The Pope Will Inaugurate Antoni Gaudí’s Sagrada Família After 144 Years of Construction
Later this month, Pope Leo XIV will visit Barcelona’s famed Sagrada Familia to inaugurate and bless the Tower of Jesus Christ.
"SAGRADA" · 총 34건
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Later this month, Pope Leo XIV will visit Barcelona’s famed Sagrada Familia to inaugurate and bless the Tower of Jesus Christ.
Pela manhã, outras três procissões já percorreram ruas da capital. Reprodução Arquidiocese de Cuiabá Motoristas que circularem por Cuiabá na tarde desta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, devem redobrar a atenção. Além das obras de infraestrutura e serviços na rede de esgoto realizados durante a manhã em diferentes pontos da capital, três procissões religiosas vão provocar bloqueios temporários em vias da cidade a partir das 16h15. As intervenções começaram ainda nas primeiras horas do dia. Houve interdição parcial na Avenida Miguel Sutil, na região do Pico do Amor, além de bloqueios na Rua Tenente Thogo da Silva Pereira, no Centro, e na Rua Presidente Afonso Pena, no bairro Quilombo, onde equipes executam obras na rede de esgoto. Durante a tarde e a noite, agentes de trânsito também acompanham as celebrações de Corpus Christi para garantir a segurança dos participantes e orientar o tráfego. Os bloqueios serão temporários e liberados conforme o avanço das procissões. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 Confira os horários das procissões previstas para o restante do dia: 16h15 – Procissão da Capela São Pedro de Alcântara, no bairro Boa Esperança; 17h – Procissão organizada pela Arquidiocese de Cuiabá, com saída do Ginásio Poliesportivo São Gonçalo e chegada à Catedral Basílica do Senhor Bom Jesus de Cuiabá; 18h30 – Procissão da Paróquia Sagrada Família, saindo do Parque Tia Nair em direção ao bairro Carumbé. Leia mais: Arquidiocese divulga programação de Corpus Christi com missas e procissões em Cuiabá; confira Corpus Christi: saiba o que abre e o que fecha no feriado em Cuiabá e Várzea Grande Pela manhã, outras três procissões já percorreram ruas da capital. Os cortejos saíram da Praça Santos Dumont em direção à Igreja Nossa Senhora do Carmo, da Capela Nossa Senhora Aparecida até a Capela São João Batista e entre os bairros Vila da Serra I e Primeiro de Março. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana orienta que os condutores busquem rotas alternativas e fiquem atentos à sinalização e às orientações dos agentes de trânsito.
Cidades do interior de Goiás celebram o Corpus Christi A fé movimentou milhares de fiéis durante o feriado de Corpus Christi em Goiás, nesta quinta-feira (4). Os tradicionais tapetes da Igreja Católica cobriram ruas e emocionaram os devotos. Nos desenhos coloridos é possível ver passagens bíblicas e imagens sagradas (veja acima). Segundo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para os católicos, Corpus Christi representa a manifestação pública da fé na presença de Cristo na Eucaristia. A procissão simboliza a caminhada de Jesus junto ao povo e leva uma mensagem de bênção para as famílias, comunidades e cidades. A celebração também remete ao mistério da Quinta-Feira Santa, quando Jesus instituiu a Eucaristia durante a Última Ceia. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Nesta data, paróquias de Goiânia e cidades do interior se mobilizaram para a produção dos tapetes. A Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário, em Pirenópolis, reuniu fiéis antes do dia amanhecer. Os devotos seguiram em procissão pelas ruas da cidade histórica e, durante o trajeto, realizaram paradas para orações e momentos de reflexão. "Para gente que tem fé no Divino Espírito Santo, é maravilhoso, sabe? Meu coração fica em gratidão, cheio de gratidão", afirmou a aposentada Iran Aureliana da Silva, em entrevista à TV Anhanguera. Igrejas celebram o Corpus Christi em Goiás Reprodução/TV Anhanguera LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Quadro com imagem de Nossa Senhora de Guadalupe despenca de quase 5 metros e permanece intacto em Goiânia Feriado de Corpus Christi: veja o que abre e o que fecha em Goiás Supermercados podem abrir em Corpus Christi mesmo após novo acordo, diz sindicato Tapete no Santuário Basílica Sagrada Família, em Goiânia Fábio Lima/O Popular Segundo a TV Anhanguera, durante a noite, voluntários se reuniram na confecção dos tapetes. No total, são 300 metros de extensão com 76 imagens produzidas com serragens, folhas e areia. Na capital, o Santuário Basílica da Sagrada Família também manteve viva a tradição. Crianças e adultos se reuniram durante a noite fria de 17ºC para terminar as artes. Segundo o Padre Rodrigo de Castro Ferreira, são 333 metros de tapetes. Tapetes mobilizam fiéis no Santuário Basílica Sagrada Família Fábio Lima/O Popular "Eu, particularmente, prezo muito essa questão da união e de toda a comunidade aqui participando da confecção dos tapetes", relatou a advogada Pollyana Campos Lima Cardoso, em entrevista à TV Anhanguera. Com os tapetes prontos, a igreja celebra a passagem da imagem de Jesus Cristo por cima das artes. "Nossa, é muito bonito. Chego até a arrepiar. Não sei nem como explicar", disse a aposentada Laci Matia Vieira Carvalho. Tapetes de Corpus Christi reúne fiéis em Goiânia 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Lula diz que não foi a Marcha para Jesus para não 'passar ideia de que quer tirar proveito O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que decidiu não participar da Marcha para Jesus, evento com milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo, para "não passar a ideia de que quer tirar proveito político de algo sagrado". Lula deu a declaração em conversa por telefone com o bispo Estevam Hernandes e o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias. O telefonema foi publicado nas redes sociais de Messias (veja no vídeo acima), que disse ter ido ao evento como representante do presidente. "Eu vou lhe contar porque eu não vou. Eu não participo de nada religioso em época de eleição porque eu não quero passar a ideia de que estou tentando tirar proveito político de uma coisa sagrada", disse Lula. O petista é pré-candidato à reeleição no pleito de outubro. Adversário de Lula, o também pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou do evento, assim como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, além de outros políticos. Em setembro de 2009, Lula sancionou a lei que criou o Dia Nacional da Marcha para Jesus. Fiéis durante a 34ª Marcha para Jesus na cidade de São Paulo . Marcello Zambrana /Estadão Conteúdo Evento reúne milhares de fiéis Diversos políticos e autoridades participam da Marcha para Jesus, que reuniu milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo. Entre eles estão o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, e o advogado-geral da União, Jorge Messias, que representa o presidente Lula. Eles acompanharam a marcha do alto de um trio elétrico, que saiu da estação da Luz, no centro, em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Zona Norte, onde estão programados shows e momentos de oração ao longo do dia, além de discursos. Ainda durante o trajeto, Flávio se dirigiu à multidão e, numa breve fala, disse que o país vive uma "guerra espiritual" e que "o mal vai ser expulso do governo desse Brasil". "Vamos orar pelo nosso Brasil. Essa guerra é espiritual, e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso do governo desse Brasil esse ano." Após a caminhada, a programação segue com apresentações de artistas da música gospel até as 21h. Entre os nomes anunciados estão Gabriela Rocha, Aline Barros, Renascer Praise, Thalles Roberto e Isadora Pompeo.
