismo. Metade faz pelo menos três viagens por ano, e quase 90% têm flexibilidade de datas, um diferencial importante para economizar. Entre os entrevistados, 73% priorizam bom custo-benefício. Praia aparece como o destino preferido, e conforto e segurança estão entre as principais prioridades. Para a coordenadora do estudo Turismo 60+: O Brasil que Viaja Depois dos 60, Cléa Klouri, viajar vai além do lazer: "A viagem tem esse significado da autonomia, de viver novas experiências, aprender coisas novas e conhecer pessoas", afirma. Contudo, a pesquisa também aponta dificuldades. Sete em cada dez idosos dizem que as viagens ainda não são pensadas para essa faixa etária. Entre as principais reclamações estão: excesso de automatização; atendimento despreparado; roteiros cansativos. Por isso, especialistas recomendam priorizar hospedagens bem localizadas e viagens com suporte presencial. "Esse olhar para o que as empresas de turismo podem entregar é uma oportunidade muito grande", destaca Cléa Klouri. Cresce a oferta de roteiros para o público 60+ A procura por viagens entre pessoas acima dos 60 anos tem crescido no Sesc. Segundo a coordenadora de Turismo do Sesc/RS, Cintia Amaral, a demanda aumenta entre 10% e 15% ao ano, impulsionada pelos grupos do programa de maturidade ativa. "O público já está dentro das unidades do Sesc e passa a pedir as viagens", afirma. Entre os diferenciais estão o acompanhamento de guias desde a saída até o destino e o cuidado individual com os viajantes, inclusive com informações de saúde. Outro fator que facilita o acesso é o parcelamento em até 24 vezes sem juros, no boleto ou no cartão. Os roteiros são planejados para um ritmo mais tranquilo, com atenção à acessibilidade, alimentação ao longo do dia e mais tempo para os passeios. Hoje, cerca de 50% do público tem mais de 65 anos, e há clientes de até 94 anos participando das viagens. Uma pesquisa do Sesc, aplicada em 54 unidades e com 1.960 respondentes, identificou os destinos de maior interesse entre o público 60+. Entre os preferidos estão: Florianópolis (SC); Campos do Jordão (SP); Caldas Novas (GO). O levantamento também aponta interesse por destinos de natureza, como os Lençóis Maranhenses (MA), e por viagens internacionais, com destaque para a Itália. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Een voorleesvoorstelling over dalmatiër Muk die meer stippen wil, een musical over Doornroosje of een uitvoering van het Nationale Ballet; voor jonge en oudere kinderen valt er in het theater van alles te beleven en op steeds meer plekken kan dat gratis. Zeker dertig locaties bieden komend seizoen voorstellingen aan waarbij kinderen kosteloos toegang hebben, blijkt uit de nieuwe jaarprogramma's. Volwassen begeleiders moeten wel betalen. Dit jaar is dat ook zo in het Wilminktheater in Enschede. Bezoekers tot 18 jaar kunnen na de zomer gratis allerlei voorstellingen bezoeken. Ook theater Het Speelhuis in Helmond voegt zich komend seizoen bij de locaties met kosteloos aanbod voor jongeren. Theater Hanzehof in Zutphen begon er begin dit jaar mee en geeft dat in het nieuwe theaterjaar een vervolg, met zeven voorstellingen die voor kinderen vrij toegankelijk zijn. In toelichtingen wijzen de schouwburgen op het belang van theater voor kinderen. "Door kinderen gratis toegang te bieden, krijgen jonge bezoekers, ongeacht achtergrond of inkomen, de kans om theater van dichtbij te beleven", schrijft het theater in Zutphen. In Enschede willen ze dat "kinderen en jongeren in de regio kunnen kennismaken met theater, zonder dat kosten een belemmering vormen". Bedrijven als sponsor Kartrekker van het gratis jeugdtheater is Maaspoort in Venlo. Daar zagen ze het jonge publiek tijdens de coronapandemie uit de theaterzalen verdwijnen. In 2022 zag nog maar 15 procent van de kinderen een voorstelling, tegen 59 procent vóór covid, vertelt theaterdirecteur Leon Thommassen. "Terwijl het zo belangrijk is om kinderen die ervaring mee te geven. We vonden dat we iets moesten