Bukit Jalil track tender: Why was the top-ranked bidder overlooked?
The leading contender for replacing two tracks at the national stadium and nearby mini arena did not win the contract, raising questions over how the award was decided.
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The leading contender for replacing two tracks at the national stadium and nearby mini arena did not win the contract, raising questions over how the award was decided.
NTA plans to use the IAF to expedite NEET-UG 2026 question paper delivery, reducing time from 8-10 days to 4-5 days amid monsoon challenges.
Donald Trump chega ao Madison Square Garden para assistir a jogo das finais da NBA, em 8 de junho de 2026 Eduardo Munoz/Reuters A presença do presidente dos EUA, Donald Trump, no terceiro jogo das finais da NBA nesta segunda-feira (8), tem causado transtornos para os fãs nova-iorquinos dos Knicks. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A equipe de Nova York vive a expectativa de se sagrar campeã do torneio pela primeira vez desde 1973. Os Knicks venceram as duas primeiras partidas contra o San Antonio Spurs e estão a apenas duas vitórias da taça. Donald Trump será o primeiro presidente dos EUA em exercício a assistir a um jogo das finais da NBA, o que levou a medidas de segurança rigorosas. Os torcedores tiveram que percorrer um extenso perímetro de segurança ao redor do Madison Square Garden e enfrentaram longas filas para entrar no ginásio. O prefeito da cidade, Zohran Mamdani, e outras autoridades também devem estar presentes no jogo — mas, assim como já o fez outras vezes, Mamdani deve assistir à partida numa cadeira comum, ao lado de outros torcedores. Agora no g1 Muito antes da chegada de Trump, o Departamento de Polícia de Nova York e o Serviço Secreto dos EUA instalaram barreiras para restringir o tráfego de pedestres e veículos na área ao redor da arena, mais de quatro horas antes do início do Jogo 3 entre o New York Knicks e o San Antonio Spurs. A cena lembrava mais a véspera de Ano Novo na Times Square do que a habitual preparação para uma partida de basquete. Com a expectativa de segurança digna de aeroporto, os torcedores foram orientados a chegar ao ginásio com duas horas de antecedência, apresentando ingresso ou passe para passar por diversos pontos de verificação, além de um detector de metais semelhante ao utilizado pela Administração de Segurança de Transporte (TSA). Grandes aglomerações na área formaram uma longa fila para entrar, mesmo antes da abertura dos portões. Jalen Brunson, do New York Knicks, tenta cesta em vitória de sua equipe contra o San Antonio Spurs no segundo jogo das finais da NBA de 2026, em San Antonio Gregory Shamus/Pool Photo via Imagn Images/Reuters Cancelamento de festa A presença de Trump forçou o cancelamento de uma festa para assistir aos jogos do lado de fora e a implementação de uma política de proibição de bolsas para quem tinha ingresso. Os torcedores se reuniram perto da arena para assistir aos jogos durante esta campanha nos playoffs, na qual o Knicks venceu 13 jogos consecutivos para chegar à final pela primeira vez desde 1999 e ficar a duas vitórias do seu primeiro título da NBA desde 1973. Fãs tentam entrar no Madison Square Garden antes do terceiro jogo das finais da NBA entre o New York Knicks e o San Antonio Spurs, em 8 de junho de 2026 Eduardo Munoz/Reuters “O Departamento de Polícia de Nova York, em coordenação com o Serviço Secreto, decidiu que, para o Jogo 3, em que teremos a visita presidencial, não poderíamos permitir festas para assistir aos jogos do lado de fora do Garden”, disse a Comissária de Polícia Jessica Tisch em uma coletiva de imprensa na segunda-feira. “Estamos ansiosos para retomar as festas para assistir aos jogos no Jogo 4. Mas acho que os nova-iorquinos estão acostumados com a visita de presidentes à cidade e entendem que isso geralmente significa o fechamento de áreas, e é isso que vocês verão hoje à noite no Garden.” Trump compareceu a vários grandes eventos esportivos durante seu mandato como presidente, e as medidas de segurança causaram grandes transtornos aos torcedores. Milhares de fãs perderam o início da final de simples masculina do Aberto dos Estados Unidos do ano passado, entre Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, devido às longas filas de segurança. Mesmo com a Associação de Tênis dos Estados Unidos adiando o início da partida em meia hora, muitos fãs ainda não conseguiram entrar porque as medidas adicionais exigiam