Sergio García y Jon Rahm, al acecho del líder Hatton en Valderrama
El inglés domina en el LIV Andalucía con -10, cuatro golpes de ventaja sobre el castellonese y cinco sobre el vasco a falta de la última jornada
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El inglés domina en el LIV Andalucía con -10, cuatro golpes de ventaja sobre el castellonese y cinco sobre el vasco a falta de la última jornada
When Le Garrick, situated in the heart of Covent Garden, first opened its doors, Margaret Thatcher was Prime Minister and Wham ! dominated the charts.
The eighth-ranked Andreeva ended the run of 114th-ranked Polish qualifier Maja Chwalinska with a 6-3, 6-2 victory in the Roland Garros final on Saturday.
La jeune Russe a, ce samedi en finale à Paris, mis un terme au conte de fées de la Polonaise Maja Chwalinska en dominant la finale femmes des Internationaux de France.
La Russe, favorite, s'est imposée en deux sets (6-3, 6-2) sur le court Philippe-Chatrier, samedi après-midi.
Céu sem nuvens no Jardim Botânico Rafael Nascimento/g1 O Rio de Janeiro teve a madrugada mais fria do ano neste sábado (6). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) marcou 12,5 graus Celsius na estação da Vila Militar, na Zona Norte, às 7h. Até então, o recorde de frio de 2026 havia sido registrado em 12 de maio, quando os termômetros do Inmet na Vila Militar registraram 12,9°C. A rede do Alerta Rio, que usa dados próprios, anotou 11,3°C no Alto da Boa Vista às 5h20 deste sábado. O sábado no RJ será de sol e sem previsão de chuva. Com a redução da nebulosidade, as temperaturas seguem baixas durante a madrugada e o amanhecer, favorecendo novos recordes de frio. Agora no g1 Próximos dias No domingo (7), o tempo continua firme em todo o estado, sem previsão de chuva. Há possibilidade de nevoeiro pela madrugada e no começo da manhã, mas o sol aparece e predomina ao longo do dia. As madrugadas seguem frias, com possibilidade de um novo recorde de menor temperatura do ano. Apesar do predomínio de sol e da elevação das temperaturas durante a tarde, os termômetros não devem ultrapassar os 26°C. Até terça-feira (9), o tempo segue estável, e as madrugadas continuarão frias, enquanto as temperaturas entram em gradual elevação durante as tardes, mas sem ultrapassar os 30°C em nenhuma região. A partir da noite de quarta-feira (10), o tempo volta a ficar mais instável. Uma nova frente fria avança pelo litoral da Região Sudeste e deve chegar ao RJ na sexta-feira (12), aumentando a nebulosidade e as condições para chuva.
“Without the demand and without that scale from the market, these companies are not able to really go into mass production.”
Governor issued disaster declaration as agencies move to stop spread of parasite, including release of sterile flies A second case of the flesh-eating screwworm fly has been confirmed in Texas by the US Department of Agriculture (USDA), days after an initial case in a one-year-old calf set off an aggressive response to stop the spread of the parasite in the dominant cattle-producing state. Texas’s governor, Greg Abbott, said on Friday that state officials were working with the federal government to slow the spread of the fly and the infestations caused by larvae that feed on the living flesh of warm-blooded animals and humans. Continue reading...
A espécie de peixe que vive sem machos há 100 mil anos. Manfred Schartl via BBC Nos rios do México e do sul do Estado americano do Texas, é possível encontrar uma espécie de peixe que não deveria existir. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Nas águas quentes e lentas da região, ela se move em meio ao seu cardume, todo composto de fêmeas. Suas escamas prateadas tocam levemente os machos de espécies similares. E é ali que ela escolhe um parceiro. Mas, em uma guinada evolutiva incomum, a prole não herda os genes do pai. Este processo biológico é conhecido como ginogênese. Nele, a fêmea usa o esperma do macho apenas para iniciar o desenvolvimento das ovas, descartando rapidamente o DNA do pai. Ela produz apenas fêmeas e cada uma é um clone dela própria. Este peixe é a molinésia-amazona. Seu nome não vem da floresta sul-americana, mas da tribo de mulheres guerreiras da mitologia grega. E a espécie intriga os cientistas há quase um século. Segundo a teoria da evolução, as espécies assexuadas deveriam se extinguir rapidamente. Afinal, sem o sexo, elas acumulam mutações prejudiciais nos seus genomas ao longo do tempo. Mas esta espécie, composta apenas por fêmeas, persiste há cerca de 100 mil anos. Agora no g1 Na análise convencional, sua presença na árvore da vida deveria ter sido efêmera. Ainda assim, esta criatura pequena e despretensiosa insiste em sobreviver. Como a molinésia-amazona sobreviveu quando a teoria sugere que ela deveria ter sido extinta há muito tempo? Novas pesquisas começam a desvendar este mistério. E os cientistas estão descobrindo que as espécies assexuadas podem ser mais resilientes do que se pensava, desafiando a antiga ideia de que a vida sem sexo está condenada ao fracasso. Por que o sexo é importante Para compreender por que a sobrevivência da molinésia-amazona sem sexo é tão notável, é preciso saber antes o seguinte: afinal, por que existe o sexo? "A reprodução sexuada é uma forma bastante estranha e complicada de reprodução, não é?", segundo o biólogo computacional Edward Ricemeyer, da Universidade Ludwig Maximilian de Munique, na Alemanha. Ele é um dos autores do novo estudo sobre a molinésia-amazona. Ricemeyer explica que o sexo é caro. Os indivíduos precisam encontrar e competir por um parceiro e cada um deles contribui com apenas metade do seu DNA. A reprodução, muitas vezes, é desigual. As fêmeas de muitas espécies investem muito mais energia que os machos na produção, parto ou incubação e na criação dos filhotes. Já a reprodução