Canadian PM unveils AI strategy, warns of foreign dominance
Mark Carney says Canada’s slow adoption creates risks and urges a boost in domestic capacity to avoid it being 'weaponised'.
IT/기술 · "DOMINA" · 총 44건
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Mark Carney says Canada’s slow adoption creates risks and urges a boost in domestic capacity to avoid it being 'weaponised'.
Prime Minister Mark Carney launched his AI strategy on Thursday, warning Canada’s slow adoption of the frontier technology had created risks and that domestic capacity needed a boost to avoid it being “weaponised against us”. Reducing Canada’s reliance on the US is a central part of Carney’s agenda, and his AI strategy nodded to concern about the influence of US tech giants. “We are highly dependent on foreign suppliers for the infrastructure that powers AI,” he said. “That creates real risks...
Bitcoin is getting pummeled to kick off June as the market loses its dominant narrative and liquidity continues to rotate into other assets.
Web publishing giant remains dominant, but 6 straight months of decline suggest era of uninterrupted growth may be over
A real responsável pelo mapeamento inédito dos nervos do clitóris O órgão feminino finalmente teve seus nervos mapeados pela primeira vez. E esse avanço se deu graças a uma mulher coreana. "Eu liderei o projeto de mapeamento dos nervos do clitóris", afirma Ju Young Lee, PhD em neurociência e autora principal do estudo, que nasceu e se graduou na Coreia do Sul. Mas, se você busca o nome dela no Google Acadêmico, é como se ela só existisse a partir do momento em que vai para a Europa e passa a dividir a autoria com colegas de lá. Tanto é que as reportagens sobre o estudo dizem apenas que ele foi feito por cientistas da Amsterdam University Medical Center. Ou seja, Ju Young Lee precisou contornar o viés geopolítico da ciência, que segue predominantemente eurocêntrica - marginalizando a importância das contribuições de culturas fora da Europa e do Norte Global no geral para o nascimento e desenvolvimento da ciência moderna. Como se as únicas ideias intelectuais que importassem fossem as produzidas em solo europeu. Além disso, o foco inicial da carreira dela nem era esse. Imagem 3D mostra extensão de nervos do clitóris Divulgação "Minha formação foi em neurociência. Fiz meu mestrado e doutorado no Instituto Max Planck, na Alemanha, e quase tudo o que estudei foi sobre o cérebro", diz Ju Young Lee. Foi só depois de participar da maior conferência europeia de neurociência que o foco dela mudou. "Havia um grande entusiasmo sobre como o intestino e o cérebro interagem entre si. E eu me lembro de perguntar: 'Alguém está fazendo a mesma pergunta sobre os órgãos ginecológicos? Como esses nervos interagem com o cérebro?' E a resposta deles foi: 'Ah, eu nunca pensei nisso'", afirma. Mas os nervos do pênis a ciência já tinham pensado em mapear três décadas atrás. Há cerca de 20 vezes mais artigos científicos sobre a glande peniana do que sobre a glande clitoriana. Isso diz tudo sobre quanta atenção esse órgão tem recebido. Será que se Ju Young Lee não tivesse um clitóris, ela teria pensado nisso? "Historicamente, a urologia focou no pênis. Já a ginecologia focou mais nos órgãos reprodutivos, como o útero e os ovários. O clitóris fica na lacuna entre eles, e essa é uma das principais razões por que a ciência dele está tão atrasada", diz, Isso a motivou a buscar alguém da ginecologia que tivesse interesse no tema. O que a levou até o Centro Médico da Universidade de Amsterdã, onde passou a integrar o Human Organ Atlas Hub (HOAHub) - um projeto internacional cujo objetivo é mapear o corpo humano em 3D. Basicamente um Google Earth da anatomia. "A reação do público foi o que mais me surpreendeu. Acreditamos que o público estava esperando por essa discussão. Acho que a comunidade científica agora está começando a perceber isso" diz Lee. Mas, para ela, esse é apenas o começo. "E esse campo precisa não só de mais financiamento, mas também de mais conscientização. A maioria das pessoas, incluindo médicos, nunca recebeu um ensino adequado sobre a anatomia do clitóris. Acho que isso precisa mudar", afirma. E ela segue fazendo sua parte nessa conscientização. Tanto dentro do laboratório, com a pesquisa quanto fora dele, com um podcast chamado IGWA Women, que começou apenas em coreano, mas logo ganhou uma versão em inglês. "IGWA é uma palavra coreana para especialização em ciências. Então 'IGWA Women' basicamente significa 'mulheres na ciência'. Abordamos diversos tópicos, desde machine learning até filosofia da ciência e, claro, saúde da mulher. E, para mim, o podcast e o trabalho de laboratório são duas faces da mesma moeda. A ciência do clitóris não pode avançar apenas no laboratório", diz a cientista. Cientistas mapeiam o clitóris pela primeira vez Arte/g1
