Manipur protest over Assam Rifles outpost leaves four civilians injured
Manipur protest over Assam Rifles outpost leaves four civilians injured
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Manipur protest over Assam Rifles outpost leaves four civilians injured
Women from the area were at the forefront of Sunday's protest.
Officers further said the situation turned tense when security forces attempted to disperse the protestors, allegedly firing several live rounds and resorting to a lathi charge
Ein Dreiklang der Dekadenz: Schokolade, Sahne, Kirsche! Damit das Ganze besonders kirschig wird, kommen frische Kirschen obendrauf – und extra Kirschkompott hinein.
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Pai, mãe, filhas e ex-genro são investigados na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF), que apura suspeitas de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes, integraram o núcleo principal da organização criminosa investigada. Mario e Brenda foram presos em um hotel, na terça-feira (2). Já Bruna é considerada foragida. A esposa de Mario, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, também é investigada. De acordo com a PF, ela teria participação na estruturação e manutenção das atividades ilícitas atribuídas ao grupo. Ainda segundo a corporação, Maria não é considerada foragida porque, até o momento, o cumprimento do mandado de busca e apreensão foi considerado suficiente em relação à investigada. Já Rhanniery Nunes Graciano, ex-namorado de Brenda, é apontado pela PF como responsável por ocultar bens e dar continuidade às atividades ilícitas do grupo. Ele também foi preso na terça-feira. Da esquerda para direita: Mario Sergio Nunes, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, Brenda da Silva Nunes, Bruna Nunes e Rhanniery Nunes Graciano Reprodução/Redes Sociais Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. O g1 tenta contato com o advogado de Rhanniery. Veja abaixo a função de cada membro da família dentro do esquema, segundo a polícia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Quem é quem no esquema Mario Sergio Nunes, vulgo 'Serjão' Mario Sergio Nunes foi preso durante a operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Desde o início das investigações, Mario Sergio Nunes é apontado pela Polícia Federal como o líder da organização criminosa que atuaria no Triângulo Mineiro. Segundo a corporação, ele também é conhecido pelos apelidos de "Serjão do PCC", "Pedro" e "Pedrão", e seria uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) na região. De acordo com a PF, análises de conversas interceptadas indicam que Mario chefiava uma estrutura hierárquica rígida. Os investigadores afirmam que a posição dele dentro da facção gerava temor até mesmo entre integrantes subordinados. Conforme o relatório da investigação, "Serjão" comandaria uma rede responsável por coordenar motoristas, conhecidos como "mulas", usados no transporte de drogas. O grupo também utilizaria laranjas e testas de ferro para ocultar patrimônio e movimentações financeiras. Ainda segundo a apuração, ele mantinha alianças com traficantes responsáveis pela distribuição dos entorpecentes em Uberlândia, Uberaba e Ituiutaba, além de possuir conexões em outros estados. A PF aponta Mario Sergio como líder operacional e financeiro da célula investigada. No entanto, a corporação não descarta a existência de integrantes em níveis superiores da organização criminosa. Essa suspeita se baseia no elevado poder financeiro atribuído ao grupo e na diversidade de rotas de abastecimento identificadas durante a investigação. Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, esposa de Mario Sergio, também é investigada pela PF. Redes Sociais/Reprodução A esposa de Mario Sergio é apontada pela investigação como uma das responsáveis pela estrutura financeira do grupo. Segundo os relatórios da Polícia Federal (PF), ela teria participado da criação e manutenção de empresas de fachada, além de atuar na ocultação de patrimônio e na dissimulação das atividades ilícitas atribuídas à organização. As investigações indicam que ela agiria em conjunto com os familiares investigados. No entanto, até o momento, a PF aponta que sua participação estaria concentrada na cessão do próprio nome e de contas bancárias para movimentações financeiras do grupo, sem envolvimento direto em outras atividades operacionais. Por esse motivo, a Justiça entendeu que o