Net income at Freedom Holding Corp more than doubles in fiscal 2026
Company delivering business model that groups financial services, insurance, consumer services and technology businesses within single integrated ecosystem.
"FISCAL" · 총 778건
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EUA suspendem emissão de visto de imigrante para 75 países O Senado dos Estados Unidos aprovou uma proposta de lei que destina US$ 70 bilhões - o equivalente a R$ 354 bilhões - para deportações de imigrantes e operações de fiscalização em votação na madrugada desta sexta-feira (5). O valor adicional para o Orçamento de 2029 foi solicitado pelo governo de Donald Trump para seguir sua campanha anti-imigração. Os senadores votaram por 52 a 47 a favor do texto, que prevê um financiamento maior para o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e a Patrulha da Fronteira pelos próximos três anos, até o final do mandato de Trump. O líder da maioria no Senado, John Thune, republicano da Dakota do Sul AP/J. Scott Applewhite A votação final ocorreu pouco antes das 5h da manhã, depois que os republicanos derrotaram por uma pequena margem diversas tentativas de democratas para adicionar ao projeto de lei uma cláusula que proibiria permanentemente o fundo de indenização de Trump para aliados políticos que acreditam ter sido perseguidos politicamente. “Isso já teria sido feito há várias horas se não estivéssemos tendo que lidar com alguns problemas relacionados ao fundo”, disse o líder da maioria no Senado, John Thune, republicano da Dakota do Sul, pouco antes da meia-noite. Agora, o texto vai para a Câmara dos Representantes, onde passará novamente por votação. Como a maioria da casa também é republicana, assim como o presidente, a expectativa é de uma nova aprovação.
The shares of metals major Tata Steel dropped nearly 3% on Friday after a fire broke out at the company’s plant at Port Talbot in UK late on Wednesday, forcing the company to temporarily halt operations at part of the site.Large plumes of smoke were visible from the site and could be seen across the surrounding area, BBC reported, adding that emergency services remained at the scene on Thursday and were working to manage the incident.Tata Steel UK meanwhile said that all personnel were evacuated safely from the affected area. It added that the incident was not related to the safe and successful demolition of the empty, redundant gas holder earlier yesterday evening. The Mid and West Wales Fire Service attended the site while emergency services worked with local teams to completely extinguish the fire, the company further said.The 3.2 million tonne facility is transitioning to an electric arc furnace with an investment of £1.25 billion, with the help of aid from the local government. It is expected to be commissioned by the end of 2027. Tata Steel has completed major demolition work of the blast furnaces for the transition, and is currently working on fabrication and delivery of equipment.Also read: Tata Steel eyes 9% India sales growth this fiscalIn October 2024, Tata Steel ceased iron making operations at its Port Talbot site and temporarily paused steel manufacturing, pending the construction of a 3.2 MTPA electric arc furnace. What this means for Tata Steel share priceICICI Direct highlighted that the fire has reportedly been contained, although the extent of the operational impact is yet to be assessed. “While the incident is sentimentally negative, the UK operations contribute a relatively small share to Tata Steel's overall business, and hence the impact on the company's overall performance is expected to be limited. We await further clarification from the company regarding any operational disruptions or financial implications arising from the incident,” it added.Tata Steel share priceTata Steel shares tumbled more than 3% to trade at Rs 204 apiece on Friday afternoon. The shares of the company have fallen around 2% in one week and 3% in one month. The stock is however up more than 12% in 2026 so far.In the longer term, Tata Steel shares jumped more than 29% in one year, 87% in three years and over 82% in five years. The company currently has a market capitalisation of more than Rs 2.55 lakh crore.(Disclaimer: Recommendations, suggestions, views and opinions given by the experts are their own. These do not represent the views of The Economic Times)
The House Armed Services Committee agreed to advance the $1.15 trillion fiscal 2027 National Defense Authorization Act to the full House of Representatives. The measure was reportedly successful after 14 hours of debate, during which approximately 900 amendments were considered. It passed after the panel voted 44-12 to advance it on Thursday night, shortly before […]
Furto de armas do Arsenal de Guerra do Exército aconteceu à luz do dia O Superior Tribunal Militar (STM) manteve a condenação de dois civis denunciados por envolvimento no desvio de 22 armas do Arsenal de Guerra do Exército de São Paulo (AGSP), em Barueri (SP). As defesas de Altoniel Salvador Almeida e Cláudio Aldo Ferreira tentavam converter, no recurso, a condenação a 18 anos de prisão cada um por comércio ilegal de arma de fogo de uso restrito. O crime, segundo a investigação, aconteceu em setembro de 2023, e foi executado por militares que se aproveitaram da ausência de expediente no feriado da Independência para arrombar o depósito e retirar o armamento - 21 metralhadoras calibres .50 e 7,62, e um fuzil - em uma caminhonete oficial da administração militar. A Justiça aceitou os argumentos do Ministério Público Militar de que Cláudio Aldo Ferreira, identificado pelo apelido de “Véio”, participou ativamente da conferência e da embalagem das armas no dia seguinte ao furto, com o objetivo de enviá-las a facções criminosas. A participação dele foi confirmada por um laudo de perícia fonética que atestou ser dele a voz gravada em vídeos onde o armamento era exibido e chamado de “bagulho de guerra”. Além disso, a quebra de sigilo bancário revelou transações financeiras suspeitas entre Cláudio e familiares de outros envolvidos no esquema em datas próximas ao desvio do material bélico. Em relação a Altoniel Salvador Almeida, conhecido como “Atani”, o Ministério Público Militar afirmou que ele atuou como intermediário na venda de quatro metralhadoras calibre .50 pertencentes ao Exército. Ele teria sido procurado por um comparsa que buscava quitar uma dívida antiga e forneceu o contato de um comprador clandestino localizado em Paranhos, no Mato Grosso do Sul. Pela negociação, Altoniel recebeu o pagamento de R$ 10 mil, de acordo com o MPM. Durante o julgamento, o Ministério Público Militar sustentou que as condutas de ambos configuram o crime de comércio ilegal de arma de fogo de uso proibido ou restrito e que a gravidade dos fatos é acentuada pelo tipo de armas comercializadas. Em julgamento na quarta-feira (3), o STM negou a apelação criminal dos réus por unanimidade e manteve a condenação dos dois. Tanto Antoniel Almeida quanto Cláudio Ferreira negam a participação no desvio e pediram a anulação do processo por falta de provas. Até o momento, as defesas não foram encontradas para comentar a decisão do STM. Esquema do furto de armas do exército Gabriel Andrade/Bruno Balota Outras condenações Em outra ação penal, o Superior Tribunal Militar condenou quatro militares e outros cinco civis pelo furto e comercialização de armamentos do Arsenal de Guerra de São Paulo, em Barueri. Dois ex-cabos do Exército, que atuavam como motorista do diretor do AGSP e auxiliar da Seção de Transporte, foram sentenciados a 17 anos e 4 meses de prisão, em regime fechado, pelo crime de peculato-furto. O então chefe da Seção de Inteligência, um tenente, recebeu pena de 9 meses de detenção, 3 meses por inobservância de regulamento militar e 6 meses por peculato culposo, ao emitir ordem para que veículos não fossem revistados na entrada e saída do quartel, o que facilitou o furto. O tenente-coronel que dirigia o AGSP foi punido com seis meses de suspensão do exercício do posto por negligência. Segundo a acusação, ele descumpriu normas do Exército ao não exercer comando efetivo sobre a unidade. Quatro civis também foram condenados por participação no esquema de comercialização das armas com facções criminosas. Um deles recebeu pena de 14 anos e 4 meses de prisão; os outros quatro, 18 anos de reclusão, todos em regime fechado. Eles foram enquadrados no crime de comércio ilegal de arma de fogo. O furto Segundo o Ministério Público Militar, o crime ocorreu durante o feriado da Independência, quando não havia expediente no AGSP. Os dois cabos arrombaram os cadeados e o lacre do depósito da Seção de Recebimento e Expedição de Material, desativaram o alarme e colocaram o armamento na caçamba de uma caminhonete, coberta com lona. Eles deixaram o quartel sem revista veicular, conforme determinação do tenente responsável pela inteligência. As armas foram então repassadas a civis que negociaram com organizações criminosas de São Paulo e Rio de Janeiro. Relembre o que se sabe sobre o furto: 1. Armas desviadas: Segundo o processo, o número exato de armas furtadas foi de 22, e não de 21, como havia sido divulgado de forma preliminar pelo Exército. São elas: 13 metralhadoras .50 M2 HB Browning; 8 metralhadoras 7,62 M971 MAG; e fuzil 7,62 M964. O Exército diz que o fuzil é considerado um simulacro, porque que estava sem mecanismo de disparo. Das 22 armas desviadas, duas metralhadoras (calibre .50 HB Browning) ainda não foram encontradas. Outras 20 armas foram recuperadas em ações das polícias civis de São Paulo e do Rio: Oito foram apreendidas no dia 19 de outubro do ano passado, na Comunidade da Gardênia Azul, na Zona Oeste do Rio: 4 metralhadoras .50 e 4 metralhadoras 7,62 MAG. Três foram apreendidas no dia 01 de novembro do ano passado na Praia da Reserva, Zona Oeste do Rio: 2 metralhadoras .50 e 1 fuzil calibre 7,62. Nove foram apreendidas em São Roque, interior de São Paulo: 4 metralhadoras 7,62 MAG e 5 metralhadoras calibre .50 2. Dinâmica do furto Em fevereiro de 2024, o g1 e a globonews já tinham mostrado que durante cinco meses de investigação, o