Tapetes produzidos pelos fiéis da comunidade de São Vicente Ferrer, em Fumaça. Comunidade São Vicente Ferrer. Um encontro de fé e união reuniu fiéis na montagem dos tradicionais tapetes de Corpus Christi na manhã desta quinta-feira (4) em cidades do Sul Fluminense e da Costa Verde. Os desenhos, confeccionados ao longo das ruas por onde passam as procissões, costumam retratar mensagens de fé e paz, além de passagens da vida de Jesus Cristo. Para a Igreja Católica, os tapetes simbolizam o caminho para receber Jesus Cristo, que durante a procissão é representado na forma da hóstia consagrada. A celebração marca um momento de adoração à Eucaristia e reforça os laços de fé, devoção e união entre os membros da comunidade católica. A tradição tem origem na entrada de Jesus em Jerusalém. Segundo os relatos cristãos, a população cobriu o caminho com ramos e mantos para homenagear e acolher o Messias, gesto que inspira a confecção dos tapetes até os dias atuais. Tradicionalmente, os tapetes são confeccionados com serragem e sal colorido, mas os fiéis também utilizam materiais como areia, borra de café, cascas de ovos, flores e outros elementos recicláveis para criar os desenhos e mensagens religiosas, que transformam as ruas em verdadeiras obras de arte a céu aberto. Moradores das cidades da área de cobertura da TV Rio Sul enviaram fotos dos tradicionais tapetes para o WhatsApp da emissora. Confira abaixo: Veja como foi a montagem dos tapetes de Corpus Christi no Sul e Costa Verde do Rio Clique aqui e siga o g1 no Instagram VÍDEOS: as notícias que foram ao ar na TV Rio Sul
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Lilia Cabral interpreta Rita Lee (1947 – 2023) no monólogo musical 'Rita Lee – Balada da louca' Cauê Moreno / Reprodução Instagram 'Rita Lee – Balada da louca' ♫ CRÍTICA DE MONÓLOGO MUSICAL Título: Rita Lee – Balada da louca Atuação: Lilia Cabral Dramaturgia e idealização: Guilherme Samora Direção: Beatriz Barros Direção musical: Dani Nega Cotação: ★ ★ ★ 1/2 ♬ Rita Lee tinha 73 anos e 37 quilos em 9 de abril de 2021 quando recebeu o diagnóstico de câncer no pulmão e vivenciou situação em que “a gente se olha e não sabe se vai ou se fica”, como a artista já tinha resumido, há 50 anos, em verso da existencialista balada “Coisas da vida” (1976). Rita Lee Jones (31 de dezembro de 1947 – 8 de maio de 2023) ficou durante mais dois anos no plano físico e, nesse tempo, escreveu um segundo livro de memórias, fazendo com verve a crônica dos dias de luta diante da morte anunciada pelos médicos, que lhe deram o prognóstico de mais alguns meses de vida no momento do diagnóstico. Lançado em 22 de maio de 2023, já em caráter forçosamente póstumo, o livro “Outra autobiografia” deu sequência à narrativa de “Uma autobiografia” (2016) – um dos maiores best-sellers do mercado literário brasileiro nos últimos dez anos – e, três anos depois, se tornou a base do espetáculo teatral “Rita Lee – Balada da louca”, protagonizado por Lilia Cabral e estreado em 22 de maio de 2026 no Teatro Faap, na cidade de São Paulo (SP), onde ficará em cartaz até 9 de agosto. Idealizado por Guilherme Samora, que adaptou o texto do livro para o palco, “Rita Lee – Balada da louca” não se enquadra na moldura do musical de teatro. É, antes, um monólogo pontuado por música. Aliás, já na abertura da peça, Lilia Cabral dá voz (bem colocada, em tons baixos evocativos do canto de Rita Lee) ao sucesso “Nem luxo nem lixo” (1980), um dos muitos hits da parceria de Rita com Roberto de Carvalho, cujo piano é ouvido em off ao longo do espetáculo orquestrado sob direção musical de Dani Nega. Embora costurada pela leveza e pela mordacidade típica da escrita de Rita, a narrativa do livro “Outra autobiografia” expõe sem pudor e sem autopiedade a progressiva decadência física da roqueira na medida em que foram aparecendo outros tumores pelo corpo da artista, inclusive na cabeça. No palco, o texto ganha tons mais suaves, até porque “Balada da louca” constrói aura sagrada em torno de Santa Rita de Sampa, mas a essência do livro está lá. Atriz excepcional, paulistana como Rita Lee, Lilia Cabral personifica a artista com naturalidade, em tons sempre serenos, indo do riso ao choro em menos de um minuto. Contudo, as lágrimas eventuais da atriz – símbolos dos momentos em que Rita se permitiu chorar diante da morte do corpo que já se insinuava inevitável – jamais pesam o clima. Sem apelar para o sentimentalismo, traço inexistente na escrita da roqueira, o monólogo “Rita Lee – Balada da louca” evolui com permanente leveza ao longo de 70 minutos. A graciosidade da peça se estende à direção de Beatriz Barros, sensível, por exemplo, ao simbolizar no manejo do acordeom o movimento de abrir e fechar os pulmões. O único estranhamento do texto é o momento em que, já perto do fim do monólogo, Lilia Cabral sai da personagem para ser ela mesma em depoimento confessional sobre a admiração que sempre nutriu por Rita Lee desde a adolescência. Mas Lilia Cabral logo volta a ser Rita Lee neste espetáculo simpático, de energia boa, que complementa o musical biográfico estrelado pela atriz Mel Lisboa. E, no fim das contas, Lilia Cabral, uma das maiores atrizes do Brasil, devota de Santa Rita de Sampa, sempre vale o ingresso de qualquer espetáculo, inclusive desse monólogo arrematado com a marcha pop foliã “Dias melhores virão” (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1989), como se sinalizasse que, “depois da estrada, começa uma nova avenida”... Lilia Cabral protagoniza espetáculo baseado no segundo livro de memórias de Rita Lee (1947 – 2023), 'Outra autobiografia' Mauro Ferreira / g1
Padre Zezinho se encontrou com o Papa após evento de jovens Arquivo pessoal/Padre Zezinho Padre José Fernandes de Oliveira, assim, com nome de registro, completo e dois sobrenomes, não parece alguém especialmente famoso. Mas Padre Zezinho, como ficou conhecido esse sacerdote brasileiro autor de mais de 1,8 mil músicas, é um ícone do catolicismo brasileiro. Ele é o compositor de canções profundas e extremamente conhecidas, algumas das quais transcenderam o ambiente das igrejas e acabaram se transformando em sucessos populares — desses que tocam em rádios e, por vezes, ganham regravações de artistas não religiosos. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Em 1997, por exemplo, Padre Zezinho foi um dos convidados do tradicional especial de fim de ano de Roberto Carlos, para cantar sua célebre Oração pela Família. "Que nenhuma família comece em qualquer de repente, que nenhuma família termine por falta de amor." Padre Zezinho e Padre Julio Lancelotti falam sobre a fé inabalável na função social da igreja Os versos dessa música são daqueles que ecoam na cabeça das pessoas como se fossem obras de domínio público, de tradição popular. Esquece-se até que há um autor por trás de uma canção tão conhecida. Prestes a completar 85 anos de vida, em 8 de junho, e no ano em que comemora 60 anos de sacerdócio, Padre Zezinho ganha sua primeira biografia autorizada, o livro Apenas Um Cidadão do Infinito: Vida e Missão de Pe. Zezinho, escrito pela jornalista Gabi Bonvechio, que trabalha como assessora dele desde 2019. E diz que está pronto para as celebrações. "Eu estou deixando que façam tudo. Não estou falando mais nada. Se querem, que marquem e eu vou", diz ele, em entrevista à BBC News Brasil, concedida por videochamada de um espaço no convento do Sagrado Coração de Jesus, conhecido como Conventinho, em Taubaté, onde ele mora com outros religiosos. "Sou um enfermo que se controla e consegue se cuidar", completa o sacerdote, que há anos redobra os cuidados e limita sua rotina por conta principalmente de dois eventos. Em 2012, ele sofreu um acidente vascular cerebral e ficou sete meses sem conseguir falar. "Deus me trouxe de volta", diz. No ano seguinte, foi diagnosticado com câncer de próstata — segue em tratamento, com a doença sob controle. Se a saúde e a idade já não o permitem uma intensa atividade em shows e missas, Padre Zezinho segue expondo suas opiniões — ou "catequizando", como ele prefere — nas redes sociais. Sua página oficial no Facebook tem mais de 1 milhão de seguidores, e, ali, o religioso e sua equipe postam quase diariamente. Além de frases para reflexão, o padre promove suas ideias cristãs com artigos. Muitas vezes, no mundo polarizado atual, polêmicas