Kelly Rowland says 1 piece of parenting advice helped her create clear and easy boundaries for her kids
Kelly Rowland said being honest with her kids and keeping corrections quick helps her maintain healthy boundaries with them.
"ROWLAND" · 총 9건
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Kelly Rowland said being honest with her kids and keeping corrections quick helps her maintain healthy boundaries with them.
Kelly Rowland spoke about how she balances work and #parenting in an interview with Business Insider.
Kelly Rowland was diagnosed with eczema after her son was born. Here's how she manages her symptoms by reducing inflammation.
Miss Uberlândia é presa em SP em operação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro A Miss Universe Uberlândia 2025, Sara Monteiro, teve o título de cidadã honorária de Uberlândia revogado após ser presa sob suspeita de envolvimento em tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. A proposta de revogação, apresentada pelo vereador Sargento Ednaldo (PP), foi publicada no Diário Oficial da Câmara, "O Legislativo", em 29 de maio. Sara Monteiro foi presa em São Paulo durante a operação "Luxury", que apura a atuação de uma organização criminosa em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Segundo as investigações, ela é suspeita de ter sido beneficiada pela movimentação financeira do grupo, que seria liderado pelo marido. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Sara Monteiro recebeu título de cidadã honorária de Uberlândia em 2025 Aline Rezende/CMU/Reprodução Segundo o vereador, o título foi concedido em 18 de fevereiro de 2025, quando não havia informações sobre qualquer suspeita envolvendo Sara Monteiro. Na justificativa da homenagem, a Câmara destacou que ela era considerada um exemplo de empreendedorismo e uma representante de Uberlândia em concursos de beleza. O reconhecimento levou em conta o trabalho desenvolvido por ela e a projeção dada ao município por meio dessas participações. "Seu currículo indicava atuação como empresária e participação no concurso Miss Universe Minas Gerais, o que justificou a homenagem", disse Sargento Ednaldo. O vereador também afirmou que não possui nem nunca teve qualquer vínculo pessoal ou profissional com Sara Monteiro. "Fui surpreendido pela notícia de sua prisão, no estado de São Paulo, por suposto envolvimento em crimes. Diante disso, imediatamente protocolei um Projeto de Decreto Legislativo para a revogação do título", finalizou. O g1 tenta contato com a defesa da investigada. Decreto que revogou título de cidadã honorária de Uberlândia dado a Sara Monteiro. O Legislativo/Reprodução Quem é Sara Monteiro “Lifestyle, beleza e rotina fitness.” Assim Sara Monteiro, de 36 anos, se descrevia nas redes sociais. Com mais de 107 mil seguidores, ela compartilhava nas redes sociais viagens, rotina de treinos, procedimentos estéticos e conteúdos sobre beleza e parcerias com marcas. Além da atuação digital, ela mantinha uma loja chamada "Luxury", voltada para estética, e também já havia trabalhado com moda feminina. Natural de Anápolis (GO) e formada em Administração de Empresas, Sara é apontada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) como uma das principais investigadas. Ela se mudou recentemente para São Paulo. Antes, morava em um condomínio de luxo na zona sul de Uberlândia, onde também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. “Representar a minha cidade Uberlândia com tanto orgulho é o que me motiva a cada passo”, escreveu em uma publicação se referindo ao concurso Universe Minas Gerais 2025. Nas redes sociais, ela ostentava viagens para países como Chile, Argentina, Paraguai, França, Israel, Grécia e México. Também publicava fotos e vídeos em festas em iates, cruzeiros e em festivais como o Tomorrowland, um dos maiores eventos de música eletrônica do mundo. Em março de 2026, publicou: “Esse ano é o ano do Karma. Boa sorte a todos que tentaram me destruir a troco de nada, estou ansiosa pela colheita!”. Miss atuava no núcleo financeiro do grupo Operação 'Luxury' combate tráfico interestadual de drogas De acordo com as investigações, Sara Monteiro é esposa de um dos chefes da organização criminosa e atuava no núcleo financeiro do grupo. A PF apontou que ela era beneficiária direta da movimentação financeira da organização, usufruindo de recursos obtidos com o tráfico de drogas e participando do processo de ocultação da origem do dinheiro. Ainda segundo a PF, embora a investigada não fosse responsável pela coordenação das ações criminosas, ela atuava na lavagem de dinheiro por meio de gastos elevados, como viagens frequentes. Durante o cumprimento do mandado de prisão temporária contra ela, celulares e um notebook da investigada foram apreendidos. A miss deve responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e organização criminosa. Sara Monteiro, miss Uberlândia Redes sociais/Reprodução Modelo ostentava vida de luxo nas redes sociais A polícia informou ainda que, durante as investigações, agentes da PF registraram a presença de Sara em uma chácara na zona rural de Uberlândia (foto abaixo). Segundo a corporação, o local funcionava como ponto de apoio logístico para equipes responsáveis pelo transporte de drogas da quadrilha. Um dos registros mostra a investigada passeando com um cachorro no local. O delegado da Polícia Civil e integrante da Ficco, Rafael Herrera, comentou ainda que a organização criminosa usava de empresas fictícias para lavar dinheiro do tráfico e chamava atenção pelo padrão de luxo ostentado, com veículos caros, viagens internacionais e exposição nas redes sociais. "De