Exército confirmou que o furto ocorreu em 7 de setembro de 2023, feriado da Independência e data em que as tropas estão dedicadas a desfiles pelo país. O crime só foi trazido a público no dia 10 de outubro. O inquérito militar apontou que dois cabos arrombaram o depósito onde estavam as 22 armas entre 14h30 e 15h. A dinâmica foi traçada por meio da análise de câmeras de segurança e uso de sistema de rastreamento. As metralhadoras estavam no depósito da reserva de armamento da seção de recebimento e expedição de material do Arsenal de Guerra de São Paulo. Para terem acesso às armas, os cabos arrombaram o cadeado e o lacre que preservavam o local e desarmaram o alarme que o protegia por meio do desligamento dos disjuntores do pavilhão onde ficava o depósito. Um dos cabos, Vagner da Silva Tandu, motorista do então diretor do arsenal, estacionou a caminhonete tipo picape do comandante próxima ao local e, com a ajuda do outro cabo - Felipe Ferreira Barbosa -, colocaram as armas na caçamba, escondendo o arsenal com a capa da parte traseira do veículo. Após colocarem as armas no veículo, a investigação apontou que o cabo Tandu assumiu a direção da caminhonete e deixou o depósito da reserva de armamento. Já o cabo Felipe Barbosa ficou no local, inseriu novos cadeados e lacre. Ainda de acordo com o inquérito, a saída do veículo ocorreu sem nenhuma intercorrência porque o primeiro-tenente Cristiano Ferreira deu ordens para que a viatura do diretor nunca fosse revistada na guarda do quartel, o que contraria os regulamentos internos do Exército. Assim, os cabos aproveitaram a brecha na revista e conseguiram que o veículo carregado com as armas furtadas saísse do local com facilidade, sem fiscalização. A investigação, no entanto, não comprovou a ligação direta do primeiro-tenente no furto, assim como do tenente-coronel Rivelino Barata de Sousa Batista, então diretor da unidade. 3. Negociação com crime organizado O inquérito aponta que as armas foram oferecidas à facção criminosa carioca Comando Vermelho (CV), mas não houve aliciamento dos criminosos. Os cabos, de acordo com a investigação, furtaram as metralhadoras e depois as ofereceram para os traficantes com a ajuda de receptadores, e que lucrariam com a venda. Uma novidade que aparece no processo é que, após deixarem a unidade militar na tarde do dia 7 de setembro, os cabos se dirigiram a cidade de Jandira, na região metropolitana, em local "ainda não identificado". Lá, o cabo Felipe Ferreira Barbosa desembarcou 12 das 21 metralhadoras, além de um fuzil. Já o cabo Vagner da Silva Tandu seguiu na caminhonete do então diretor do Arsenal de Guerra em direção à oficina de um dos denunciados por receptação - identificado como Silvio Simões Silva, na cidade de Itapevi. Na oficina, as armas foram então apresentadas para Jonathan dos Santos, primo do cabo Tandu, que recebeu as nove armas restantes. O armamento, consta no processo judicial, foi conferido e depois desmontado por Jonathan. As peças ficaram separadas no chão da oficina. Na sequência, o cabo Tandu foi embora e, de acordo com um depoimento citado na ação, disse que precisava voltar para o quartel para concluir o turno. Jonathan foi embora na sequência. Já Silvio Simões, ainda de acordo com a investigação, entregou as armas para André Fernandes de Oliveira e Jessé Fidelix (conhecido como "Capixaba) pouco antes do anoitecer. Capixaba afirmou que pagaria R$ 120 mil por cada metralhadora calibre .50 e R$ 50 mil para cada metralhadora calibre 7,62 MAG. 4. Reclamações por falta de peças e entrega em duas remessas Na madrugada do dia seguinte, 8 de setembro, após verificar que as armas estavam sem algumas peças e apresentavam problemas, um dos traficantes - André Fernandes de Oliveira - entrou em contato com Silvio Simões, que repassou a reclamação ao cabo Vagner da Silva Tandu. Em 11 de setembro, cabo Tandu retornou à oficina em Itapevi e entregou as outras 12 metralhadoras e o fuzil, que antes estavam em posse do cabo Felipe Ferreira Barbosa. As armas da segunda remessa serviriam para completar as outras metralhadoras. Dessas 13 armas, três metralhadoras e o fuzil foram repassados para os traficantes. As outras nove continuaram na oficina. 5. Destino das armas Parte das armas ficou no estado de São Paulo, e o restante enviado para o Rio de Janeiro. Nove delas, sendo cinco metralhadoras calibre .50 e quatro metralhadoras calibre 7,62 MAG, foram guardadas em um primeiro momento na oficina de Silvio Simões, em Itapevi, no interior paulista. O plano era enviar o armamento para o Paraguai e vendê-las. Até o transporte para o país vizinho, outro investigado - William Cunha, apontado como comparsa de Silvio Simões - ofereceu um sítio em São Roque para guardar as armas. A investigação aponta que William teria garantido que o local era alugado por uma pessoa de muita confiança, a quem "considerava como um pai", e que era mais seguro. Em 20 de outubro, no entanto, o armamento foi recuperado pela Polícia Civil de São Paulo. Uma denúncia anônima indicou à Polícia Civil de São Paulo que William Cunha chegou a falar sobre as armas para convidados durante um churrasco, uma semana depois, no dia 28 de outubro e disse onde estariam as peças, possivelmente as que foram levadas para o Rio. Ao todo, 13 armas foram levadas para o Rio de Janeiro: 11 delas foram recuperadas em duas ocasiões (19 de outubro e 01 de novembro). Duas ainda não foram localizadas. A Justiça Militar, até o momento, entendeu que as informações passadas em depoimentos confirmam outros elementos apurados pelo IPM, como destino das metralhadoras, número de armas, locais e datas. 6. Participação direta e indireta Em fevereiro de 2024, o Exército concluiu a investigação sobre o furto das armas do Arsenal de Guerra do Exército e indicou a participação de pelo menos oito pessoas no desvio de metralhadoras e fuzis em setembro do ano passado. A denúncia aceita pela Justiça Militar divide os militares pela participação direta no furto ou indireta, por inação ou negligência, entre eles o tenente-coronel Rivelino Barata de Sousa Batista, então diretor da unidade, além de um primeiro-tenente e dois cabos: Participação direta: Vagner da Silva Tandu, cabo do Exército Brasileiro (preso), réu por peculato e furto, em concurso com o cabo Felipe Ferreira Barbosa. Felipe Ferreira Barbosa, cabo do Exército Brasileiro (preso), réu por peculato e furto, em concurso com o cabo Vagner da Silva Tandu. Os dois cabos, de acordo com o Comando Militar do Sudeste, não são mais militares e deram baixa das fileiras do Exército no dia 1º de março de 2024. Eles estão presos preventivamente pela Justiça Militar. Participação indireta: Rivelino Barata de Sousa Batista, tenente-coronel e então diretor do Arsenal de Guerra do Exército de Barueri: réu por inobservância de lei, regulamento ou instrução, cometida por negligência. O inquérito apontou que o então comandante do quartel não teve participação direta no furto, mas responde por ter sido negligente ao não impedir o crime. Rivelino Barata foi exonerado do posto de diretor do Arsenal da Guerra após a confirmação do desvio das armas, mas foi mantido no Exército. Cristiano Ferreira, primeiro-tenente do Exército: réu por inobservância de lei, regulamento ou instrução, cometida por tolerância, e por peculato culposo. Tanto o tenente-coronel quanto o primeiro-tenente continuam na ativa, exercendo atividades no Exército, mesmo respondendo pelos crimes na Justiça Militar. O Comando Militar do Sudeste afirma que após o furto "houve uma rigorosa revisão dos procedimentos e condutas de segurança em relação a áreas de custódia de armamentos e controles de acessos, visando a mitigar ocorrências envolvendo este tipo de material", e que está comprometido em apurar o caso, "apoiando a Justiça Militar naquilo que for necessário, bem como em recuperar a totalidade do armamento furtado". 7. Crimes e penas Os investigados que atuaram diretamente no desvio poderão responder por furto, peculato e receptação, entre outros crimes, segundo o Exército. Alguns possuem qualificadoras, o que aumenta a pena. É o caso do furto. Segundo o Código Penal Militar, o furto simples pode resultar na prisão de um a seis anos. Mas se for praticado a noite, a pena muda de dois a oito anos. Outra qualificadora prevista ocorre no caso de furto de bem pertencente à Fazenda Nacional, que aumenta a reclusão para até seis anos. Se o furto for praticado com destruição ou rompimento de lacre, por exemplo, com abuso de confiança ou mediante fraude, com emprego de chave falsa e/ou com a participação de duas ou mais pessoas, a pena varia de três a dez anos de prisão. No caso do peculato (que é apropriar-se de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse ou detenção, em razão do cargo ou comissão, ou desviá-lo em proveito próprio ou alheio), a prisão varia de três a 15 anos de prisão. Mas a dosimetria pode aumentar em um terço se o objeto desviado tiver valor superior a 20 vezes o salário mínimo. Se o funcionário ou o militar contribui culposamente para que outra pessoa subtraia ou desvie o dinheiro, valor ou bem, ou dele se aproprie, a detenção definida pode variar de três meses a um ano. Já para o crime de receptação, a pena prevista é de um a cinco anos. No caso do desaparecimento, consunção ou extravio (fazer desaparecer, consumir ou extraviar combustível, armamento, munição, peças de equipamento de navio ou de aeronave, ou de engenho de guerra motomecanizado), a condenação pode várias de um a três anos. 8. Expulsão após condenação Mesmo condenados, nem todos os militares são expulsos automaticamente do Exército. Os processos precisam ter tramitado até o trânsito em julgado, ou seja, sem mais possibilidade de recursos. No caso dos militares com posto de soldado até sub-tenente, para que ocorra a expulsão é necessária a condenação com pena superior a dois anos. Para oficiais, de tenente a general, a pena mínima é a mesma, mas a expulsão deverá ser analisada pelo Conselho de Justificação e passar por julgamento do Superior Tribunal Militar (STM), após ação de Incompatibilidade para com o Oficialato, impetrada pelo Ministério Público Militar.
