Cosmeticorexia: How girls are falling down a skincare rabbit hole
Fuelled by social media, the market for children's skincare is booming. Experts fear for the long-term impact on girls
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O evento reúne surfistas, famílias, estudantes e voluntários em uma grande ação de conscientização ambiental. Divulgação A cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo, recebe no próximo domingo (7) uma mobilização especial pelo Dia Mundial dos Oceanos. O encontro será realizado na Praia do Itararé e reunirá surfistas, famílias, estudantes e voluntários em ações de conscientização ambiental. Organizado pelo Surf Village Escola de Surf e pela ASEL, o evento é aberto ao público, mas exige inscrição prévia online. A programação começa às 8h com um mutirão de limpeza da praia, seguido pela coleta e separação de resíduos. Ao longo da manhã, haverá atividades educativas e interativas, distribuição de mudas, integração com a comunidade do surf e o tradicional abraço simbólico ao oceano. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Os participantes poderão retirar a camiseta oficial do evento mediante check-in e entrega de lixo eletrônico, como celulares antigos e cabos, incentivando o descarte correto. Também haverá um café colaborativo, em que cada voluntário pode contribuir com frutas, bolos ou bebidas para compartilhar, reforçando o espírito comunitário e sustentável da ação. Agora no g1 Na última edição, em 2025, o movimento reuniu mais de 300 pessoas. A expectativa dos organizadores é ampliar o alcance neste ano e consolidar São Vicente como referência em iniciativas de preservação marinha. Para Mad William, idealizador da mobilização, o oceano está em tudo e exige cuidados constantes. "Este evento nasce para lembrar que a preservação dos mares não é responsabilidade de poucos, mas um compromisso coletivo. Queremos transformar conscientização em atitude e mostrar que pequenas ações geram grandes impactos quando realizadas em comunidade”, afirma. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
If Sparta had its valorous 300, the ancient Bujang Valley entrepôt had its enterprising 500, the most powerful of the Tamil trade guilds that operated the seas between ancient South India, Kedah Tua and the Malay Archipelago.
Quatro pessoas são detidas com cédulas falsas no interior da Bahia Polícia Militar Três homens e uma mulher foram detidos ao tentar utilizar cédulas falsas em estabelecimentos de Conceição da Feira, localizada a 32 km de Feira de Santana. Segundo a Polícia Civil, um adolescente de 17 anos também chegou a ser apreendido com o grupo. Os homens detidos, cujas identidades não foram reveladas, têm 21, 31 e 40 anos. Já a mulher tem 22 anos. Em nota, a Polícia Civil (PC) detalhou que as notas falsas utilizadas pelo grupo foram reconhecidas por comerciantes do centro da cidade, que acionaram a Polícia Militar (PM). 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Agora no g1 Os militares abordaram o veículo que o grupo estava utilizando e encontraram 34 notas falsas de R$ 200 e quatro aparelhos celulares. O material apreendido e o grupo foram encaminhados à Delegacia Territorial de Santo Amaro da Purificação, onde o caso foi registrado. Ainda conforme a Polícia Civil, todos foram autuados em flagrante. Já o adolescente assinou um Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOC), sob supervisão de autoridades do Conselho Tutelar de Conceição da Feira. Os suspeitos foram custodiados na unidade policial, onde aguardam decisão judicial. LEIA TAMBÉM: Dois homens morrem após acidente com duas motocicletas em rodovia da Bahia Motorista de ônibus fica ferido após homens vandalizarem transporte com explosivos e bolas de sinuca em Salvador Mulher é atingida por barra de ferro durante briga no interior da Bahia; suspeita fugiu Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
O festival de pipas de Santarém reuniu um público de todas as idades Reprodução/TV Tapajós O Festival de Pipas de Santarém, no oeste do Pará, reuniu moradores de várias idades em um campo de futebol local. A programação fez parte das celebrações do aniversário de 365 anos do município. O evento buscou resgatar a infância de forma saudável e integrada. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp A atividade atraiu famílias interessadas em compartilhar experiências entre gerações fora do ambiente digital. O médico Bruno Rocha aproveitou a oportunidade para ensinar o esporte ao filho Davi Amaral, de 7 anos. Ele destacou a importância de mostrar como eram as brincadeiras antigamente. "Acho que a gente já tinha brincado umas duas vezes ainda, né? E essa é a terceira vez. E mostrar para ele o que que é a brincadeira que tinha antigamente, na época que não tinha celular", relatou Bruno, enfatizando a desconexão tecnológica. Para garantir a participação do público, a organização realizou a doação de duzentas pipas durante o festival. A iniciativa gerou longas filas no espaço e atraiu jovens como Kauã Igor, de 17 anos. O adolescente comemorou a chance de reviver o hábito da sua infância. Dia de brincar de pipa: Festival foi realizado em alusão aos 365 anos de santarém A segurança foi o ponto central da fiscalização do evento, proibindo linhas cortantes como cerol ou chilena. A coordenação distribuiu apenas linhas brancas comuns para proteger os participantes. O objetivo principal foi evitar acidentes graves na rede elétrica ou com pedestres. O secretário de Esporte e Lazer, Pedro Henrique Sousa, explicou que a Prefeitura de Santarém apoia a adesão massiva ao esporte. "Todo aniversário de Santarém a gente faz o festival de pipa com linha branca, por quê? É proibido linha com cerol", ressaltou Pedro Henrique. O Corpo de Bombeiros Militar acompanhou de perto as atividades para repassar orientações de prevenção às famílias. O sargento Stalin Belo alertou que a brincadeira exige locais abertos e seguros. Ele recomendou atenção redobrada quanto aos riscos viários e estruturais urbanos. "Sempre procure um lugar com segurança, né? Um local onde não tenha fiação elétrica, onde não seja um local onde tenha um trânsito de veículos", orientou Stalin. O sargento reforçou o cuidado indispensável contra quedas e buracos durante o lazer. VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região
"The attack drones posed an immediate threat to regional maritime traffic," U.S. Central Command said.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que acionou para este domingo (7), pela primeira vez, o Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição. Na prática, o ONS pediu preventivamente que as distribuidoras reduzam a geração de energia, com o objetivo de manter o equilíbrio entre geração e consumo, evitando desligamentos em cascata e instabilidade no fornecimento para a população. O Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição foi estabelecido no ano passado, após a identificação de risco de colapso no sistema elétrico devido ao excedente de energia renovável produzida. Superoferta de energia solar provoca sobrecarga no sistema elétrico brasileiro e obriga desligamento de usinas Reprodução/Jornal Nacional A medida afeta a operação de pequenas hidrelétricas e também a mini e microgeração distribuída, modalidade formada por consumidores que geram a própria energia e recebem desconto na conta de luz ao injetar o excedente na rede. Essa geração está fora da rede básica, não é controlada pelo ONS, mas também impacta na operação do sistema elétrico. As gerações eólica e solar causam sobreoferta em determinados períodos, a depender das oscilações do vento e da incidência da radiação solar. "Para amanhã [este domingo], o Operador solicitou a redução dos recursos da geração centralizada, que estão sob sua responsabilidade. Esgotada essa providência, foi necessário colocar em prática o Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição, aprovado pela Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica]. O ONS acionou as distribuidoras para que reduzissem geração sob sua área de concessão, uma vez que o Operador não possui controle sobre essas fontes", afirmou o órgão. Nos dias 4 de maio e 10 de agosto de 2025, identificou-se que o alto percentual de micro e minigeração distribuída (MMGD) existente no Sistema Interligado Nacional (SIN) poderia levar a uma incapacidade do controle da frequência e da tensão no sistema. Foi a partir daí que foi criado o plano de controle de excedente.