doen aan die cijfers." De oplossing: een jeugdfonds, gesteund door stichtingen, fondsen, bedrijven en betrokken theaterbezoekers. "De partijen die we benaderden, waren meteen heel enthousiast, ook vanwege de aansprekende doelgroep", vertelt de directeur. "In een paar weken hadden we het fonds opgetuigd en dekking om alle voorstellingen een jaar lang gratis aan te bieden aan kinderen." Daarbij kregen de makers voor alle bezette stoelen betaald, óók de kinderstoelen. "We merkten al heel snel dat het ging vliegen", zegt Thommassen. "In 2018/2019, het meest vergelijkbare seizoen van voor corona, hadden we 5000 bezoekers bij jeugdvoorstellingen. In seizoen 2024/2025 ging het om ruim 23.000 bezoekers voor gratis jeugdvoorstellingen, waarvan bijna 14.000 kinderen. De bezetting steeg van 46 procent naar 84 procent." Meer donateurs Overtuigd door het succes in Venlo namen de afgelopen jaren steeds meer theaters de Limburgse formule over, zoals Schouwburg Hengelo. Daar zijn sinds seizoen 2024/2025 praktisch alle jeugd- en dansvoorstellingen gratis voor bezoekers tot en met 16 jaar. Het theater koos bewust niet voor een beperkt aantal gratis voorstellingen. "Als we dit dan doen, willen we ook dat bezoekers zelf kunnen kiezen waar ze naartoe gaan", zegt marketingmanager Mirella Jellema. De schouwburg zag het aantal bezoekers bij familievoorstellingen in het eerste seizoen verdubbelen. Cijfers over het bijna afgelopen theaterjaar zijn er nog niet, maar de schouwburg gaat hoe dan ook door met de gratis toegang. De extra belangstelling heeft een positief bijeffect: meer mensen melden zich als 'vriend van de schouwburg' en doneren jaarlijks een bedrag. Marktverstoring Voor families zijn de betaalbare uitjes een uitkomst, maar bij commerciële theaterproducenten wringt het concept. Zij zien volle zalen in theaters die kinderen gratis toegang geven, maar lege plekken in de schouwburg met betaalde tickets een stad verderop. "Er ontstaat oneerlijke concurrentie tussen theaters", zegt directeur Dian Hoelscher van de Vereniging Vrije Theaterproducenten (VVTP). Die verschuivende bezoekersstromen leiden er volgens haar toe dat de theaters die kinderen wel laten betalen minder of geen jeugdvoorstellingen meer programmeren en dat het totale aanbod voor kinderen afneemt. Daardoor komen rondtrekkende voorstellingen die het zonder subsidie doen in de knel, vervolgt Hoelscher. Deze makers komen zo aan te weinig optredens om uit de kosten te komen. "De effecten zijn op de langere termijn niet houdbaar." De VVTP gooide deze week in Utrecht de knuppel in het hoenderhok door op de ledenvergadering van schouwburg- en concertgebouwdirecties te dreigen met een boycot van theaters die kinderen vrije toegang verschaffen. Die woorden hebben gewicht; bij de VVTP aangesloten producenten, zoals Albert Verlinde Theater, MediaLane en Van Hoorne Studios, verzorgen zo'n 85 procent van alle professionele podiumkunsten in Nederland, becijferde de vereniging. Voor theaterdirecteuren komt de dreigende boycot rauw op hun dak. Zij zien de vrije toegang voor kinderen als het nieuwe normaal en als een goede manier om jonger publiek aan hun theaters te binden. Voor verbeteringen staan ze open, benadrukt Thommassen, maar in de teruglopende inkomsten voor theatermakers herkent hij zich niet. "Wij zijn in Venlo juist veel meer gaan programmeren. De betalingen aan impresariaten voor familie- en jeugdvoorstellingen zijn explosief gestegen." Kansengelijkheid Thommassen hoopt dat de producenten en podia samen tot een landelijke formule kunnen komen waarin iedereen zich kan vinden, ook op de lange termijn. "Ik zou het doodzonde vinden als dit initiatief de nek wordt omgedraaid en kinderen weer buiten de zaal blijven. Kansenongelijkheid is in iedere gemeente een heet hangijzer. Allemaal naar dezelfde voorstelling gaan, iets ultiemers op dat vlak kan ik niet verzinnen."
KUALA LUMPUR, June 7 — The upcoming Johor state election is not merely a political contest but an important platfo...