surgem. O caso mais recente ocorreu em maio. Foi precipitado por um texto que nem é de autoria do religioso, um artigo do filósofo e sociólogo Romero Venâncio, professor na Universidade Federal de Sergipe, que Zezinho republicou em sua página. O acadêmico expunha sua preocupação acerca do que classificou como "escalada delirante de extremistas católicos nas redes digitais", situando estes entre os "tradicionalistas" e como membros da "direita católica". O resultado foi tenso. Até vídeos fakes associando o padre ao comunismo viralizaram, entre ataques e calúnias. Padre Zezinho lidou com o episódio com a experiência de quem mantém a coerência mesmo levando pedradas há seis décadas. "Todos os dias eu sou agredido. Mas essa gente é 2% [dos católicos]. Os outros 98% querem catequese, querem atualização. A maioria quer o Vaticano 2º, a maioria quer as encíclicas sociais." Ele se refere ao Concílio Vaticano 2º, ocorrido entre 1962 e 1965 — daqueles debates realizados pela cúpula do catolicismo saiu a modernização da Igreja. As missas deixaram de ser em latim, e os padres e bispos ressaltaram o compromisso de atuar junto aos pobres, de trabalhar pelo social. Já as "encíclicas sociais" mencionadas por Zezinho são o conjunto de cartas papais inaugurado pelo papa Leão 13 (1810-1903) com a Rerum Novarum, há 135 anos — e cujo mais recente exemplo saiu há poucos dias, a Magnifica Humanitas, de Leão 14. São documentos em que o pontífice expressa preocupações sociais e, por isso, acabaram sendo chamados de doutrina social da Igreja. "Falam até que eu sou um câncer para a Igreja. Não desejo o câncer para ninguém, até porque tenho um em tratamento. Nunca vou chamar alguém de câncer. Vou discordar de muitos, mas vou continuar sendo amigo e buscando diálogo." Ao justificar seu olhar social e seu discurso em prol dos mais pobres, ele recorda o sacerdote católico francês Léon Gustave Dehon (1843-1925), fundador da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus, ordem religiosa à qual Zezinho pertence — por isso, são chamados de "padres dehonianos". "Ele era um homem que buscava uma proposta política e religiosa de diálogo, tanto para os operários quanto para os patrões. Eu cresci nessa ideia." Ordenado nos EUA O despertar vocacional de Zezinho está intimamente ligado aos dehonianos. Mineiro nascido em Machado, ele se mudou para Taubaté aos 2 anos de idade, com a família. "Pai e mãe paralíticos, e vivíamos em um bairro muito pobre", recorda. "Eu era coroinha e cresci ajudando nas missas. Todos os dias ia com minha mãe, cedo, depois ia para a escola. Após a aula, fazia os trabalhos que tinha de fazer, levava comida para meus irmãos na fábrica [onde eles, mais velhos, trabalhavam], brincava por duas horas e, de novo, ia com minha mãe para o Conventinho, porque a gente ajudava lá." A mãe, Waldivina Messias de Oliveira, trabalhou como costureira, lavadeira e cozinheira na casa religiosa. "Cresci no ambiente de convento e gostei daquilo", recorda o padre. Tornou-se seminarista na adolescência — tinha 12 anos quando ingressou no seminário mantido pelos dehonianos na cidade de Lavras, em Minas Gerais. O percurso até a ordenação foi um périplo. De Lavras, foi para Corupá, em Santa Catarina, em outra instituição da mesma ordem. Aos 19 anos, nova mudança, para Jaraguá do Sul, também no estado catarinense, para mais uma etapa de seus estudos rumo ao sacerdócio. No ano seguinte, já tendo feito os primeiros votos, seguiu para Brusque — como noviço, ali estudaria filosofia. Dois anos depois, passou uma breve temporada na Taubaté de sua infância, estudando Teologia e matando a saudade dos familiares. Foi quando os superiores da ordem decidiram que quatro jovens religiosos deveriam ter uma experiência internacional. Dois foram destacados para estudar em Roma. Outros dois, Zezinho entre eles, foram para os Estados Unidos. De lá, enquanto se graduava em Teologia em Hales Corners, perto de Milwaukee, Zezinho acompanhou as discussões que transformariam a Igreja e o seu futuro: do outro lado do Atlântico, ocorria o Concílio Vaticano 2º. Padre Zezinho professou os chamados votos perpétuos em setembro de 1964, em cerimônia ocorrida em Honesdale, na Pensilvânia. Ele se tornou diácono em junho de 1966 e, finalmente, padre em setembro do mesmo ano. Música Padre Zezinho durante a gravação do 116° disco Reprodução/ Instagram Um ano depois, Padre Zezinho celebrou sua primeira missa em Taubaté — ele estava de volta ao Brasil. Vinha no espírito do Concílio que havia terminado há pouco tempo. Animado, jovem, passou a usar o violão em celebrações. Não era o sisudo padre José, mas o simpático Padre Zezinho, que dispensava a batina no convívio social e era próximo, sobretudo, da juventude. De um lado, nascia ali um capítulo importante na história da Igreja Católica no Brasil. De outro, Zezinho começava a sofrer críticas de conservadores. Detratores chamavam seus primeiros trabalhos de "musiquinhas adocicadas e festivas", seus encontros com jovens de "alucinógenos espirituais", seus textos de "livrinhos inconsequentes" — como recupera Gabi Bonvechio, na biografia recém-lançada. Padre Zezinho conta que o gosto pela música veio de casa — seu pai, Fernando José de Oliveira, gostava de tocar viola. A infância em Taubaté, lembra ele, também foi muito musical — terra de estrelas como Hebe Camargo (1929-2012) e Celly Campelo (1942-2003), enfatiza o religioso. O caipira eclético que gostava de rock e música popular em geral encantou-se pelo country e pelo blues em sua temporada nos Estados Unidos. Isso tudo moldou seu estilo. Em texto publicado na revista acadêmica Caminhos em 2020, o teólogo Antonio Manzatto, professor na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, situou a gênese da trajetória de Zezinho na efervescência político-cultural dos anos 1960. Manzatto lembra que eram tempos de ditadura militar no Brasil, rock nas rádios e TVs e contracultura no mundo jovem. A Igreja Católica, pós-Concílio, respirava ares de renovação, o que, segundo ele, "permitiu que a vivência religiosa se organizasse em estruturas diferentes". "Nesse ambiente, a figura de padres modernos foi extremamente importante. Padres renovados que se vestem de maneira simples, sem a sisudez das batinas, que falam a língua do povo, que não hesitam em se fazer próximos das pessoas, de suas casas, de suas vidas", pontua Manzatto. "Para a juventude que andava em busca de novos referenciais, figuras assim eram muito bem-vindas; e para a Igreja, que buscava nova linguagem e novas formas de comunicação com a juventude, o encontro foi extremamente benfazejo." Padre Zezinho se apresentou nesse cenário, com seu nome "diminutivo familiar que aproxima as pessoas, bem ao gosto dos brasileiros". Seu discurso simples era diferente do empolado tradicional dos padres de então. Ele ouvia os jovens e dialogava com eles. De quebra, trouxe a música. "Não a música dos claustros, das orquestras ou de ritmos distantes da juventude", salienta Manzatto. "Mas a música contemporânea com violões, guitarras e baterias ao estilo dos conjuntos musicais da época." Para o sociólogo Rogério Baptistini, professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Zezinho é "um dos pioneiros da evangelização moderna". "Ele usou a música como ferramenta de comunicação de massa e pregou a paz e o diálogo em letras alinhadas à doutrina social da Igreja, sempre conectado ao seu tempo e à visão progressista do catolicismo", afirma, definindo o Padre Zezinho como um "patrimônio sólido" do catolicismo brasileiro. Diversas místicas, uma Igreja Se desde o início vieram críticas do lado mais conservador da Igreja, da parte de Zezinho nunca houve muro entre os segmentos diferentes do catolicismo. Ele conta que foi formado um grupo de religiosos em 1969, com oito padres de estilos diferentes que passaram a se reunir periodicamente — em uma tradição que durou até 1980. Entre eles, estavam Jonas Abib (1936-2022), que depois se notabilizaria como fundador da comunidade Canção Nova e um dos principais expoentes do movimento conservador e fundamentalista Renovação Carismática Católica (RCC), e também o padre jesuíta Casimiro Irala (1936-2024), músico paraguaio radicado no Brasil e integrante da Ação Católica, grupo conhecido pela ênfase na doutrina social da Igreja. Eram místicas diferentes, lembra Zezinho. "Mas a gente