A companhia norte-americana de inteligência artificial Anthropic, criadora do chatbot Claude, disse nesta segunda-feira que entrou com um pedido confidencial de oferta pública inicial nos Estados Unidos. A Anthropic não divulgou o tamanho ou os termos da oferta. A companhia levantou US$65 bilhões no final de maio, obtendo uma avaliação de mercado de US$965 bilhões, o que a colocou à frente da rival OpenAI. A avaliação da Anthropic mais do que dobrou em relação aos US$380 bilhões de fevereiro, quando ela levantou US$30 bilhões em uma rodada de financiamento. A rápida ascensão da empresa no início de 2026 abalou os mercados, provocando fortes vendas de ações de empresas de software e tecnologia da informação, já que os investidores temem que suas ferramentas de IA cada vez mais autônomas possam acabar com os modelos de negócios tradicionais e acelerar a disrupção em todos os setores. A OpenAI também está se preparando para fazer um pedido confidencial de IPO nos EUA nas próximas semanas, disse uma fonte familiarizada com o assunto à Reuters no final de maio. À medida que uma série de listagens gigantes de ações se aproxima dos mercados de capitais, as empresas, desde a SpaceX até as gigantes da IA, estão competindo por um volume finito de capital de investidores. A listagem da Anthropic representará uma das mais importantes estreias no mercado de ações dos últimos anos, potencialmente remodelando os índices de referência, os fluxos de investidores e a narrativa mais ampla que impulsiona as bolsas norte-americanas. Com uma avaliação próxima a US$1 trilhão, a Anthropic entrará no primeiro escalão do índice S&P 500, ao lado de um punhado de empresas que dominam os mercados acionários globais.
China's support is greater relative to semiconductor industry revenue
Firm says its RTX Spark PC chip for Microsoft Windows will let AI agents replace the mouse and keyboard Business live – latest updates A new front has opened up in the battle for dominance in AI chips, as Nvidia said its latest development could replace the mouse and keyboard in how people use computers. The $5tn (£3.7tn) US semiconductor company has launched a “superchip” that puts AI capabilities into laptops and desktop computers, a move that will pit it against Intel, Apple, Qualcomm and AMD. Continue reading...
G42 will deploy U.S.-designed supercomputers in India, offering a new model for governments that want to own their AI hardware.
It argues that the metrics dominating AI development in the world are essentially useless for the billion-plus users across India and the Global South
AI dominates venture capital research and investments — but the next big startups often break the rules. Human judgment still matters.
South Korea should now try to build frontier artificial intelligence models on par with those of the US and China, Deputy Prime Minister and ICT Minister Bae Kyung-hoon said Friday, calling for a broader AI strategy that goes beyond industrial applications. “We have reached a point where Korea, too, should take on the challenge of building frontier AI models at a level comparable to those of the US and China,” Bae said at a press conference in Seoul marking the government’s first year in office.
Hong Kong's legal professionals are uniquely positioned to bridge the gap between the different legal systems used in the city and Central Asia, according to the president of the Law Society of Hong Kong. Roden Tong will be part of Chief Executive John Lee's delegation to Kazakhstan and Uzbekistan. While Hong Kong practises common law under "One Country, Two Systems", most Central Asian jurisdictions follow civil law traditions. Speaking to RTHK ahead of the trip, Tong said Hong Kong's legal sector could play a "pivotal role" in facilitating investment between the two markets — pointing to a little-known common law enclave in the heart of Central Asia. He was referring to the Astana International Financial Centre (AIFC) in Kazakhstan that opened in 2018. "They adopt common law within the AIFC," Tong said. "That is quite very similar to Hong Kong." The AIFC features an independent court system whose judges are predominantly from the United Kingdom, creating a legal environment Tong described as "very equivalent to Hong Kong". The president revealed the Law Society has been building ties with the region since 2016, and signed a memorandum of understanding with the AIFC in 2022. "Hopefully during this delegation, on this occasion, we can further explore more business opportunities for the entire business sector," he said. Tong drew parallels with Dubai, where its international financial centre also operates under a common law system — a model Hong Kong legal professionals have already navigated successfully. For Central Asian companies looking to invest in Hong Kong and access the mainland Chinese market, Tong said the city's legal infrastructure offers several distinct advantages. Hong Kong's dual-language capability — English, Cantonese and Mandarin — provides certainty and predictability for international businesses, he said, particularly in dispute resolution, arbitration and mediation. Tong also pointed to the Mainland and Hong Kong Closer Economic Partnership Arrangement (Cepa), where overseas companies partnering with Hong Kong firms can adopt common law in the Greater Bay Area — complete with tax incentives. The recent establishment of the International Organisation for Mediation (IOMed) headquarters in Hong Kong adds another layer of appeal as well, Tong said. The Law Society recently met with Secretary for Financial Services and the Treasury Christopher Hui and IOMed Secretary-General Teresa Cheng to discuss creating a specialised mediation panel for commodities trading. "This is something that, if at the end of the day, there's any disputes or even in the contractual formulation... Hong Kong legal professionals can actually play this pivotal role," Tong said. Edited by Raymond Yeung
Since human interaction with computers and all manner of other devices is a frontier-free concept, there’s no way to ever credibly decree “dominance.”