fato nos chamou a atenção no curso das investigações que alguns de seus integrantes ostentaram uma vida economicamente incompatível com sua realidade, com veículos, viagens e até a participação de uma miss que era ali esposa ou namorada de um dos integrantes", comentou. Sara foi vista durante investigações da Operação Luxury em ponto de apoio de drogas em Uberlândia PF/Reprodução Ligação com o líder da organização Sara é esposa de um dos investigados apontado pela Polícia Federal como chefe da organização criminosa, que segue foragido. Segundo a PF, ele comandava o esquema a partir do núcleo de liderança e era responsável por: negociar diretamente com fornecedores de drogas em Mato Grosso do Sul coordenar viagens e a logística do transporte fornecer veículos, imóveis de apoio e recursos financeiros controlar as comunicações do grupo As investigações identificaram que o suspeito movimentou mais de R$ 11 milhões em transações sem comprovação de atividade lícita. Também ostentava veículos de alto padrão, imóveis de luxo e um elevado custo de vida. Miss Uberlândia, Sara Monteiro, é alvo da Operação Luxury Rafael Diehl/Reprodução/Redes sociais LEIA TAMBÉM: Operação 'Resort do Crime' mira tráfico e lavagem de dinheiro PM remove motocicletas e bicicletas motorizadas irregulares Homem chamado para acompanhar operação acaba preso por não pagar pensão Operação em três estados A Operação Luxury ocorreu simultaneamente em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul e recebeu esse nome em referência ao padrão de vida luxuoso ostentado pelos investigados, além de remeter ao nome de uma loja de vestuário feminino ligada a Sara. A ação cumpriu 27 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão, com mobilização de cerca de 160 agentes e bloqueio de até R$ 61 milhões em bens. Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa atuava de forma estruturada há pelo menos um ano e meio, com divisão de tarefas e logística sofisticada para transportar drogas do Mato Grosso do Sul ao Triângulo Mineiro. O grupo utilizava rotas estratégicas, veículos “batedores”, internet via satélite e carros clonados. Ao longo das investigações, foram apreendidas cerca de 5,9 toneladas de maconha, e os suspeitos também são investigados por lavagem de dinheiro. Sara Monteiro, miss Uberlândia e candidata do Miss Universe Minas Gerais 2025 Redes sociais/Reprodução Veículos de luxo foram apreendidos Em Uberlândia, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em condomínios de alto padrão na região sul da cidade. Durante a ação, veículos de luxo, como Porsche, BMW e Hilux, foram apreendidos. Já em Uberaba foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Mais de 20 veículos foram recolhidos pelos policiais. Operação Luxury; FOTOS VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
O papa Leão 14 repudiou esta semana um importante ensinamento usado pela Igreja Católica desde pelo menos o século 5 para avaliar quando os países podem usar justificativas para travar guerras, em uma medida que, segundo especialistas, pode ter um impacto de longo alcance para as potências globais. A rejeição à doutrina veio no primeiro grande documento do papa, publicado na segunda-feira, que também pediu a regulamentação global dos sistemas de IA e fez o pedido de desculpas mais claro até agora pelo papel histórico da Igreja Católica no apoio à escravidão transatlântica. "A teoria da 'guerra justa', que tem sido usada com muita frequência para justificar qualquer tipo de guerra, agora está ultrapassada", escreveu Leão na encíclica, intitulada "Magnifica Humanitas". "A humanidade possui ferramentas muito mais eficazes e capazes de promover a vida humana e resolver conflitos, como o diálogo, a diplomacia e o perdão", disse ele. O cardeal de Chicago Blase Cupich, um aliado próximo de Leão que estava no Vaticano para a apresentação do texto na segunda-feira, afirmou à Reuters que o papa está preocupado com a forma como a teoria tem sido usada pelos líderes mundiais para justificar a guerra. "Temos que deixar claro que a teoria da guerra justa sempre foi concebida para ser uma restrição, não uma permissão que, infelizmente, alguns estão usando indevidamente para justificar suas decisões de ir à guerra em vez de buscar os caminhos da paz", declarou Cupich. Leão, que adotou um tom mais enérgico nos últimos meses e atraiu a ira do presidente dos EUA, Donald Trump, depois de criticar a guerra no Irã, criticou o número de guerras que assolam o mundo em seu texto e alertou que os lucros da indústria de armas são uma força motriz por trás dos conflitos. A teoria da guerra justa, que em geral diz que as guerras só devem ser travadas para se defender contra agressões, foi invocada por autoridades do governo Trump, incluindo o vice-presidente JD Vance, um católico, para defender a guerra no Irã. Em abril, depois que a conta oficial do papa no X postou que Deus "nunca está do lado daqueles que já empunharam a espada", Vance mencionou a teoria da guerra justa em um evento no Estado da Geórgia e pediu que o papa "tivesse cuidado ao falar sobre questões de teologia". Anna Rowlands, uma acadêmica britânica que participou da apresentação do documento do papa no Vaticano na segunda-feira, afirmou à Reuters que Leão está expressando preocupação com "uma nova era de conflitos em transformação, agora cada vez mais impulsionados pela tecnologia". "É uma declaração forte sobre a necessidade de (a teoria da guerra justa) ser colocada em um contexto mais amplo e renovado de critérios para construir a paz e resolver conflitos", disse ela sobre a afirmação do papa de que a teoria está desatualizada.