era muito amigo, coisa assim de irmão". "Brincava com padre Jonas: sua mística é ensinar a orar, a minha é ensinar a partilhar. Não pensávamos igual, mas nos amamos do mesmo jeito." Com Irala, disse que aprendeu muito sobre música também. Como suas canções sempre foram mais com mensagens sociais do que de louvor, ele acabou sendo associado à linha Teologia da Libertação (TL), corrente cristã que enfatiza como necessária a opção preferencial pelos pobres — ao contrário da imensa maioria dos padres cantores que vieram depois, casos de Marcelo Rossi, ligado à RCC e com canções de louvor. Desde aqueles primeiros anos, era uma postura que o deixava alvo de críticas dos conservadores. Padre Zezinho é cuidadoso nas palavras. Refuta ser chamado de progressista, porque entende que isso deixa os conservadores na posição antagônica de "atrasados": "Sou atualizador. Respeito os conservadores e respeito os progressistas". Contestando os contestadores Desde cedo, lembra ele, seus amigos diziam que ele estava escolhendo um caminho difícil. "Porque estava contestando os contestadores, os que não aceitavam o Vaticano 2º. Rios não correm para trás. Os peixes, sim. Mas o rio vai adiante." "Teve jornalista ultraconservador que me chamou [ao lado de outros nomes da Igreja] de 'vaca sagrada' quando eu estava ficando muito famoso com minhas canções, e, mesmo sofrendo críticas, a Igreja não mexia comigo." Sobre a TL, ele gosta de ser específico. "Sou da TL bíblica, não da TL marxista", comenta. Diz que seu viés é a libertação que está nos textos sagrados, em prol do ser humano. "É por aí que eu vou", ressalta, lembrando que suas músicas falam das alegrias, das esperanças, das dores e das lutas do "povo de Deus". "Fiz música de doutrina social. Música de justiça e paz", comenta. Um exemplo simbólico é a Prece Pelo Social, lançada em 2000. A canção pede a Deus mais trabalho, mais salário e mais pão. "O rico menos rico/ O pobre menos pobre", cobra a letra. "Trabalho pra toda a gente/ Salário bem mais decente/ […]. Do jeito que está não dá." "Essa minha música machucou muita gente. Fiz para que possamos entender o que é justiça social", explica, lembrando que há dezenas de encíclicas falando que "rico demais não é bom para a Igreja, assim como pobre demais também não é bom". "Experimentei a fome aos 9 anos. Sou fruto de gente que acredita em progredir e não em ficar parado. O pobre tem de fazer alguma coisa para sair da pobreza, mas o rico também tem de fazer alguma coisa para ajudar o pobre. Não pode ser rico demais", ressalta. Ele se considera "um formador de opinião". "Nunca usei essa expressão que gostam hoje, influenciador", diz. "Sou um explicador." Sobre o fato de costumar ser incluído em polêmicas de internet, Padre Zezinho argumenta que "não tem medo". E que escolhe o caminho da gentileza. "Dá para dizer tudo sem gritar. Microfone não é para xingar, é para dialogar. Respondo sempre de uma forma gentil. Sem gentileza, não pode haver cristianismo." Ele disse que esse racha entre RCC e TL começou nos anos 1970. "Um grupo de direita, político, leigo, começou a fazer essas distinções: 'nós somos espirituais, vocês não são', 'a TL é uma vergonha para a Igreja' e palavras terríveis que até hoje falam", recorda. Padre Zezinho lembra que já trabalhou muito com pessoas da RCC e emissoras católicas ligadas ao movimento e encara a proximidade como um diálogo permanente e profícuo. "Direita e esquerda existem, conservadores e avançados existem. Podemos discordar, mas sem ódio", afirma. "Não sou esquerdista, nem direitista, nem centrista. Eu sou catequista. Sou transformador, sou explicitador." O sacerdote concorda que o debate atual está contaminado pela polarização social e política, intensificada pelo uso das redes sociais. "Podemos estar em pistas separadas, mas a gente se encontra de vez em quando, então estamos juntos", comenta. "Estou obedecendo aos papas que pregam justiça social, o fundador da minha congregação que pregava justiça social. É o que eu faço. Todos eles pregaram isso", explica o padre. Ele enfatiza que não importa com as discordâncias. "Se um burguês não gosta, então que seja burguês. Eu vou apanhar deles, mas eu acho que os pobres precisam crescer e é preciso fazer coisas em favor dos pobres para eles crescerem. Se isso é esquerda ou direita, não me importa. O que me importa é a doutrina social", diz. Padre Zezinho reconhece que esse posicionamento lhe traz um custo. "Pago um preço por isso? Pago. Toda hora alguém diz: 'coitado do padre Zezinho, pena que é da TL'", afirma. "Eu sou TL bíblica, não TL marxista. Sou contra Marx? Não. Só acho que o acento em marxismo não ajuda a Igreja. Mas o capitalismo também não ajuda. Entre capitalismo e comunismo, eu escolho o diálogo." A biógrafa Gabi Bonvechio diz que o padre é muito rotulado. "Ele é fruto do Concílio Vaticano 2º e abraçou a causa da doutrina social da Igreja e acaba muito atacado por isso", avalia. "Não ouso rotulá-lo. Ele fala muito de temas que os conservadores falam, como a família, a espiritualidade e a piedade. E também cobra justiça social. Houve uma época em que a esquerda o chamava de direitista e conservador. Agora, os direitistas o chamam de comunista e TL", diz Bonvechio, afirmando ser "uma injustiça" qualquer tentativa de "colocá-lo em uma caixinha". Para o sociólogo Rogério Baptistini, o que ocorre é que "hoje a Igreja no Brasil está sofrendo uma espécie de reação pentecostal". "Sacerdotes como ele e [o padre] Julio Lancelotti, por caminhos diferentes, sofrem com a onda de conservadorismo." Legado Professor na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, e diretor no Lay Centre, também em Roma, o vaticanista Filipe Domingues ressalta a coerência de padre Zezinho, como um sacerdote que nunca deixou de "seguir a comunhão da Igreja" e se permitir ter uma vida de celebridade. O religioso costuma enfatizar que não é um cantor. Mas um padre que canta. Esta postura parece fazer diferença. "Ele fez tudo o que fez sem buscar méritos", comenta Domingues. "Ele vive aquilo que prega. E isso traz credibilidade." Em 2019, o padre ganhou um espaço dedicado ao seu acervo, no convento onde reside. É o Memorial Padre Zezinho — que pode ser visitado sob agendamento. Quanto à biografia, o religioso precisou ser convencido. Gabi Bonvechio disse que pediu autorização ao padre em agosto do ano passado. Ela entrevistou mais de 50 pessoas, além do próprio sacerdote. "Passei a viver a vida do padre junto com ele, para poder contar sua história", diz ela. O teólogo Raylson Araujo, pesquisador na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, diz que Padre Zezinho é um dos grandes evangelizadores da Igreja Católica no Brasil. "Seu impacto é enorme e de longa data. Marcou época muito antes das redes sociais e da consolidação das TVs católicas", diz Araujo. "E mais: Tem padre que canta, mas não faz reflexão teológica. Tem padre que faz reflexão teológica, mas não canta. Padre Zezinho fez os dois e com maestria, traduzindo reflexões teológicas profundas e canções que há décadas está na boca do povo de Deus." Fiéis trabalham na confecção de tapetes para o dia de Corpus Christ