assexuada parece um processo muito melhor. Nele, não há necessidade de encontrar e lidar com um parceiro e você consegue transmitir 100% dos seus genes. Ainda assim, na árvore da vida, o sexo (a mistura e recombinação de genes de indivíduos diferentes), na verdade, é dominante. "Se você observar o quadro como um todo, é 99,9% sexo", afirma o biólogo evolutivo Dave Speijer, da Universidade de Amsterdã, na Holanda, especialista nas origens da reprodução sexuada. Já foram observados tubarões se reproduzindo por partenogênese em cativeiro, mas sua reprodução é sexual quando estão em liberdade. GETTY IMAGES via BBC Uma razão, segundo Speijer, é que o sexo permite que as populações explorem o "espaço de possibilidades" genéticas com mais eficiência. Durante a reprodução sexual, o DNA dos dois pais é reordenado por meio de um processo conhecido como recombinação, que oferece a cada filhote uma combinação única de genes. A recombinação funciona como embaralhar e distribuir as cartas de um baralho, com cada embaralhamento criando um novo jogo a ser testado pela evolução. Isso significa que, normalmente, existe mais variedade genética entre as espécies que se reproduzem sexualmente, pois cada indivíduo tem uma mistura de genes (um jogo de cartas) diferente, o que costuma ser benéfico para a sobrevivência da espécie. O sexo também oferece proteção. Sem a recombinação genética, os genomas enfrentam uma ameaça lenta, mas crescente, conhecida como catraca de Müller. Quando o DNA é copiado, explica Speijer, "sempre existem erros". Nas espécies que se reproduzem sexualmente, esses erros podem ser eliminados do conjunto genético pela recombinação. Mas, nas espécies clonais, eles são sempre transmitidos de uma geração para outra. Acredita-se que, ao longo do tempo, estas mutações prejudiciais se acumulem sem possibilidade de retorno, como em uma catraca, degradando pouco a pouco o genoma, até a extinção da espécie. Segundo esta ideia, as espécies assexuadas teriam vida curta e seriam fadadas à degradação dos seus genes. Mas, ainda assim, algumas delas sobrevivem e se proliferam, como a molinésia-amazona. Speijer acredita que parte desta confusão pode vir de como a teoria é interpretada. "A catraca de Müller não diz 'ei, se você não tiver sexo, irá sofrer um colapso mutacional'." Ele defende que, na verdade, ela é mais bem compreendida como uma restrição mais ampla de todas as formas de vida. Qualquer sistema deve ter uma forma de gerenciar "erros" genéticos, e o sexo é apenas uma dessas estratégias. Desta forma, as espécies assexuadas de vida longa não estão necessariamente desafiando as regras da evolução. Elas estão encontrando formas alternativas. "Sempre existem mecanismos que cuidam da taxa de mutação", explica Speijer. Mesmo se ainda não os compreendemos completamente. 'Escândalo evolutivo' A molinésia-amazona não é um caso isolado. Em todo o reino animal, existem diversas criaturas assexuadas que, aparentemente, resistem por mais tempo do que prevê a teoria. Elas incluem desde insetos, como algumas espécies de bicho-pau, que moram em arbustos, até "microanimais" em forma de bolhas. Estas espécies diferem dos chamados "nascimentos virginais" que ocupam as manchetes, como as cobras ou tubarões em cativeiro que se reproduzem sem parceiros, por partenogênese. Estes casos não são alternativas permanentes à reprodução sexual. Os animais voltam a fazer sexo quando as condições permitem. Já a molinésia-amazona pertence a um clube exclusivo de espécies, somente de fêmeas, dedicadas a gerar vida sem pais, geração após geração. A forma como essas espécies assexuadas escapam do destino previsto pela catraca de Müller é objeto de discussão. Mas algumas delas parecem permanecer geneticamente saudáveis há milhões de anos, sem sinais aparentes de recuperação sexual. Uma delas é o rotífero bdeloídeo. O rotífero bdeloídeo é outra espécie animal que só tem fêmeas. Ela sobrevive sem machos há milhões de anos. Alamy via BBC Os rotíferos bdeloídeos "foram chamados de escândalo evolutivo", conta a professora de zoologia e especialista em rotíferos Chiara Boschetti, da Universidade de Plymouth, no Reino Unido. Estas criaturas em forma de bolhas são do tamanho aproximado de um grão de areia. Mas elas são surpreendentemente complexas e têm cabeça, trato digestivo e dois dedos minúsculos. Espalhadas pela água doce de todo o mundo, elas fazem parte de um pequeno grupo conhecido como "assexuados antigos" — animais que existiram por milhões de anos, sem se reproduzirem sexualmente. No caso do bdeloídeo, elas vivem sem machos há dezenas de milhões de anos, o que faz com que os 100 mil anos de história da molinésia-amazona pareçam um espaço de tempo muito curto. "Sinceramente, não sabemos como elas sobrevivem há tanto tempo", afirma Boschetti. Mas existem algumas indicações. Um dos detalhes mais estranhos é a sua capacidade de obter DNA do seu ambiente, um processo conhecido como transferência genética horizontal. Ao contrário da maioria dos animais, que herdam genes apenas dos seus pais, os bdeloídeos "roubam" material genético de organismos sem nenhum parentesco. Este fenômeno, normalmente, só é observado em formas de vida mais simples, como bactérias. Mas, para Boschetti, esta não é a parte mais surpreendente. "Esses genes obtidos horizontalmente, na verdade, são usados para sobreviver", ela conta. Alguns são relacionados à sobrevivência e à desidratação, outros à resistência contra patógenos. "Você pode secá-las, você pode cozinhá-las", explica Boschetti. Ela se refere à notável capacidade dessas criaturas de suportar condições novas e extremas, desde voos espaciais até serem congeladas por 24 mil anos no permafrost da Sibéria. 