A Anthropic informou nesta quinta-feira (28) que arrecadou US$ 65 bilhões (R$ 328 bilhões) em uma nova rodada de financiamento que avalia a criadora do Claude em US$ 965 bilhões (R$ 4,87 trilhões), superando pela primeira vez sua rival OpenAI antes de uma esperada abertura de capital. A empresa de San Francisco, fundada por ex-funcionários da OpenAI, praticamente triplicou em três meses sua avaliação - de US$ 380 bilhões (R$ 1,9 trilhão) em fevereiro - após o fechamento de uma nova rodada recorde de financiamento liderada pelos fundos de investimento Altimeter Capital, Dragoneer, Greenoaks e Sequoia Capital. "Esses recursos nos ajudarão a atender à demanda histórica que estamos experimentando, permanecer na vanguarda da pesquisa e levar o Claude a mais ambientes de trabalho", declarou Krishna Rao, diretor financeiro da Anthropic. A rodada também inclui US$ 15 bilhões (R$ 75,7 bilhões) em compromissos já anunciados por gigantes da computação em nuvem, entre eles US$ 5 bilhões (R$ 25,2 bilhões) da Amazon. A start-up afirma que sua receita anualizada - uma extrapolação para 12 meses das receitas recentes - superou o patamar de US$ 47 bilhões, frente aos US$ 14 bilhões (R$ 70,7 bilhões) registrados quando realizou sua rodada de financiamento em fevereiro. Esse salto ilustra a adoção acelerada de suas ferramentas profissionais, entre as quais se destaca o Claude Code, seu assistente de programação para desenvolvedores. O crescimento da Anthropic se baseia em uma aposta: entregar a IA generativa prioritariamente às empresas. A OpenAI, por sua vez, havia apostado primeiro no mercado consumidor, amplamente dominado por seu modelo ChatGPT e pelas ferramentas Gemini, do Google. Esse sucesso, no entanto, veio acompanhado de grandes dificuldades para a Anthropic na hora de atender à demanda por capacidade computacional, devido à falta de chips e servidores suficientes. Para enfrentar a explosão dessa demanda, a Anthropic assinou recentemente acordos para vários gigawatts de capacidade com Amazon, Google e Broadcom, além de uma parceria com a SpaceX, grupo de Elon Musk. Agora avaliada acima de sua principal rival, a OpenAI - cuja última rodada de financiamento, em março, a avaliou em US$ 852 bilhões (R$ 4,3 trilhões) -, espera-se que a Anthropic abra seu capital até o fim do ano, segundo analistas e mercados financeiros. Por sua vez, a OpenAI se prepara para apresentar sua documentação preliminar para abertura de capital, segundo vários meios de comunicação, enquanto a SpaceX publicou sua documentação na semana passada, no caminho para um possível recorde de estreia nos mercados financeiros.
If AI governance remains dominated by a handful of wealthy nations and technology giants, the world risks creating a deeper digital and AI divide where poorer countries become consumers of technology rather than equal participants in shaping it.
Under Polymarket's rules, whenever the outcome of a bet faces an official challenge, the dispute goes to a vote among holders of UMA, an independent cryptocurrency.
A new law and AV tracker tool gives the clearest accounting yet of how many robotaxis and self-driving trucks are in Texas.
The French artificial intelligence leader continues to expand its data center network and highlights partnerships with major European industrial groups in an effort to narrow the gap with the sector's dominant American players.
As AI agents move from experiments to production, AWS, Cloudflare, and others are redesigning cloud infrastructure for a future dominated by machine-generated internet traffic instead of human users.