cumprimento do mandado de busca e apreensão contra a investigada é, neste momento, uma medida suficiente para o andamento das investigações. Bruna Silva Nunes Bruna Nunes Reprodução/Redes Sociais Segundo a investigação, Bruna Nunes teria participação ativa no esquema liderado pelo pai. De acordo com a Polícia Federal (PF), ela atuaria como intermediária na comunicação do grupo e utilizaria contas bancárias para movimentações financeiras consideradas ilícitas. A PF também aponta que Bruna mantinha um padrão de vida incompatível com a renda formal declarada, de R$ 3.750 por mês. Entre os bens identificados pelos investigadores está um veículo avaliado em cerca de R$ 130 mil, que teria sido financiado pelo pai. Ainda segundo a investigação, entre março e maio de 2023 foram registradas movimentações financeiras consideradas atípicas e sem justificativa na conta da investigada. De acordo com a PF, os recursos teriam sido usados para custear despesas mensais de Mario Sergio Nunes, que chegavam a R$ 30 mil. Os investigadores afirmam que mensagens interceptadas mostram a preocupação de Bruna em apagar conversas com suspeitos ligados ao crime organizado na região. Para a PF, o conteúdo indicaria que ela tinha conhecimento das atividades investigadas. Outro ponto destacado pela investigação é que Bruna já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, ao lado de familiares, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. Diante dos indícios levantados durante a apuração, a PF solicitou mandados de busca e apreensão e a prisão preventiva da investigada. Brenda Silva Nunes Brenda Nunes é investigada pela PF de Uberlândia por lavagem de dinheiro PF/Reprodução Segundo a investigação, Brenda Nunes exercia funções semelhantes às da irmã dentro do esquema criminoso investigado. De acordo com a PF, ela atuaria no controle financeiro do grupo e na comunicação com outros suspeitos ligados ao tráfico de drogas na região. Assim como os pais e a irmã, Brenda já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. A investigação aponta ainda que Brenda movimentava recursos de contas da empresa Pedro Estética Veicular, apontada pela PF como uma empresa de fachada e registrada em nome da mãe dela, Maria Lourdetis. Segundo os investigadores, os valores eram usados para cobrir despesas pessoais da família. De acordo com a PF, Brenda não possuía emprego formal e mantinha um padrão de vida incompatível com a renda declarada. Entre os bens e registros citados pela investigação estão lanchas, motos aquáticas e pelo menos dois cavalos de competição avaliados em cerca de R$ 50 mil cada. Mensagens interceptadas indicam que Brenda tinha conhecimento das atividades atribuídas ao grupo, segundo a PF. Em conversas com a irmã, ela comentaria apreensões de drogas realizadas pela polícia e faria referências à posição do pai dentro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Em um dos diálogos, também teria mencionado que outras pessoas sabiam que Mario Sergio era "bandido" e utilizaria o nome dele para intimidar desafetos. Rhanniery Nunes Graciano Rhanniery Nunes Graciano preso na operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Segundo a investigação, Rhanniery Nunes Graciano, ex-genro de Mario Sergio, é suspeito de atuar como "laranja" da organização criminosa para ocultar patrimônio e lavar dinheiro. De acordo com a Polícia Federal, ele passou a ser investigado após uma negociação considerada suspeita envolvendo uma carreta. O veículo havia sido flagrado anteriormente transportando semirreboques carregados com cocaína apreendida em abril de 2025. A investigação aponta que Rhanniery comprou o caminhão por R$ 320 mil logo após a apreensão da droga e o revendeu no dia seguinte por R$ 300 mil. Para a PF, o prejuízo de R$ 20 mil indicaria uma tentativa de ocultar o bem. Os investigadores também afirmam que a movimentação financeira atribuída a Rhanniery é incompatível com a renda formal registrada em seu nome. Segundo a apuração, ele recebeu auxílio emergencial e teve como último salário formal o valor de R$ 1.516,67, em dezembro de 2024. Apesar disso, a PF afirma que o investigado exibia nas redes sociais um padrão de vida de alto custo, com registros em lanchas, cavalos, motos e veículos de luxo. Para a polícia, o uso de laranjas, empresas de fachada e a repetição de rotas logísticas reforçam a suspeita de atuação de uma organização criminosa. Esses elementos embasaram o pedido de prisão preventiva de Rhanniery, segundo a investigação. Cavalo de competição e flutuante de luxo PF apreende cavalo de competição e flutuante ligados a família investigada Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil durante o segundo dia da operação "Mens Occulta". A investigação apontou que o cavalo pertencia à Brenda da Silva Nunes e foi encontrado em um haras na região de Barretos, no interior de São Paulo. Brenda é competidora da modalidade de três tambores e está entre os principais alvos da operação. De acordo com a Polícia Federal (PF), outro cavalo de competição ligado à investigada ainda não foi localizado. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. A embarcação estava em uma propriedade particular de Uberlândia. Segundo a PF, o flutuante possui estrutura de lazer com fogão, sistema de som e até pista de dança. Para os investigadores, as novas apreensões reforçam a suspeita de que o grupo utilizava recursos obtidos com atividades criminosas para comprar bens de alto valor e artigos de luxo. Flutuante conta com estrutura de lazer equipada com fogão, sistema de som e até pista de dança PF/Divulgação Família é apontada como núcleo principal da organização A operação "Mens Occulta" foi deflagrada na terça-feira (2). Os principais investigados são Mario Sergio Nunes e as filhas dele, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes. O ex-namorado de Brenda, Rhaniery Nunes, também foi preso por suspeita de lavagem de dinheiro. Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Conforme as investigações, Mario seria integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e já foi preso em operações anteriores. PF faz operação contra tráfico internacional de cocaína em MG e outros estados Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Até a última atualização desta reportagem, sete investigados continuavam foragidos, entre eles a psicóloga infantil Bruna Nunes, apontada pela PF como integrante do núcleo familiar investigado. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Ao longo de quase dois anos de apuração, a PF relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação Pai e filha foram presos em hotel Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. Já a outra filha investigada era considerada foragida até a última atualização desta reportagem. Além do pai e das filhas, a esposa de Mario e genros também foram alvos de mandados judiciais, de acordo com a PF. BMWs, motorhome e vida de luxo As investigações apontam que a família acumulou um patrimônio milionário que, segundo a PF, não era compatível com a renda oficialmente declarada. Entre os bens identificados pelos investigadores estão ranchos às margens da Represa de Miranda, apartamentos, embarcações, motos aquáticas, cavalos de raça, carros importados e um motorhome de luxo. Segundo o delegado, o motorhome era frequentemente utilizado em viagens para Barretos (SP), onde uma das filhas participava de competições de três tambores. "A filha é competidora, tem cavalos, então eles usavam muito para ir para Barretos, para participar desses torneios. É um veículo de luxo", comentou o delegado. Inicialmente estimado em R$ 500 mil, o veículo teve o valor atualizado pela investigação para cerca de R$ 1,2 milhão. Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. De acordo com a investigação, Brenda havia se formado recentemente em Direito, atuava em poucos processos e divulgava nas redes sociais que estudava para concursos da magistratura. Já a irmã atuava como psicóloga infantil. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Operação 'Mens Occulta' De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga originada do Paraguai era transportada do Mato Grosso do Sul em veículos de carga. Os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Ao todo, a Operação Mens Occulta mobilizou 230 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de prisão preventiva e 49 mandados de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O que disse a defesa da família Nunes "A defesa da Família Nunes informa que, até o presente momento, ainda não teve acesso integral aos autos, os quais tramitam sob sigilo, razão pela qual qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos seria prematura. A Família Nunes reafirma sua confiança nas instituições, no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, colocando-se à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários. A