'Caixa-preta' evolutiva Mas não se sabe ao certo se este roubo de DNA age como alternativa à recombinação genética gerada pelo sexo. "Provavelmente ele está criando diversidade", explica Boschetti, mas "ainda não está muito claro até que ponto os genes transferidos horizontalmente ajudam na assexualidade." A transferência genética horizontal, por si só, provavelmente não é suficiente. Boschetti acredita que os bdeloídeos podem fazer uso de um conjunto de mecanismos para manter as mutações prejudiciais sob controle. Mas, mesmo depois de décadas de estudo, eles permanecem uma espécie de "caixa-preta" evolutiva, segundo ela. Até recentemente, o segredo da longevidade da molinésia-amazona era um mistério parecido. Mas um novo estudo esclareceu como funciona este mecanismo. 'Copia e cola' "Havia um pedaço faltando na teoria", explica Ricemeyer, um dos autores do estudo. "Era a conversão genética." A conversão genética é uma forma de reparo dos genes e não é exclusiva da molinésia-amazona. Ela ocorre em muitos organismos vivos, incluindo os seres humanos. Em espécies sexuadas como nós, cada indivíduo normalmente carrega duas cópias da maioria dos genes, uma da mãe e outra do pai. Quando o DNA é danificado (por radiação UV, por exemplo), as células, às vezes, usam uma cópia de um gene como modelo para reparar o outro. Conhecido como conversão genética, este processo é frequentemente descrito como uma espécie de mecanismo "copia e cola". E, em certos casos, ele pode tornar duas cópias de um gene mais similares entre si. Nos seres humanos e na maioria dos animais, este processo age principalmente em segundo plano, reparando silenciosamente as lesões de DNA à medida que elas aparecem. Mas, na molinésia-amazona, ele parece desempenhar um papel mais central para a manutenção do seu genoma. A conversão genética é frequentemente descrita como uma espécie de mecanismo 'copia e cola', que passa a informação de uma versão de um gene para outra. OsakaWayne Studios via Getty Images via BBC Ricemeyer e sua equipe utilizaram sequenciamento completo do genoma para comparar o DNA de molinésias-amazonas ao longo de várias gerações. Eles observaram que partes do DNA da molinésia-amazona aparentemente foram "sobrescritas" várias vezes, não pela recombinação sexual, mas por conversão genética, que age com mais frequência na molinésia que na maioria dos outros animais. Aqui, aparentemente, a conversão genética faz para o genoma da molinésia-amazona algo similar ao que o sexo faz para nós, ajudando a limitar o acúmulo de mutações prejudiciais. Como tudo começou Para compreender como uma espécie assexuada pode ser capaz de realizar conversões genéticas tão extensas, é preciso examinar a origem da espécie. Como ocorre na maioria dos animais assexuados, a molinésia-amazona surgiu de um único encontro ao acaso. Pesquisas indicam que este evento ocorreu há cerca de 100 mil anos, quando uma molinésia-do-atlântico fêmea acasalou com um macho de molinésia-latipina. Ao contrário da maioria dos híbridos, como as mulas e os ligres (o cruzamento entre um leão e uma tigresa), este acasalamento não resultou em filhotes inférteis. Pelo contrário, ele produziu uma linhagem capaz de se reproduzir sem sexo. Por isso, todas as molinésias-amazonas carregam atualmente material genético das duas espécies ancestrais. Ele fornece à espécie alta variação genética desde o princípio, o que é um ponto de partida biológico contrário à catraca de Müller. Esta herança dupla, provavelmente, é fundamental para a capacidade da molinésia de realizar uma conversão genética tão abrangente. As espécies de origem da molinésia-amazona são relativamente relacionadas. Por isso, seus genes são suficientemente similares para desempenhar basicamente as mesmas funções, mas também diferentes a ponto de oferecer uma ampla variedade de modelos de trabalho. Machos de molinésia-latipina podem fornecer esperma à molinésia-amazona, mas não conseguem transmitir seus genes para os filhotes. GETTY IMAGES via BBC É igualmente surpreendente que este processo "copia e cola" aparentemente ocorre com mais frequência em algumas partes do genoma do que em outras. "Os tipos de mutações que se espera serem os piores, os mais perigosos, os mais prejudiciais, são exatamente os lugares do genoma onde observamos a ocorrência da conversão genética com mais frequência", segundo Edward Ricemeyer. O resultado é uma espécie que, aparentemente, apresenta ótima saúde genética, mesmo depois de 100 mil anos sem sexo. As implicações As consequências desta descoberta vão além da molinésia-amazona. Compreender estas estratégias alternativas para lidar com "erros" genéticos pode ter implicações maiores para a biologia humana. Afinal, as mutações prejudiciais não são exclusivas das espécies assexuadas. "O câncer é uma doença de mutações", relembra Ricemeyer. Com todo o cuidado para não superestimar as implicações das suas descobertas, ele afirma que tudo o que puder ampliar o nosso conhecimento sobre as mutações genéticas (e as estratégias da natureza para combatê-las) será útil a longo prazo. Em relação a outras espécies antigas só de fêmeas, Ricemeyer acredita que a conversão genética "muito provavelmente também faz parte da história em outros organismos que se reproduzem de forma assexuada". Os cientistas seguem discutindo se a molinésia-amazona desenvolveu uma alternativa realmente estável ao poder de recombinação do sexo. Eles ainda não sabem por quanto tempo a conversão genética pode manter a catraca de Müller sob controle. Mas, para um peixe que a teoria da evolução chegou a sugerir que não deveria existir, a sua saúde genética é inesperadamente forte. "Nós pensávamos que a reprodução sexual seria a única forma adequada de manter um genoma saudável... mas, agora, descobrimos que não, que também existe uma outra forma", segundo Ricemeyer. "Existe um caminho diferente para atingir o mesmo resultado." Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Earth.