Tradição dos tapetes de Corpus Christi mobiliza 14 paróquias em Itapetininga Tapetes coloridos, missas campais e procissões que reúnem milhares de fiéis transformam as ruas de Itapetininga (SP) durante o Corpus Christi, uma das celebrações mais tradicionais da Igreja Católica, que, neste ano, acontece nesta quinta-feira (4). A data, celebrada 60 dias após a Páscoa, homenageia a presença de Jesus Cristo na Eucaristia e mobiliza comunidades católicas em todo o país. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Em Itapetininga, 14 paróquias serão responsáveis pela confecção dos tradicionais tapetes de Corpus Christi. Cada comunidade produzirá cerca de 77 metros de extensão, formando um percurso com mais de um quilômetro para a procissão com o Santíssimo Sacramento. O g1 conversou com o padre Jean Michel, da Paróquia Santa Rita, que explicou o significado religioso da celebração e a tradição centenária dos tapetes. "Trata-se de uma das mais importantes celebrações do calendário litúrgico, dedicada à adoração de Jesus Cristo presente real e substancialmente na Eucaristia, sob as espécies do pão e do vinho consagrados", explica o padre. A preparação começa cerca de um mês antes da celebração. Nesse período, cerca de 2 mil voluntários tingem toneladas de pó de serra que serão usadas para dar vida aos desenhos espalhados pelas ruas da cidade. "Existe todo um trabalho de preparação, desde tingir e secar o pó de serra até a distribuição para as paróquias. Os desenhos são feitos diretamente no chão e preenchidos com materiais como pó de serra colorido, sal, café e cal, formando imagens religiosas, símbolos eucarísticos e passagens bíblicas", explica o pároco. "Mais do que uma manifestação artística, os tapetes representam um gesto de amor, reverência e acolhida ao Cristo que passa pelas ruas na procissão. Eles simbolizam o caminho preparado para o Senhor e expressam a participação ativa dos fiéis na celebração", completa. Mais de 2 mil voluntários participam da confecção dos tapetes para celebração de Corpus Christi em Itapetininga (SP) Diocese de Itapetininga/Divulgação Além da dimensão religiosa, a celebração também fortalece os laços comunitários. Enquanto os tapetes são montados, moradores e voluntários compartilham refeições e momentos de convivência. "As pessoas se reúnem ali, fazem uma mesa de café, tomam um café juntos. Os moradores de rua vão passando pelas paróquias, pelas mesas. É um momento bonito de partilha e também de acolhida", destaca o padre. Corpus Christi reúne fiéis para confeccionar mais de 1 km de tapetes em Itapetininga (SP) Diocese de Itapetininga/Divulgação LEIA TAMBÉM: Festa de Santo Antônio, Kaikan, São João e mais: confira as celebrações juninas na região de Itapetininga VÍDEO: após cinco décadas na mesma escola, professor se aposenta para cursar direito e é homenageado por alunos Da Cruz do Negro à Paróquia das Estrelas: igreja de Itapetininga que completa 60 anos surgiu após morte de homem escravizado Na Diocese de Itapetininga, a solenidade de Corpus Christi é precedida por momentos de oração, adoração e celebrações eucarísticas nas comunidades. "A Eucaristia é o tesouro mais precioso que a Igreja possui, porque nela encontramos o próprio Cristo, que se faz alimento para a vida do mundo", ressalta o padre. A coordenadora da confecção dos tapetes em Itapetininga desde 2013, Fabíola Serafim, explica que os trabalhos envolvem fiéis de 14 paróquias e que os desenhos deste ano também vão abordar o tema da Campanha da Fraternidade, "Fraternidade e Moradia", com o lema "Ele veio morar entre nós". "Geralmente os desenhos retratam símbolos ligados ao Corpo e Sangue de Cristo, como o ostensório, o cálice e a hóstia consagrada. Muitas paróquias também homenageiam seus padroeiros, pastorais e movimentos. Neste ano, teremos ainda imagens relacionadas ao tema da Campanha da Fraternidade", conta. Montagem de tapetes em 2025 em Itapetininga (SP) Diocese de Itapetininga/Divulgação A montagem dos tapetes começa por volta das 7h no dia de Corpus Christi e mobiliza centenas de voluntários. "O que me motiva é celebrar o Cristo que se fez pão e renovou sua aliança conosco. Também é emocionante encontrar amigos de todas as paróquias da cidade em uma grande festa de unidade", diz Fabíola. Tapetes são feitos com serragem tingida, cal, sal e pó de café Diocese de Itapetininga/Divulgação Missas Em Tatuí (SP), a primeira celebração está marcada para 8h desta quinta-feira, na Basílica Nossa Senhora da Conceição. Já no período da tarde, às 15h, a Santa Missa será celebrada na Catedral Nossa Senhora dos Prazeres, em Itapetininga. Em seguida, os fiéis participam da procissão com o Santíssimo Sacramento, que percorrerá as ruas ornamentadas pelos tapetes confeccionados ao longo da manhã nos arredores da Catedral Nossa Senhora dos Prazeres. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Montagem do tapete em para Corpus Christi em Brasília, em imagem de arquivo Tony Winston/ Agência Brasília A celebração do Corpus Christi acontece nesta quinta-feira (4). No Distrito Federal, a Arquidiocese de Brasília promove uma celebração a partir das 6h da manhã, na Esplanada dos Ministérios (veja detalhes abaixo). Entre as atividades, a tradicional montagem de tapetes, a Santa Missa e uma banda festiva. 🔎 O Corpus Christi é feriado prolongado no DF. Além da quinta, a sexta-feira (5) também é ponto facultativo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. ⏰ Programação: 6h: início da montagem dos tapetes no gramado central; 14h: louvor e animação com bandas católicas; 15h: confissões; 17h: Santa Missa presidida pelo Arcebispo de Brasília, Cardeal Paulo Cezar Costa; Após a missa: procissão luminosa com bênçãos ao longo do percurso. A tradição dos tapetes 2023: Fiéis confeccionam tapetes em celebração ao Corpus Christi, em Brasília A montagem dos tradicionais tapetes será no gramado central da Esplanada dos Ministérios. Eles são confeccionados com serragem, sal colorido, areia, flores e até borra de café. Todos que desejarem podem participar da confecção. ➡️ O tapete terá 125 metros de extensão, com 25 quadros que retratarão temas da fé católica. A tradição tem origem em Portugal e foi trazida para o Brasil durante a colonização, entre os séculos XVI e XIX. Para a Igreja Católica, a prática remete à acolhida de Jesus em Jerusalém, quando as pessoas cobriram as ruas de ramos e mantos para a passagem do Messias. Durante a procissão de Corpus Christi, peregrinos passam por cima dos tapetes e o sacerdote leva o ostensório – peça que expõe a hóstia consagrada. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Família de gestante falecida acusa hospital de negligência no sul da Bahia Familiares de uma gestante denunciaram o Hospital Municipal Sagrada Família, em Teixeira de Freitas, no sul da Bahia, por negligência médica pela morte de Ana Paula Cerqueira, de 33 anos, depois do parto. A mulher teve uma gestação de risco e faleceu cerca de 20 horas após o nascimento do segundo filho. Um boletim de ocorrência foi registrado na delegacia de Polícia Civil da cidade. Segundo informações apuradas pela TV Santa Cruz, afiliada da TV Bahia na região, Ana Paula Cerqueira deu entrada no hospital no dia 23 de maio, com fortes dores. Mesmo com a informação de que a gravidez era de risco e de que a gestante estava com a pressão alta, os profissionais esperaram até que Ana Paula conseguisse fazer o parto normal. "Ela já deu entrada com a pressão alta. Eles já estavam cientes, mas mesmo assim ela ficou na sala com minha outra irmã dilatando", conta Beatriz Faria, irmã da gestante. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia A família aponta que as queixas de dores da gestante após o parto não foram ouvidas e que a tentativa de realizar um parto normal prejudicou a saúde do bebê, que precisou receber oxigênio após o nascimento. Ainda segundo a irmã, a paciente sentia fortes dores no corpo e dormência nas mãos. "Não tem lógica, como que a pessoa acabou de sair do centro cirúrgico e está sentindo tanta dor assim? Minha irmã estava agonizando tanto de dor que ela chegou a defecar na cama", relata. Família denuncia hospital por negligência após morte de gestante no sul da Bahia Reprodução/TV Santa Cruz Conforme o atestado de óbito emitido pelo hospital, a causa da morte de Ana Paula Cerqueira foi apontada como indeterminada. À TV Santa Cruz, o advogado da família, Luciano Machado, afirmou que apurações já foram iniciadas para averiguar a conduta do hospital. Em nota, o Hospital Municipal Sagrada Família afirmou que a paciente apresentava condições clínicas de uma gestação de alto risco e que recebeu assistência integral da equipe do hospital. Após o parto, ela evoluiu para um quadro clínico grave, o que levou ao falecimento. A unidade informou que, em respeito ao sigilo profissional, legislação vigente e privacidade da paciente, não divulgará outras informações sobre o caso. LEIA TAMBÉM: Homem é preso com mais de 100 kg de maconha na Bahia; droga seria enviada para comunidades do RJ Homem é condenado a 54 anos de prisão por matar companheira a facadas em apartamento na Bahia Alojamentos superlotados e remuneração irregular: 69 trabalhadores são resgatados em situação análoga à escravidão Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
Decenas de operarios se afanan a montar gradas, barnizar bancos, podar jardines o limpiar el lago frente al puente
The pope will celebrate an evening mass at the Sagrada Familia on June 10 to mark the 100th anniversary of Gaudi’s death.