defesa destaca, ainda, que eventuais responsabilidades somente podem ser apuradas no âmbito do processo judicial, com respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais. Por fim, a Família Nunes manifesta serenidade e confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno." LEIA TAMBÉM: Ex-cabo do Exército usava clube de tiro para testar armas do Paraguai antes de serem vendidas a criminosos do Rio e Bahia VÍDEO: Suspeitos de tráfico de armas ostentavam rifles em filmagens Envolvimento em contrabando e lavagem de dinheiro: veja crimes dos quais PMs alvos de operação da PF em Goiás são suspeitos VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
PF faz operação contra tráfico internacional de cocaína em MG e outros estados Uma advogada, uma psicóloga e o pai delas estão no centro da investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro sediado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Segundo a corporação, a família acumulou um patrimônio de luxo que inclui ranchos, carros importados, cavalos de raça e um motorhome milionário. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes formavam o núcleo principal da organização criminosa alvo da 'Operação Mens Occulta', realizada na terça-feira (2). O g1 tenta contatar os advogados de defesa da família. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp As investigações apontam que a organização investigada trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava pelo Mato Grosso do Sul escondida em caminhões e era transportada até Uberlândia, sendo distribuída em seguida para outras cidades e estados. Ao longo de cerca de dois anos de investigação, a Polícia Federal relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Pai e filha foram presos em hotel Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. Já a outra filha investigada era considerada foragida até a última atualização desta reportagem. Além do pai e das filhas, a esposa de Mario e genros também foram alvos de mandados judiciais, de acordo com a PF. BMWs, motorhome e vida de luxo As investigações apontam que a família acumulou um patrimônio milionário que, segundo a PF, não era compatível com a renda oficialmente declarada. Entre os bens identificados pelos investigadores estão ranchos às margens da Represa de Miranda, apartamentos, embarcações, motos aquáticas, cavalos de raça, carros importados e um motorhome de luxo. Segundo o delegado, o motorhome era frequentemente utilizado em viagens para Barretos (SP), onde uma das filhas participava de competições de três tambores. "A filha é competidora, tem cavalos, então eles usavam muito para ir para Barretos, para participar desses torneios. É um veículo de luxo", comentou o delegado. Inicialmente estimado em R$ 500 mil, o veículo teve o valor atualizado pela investigação para cerca de R$ 1,2 milhão. Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. De acordo com a investigação, Brenda havia se formado recentemente em Direito, atuava em poucos processos e divulgava nas redes sociais que estudava para concursos da magistratura. Já a irmã atuava como psicóloga infantil. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Operação 'Mens Occulta' De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga originada do Paraguai era transportada do Mato Grosso do Sul em veículos de carga. Os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Ao todo, a Operação Mens Occulta mobilizou 230 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de prisão preventiva e 49 mandados de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. LEIA TAMBÉM: Ex-cabo do Exército usava clube de tiro para testar armas do Paraguai antes de serem vendidas a criminosos do Rio e Bahia VÍDEO: Suspeitos de tráfico de armas ostentavam rifles em filmagens Envolvimento em contrabando e lavagem de dinheiro: veja crimes dos quais PMs alvos de operação da PF em Goiás são suspeitos Brenda Nunes é investigada pela PF de Uberlândia por lavagem de dinheiro PF/Reprodução Família Nunes ostentava luxo nas redes sociais, segundo a PF de Uberlândia PF/Reprodução Ranchos, cavalos de raça e motorhome luxuoso: como quadrilha lavava dinheiro do tráfico de cocaína em Uberlândia PF/Reprodução Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
The defendants took advantage of their access to steal weapons over the span of several months and resell them for several hundreds of thousands of shekels.