Concessionária solicita novos radares em rodovia de Itapira onde recém-casados morreram A concessionária Arteris Intervias solicitou à Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) permissão para instalar novos radares em uma rodovia de Itapira (SP) onde recém-casados e, sete dias depois, o primo da noiva morreram em acidentes. As tragédias aconteceram na Rodovia Comendador Virgolino de Oliveira (SP-352). Paola Talhatelli, de 18 anos, e Mathias Ambrosini, de 20, morreram no dia 21 de abri. Já o primo de Paola, Ronaldo Aparecido Vidal, de 50 anos, faleceu em 28 de abril. De acordo com a Intervias, o pedido deverá ser analisado até o fim de 2026. Atualmente, a rodovia conta apenas com dois radares fixos em operação, localizados no km 174 (sentido Jacutinga) e no km 175 (sentido Itapira). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Campinas no WhatsApp Imagem de arquivo da Rodovia Comendador Virgolino de Oliveira, em Itapira CNT Além disso, a concessionária está desenvolvendo projetos e estudos para duplicação de 16 km da estrada, que servirão de base para a tomada de decisão sobre a inclusão do investimento no contrato de concessão. "A Arteris Intervias reforça seu compromisso com a segurança viária por meio de investimentos contínuos em campanhas de conscientização, como os Programas Viva, que representa o compromisso com a valorização da vida", completou. Pedido A solicitação da Intervias vai ao encontro de uma cobrança da mãe de Paola, Taiara Talhatelli, em entrevista ao g1. Segundo Taiara, por conta do nivelamento de alguns trechos da rodovia, motoristas excedem o limite de velocidade. "Ali, naquela descidinha que foi o acidente [de Ronaldo], em frente à empresa Cargill, se ficar cinco minutos vocês vão ver que os caminhões não descem a menos de 120 ou 130 km/h. Eles aproveitam a descida e soltam o caminhão carregado. [...] É conhecida como a 'rodovia da morte' aqui em Itapira", disparou. "Essa pista aqui, como eu já comentei, ela é boa, realmente é sinalizada, porém é uma pista que precisa muito de radar", completou. Além de Paola, Mathias e Ronaldo, a família também perdeu nessa mesma pista o avô de Paola, há 24 anos. Luto Ronaldo Aparecido Vidal (à esq.), de 50 anos, primo da noiva (à dir.), morreu em uma colisão na mesma estrada Reprodução/Redes sociais De acordo com Taiara, as mortes abalaram amigos e familiares dos recém-casados e do primo da noiva a ponto de "viverem à base de remédio". "Não está sendo fácil. Sei que Deus está dando força. A gente está em choque. Estamos anestesiados", disse. A família de Paola possui forte ligação com a igreja evangélica, mais especificamente com a Assembleia de Deus Congregação Barão. É na devoção a Deus que eles têm buscado suporte para enfrentar o período turbulento. "No velório da minha filha, falei que quando Jó perde tudo o que tinha, ele diz que 'Deus me deu e Deus tomou, bendito seja o nome do Senhor'. Se nós estamos de pé é porque Deus tem nos sustentado. É pela fé", afirmou Taiara. "Eu creio que tudo tem um propósito de Deus e se hoje nós estamos assim, passando por tudo isso, creio que o Senhor está conosco, porque se Deus não estivesse conosco não sei se estaríamos ainda de pé. Por que é uma semana, né? Não deu nem tempo de cair a ficha", completou. Paola Talhatelli e Mathias Ambrosini, de 18 e 20 anos, morreram em acidente de trânsito em Itapira (SP) Marcos Tavares/Reprodução/Instagram O casal foi velado e enterrado junto em 23 de abril, no Cemitério Parque Municipal da Paz, em Itapira. Centenas de pessoas passaram pelo local para prestar homenagem. Por sua vez, Ronaldo foi velado em 30 de abril, no Velório Municipal Barão de Ataliba. O enterro ocorreu no Cemitério da Saudade de Itapira. Comoção As tragédias que atingiram a família geraram comoção nas redes sociais. Após o acidente de Ronaldo, Comentários postados no Instagram do g1 Campinas definiram a situação como "dor incalculável para a família". Nova tragédia na família de recém-casados mortos em acidente em Itapira (SP) gera comoção nas redes sociais Reprodução Veja algumas das reações: "Que Deus possa consolar os corações dos familiares. Uma dor incalculável para os familiares e amigos" "Meu Deus! Deus continue confortando os corações dos amigos e familiares" "Que dor incalculável desta família" "Que o Senhor cuide do coração dessa família!" "Senhor Deus q lamentável" LEIA TAMBÉM: Estilista de casal morto em acidente 20 dias após casamento lamenta: 'Há poucos dias estávamos felizes' 'Realizaram o sonho antes de partir', diz mãe de recém-casada morta em acidente no interior de SP Infográfico - acidentes na mesma rodovia matam 3 pessoas da mesma família em Itapira (SP) arte/g1 VÍDEOS: tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas
The gray sedan was speeding near the Golden Arches at Bruckner Boulevard and Morrison Avenue when it jumped a median lined with large rocks -- launching the car into the air and into the restaurant's wall, just feet from the order window.