The decision follows a detailed briefing by the FCCPC, which reportedly warned the Presidency that Optasia’s long-standing dominance of the market had encouraged massive capital flight The post Tinubu’s competition shake-up ends foreign firm’s 12-year control of airtime lending appeared first on Premium Times Nigeria.
GETTY IMAGES via BBC A saída parcial das principais redes de hotéis estrangeiras traz um novo revés para Cuba, que atravessa uma das piores crises da sua história recente. A rede espanhola Meliá anunciou na quarta-feira (3/6) o término imediato das operações de 15 dos seus 34 hotéis, especificamente os vinculados à rede turística Gaviota, controlada pelo conglomerado militar cubano Gaesa. Pouco antes, a Iberostar renunciou a 12 dos seus 16 estabelecimentos operados na ilha. Já a canadense Blue Diamond informou o abandono de todas as suas operações no país, "com efeito imediato". Somou-se a elas o maior grupo hoteleiro privado do sudeste asiático, a Archipelago International. A empresa retirou sua marca Aston de vários hotéis em Cuba, incluindo alguns dos mais modernos e luxuosos da capital, Havana. Agora no g1 A saída destas empresas ocorreu após um novo aperto do governo do presidente americano, Donald Trump, sobre a economia da ilha. Trump assinou, em 1º de maio, uma ordem executiva determinando sanções contra pessoas e empresas que mantiverem vínculos econômicos com a Gaesa. A medida serviu de ultimato para que as companhias estrangeiras encerrassem suas operações com a holding cubana antes do dia 5 de junho. Sem atribuir a saída exclusivamente aos Estados Unidos, as redes hoteleiras apontaram uma combinação de fatores, que incluem os receios jurídicos, a deterioração das condições de operação e a crise energética enfrentada pela ilha caribenha. De qualquer forma, a saída das empresas dificulta ainda mais o futuro de um setor considerado fundamental para a captação de divisas e, por extensão, para a própria sobrevivência da economia cubana. Os modernos hotéis das redes Iberostar e Meliá se destacam entre os edifícios antigos de Havana. GETTY IMAGES via BBC Como funciona o modelo turístico cubano Diferentemente do que acontece em muitos outros destinos turísticos, os hotéis em Cuba costumam ser de propriedade de empresas estatais, como a Gaviota. "Os hotéis continuam sendo da Gaesa, mas sua administração é concedida por contrato a uma empresa estrangeira", explica o economista Pavel Vidal à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC). As redes estrangeiras fornecem a marca, os sistemas de reservas, a promoção internacional, os acordos com operadoras de turismo e boa parte dos padrões de gestão e qualidade que, até pouco tempo atrás, atraíam para Cuba milhões de visitantes da Europa, Canadá e outras regiões. "A partir daí, define-se qual participação ela terá nos lucros obtidos pelo hotel", destaca o economista Ricardo Torres. Este é o modelo principal, mas também existem companhias mistas entre o Estado cubano e empresas estrangeiras para desenvolver, gerenciar e explorar instalações turísticas. Também foi recentemente proposto um modelo de leasing, que permite a uma empresa estrangeira alugar a instalação, dispondo de maior autonomia na operação. A saída das redes estrangeiras não significa que os hotéis serão automaticamente fechados, pois eles podem continuar sendo operados por empresas estatais cubanas. Na verdade, a questão não é só quem irá administrar os estabelecimentos, mas quem conseguirá receber hóspedes. Em um país com cerca de 80 mil quartos em hotéis que eram gerenciados, em grande parte, por operadoras estrangeiras, a perda das redes comerciais fornecidas pela Meliá, Iberostar, Blue Diamond e Archipelago pode representar um golpe muito forte. Hotéis como o Grand Aston são operados pela Gaviota, empresa do conglomerado cubano Gaesa. REUTERS Golpe para um setor quase falido A saída das principais redes hoteleiras estrangeiras chega em meio a um total colapso do setor turístico de Cuba. O país nunca conseguiu retornar aos níveis anteriores à pandemia de 2020, quando costumava receber entre 4 e 5 milhões de visitantes por ano. Cuba recebeu apenas 328.608 turistas internacionais entre janeiro e abril de 2026. Este número representa 55,8% a menos que o mesmo período do ano anterior, segundo dados do Escritório Nacional de Estatística e Informações de Cuba (Onei, na sigla em espanhol). A redução se acelerou principalmente a partir de fevereiro, com o agravamento da crise energética e de abastecimento vivida pela ilha, com apagões diários de várias horas e extrema escassez de combustível. Tudo isso prejudicou mercados fundamentais, como o Canadá e a Espanha, responsáveis por grandes fluxos de turistas. Grande parte das rotas aéreas para Cuba foram suspensas, devido às dificuldades enfrentadas pelas companhias aéreas para reabastecer seus aviões nos aeroportos da ilha. Os apagões prolongados, a escassez de energia e a deterioração dos serviços básicos também prejudicaram a atratividade do país. Nos últimos tempos, Cuba oferecia praias vazias, hotéis semidesertos e poucas opções de lazer. Neste contexto, os economistas consultados pela BBC consideram que a saída das redes hoteleiras Meliá, Iberostar, Blue Diamond e outras representa mais um golpe para um setor que já estava gravemente enfraquecido. "Os poucos visitantes que ainda conseguiam ir, agora, irão pensar duas vezes", explica Ricardo Torres. "A empresa estrangeira sempre oferecia uma certa garantia de qualidade à operação de um hotel. Agora, esta garantia desapareceu." Em pleno colapso turístico, os poucos clientes dos hotéis poderão ser, em grande parte, moradores de Cuba (sejam eles cubanos com receita proveniente do exterior ou diplomatas estrangeiros) ou cidadãos cubano-americanos em visita aos seus familiares. Estes frequentemente se hospedam em residências privadas, mas também costumam passar férias com seus parentes em hotéis das praias de Varadero ou em alguma