Maioria dos trabalhadores resgatados desde 1995 está na zona rural Mauricio Lima/AFP via DW Os Estados Unidos incluíram o Brasil em uma lista de países que, segundo o governo americano, falham em proibir a importação de bens produzidos com trabalho forçado. Apesar disso, o combate a essa prática dentro do território brasileiro é considerado referência internacional. A inclusão foi anunciada na última terça-feira (2) e abrange 60 países. Entre eles estão Suíça, Reino Unido, China, Canadá, Noruega e também a União Europeia. A lista foi elaborada após uma investigação do Escritório de Comércio dos EUA (USTR), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Segundo o relatório, essa situação gera concorrência desleal para empresas e trabalhadores americanos. O órgão propôs a aplicação de uma sobretaxa de até 12,5% sobre produtos importados dos países listados. A medida ainda precisa ser aprovada pelo presidente Donald Trump. Agora no g1 Para justificar a sobretaxa, os Estados Unidos afirmam que o Brasil não possui uma legislação eficaz para impedir a entrada de produtos feitos com trabalho forçado em seu mercado. Outra crítica é que o país não fiscalizaria adequadamente toda a cadeia produtiva dos bens importados. As críticas dos Estados Unidos não se referem ao uso de trabalho forçado dentro do Brasil, mas sim aos produtos importados pelo país. Já o combate a essa prática em território nacional é considerado um exemplo internacional. Ao longo das últimas três décadas, o Brasil desenvolveu uma das políticas públicas mais reconhecidas no mundo no combate ao trabalho análogo à escravidão. Desde que reconheceu oficialmente a existência dessa prática, em 1995, perante a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o país passou a atuar com base em três pilares: fiscalização, responsabilização de empregadores e apoio às vítimas. Nesse período, mais de 68 mil trabalhadores foram resgatados dessa situação. Brasil, exemplo internacional De acordo com o Código Penal brasileiro, o trabalho análogo à escravidão "é caracterizado pela submissão de alguém a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou seu preposto". De acordo com o Código Penal brasileiro, o trabalho análogo à escravidão "é caracterizado pela submissão de alguém a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou seu preposto". Ou seja, a lei engloba trabalho forçado, jornada exaustiva, servidão por dívidas e condições degradantes. Não é necessário que todos esses elementos estejam presentes: apenas um deles já configura crime. O uso do termo "análogo à escravidão" já representa um avanço em relação às legislações de outros países, pois inclui diferentes formas contemporâneas de exploração. Ao contrário do que ocorre em muitos países, o Brasil não exige, necessariamente, a restrição física direta para caracterizar o crime. Desde 2003, o Brasil conta com a chamada “Lista Suja” do governo federal, que reúne os nomes de empregadores responsabilizados pelo uso de trabalho análogo à escravidão. A inclusão no cadastro ocorre apenas após a conclusão do processo administrativo que julgou o caso. Instrumentos de fiscalização No Brasil, o principal instrumento de combate é a fiscalização realizada pela Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em 2025, foram feitas 1.594 operações específicas, que resultaram no resgate de 2.772 trabalhadores em condições ilegais. Além disso, mais de R$ 9 milhões em verbas trabalhistas e rescisórias foram garantidos às vítimas. As operações são coordenadas pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que reúne diferentes instituições do Estado, como o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF). Esse modelo integrado é apontado como um dos principais fatores para o sucesso das ações, pois permite desde o resgate imediato até a responsabilização criminal e administrativa dos empregadores. Quando a irregularidade é identificada, os trabalhadores são retirados do local e passam a ter acesso a direitos básicos. Entre eles está o Seguro-Desemprego do Trabalhador Resgatado, que prevê três parcelas no valor de um salário mínimo, além do pagamento dos direitos trabalhistas devidos pelos empregadores. As vítimas também são encaminhadas à rede de assistência social, onde recebem apoio para a reinserção no mercado de trabalho e acompanhamento social. O perfil das vítimas Historicamente, a maior parte dos casos de trabalho análogo à escravidão no Brasil ocorre em atividades agropecuárias, mas há crescimento recente nas áreas urbanas. Em 2025, a maioria dos trabalhadores resgatados (68%) estava em cidades, atuando principalmente na construção civil. Também há registros frequentes no trabalho doméstico, setor marcado por forte subnotificação. A maioria das vítimas é formada por homens jovens, com baixa escolaridade, frequentemente migrantes internos ou internacionais. Há também uma forte dimensão racial: pessoas negras representam a maior parte dos trabalhadores resgatados. Esse cenário está associado a desigualdades históricas e à vulnerabilidade socioeconômica, fatores que facilitam o aliciamento por meio de falsas promessas de emprego. O que pode melhorar Apesar dos avanços, ainda há muito a ser feito. Especialistas apontam que, embora as operações de fiscalização sejam essenciais, elas não são suficientes para erradicar o problema. A prevenção depende de políticas públicas mais amplas, sobretudo nas áreas de educação, emprego e assistência social. Programas de conscientização — como iniciativas voltadas a comunidades vulneráveis — buscam informar os trabalhadores sobre seus direitos e reduzir o risco de exploração. Autoridades reconhecem que a erradicação definitiva depende do enfrentamento de causas estruturais — como pobreza, desigualdade e falta de acesso a oportunidades — que continuam alimentando esse ciclo de exploração.