PF apreende armas e munições durante Operação Mens Occulta em Uberlândia Ranchos de luxo, cavalos de raça, embarcações, apartamentos e até um motorhome avaliado em R$ 500 mil. Segundo a Polícia Federal (PF), esse era parte do patrimônio acumulado por uma organização criminosa sediada em Uberlândia e investigada por tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro. Cerca de 230 policiais federais cumprem, nesta terça-feira (2), 25 mandados de prisão preventiva e 49 de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul durante a Operação 'Mens Occulta'. Somente em Uberlândia foram executados 29 mandados de busca. A investigação federal apontou que o núcleo principal da organização criminosa era formado por um pai e duas filhas, apontados como responsáveis pelo comando das atividades criminosas. O g1 tenta contatar a defesa dos envolvidos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga era trazida principalmente do Paraguai e transportada em veículos de carga. De acordo com a PF, os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. A estrutura criminosa tinha como base Uberlândia. Ao longo das investigações, a Polícia Federal relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Vida de luxo e ostentação em Uberlândia Segundo a corporação, a família mantinha uma vida de luxo em Uberlândia e frequentava propriedades de alto padrão na cidade, especialmente um rancho localizado às margens da Represa de Miranda, onde mandados também foram cumpridos nesta manhã. O dinheiro obtido com o tráfico era lavado, de acordo com a PF, por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Entre os bens apreendidos, que pertenciam à família investigada, estão um motorhome de luxo, um flutuante, motos aquáticas e carros importados. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia Operação 'Mens Occulta O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Suspeitos de tráfico de armas ostentavam rifles em filmagens Envolvimento em contrabando e lavagem de dinheiro: veja crimes dos quais PMs alvos de operação da PF em Goiás são suspeitos Ranchos, cavalos de raça e motorhome luxuoso: como quadrilha lavava dinheiro do tráfico de cocaína em Uberlândia PF/Reprodução Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Operação Mens Occulta cumpre 74 mandados em Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul PF/Divulgação A Polícia Federal (PF) realiza, na manhã desta terça-feira (2), a Operação 'Mens Occulta' para combater uma organização criminosa sediada em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, suspeita de atuar no tráfico internacional de cocaína e na lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, o grupo estaria ligado à apreensão de cerca de 2,9 toneladas da droga em 11 flagrantes registrados ao longo da apuração e movimentou aproximadamente R$ 70 milhões sem origem comprovada nos últimos cinco anos. Ao todo, 230 policiais federais cumprem 25 mandados de prisão preventiva e 49 de busca e apreensão em dez cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Apenas em Uberlândia, principal local da operação, são executados 29 mandados de busca e apreensão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp De acordo com a PF, a cocaína era proveniente da região de Corumbá (MS), município localizado na fronteira com a Bolívia, e abastecia a estrutura criminosa investigada. As apurações apontam que a organização possuía uma logística consolidada para transporte e distribuição dos entorpecentes, sendo a base do grupo criminoso instalada em Uberlândia. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá O nome da operação, Mens Occulta, significa "mente oculta" em latim. Segundo a Polícia Federal, a denominação faz referência à forma de atuação atribuída ao líder da organização criminosa, que, de acordo com as investigações, evitava se expor diretamente e procurava manter a si e seus familiares afastados das atividades ilícitas. Grupo usava empresas de fachada e detinha bens de luxo As investigações identificaram indícios de que o grupo utilizava empresas de fachada para ocultar a origem dos recursos obtidos com o tráfico de drogas. Conforme a PF, o dinheiro era empregado na aquisição de bens de alto valor, entre eles ranchos, apartamentos, cavalos de raça, embarcações e veículos. Relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações de cerca de R$ 70 milhões sem lastro financeiro compatível. A corporação informou ainda que o apontado líder da organização possui antecedentes relacionados ao tráfico de drogas. Segundo a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Suspeitos de tráfico de armas ostentavam rifles em filmagens Envolvimento em contrabando e lavagem de dinheiro: veja crimes dos quais PMs alvos de operação da PF em Goiás são suspeitos PF de Uberlândia informou que grupo lavava dinheiro do tráfico com ranchos e outros bens de luxo PF/Divulgação Operação Mens Occulta também apreendeu motos aquáticas e veículos de luxo PM/Divulgação VEJA TAMBÉM: 'Operação Luxury' prende suspeitos em três estados, mas alvos seguem foragido 'Operação Luxury' prende suspeitos em três estados, mas alvos seguem foragidos VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
[This Day] The Department of State Services (DSS) has arrested five suspected arms couriers, including two foreign nationals from Niger Republic, in connection with the abduction of nearly 300 students and staff from St. Mary's Catholic School in Papiri village, Niger State.
