Scott Bessent on whether Trump is immune from IRS audits: ‘I’m unable to comment on ongoing litigation’
The question was related to the now-defunct $1.8 billion compensation fund for the president's allies, which Trump called "a beautiful thing."
"BESSENT" · 총 99건
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The question was related to the now-defunct $1.8 billion compensation fund for the president's allies, which Trump called "a beautiful thing."
Bill Pulte, President Trump's pick for acting director of national intelligence, is being met with some skepticism on Capitol Hill.
Scott Bessent traveled to the Reagan National Economic Forum last week and delivered a message that would have been almost unthinkable from a Republican treasury secretary a decade ago: America got globalization wrong. Speaking before an audience of Reagan Republicans, Bessent argued that both parties spent decades sacrificing industrial capacity, supply-chain resilience, and national security […]
At the recent summit in Beijing, President Donald Trump and Chinese President Xi Jinping put artificial intelligence on the agenda. Treasury Secretary Scott Bessent emphasized the leaders’ focus on AI guardrails that balance “the most innovation and the highest level of safety.” The strategic question for the United States now is whether we will rely […]
There’s a new, favorite Beltway game: evaluating the performance of the big figures in the Trump administration who have stepped to the lectern to conduct White House briefings. Centers for Medicare and Medicaid Services (CMS) Administrator Mehmet Oz, who on Tuesday became the latest person to fill the role, even gave his own — relentlessly...
Treasury Secretary Scott Bessent laid into Sen. Ron Wyden (D-OR) on Wednesday over the senator’s son’s ties to the late sex offender Jeffrey Epstein. The viral moment came while Bessent testified before the Senate Finance Committee about the 2027 budget. While questioning Bessent, Wyden accused the Trump administration of illegally shielding President Donald Trump and ...
Treasury Secretary Scott Bessent confronted Sen. Ron Wyden about his son's emails with Jeffrey Epstein during a tense budget hearing exchange.
US Treasury Secretary Scott Bessent claimed on Wednesday that China is “very interested” in additional Boeing plane purchases, an issue the Trump administration plans to press when President Xi Jinping visits the United States in September. “They agreed to 200 aeroplanes during the visit. We will see if they commit to a larger number when Xi Jinping arrives in Washington,” Bessent said in his budget request testimony to the Senate Finance Committee. China’s commitment to buy 200 Boeing aircraft...
Bessent said he made the comment in the summer of 2025. President Donald Trump named Pulte acting director of national intelligence this week.
'Did you tell Pulte you were gonna punch him in the face?' Senator Thom Tillis, an North Carolina Republican, asked Bessent.
Treasury Secretary Scott Bessent refused to say Wednesday whether President Donald Trump and his family would still get immunity from IRS audits after the administration abandoned plans for a $1.776 billion compensation fund that would have benefited the president's allies.
Democrats pressed the Treasury chief over whether other taxpayers affected by the leak that included Trump's tax returns would receive similar treatment.
Treasury Secretary Scott Bessent will testify Wednesday morning before the Senate Finance Committee on President Trump's fiscal 2027 budget request for the department. The White House is seeking $11.5 billion in budget authority for the Treasury Department’s domestic programs in 2027, a 12 percent decrease from 2026. The hearing comes as affordability concerns and the...
EUA incluem Brasil em lista de 60 países que falham no combate ao trabalho forçado A Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) determinou, nesta quarta-feira (3), que 60 países, entre eles o Brasil, falharam em impor e fiscalizar efetivamente a proibição da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos vindos dessas economias. A decisão se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após uma investigação iniciada em março deste ano. Esse é o mesmo texto utilizado para fundamentar a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, entre elas o PIX, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas na aplicação de leis anticorrupção. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo o relatório oficial, a prática desses países é considerada "irracional" e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos. Vista aérea da Casa Branca, em 2 de maio de 2026 REUTERS/Ken Cedeno O governo dos EUA estabeleceu dois níveis de sobretaxação: 10% de tarifa adicional para países que já possuem alguma proibição parcial ou que se comprometeram formalmente a aplicar regras por meio de Acordos de Comércio Recíproco. São eles: União Europeia, México, Canadá, Indonésia, Paquistão e Equador. 