As India sees incessant FII selloff so far this year, the government and RBI announced a slew of measures to ease foreign investments in government securities, with analysts suggesting that these may provide some short-term support for Dalal Street.India scrapped the long-term capital gains tax on investments by foreign institutional investors (FIIs) in government securities through an ordinance issued on Friday. The government has now exempted FIIs from tax on any interest income from government securities, as well as capital gains arising from their sale, exchange or transfer, according to an official gazette. Separately, while announcing the outcome of the MPC meeting, RBI Governor Sanjay Malhotra also unveiled a series of measures to boost FPI investments, including expanding the Fully Accessible Route (FAR) to cover new issuances of 15-, 30- and 40-year government bonds.Limits on investments by NRIs and OCIs in equity instruments without Sebi registration are being raised, allowing them to invest larger amounts without regulatory registration. The facility is also proposed to be extended to all Persons Resident Outside India (PROIs), bringing them on par with NRIs and OCIs. This came as the RBI kept the repo rate unchanged at 5.25%What does this mean for Indian stock market?The proposal to increase investment limits for NRIs and OCIs in listed equity instruments without Sebi registration, and to extend the same facility to all individual Persons Resident Outside India (PROIs), is a significant step toward broadening participation in Indian capital markets, which is expected to improve market depth, liquidity and long-term capital inflows, said Arun Poddar, CEO of Choice International.He highlighted that equally important is the removal of capital gains tax on government securities investments for foreign investors. “This move strengthens the attractiveness of India's bond market and could encourage greater foreign participation in government debt. At a time of heightened global volatility, these measures reinforce investor confidence, support capital inflows, and reaffirm India's commitment to building deeper, more globally integrated financial markets, with the policy rate expected to remain low for an extended period,” he said.The government's move to exempt Foreign Institutional Investors (FIIs) from capital gains tax on any interest earned from government securities is “highly positive” for the capital markets, said Sumit Singhania, Head of Research at Bajaj Broking. “This fiscal cushion arrives at a crucial time, offering a strong shield to domestic markets as the RBI chief warned of volatile forex markets driven by shifting global sentiments,” he added.The policy is distinctly positive for bond markets and well-capitalized Banks and NBFCs, which benefit from targeted hedging subsidies and systemic stability, according to Archit Doshi, Senior Vice President at PL (Prabhudas Lilladher) AMC. “Conversely, one should be underweight rate-sensitive sectors, which remain highly vulnerable to margin compression, higher inflation expectations, and the threat of the RBI reaching its tightening tipping point,” he said.Rajeev Radhakrishnan, CFA, CIO of Fixed Income at SBI Mutual Fund, also said that the announcements aimed at enabling more dollar inflows are more significant in the near term, even though the overall policy stance has been broadly in line with expectations. “The concessional swap facility should help stabilise short end market rates and the foreign exchange market in the near term,” he said.For equities and debt markets, the measures to attract FII inflows are supportive of liquidity and inflows, while for the rupee, they signal a clear intent to anchor expectations and reduce volatility amid global oil shocks and sustained foreign selling pressure, said Ajit Mishra, Senior VP of Research at Religare Broking.Sachin Bajaj, Chief Investment Officer at Axis Max Life Insurance, also said that the initiatives are expected to support capital inflows, deepen domestic bond markets, and provide support to the Indian rupee over the short to medium term.RBI’s hawkish tone and the Indian stock marketWhile the measures taken to attract FII inflows in the debt market will likely provide short-term support for Dalal Street, analysts advised caution over the RBI’s hawkish policy stance. While the RBI maintained its policy repo rate as per expectations, the tone was much more cautious than in previous meetings.Sachin Bajaj highlighted that the policy emphasised preserving macroeconomic stability amid the prevailing global macroeconomic environment. “We believe there are significant risks to inflation in the coming months due to the pass-through of higher commodity prices to consumers and elevated food prices resulting from a below-normal monsoon. Going forward, there is a risk of an upward revision in inflation projections, and given the evolving global backdrop, we believe the RBI is likely to maintain a prudent, data-dependent approach. Future policy actions will be contingent on evolving growth-inflation dynamics and global developments,” he added.Also read: Explained: Sebi's Rs 15.15 lakh crore revenue inflation allegations against Rajesh ExportsWhile hawkish rhetoric without an accompanying rate hike provides a temporary respite for equity markets, it does not constitute an unequivocal endorsement of investment, particularly in highly rate-sensitive sectors such as real estate, automotive, and consumer discretionary goods, said Vipul Bhowar, Senior Director, Head of Equities at Waterfield Advisors.“Should inflation necessitate a rate increase later this year, these sectors are likely to experience pressure on both margins and demand. For investors, the current strategy emphasises capital preservation by focusing on high-quality equities with strong pricing power. This cautious approach is designed to navigate the prevailing geopolitical uncertainties until conditions stabilise,” the analyst added.(Disclaimer: Recommendations, suggestions, views and opinions given by the experts are their own. These do not represent the views of The Economic Times)
Grupos designados terroristas foram incluídos na lista do Tesouro americano, que aplica sanções econômicas e comerciais, e seus bens nos EUA foram bloqueados AFP via Getty Images/BBC A designação pelos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas entrou em vigor oficialmente nesta sexta-feira (05/06). 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A decisão confere às facções brasileiras o mesmo status jurídico de grupos que são alvo, há mais de um ano, de duras intervenções de Washington na América Latina, como os cartéis de Sinaloa e Jalisco Nova Geração, no México, o Trem de Arágua, na Venezuela, e o Clã do Golfo, na Colômbia. Segundo especialistas consultados pela BBC News Brasil, com exceção do caso venezuelano, a designação como terrorista não levou, pelo menos até o momento, ao enfraquecimento dessas organizações ou a uma diminuição da criminalidade. PCC e CV são classificados como terroristas pelos EUA a partir desta sexta (5) Mas a classificação significou, em alguns casos, penas mais duras para criminosos capturados e extraditados para os Estados Unidos e, principalmente, sanções econômicas específicas e um monitoramento muito mais rigoroso das transações financeiras dos grupos nos EUA e com empresas que possuem laços em território americano. No México, onde seis facções criminosas receberam a designação em fevereiro de 2025, a pressão diplomática sobre o governo da presidente Claudia Sheinbaum vem se intensificando nos últimos meses, com o indiciamento de dez oficiais do governo do Estado de Sinaloa, incluindo o próprio governador, Rubén Rocha Moya, por supostos vínculos com o poderoso Cartel de Sinaloa. O governo Sheinbaum denunciou ainda uma suposta operação não autorizada da CIA, o serviço de inteligência americano, em solo mexicano. Segundo o governo, dois oficiais que estariam investigando laboratórios de drogas no norte do país foram identificados após morrerem em um acidente de carro. Já na Venezuela, a pressão sobre o crime organizado chegou ao seu auge na invasão armada com a captura do então presidente, Nicolás Maduro, em janeiro deste ano. Ainda que a designação de organizações como terroristas não seja um requisito legal para a autorização de operações da inteligência americana no exterior, especialistas afirmam que as recentes ações dos EUA no México e na Venezuela fazem parte da campanha do governo de Donald Trump contra o narcoterrorismo. "A designação muda definitivamente o tom [dos EUA] em relação a esses grupos e como qualificam a ameaça que eles representam", diz Cecilia Farfán-Méndez, chefe do Observatório Norte-Americano da Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional (GI-TOC). Ainda segundo Farfán-Méndez, a ação americana não provocou grandes mudanças no comportamento das organizações criminosas atingidas, mas teve um impacto significativo nos negócios do setor privado dos países envolvidos. Sanções e monitoramento financeiro No primeiro dia de seu segundo mandato, em 2025, Trump assinou uma ordem executiva solicitando ao Departamento de Estado que designasse os principais cartéis e outras organizações criminosas latino-americanas como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês). A classificação foi confirmada cerca de um mês depois pelo secretário de Estado, Marco Rubio. Na lista das organizações atingidas estavam os cartéis de Sinaloa, de Jalisco Nova Geração (CJNG), do Nordeste, do Golfo, Unidos e Nova Família Michoacana, do México, e o Trem de Arágua, da Venezuela. Posteriormente, também foram designados como terroristas o Clã do Golfo, da Colômbia; o Cartel dos Sóis, da Venezuela; e os grupos Los Choneros e Los Lobos, do Equador. Os grupos Bairro 18 e Mara Salvatrucha (MS-13), que têm braços em vários países da América Central e nos EUA, também foram atingidos. Com as designações, todas essas organizações foram incluídas na lista do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac) do Departamento do Tesouro americano, que administra e aplica sanções econômicas e comerciais, e seus bens nos EUA foram bloqueados. Isso também significa que qualquer empresa ou indivíduo que forneça apoio material para membros ou instituições ligadas a essas organizações pode enfrentar penalidades nos EUA. Isso inclui envio de dinheiro, prestação de serviço, consultoria, fornecimento de transporte ou qualquer outra ajuda econômica direta ou indireta. Pistoleiros do Cartel de Sinaloa entraram em confronto com forças de segurança durante tentativa de fuga em massa da Prisão de Aguaruto, no México Anadolu via Getty Images/BBC Até o momento, os cartéis mexicanos foram os que mais estiveram na mira das sanções americanas. No sistema da Ofac, a BBC News Brasil identificou que pelo menos 40 indivíduos ligados às organizações enquadradas como terroristas no México foram listados pessoalmente desde a designação no ano passado. Desses, 23 pertencem ao Cartel de Sinaloa. Mais de 50 empresas ligadas ao cartel ou a esses indivíduos foram sancionadas, assim como 31 negócios indicados como tendo conexão com o CJNG e seus membros. Pelo menos 14 indivíduos e 4 empresas que teriam algum tipo de conexão direta com o Trem de Arágua, da Venezuela, também entraram na lista de sanções