An SSS insider told this newspaper that the suspects were apprehended during coordinated intelligence-led operations that led to the recovery of 15 AK-103 rifles, 15 magazines and 1,434 rounds of 7.62mm live ammunition. The post SSS arrest five suspects linked to abduction of 300 schoolchildren in Niger State appeared first on Premium Times Nigeria.
The Department of State Services, DSS, has reportedly arrested five suspected arms couriers, including two Nigerien nationals, over their alleged role in supplying weapons to the gunmen who abducted nearly 300 students and staff from St. Mary's Catholic School in Papiri village, Niger State, in November last year. The post Papiri school abduction: DSS arrests suspected arms couriers, recovers 15 AK rifles appeared first on Vanguard News.
The facilities contained explosive devices, assault rifles, sniper rifles, and additional military equipment, the Israel Defense Forces said
New Delhi: Outgoing Chief of Defence Staff Gen Anil Chauhan on Saturday described his tenure as "very satisfying" as he wrapped up a three-year-and-eight-month stint at the top military post, during which he focused on bringing synergy among the three services.Lt Gen NS Raja Subramani (retd) will take charge as India's next Chief of Defence Staff (CDS) on Sunday."I had a very satisfying and excellent tenure," the outgoing CDS told reporters after he was accorded a ceremonial tri-services guard of honour.Gen Chauhan, a former Eastern Army Commander, took charge as the country's senior-most military commander in September 2022, over nine months after the first CDS General Bipin Rawat died in a helicopter crash in Tamil Nadu.As Chief of Defence Staff, Gen Chauhan played a key role in planning and implementation of Operation Sindoor along with the three service chiefs.During his tenure, he focused on ensuring tri-services synergy to enhance India's military prowess in view of the evolving regional security scenario.The Chief of Defence Staff also initiated a number of measures towards India's plan to roll out the theaterisation model by creating integrated military commands."It's a matter of great honour for me to superannuate with a tri-services guard of honour. I thank the three services and Headquarters IDS (Integrated Defence Staff) for it. With the conclusion of the guard of honour, I bid farewell to my colleagues in uniform, comrades in arms," Gen Chauhan said."I just laid the wreath at the War Memorial for the last time in uniform, as a humble tribute to those who laid down their lives in the line of duty. After the wreath laying, I was welcomed by friends, relatives and well-wishers. This is symbolic of my transition from uniform to civilian life," he said.Gen Chauhan's tenure was to end on September 30 last year, but he was given an extension.He had retired from service in May 2021 in the rank of lieutenant general, but assumed the rank of a four-star General after taking charge as India's second Chief of Defence Staff.Gen Chauhan was the Director General of Military Operations (DGMO) when Indian fighter jets pounded a Jaish-e-Mohammad terrorist training camp deep inside Pakistan's Balakot in February 2019. He was known to have provided key inputs for the operation.Born on May 18, 1961, Gen Chauhan was commissioned into the 11 Gorkha Rifles of the Indian Army in 1981.In his distinguished career, Gen Chauhan held several command, staff and instrumental appointments and had extensive experience in counter-insurgency operations in Jammu and Kashmir and Northeast India.The officer is an alumnus of the National Defence Academy, Khadakwasla, and the Indian Military Academy, Dehradun.In the rank of Maj General, the officer had commanded an Infantry Division in the critical Baramulla sector in the Northern Command.Later, he commanded a corps in the Northeast and subsequently went on to become the General Officer Commanding-in-Chief of the Eastern Command.Gen Chauhan was awarded with the Param Vishisht Seva Medal, Uttam Yudh Seva Medal, Ati Vishisht Seva Medal, Sena Medal and Vishisht Seva Medal for his exemplary services to the Indian Army.