12,5% de tarifa adicional para todas as outras economias investigadas que não apresentam regimes eficazes de controle. São eles: Brasil, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Arábia Saudita, entre outros. "A falha de nossos parceiros comerciais em lidar com a importação de bens feitos com trabalho forçado é inaceitável", afirmou o embaixador Jamieson Greer. "Isso força os trabalhadores americanos a competir em um campo desigual. Não toleraremos mais essa disparidade." Em relação ao Brasil, a investigação concluiu que o país falhou em impor e fiscalizar uma proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado. De acordo com o relatório, embora o Brasil assuma compromissos contra o trabalho escravo em acordos de livre comércio e investimentos, o país ainda carece de uma proibição legal efetiva que impeça, na prática, a entrada de mercadorias produzidas nessas condições em seu mercado interno. Portanto, a conduta do Brasil foi classificada como irracional e prejudicial ao comércio norte-americano. O relatório também detalha estudos de caso setoriais, apontando o risco de trabalho forçado na produção de arroz em Myanmar e de tabaco no Malaui. Além disso, países europeus como Polônia e Espanha são citados como mercados de destino para exportações que concorrem diretamente com os produtos americanos. O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o representante de comércio dos EUA, Jamieson Greer, falam à imprensa após negociações comerciais com a China em Genebra Martial Trezzini/Handout via Reuters Próximos passos A medida ainda passará por um período de consulta pública antes de ser implementada. O governo americano receberá comentários por escrito até o dia 6 de julho de 2026. No dia seguinte, 7 de julho, o USTR realizará audiências públicas para discutir as ações propostas. A investigação concluiu que a entrada desses produtos nos mercados globais não apenas prejudica a lucratividade de empresas éticas, mas também incentiva a manutenção do trabalho escravo moderno ao permitir que mercadorias produzidas a custos artificialmente baixos circulem livremente. As 60 economias mencionadas como foco da investigação são: África do Sul Argélia Angola Argentina Austrália Bahamas Bahrein Bangladesh Brasil Camboja Canadá Catar Cazaquistão Chile China (República Popular da China) Colômbia Coreia do Sul Costa Rica Egito El Salvador Emirados Árabes Unidos Equador Filipinas Guatemala Guiana Honduras Hong Kong, China Índia Indonésia Iraque Israel Japão Jordânia Kuwait Líbia Malásia Marrocos México Nicarágua Nigéria Noruega Nova Zelândia Omã Paquistão Peru Reino Unido República Dominicana Rússia Arábia Saudita Singapura Sri Lanka Suíça Taiwan Tailândia Trinidad e Tobago Turquia União Europeia Uruguai Venezuela Vietnã
Governo e pré-candidatos à Presidência reagem à ameaça de novo tarifaço americano A ameaça de um novo tarifaço provocou reações do governo e também de pré-candidatos à Presidência da República. No início da manhã desta terça-feira (2), o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL, disse em entrevista à rádio Itatiaia, em Belo Horizonte, que pediu ao governo americano que não aplicasse tarifas sobre empresas brasileiras. "Eu pedi expressamente, nas três reuniões que nós tivemos com o presidente Trump, o vice-presidente J.D. Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. Eu pedi expressamente: não taxem as empresas brasileiras. É um pedido que eu fiz expresso a eles”, diz Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Horas depois, em discurso em Catalão, Goiás, o presidente Lula atribuiu o novo tarifaço à atuação de filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro nos Estados Unidos: "Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior que ele. E são, na verdade, vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. É isso que vocês têm que dizer alto e bom som: são traidores”. Em uma entrevista na Megaleite, uma feira agropecuária em Belo Horizonte, os pré-candidatos à Presidência Ronaldo Caiado, do PSD, e Romeu Zema, do Novo, também falaram sobre o possível tarifaço. Zema criticou a política externa do governo Lula. "Isso demonstra claramente a inoperância, a incompetência do governo Lula com as relações internacionais. Durante o governo Lula, nós temos assistido o Brasil se aproximar de regimes autoritários, de Cuba, de Irã, de outros governos que são tudo menos democráticos, e se distanciar de países do Ocidente. O resultado está aí mais uma vez. Quem perde é quem trabalha, quem produz. O Brasil precisa, como eu tenho dito, se aproximar do Ocidente”, diz Romeu Zema, pré-candidato à Presidência pelo Novo. Caiado seguiu na mesma linha. "O que eu entendo é que o Brasil, governado pelo PT, não tem mais uma política no Itamaraty, uma política de Estado. Ele tem uma política de governo, onde o Itamaraty sempre foi um ponto ali de poder produzir grandes acordos internacionais. A chancelaria brasileira sempre foi uma referência mundial. De repente, tomou um lado ideológico e trabalhou todo o tempo para querer romper esse relacionamento com os Estados Unidos”, diz Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência pelo PSD. Ameaça de novo tarifaço americano provoca reações do governo e de pré-candidatos à Presidência da República Jornal Nacional/ Reprodução No início da tarde, o Palácio do Planalto divulgou uma nota: "O governo brasileiro manifesta indignação