das ilhas próximas. O conglomerado militar Gaesa foi considerado um poder à parte dentro do governo liderado pelo presidente cubano Miguel Díaz-Canel. GETTY IMAGES via BBC Os efeitos sobre a economia O novo golpe imposto ao turismo cubano revela a dificuldade cada vez maior do país de manter vínculos com investidores, fornecedores e empresas estrangeiras, em vista do aprofundamento das sanções americanas. Os Estados Unidos aplicam à ilha um embargo comercial que já dura mais de seis décadas. Na quinta-feira (3/6), as autoridades cubanas anunciaram a suspensão dos pagamentos eletrônicos da Visa e Mastercard a partir do dia 6 de junho, devido às sanções impostas por Washington. A maioria das cadeias hoteleiras que abandonaram Cuba operavam estabelecimentos vinculados à Gaviota, o braço turístico do conglomerado militar Gaesa, que domina vastos setores da economia cubana. As novas medidas tomadas por Washington buscam exatamente isolar o grupo empresarial, obrigando as empresas estrangeiras a romper relações com ele ou se sujeitar a sanções. "Isso está levando não só as redes hoteleiras, mas praticamente tudo o que restava de investimento estrangeiro em Cuba, a se retirar, incluindo fornecedores, bancos e companhias de navegação", afirma Torres. O economista vai além e defende que as sanções não buscam apenas pressionar o governo cubano, mas também retirar as empresas espanholas e canadenses, frente a uma eventual mudança de regime ou transformação profunda do sistema. "O caminho está sendo aberto, deixando a economia disponível para que, durante uma negociação com os Estados Unidos, entrem os capitais americanos", opina ele. Autoridades de Washington e de Havana se reuniram nas últimas semanas para debater assuntos relativos ao futuro da ilha, mas não se sabe especificamente qual foi o conteúdo dessas negociações. Vidal acredita que a ofensiva norte-americana contra a Gaesa "pode causar uma reconfiguração da geografia dos capitais internacionais, na qual Cuba vai se inserindo". A saída das multinacionais turísticas também traz um problema logístico para as autoridades cubanas: o que fazer com uma enorme rede hoteleira construída durante anos de expansão do turismo, se o número de visitantes foi reduzido ao mínimo? Uma opção, para Ricardo Torres, seria concentrar os poucos visitantes em menos instalações. "Para que ter tantos hotéis abertos, se não há visitantes?", questiona ele. Outro desafio é a preservação das instalações, com seus altos custos fixos de manutenção, eletricidade e pessoal, que dificilmente serão assumidos pelo Estado cubano. "Se esta situação se prolongar ao longo do tempo, as instalações inevitavelmente irão se deteriorar, pois os recursos para sua manutenção simplesmente não existem", conclui Torres.
The latest achievement comes barely weeks after Amusan secured her first Diamond League victory of the 2026 season in Rabat, Morocco. The post Tobi Amusan breaks another record with dominant win in Taiwan appeared first on Premium Times Nigeria.
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Hundreds of supporters of the Cockroach Janata Party, an online joke that drew millions across India, gathered for the first time in the national capital on Saturday, taking the social media movement off screens and into its biggest real-world test yet. The protest at Jantar Mantar in New Delhi, marks the movement’s first foray into street politics after weeks of dominating social media feeds and news headlines, attracting millions of online followers and widespread support among young Indians.
Mulher de 37 anos é 'acolhida' após fingir ter 12 anos A mulher de 37 anos presa e indiciada após confessar ter se passado por uma adolescente de 12 anos e vivido como filha adotiva de uma família que a acolheu em Joinville, no Norte de Santa Catarina, foi presa algumas vezes após cometer crimes semelhantes ao longo de mais de 15 anos. Em depoimento à Polícia Civil catarinense, nesta semana, Amanda Maria Souza de Oliveira confessou ter aplicado o mesmo golpe em outros cinco estados: Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Ceará. Um caso em Natal (RS) também veio à tona nos últimos dias (veja mais abaixo). Em Santa Catarina, a polícia investiga outras duas ocorrências em Florianópolis e Chapecó. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Suspeita fingia comportamento infantil e dizia ter autismo Quem é Amanda Maria, mulher de 37 anos que fingiu ser adolescente Em 2010, a suspeita foi internada em um hospital de Natal (RN) com agulhas na região do abdômen. Na época, ela já era adulta, mas dizia ter apenas 13 anos. O caso chegou à Polícia Civil do Rio Grande do Norte após a unidade de saúde ligar para a delegacia e informar sobre o caso, disse o delegado que atendeu a ocorrência na época, Luiz Lucena, à NSC TV. "A gente começou as investigações e descobriu que ela já tinha feito isso lá em Fortaleza e tinha vindo para cá. Nós chegamos a fazer todo o acompanhamento dela na delegacia, deu toda assistência nesse sentido, mas a gente descobriu que ela não era menor de idade, o próprio hospital falou que não tinha condições de ser menor de idade", afirmou. "Depois, o pessoal do Rio Grande do Sul ligou para mim também com essa mesma situação", completou Lucena. Mais de quinze anos depois, ele não soube dizer qual foi o desfecho do caso por conta do sigilo do processo. Mulher de 37 anos que fingiu ter 12 anos Arquivo pessoal/Reprodução A defesa de Amanda, feita pelo advogado Rafael Luiz Siewert, informou que aguarda a realização do exame psiquiátrico, autorizado pela Justiça na última quarta-feira (3), para se manifestar "de forma mais aprofundada" sobre as conclusões do inquérito referente ao crime em Joinville. A data ainda não foi marcada. Mesmo Modus operandi Em todos os casos, o modus operandi era o mesmo. Amanda se apresentava como adolescente em situação de vulnerabilidade e dizia ter fugido da cidade natal por conta de abusos sofridos. Embora