Hoje é o Dia Nacional do Teste do Pezinho O Dia Nacional do Teste do Pezinho, celebrado neste sábado (6), reforça a importância do exame para a detecção precoce de doenças graves em recém-nascidos. O procedimento faz parte do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) e é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de estar disponível na rede privada. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Em Bauru (SP), além da rede pública, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Bauru realiza o teste de forma particular, de segunda à sexta-feira, das 7h30 às 13h30, na Rua Rodrigo Romeiro, 2-47, no Centro, próximo à Avenida Nações Unidas. O exame é feito a partir do sangue coletado no calcanhar do bebê com o objetivo de prevenir as complicações e os sintomas das doenças investigadas para identificar possíveis diagnósticos no recém-nascido de maneira precoce. O Dia Nacional do Teste do Pezinho acontece no dia 6 de junho Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Por meio do teste, é possível detectar condições congênitas e genéticas como fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase. Segundo o manual de normas técnicas do programa, o teste deve ser realizado entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê, e nunca antes de 48 horas após o nascimento. Caso não seja feito nesse período, pode ser realizado em até 30 dias. O exame deve ser realizado entre o 3º e o 5º dia de vida e nunca antes de 48 horas de nascido. Matheus Oliveira/Agência Saúde Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região
Homem foi preso pela PM e encaminhado à delegacia de Polícia Civil PMMG / Divulgação Um homem de 25 anos foi preso em flagrante suspeito de estuprar uma mulher de 26 anos após atraí-la para um local isolado com a falsa justificativa de que procurariam uma pessoa desaparecida em Lagoa Formosa. O crime foi registrado na madrugada de sexta-feira (5). Segundo a Polícia Militar (PM), a vítima relatou que participava de uma confraternização quando foi abordada pelo suspeito. Ele a convenceu a acompanhá-lo alegando que precisavam procurar uma pessoa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp A mulher contou aos militares que seguiu com o homem até uma área escura próxima a uma pastagem. No local, conforme o relato, ela foi imobilizada e sofreu violência sexual. 🔍 O crime de estupro, ocorre quando alguém constrange outra pessoa, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir a prática de outro ato libidinoso, sendo um crime grave que protege a dignidade e a liberdade sexual da vítima. A PM foi acionada e encontrou a vítima em estado de choque, com as roupas desarrumadas e apresentando sinais compatíveis com a denúncia. Após receber as informações, os policiais iniciaram buscas e localizaram o suspeito na casa dele. Durante a abordagem, segundo a corporação, ele apresentou versões contraditórias sobre o ocorrido. Diante do relato da vítima, dos indícios observados pelos militares e das inconsistências apresentadas pelo homem, os policiais efetuaram a prisão em flagrante pelo crime de estupro. A vítima recebeu os primeiros atendimentos no Hospital Municipal Dr. Bininho e, em seguida, foi encaminhada para uma unidade de referência para realização de exames e demais procedimentos médicos. O suspeito foi levado para a Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação do caso. LEIA TAMBÉM: Pai é preso por estupro após deitar em cima da filha Homem é preso suspeito de estuprar amiga da namorada Estudante é encontrada nua, dopada e com sinais violência ASSISTA: Adolescente é apreendido suspeito de ato análogo a estupro Adolescente é apreendido suspeito de ato análogo a estupro em Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Levantamento aponta que apenas 32% dos pontos de ônibus têm cobertura em Ribeirão Preto A rotina de quem depende do transporte público em Ribeirão Preto (SP) esbarra na falta de estrutura básica nas calçadas. Um levantamento da RP Mobi, empresa que gerencia o trânsito e a mobilidade do município, aponta que 32,5% dos pontos de ônibus da cidade oferecem cobertura para os passageiros. Dos 3.057 locais de parada distribuídos pelo perímetro urbano, somente 996 contam com abrigos e lugares para sentar. O restante é sinalizado apenas com uma placa de parada, deixando os usuários expostos às variações do tempo. Questionado sobre a falta de estrutura, o Consórcio Pró-Urbano informou que apenas executa as instalações nos locais definidos pela RP Mobi. A gerenciadora de trânsito, por vez, não justificou o alto número de locais sem proteção, mas prometeu elaborar um plano de modernização para a infraestrutura (veja as respostas completas abaixo). Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp evantamento aponta que apenas 32% dos mais de três mil pontos de ônibus de Ribeirão Preto (SP) contam com cobertura e lugares para sentar Reprodução EPTV Infraestrutura e improviso nas ruas A arquiteta e urbanista Cristina Heck avalia que a disponibilidade atual de abrigos é insuficiente para atender a população com dignidade. "Todo mundo tem o direito de ter um ponto de ônibus coberto por causa do sol e da chuva. É importante ter a cobertura para a pessoa se sentir mais tranquila ao esperar o ônibus chegar", explica a especialista. A realidade nas ruas, no entanto, obriga os passageiros a buscarem alternativas. Na Avenida Antônia Mugnatto Marincek, na zona leste, a sombra projetada pela própria placa de sinalização é o único refúgio da aposentada Isabel da Silva, de 69 anos. "Esse ponto já está com mais de dois anos aqui e não tem uma cobertura. Vem chuva, o sol quente, e não é bom", relata. O cenário se repete no bairro Ribeirão Verde. Na Rua Emílio Rossetto, a estudante Joyce Machado e a filha recorrem aos comércios próximos. "Nós ficamos muito tempo aqui, é desconfortável. Estou me abrigando neste estabelecimento comercial por causa do sol, e em dias de chuva e vento forte também", afirma a estudante. Sem estrutura no local de embarque, a estudante Joyce Machado e a filha improvisam abrigo na entrada de um comércio na Rua Emílio Rossetto, no bairro Ribeirão Verde Reprodução EPTV Mesmo nos locais contemplados com estrutura, a qualidade é alvo de críticas. Na Rua Duque de Caxias, na região central, a auxiliar operacional Marina Silva relata que a proteção é ineficiente e os passageiros acabam sentando nos degraus das lojas. "Até as que têm cobertura não seguram a chuva. Conforme o vento e a chuva vêm, a gente se molha", conta. Além da carência de novas instalações, a manutenção do mobiliário urbano existente é comprometida pela ação de vândalos, um obstáculo apontado tanto por especialistas quanto por usuários. A arquiteta reforça a necessidade de conscientização "A população tem que entender a necessidade de preservar o patrimônio. Se a prefeitura faz algo para beneficiar, aquilo tem que ser preservado", relata Cristina. Auxiliar operacional Marina Silva aguarda o transporte coletivo sentada no degrau de uma loja na Rua Duque de Caxias, na região central de Ribeirão Preto (SP) Reprodução EPTV LEIA TAMBÉM EM 2019: Transporte público de Ribeirão deixa passageiros sem abrigo em 69% dos pontos de ônibus RECLAMAÇÕES: Transporte público de Ribeirão Preto registra 2 mil denúncias de passageiros em 2025 CURIOSIDADE: Conheça o trólebus, veículo elétrico famoso no transporte público de Ribeirão Preto nos anos 1980 Problema antigo O baixo número de abrigos é um problema que se arrasta há anos na rede de transporte público do município. Em setembro de 2019, uma reportagem da EPTV, afiliada da Rede Globo, mostrou um cenário muito semelhante: dos 3.019 pontos de parada existentes na época, 2.104 (quase 70%) não tinham qualquer estrutura básica de atendimento aos usuários. Naquela ocasião, o Consórcio Pró-Urbano, detentor da concessão do transporte na cidade até 2032, havia entregue pouco mais de 150 dos 500 abrigos previstos no contrato desde 2012, o que representava menos de um terço da obrigação estipulada. Em resposta na época, a empresa afirmou que a programação era instalar 25 novos abrigos por ano ao longo das duas décadas de concessão. As reclamações de quem dependia do serviço também eram idênticas às atuais. Na Rua Américo Batista, no bairro Jardim Ipiranga, o borracheiro Adilson de Jesus aguardava a condução sem bancos e exposto ao tempo. "É difícil, a gente fica querendo se sentar, descansar. A chuva atrapalha", relatou o passageiro na ocasião. Ponto de ônibus sem abrigo para passageiros em Ribeirão Preto (SP) Reprodução/EPTV Já na região da Avenida Dom Pedro I, onde alguns endereços possuíam o modelo padrão, os passageiros se apertavam na calçada nos locais sem cobertura. O pintor Emerson Roberto de Souza resumia a frustração: "Todos os pontos teriam que ter um banco, uma cobertura. É complicado". Mesmo nos locais que contavam com estrutura, o design já era alvo de críticas. A dona de casa Auxiliadora Furtado apontava falhas no projeto dos abrigos instalados, um problema relatado ainda hoje pelos moradores. "Teriam que tampar atrás também. Só na frente você molha [quando chove]", alertou a usuária em 2019. Naquele ano, a extinta Transerp (atual RP Mobi) declarou que avaliaria a necessidade de reestruturação e pediria providências à concessionária. O que dizem os responsáveis Em nota, o Consórcio Pró-Urbano declarou que o serviço de mobiliário urbano é definido exclusivamente pela RP Mobi. Segundo a concessionária, a empresa apenas executa as ordens de serviço nos locais previamente determinados pelo órgão gestor. A RP Mobi confirmou que é a responsável por fiscalizar e apontar a necessidade de pontos cobertos, mas o comunicado não explicou o motivo de a cidade ainda registrar um índice tão alto de locais sem a estrutura adequada. O órgão informou que a administração municipal elabora um plano de modernização para ampliar gradativamente a oferta de abrigos, priorizando locais com maior fluxo de passageiros e demanda operacional. Sobre a falta de limpeza no entorno das paradas, como o mato alto registrado em um ponto na Rua Coronel Camisão, a Prefeitura de Ribeirão Preto declarou tratar-se de uma área particular. O proprietário será autuado para realizar o serviço de roçagem, mas o poder público não esclareceu se o endereço tem previsão de receber a instalação de um abrigo. Levantamento aponta que apenas 32% dos mais de três mil pontos de ônibus de Ribeirão Preto (SP) contam com cobertura e lugares para sentar Reprodução EPTV Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
The Ministry of Foreign Affairs says that the compulsory conciliation mechanism under the UN Convention on the Law of the Sea (Unclos) carries no binding legal force on disputed parties, though it can exert considerable political pressure and influence international perceptions in disputes such as the Thai-Cambodian maritime boundary issue.