que passassem por uma revista não apenas na chegada ao Centro Nacional de Tênis Billie Jean King, mas também em frente à entrada do Estádio Arthur Ashe, onde Trump assistia de um camarote. Questionado sobre a presença de Trump, o pivô do Knicks, Mitchell Robinson, disse: "Legal, eu acho. Ainda podemos entrar em quadra e jogar, independentemente de quem estiver aqui ou não." Preços astronômicos Já era bastante difícil para os fãs do Knicks entrarem no Madison Square Garden devido aos preços astronômicos dos ingressos. O preço do ingresso é superior ao custo médio do aluguel mensal em Nova York, ultrapassando os US$ 5.000. Os melhores lugares custam dezenas de milhares de dólares. Mamdani disse que comprou seu ingresso, que, segundo ele, era para assistir ao jogo em pé, por cerca de US$ 1.000 diretamente do Madison Square Garden. A dificuldade de assistir ao jogo pessoalmente levou os torcedores a lotarem bares, ruas e festas para assistir à partida por toda a cidade. A festa perto do Garden se tornou um grande evento durante todos os playoffs, mas, com a presença de Trump, o evento foi transferido para o Bryant Park, a alguns quarteirões de distância, fora do perímetro de segurança. “A gente improvisa”, disse o armador do Knicks, Jose Alvarado, que é nova-iorquino. “Somos nova-iorquinos. Vamos dar um jeito de assistir ao jogo, e é isso que estamos fazendo.”
Vídeo mostra pista do aeroporto de Teresina fechada após falha em aeronave A pista do Aeroporto Senador Petrônio Portella, em Teresina, foi liberada por volta das 20h desta segunda-feira (8), após ficar interditada por quase quatro horas devido a uma falha operacional em uma aeronave de pequeno porte durante o procedimento de decolagem. LEIA TAMBÉM: Pai vai ao aeroporto de Teresina para ver filho antes de velório da mãe e descobre desvio de voo após interdição de pista: 'Só queria vê-lo' O incidente ocorreu por volta das 16h15. Segundo a administração do terminal, dois tripulantes estavam a bordo da aeronave e não sofreram ferimentos. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Por medida de segurança, a pista foi fechada para pousos e decolagens até a remoção do avião. Durante o período de interdição, pelo menos dois voos com destino à capital piauiense precisaram ser desviados para Fortaleza, no Ceará. Um dos voos afetados era operado pela Azul e saiu do Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais, com chegada prevista para as 17h25 em Teresina. O outro, da Latam, partiu do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e tinha pouso programado para as 17h35. Pista do aeroporto de Teresina é temporariamente fechada após falha em aeronave durante decolagem Rede Clube Passageiros e familiares que aguardavam desembarques no terminal enfrentaram atrasos e incertezas durante o fechamento da pista. Em nota divulgada mais cedo, a administração do aeroporto informou que a aeronave apresentou uma falha operacional durante a decolagem e ressaltou que os ocupantes estavam em segurança. Com a retirada da aeronave e a liberação da pista, as operações de pouso e decolagem foram retomadas normalmente no aeroporto da capital. Movimentação no aeroporto de Teresina após pista ser fechada devido à falha em aeronave durante decolagem Aric Lages/g1 Em nota, a administração reforçou que a falha foi de natureza operacional e destacou que os ocupantes estão em segurança (leia a íntegra do comunicado abaixo). Nota do aeroporto de Teresina A administração do Aeroporto de Teresina informa que, por volta das 16h15, uma aeronave de pequeno porte, com dois tripulantes a bordo, apresentou falha operacional durante o processo de decolagem. Ambos estão bem e não se feriram. Como medida de segurança, a pista foi temporariamente fechada para pousos e decolagens, permanecendo assim até a remoção segura da aeronave. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Prediction market apps are doubling down on paid content creators denying election results, asking them to remove posts or lose sponsorship Popular online prediction markets Kalshi and Polymarket will prohibit paid creators and affiliates from denying election results, NPR reports, as online creators spread misinformation about California’s election. In a social media post, Bobby Allyn, NPR technology reporter, reports: “Kalshi now says it prohibits paid creators from calling into question the integrity or accuracy of an election, legal ruling or official determination in connection with an election. Continue reading...