ligadas ao terrorismo desde fevereiro de 2025. O economista Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do Brasil e sócio da consultoria BMJ, explica que, além do efeito pessoal para os indivíduos e firmas sancionados, a inclusão das organizações nas listas da Ofac significou um aumento significativo nos custos de operação das empresas que atuam nos países atingidos e têm também presença nos EUA. Muitas dessas facções estão bastante infiltradas nas sociedades locais e possuem braços em diferentes setores da economia, diz o especialista. Como a definição adotada pela lei americana de apoio material é bastante ampla, empresas que fazem negócios nos países atingidos podem acabar penalizadas por algum tipo de ligação com as facções, mesmo sem intenção. "Um banco nos EUA que tenha contas de pessoas envolvidas com uma das organizações ou um investidor americano que investe numa empresa que tem como fornecedor alguém ligado a um desses grupos pode ser sancionado criminalmente e civilmente nos Estados Unidos se não demonstrar que fez uma diligência devida", exemplifica Barral. Tudo isso, aponta o especialista, tem aumentado significativamente os gastos das empresas com exigências de compliance e diligências prévias para evitar problemas ao investir e atuar em países como México e Colômbia. Departamento do Tesouro americano tem aumentado pressão sobre bancos para fiscalização de clientes Bloomberg via Getty Images/BBC Niko Passas, professor de Criminologia e Justiça Criminal da Universidade Northeastern, nos Estados Unidos, afirma ainda que entidades processadas por apoio material a uma organização classificada como terrorista pelos Estados Unidos têm sofrido, além do impacto econômico, implicações em relação à sua reputação. "Na prática, de acordo com a lei, não ter a intenção de apoiar uma organização terrorista não é necessariamente suficiente [para provar a inocência]. Portanto, mesmo sem intenção, alguém pode acabar envolvido", diz o especialista, que colaborou para a implementação das convenções das Nações Unidas contra a corrupção e crime organizado transnacional. Ainda não existem pesquisas amplas sobre o impacto real disso tudo nas economias locais, mas um relatório da empresa de pesquisa de mercado Mordor Intelligence, citado pela consultoria Control Risks, apontou que, um ano após a designação de seis organizações criminosas mexicanas como terroristas, houve um aumento significativo nos custos das empresas no México. O levantamento aponta um acréscimo de 8% a 12% nas despesas logísticas e uma elevação de 30% nos preços dos seguros para caminhões de transporte de mercadorias nas regiões afetadas. Firmas de advocacia e consultorias especializadas também reportaram um aumento significativo do escrutínio no setor agroindustrial nos Estados mexicanos de Jalisco e Michoacán, onde membros dos cartéis se infiltraram nas cadeias de suprimentos nas últimas décadas. Além disso, o Tesouro americano emitiu ordens exigindo que todos os bancos que operam em cidades que fazem fronteira com o México nos Estados da Califórnia e do Texas peçam identificação dos clientes que fazem transações em dinheiro acima de US$ 200 e reportem as movimentações ao órgão. Em junho de 2025, três bancos mexicanos foram sancionados sob acusação de lavar dinheiro do narcotráfico. Dois deles foram bloqueados pela Visa e pela Mastercard de acessarem suas redes de pagamento, o que tornou os cartões de débito e crédito dos bancos praticamente inúteis, já que as duas empresas americanas dominam o setor de pagamentos em quase todo o mundo. Outro caso que marcou a discussão no último ano envolveu uma escola particular na Flórida, que teve que pagar uma multa de mais de US$ 1,7 milhão por receber o pagamento de mensalidade e outras taxas de dois alunos cujos pais têm ligação com um cartel mexicano, segundo o Tesouro americano. De acordo com o órgão, as violações do internato IMG Academy não foram voluntárias, mas destacam a importância de instituições de diversos setores "implementarem controles eficazes e baseados em risco para evitar violações de sanções". Todo esse cenário, aponta Barral, pode estar afastando potenciais investidores dos países onde as organizações estão estabelecidas. "Os bancos aumentam as exigências para abertura de contas e dificultam operações com o exterior, o acesso a crédito fica mais difícil", detalha. "E, claro, o investidor estrangeiro vai olhar com lupa qual o investimento que ele está fazendo e se vale a pena." Até o momento, não foram registrados sinais claros de diminuição do investimento estrangeiro causado pela ação americana de designação de organizações terroristas. Mas, segundo Barral, o cenário tem potencial de ser especialmente prejudicial para o México, que é extremamente dependente dos Estados Unidos e, em 2025, destinou aproximadamente 80% de suas exportações ao país. Penas mais severas e relações abaladas no México Na esfera criminal, a designação como organização terrorista leva a penalidades mais severas para aqueles condenados nos Estados Unidos, explica Niko Passas. "Não são apenas muito severas em termos financeiros, mas também incluem penas de prisão que podem chegar a 20 anos", diz o advogado e criminologista. Em fevereiro deste ano, um dos líderes do Cartel de Sinaloa, René Arzate-García (também conhecido como La Rana) foi acusado pelos crimes de narcoterrorismo, condução de uma organização criminosa, apoio material a uma organização terrorista estrangeira, conspiração internacional para distribuir metanfetamina, cocaína, fentanil e maconha, e lavagem de dinheiro na Califórnia. O governo americano também ofereceu uma recompensa de até US$ 10 milhões por informações sobre o paradeiro de La Rana e seu irmão, Alfonso Arzate-García (Aquiles). A agência de combate às drogas do governo americano (DEA, na sigla em inglês) afirma que os dois controlam a área de Tijuana para o Cartel de Sinaloa há 15 anos. Desde que os cartéis mexicanos e seus membros foram classificados como terroristas, os governos de Donald Trump e Claudia Sheinbaum têm realizado uma série de negociações a portas fechadas. Governo americano também ofereceu uma recompensa por informações sobre o paradeiro de irmãos que lideram o Cartel de Sinaloa DEA via BBC Os dois países chegaram a falar em aumento da cooperação e criação de estratégias conjuntas para combater as cartéis. As transferências de criminosos capturados no México para os EUA também foram intensificadas, com quase cem prisioneiros enviados para solo americano entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. Sheinbaum também foi apontada como uma das lideranças mundiais que melhor conseguiu negociar tréguas com a Casa Branca diante das acusações de Trump sobre a criminalidade na fronteira e da imposição de tarifas comerciais. Mas eventos recentes envolvendo lideranças locais e declarações do Palácio Nacional colocam dúvidas sobre o que acontece nos bastidores. Em janeiro, após a operação militar que capturou Nicolás Maduro na Venezuela, Trump deu a entender que outros países latino-americanos, como Colômbia, Cuba e México, poderiam ser os próximos alvos de seu governo. Em resposta, Sheinbaum afirmou durante uma coletiva de imprensa que a soberania mexicana seria defendida. "Poucos mexicanos concordam com uma intervenção", disse. "Não só não ajuda — quem eles vão bombardear? — como também nossa soberania estará em jogo." A relação entre os dois países atingiu um ponto ainda mais delicado após a morte dos dois funcionários da CIA em um acidente de carro no norte do México. Segundo as autoridades mexicanas, eles não tinham autorização para operar no país. Uma reportagem da emissora CNN apontou ainda que agentes da CIA participaram diretamente de ataques letais contra alvos de cartéis no México no último ano. O governo de Sheinbaum negou categoricamente. A presidente também tem sido enfática ao afirmar que autoridades estrangeiras só podem operar em território mexicano mediante autorização prévia. Mas, pouco após o acidente de carro envolvendo os oficiais de inteligência americanos, os EUA acusaram formalmente o governador de Sinaloa, Rubén Rocha, e outros funcionários do governo local por suposto envolvimento com o Cartel de Sinaloa. Sheinbaum tem afirmado que a soberania mexicana será defendida AFP via Getty Images/BBC Embora os EUA frequentemente tenham como alvo chefes do narcotráfico, acusações formais contra políticos mexicanos em exercício de alto escalão são raras. Segundo o Departamento de Justiça americano, Rocha e os demais conspiraram com líderes do cartel para importar grandes quantidades de drogas para os Estados Unidos em troca de apoio político e subornos. Após a divulgação das acusações, o governo mexicano recebeu pedidos de prisão preventiva para fins de extradição dos investigados. Sheinbaum exigiu provas claras do envolvimento das autoridades antes que o Ministério Público mexicano possa proceder conforme a lei. A presidente também acusou "setores da extrema direita" nos Estados Unidos de liderarem uma "campanha" contra seu governo, mas disse acreditar que Donald Trump não está envolvido no movimento. "Confesso que não acredito que o presidente Trump tenha liderado essa ofensiva em várias questões", disse Sheinbaum em sua habitual coletiva de imprensa matinal. "São setores da extrema direita nos Estados Unidos que querem impedir um bom relacionamento." Círculo presidencial colombiano na mira dos EUA Na Colômbia, uma das principais consequências da pressão americana sobre o crime organizado foi a inclusão do presidente Gustavo Petro e seus familiares na lista de indivíduos supostamente associados ao narcotráfico no ano passado. Além de Petro, do seu filho mais velho, Nicolás Petro, e da primeira-dama, Verónica Alcocer, o ministro do Interior, Armando Benedetti, também foi sancionado pelo Ofac sob acusação de envolvimento no tráfico ilícito global de drogas. Segundo o Tesouro americano, desde que assumiu o poder Petro teria permitido que os cartéis de drogas prosperassem e "inundassem os Estados Unidos e envenessem os americanos" com cocaína. Mais recentemente, em março, promotores federais em Nova York abririam oficialmente um inquérito para investigar o envolvimento do presidente com indivíduos ligados ao narcotráfico, além de suspeitas sobre o uso de recursos ilícitos em sua campanha presidencial de 2022. Assim como o México e nos demais países envolvidos, isso gerou uma grande preocupação entre empresários e investidores, que precisaram se reorganizar para evitar ser penalizados por qualquer tipo de contato com o círculo próximo de Petro sancionado. Ao mesmo tempo, segundo revelado por uma reportagem do jornal The New York Times, o ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, teria procurado o governo americano para solicitar a imposição de novas sanções, dessa vez contra traficantes de ouro ilegal. Gustavo Petro e seus familiares foram incluídos na lista de indivíduos supostamente associados ao narcotráfico pelos EUA Anadolu via Getty Images/BBC O governo colombiano acredita que a mineração ilegal de ouro tem financiado o Clã do Golfo, designado como terrorista pelos EUA, e que estender as sanções aos comerciantes de ouro ajudaria a Colômbia a combater a facção, segundo a reportagem. O Departamento do Tesouro americano não confirmou se o pedido estava sendo analisado, mas o tema do narcotráfico e da