The Mail on Sunday understands that Ian Katz - currently head of content at Channel 4 - has been interviewed for the top job by new director-general Matt Brittin.
O sofrimento silencioso das crianças de Gaza que perderam capacidade de falar Getty Images via BBC Adam era um menino alegre e falante, mas aos 5 anos e de forma repentina, deixou de interagir com o mundo. Seu caso não é uma exceção. Diante da violência, destruição e morte em Gaza, a resposta de algumas crianças ao sofrimento avassalador tem sido calar-se. "Não há nenhuma criança em Gaza que não esteja traumatizada", disse à BBC News Mundo (serviço de notícias em espanhol da BBC) Katrin Glatz Brubakk. "Há mais de um milhão de crianças que sofreram traumas graves." A psicoterapeuta infantil da Noruega realizou duas missões a Gaza em 2024 e 2025 com a organização sem fins lucrativos Médicos Sem Fronteiras (MSF) para trabalhar com crianças que perderam a capacidade de falar. Não se sabe com certeza quantas crianças em Gaza deixaram de se comunicar, mas Brubakk relata que encontrou dezenas de casos. E médicos locais disseram à rede Al Jazeera que se trata de um "número crescente". Mais de seis meses após o anúncio do cessar-fogo em Gaza, a violência continua e "os ataques israelenses seguem de forma rotineira", declarou em abril o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk. Pelo menos 846 pessoas — entre elas muitas mulheres e crianças — morreram em Gaza em ataques israelenses desde o início do cessar-fogo, segundo o ministério da Saúde local. Israel, que justifica seus ataques pela necessidade de defender suas tropas e enfrentar a ameaça dos militantes do Hamas, afirma que cinco de seus soldados morreram no mesmo período. Hamas e Israel se acusaram mutuamente de violar o acordo de cessar-fogo. Desde outubro de 2023 — após os ataques de militantes palestinos em território israelense nos quais morreram cerca de 1,2 mil pessoas e mais de 200 foram feitas reféns, segundo autoridades israelenses — as forças de Israel mataram mais de 20 mil crianças em Gaza e deixaram mais de 41 mil feridas, segundo a Unicef. No total, os ataques israelenses mataram mais de 72 mil pessoas, a maioria civis, e feriram mais de 172 mil, de acordo com o ministério da Saúde de Gaza. A BBC News Mundo conversou com Katrin Glatz Brubakk sobre o trauma que está levando as crianças de Gaza a perder a fala, as consequências em seus cérebros e por que o caminho para a recuperação às vezes começa com um primeiro passo: soprar bolhas de sabão. Katrin Glatz Brubakk faz bolhas de sabão com Maria, de 3 anos, no Hospital Nasser, no sul de Gaza. "Eu as chamo de bolhas de esperança porque elas literalmente geram esperança nessas crianças." MSF via BBC BBC News Mundo - Por que há crianças em Gaza que deixaram de falar? Katrin Glatz Brubakk - Quando uma criança sofre um trauma grave e vive em condições de grande incerteza por muito tempo, como acontece com as crianças de Gaza, ela teme por sua própria vida, pela de sua família, amigos e conhecidos. E em Gaza as crianças vivem assim há dois anos e meio. O nível de estresse e o impacto em seu sistema nervoso são tremendos. A reação de cada criança é diferente. Algumas ficam muito agitadas ou têm problemas para dormir, se irritam, gritam; é fácil detectar esse sofrimento. Outras, por outro lado, se bloqueiam completamente. É como se seu sistema nervoso dissesse: "Não aguento mais". E a forma de se proteger é retraindo-se. A linguagem faz parte disso. Para essas crianças, é uma forma de não interagir com esse mundo que não deixa de fazê-las sofrer e de lhes infligir dor. Assim, não é uma escolha consciente, mas uma resposta neurológica ao estresse e ao trauma extremos. Katrin Glatz Brubakk realizou duas missões a Gaza com a organização Médicos Sem Fronteiras. A psicoterapeuta infantil é professora na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU) MSF via BBC BBC News Mundo - É difícil para muitos compreender a magnitude do que viveram e vivem as crianças em Gaza. Você poderia nos dar uma ideia do trauma extremo que sofrem? Brubakk - Não há nenhuma criança em Gaza que não esteja traumatizada. Há mais de um milhão de crianças que sofreram traumas graves. Claro que há diferenças, mas elas tiveram que fugir, perderam suas casas, todas enfrentaram a impossibilidade de ir à escola porque as escolas estão bombardeadas. Todas perderam alguém, como familiares, amigos da escola, professores, um vizinho. Muitas viram corpos mutilados e sentiram o cheiro do sangue derramado. Algumas crianças me contaram que ajudaram a recolher restos humanos ou partes de cérebro na rua. São traumas extremos. E isso não ocorreu apenas uma vez, mas muitas vezes para a maioria. Mas, além disso, elas perderam toda sensação de segurança. Para ter um bom desenvolvimento, as crianças precisam ter certa confiança no mundo: a crença de que o mundo pode ser bom, que as pessoas não querem fazer mal a você. Essa sensação de segurança desapareceu completamente devido à magnitude da destruição, que afeta absolutamente tudo em Gaza. Nenhuma criança em Gaza pode deitar com a certeza de que vai acordar no dia seguinte. Não têm um quarto ao qual possam entrar, fechar a porta e saber que ninguém pode alcançá-las. Portanto, essa guerra não apenas causa trauma, mas afeta toda a sua visão de mundo. BBC News Mundo - Você poderia nos contar sobre algumas das crianças que tratou em Gaza? Brubakk - Gostaria de falar de Adam, um menino de 5 anos. Era uma criança muito vivaz, alegre, falante e ativa. Ele adorava estar ao ar livre e brincar. Após o início da guerra em 2023, a família foi forçada a fugir e a se mudar para uma tenda. Seus avós viviam um pouco mais longe, também em uma tenda. Um dia, Adam e seu pai quiseram visitar os avós, em uma área que não tinha ordem de evacuação e que supostamente era segura. Mas, sem aviso prévio, um projétil atingiu muito perto deles e feriu gravemente Adam e seu pai. Eles foram levados às pressas ao hospital, mas, como costuma acontecer quando há esses ataques, há tantas vítimas que, se não há leitos livres, muitas pessoas são colocadas no chão. Adam e seu pai estavam no piso da sala de emergência esperando ser avaliados quando o menino viu e ouviu seu pai, ao seu lado, exalando o último suspiro. Adam também ficou gravemente ferido: perdeu uma perna e a outra ficou lesionada. Após presenciar a morte do pai, o menino deixou de falar. Às vezes conseguia sussurrar alguma palavra isolada à mãe, mas não queria falar com ninguém. Mal comia. Era uma criança em estado crítico. Katrin Glatz Brubakk afirma que, ao se depararem com um trauma, algumas crianças reagem se isolando