Alagamentos foram registrados em ruas e avenidas de Boa Vista entre maio e junho de 2026. Reprodução/Redes Sociais O Ministério Público de Contas (MPC) de Roraima pediu ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RR) uma auditoria sobre mais de R$ 500 milhões aplicados em obras de drenagem em Boa Vista. O órgão questiona o motivo pelo qual a capital registra alagamentos constantes, mesmo com investimentos. O pedido avalia o trabalho feito entre 2021 e 2026, durante o mandato do ex-prefeito Arthur Henrique (PL) e os primeiros meses do atual prefeito, Marcelo Zeitoune (PL). A representação foi assinada pelo procurador Paulo Sérgio Oliveira de Sousa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Segundo o órgão, a Prefeitura de Boa Vista anunciou, ao longo dos últimos anos, a resolução de pontos críticos de alagamento. No entanto, o MPC constatou que ruas inundadas, áreas de risco e casas afetadas pelas chuvas voltaram a aparecer no inverno de 2026. Em nota, a Prefeitura de Boa Vista informou que, embora ainda não tenha sido notificada oficialmente sobre a representação do MPC, assim que for comunicada, prestará os esclarecimentos necessários. A atual gestão também alegou que nos últimos seis anos, foram executados 61,01 km de drenagem em 242 trechos, com 45 pontos críticos solucionados e outros 5 em andamento. Já o ex-prefeito Arthur Henrique, disse que tem "tranquilidade" em receber a fiscalização e prestar contas sobre a antiga gestão, que, segundo ele, "sempre foi pautada pela transparência e aplicação correta dos recursos públicos". Falta de plano e dados conflitantes Um dos principais questionamentos da investigação é a ausência de um Plano de Drenagem e Manejo das Águas Pluviais Urbanas. A revisão do Plano Diretor de Boa Vista, feita em 2024, já apontava a necessidade de o município criar esse documento. Além da falta de planejamento, o órgão afirma que os dados oficiais sobre os locais resolvidos não batem. Comunicados diferentes da Prefeitura mostram números distintos. Isso dificulta a avaliação real dos resultados entregues à população. Chuvas regulares O procurador argumenta que os alagamentos na capital não são eventos imprevisíveis. Boa Vista tem chuvas regulares, com média histórica de 1.716 milímetros por ano. O período chuvoso concentra os temporais entre abril e setembro. O MPC-RR avalia que a administração municipal já conhece o cenário e precisa preparar a infraestrutura adequada para volumes altos, como os registrados em 2024 e 2025. “O próprio Plano Diretor do município reconhece a vulnerabilidade da cidade a inundações e alagamentos, além de contar com mapeamento técnico de áreas de risco”, destaca o procurador. Recursos e exigências A auditoria também vai rastrear o uso do dinheiro público. A bancada federal de Roraima enviou R$ 106 milhões para drenagem e asfalto na capital. A Prefeitura também anunciou um pacote municipal de investimentos acima de R$ 500 milhões para o setor. Segundo o órgão, o TCE-RR precisa checar a quantia investida apenas em drenagem, as obras concluídas e a relação entre os gastos e a redução das inundações. Para avançar com a investigação, o MPC solicitou que o Tribunal exija diversos documentos à Prefeitura de Boa Vista. A lista inclui o mapa de pontos críticos, contratos, medições das obras desde 2021, relatórios da Defesa Civil e registros de ocorrências. Agora, o TCE-RR decide sobre a abertura da auditoria. Veja reportagem sobre prejuízos da chuva em Boa Vista: Moradores da zona Oeste de Boa Vista relatam prejuízos causados pelas chuvas Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
Praça Roosevelt, no centro da cidade, será concedida à iniciativa privada A Prefeitura de São Paulo abriu consulta pública para conceder a Praça Roosevelt, no Centro da capital, à iniciativa privada. O projeto prevê reformas, ampliação de áreas verdes e melhorias na ligação com o Parque Augusta, mas tem gerado preocupação entre frequentadores, que temem restrições de acesso e aumento dos preços cobrados no local. A concessão terá prazo de 20 anos e movimentará, segundo estimativa da Prefeitura de São Paulo, cerca de R$ 55,8 milhões ao longo da vigência do contrato. O valor considera investimentos, despesas operacionais e os pagamentos que a futura concessionária deverá fazer ao município (leia mais abaixo). A audiência pública será realizada de forma virtual em 17 de junho, às 10h. As contribuições da população poderão ser enviadas até 1º de julho, por