segurança se tornou central nas eleições locais, que devem ser definidas em um segundo turno marcado para 21 de junho. Iván Cepeda, líder de esquerda que oferece continuidade aos programas do atual governo de Gustavo Petro, concorre com Abelardo de la Espriella, um empresário de direita que promete uma abordagem radical para mudar tudo. Enfraquecimento do Trem de Arágua na Venezuela Mas, apesar de todas as ações tomadas pelos EUA até agora, especialistas e observadores locais também apontam que não houve grande diminuição da violência provocada pelas facções. Cecilia Farfán-Méndez, da GI-TOC, afirma que colaboradores da organização no México e na América Central não têm notado efeitos concretos das medidas americanas na limitação das atividades perpetradas pelas organizações criminosas. "Mas é claro, faz apenas pouco mais de um ano [que a designação foi publicada pelos EUA]", diz a especialista. A grande exceção apontada por Farfán-Méndez é a Venezuela, onde haveria sinais do enfraquecimento do Trem de Arágua. Segundo os relatos, a organização está cada vez mais fragmentada. Além disso, teria visto a pressão sobre suas redes aumentar após Chile e Colômbia começarem a realizar operações conjuntas com as autoridades americanas para desmantelar células do grupo em seus países. Em outubro, um dos fundadores da facção, Larry Alvarez, também conhecido como Larry Changa, teria pedido, em uma carta, ajuda ao governo colombiano para a realização de negociações de paz que levem à dissolução do grupo, uma ação que foi interpretada por alguns como um sinal da fraqueza da facção. Changa está preso na Colômbia desde 2024. Na mensagem endereçada a Gustavo Petro e ao Ministério da Justiça, ele teria pedido auxílio para "facilitar a reaproximação e construir uma rota viável de desmobilização". Membros da gangue venezuelana Trem de Arágua e da gangue MS-13 que foram deportados para El Salvador pelos EUA Anadolu via Getty Images/BBC A carta foi assinada pelos advogados do criminoso e publicada na mídia local e online. O gabinete do comissário para a paz da Colômbia confirmou a autenticidade do documento à agência AFP. Além disso, segundo os colaboradores ouvidos pela GI-TOC, algumas ações do governo americano, como o indiciamento de Hector Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero e apontado como o líder máximo do Trem de Arágua, no processo criminal que também tem como alvo Nicolás Maduro e outros membros do seu governo, enfraqueceram a estrutura criminosa. A tudo isso somam-se a prisão de Maduro e o controle dos Estados Unidos sobre o governo venezuelano, que estariam prejudicando a organização, de acordo com relatos publicados pela Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional. Incentivo para a sofisticação? Ainda restam, porém, muitas dúvidas sobre os benefícios da estratégia adotada pelos EUA de classificar as facções criminosas latino-americanas como terroristas. Para Niko Passas, da Universidade Northeastern, há a possibilidade de que a atual pressão produza um efeito contrário. "No passado, vimos que a aplicação rigorosa de medidas contra essas organizações às vezes serviu de incentivo para que elas se tornassem mais bem organizadas, mais sofisticadas e, consequentemente, mais poderosas e resilientes", diz. Além disso, diz o advogado, a aplicação de sanções pode afastar cada vez mais os grupos do sistema financeiro americano e, consequentemente, do dólar, tornando cada vez mais difícil para os EUA monitorarem as suas movimentações. "Essa estratégia também fornece incentivos adicionais para a desdolarização, visando evitar a jurisdição americana", aponta. "Em outras palavras, você até pode usar suas armas nos alvos que estão ao seu redor, mas se eles se moverem para outro lugar, estarão fora do seu alcance."
The rupee appreciated 50 paise to 95.24 against the US dollar on Friday after the RBI liberalised norms for FPI investment in government securities. Forex traders said the announcements in the RBI policy boosted investor sentiments after the apex bank asserted that the country's forex reserves provide sufficient buffer against external shocks. At the interbank foreign exchange market, the rupee opened at 95.72, then touched 95.24 in intraday trade, registering a rise of 50 paise from its previous close. On Thursday, the rupee rose 2 paise to settle at 95.74 against the US dollar. The Reserve Bank on Friday expectedly kept interest rates unchanged for the second time in a row as it weighed the impact of rising energy prices and supply disruptions caused by the West Asia crisis. Announcing the second bi-monthly monetary policy for the current fiscal, RBI Governor Sanjay Malhotra said the Monetary Policy Committee (MPC) has unanimously decided to retain short-term lending rate or repo rate at 5.25 per cent with a neutral stance. Moreover, the RBI raised limit for investments by Non-Resident Indians, Overseas Citizens of India in equity instruments. Malhotra also said that the central bank's policy on exchange rate remains unchanged and it does not target any specific rate/band for the rupee. Meanwhile, the dollar index, which gauges the greenback's strength against a basket of six currencies, was trading at 99.40, higher by 0.01 per cent. Brent crude, the global oil benchmark, was trading up 0.36 per cent at USD 95.37 per barrel in futures trade. On the domestic equity market front, Sensex fell 142.06 points or 0.19 per cent to 74,217.95, while the Nifty was down 38.75 points or 0.17 per cent at 23,377.80. Foreign institutional investors offloaded equities worth Rs 4,447.06 crore on a net basis on Thursday, according to exchange data. Meanwhile, RBI has lowered GDP growth projection to 6.6 per cent from 6.9 per cent earlier for the current fiscal and raised CPI inflation projection to 5.1 per cent for FY27, higher from earlier estimate of 4.6 per cent. PTI
The House Armed Services Committee (HASC) late Thursday passed the annual Defense policy bill, sending the mammoth, nearly $1.15 trillion measure to the full House after debating a chunk of some 900 offered amendments for 14 hours. The measure, known as the fiscal 2027 National Defense Authorization Act (NDAA), passed the panel by a 44...
Si les femmes sont autonomes en droit elles restent injustement dépendantes de leur mari devant l’impôt. Dans une lettre ouverte au ministre de l’Economie, un collectif demande d’en finir avec la solidarité fiscale entre époux.
EVERY June, Pakistan’s budget season follows a familiar pattern: business groups repeat their proposals for relief, the government defends its targets, and taxpayers prepare for additional burdens. Yet a more fundamental question is rarely asked — what is the budget ultimately meant to achieve, and does it reflect a clear long-term national purpose? In principle, the budget is the state’s main instrument for promoting growth, improving public services, reducing poverty and raising living standards. In Pakistan, however, it has increasingly come to resemble an accounting exercise: mobilise sufficient revenue to finance a growing state and meet fiscal benchmarks agreed with the IMF. The result is a lopsided process that remains focused on extracting more from those already within the tax net, while paying insufficient attention to the quality of public spending, the need to broaden the base, or the incentives required for investment, employment and productivity. The Tax Policy Office was expected to introduce a longer-term perspective to this debate, but that wider vision is still not evident. The burden continues to fall, predictably, on the formal economy. Corporations, salaried employees, entrepreneurs, exporters, documented businesses and investors remain the most visible and therefore the most easily taxed. What receives much less scrutiny is whether public spending is yielding meaningful improvements in citizens’ lives, particularly in a country where a large share of the population remains below the poverty line. Pakistan has absorbed much of the fiscal cost of devolution without fully realising its potential efficiency gains. This distortion has become more pronounced since the 18th Constitutional Amendment altered Pakistan’s fiscal structure. Health, education, labour welfare and other social services were devolved to the provinces, which now receive a substantial share of national revenues through the National Finance Commission Award. The logic was straightforward: provinces, being closer to citizens, would deliver services more effectively, while the federal government would gradually withdraw from devolved functions and reduce its own size and cost. That second part of the arrangement, however, remains largely unfulfilled. More than a decade later, successive governments have shown limited willingness to undertake the constitutional, administrative and institutional reforms required to right-size the federation. Pakistan has, therefore, absorbed much of the fiscal cost of devolution without fully realising its potential efficiency gains. The results are plain: weak learning, poor healthcare access, child malnutrition, low productivity, millions of children out of school, under-equipped hospitals, inadequate skills training and persistently low female labour-force participation. Yet, even against this backdrop, the provinces are expected to post a combined budget surplus of roughly Rs1.6 trillion. This surplus forms part of the consolidated fiscal framework that enables Pakistan to meet primary surplus targets under the IMF programme. Fiscal discipline is necessary; Pakistan’s record on deficits and debt leaves little room for complacency. But every rupee retained as surplus is also a rupee not directed towards schools, hospitals, technical training and local services. The balance appears to have shifted too far towards meeting accounting targets and too little towards building human capital. The irony is that while existing taxpayers are repeatedly told there is little room for relief, substantial untapped capacity exists elsewhere. Agriculture contributes nearly a quarter of GDP but remains lightly taxed, while property taxation is among the weakest in the region. Large agricultural and urban wealth holdings generate limited recurring revenue because assessment remains weak, enforcement uneven and valuations often disconnected from market reality. Since provinces have constitutional authority over agricultural income and property taxes, meaningful reform in these areas could broaden the base, improve fairness and reduce the state’s dependence on taxing the same formal businesses and individuals year after year. It would also help strengthen the sense that the fiscal burden is being shared more equitably. The next budget should therefore reset fiscal priorities. Rather than treating compliant taxpayers as an inexhaustible source of revenue, policymakers should present a credible path towards relief for documented economic activity: lower excessive tax rates on salaried employees, entrepreneurs and businesses, phase out the Super Tax, remove distortionary levies, reduce cascading taxation and bring greater predictability to policy. Better incentives would support investment, exports, formalisation and job creation — the key objectives of fiscal policy. But relief must be matched by credible efforts to broaden the tax base, improve spending efficiency and mobilise provincial revenues from agriculture and property. Fiscal sustainability cannot rest indefinitely on squeezing a shrinking pool of compliant taxpayers. Provinces, meanwhile, should be judged less by the size of their surpluses than by measurable gains in education, healthcare, skills, productivity and poverty reduction. Pakistan’s fiscal debate remains confined to the narrow question of how to raise more revenue. The more important issue is how public finances can create opportunity, improve living standards and support durable growth. A budget should be more than a balancing exercise between revenue and expenditure; it should also reflect a willingness to reform the structure of the state itself. Unless Pakistan completes the unfinished agenda of devolution, broadens the tax base and channels provincial resources towards human development, it may strive to meet fiscal targets without delivering the broader prosperity its citizens are entitled to expect. The writer is a former CEO of Unilever Pakistan and of the Pakistan Business Council Published in Dawn, June 5th, 2026