Getty Images via BBC BBCnews Mundo - Que sequelas esses traumas podem deixar no futuro? Brubakk - Quando uma criança como Adam deixa de interagir e de falar, também deixa de se desenvolver. Uma criança de 5 anos deveria praticar suas habilidades linguísticas com outras crianças e adultos para aprender, praticar a resolução de problemas, aprender normas sociais por meio do jogo. Tudo isso é interrompido. A linguagem é um sinal, mas seu desenvolvimento é completamente interrompido. O que observei repetidamente é que, se essa situação se prolonga, afeta fisicamente o cérebro dessas crianças. Sabemos que, em crianças que sofreram trauma grave, a amígdala, a parte do cérebro responsável por emoções intensas, aumenta de tamanho. Isso pode ser medido. É maior em crianças traumatizadas. E o córtex pré-frontal, a parte do cérebro que se desenvolve mais tarde e que é responsável por funções como planejamento, resolução de problemas, interação social e regulação emocional, aspectos fundamentais da vida, encontra-se subdesenvolvido. É mais fino e tem menos conexões neuronais. Se uma criança permanece em um estado como o de Adam, retraída, sem desenvolvimento nem linguagem, se é mantida nessa situação de estresse extremo por muito tempo, terá problemas mais adiante na vida. Nunca se recuperará. O melhor exemplo que tenho é meu próprio irmão. Ele foi adotado em 1974, após a guerra do Vietnã. Cresceu como crescem agora as crianças de Gaza, com bombardeios constantes, muita incerteza e escassez de alimentos, o que também afeta o desenvolvimento cerebral. Quando meu irmão chegou à minha família na Noruega, embora fosse um lugar seguro e tivesse acesso a todos os alimentos de que precisava, levou anos para deixar de esconder comida atrás de livros na estante, porque não se sentia seguro. É o que chamamos de "lesões cognitivas da guerra", invisíveis, que em muitos casos acompanharão essas crianças, possivelmente, por toda a vida. Se a situação de estresse extremo persistir por muito tempo, isso afeta fisicamente o cérebro das crianças MSF via BBC BBC News Mundo - Como você tentou ajudar Adam? Brubakk - Trabalhando em um contexto como o de Gaza, há muitas coisas que não podemos fazer. O que essas crianças realmente precisam é de um lugar seguro onde viver, uma rotina estruturada, poder voltar à escola, brincar sem medo. Mas, felizmente, há coisas que podemos fazer. E o mais importante é que essas crianças saibam que, embora o mundo inteiro não seja um lugar seguro para elas neste momento, existem pequenos espaços seguros. Que há pessoas ao seu redor aqui e agora que as apoiarão. No início, Adam não queria falar conosco, mas continuávamos indo ao seu quarto todos os dias e conversávamos com sua mãe. Conversávamos com ela sobre o marido que havia perdido, mas também sobre as boas lembranças, sobre os sonhos que tinha para o futuro, coisas que poderiam dar a Adam um pouco de esperança de que aquilo não era o fim, mas que tempos melhores viriam. E um dia, quando eu estava lá, de repente Adam sussurrou para sua mãe: "Faça essa mulher ir embora, não gosto dela". Foi uma rejeição, mas eu fiquei muito, muito feliz, porque significava que Adam começava a interagir com o que acontecia ao seu redor. Alguns dias depois, ele olhou para mim, algo que não havia feito antes. Foi apenas um instante, mas aproveitei a oportunidade e disse: "Uau, você tem olhos castanhos enormes! São lindos. Os meus são totalmente diferentes, são azuis. Você já viu?". E isso despertou a curiosidade daquele menino de 5 anos. Esse foi o início de como, pouco a pouco, conseguimos fazer com que ele confiasse nas pessoas, que falasse brevemente conosco, que voltasse a alguma normalidade, embora não de forma permanente, porque carrega todos esses traumas. BBC News Mundo - Você falava com Adam em árabe ou por meio de um intérprete? Brubakk - Em Gaza há muitas pessoas com muita educação. Com a mãe de Adam eu falava inglês, ela tem doutorado em Física. Para a criança havia um intérprete. E devo acrescentar que, quando trabalho em projetos como este, lidero uma equipe de psicólogos e assistentes sociais locais. Eu contribuo com conhecimento, mas o trabalho principal, que continua depois, é realizado pela nossa equipe da MSF em campo. Destruição em hospital de Gaza. Getty Images via BBC BBC News Mundo - No hospital Nasser você também trabalhou com crianças com queimaduras graves. Brubakk - Quando uma bomba explode, produz uma enorme onda de calor que afeta todos que estão por perto, e a faixa etária mais numerosa que atendíamos era a de crianças de 4 a 6 anos. Isso se deve simplesmente ao fato de que são grandes demais para que seus pais as carreguem quando já estão levando crianças menores, mas suas pernas ainda são curtas demais para correr rápido o suficiente. Isso mostra que nenhuma criança está segura em Gaza. E as crianças têm plena consciência disso. O medo pela própria vida continua sendo uma realidade cotidiana para as crianças em Gaza. BBC news Mundo - Como você consegue trabalhar com essas crianças em estado de grande sofrimento físico? Brubakk - As queimaduras são extremamente dolorosas. São tão dolorosas que coisas tão simples como trocar os curativos precisam ser feitas sob anestesia. A recuperação é longa e, quando não há comida suficiente, demora ainda mais, o que significa que as crianças permanecem nesse sofrimento atroz por mais tempo. Uma das meninas que chegou ao nosso departamento era Mona, de 6 anos. Tinha queimaduras em todo o corpo. Tinha tantos curativos que tudo o que podíamos ver eram seus olhos e suas narinas. No início, tudo girava em torno da parte médica, porque era preciso garantir que sobrevivesse. Assim, só consegui conhecer Mona quando começaram a retirar alguns curativos e vi seu rosto com muitas cicatrizes. 