meio de um formulário virtual, que deverá ser enviado ao email sgmparcerias@prefeitura.sp.gov.br. A proposta estabelece que a futura concessionária seja responsável por manutenção, limpeza, segurança e zeladoria da praça. Entre as intervenções previstas estão a reforma do pergolado, a recuperação de dois quiosques e a ampliação do cachorródromo. Parte da área da Praça Roosevelt que será reservada aos skatistas Márcio Pinho/G1 O projeto também prevê uma conexão direta entre a Praça Roosevelt e o Parque Augusta pela Rua Gravataí. O trecho deverá receber jardins de chuva, novas árvores, iluminação e mobiliário urbano. Segundo a prefeitura, o acesso ao espaço continuará livre e gratuito. As regras da concessão proíbem o fechamento parcial ou total da praça para a realização de eventos. Mesmo assim, a proposta divide opiniões. "Eu acho que o poder público tem, sim, recursos pra manter a praça, para reformar a praça. Aqui é uma praça de todo mundo, aberta para todo mundo. Eu acho que ela tem que seguir sendo integralmente pública", afirmou o analista de sistemas Sidnei Viana. Sidnei cita o Vale do Anhangabaú como exemplo do que teme que aconteça na Roosevelt. Segundo ele, o local recebe eventos privados e fica "todo fechado, todo lacrado". "Hoje você vai ter qualquer evento no Anhangabaú, ele é todo fechado, todo lacrado. Eu acho que nenhuma empresa privada vai assumir a Praça Roosevelt sem querer lucrar e aproveitar desse trânsito de alguma maneira", disse. A chef de cozinha Luana Suave também questiona se a concessão manterá os serviços acessíveis. "O pessoal vai lá no Ibirapuera, paga R$ 10 numa água de coco. Eu vou com uma família de cinco pessoas, já são R$ 50 de água de coco. Será que essa concessão vai ser acessível ao povo?", afirmou. Concessão A concessão terá duração de 20 anos e movimentará cerca de R$ 55,8 milhões ao longo do contrato, segundo estimativa da prefeitura. A empresa vencedora será escolhida pelo maior lance oferecido ao município. O edital estabelece que a empresa interessada deverá pagar à prefeitura um valor mínimo de R$ 2,96 milhões para assumir a gestão do complexo. Vencerá a licitação quem apresentar a maior oferta acima deste valor. O contrato também prevê pagamentos periódicos ao município e compartilhamento de receitas obtidas com a exploração econômica do espaço. Entre as fontes de arrecadação previstas está a comercialização dos chamados naming rights, que permitem associar uma marca privada ao nome da Praça Roosevelt. Participação da comunidade Para o arquiteto e urbanista Ciro Pirondi, uma eventual concessão pode ser positiva caso preserve o caráter público da praça. "A praça é uma praça pública. Os interesses privados têm de encontrar uma harmonia. Não é que eu sou contra fazer. Mas nós precisamos encontrar uma harmonia nesse processo. Que não é fácil", disse. Segundo ele, projetos urbanos bem-sucedidos dependem de vontade política, competência técnica e participação da população. "O que muda um lugar urbano é quando existe uma vontade política sincera, uma competência técnica e o envolvimento da população", afirmou. Pirondi acrescenta que, diante da incapacidade do poder público de gerir determinados espaços, uma concessão pode ser melhor do que o abandono. "Se a administração pública não tem condição de continuar gerindo aquilo, é melhor do que o abandono. Mas dar um uso precisa ter fatores fundamentais em qualquer ação urbana em qualquer parte do mundo", afirmou. Polo cultural A discussão sobre o futuro da Roosevelt acontece em um dos principais polos culturais do Centro de São Paulo. Nas décadas de 1950 e 1960, bares da região se tornaram redutos da bossa nova e receberam artistas como João Gilberto, Johnny Alf e Baden Powell. Foi também na região que Elis Regina fez uma de suas primeiras apresentações em São Paulo. No entorno da praça estão espaços como o Cine Bijou, o Espaço Parlapatões, o Teatro Satyros e o Teatro Cultura Artística. Para o diretor teatral Rodolfo García Vázquez, a comunidade que utiliza o espaço deve participar da discussão. "Quando você pensa em iniciativa privada, você sempre pensa que a iniciativa privada visa o lucro. E nem sempre o lucro tem a ver com os interesses de uma comunidade. Então eu acho que, se a gente sentar, conversar, dialogar e criar algo juntos, seria algo que a gente poderia pensar numa boa solução pra praça", afirmou. Em nota, a prefeitura informou que o projeto segue os procedimentos previstos para concessões municipais.