La mayor fiscalía de España cambia de jefa tras un mandato marcado por la condena de Álvaro Ortiz y el enfrentamiento entre familias judiciales
• Field officers to lose powers to issue notices, conduct audits • Reforms aim to curb collusion, harassment • Phased rollout planned from October ISLAMABAD: The government has approved in principle a plan to introduce a centralised digital tax operating model, under which audits and assessments would be handled by “faceless” wings in Islamabad to reduce official discretion and direct contact between tax officials and taxpayers. Prime Minister Shehbaz Sharif approved Pakistan’s New Tax Operating Model on Thursday and commended the tax officials who developed the plan. The model is scheduled for a three-phase rollout beginning in October this year. The centralised and faceless tax model is similar to systems used in the UK, Australia, the Netherlands, Singapore and India. It is designed to eliminate physical contact between tax authorities and taxpayers to prevent corruption. The reforms have been driven by systemic leakages and widespread under-reporting detected by Pakistan Revenue Automation Limited (PRAL). Officials said the reforms were not only about curbing collusion or corruption but also about improving weak enforcement. FBR data revealed a major discrepancy in tax compliance: 8,697 individuals holding a combined Rs750 billion in bank deposits officially reported zero income in their tax returns. The same pattern was found across the financial sector, where 98.9 per cent of high-deposit individuals were found to have materially under-reported their bank flows. The real estate sector also showed similar evasion patterns. Despite maintaining active filer status, 80pc of top property purchasers were found to have systematically under-declared their transaction values to avoid their actual fiscal obligations. At present, a single tax official within a Regional Tax Office, Large Taxpayers Office or Corporate Tax Office handles the entire tax cycle — from identification and notice issuance to assessment and recovery. Officials said this concentration of duties granted immense discretionary powers, creating opportunities for taxpayer harassment, under-assessment and compromised recoveries. To address this, the new model introduces separate audit and assessment wings, both operating virtually and facelessly from a centralised hub in Islamabad. Under the proposed plan, Inland Revenue operations will be restructured into three functionally separate wings, each operating with a defined mandate, distinct statutory powers and non-overlapping responsibilities. The new framework will apply uniformly across income tax, sales tax and federal excise duty. The National Faceless Audit Wing (NFAW) will be established in Islamabad and operate from an undisclosed location. This centralised, fully digital and anonymous wing will conduct risk-based audits and continuous monitoring of withholding and advance taxes through a Central Data Hub. Case allocation will be algorithmic, and the wing will have no powers to issue demands or execute recoveries. It will be able to handle any taxpayer across the country. Taxpayers will not be allowed to visit the NFAW or submit manual documents. The National Assessment Wing (NAW), also based in Islamabad, will handle quasi-judicial functions. The anonymous and digital NAW will process assessment orders, show-cause notices, zero-rating refund approvals and exemptions, but will have no mandate for audits or field enforcement. Hearings will be held online, while dedicated hearing rooms will be established at tax offices across the country. The third wing, the Field Operation Wing, will serve as the enforcement arm of the system. It will be responsible for revenue recovery, prosecution, taxpayer registration, field verification and expansion of the tax base, but will have no authority to assess, adjudicate or modify tax demands. Field officers will now focus on data verification, assigned information, taxpayer facilitation and registration. For the first two wings, the government will post around 200 officers strictly on merit, with market-based salaries and enhanced surveillance to ensure credibility, transparency and accountability. The proposed reform is expected to tighten the net around tax evaders while reducing the compliance burden on honest taxpayers. This will be achieved mainly by eliminating officer-dependent compliance, as all interactions will be digitally logged through an online portal, ending direct contact with tax officials. To simplify filing, taxpayers will receive pre-populated returns powered by the Central Data Hub, which will automatically pull salary, banking, property and vehicle data to reduce filing time from hours to minutes. A single integrated taxpayer account will consolidate all income tax, sales tax and federal excise duty obligations, credits and refunds into a unified IRIS view. The updated system will also introduce predictable, time-bound processing with auto-escalation features to give taxpayers certainty on contingent liabilities. The FBR will also retain the authority to independently transition tax appeals into a faceless, phased format. Published in Dawn, June 5th, 2026
KARACHI: The foreign exchange reserves of the State Bank are inching close to the target of $18 billion for current fiscal year (FY26), but a widening trade deficit threatens to erase the growth in reserves and remittances. Data issued by the central bank on Thursday showed that the forex reserves increased by $43 million to $17.2bn during the week ending on May 29. Financial experts see the improvement in reserves as a good sign, but at the same time they fear the widening trade imbalance would lead to a large current account deficit this fiscal year. They also pointed out that substantial payments to foreign creditors are due this month. SBP forex reserves are nearing their annual target, but large payments are also due this month June which means still a month is available to the SBP to catch the target of $18bn. The State Bank has been purchasing dollars from the inter-bank market to improve reserves and make external payments, while the exchange rate is being managed through a steady uptick in the rupee’s value against the dollar. “More important is the managed exchange rate, which may burst after June after large payments are made before the end of the fiscal year on June 30,” said Atif Ahmed, a currency expert. He added that since the dollar has been appreciating against all regional currencies except Pakistan’s, it is obvious the rupee is under depreciation pressure. According to Atif, the purchase of dollars from the inter-bank market by SBP makes no difference to the dollar rates since the price mechanism in banking market does not exist anymore. “The rate is determined by the central bank.” Alarming deficit Financial experts said the growing trade deficit would affect both the exchange rate and the current account deficit. The current account had a surplus of $1.8bn in FY25. “The trade deficit for the 11 months of FY26 has soared to $35bn, which is seen as alarming by economic managers of the country. It will definitely take the current account deficit to an unexpected level, putting pressure on the rupee to depreciate against the dollar,” said a financial expert. He recalled that the Indian rupee fell from Rs86 to Rs95 in a year. The trade deficit rose by 17.48pc to $34.76bn in July-May 2025-26, up from $29.58bn over the corresponding period last year: a rise of $5.18bn. Currency dealers have already predicted a slowdown in remittances, which means the target of $41bn would be hard to achieve in FY26. “The remittances depend upon the situation in Middle East as more than 50 per cent remittances come from this region,” said the expert. He said the ministry of finance is responsible for such a large trade deficit and would face a tough time in FY27 with higher current account deficit,” he added. The import bill went up to $62.66bn, mainly due to an increase in import of luxury items and foodgrain. The country’s total foreign exchange reserves at the end of last month were $22.63bn, including $5.44bn held by commercial banks. Published in Dawn, June 5th, 2026
• Regulator allows Rs1.19 per unit FCA collection in June bills • Grants Rs1.99 per unit reduction for three months, until August ISLAMABAD: The National Electric Power Regulatory Authority (Nepra) on Thursday notified about 80 paisa per unit net reduction in national power rates for June and then Rs1.99 per unit for July and August, with a cumulative financial impact of about Rs56 billion. The unusual relief over the three months — June to August — has resulted owing to the combined effect of two concurrent tariff adjustments — one for the monthly fuel cost for April and another for quarterly tariff adjustments for the first quarter (January-March 2026). In its first determination relating to the monthly fuel cost adjustment for the consumption month of April, Nepra worked out and notified Rs1.19 per unit increase in fuel costs to be recovered from consumers in the current month’s (June) billing, with an additional fiscal gain to distribution companies (Discos) of Rs11bn. Nepra “has decided that positive FCA for April 2026 i.e (Rs1.1907/kWh)…shall be applicable to all the consumer categories of KE and XWDISCOs except lifeline consumers, Electric Vehicle Charging Stations (EVCS) and pre-paid electricity consumers of all categories who opted for pre-paid tariff”, the notification read. It adds that positive FCA shall also apply to consumption falling under the incremental consumption package, and Discos and KE shall reflect the FCA in respect of April in the billing month of June. The Discos had demanded Rs1.74 per additional fuel cost to mop up Rs16bn more funds from consumers but the regulator scaled it down. Simultaneously, in its second determination under quarterly tariff adjustment (QTA) for the January-March period, Nepra notified Rs1.99 per unit reduction in rates with a total financial impact of Rs67bn over three months — June, July and August. The adjustments will be applicable to all consumer categories, except lifeline consumers, units billed for incremental consumption package, and prepaid consumers, the notification read. The Discos had proposed Rs64bn refund to consumers under QTA at the rate of about Rs1.75 per unit. As such and with concurrent application of both notifications, the consumers would get a net relief of about Rs56bn over three months. Practically, therefore, the consumer’s rates would be down by about 80 paisa per unit in June i.e. application of Rs1.99 per QTA reduction minus Rs1.19 per unit increase in FCA. The negative Rs1.99 per unit QTA would then continue for July and August. The net financial impact of two decisions would thus work out at Rs56bn in favour of consumers i.e. Rs67bn in relief over three months, minus Rs11bn in additional fuel cost for current month. The lower QTAs have chiefly emerged on account of adjustments in capacity charges, transmission charges and market operator fee, the impact of incremental consumption package announced by the government for industrial and agricultural consumers for three years, besides the impact of transmission and distribution losses on monthly fuel costs and variable operations and maintenance charges for the 1st quarter of CY2026 i.e. Jan to March 2026. Published in Dawn, June 5th, 2026