THE Gilgit-Baltistan Assembly will be elected today by the people of that region. Yet again, themes like the region’s provincial status, the rights of its people, and ownership of its indigenous resources have headlined the run-up to the election. Each party has made many promises to the people, and they will vote today to decide whom to trust. It is hoped that the turnout will be healthy, that the electoral process will not be hindered, and that the public’s mandate will be honoured. There are good reasons to be wary. There have been too many similarities between the events of recent weeks and what transpired in the run-up to Pakistan’s 2024 general election. One party’s candidates have again been expected to run without a single identifiable symbol, and its leadership has repeatedly complained of significant difficulties during poll campaigning. Other political parties, especially those in power in Islamabad, seem to have faced no such restriction. Much ink has been spilt over the need to respect the political process and to allow it to unfold organically. It can only be hoped that the announced results will reflect the will of the people. It is important that whichever party ultimately forms the government puts the needs of the people of GB above everything else. It has been a long-running complaint that, regardless of which federal party wins the election, the GB government seems more entangled with Islamabad than in addressing the concerns of its constituents. Considering the many promises made on the campaign trail in this regard, there will also be some expectation among the people of the region that their new government will press the question of the region’s constitutional status. This is a complicated matter, with implications that go well beyond simple governance and administration. The different aspects of this question must be reviewed and debated at length, not just in the Gilgit-Baltistan Assembly but also in both Houses of the Pakistani parliament. However, now that the people of GB have been promised this by several prominent leaders, it should not be deferred until the next election cycle. The region faces a unique set of challenges and constraints that must be addressed proactively. The people have the opportunity today to chart a course forward at the ballot box. It is hoped that they will make good use of it. Published in Dawn, June 7th, 2026
Sami Rico grava 1º clipe autoral ao vivo no palco da Festa do Peão de Americana Sami Rico retornou pela terceira vez consecutiva à Festa do Peão de Americana e, desta vez, apresentou uma música nova ao público. O cantor, filho de José Rico, gravou seu primeiro videoclipe ao vivo com uma faixa autoral e, antes da apresentação, ensinou o refrão aos fãs. No camarim, ele deu uma “palhinha” para o g1: “Será que eu sou o último romântico / Será que tem mais gente na estatística”. Durante o show, o público de Americana (SP) reagiu com empolgação à música inédita. “É a realização do meu sonho agora”, disse o cantor antes da gravação. “Isso aqui vai ficar marcado na história da minha carreira, muito obrigado.” Filho de José Rico, Sami grava 1º clipe autoral ao vivo e aposta em projeto sobre fases do amor Sami Rico gravou o clipe da música autoral "Último Romântico" no palco da Festa do Peão de Americana, neste sábado (6) Thomaz Marostegan A apresentação começou com “Estrada da Vida”, sucesso do pai, e seguiu com momentos de arrocha e acústico. No repertório do arrocha, Sami cantou “Sinal Disfarçado”, de Zé Ricardo e Thiago, “Amar Não é Pecado”, de Luan Santana, e “Só Vou Beber Mais Hoje”, de Humberto e Ronaldo. “Festa do Peão de Americana sem arrocha não existe”, brincou. Siga o g1 Campinas no Instagram 📱 Sami Rico gravou o clipe da música autoral "Último Romântico" no palco da Festa do Peão de Americana, neste sábado (6) Thomaz Marostegan Já no formato voz e violão, interpretou “Nenhuma Esperança”, de Milionário e José Rico, e “A Carta”, de Eduardo Costa. A música, segundo ele, foi a primeira que aprendeu a tocar com o pai. Neste momento, Sami revelou ao público que quando José Rico tentou corrigir o seu jeito de tocar, ele bateu de frente com o pai e foi repreendido pela avó. No entanto, José Rico defendeu Sami e disse que queria filho com opinião. “Papai só chegou onde chegou porque sempre buscou o diferente”, disse o artista. Shows, montaria e novo palco: tudo o que você precisa saber sobre a Festa do Peão de Americana 2026 Tradição, nostalgia e novidades: veja como foi a 1ª noite da Festa do Peão de Americana 2026 Montaria, emoção e hits: veja como foi a 2ª noite da Festa do Peão de Americana 2026 FOTOS: Sami Rico na Festa do Peão de Americana 2026 Atrações musicais A edição de 2026 conta com 16 apresentações musicais distribuídas em sete dias. Confira os shows: 3 de junho (quarta-feira): Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo (Rústico) e Panda 5 de junho (sexta): Simone Mendes e Zé Neto & Cristiano 6 de junho (sábado): Sami Rico, João Bosco & Vinícius e Gusttavo Lima 7 de junho (domingo): Matogrosso & Mathias e Grupo Menos é Mais 12 de junho (sexta): Henrique & Juliano e Gustavo Mioto 13 de junho (sábado): Luan Santana, Bruno & Marrone e Natanzinho Lima 14 de junho (domingo): Ana Castela VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas
THE people of Gilgit-Baltistan joined Pakistan at the time of independence after liberating the region from Dogra rule. It was a unanimous aspiration to become part of the Muslim state. Assuming the relationship would be formalised through constitutional inclusion and political empowerment, GB’s people aligned themselves with mainstream Pakistani political parties, unlike Azad Kashmir, where indigenous political parties continued to play a significant role. Unfortunately, instead of the evolution of a locally rooted political architecture or democratic compact specific to GB, governance came to be dominated by the PML-N, PPP and PTI, who viewed GB through the lens of national power politics, strategic utility, electoral expansion, patronage and resource control, rather than genuine political empowerment. Consequently, while there are elected governments, there’s no meaningful self-governance. The first problem is the absence of a consistent ideological commitment by these parties to resolving GB’s constitutional status. Promises of autonomy, reforms and provisional provincial status are repeatedly made during elections, but not one party has delivered on their pledge when in federal power. The unresolved constitutional ambiguity serves the interests of centralised authority because it allows decisive control without assuming full constitutional obligations. A second problem is the import of a confrontational mainland political culture into a socially sensitive and geographically isolated mountain society. Politics has become polarised around loyalties to party leadership in Islamabad. Local leadership often emerges not through grassroots struggle or public legitimacy, but patronage networks, loyalty to party centres and access to federal power. This weakens local institutions and stymies independent political consensus. The PPP introduced the 2009 Gilgit-Baltistan Empowerment and Self-Governance Order, which created the current political structure. However, while the order established elected institutions, overriding authority remained concentrated within federally controlled structures. The PML-N focused on infrastructure and connectivity projects, but made little attempt at meaningful local empowerment. The party was reluctant even to take ownership of the Sartaj Aziz Committee’s report because it recommended full constitutional rights for GB. (It also provided the intellectual basis for the Supreme Court’s landmark 2019 judgement.) Instead, the PML-N’s 2018 order diluted the spirit of the report and even rolled back several powers granted under the PPP’s 2009 framework. People in Gilgit-Baltistan take part in elections and form governments, but the real levers of power are not in their hands. The PTI raised expectations by discussing provisional provincial status and constitutional reforms. However, when proposals concerning fuller constitutional status were presented, the party effectively ensured the continuation of the restrictive 2018 governance framework. All three parties converge on several core goals: maintaining political influence through patronage networks; using local elites dependent on federal authority; preserving centralised control over strategic geography and resources; avoiding a final constitutional settlement; expanding bureaucratic structures that cultivate political loyalties. The result is a political culture in which elections become contests for access to state patronage rather than serious debates on constitutional rights, fiscal autonomy, institutional reform, environmental sustainability, or long-term development. Another major impediment is the fragmentation of local political consciousness. Federal parties often exploit regional, sectarian, clan-based and constituency-level divisions for electoral advantage. The resulting divisions weaken the possibility of a unified political position capable of negotiating collective rights. Frequent shifts in political loyalty have normalised a culture in which the political process resembles an auction for legislative support. The result is a paradoxical system. People participate in elections, elect representatives and form governments, yet the real levers of power remain externalised. The assembly administers limited local matters, while strategic decisions, constitutional questions, resource frameworks and fiscal dependency are controlled from elsewhere. Roads, contracts, bureaucratic appointments and symbolic projects dominate political discourse, while deeper questions of political dignity, resource ownership, etc, remain unresolved. GB’s long-term challenge is to develop an indigenous political vision capable of transcending externally driven party competition. Such a vision must articulate demands for accountable governance, constitutional clarity, economic justice and genuine participation in decision-making. Ultimately, GB’s tragedy lies not merely in flawed governance, but also in the normalisation of a political charade. Every five years, elections are held under a constitutionally undefined framework that changes governments without altering the actual structure of power. The process is at its core a ritualistic transfer of authority among federally controlled political actors while fundamental questions of constitutional status, political rights, institutional accountability, etc, remain unresolved. This ambiguity facilitates elite capture through a flawed political system that enables