Cottleville Fire Protection District captain Brian Gettemeier killed Stacy Youngers as she was walking across a road on June 14, 2025.
MANILA, Philippines — The decision of the 18 bodyguards of former Ako Bicol party-list Rep. Elizaldy Co to skip the Senate blue ribbon committee hearing on Monday places a dent on their allegations, Bicol Saro party-list Rep. Terry Ridon said. Ridon, in a statement, said that the bodyguards, if they were speaking the truth, would
Vídeo mostra míssil atingindo a cidade de Zaporizhzhia, na Ucrânia Uma câmera de segurança flagrou o momento exato em que um míssil atingiu a região de Zaporizhzhia, no sudeste da Ucrânia, nesta segunda-feira (8). As imagens foram captadas por uma câmera de vigilância local. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O ataque russo deixou 5 mortos e 14 feridos, segundo comunicado do governador regional no Telegram. Segundo o governador Ivan Fedorov, a ofensiva da Rússia contou com ataques aéreos, drones e bombardeios, danificando infraestrutura, prédios residenciais e carros. Ataque russo com míssil na Ucrânia Reuters
Vereadora de cidade do Sul de Minas denuncia ataques transfóbicos nas redes sociais Uma vereadora de Santo Antônio do Amparo, no Sul de Minas, foi alvo de ataques transfóbicos nas redes sociais no último sábado (6). As ofensas foram feitas em uma publicação da própria parlamentar, Marcella Lins (PSD), no Facebook, por volta das 13h. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Os comentários foram publicados por um perfil identificado como “Tião Paulo”. Nas mensagens, o usuário utilizou termos pejorativos para se referir à vereadora e fez acusações ofensivas. Em um dos comentários, afirmou: “Nós quem votou para a Câmara dos Deputados, e não para a Câmara Municipal do traveco”. Em outro, escreveu: “Um traveco recebendo menor de idade no gabinete. É para cabaré mesmo, kkkk". Vereadora de Santo Antônio do Amparo denuncia ataques transfóbicos nas redes sociais Reprodução / Redes Sociais Após os ataques, Marcella Lins procurou a Polícia Militar e registrou um boletim de ocorrência na tarde desta segunda-feira (8). Segundo a vereadora, ela não tem conhecimento sobre a identidade da pessoa responsável pelo perfil nem sobre possíveis motivações para as mensagens. Este é o segundo episódio de ataques transfóbicos sofridos pela parlamentar nas redes sociais. Polícia investiga ataques transfóbicos contra vereadora de Santo Antônio do Amparo Em nota, a Câmara Municipal de Santo Antônio do Amparo repudiou as ofensas direcionadas à vereadora e afirmou que não irá tolerar qualquer tentativa de intimidação, constrangimento ou violência contra membros do Legislativo. A Prefeitura também se manifestou, declarando solidariedade à parlamentar. Sobre o caso, a Polícia Civil informou que instaurou um inquérito para apurar os fatos e que outras informações serão divulgadas em momento oportuno. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
Estado do Rio é condenado a indenizar família de Emily e Rebecca O Estado do Rio de Janeiro foi condenado a indenizar a família das primas Emily Vitória e Rebecca dos Santos, mortas por um tiro de fuzil durante uma ação da Polícia Militar na Favela do Sapinho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em dezembro de 2020. A decisão, obtida pela GloboNews, também determina o pagamento de indenização pelas falhas na investigação conduzida após o crime. A sentença representa uma nova reviravolta em um caso que, mais de cinco anos depois, continua sem a identificação de quem disparou o tiro que matou as duas crianças. Emily tinha 4 anos. Rebecca, 7. As duas brincavam na porta de casa quando foram atingidas por um único disparo de fuzil. "A minha força vem porque eu não quero que elas sejam mais uma. Só mais um caso. 