Officers were ‘placed at significant risk, being in a gunfight armed with 9mm Glocks against long-arms’, NSW police deputy commissioner says Follow our Australia news live blog for latest updates Get our breaking news email, free app or daily news podcast Police were outgunned at the Bondi massacre on 14 December, armed with 9mm Glock pistols in a gun battle against rifles, the royal commission on antisemitism and social cohesion has heard. New South Wales police deputy commissioner David Hudson gave evidence to the commission that police officers put themselves in danger to shoot and neutralise the attackers. Continue reading...
Pistols, M16 assault rifles, and machine guns were among the weapons smuggled from Jordan and Egypt into Israel since 2024.
Abate de búfalos volta a ser realizado em áreas protegidas de Rondônia O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e parceiros concluíram a primeira campanha de abate experimental dos búfalos invasores que vivem em áreas protegidas de Rondônia. Ao todo, mais de 300 animais foram mortos. ➡️ A ação é uma forma do ICMBio testar os métodos mais eficientes e seguros de abate, além de avaliar os possíveis impactos ambientais. Os resultados servirão de base para a elaboração de um plano de erradicação. Até o fim do ano, a previsão é eliminar pelo menos 500 animais, o que corresponde a cerca de 10% do rebanho total. O projeto foi divido em duas fases, seguindo o cronograma de chuvas. Nesta primeira etapa, período de cheia, os campos da Rebio Guaporé, por exemplo, estão alagados. As lagoas se formam nas áreas mais baixas a partir da água da chuva ou dos rios que atravessam a reserva: uma característica da biodiversidade local. A operação foi conduzida de três maneiras: terrestre, aquática e aérea, cada uma utilizada para testar diferentes estratégias de controle. A erradicação é feita por controladores de fauna, especializados armados com rifles. Búfalos são abatidos em projeto piloto do ICMBio em Rondônia Vinicius Assis/Rede Amazônica As primeiras etapas ocorreram em março, antes de a Justiça Federal determinar a suspensão das atividades. A operação foi retomada em 18 de maio, após nova análise do caso, quando o juiz reconheceu que o projeto piloto possui caráter científico e é essencial para responder a questões técnicas que subsidiarão a elaboração de um plano consistente de erradicação. 📍Atualmente, os animais vivem entre a Reserva Biológica (Rebio) Guaporé, a Reserva Extrativista (Resex) Pedras Negras e a Reserva de Fauna (Refau) Pau D'Óleo, no oeste de Rondônia, uma região de encontro entre três biomas: a Floresta Amazônica, o Pantanal e o Cerrado. As reservas biológicas são a categoria de proteção ambiental mais restritiva em Rondônia. Segundo o ICMBio, a segunda campanha da pesquisa deve ser realizada no período de seca, entre os meses de agosto e setembro. Búfalos selvagens em Rondônia Arte g1 Embate judicial O rebanho de búfalos selvagens invasores está no centro de uma ação judicial milionária. Em uma Ação Civil Pública na Justiça, o Ministério Público Federal (MPF) pede que o governo de Rondônia e o ICMBio garantam a erradicação e o controle desses animais na região. Para elaborar o plano de erradicação ,o instituto desenvolveu uma pesquisa que envolve três frentes: o próprio instituto como gestores da área e responsáveis pela logística; a Universidade Federal de Rondônia com os pesquisadores que vão analisar a sanidade dos animais abatidos; e uma empresa especializada que se voluntariou para fazer o abate. Os pesquisadores e demais pessoas envolvidas pretendem avaliar a capacidade diária de abate de animais, observar o comportamento dos búfalos e as condições ambientais que interferem na operação e mapear desafios logísticos e operacionais. Por que os búfalos estão sendo abatidos? ➡️Como não são nativos do Brasil, os búfalos não possuem predadores naturais. Soltos e se reproduzindo sem controle, eles provocam graves impactos ambientais, como a extinção de espécies da fauna e da flora nativas e alteração no curso dos campos naturalmente alagados, que fazem parte da biodiversidade