• From penalising green technology to sidelining adaptation, the government’s spending choices seem to contradict its own climate commitments • Without new budget pillars, proper risk screening, end to ‘green taxes’, country’s fiscal plans will only deepen climate vulnerability FOR a country whose economic survival is tied to shoring up its climate-resilience, the government’s budgetary allocations have failed to reflect this pressing concern. Besides measures that discourage the adoption of solar energy and electric vehicles, the government continues to invest in mega-hydro projects despite adverse ecological impacts; proposes ‘false solutions’ such as carbon capture instead of reducing reliance on fossil fuels; and leaves the adaptation agenda by the wayside despite recurring floods. The upcoming budget, according to officials from the climate change ministry, features at least eight proposed projects focused on climate resilience, afforestation, green growth, biodiversity conservation, and environmental monitoring under the Public Sector Development Programme — with a total allocation of Rs2.78 billion. However, experts have repeatedly criticised the government’s seemingly “anti-climate policies”, particularly attempts to tax renewable energy, which they believe will undermine the climate-smart policy direction spurred by recent IMF and World Bank programs. The IMF’s Resilience and Sustainability Facility (RSF) requires Pakistan to revise its public investment framework so that at least 30 per cent of the project appraisal weighting for infrastructure projects reflects climate change adaptation and mitigation criteria. In the outgoing fiscal year, at least Rs86bn worth of PSDP projects were tagged as ‘climate adaptation’, and measures worth over Rs600bn classified as ‘climate mitigation’. “This year, these numbers will increase. However, the true essence of tagging must be followed — it should be inclusive, not just a box-ticking activity,” said SDPI Research Fellow Dr Khalid Waleed. Pakistan is no stranger to climate-induced disasters. From 1992 to 2021, it cost the country $29.3 billion, according to a State Bank of Pakistan report on climate change’s economic impact. The 2022 monsoon floods alone cost at least $28 billion. By 2050, Pakistan stands to lose up to 6.5 per cent of its GDP, with agriculture and industry bearing the brunt. Both the SBP and experts agree the country is unprepared unless it climate-proofs its fiscal plans. The approach, they stress, must be rooted in science, putting people at the centre and promoting climate-smart development models. All the tools Ali Tauqeer Sheikh, an Islamabad-based climate expert and former climate change advisor at the Planning Commission, argues that while the government has all the tools at its disposal, it doesn’t seem interested in using them. The government formally notified Pakistan’s Handbook on Climate Risk Screening for Policy Planning in June 2024. Yet, in the financial year that followed, none of the around 57 approved projects underwent “necessary risk screening, in violation of the approved policy”, said Mr Sheikh, who helped develop the handbook. “The budget exercise every year is basically the dialogue of the deaf,” he said, describing the process as devoid of climate-smart proposals. Failing to climate-proof PSDP projects “increases the cost of climate action and makes populations more vulnerable”, he warned. Dr Fahad Saeed, who runs the Weather and Climate Services think tank in Islamabad, regrets that scientific evidence is missing from Pakistan’s climate policymaking. The government allocates funds for climate action before even deciding whether they will be spent on mitigation, adaptation, or loss and damage. Without a cost-benefit analysis rooted in evidence, “decisions are not embedded in science,” he said, calling for an audit of climate-earmarked budgetary allocations. Climate-tagging development Last year, the government touted the budget as “climate-focused” and introduced “climate budget tagging” under the RSF to classify climate-sensitive expenditures in line with the National Climate Change Policy. Ammara Aslam at the Policy Research Institute for Equitable Development said that while the associated conditionalities and mandatory climate screening are “present on paper, climate-proofing the budget would require a robust implementation framework”. Every department and sector, she argued, needs to transition “from broad, unallocated budgetary statements to funding specific, verifiable, climate-resilient infrastructure projects”. Dr Shafqat Munir, who leads the resilience programme at SDPI, called tagging “a good step” but insufficient in the current scenario. “IMF and World Bank programmes are helping to open the door, but they are not yet transforming Pakistan’s fiscal model.” The RSF, he noted, “is still too reform-heavy and financing-light. It can improve systems, but it cannot close Pakistan’s adaptation financing gap”. New pillar Dr Munir argued that climate change should be embedded as a standalone pillar in development planning, with new budget heads for adaptation, climate-risk financing, and anticipatory action. “Let’s move beyond budget tagging,” he said, calling for poverty-proof and climate-risk-sensitive allocations for 2026-27. His five-point priority agenda: protection of people, livelihoods, infrastructure, fiscal stability, and growth — in that order. Experts also urged the government to promote rather than tax green technologies. “Taxing green technologies does not do any service to Pakistan’s renewable energy goals,” said Ms Aslam, calling for existing and proposed duties on solar panels, battery storage, and related components to be scrapped. Mr Sheikh agreed, warning such measures could undermine Pakistan’s climate-smart policy direction entirely. Published in Dawn, June 5th, 2026
The UDF government white paper on Kerala's fiscal position shows rising debt, revenue deficits, and challenges with KIIFB projects.
Incêndio que matou padrasto e enteada em Araguaína é investigado pela Polícia Civil A jovem Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, sonhava em concluir a graduação em direito. Ela e o padrasto, Ivano Vaz Cunha, de 49 anos, morreram carbonizados em uma casa em Araguaína, região norte do Tocantins, nesta quarta-feira (3). A jovem é lembrada pelo primo, Gustavo Noleto, como uma pessoa estudiosa, com um futuro promissor. Os corpos de Laiane e Ivano foram localizados pelo Corpo de Bombeiros no interior de um quarto da residência, após uma explosão ser ouvida por testemunhas. Segundo a Polícia Militar, as vítimas foram encontradas sem roupas na parte inferior do corpo e, no local, foi apreendido um galão com vestígios de gasolina. ENTENDA O CASO: Jovem encontrada carbonizada com o padrasto estava sem parte das roupas, diz PM 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Gustavo Noleto contou que a jovem era natural da cidade e tinha planos de se formar para atuar na área do direito. “Ela era uma moça muito estudiosa e inteligente, tinha o sonho de terminar a faculdade de Direito. Tinha um futuro todo pela frente. É uma perda muito grande para todos nós”, lamentou o primo. LEIA TAMBÉM: Dois corpos são encontrados carbonizados dentro de casa em Araguaína Padrasto e enteada carbonizados dentro de casa em Araguaína são identificados Jovem encontrada carbonizada com o padrasto estava sem parte das roupas, diz PM Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, morreu carbonizada em Araguaína Reprodução/Instagram de Laiane Cardoso Noleto Os corpos foram recolhidos pelo Instituto Médico Legal (IML), passaram por exames de necropsia e foram liberados. A jovem foi sepultada na tarde desta quinta-feira. O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Condenação do padrasto em 2009 Documentos da Justiça obtidos pela TV Anhanguera confirmam que Ivano Vaz Cunha foi condenado a 35 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio de uma jovem, que seria sua enteada, em 2009. Ele teria progredido para o regime aberto e, em 2024, passou a utilizar monitoramento eletrônico. (Assista na reportagem acima). Sobre a situação do monitoramento eletrônico, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) informou que Ivano Vaz Cunha cumpria a medida conforme determinação do Poder Judiciário. Por decisão da Justiça, o reeducando foi autorizado a exercer trabalho externo e a se deslocar por todo o estado para o desempenho de suas atividades profissionais. (Leia nota na íntegra abaixo). Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, e Ivano Vaz Cunha, de 49 anos, morreram carbonizados em Araguaína Reprodução/Instagram Laiane Cardoso/TV Anhanguera Íntegra da Seciju Em relação ao caso do custodiado Ivano Vaz Cunha, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) esclarece que seu monitoramento eletrônico cumpria determinação do Poder Judiciário. Por ordem da Justiça, o reeducando obteve o benefício do trabalho externo para atuar no setor de vendas, o que o autoriza a deslocar-se a trabalho por todo o território do Estado. Como obrigações fixadas pela decisão judicial, ele recolhia-se em sua residência durante o período noturno e comunicava previamente qualquer viagem interestadual. A Seciju ressalta que todas as inconsistências e violações de regras registradas pelo sistema de tornozeleira eletrônica foram devidamente verificadas pela Polícia Penal e informadas de maneira imediata ao Poder Judiciário. A pasta reforça que a aplicação de punições, a perda de benefícios ou o retorno do preso ao regime fechado são prerrogativas exclusivas dos juízes da execução penal. A secretaria atua estritamente na fiscalização técnica e no cumprimento das ordens judiciais, mantendo o acompanhamento rigoroso de todos os monitorados. Por fim, a secretaria informa que a Unidade Penal de Araguaína está operando regularmente e recebendo custodiados normalmente, dentro de sua capacidade operacional. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
The bill provides for the allocation of $300 million in military aid to Ukraine in fiscal years 2026 and 2027