'Ah, morreram duas crianças e acabou'", afirmou Lídia Santos, avó de Rebecca e tia de Emily. "A justiça vai caminhar mais e mais a nosso favor." Testemunhas relataram que o disparo partiu de policiais militares que estavam em uma viatura. Já a investigação da Polícia Civil descartou essa hipótese e concluiu que o tiro teria sido feito por traficantes que atacavam agentes de outra direção. Rebecca Santos, 7, e Emily Victória da Silva, 4, atingidas por um disparo em 4 de dezembro de 2020 Reprodução Apesar da conclusão do inquérito, a investigação nunca conseguiu identificar quem efetivamente atirou. O Ministério Público chegou a denunciar dois homens apontados como líderes do tráfico na comunidade: Lázaro da Silva Alves e Leandro dos Santos Sabino. Segundo a denúncia, eles teriam ordenado um ataque contra policiais militares, que resultou na morte das meninas. O processo, porém, acabou arquivado por falta de provas contra os acusados. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. Na ação movida pela Defensoria Pública com base em uma investigação independente, a Justiça reconheceu não apenas a responsabilidade do Estado pelas mortes, mas também pelas falhas na apuração do caso. Para contestar as conclusões do inquérito da Polícia Civil, peritos e pesquisadores do Projeto Mirante analisaram documentos, realizaram medições técnicas e produziram uma reconstrução tridimensional da dinâmica dos fatos. O estudo foi utilizado para questionar pontos da investigação oficial e sustentar a ação judicial movida em nome da família. Estado do Rio é condenado a indenizar família de Emily e Rebecca, primas mortas em ação policial em Duque de Caxias Reprodução/TV Globo A decisão determina o pagamento de indenização por danos morais e pensão aos familiares das vítimas. Segundo a sentença, houve falhas graves na preservação da cena do crime. A Justiça apontou que o local não foi adequadamente isolado para o trabalho da perícia e que vestígios importantes deixaram de ser coletados logo após o ocorrido. O texto destaca ainda que a própria atuação do Estado contribuiu para que não fosse possível identificar com precisão absoluta a autoria do disparo. Para o defensor público André Castro, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, o aspecto mais relevante da decisão é justamente o reconhecimento das falhas investigativas. "Essa sentença é inédita porque condena o Estado não apenas a reparar as famílias pelas mortes das crianças, mas também pela falha na investigação criminal. Houve uma condenação específica reconhecendo que a investigação foi deficiente e que isso gerou danos aos familiares", afirma o defensor. Em nota, o Governo do Estado informou que aguarda o julgamento de embargos apresentados pela Defensoria Pública. Segundo o Executivo estadual, somente após essa etapa a Procuradoria-Geral do Estado decidirá se irá recorrer da decisão. A reportagem também procurou as polícias Civil e Militar, mas não obteve resposta até a última atualização desta matéria.
Medida do projeto de lei do Praça Onze Maravilha altera área de proteção do Bairro Peixoto e preocupa moradores Considerado por muitos moradores um refúgio em meio aos prédios altos de Copacabana, o Bairro Peixoto voltou ao centro de uma disputa urbanística no Rio de Janeiro. Uma mudança aprovada pela Câmara Municipal alterou limites estabelecidos pela Área de Proteção Ambiental (APA) criada em 1989 e reacendeu discussões sobre o futuro de uma das áreas mais preservadas da Zona Sul. A APA do Bairro Peixoto ocupa o quadrilátero formado pelas ruas Tonelero, Santa Clara, Henrique Oswald e a Ladeira dos Tabajaras. Quando foi criada, a legislação determinou que novas construções erguidas a partir de maio de 1989 não poderiam ultrapassar 15 metros de altura. Mas uma subemenda incluída no projeto de lei do programa Praça Onze Maravilha modifica essa regra em algumas vias da região. O texto prevê que imóveis mais baixos localizados nas ruas Santa Clara, Figueiredo Magalhães, Siqueira Campos e Tonelero possam ter a altura equiparada à de prédios vizinhos mais altos, construídos antes da criação da APA. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Na prática, a medida amplia o potencial construtivo desses terrenos e abre espaço para novas edificações de maior porte. Em um dos exemplos apontados por moradores, um edifício de dois andares na Rua Santa Clara poderia dar lugar a uma construção com altura semelhante à de prédios vizinhos de até 11 andares. Situação parecida poderia ocorrer em esquinas da Rua Siqueira Campos. A possibilidade de verticalização preocupa parte dos moradores da região. “Copacabana já tem uma densidade populacional muito grande, tanto que as pessoas que moram aqui consideram o bairro Peixoto um oásis dentro de Copacabana por essa característica”, afirma o advogado Marcelo Montalvão. Segundo ele, a ampliação do gabarito pode estimular processos de valorização imobiliária e encarecimento da moradia. As mudanças no Bairro Peixoto foram incluídas no projeto Praça Onze Maravilha, criado para estimular investimentos na região do entorno do Sambódromo, na área central da cidade. O mecanismo prevê que construtoras que realizarem empreendimentos na região da Praça Onze recebam uma espécie de bônus construtivo, que pode ser utilizado em projetos localizados em bairros considerados receptores do benefício. O texto original previa como áreas receptoras Tijuca, Leme, Copacabana, Ipanema, Lagoa e Botafogo. Uma emenda ampliou a lista para incluir também Rio Comprido, Flamengo, Catete e Glória. A proposta prevê aumento de potencial construtivo em determinadas ruas desses bairros. Estão listadas entre as áreas que podem receber o "bônus construtivo", ainda, todos os bairros da Área de Planejamento 3, que vai do Engenho Novo à Pavuna, incluindo a Ilha do Governador. Questionamentos sobre a tramitação Embora a votação tenha ocorrido há quase duas semanas, a Câmara Municipal ainda não publicou a redação final consolidada do projeto. O Ministério Público Federal (MPF) enviou um ofício à Câmara manifestando preocupação com a tramitação das emendas, apresentadas um dia antes da votação. No documento, o órgão destaca a necessidade de fortalecer mecanismos de transparência e participação social, além de recomendar a realização de estudos de impacto social, ambiental e de vizinhança. O MPF também defende a inclusão de garantias para habitação de interesse social nos empreendimentos ligados ao programa. Líder do governo na Câmara, o vereador Márcio Ribeiro (PSD) afirma que a alteração não afeta o núcleo interno do Bairro Peixoto. “Você não pega aquele miolo do bairro Peixoto. Você pega as ruas ali mais ou menos de entorno, como Santa Clara, a Tonelero, a Figueiredo, enfim. E você faz um ajuste urbanístico na realidade, permitindo que possíveis novos investimentos possam acontecer na altura dos prédios que já existem, usando a mesma volumetria”, declarou. Segundo o vereador, o projeto foi debatido durante mais de seis meses e contou com audiências públicas promovidas pela Câmara e também realizadas na região. Moradores se mobilizam A Associação de Moradores e Amigos do Bairro Peixoto acionou o Ministério Público e iniciou um abaixo-assinado para tentar reverter as mudanças. Presidente da entidade, Viviane Köppe Jensen critica a falta de diálogo com a comunidade. “Toma atitudes sem consultar uma associação, uma associação. Ela simplesmente está representando o povo. Então ela tem que ser ouvido, ela tem que ser consultada, ela tem que ter um diálogo”, afirmou. Após a publicação da redação final, o projeto seguirá para análise do prefeito Eduardo Cavaliere, que decidirá pela sanção ou veto das mudanças aprovadas pelos vereadores. A Câmara de Vereadores disse que a proposta foi amplamente discutida em duas audiências públicas e em um seminário aberto ao público, com transmissão pelos canais oficiais da Casa, além de quatro reuniões técnicas. Sobre a demora para a publicação da lei aprovada, a Câmara disse que o projeto é extenso, técnico e recebeu dezenas de emendas e que o texto final está em fase de revisão para consolidação e será publicado em breve. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
As the U.S. Men’s National Team is finalizing its preparations ahead of Friday’s World Cup opener against Paraguay (6 p.m. PT), the biggest question facing head coach Mauricio Pochettino was the team’s defense. And by that, the real question was about the health of defender Chris Richards and his balky ankle. USMNT star defender Chris...