'Quando uma bomba explode, produz uma enorme onda de calor... A principal faixa etária que tratamos por queimaduras é a de crianças de 4 a 6 anos', diz Brubakk Getty Images via BBC BBC News Mundo - O que havia acontecido com Mona? Brubakk - Sua família foi forçada a se deslocar e viveu inicialmente em uma tenda. Mas depois os bombardeios pareceram se deslocar para outra área e pensaram que era seguro voltar à sua casa destruída. Apenas dois dias após retornarem à casa, uma bomba atingiu o apartamento. Dois de seus irmãos morreram instantaneamente, mas a explosão incendiou um botijão de gás, o que provocou um incêndio generalizado: as cortinas, o sofá, os colchões estavam em chamas, e as três meninas estavam nesse quarto. O pai conseguiu milagrosamente tirar as três meninas do apartamento. Mona tinha queimaduras por todo o corpo; sua irmã mais velha, que estava na cama ao lado, também tinha queimaduras e sofria dor intensa. Sua irmã do meio estava em terapia intensiva porque inalou muito ar quente e também tinha queimaduras internas. Assim, Mona não estava lidando apenas com sua própria dor, mas também estava preocupada se sua irmã sobreviveria. A família de Mona a apoiava muito e ela começou a se recuperar. E o que realmente me impressiona são esses pais, não apenas os de Mona, mas de tantas crianças em Gaza, que presenciam como seus filhos sofrem, estão feridos, eles próprios estão traumatizados por todos os bombardeios, a morte, a destruição, e ainda assim têm a capacidade de oferecer a essas crianças um cuidado, calor humano e amor excepcionais para que possam se recuperar da melhor maneira possível. BBC News Mundo - Como você conseguiu ajudar Mona? Brubakk - Uma das coisas que faço quando trabalho com as crianças é brincar muito, porque a brincadeira é a linguagem das crianças. Por meio dela, aprendem habilidades práticas, aprendem a resolver problemas, a interagir socialmente, a expressar seus sentimentos. E com Mona começamos com bolhas de sabão. Eu as chamo de "bolhas de esperança" porque literalmente geram esperança nessas crianças. E o que torna as bolhas de sabão tão fantásticas é que, antes de tudo, se você vê algumas bolhas flutuando no quarto, é impossível não olhar, porque chamam a atenção. São bonitas. Acalmam. E, se tenho uma criança muito agitada, pergunto: "Você vê quantas cores há em uma única bolha?". Porque, se olhar bem, estão todas as cores do arco-íris. Isso ajuda a criança a passar daquele estado de estresse para algo mais tranquilo, mais suave, a mudar o foco. Porque o trauma funciona de tal maneira que você fica preso nesse estado. Outra coisa mágica das bolhas de sabão é que, se você quer ter bolhas grandes, precisa soprar o mais devagar possível. Porque, se soprar rápido, só consegue bolhas pequenas ou nenhuma. Mas, se sopra devagar, consegue bolhas bonitas. E respirar lenta e profundamente acalma o sistema nervoso. 'Se você quer bolhas grandes, precisa soprar o mais devagar possível. E respirar lenta e profundamente acalma o sistema nervoso' MSF via BBC BBC News Mundo - Que efeito isso tem no cérebro das crianças? Brubakk - O que faço é, basicamente, dar à amígdala, o sistema de alarme do cérebro, a possibilidade de se acalmar. Assim, o córtex pré-frontal, a parte do cérebro encarregada da resolução de problemas e da regulação, tem a oportunidade de se desenvolver melhor. Claro que não resolve o problema completamente, mas dá a essas crianças melhores possibilidades de reduzir os efeitos de longo prazo do dano cognitivo que podem sofrer por causa da guerra. Um dia Mona disse: "Gostaria de uma casa de princesa", e me explicou que se referia a uma casa de bonecas. Claro que isso não se encontra em Gaza, mas encontrei papelão, fita adesiva e algumas cores para pintar, e juntas construímos uma casa. Mona queria que fosse de dois andares e a decorou muito bem. Ela e sua irmã estavam brincando com uma casa de bonecas quando a bomba caiu. E, embora pareça algo simples, essa foi a primeira vez que Mona pôde me contar o que havia acontecido e o quanto estava preocupada com suas irmãs. Somente por meio da brincadeira conseguiu encontrar as palavras para se expressar. Assim, o brincar pode ser uma forma de processar o trauma, de encontrar linguagem para as experiências vividas. BBC News Mundo - Você poderia nos explicar o conceito que você usa com frequência de "sofrimento silencioso"? Brubakk - Em um contexto como o de Gaza, tudo é um caos. Há muito barulho, crianças gritando com ataques de pânico, pais gritando preocupados com seus filhos, pessoas chorando de dor. É fácil ignorar crianças que sofrem em silêncio, não porque as pessoas não se importem, mas porque há coisas demais que demandam atenção e muito poucos recursos para tudo o que precisa ser feito. Mas uma criança silenciosa que não expressa seu sofrimento, que não pede ajuda, também é uma criança que sofre e precisa de tanta atenção quanto aquelas que choram aos gritos. Porque, caso contrário, no pior dos casos, podem permanecer nesse sofrimento silencioso por muito tempo. Eu vi casos extremos, não em Gaza, mas em Moria, o campo de refugiados na Grécia. É uma síndrome chamada "síndrome de resignação", na qual as crianças se bloqueiam completamente. Deixam de falar, de comer, sequer abrem os olhos, mal respondem quando você tenta tocá-las. E, se não recebem ajuda, permanecerão nessa condição por anos. Por isso é crucial que crianças como Adam e Mona possam se reintegrar à vida. Mona, de seis anos, sofreu queimaduras graves. Um dia, ela pediu uma 'casa de princesa' e só brincando conseguiu encontrar as palavras para se expressar Katrin Brubakk/MSF via BBC BBC News Mundo - Você esteve em muitas zonas de conflito. Por que diz que Gaza não se compara a nada? Brubakk - Trabalhei durante os últimos 12 anos no Congo, no Líbano, no Egito com refugiados traumatizados, em um barco de resgate no Mediterrâneo, na Turquia após um grande terremoto. Mas o nível de trauma que vi em Gaza e o nível de destruição são simplesmente incomparáveis a qualquer outra coisa que eu tenha visto nesses 12 anos. Absolutamente todos em Gaza estão afetados. E não há saída, não há nenhum lugar seguro para onde ir. Todo o território está em pedaços. E, além disso, o sistema de saúde foi atacado de forma sistemática, com hospitais bombardeados. [Israel justifica os ataques contra instalações médicas alegando que grupos armados como o Hamas utilizam hospitais com fins militares]. BBC News Mundo - Você espera voltar a Gaza? Israel restringiu o acesso de agências de ajuda. Brubakk - No momento não me deixam entrar. Temos 1,6 mil funcionários locais e estou certa de que estão fazendo um trabalho incrível, mas a equipe internacional não tem permissão para entrar desde 1º de janeiro. Espero realmente que isso mude. Se eu pudesse ir a Gaza, iria em um piscar de olhos; é o único lugar onde quero estar. A médica norueguesa diz que quer voltar a Gaza para continuar a ajudar MSF via BBC BBC News Mundo - As crianças de Gaza continuam sofrendo violência. Em 9 de abril, por exemplo, uma menina de 9 anos, Ritaj Rihan, morreu, segundo a ONU, quando forças israelenses dispararam contra a tenda que abrigava sua sala de aula improvisada. As outras crianças na classe foram testemunhas. O Exército israelense disse à BBC News Mundo sobre o incidente que "as Forças de Defesa de Israel (FDI) trabalham para desmantelar as capacidades militares do Hamas" e "respeitam o direito internacional e tomam precauções viáveis para mitigar danos à população