variasse o nome e a idade informados, sempre dizia ter menos de 18 anos. Ela chegou a ser desmascarada e presa algumas vezes. Em 2021, em Porto Alegre, ela teria enganado as autoridades e ficado em um abrigo para menores em situação de vulnerabilidade. A farsa sobre a idade só foi descoberta, à época, após uma perícia ser realizada. No mesmo ano, uma investigação da 2ª delegacia Polícia Civil de Cachoeirinha (RS) prendeu Amanda preventivamente por estelionato consumado. Ela ficou seis meses presa pelo crime e saiu em junho de 2022 da cadeia. No caso, ela dizia ter 11 anos. No caso mais recente, em Joinville, a Polícia Civil apurou que Amanda foi acolhida por uma família, que se sensibilizou com a situação dela, e passou a ser tratada como filha. Ela morou com o casal até este mês, quando parentes começaram a desconfiar da menina. Durante o período, Gabriele, como ela se apresentava, ganhou festa de aniversário para comemorar os supostos 12 anos e tratamento para emagrecer com Mounjaro. Agulhas Amanda também fingiu ser adolescente ao dar entrada no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, em setembro de 2023. Na época, os médicos também encontraram diversas agulhas no corpo dela durante um raio-x. A mulher vivia em uma casa de acolhimento da Capital, na ocasião, e deu entrada na unidade de saúde afirmando que estava com dores abdominais. Não há informações sobre a origem desses itens, nem se os objetos continuam no corpo dela. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) chegou a pedir um exame de sanidade mental da mulher após os profissionais identificarem os objetos. O pedido não foi acatado na época. Infográfico - Falsa adolescente Arte/g1 VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
KL Rahul's patient century and Sai Sudharsan's fluent 81 guided India to a strong position on Day 1 of the one-off Test against Afghanistan. Both batsmen successfully transitioned from T20 to Test cricket, overcoming initial rustiness and justifying the team management's faith. Their partnership laid a solid foundation for India's dominance.
Wesley Safadão no Parque do Povo em Campina Grande Maria Eduarda Batista O forró e o piseiro tomaram conta da primeira sexta-feira (5) do São João 2026 de Campina Grande. Com o Parque do Povo lotado desde o início da noite, Wesley Safadão comandou uma das apresentações mais aguardadas da programação e reuniu milhares de forrozeiros em um show marcado por homenagens à cultura nordestina, sucessos da carreira e interação constante com o público. A abertura do show foi marcada por referências à cultura nordestina. Imagens de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Padre Cícero e Patativa do Assaré, geradas com apoio de inteligência artificial, foram exibidas no telão enquanto eles declamavam uma poesia em ritmo de cordel que deu início à apresentação. Logo depois, Wesley Safadão surgiu no palco interpretando “Asa Branca”, clássico eternizado por Luiz Gonzaga. A bandeira da Paraíba também foi exibida durante a abertura, arrancando gritos e aplausos do público. O cenário, chamado de “Roça WS”, ajudou a reforçar o clima junino da apresentação. Casinhas inspiradas em vilas do interior, fogueira cenográfica, cactos e uma divertida “Barraca do Beijo do WS” compuseram a cenografia montada no palco. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Durante cerca de duas horas de show, o cantor passeou por diferentes fases da carreira. O repertório reuniu sucessos como “Camarote” e “Ar-Condicionado no 15”, além de músicas do seu novo projeto musical “Meu Forró é Mundo”, entre elas “Displicente” e “Forrobodó”. O artista também apostou em canções que viralizaram nas redes sociais e ganharam popularidade entre o público mais jovem por meio de vídeos e coreografias nas redes sociais. Confira a programação completa do São João de Campina Grande Safadão ainda abriu espaço para clássicos do forró, incluindo músicas como “Timidez” e “Sede de Te Amar”, que fizeram casais dançarem agarrados pelo Parque do Povo. “Faz tanto tempo que eu não vejo o povo dançando um forró agarrado assim, rapaz. Parabéns, Campina Grande!”, comentou o cantor durante a apresentação. Um dos momentos mais emocionantes da noite aconteceu quando Safadão homenageou o cantor Gabriel Diniz, morto em 2019. Ao interpretar músicas como “Paraquedas” e “Teus Olhos”, o artista relembrou o legado do artista criado na Paraíba e emocionou o público presente, que cantou em coro. Parque do Povo lotado no São João de Campina Grande Maria Eduarda Batista “Vai estar sempre no São João de Campina Grande, se depender de mim”, afirmou Safadão ao relembrar o cantor, morto em 2019. A interação com a plateia foi uma das marcas do show. Os tradicionais gritos de “Vai, Safadão!” ecoaram durante toda a apresentação e mantiveram a energia em alta até os momentos finais. Muitos fãs chegaram ao Parque do Povo ainda às 17h, horário de abertura dos portões, para garantir lugar próximo à grade e acompanhar de perto a apresentação do cantor cearense, que mantém uma relação afetuosa com o público paraibano. Antes de subir ao palco, Safadão falou ao g1 sobre a conexão construída ao longo dos anos com os fãs da Paraíba. “São mais de quinze anos fazendo show na Paraíba e eu fico muito feliz. Mesmo após tanto tempo, a cada ano que passa a responsabilidade aumenta, o carinho também. É um relacionamento de muito amor e respeito que a gente sempre teve e sempre teremos”, disse. Já na reta final da apresentação, o cantor gravou uma chamada com o público para o programa “Destino São João”, produção da Globo dedicada aos festejos juninos do Nordeste. A atração acompanha eventos realizados nas principais festas de São João do país, além de mostrar bastidores, encontros musicais e manifestações tradicionais da cultura nordestina. O encerramento aconteceu em clima de quadrilha. Safadão convocou o público para dançar e transformou o Parque do Povo em um grande arraial a céu