Pessoas andam de motocicleta perto de um outdoor com a imagem do falecido Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei, em Teerã, Irã, 6 de maio de 2026 Majid Asgaripour/WANA/Reuters O Irã anunciou, nesta terça-feira (2), que realizará um funeral de Estado de três dias para o falecido líder supremo Ali Khamenei, morto nos ataques aéreos iniciais dos EUA e de Israel em 28 de fevereiro, que desencadearam a guerra no Oriente Médio. Ali Khamenei, que liderou a República Islâmica por quase 37 anos, foi assassinado em sua casa, no centro de Teerã. Um funeral de Estado inicialmente planejado para 4 de março foi adiado devido à guerra. Ele foi substituído por seu filho, o também aiatolá Mojtaba Khamenei, que ainda não fez aparições públicas, e cujo estado de saúde é um mistério. "Um funeral público de três dias foi planejado", disse o vice-prefeito de Teerã, Mohammad Amin Tavakolizadeh, nesta terça-feira, em entrevista à televisão estatal. Agora no g1 Tavakolizadeh não especificou a data do funeral, mas indicou que poderia ser no início do muharram, o primeiro mês do calendário islâmico, que cai em meados de junho. Ele acrescentou que as cerimônias fúnebres serão realizadas em Teerã, assim como nas cidades sagradas de Qom e Mashhad, onde Khamenei será sepultado. "Em Teerã, a cerimônia durará pelo menos 24 horas", afirmou Tavakolizadeh, acrescentando que se espera a presença de até 20 milhões de pessoas. Líder supremo Ali Khamenei esteve na linha de frente da Revolução Islâmica, em 1979, ao lado do aiatolá Ruhollah Khomeini, líder do movimento que se tornou o líder supremo até sua morte, em 1989. Nascido em 1939 na cidade de Mashhad, no leste do Irã, Khamenei teve seus anos de formação religiosa e política na década de 60, envolvido nos movimentos que questionavam o regime do então xá Mohammad Reza Pahlevi. le se aproximou do movimento de Khomeini durante os estudos em Qom, e logo estava ajudando a organizá-lo e executando missões em território iraniano. Em junho de 1981, Khamenei sofreu um atentado a bomba que deixou seu braço direito paralisado para sempre. Quatro meses depois, foi eleito presidente do Irã, com 95% dos votos. Ele se manteve na presidência até a morte de Khomeini, quando a Assembleia de Peritos o escolheu como novo líder supremo. Especialistas atribuíram a Khamenei uma estratégia de construir e fortalecer estruturas paralelas dentro do Estado que espelhavam algumas de suas instituições, como o Exército e as agências de inteligência, para dessa forma poder controlá-las melhor. É o caso da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês), por exemplo, uma força paralela aos militares tradicionais. Ao longo dos anos, tornou-se capaz de influenciar cada vez mais a formulação e execução de políticas no país, e fomentou o culto à sua personalidade. Em 2018, uma reportagem investigativa da agência de notícias Reuters afirmou que Khamenei controlava um poderoso império financeiro que valia à época 95 bilhões de dólares, baseado no confisco de propriedades que pertenciam a iranianos normais, inclusive de minorias. A apuração não encontrou evidências de que ele usasse a fortuna para luxos pessoais, mas sim para financiar suas ações políticas – a apuração foi à época classificada como incorreta por seu gabinete. Nas mais de três décadas no poder, Khamenei enfrentou diversas ondas de protestos, todos reprimidos com violência, enquanto manteve uma política de linha dura em relação a costumes. Seu governo foi acusado de matar opositores exilados, e reprimiu jornalistas e intelectuais não alinhados ao regime.
Chuva com granizo é registrada em Divinópolis Moradores de Divinópolis foram surpreendidos na noite de segunda-feira (1º) por uma pancada isolada de chuva acompanhada de granizo. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram como foi o temporal na cidade. As imagens registram a intensidade do fenômeno em alguns pontos. Veja acima. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Os bairros Sagrada Família, Ferrador, Santa Lúcia, Jusa Fonseca, Terra Azul e São José estão entre os mais afetados. Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve feridos. De acordo com o meteorologista Ruibran dos Reis, há previsão de novos temporais nesta terça-feira (2). Queda nas temperaturas A partir de quarta-feira (3), o tempo fica parcialmente nublado, mas firme e sem previsão de chuva. Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura terá ligeira queda no fim de semana, com mínima de 9 ºC no sábado (6) e máxima de 21 ºC. LEIA TAMBÉM: Semana do feriado de Corpus Christi tem manhãs frias e tardes amenas em Divinópolis; veja a previsão para a região Chuva de granizo atinge Divinópolis Redes Sociais/Reprodução VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas
G1 | Loterias - Lotofácil 3700 Entre números e palpites, um apostador de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, levou R$ 2.629.360,29 ao acertar todas as dezenas da Lotofácil, na noite desta segunda-feira (1º). Veja abaixo os números do sorteio do concurso 3700: 1 - 3 - 7 - 8 - 9 - 10 - 12 - 13 - 14 - 17 - 18 - 19 - 20 - 23 - 25 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O prêmio principal foi dividido com um apostador de Mauá e outro de São Paulo. A aposta vencedora no RS foi registrada na lotérica Sagrada Loterias, com um jogo simples feito de forma presencial, marcando 18 números. Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 3700: 15 acertos: 3 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 2.629.360,29; 14 acertos: 711 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.395; 13 acertos: 26.961 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 35; 12 acertos: 289.803 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 14; 11 acertos: 1.469.737 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 7. Isso significa que a Lotofácil não acumulou após o concurso 3700. O próximo sorteio acontece na terça-feira (2). Como jogar na Lotofácil Lotofácil Millena Sartori/g1 Na Lotofácil, é preciso marcar entre 15 e 20 números dentre os 25 disponíveis no volante. Também é possível optar pela Surpresinha: nessa modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria. São premiadas as apostas que acertarem 11, 12, 13, 14 ou 15 números. A divisão do prêmio é a seguinte: R$ 7 para as apostas com 11 números; R$ 14 para as apostas com 12 números; R$ 35 para as apostas com 13 números. O restante é dividido da seguinte forma: 13% entre os acertadores de 14 números; 62% entre os acertadores de 15 números; 10% acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos de final 0; 15% ficam acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano. Nos concursos de final 0, o restante é dividido da seguinte forma: 72% entre os acertadores de 15 números; 13% entre os acertadores de 14 números; 15% ficam acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano. O que é a Teimosinha da Lotofácil Na Teimosinha da Lotofácil, o apostador concorre com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos. Sorteio da Lotofácil A Lotofácil tem seis sorteios semanais, que ocorrem de segunda-feira a sábado, às 21h. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Raí Saia Rodada, Mastruz com Leite e Mikael Santos se apresentam no São João de Rosário do Catete Reprodução redes sociais/g1 A prefeitura de Rosário do Catete divulgou a programação da tradicional prévia junina, a Festa do Catete, que acontece entre os dias 12 e 14 de junho. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp 🎉 Acesse a página do g1 que reúne todas as informações do São João em SE O evento reúne atrações musicais como Raí Saia Rodada, Mastruz Com Leite e Mikael Santos, além da consagrada Cavalgada do Catete. Confira abaixo a programação completa: Sexta-feira (12/6) Praça dos Quiosques 19h30 – Trio Derramando Gás 21h00 – Mulheres Perdidas 22h30 – Raio da Silibrina 00h00 – Sandro Castro e Éwany Sábado (13/6) 21h00 – Baú das Antigas 22h30 – Adryan Lima 00h00 – Cavaleiros do Forró 01h30 – Mastruz com Leite 03h00 – Raí Saia Rodada Domingo (14/6) Cavalgada do Catete 13h00 – Juninho Rodriguez (Concentração em General Maynard) 15h00 – Lenno Ferrari (Saída da cavalgada em direção à Praça de Eventos de Rosário do Catete) 18h30 – Batista Lima (Chegada à Praça de Eventos) 20h00 – Didi de Carvalho 21h30 – Mikael Santos Saiba qual é programação da Segundona do Turista