com a conclusão preliminar anunciada ontem (1/6) pelo USTR - Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos - relativa à investigação da Seção 301 contra alegadas práticas comerciais desleais do Brasil. Essa investigação teve início em 15 de julho de 2025 por provocação da família Bolsonaro e está associada à tentativa de ingerência em temas internos do nosso país, como feito na recente viagem do senador Flávio Bolsonaro a Washington. É lastimável que todo o trabalho de diálogo e articulação que o governo brasileiro tem feito, inclusive com envolvimento pessoal dos presidentes Lula e Trump, seja sabotado por interesses meramente eleitorais e familiares”. O texto diz ainda: "O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional”. E que: "O governo reafirma a expectativa de que as recomendações não se convertam em tarifas efetivas”. O vice-presidente Geraldo Alckmin se reuniu com os ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, da Fazenda e da Comunicação Social. “O governo brasileiro recebe com indignação e entende ser extremamente injusta a recomendação, a proposta do USTR ao presidente Trump. Por que entende que ela é injusta? Porque, das colocações feitas na chamada Seção 301, a primeira delas se refere à questão do PIX. O PIX é um patrimônio nacional, é uma conquista do povo brasileiro, a tecnologia a serviço da sociedade, da economia, sem nenhum custo para as empresas e para a população”, afirma vice-presidente Geraldo Alckmin. O ministro do Desenvolvimento, Márcio Elias Rosa, disse que 21% das exportações brasileiras para os Estados Unidos estão ameaçadas. São máquinas, equipamentos, plásticos, produtos de madeira, papel, calçados, ferro fundido e o setor de peixes e crustáceos. Em outro evento em Catalão, o presidente Lula exibiu um cartaz em defesa do PIX e se dirigiu a Trump: "Trump, é o seguinte, cara: você diz que pintou química entre eu e você. Quem anunciou isso não foi você nem eu. Você me deve uma reunião e eu devo uma para você, porque nós demos 30 dias para os nossos ministros negociarem. Então, eu estou esperando um telefonema seu para me explicar o que aconteceu na sua ausência e na minha ausência, porque esse acordo não pode ter sua anuência, porque nós dois combinamos 30 dias, até 15 de julho, para poder ter uma resposta do que nós propusemos”. Em uma rede social, Flávio Bolsonaro divulgou um vídeo e uma carta que enviou ao secretário americano Marco Rubio: "A imposição de novas tarifas causaria sérios prejuízos ao povo brasileiro - os mesmos cidadãos que veem os Estados Unidos como um parceiro e um amigo. Portanto, escrevo para reiterar, formalmente, o pedido que lhe fiz pessoalmente: que os Estados Unidos não imponham tarifas ao Brasil”, diz a carta. "Eu fiz o pedido direto para que os Estados Unidos não taxassem as empresas brasileiras, que já são absurdamente taxadas pelo governo Lula. Os empreendedores brasileiros já estão sufocados com tanto imposto, burocracia, perseguição. Estão até saindo do Brasil. Eu expliquei: não seria justo taxá-los ainda mais. Eu reforcei que os Estados Unidos não precisariam mais usar a política de tarifas para negociar com o Brasil", afirma Flávio Bolsonaro. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o governo vai atuar na linha diplomática, considerando que ainda é uma recomendação, que não houve o aumento de tarifa e há tempo para reverter a situação: "Veja que foi uma recomendação. Não está dado ainda o aumento de tarifa. Tem um período. O ministro Mauro Vieira está amanhã na OCDE com o (Jamieson) Greer, responsável por essa recomendação. Eu mesmo tenho compromissos internacionais, não afasto a hipótese de ir aos Estados Unidos ou entrar em contato com o Scott Bessent, que é secretário do Tesouro. E o presidente Lula certamente vai querer fazer contato com o presidente Trump para que isso não aconteça, porque é uma medida muito injusta”. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM EUA concluem que Brasil tem práticas 'irrazoáveis' e propõem tarifa de 25% sobre produtos nacionais Quais os próximos passos e prazos da investigação comercial dos EUA contra o Brasil? Lula diz que 'filhos são piores que Bolsonaro' ao associar taxação dos EUA à família do ex-presidente: 'Traidores da pátria' Flávio Bolsonaro diz ter pedido a Trump que não taxasse produtos do Brasil Ana Flor: Novo tarifaço dos EUA é mais sério e tem potencial eleitoral
Dr. Mehmet Oz, Centers for Medicare and Medicaid Services (CMS) administrator, will host the White House press briefing on Tuesday, becoming the latest Trump administration official to fill in for press secretary Karoline while she is on maternity leave. Oz follows Secretary of State Marco Rubio, Vice President JD Vance, and Treasury Secretary Scott Bessent...
Treasury Secretary Scott Bessent publicly praised the proposal, calling it 'fitting' as the nation approaches its 250th birthday.
Treasury Secretary Scott Bessent cheered on plans to imprint President Trump's face on a $250 greenback, contending that his achievements make him worthy of such an honor.
Treasury says it is preparing a $250 commemorative note with Trump's portrait if Congress passes legislation allowing living people on U.S. currency.