aberto, fechando uma apresentação marcada por homenagens, nostalgia e celebração do Nordeste. O piseiro dominou a programação da noite Além de Wesley Safadão, outros três artistas passaram pelo palco principal na primeira sexta-feira do São João 2026 de Campina Grande. A abertura da programação ficou por conta do cantor Deanzinho. Em seguida, Marcynho Sensação colocou o público para dançar com sucessos como “Rolê”, “Ameaça” e “Mulher Roleira”. Com um repertório voltado para as músicas mais populares do momento, o artista transformou o Parque do Povo em uma grande festa. A terceira apresentação da noite foi comandada por Eric Land. Quando o cantor subiu ao palco, o Parque do Povo já registrava mais de 50 mil pessoas presentes, de acordo com informações da organização do evento. Durante o show, Eric interpretou sucessos como “Chorei na Vaquejada”, “Cidade Inteira” e “Pilantra e Meio”. Antes da apresentação, durante coletiva de imprensa, o cantor destacou a responsabilidade de se apresentar em uma das maiores festas de São João do país. “Qualquer artista que tenha 20, 30 anos de carreira sente um frio na barriga. Se prepara, se programa para pisar nesse palco porque sabe da responsabilidade e da grandeza desse evento”, disse. Já perto do fim do show, Eric Land convidou Marcynho Sensação para uma participação especial. Juntos, os artistas cantaram músicas ligadas ao universo dos paredões e sucessos que dominam as plataformas digitais, mantendo o público animado do início ao fim. Agenda Neste sábado (6), sobem ao palco principal do São João 2026 de Campina Grande Henrique e Juliano, Walkyria Santos, Bia Frazzo e Nathan Vinicius. Os shows começam às 19h e seguem até as 3h. Além do palco principal, o Parque do Povo terá apresentações de artistas locais, quadrilhas juninas e trios de forró nas ilhas de forró, nos coretos, no Palco Cultural, no Quadrilhódromo e na Pirâmide. A programação nesses espaços começa às 18h. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
For nearly a decade, India's carmakers chased the sport utility vehicle (SUV) dream.Higher margins, aspirational buyers and a growing appetite for larger vehicles pushed manufacturers to flood showrooms with sport utility vehicles and compact SUVs, steadily relegating hatchbacks — once the backbone of India's passenger vehicle market — to the sidelines.Also Read: Tata Motors PV launches next-gen Tiago from Rs 4.69 lakh, Tiago.ev from Rs 6.99 lakh with lifetime battery warrantyThe strategy worked. Utility vehicles now account for well over half of all passenger vehicle sales in India and contributed nearly two-thirds of the 4.3 million vehicles sold in FY25.But as economic pressures mount, vehicle prices climb and first-time buyers struggle to enter the market, India's biggest automakers are beginning to acknowledge a reality they may have overlooked: the country's next wave of growth could come from the very segment they left behind.From Maruti Suzuki's renewed commitment to entry-level cars to Tata Motors' ambitious reinvention of the Tiago, hatchbacks are once again finding themselves at the centre of boardroom conversations.Also Read: Small cars strike back: Maruti Suzuki bets on mass mobility while costs squeeze fourth quarter profitsAnd this time, carmakers are betting that small cars no longer have to feel small.The forgotten customerThe shift is being driven by a growing recognition that India's passenger vehicle market cannot rely indefinitely on premiumisation.While SUVs have transformed the industry's revenue mix, they have also pushed average vehicle prices steadily higher, making car ownership increasingly difficult for millions of households.Maruti Suzuki Chairman R. C. Bhargava recently signalled the company's intent to rebalance its portfolio."We are planning to develop both small cars and SUVs. The small car market is growing. India is a country where small cars have a long-term future," Bhargava said.The comments mark a notable shift in tone from an industry that spent years focusing on larger and more expensive vehicles.For Maruti, which built its dominance on models such as the Alto, WagonR and Swift, the renewed emphasis reflects confidence that affordability will remain central to India's mobility story."A large part of the population… need small cars" for basic mobility, Bhargava said.Industry analysts say the opportunity remains substantial."In the small cars segment, there is a much bigger conversion pool that carmakers can navigate. Hence, there is this renewed push towards small cars and that segment," said Hemal Thakkar, Senior Director, Crisil Intelligence."India is a price sensitive market and hence, small cars will stay and customers are looking for upgrades within vehicles. If carmakers can provide small cars with new features and upgrades, then there will be more customers for the small car space," he added.Making hatchbacks aspirational againIf Maruti is signalling a strategic return to small cars, Tata Motors is attempting something more ambitious — making hatchbacks desirable again.The company this week unveiled the next-generation Tiago and Tiago.ev, positioning them as technology-rich products aimed at reviving a segment many in the industry had effectively written off."Hatchbacks remain the gateway to personal mobility for millions of Indian families and yet, for far too long, this segment received scarce attention from the industry, when it genuinely deserved far more," said Shailesh Chandra, Managing Director and CEO, Tata Motors Passenger Vehicles.Calling the new Tiago "not an evolution but a full reinvention", Chandra said the vehicle brings substantially upgraded design, connected technologies and safety features that were once largely reserved for more expensive categories.The next-generation Tiago gets a 10.25-inch touchscreen infotainment system, wireless smartphone connectivity, a dual-screen dashboard, wireless charging and a segment-first 360-degree