Trezena de Santo Antônio em Alagoinhas começa nesta segunda-feira (1º) Ascom | Prefeitura de Alagoinhas A tradicional Trezena de Santo Antônio, padroeiro de Alagoinhas, começa nesta segunda-feira (1º) e segue até o dia 13 de junho, na Catedral Santo Antônio. Com o tema “Família: tradição que se vive, fé que se transmite”, a celebração reúne programação religiosa, apresentações culturais, quermesse e ações solidárias. Reconhecida como patrimônio cultural imaterial de Alagoinhas, a festa contará diariamente com oração da trezena, missas presididas por padres e bispos convidados, além de momentos culturais com artistas da cidade após as celebrações. Também haverá barracas típicas do período junino e quermesse na Praça Santo Antônio. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Ao longo dos 13 dias, os fiéis poderão participar de uma campanha de arrecadação de alimentos e itens de higiene destinados às ações assistenciais da paróquia. A programação será encerrada no dia 13 de junho, data dedicada ao santo, com alvorada, missas, procissão pelas ruas da cidade e bênção do Santíssimo Sacramento. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Confira a programação completa Segunda-feira (01/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que a família é chamada a viver e transmitir a vocação 6h: Alvorada com queima de fogos e laudes 18h30: Oração da Trezena 19h: Celebração eucarística presidida pelo cônego Alberto Montealegre Vieira Neves Terça-feira (02/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que a família é uma relação de amor e compromisso 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida por Dom Gilvan Pereira Rodrigues, bispo auxiliar de Salvador Quarta-feira (03/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que a oração em família fortalece o amor e a unidade 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida pelo padre Tiago Souza, vigário de Entre Rios Quinta-feira (04/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina a reconhecer na Eucaristia a presença de Cristo que transforma e une a família 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida por Dom Francisco Vidal Procissão de Corpus Christi Sexta-feira (05/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que a Palavra de Deus deve ser acolhida e vivida no lar 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida pelo padre Klebson José Macedo da Silva, vigário de Crisópolis Sábado (06/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que o perdão e a misericórdia restauram as famílias 15h: Missa dos Idosos 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida pelo padre Irivan Santana Domingo (07/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que a família é chamada a ser missionária e testemunhar a fé no mundo 7h30: Missa dominical 15h: Almoço com Santo Antônio e bingo 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida por Dom Gabriel dos Santos Filho Show com William Safona Segunda-feira (08/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que a caridade vivida em família torna presente o amor de Cristo 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida por Dom Ederaldo de Santana Terça-feira (09/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que, mesmo nas dificuldades, a família deve confiar na providência de Deus 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida pelo padre Jaldenir Souza Quarta-feira (10/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que a família, inspirada na Sagrada Família, é caminho de santidade 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida por Frei Genilton Quinta-feira (11/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina que as famílias são abençoadas para viver, guardar e transmitir a fé 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida por Dom Estevam dos Santos Silva Filho Sexta-feira (12/06): Sub tema: Santo Antônio nos ensina: a transmissão da fé no cotidiano do lar 18h30: Oração da Trezena 19h: Missa presidida pelo padre Sandro, da Diocese de Estância (SE) Show do Padre Sandro Sanfoneiro para os namorados Sábado (13/06): Dia de Santo Antônio 6h: Alvorada dos Amigos do Padroeiro 7h30: Missa Solene presidida por Dom Francisco Vidal 15h: Missa de encerramento 16h: Procissão com a imagem de Santo Antônio 17h: Bênção do Santíssimo Sacramento 19h: Transmissão do primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo, na Praça da Catedral Durante toda a trezena, haverá apresentações culturais após as celebrações religiosas, além de quermesse e barracas com comidas típicas na Praça Santo Antônio. Trezena de Santo Antônio terá missas, apresentações e procissão Ascom | Prefeitura de Alagoinhas LEIA MAIS: Tradicional Trezena de Santo Antônio é iniciada no Centro Histórico de Salvador; confira programação História de devoção: baiana completa 30 anos de rezas com 200 imagens de Santo Antônio em Salvador Caminhos de Antônio: veja pontos de Salvador que levam o nome do santo português, primeiro padroeiro da cidade Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻
Ao longo de seus 15 anos no poder, Kim Jong-un nunca mencionou publicamente sua mãe BBC Entre os muitos mistérios que envolvem o líder norte-coreano Kim Jong-un, o segredo em torno de sua mãe é um dos mais intrigantes. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Kim nunca a mencionou publicamente pelo nome ao longo de seus 15 anos no poder. A legitimidade da ditadura hereditária baseia-se na "linhagem do Monte Paektu", nome dado à montanha mais alta da Península Coreana, celebrada como o berço mitológico do povo coreano, e também o local onde o líder fundador Kim Il-sung conduziu atividades de guerrilha contra os colonizadores japoneses. Kim Jong-un assiste a soldados quebrando tijolos com a cabeça e dando martelada no abdômen Ao contrário das duas mães anteriores da linhagem do regime — Kang Pan-sok, mãe do fundador do país, Kim Il-sung, e Kim Jong-suk, mãe de Kim Jong-Il — que foram ambas reverenciadas como as "mães da Coreia", Ko Yong-hui é uma figura obscura, e nada recebe seu nome como homenagem. Essa postura discreta em relação a Ko Yong-hui pode resultar das suas origens: uma classe social "manchada". Além da sua condição de amante. Ambos os fatos poderiam ameaçar o regime, segundo analistas. Pelas informações reunidas por biógrafos, Ko nasceu em Osaka, Japão, em 1952, filha de pais originalmente da ilha de Jeju, atualmente na Coreia do Sul, território inimigo. Como residentes no Japão, a família de Ko fazia parte dos "coreanos zainichi", como são denominados os imigrantes durante o domínio colonial japonês sobre a península, entre 1910 e 1945. Os que retornavam ao Norte eram inicialmente vistos com inveja por trazerem dinheiro, roupas e eletrodomésticos do vizinho capitalista. Mas também eram rotulados como "jjaepo", um termo depreciativo para um grupo considerado contaminado por ideologias estrangeiras perigosas. Na rigorosa classificação social da Coreia do Norte, conhecida como "songbun", os coreanos zainichi pertencem à "classe oscilante", situada entre a classe central e a hostil. Eles são submetidos a intensa vigilância estatal e têm o acesso a boas universidades ou a empregos promissores negados frequentemente. A Coreia do Norte é uma sociedade profundamente hierárquica, que alguns analistas dizem se assemelhar a um sistema de castas. Também é um "sistema de culpa por associação", no qual os cidadãos são punidos pelas ações de seus familiares, afirma Jeung Young-tae, da Universidade Dongyang. História de 'Cinderela' Ko Yong-hui (à frente, à direita) era membro da elite Mansudae Art Troupe Yoji Gomi via BBC Quando