Manaus recebe festa com Mochakk e line-up da cena eletrônica no Mercado de Origem da Amazônia Mochakk/Divulgação O DJ e produtor musical Mochakk, um dos nomes mais conhecidos da música eletrônica no mundo, se apresenta em Manaus no dia 3 de junho, véspera de feriado. O evento será realizado no Mercado de Origem da Amazônia, no Centro da capital, e deve reunir artistas e público da cena eletrônica. A festa, chamada "Made in Brasil", terá no line-up nomes como Meca B2B Fancy Inc, Nocapz, Solarce Brothers, Bess Maze, Looa B2B Dkode, Tixa e Madame C. A proposta é misturar diferentes estilos da música eletrônica, como house e groove, com referências da cultura brasileira. Segundo o produtor Bess Maze, a ideia do evento é valorizar a identidade brasileira dentro da cena eletrônica. Ele afirma que a proposta também acompanha um momento de maior destaque do gênero no país e no mundo. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Mochakk é o nome artístico de Pedro Luiz Nunes Maia, natural de Sorocaba (SP). Ele ganhou projeção internacional a partir de 2022, após viralizar nas redes sociais com vídeos de suas apresentações. Desde então, passou por grandes festivais, como Tomorrowland, Coachella, Primavera Sound e Sónar, e atualmente comanda a própria festa, "Mochakk Calling". Agora no g1 O evento terá estrutura com bar, banheiros, iluminação, sistema de som e áreas como frontstage, backstage com open bar e camarotes. A festa "Made in Brasil" é organizada pela Aurora Amazônia, Pump Entertainment, Tixa Entertainment e DJ Evandro Júnior. Os ingressos estão à venda pelo site ingressofly.com, via PIX no número (92) 98489-8599 e também em lojas físicas da Nação Rubro Negra, nos shoppings Manauara, Amazonas e Sumaúma.
Federal government seeks more than $2bn in damages from multinational manufacturer in its largest legal claim ever Follow our Australia news live blog for latest updates Get our breaking news email, free app or daily news podcast The Australian government said on Thursday it had launched legal action against the multinational manufacturer 3M over Pfas chemical contamination at defence bases, seeking damages of more than $2bn (US$1.4bn). The attorney general, Michelle Rowland, said the use of per- and polyfluoroalkyl substances, known as “forever chemicals”, in firefighting foam had caused major environmental and economic harm, resulting in the largest legal claim ever brought by the federal government. Continue reading...
Judge Nicholas Rowland, who has been heavily criticised over the Hampshire rape trial, gave Daniel Rushton a community order after the sex offender was caught with extreme pornography.