local. De acordo com o biólogo e analista ambiental do ICMBio, Wilhan Cândido, o abate é, no momento, a única alternativa viável para resolver a questão. Como a região é isolada e de difícil acesso, não existe logística possível para retirar os animais vivos ou mortos. Além disso, como se desenvolveram sem controle sanitário, a carne não pode ser aproveitada. "É um ambiente único, com várias espécies endêmicas [nativas] e a presença do búfalo vai levar à extinção de várias delas. Algumas espécies que a gente só tem registros aqui, sejam elas residentes ou migratórias", explica o biólogo e analista ambiental do ICMBio, Wilhan Cândido. Analista do ICMBio mostra onde deveria estar o solo compactado por búfalos em Rondônia Vinicius Assis/Rede Amazônica Abate de búfalos na Amazônia ICMBio Atualmente vivem mais de 4 mil búfalos selvagens na região do Vale do Guaporé Acervo NGI Cautário-Guaporé Mais de 4 mil búfalos selvagens vivem sem monitoramento e degradando Reservas Ambientais há mais de 50 anos em Rondônia AFP Photo/Tony Karumba Atualmente, eles vivem entre a Reserva Biológica (Rebio) Guaporé, a Reserva Extrativista (Resex) Pedras Negras e a Reserva de Fauna (RefaPau D´Óleo, no oeste de Búfalos selvagens que vivem sem monitoramento causam alterações em reservas ambientais Acervo NGI Cautário-Guaporé
The accused, a key member of the United Kuki National Army, an insurgent group active in Manipur’s Churachandpur, has been handed over to the CBI
During the search, the forces recovered a concealed Naxal dump containing a country-made BGL launcher, 25 BGL shells, four improvised fire cartridges, empty cartridges of AK-47 and SLR rifles, around five kilograms of gunpowder
QUETTA: As many as 13 terrorists were killed, while four Counter-Terrorism Department (CTD) personnel were martyred and six others injured during separate operations conducted by the CTD and security forces in the Panjpai and Noshar areas on the outskirts of Quetta, and in Pishin. A spokesperson for CTD said that nine terrorists belonging to a banned outfit were killed, while four Counter-Terrorism Department personnel were martyred and six others injured during an intelligence-based operation (IBO) conducted by the CTD and security forces in the Panjpai and Noshar areas near Quetta district on Saturday. He said the operation was carried out on the outskirts of Quetta after authorities received information about the presence of terrorists. “A heavy gun battle continued for more than three hours. Nine terrorists were killed, while four CTD personnel embraced martyrdom and six others were injured in the intense exchange of fire,” the spokesperson said. 13 terrorists killed during IBOs in Pishin, Panjpai and Noshar He added that a large quantity of weapons, ammunition, explosives and other equipment was recovered from the terrorists’ hideout. The bodies of the nine terrorists were shifted to the Civil Hospital, while the injured personnel were admitted for treatment. The bodies of the martyred CTD personnel were handed over to their families. Shahid Rind, an aide to the chief minister on media and political affairs, also confirmed the gun battle and said four CTD personnel were martyred while nine terrorists belonging to a banned organisation were killed. He said security forces would continue strict action against terrorists and their facilitators with full force. Four terrorists killed Meanwhile, the Balochistan Counter-Terrorism Department has killed four terrorists in an intense exchange of fire during an operation in Pishin district late on Friday. Upon receiving information of terrorist presence, an operation was launched in the Surkhab refugee camp area, 20 kilometres from Pishin town, CTD spokesperson Babar Yousufzai said. Four terrorists were killed in the “heavy gun battle”, the spokesperson said, adding that a large quantity of arms and ammunition — including hand grenades, locally made bombs, automatic rifles and explosives — was recovered from their hideout. The bodies of all four terrorists were shifted to the Quetta Civil Hospital. Published in Dawn, May 24th, 2026