civil". Brubakk - A única coisa correta e o que as crianças de Gaza precisam agora é que façamos todo o possível, dentro das nossas possibilidades, para lhes proporcionar uma paz verdadeira. Devolver-lhes a vida, dar-lhes a possibilidade de viver em lugares seguros, de ir à escola. Essa é a única maneira de terem um futuro digno. E, seja você político, estudante ou o que for, eu diria: use sua voz para que a pressão seja suficiente e essa paz finalmente chegue a Gaza. Caso contrário, estaremos destruindo toda uma geração de crianças. BBC News Mundo - O que a levou a dedicar sua vida a crianças que sofrem circunstâncias traumáticas? Brubakk - Cresci ouvindo histórias de guerra durante toda a minha vida. Minha mãe é alemã, nasceu em 1942. Quando era criança e soavam os alarmes, a levavam para o porão e ela dormia sobre sacos de batatas. E contava que os soldados voltavam do front sem uma perna ou um braço. Para ela era realmente importante tentar compreender como pôde acontecer um genocídio, como pudemos permitir isso. E repetidas vezes nos destacou, a nós, seus filhos, "nunca mais", que algo assim jamais deveria voltar a acontecer. E depois eu, claro, com meu irmão, vi de perto o trauma e o dano que a guerra causa a uma criança. Meu trabalho em Gaza é a minha versão de "nunca mais". Nenhuma criança deveria experimentar esse trauma. Parte o meu coração. 'Para essas crianças, parar de falar é uma forma de não interagir com este mundo que continua a fazê-las sofrer e a infligir dor' Katrin Brubakk/MSF via BBC
Buscas entram no sexto dia com apoio de drones e cães farejadores Divulgação/CBMMT O indígena Tales Karajá está desaparecido há seis dias no Rio Araguaia. Segundo familiares, ele é morador da Terra Indígena Xambioá, no Tocantins, e foi visto pela última vez na segunda-feira (1º), após sair em uma embarcação com destino a Luciara (MT). As buscas são realizadas por parentes do indígena e por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, na região da Ilha do Bananal. A embarcação de Tales foi localizada ainda na terça-feira (2), às margens do Rio Araguaia, com o motor acoplado e sem combustível. Os Bombeiros encontraram vestígios de pegadas em ilhas da região, indicando que o indígena pode ter se movimentado por terra em direção à Ilha do Bananal, no Tocantins. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Segundo os parentes, a vítima possui um histórico de crises convulsivas, o que levanta a suspeita de que ele possa ter caído na água ou sofrido uma crise. Em entrevista ao g1, o tio da vítima, Edimilson Karajá, expressou o desespero da família e a urgência de reforços nas buscas. Ele destacou que os voluntários e parentes estão exaustos devido às condições extremas da região. "Nós precisamos de helicóptero, precisamos de bombeiro, equipe total, equipe toda, para que nós possamos achar nosso parente com vida. Isso é o objetivo da gente. Nós estamos como voluntário e parente, um pouco desgastados pela distância, pelos locais de difícil acesso. Nós tá pedindo socorro", desabafou Edimilson. LEIA TAMBÉM: Saiba quem era a cantora gospel que morreu no TO aos 38 anos Coordenadora de escola morre em acidente no sul do Tocantins Morte em presídio no TO: laudo indica sinais de violência e contraria versão do Estado Agora no g1 Segundo o tio, a base das buscas voluntárias está na Aldeia Racoti, em Lagoa da Confusão (TO), mas a falta de equipamentos adequados dificulta o progresso. "Mesmo os agentes não tão com equipamento apropriado. Queremos muito que o poder público do Tocantins nos ajude", reforçou. O g1 pediu posicionamento para aos Bombeiros do Tocantins, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. Operação de resgate De acordo com o CBMMT, a operação de busca percorreu cerca de 450 quilômetros do Rio Araguaia. O trabalho foi intensificado com o uso de tecnologias e equipes especializadas com cães farejadores, drones e o apoio institucional da Funai. De acordo com as autoridades, as buscas continuam sendo realizadas no rio e em áreas adjacentes, mas até o momento não há novas pistas. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
São João de Campina Grande Rondinelle de Paula/Arte Produções O São João de Campina Grande, cuja edição número 43 começou na quarta-feira (3) e vai até 5 de julho, é considerado o Maior São João do Mundo. Personagem de uma rivalidade histórica com o festejo junino de Caruaru, Pernambuco, o São João de Campina Grande tem o título oficial de Maior São João reconhecido desde 2022. A expectativa da organização do evento é que durante os 33 dias de festa programados para 2026 mais de 3,5 milhões de pessoas passem pelo Parque do Povo, polo principal de shows. Além do local, também há apresentações gratuitas nos distritos e vários eventos privados acontecendo simultaneamente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Nesta matéria, o g1 te apresenta 10 motivos pelos quais o São João de Campina Grande é considerado O Maior São João do Mundo (confira abaixo). Parque do Povo durante montagem para o São João 2026 de Campina Grande Divulgação/Arte Produções 1. Mais de 40 anos de história Em mais de 40 anos de história, o São João de Campina Grande nasceu, cresceu e tomou a forma de uma das maiores festas do Nordeste, como hoje é conhecido. O primeiro show oficial aconteceu em cima de um caminhão e depois no então recém criado Parque do Povo. "O Maior São João do Mundo" surgiu em 1983, mas há registros oficiais de shows a partir de 1985, com o lançamento da música oficial da festa ("A Capital Mundial do Forró", de Capilé). Capilé tocando na abertura do São João de Campina Grande em 1985, em cima de um caminhão Arquivo Pessoal/Capilé 2. Título oficial recebido em 2022 Em 2022, o São João de Campina Grande foi reconhecido pelo Instituto Ranking Brasil como a maior festa junina do país. Quando fez o reconhecimento, o instituto afirmou que os números da festa são impressionantes, e consolidou o evento como o maior do país. São João de Campina Grande recebe título de maior do Brasil Codecom PMCG / Divulgação 3. Impacto econômico perto de R$ 1 bi Em 43 anos de festa, o São João de Campina Grande também cresceu em impacto econômico. Para 2026, a expectativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede) da cidade é que a movimentação financeira ultrapasse os R$ 800 milhões, chegando perto da casa de R$ 1 bi. A movimentação passa por diversos setores, como turismo, gastronomia, entretenimento e gera milhares de empregos não apenas em Campina Grande, mas em várias cidades circunvizinhas localizadas no Agreste paraibano. Campina Grande se prepara para uma das maiores festas juninas do país 4. Recorde de público em uma noite Segundo a Prefeitura de Campina Grande, em 2025 o recorde de público em uma única noite no Parque do Povo foi quebrado: 165 mil pessoas passaram no local, o maior número em uma única noite na história da festividade na cidade, no dia 28 de junho, quando se apresentaram artistas como a dupla Jorge e Mateus e o cantor Zé Vaqueiro. O recorde de público total também vem sendo ultrapassado ano a ano. Em 2025, pelo menos 3,23 milhões de pessoas estiveram presentes no Parque do Povo durante os festejos juninos, um número 10% maior que no ano anterior. A expectativa é que o aumento de 10% também seja percebido na edição de 2026. 