Uma garota estuprada por dois adolescentes disse à BBC que a decisão de um juiz de não prendê-los foi como uma "pedrada no rosto". Em entrevista exclusiva à Laura Kuenssberg, da BBC, ela disse: "Qual era o sentido de me fazer passar por tudo isso?" Falando anonimamente ao lado de sua família, a adolescente disse que a decisão do juiz "quase deu a impressão de que o que os meninos fizeram não era certo, mas era aceitável aos olhos da lei porque eles ainda eram crianças". A procuradoria-geral irá revisar a sentença proferida pelo juiz Nicholas Rowland, que afirmou na quinta-feira querer evitar a "criminalização" dos meninos, descrevendo-os como "muito jovens". Agora no g1 Aviso: Esta matéria contém detalhes que podem ser perturbadores para alguns leitores. A vítima tinha 15 anos quando foi estuprada em uma passagem subterrânea às margens do Rio Avon, em Fordingbridge, Hampshire, no Reino Unido. Ela havia viajado para encontrar um dos meninos pela primeira vez em novembro de 2024, após ele ter iniciado um "relacionamento" com ela pelo Snapchat. Os dois réus, que agora têm 15 anos, também foram condenados por atacar uma segunda vítima, estuprada em um campo em janeiro de 2025. Entrevista com a adolescente foi ao ar no programa 'Sunday with Laura Kuenssberg', da BBC via BBC Um terceiro menino, atualmente com 14 anos, também foi condenado por envolvimento no segundo ataque. Os agressores filmaram os estupros nos celulares e posteriormente compartilharam parte das imagens online. Na audiência de sentença no Tribunal Crown de Southampton, o juiz ressaltou a "gravidade" dos crimes e disse que as filmagens tornavam os casos ainda "mais graves". Em seguida, elogiou os meninos pelo comportamento durante o julgamento. A jovem e sua família querem que as sentenças sejam alteradas e que os meninos sejam presos, afirmando que as penas equivaleram a uma "palmadinha no pulso". "Por que fui lá e me submeti à dor de ir ao tribunal, passar por um julgamento, reviver tudo, assistir a tudo acontecer de novo?", disse ela. "De certa forma, me deu a sensação de: qual é o ponto... qual era o sentido de me fazer passar por isso apenas para dizer que está tudo bem." A jovem contou que levou seis meses para falar sobre o ataque. "O motivo pelo qual falei foi porque estava me perdendo. Estava em espiral. Precisava de ajuda, mas não sabia como consegui-la, então resolvi falar", disse. Desde então, afirmou, "tudo que consigo pensar é em estar triste, com raiva, estressada, cansada — escola, precisar de um emprego, tentando colocar minha vida em ordem enquanto sinto que ela está desmoronando". A procuradora-geral terá 28 dias para decidir se as sentenças devem ser encaminhadas ao Tribunal de Apelação, mas o ministro Darren Jones sinalizou que a decisão deve vir antes disso. "Todos queremos analisar isso com urgência", disse ao programa, acrescentando que as garotas "merecem justiça, assim como suas famílias — por elas, mas também por todas as outras meninas que se encontrem nessa situação". A mãe da vítima disse que seu mundo "parou" quando soube do ataque. "Tudo parou de se mover", relatou. Em seguida, apelou diretamente ao primeiro-ministro: "Por favor, ajude. Se fosse sua filha, sua sobrinha, seu filho, seu sobrinho, alguém da sua família — você estaria satisfeito? Porque nós não estamos, e não acho que nenhum outro cidadão estaria. Você tem o poder de ajudar, então por favor ajude." O companheiro dela, que estava presente no tribunal na hora da sentença, disse ter se sentido "fisicamente mal" ao ouvir a decisão do juiz. "Parece que as vítimas são as que continuam sofrendo, enquanto os agressores aparentemente saíram impunes." Uma das meninas foi atacada em uma passagem subterrânea ao lado do rio Avon. CPS via BBC Na sentença, um dos meninos de 15 anos recebeu uma ordem de reabilitação juvenil de três anos com 180 dias de supervisão e vigilância intensivas, pelas acusações de estupro de cada uma das vítimas e por duas acusações de imagens indecentes. O outro menino de 15 anos recebeu a mesma pena por três acusações de estupro contra cada uma das vítimas e quatro acusações de produção de imagens indecentes. O menino de 14 anos recebeu uma ordem de reabilitação de 18 meses por ter incentivado um dos outros réus no ataque de janeiro de 2025. O deputado do Reform UK — partido de direita liderado por Nigel Farage —, Robert Jenrick, afirmou que a justiça não foi feita. "Se um juiz cometeu um erro grave — o que acredito ter acontecido neste caso —, ele deve ser responsabilizado", disse. A líder conservadora Kemi Badenoch disse na sexta-feira estar "enojada" com o caso: "O crime mal poderia ser mais grave, e a punição não foi punição alguma." A Comissária para a Infância da Inglaterra, Dame Rachel de Souza, disse estar "profundamente preocupada" e que seu escritório entraria em contato com as famílias para oferecer apoio. "Não quero que nenhuma jovem neste país sinta que algo assim pode acontecer e ficar sem resposta adequada", declarou. Um porta-voz do governo disse: "Compartilhamos a indignação pública diante dos detalhes deste caso horrível. Nossos pensamentos estão com as jovens vítimas neste momento tão difícil. Os responsáveis jurídicos estão revisando o caso com urgência e máxima atenção."