surround-view camera."The feeling of wow shouldn't be reserved for expensive cars," Chandra said."Today hatchback customers want far more than mobility, they want design, tech, safety and pride of ownership. A car they want to flaunt."The company has also positioned the Tiago.ev as an affordable electric mobility option, offering a lifetime battery warranty and fast-charging capability that can add up to 100 kilometres of range in 18 minutes."Tiago will make EV more accessible," Chandra said.Why affordability is back in focusThe renewed interest in hatchbacks comes as affordability re-emerges as a key concern across the industry.Vehicle prices have risen sharply in recent years because of stricter regulations, higher commodity costs and the addition of new safety and technology features.That has increasingly pushed first-time buyers out of the market.According to Srikumar Krishnamurthy, Senior Vice President and Co-Group Head, Corporate Ratings, ICRA Limited, hatchbacks continue to play a critical role in expanding the customer base."Hatchbacks remain a preferred segment, particularly for first-time buyers and households seeking a second vehicle, as affordability and comfort are key purchase considerations," he said."From an original equipment perspective, a presence across segments also helps improve reach, especially in Tier 2/3 cities."Krishnamurthy added that rising vehicle costs are forcing manufacturers to revisit their entry-level offerings."With input costs rising and vehicle prices expected to increase further, affordability is becoming even more important, especially in the mass-market segment. In response, OEs are looking to reposition entry-level hatchbacks and compact SUVs through new launches and refreshed variants that offer a stronger value proposition to consumers."Beyond SUVsThe industry's renewed focus on hatchbacks does not mean SUVs are going away.Far from it.Utility vehicles remain India's dominant passenger vehicle category and continue to drive growth and profitability for manufacturers.What is changing, however, is the recognition that growth cannot come solely from moving customers up the value chain.To sustain volumes, carmakers need to bring new buyers into the market.That is especially important as India adds millions of young consumers entering the workforce, many of whom are seeking their first personal vehicle but remain highly sensitive to price.Affordable electric hatchbacks could further strengthen the segment's appeal in coming years."Affordable EV hatchbacks could become an attractive proposition as charging infrastructure improves, range-anxiety concerns ease, and the financing environment becomes more supportive," Krishnamurthy said.For much of the past decade, India's hatchbacks were treated as yesterday's story while SUVs became the industry's obsession.Now, as automakers search for their next growth engine, the segment that once put millions of Indians behind the wheel is beginning to look relevant again.The future of India's auto market may still be taller, bolder and SUV-shaped. But increasingly, carmakers are recognising that the road to scale may once again begin with a hatchback.
The New York Yankees could become the dominant financial obligation for the Miami Marlins once again after the trade deadline.
Pedra Furada no Jalapão encanta turistas A Pedra Furada é um dos principais atrativos turísticos do Parque Estadual do Jalapão. A vista da vegetação e o pôr do sol atraem turistas de todo o Brasil e até de outros países. A formação dessa paisagem aconteceu ao longo de milhares de anos, segundo o geólogo Sanclever Freire Peixoto. "A gente tem que imaginar sempre o ambiente antigo. O paleoambiente tinha os seus rios que cortavam toda essa região. A água foi esculpindo a Pedra Furada, que ficou como uma estrutura reliquiar que sobrou da erosão de toda aquela região ali. Diria que é uma porção mais resistente desse grande maciço, o restante foi erodido e levado pela água. Aqueles dutos que têm lá dentro, onde o pessoal gosta de tirar foto, aquilo ali foi a água", explicou. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp LEIA TAMBÉM Tocantins: o coração do ecoturismo brasileiro Após Corpus Christi, próxima folga no TO será só em agosto; veja os feriados restantes de 2026 Pedra Furada, no Jalapão Divulgação/Secretaria de Turismo Sanclever é doutor em geologia pela UNB e realizou um estudo aprodundado sobre o ponto turístico. Ele conta que o vento também contribuiu para a erosão, mas muito pouco se comparado com a água. Essas modificações são chamadas de intemperismo, que é um conjunto de processos químicos, físicos e biológicos que interferem no desgaste das rochas. No caso da Pedra Furada, o processo químico foi o mais predominante. "Eles atuam juntos, mas, dependendo da situação, sempre um vai predominar sobre os demais. O que seria o intemperismo químico? Seria a água da chuva, o sol, que vai solubilizando os minerais que formam as rochas e vai esculpindo aquele maciço. O intemperismo físico seria a ação do vento". Essas mudanças nas rochas ainda são feitas pelo vento, mas de forma muito lenta. "O vento continua esculpindo como ele faz com a serra do Espírito Santo. Leva os sedimentos da serra e deposita nas dunas, mas a contribuição é muito pequena", disse o geólogo. Parque Estadual do Jalapão O Parque Estadual do Jalapão é o principal complexo turístico do Tocantins. A área do parque tem aproximadamente 158 mil hectares e fica a 300 km de Palmas. A região fica localizada em Mateiros, no leste do estado, e conta com cachoeiras, fervedouros com águas cristalinas e dunas. Para acessar os pontos turísticos são necessários veículos traçados, pois a maior parte das estradas é de terreno arenoso. Em 2017, a Pedra Furada foi cenário de cenas da novela das 21h da Rede Globo, 'O outro lado do Paraíso'. Cine Anhanguera será exibido em sete pontos de Palmas Rede Globo Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.