5. Polos descentralizados para milhares de turistas São João de Galante, distrito de Campina Grande, Paraíba Divulgação/Arte Produções Além do Parque do Povo, o São João de Campina Grande também promove vários shows gratuitos em polos descentralizados nos distritos de Galante, São José da Mata e Catolé de Boa Vista. Milhares de turistas visitam os distritos e lotam as estruturas montadas para a festa a cada fim de semana. 6. Palco de grandes nomes da música nordestina Dominguinhos na abertura do São João de Campina Grande de 1995 Arquivos/TV Paraíba Em mais de quatro décadas, grandes nomes da música nordestina já passaram pelo Parque do Povo. Nos primeiros anos de história do São João de Campina Grande, aristas como Luiz Gonzaga e Dominguinhos chegaram a se apresentar na festa, que também formou nomes como Elba Ramalho, presença confirmada todos os anos na noite de São João. Hoje, o evento é conhecido pela diversidade musical. Em 2026, nomes como Marisa Monte, Roberto Carlos e Martinho da Vila e Mart'nália estreiam na festa. 7. Recordes diversos Bolo de milho gigante na Pirâmide do Parque do Povo, em Campina Grande Emanuel Tadeu/Divulgação Campina Grande também possui vários outros recordes diversos que se relacionam com O Maior São João do Mundo. Dois deles acontecem anualmente, há mais de dez anos: o maior bolo de milho e a maior quadrilha junina. Em 2025, os recordes foram ultrapassados pela 11ª vez consecutiva. Segundo o Instituto Ranking Brasil, que faz a contagem oficial da quantidade de quadrilheiros e da medida do bolo de milho, 1.303 pares participaram da maior quadrilha junina do Brasil, totalizando 2.606 pessoas. 8. Relação com símbolo cultural do Nordeste Pirâmide do Parque do Povo ornamentada com balões decorativos no São João 2024 de Campina Grande Leydson Jackson/São João de Campina Grande Um dos mais importantes símbolos da cultura de Campina Grande e de toda a Paraíba, o Parque do Povo, é a casa do Maior São João do Mundo e completa 40 anos em 2026. O "PP", como é carinhosamente conhecido, passou por importantes mudanças nas últimas quatro décadas e permanece sendo o ponto de encontro de milhares de paraibanos em eventos culturais, familiares e religiosos. O Parque do Povo foi projetado considerando o crescimento urbano, econômico e cultural da Rainha da Borborema e começou a ganhar forma no início da década de 1980. O planejamento da construção também considerou a evolução dos festejos juninos de Campina Grande, que aconteciam nos bairros e passaram a se concentrar na região onde viria a ser o Parque do Povo antes mesmo de sua inauguração, em 1983. A ideia saiu do papel e, com a imponente pirâmide finalizada, em 14 de maio de 1986 o Parque do Povo foi oficialmente inaugurado pelo então prefeito de Campina Grande, Ronaldo Cunha Lima. O local que virou palco de momentos históricos para a cultura nordestina, recebendo artistas como Luiz Gonzaga, também faz parte do imaginário do povo local, além do São João, eventos religiosos, esportivos, e até casamentos. 9. Tradição histórica na noite de São João Queima de fogos durante o show de Elba Ramalho em celebração ao dia de São João, em Campina Grande Erickson Nogueira/g1 Todos os anos na noite de São João, entre os dias 23 e 24 de junho, Elba Ramalho sobe ao palco principal do Parque do Povo e canta a música "Olha Pro Céu", de Luiz Gonzaga, por volta da meia noite. Uma queima de fogos anuncia a chegada de São João e ano a ano reforça a simbologia da cultura nordestina no maior festejo junino do mundo. 10. Festas privadas acontecem simultaneamente Além dos show gratuitos no Parque do Povo, Campina Grande cidade também realiza várias festas privadas, que acontecem de modo simultâneo durante O Maior São João do Mundo e recebem milhares de turistas. Entre eles estão a Vila Sítio São João, Carvalheira na Fogueira Vila Forró, do Spazzio, o Soul João, Arraiá de Cumpade e São João do Campestre. Campina Grande iluminada no mês de São João Divulgação São João 2026 de Campina Grande O São João 2026 de Campina Grande acontece de 3 de junho a 5 de julho, com shows gratuitos no Parque do Povo, localizado no Centro da cidade. A dupla Henrique e Juliano, Solange Almeida, o projeto 'Dominguinho', assim como Roberto Carlos, Marisa Monte, Wesley Safadão, Matuê, Simone Mendes e outros artistas foram confirmados (confira a programação completa). Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
Um homem foi preso suspeito de furtar cabos de telefonia em Jundiaí (SP), na noite desta sexta-feira (5) GMJ/Divulgação Um homem foi preso suspeito de furtar cabos de telefonia em Jundiaí (SP), na noite desta sexta-feira (5). Outro suspeito fugiu. Segundo a Guarda Civil Municipal (GCM), o suspeito foi flagrado levando os cabos junto de um comparsa. Eles tentaram fugir da abordagem a pé, indo para uma área de mata na Avenida 14 de Dezembro, mas um deles foi detido pela corporação. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp O suspeito confessou que ambos saíram de Campinas (SP) para furtar os cabos de telefonia no município. Ferramentas utilizadas na ação, incluindo uma escada e aparelhos celulares, foram apreendidos. No veículo utilizado pelos suspeitos, os guardas encontraram 14 metros de cabos de telefonia, avaliados em aproximadamente R$ 14 mil. Agora no g1 A área foi preservada para perícia e os cabos foram devolvidos ao representante da empresa responsável pela rede de telefonia. A Polícia Civil segue com as investigações para identificar e localizar o segundo envolvido. A Polícia Civil segue com as investigações para identificar e localizar o segundo envolvido em furto de acbos em Jundiaí (SP) GMJ/Divulgação Segundo a Guarda Civil Municipal (GCM) de Jundiaí (SP), o suspeito foi flagrado levando os cabos junto de um comparsa GMJ/Divulgação Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
The secret meeting between Kennedy and Princess Diana is explored in Caroline Hallemann's new book, "The Kennedys and the Windsors."