ela tinha cerca de 10 anos, sua família emigrou para a Coreia do Norte. Eles estavam entre os cerca de 93 mil coreanos que se mudaram do Japão para o estado comunista entre 1959 e 1984 sob a campanha “Paraíso na Terra”, um esquema que prometia àqueles que retornassem uma vida idílica de saúde e educação gratuitos, além de pleno emprego. Ko, no entanto, conseguiu escapar da vida de dificuldades e pobreza que aguardava seus colegas coreanos depois de chamar a atenção do então líder Kim Jong-il. Embora Kim nunca tenha apresentado sua esposa ou parceira publicamente, a inteligência mostra que ele já era casado com Kim Young-sook, filha de um oficial militar de alto escalão, em um casamento escolhido a dedo por seu pai. Segundo Yoji Gomi, repórter japonês que publicou um livro sobre Ko em 2025, ela era membro da elite Mansudae Art Troupe e chamou a atenção de Kim devido à sua “beleza natural e habilidades de dança”. O nome de Ko Yong-hui nunca foi mencionado pela mídia estatal Cheong Seong-Chang E embora ela nunca tenha se casado com o líder supremo e sua união não tenha sido reconhecida pelo regime, Ko conseguiu viver o que Gomi chama de “vida de Cinderela”. Relatos sugerem que Kim se apaixonou perdidamente por Ko, que viria a se interessar pela política do país. Mas com sua esposa oficial morando na capital Pyongyang, Ko e seus três filhos estavam escondidos a 210 km de distância, na cidade costeira de Wonsan. “Kim Jong-un não é filho da esposa oficial. Ele é essencialmente o 'filho ilegítimo' de Ko Yong-hui”, diz Kim Hyung-su, da Northern Research Association. “A linhagem Paektu [do regime] é vista como sagrada, então a ideia do líder ser filho de um jjaepo é inimaginável.” Crianças nascidas fora do casamento enfrentam severo estigma na Coreia do Norte, que, apesar de sua fachada comunista, permanece impregnada de crenças confucionistas. Conceitos como piedade filial e lealdade têm sido usados para doutrinar seu povo, dizem analistas. Muitos especialistas acreditam que Ko Yong-hui ajudou seu filho a se tornar o sucessor Cheong Seong-Chang via BBC Gomi menciona também outra razão pela qual Kim Jong-un cresceu longe da capital. Na época, uma balsa circulava entre Wonsan e o Japão, tornando mais fácil para ela conhecer pessoas que chegavam naquele navio e obter produtos japoneses. “Ko sentia muita falta de sua casa no Japão e ensinou japonês aos filhos”, diz ele. Kenji Fujimoto, um chef de sushi que serviu Kim Jong-il de 1988 a 2001, escreveu em seu próprio livro que Kim Jong-un era “bom em cantar músicas japonesas” e “invejava a economia avançada do Japão”. Kim Jong-un até visitou a Disneylândia de Tóquio, no Japão, com seu irmão mais velho, de acordo com a mídia japonesa, que citou autoridades da época. Gomi diz que Ko também viajou para o Japão, separadamente com sua secretária. Sucessão “Ko Yong-hui nunca foi reconhecida como nora por Kim Il-sung”, escreveu Ryu Hyun-woo, diplomata da Coreia do Norte no exílio, em seu livro, Kim Jong Un's Secret Vault (algo como "O cofre secreto de Kim Jong-un"). Fotos de Kim Il-sung e seu neto Jong-un teriam circulado por toda parte se Ko tivesse obtido a aprovação do Kim mais velho, diz Cheong Seong-chang, do Instituto Sejong. Mas, embora isso não tenha acontecido, Ko conquistou a confiança de Kim Jong-il, atuando como primeira-dama de fato do país, acompanhando o marido em inspeções militares e fazendo amizade com sua comitiva. Kim até buscava sua opinião antes de tomar decisões políticas, escreveu Fujimoto, o chef. Um documentário oficial produzido após a morte de Kim Jong-il em 2011 mostrou imagens de Ko acompanhando a então líder suprema em turnês locais, embora nunca tenha revelado seu nome. O documentário também nunca foi lançado publicamente, exibido apenas para altos funcionários do partido em junho de 2012, disse Cheong, embora mais tarde tenha sido vazado e divulgado entre cidadãos comuns por meio de unidades USB contrabandeadas. “À medida que se espalhou... a curiosidade das pessoas sobre Ko Yong-hui disparou, então o regime rapidamente relembrou [o documentário]”, diz ele, acrescentando que o histórico dela poderia questionar a legitimidade do regime. Então, como o segundo filho da amante — o filho mais novo de Kim Jong-il — acabou herdando o poder? Muitos biógrafos acreditam que Ko convocou ativamente Kim Jong-un para a sucessão. Sua irmã mais nova lhe disse que ele tinha que se tornar o próximo líder ou então sua família estaria em risco, escreveu a veterana jornalista Anna Fifield em seu livro, The Great Successor: The Secret Rise and Rule of Kim Jong Un (O Grande Sucessor: A ascensão secreta e o governo de Kim Jong-un, em tradução livre). O filho mais velho de Kim Jong-il, Kim Jong-nam, caiu em desgraça logo no início, porque questionou a sucessão hereditária da Coreia do Norte e defendeu uma reforma, diz Goji, que trocou e-mails com ele por anos. As opiniões políticas de Jong-nam poderiam ser produto de uma década de estudos no exterior, e ele era fluente em francês e inglês. Ele também desenvolveu a reputação de festeiro por causa de suas frequentes viagens a cassinos e seu estilo de vida. Após o retorno de Jong-nam à Coreia do Norte, os rumores sobre Ko Yong-hui preparando seus filhos para a sucessão continuaram. Mas seu filho mais velho, Jong-chul, foi descartado como herdeiro por causa de seu forte vício em ópio, de acordo com um livro de Ryu, um ex-diplomata. Ele disse que Jong-chul uma vez bateu em sua porta ao amanhecer e exigiu ópio. Kim Jong-un se tornou o favorito de seu pai devido ao seu potencial de liderança e natureza competitiva, dizem analistas. A irmã de Ko e seu marido foram encarregados de cuidar de Kim e de seu irmão mais velho enquanto estudavam na Suíça. Mas o casal fugiu para os EUA em 1998, depois que Ko foi diagnosticada com câncer de mama. Eles temiam que “não fossem necessários pelo regime por muito mais tempo”, de acordo com um artigo do Washington Post de 2016 no qual foram entrevistados. Embora Kim Jong-un tenha se tornado o sucessor, seus temores eram indiscutivelmente bem fundamentados. Depois que ele chegou ao poder, um de seus tios foi executado enquanto Jong-nam foi assassinado na Malásia. “Espalhar dúvidas como um incêndio” Ko Yong-hui morreu de câncer de mama na França em 2004 Yoji Gomi via BBC Ko morreu antes de Kim Jong-il, mas sua morte, em um hospital em Paris, não foi comentada pela mídia estatal norte-coreana. Mas a linhagem secreta de Kim Jong-un pode ser a razão pela qual seu aniversário não foi declarado feriado nacional, ao contrário do de seu avô e seu pai, dizem analistas. Chamar a atenção para seu nascimento pode levantar questões espinhosas sobre sua mãe e por que ele teria sido criado fora de Pyongyang. “Revelar a verdade pode espalhar dúvidas como um incêndio”, diz Kim, a pesquisadora. Embora ele esteja no topo da hierarquia da Coreia do Norte, a origem de Kim Jong-un tecnicamente o colocaria relativamente abaixo na ordem social por causa de seus laços com os coreanos e desertores de Zainichi, escreveu Ryu, o ex-diplomata. O sigilo sobre a ascendência de Kim Jong-un pode ser parte do motivo pelo qual ele apresentou publicamente sua esposa Ri Sol-ju no início de seu governo, enquanto aparentemente prepara sua filha adolescente, Ju Ae, como futura sucessora, argumenta Cheong. Ex-cantora de um prestigiado grupo performático, acredita-se que Ri venha de uma família de classe média alta em Pyongyang, de acordo com o serviço de inteligência da Coreia do Sul. Alguns relatos sugerem que seu pai era professor universitário. Ela foi enviada para estudar canto clássico na China pelo Estado, um indicativo de talento. Será que Kim Jong-un algum dia revelará as origens de sua mãe? Seria uma tarefa desafiadora, mesmo para a máquina de propaganda da Coreia do Norte. Imagem principal de Andro Saini, do East Asia Visual Journalism, e reportagem adicional de Grace Tsoi e Laignee Barron. Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação.
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