control over local resources without meaningful accountability. Public resources continue to be consumed by expanding bureaucratic structures, patronage networks and non-development expenditures. More troubling is the ill-defined governance structure in which critical decisions, including appointments to senior judicial and institutional positions, are made through opaque processes. Such a system effectively guarantees immunity for unaccountable decision-makers, while ordinary citizens continue to bear the burden of weak institutions, unemployment, and political uncertainty. This has reduced Sunday’s election to an exercise in futility. Yet beneath this stagnant order, a transformation is taking place. A new generation is emerging in GB — educated, technologically connected, politically conscious and unwilling to accept symbolic representation in place of genuine rights and participation. This rising Gen Z, perhaps the most educated and politically aware generation in GB, may ultimately challenge the cycle of constitutional ambiguity and political misgovernance. No political structure built upon perpetual ambiguity, exclusion and managed dependency can endure indefinitely. If meaningful constitutional reform, institutional accountability, and genuine empowerment are delayed further, we will witness not merely political dissatisfaction, but also a far more assertive and organised demand for full meaningful constitutional integration with Pakistan, irrespective of competing political and strategic considerations. The writer, a former IGP Sindh, belongs to Gilgit-Baltistan. Published in Dawn, June 7th, 2026
Indonesia's Regional Representative Council (DPD) said the legal standing of indigenous institutions and customary ...
Vihiga County is mourning renowned businesswoman Robai Agufa, who reportedly collapsed while attending a friend's funeral and was later pronounced dead.
El país elige a su noveno presidente en una década en medio del cansancio de la ciudadanía por la polarización
TENSION has once again gripped Azad Jammu and Kashmir, with the region’s administration proscribing the Jammu Kashmir Joint Awami Action Committee on Friday, ahead of a protest planned on June 9. The AJK government has also ordered visitors to leave the region at the peak of the tourist season, while communications have experienced disruptions. Such confrontations between the AJK authorities and the JAAC have become all too frequent over the past few years; the last major flare-up occurred in October, resulting in deaths as protesters and authorities clashed. The JAAC has evolved from advocating for civic rights for the local people to demanding constitutional changes. In particular, the organisation wants the abolition of 12 seats reserved for refugees from India-held Kashmir who have settled in the region. General elections are scheduled for AJK on July 27. Though the JAAC’s demands are open to scrutiny, banning any political party or organisation — as long as it remains committed to peaceful activism — is undemocratic. Peaceful protest is a fundamental right and should not be curtailed. In fact, the JAAC’s demands are not without substance. There is some truth in the claim that mainstream parties in Pakistan use refugees’ seats to make and break governments in Muzaffarabad. It is also true that governments in AJK usually ally themselves with the party in power in Islamabad. Moreover, many of those elected on refugees’ seats live in different parts of Pakistan, and often do not pay enough attention to affairs in AJK. But a blanket abolition of refugee seats is also not advisable. Instead of taking maximalist positions, both sides — the Azad Kashmir administration and the JAAC — need to handle this issue and all other allied matters in a democratic manner. The government should reverse the ban on JAAC as it is an organisation with popular support, and suppressing dissenting voices will not make them go away. For their part, the JAAC’s leaders need to realise that delicate constitutional issues cannot be decided on the streets. The right forum to discuss changes to the law is the AJK legislature. Reforms regarding the number of refugee seats and other related questions can be debated in the House. Right now all stakeholders need to step back and pursue a political solution to this deadlock, instead of digging in for a confrontation. It should also be remembered that AJK is a sensitive region, and the state can ill-afford disturbances here. Let both sides meet halfway and discuss their differences in a rational manner. The state must listen to the genuine grievances of the JAAC, while the latter should ensure that all protest activity is peaceful, and adopt the legal and constitutional route for reform and better governance. Published in Dawn, June 7th, 2026
Hay formulaciones más potentes, medicamentos en pastillas y, sobre todo, más producción y menos control. Así está cambiando el tratamiento de la obesidad
Madrid recibe al Papa sin especial sobresalto, con más paciencia de la prevista y menos épica de la anunciada
La normativa gana terreno a la negociación colectiva y los tribunales arrojan luz sobre las zonas grises de la ley
Dag Granath y Saman Amel hacen trajes atemporales y tienen una idea muy concreta de la belleza. Su cuartel general, lleno de joyas del ‘déco’ escandinavo y diseñado por Halleroed, lo demuestra