Candidato presidencial colombiano Iván Cepeda. Foto de maio de 2026. REUTERS/Luisa Gonzalez O senador de esquerda Iván Cepeda, candidato à presidência da Colômbia e apoiado pelo presidente Gustavo Petro, reconheceu no domingo (7) o resultado das eleições realizadas uma semana antes, no dia 31 de maio. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Desde o início da campanha eleitoral, respeitei estritamente as regras democráticas e a transparência com que se deve informar a opinião pública sobre o cumprimento das mesmas. Na minha condição de candidato presidencial pelo Pacto Histórico e pela Aliança pela Vida, comunico à opinião pública que, uma vez concluída a apuração dos votos, reconheço os resultados do primeiro turno da eleição presidencial", afirmou Cepeda em comunicado na rede social X. A votação determinou que Iván Cepeda disputará o 2º turno —em 21 de junho— contra o candidato de direita Abelardo de la Espriella. Segundo a autoridade eleitoral colombiana, Cepeda terminou a apuração atrás de Espriella, com 40,90% dos votos, contra 43,7% de seu rival, segundo a autoridade eleitoral colombiana. (Leia mais abaixo quem são os dois candidatos) A recusa de Cepeda em aceitar o resultado das eleições até o momento ocorreu porque o resultado contrariou a expectativa antes da votação, em que Cepeda era cotado em algum momento para até vencer o pleito já no 1º turno. Sua campanha, no entanto, perdeu força nos dias anteriores à votação. Petro também se recusou a aceitar a contagem, e não havia revertido sua posição até a última atualização desta reportagem. Agora no g1 Cepeda, no entanto, acusou nesta segunda-feira (8) seu rival de estar planejando forjar um autoatentado para tentar influenciar o 2º turno da eleição. Ele disse que a ação de Espriella ocorreria às vésperas do dia da votação. O senador não forneceu nenhuma prova para sustentar a acusação, porém ele afirmou ter recebido informações "por diferentes meios" e que as encaminhará para a Procuradoria-Geral da Colômbia. LEIA TAMBÉM: Eleição na Colômbia opõe reformas de esquerda a propostas de segurança da direita Gustavo Petro, presidente da Colômbia, diz que não aceita contagem inicial das eleições Entenda o mal-estar entre James Rodríguez e o presidente da Colômbia às vésperas da Copa Quem é Cepeda? Eleições na Colômbia: Abelardo de la Espriella (à esquerda) e Ivan Cepedo (à direita) Reuters Senador e filósofo, Ivan Cepeda faz parte do partido Pacto Histórico e representa a esquerda colombiana. O senador tem 63 anos e defende a continuidade das políticas adotadas pelo governo Petro. Ele ficou conhecido principalmente por atuar na mediação das negociações de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), acordo assinado em 2016. Apesar do acordo, no qual as Farc concordaram em se desarmar, grupos dissidentes da guerrilha continuam ativos e são apontados como responsáveis pela violência no país. Cepeda também foi pivô de um processo judicial que resultou na prisão do ex-presidente Álvaro Uribe. Em 2012, Uribe acusou o esquerdista de organizar um complô para ligá-lo a grupos paramilitares Seis anos depois, a Justiça concluiu que Cepeda agiu dentro de sua função parlamentar e que Uribe tentou influenciar testemunhas por meio de terceiros. Em 2025, porém, o Tribunal Superior de Bogotá absolveu o ex-presidente das acusações de suborno e fraude processual. Como candidato à Presidência, Cepeda defende o diálogo como forma de encerrar o conflito armado com guerrilhas. Também apoia o aumento do salário mínimo, a redução de benefícios para congressistas e uma reforma agrária. O senador promete dar continuidade às políticas sociais implementadas durante o governo de Gustavo Petro. A gestão de esquerda assumiu o país em meio aos impactos econômicos da pandemia e registrou aumentos do salário mínimo e queda do desemprego, mas também enfrentou críticas pelo aumento do déficit fiscal e dificuldades para aprovar parte de sua agenda no Congresso. Mesmo assim, a economia não aparece entre as principais preocupações dos colombianos. Pesquisa do instituto Invamer divulgada neste mês apontou a segurança pública como o principal problema do país para 40% dos entrevistados, enquanto desemprego e economia foram citados por 11%. Foi nesse cenário que De la Espriella ganhou força na disputa. Quem é Espriella? Líder nas urnas no 1º turno, Abelardo de la Espriella, de 47 anos, lidera o movimento ultraconservador Defensores da Pátria. O candidato afirma admirar políticos de direita, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente de El Salvador, Nayib Bukele — com quem tem certa semelhança física. De la Espriella ganhou força na reta final da campanha. Ao contrário de Cepeda, ele não acredita que o problema das guerrilhas será resolvido por meio do diálogo. Para enfrentar a questão, promete uma ofensiva militar. Dois integrantes da campanha do candidato foram mortos a tiros em 15 de maio. De la Espriella também acusou integrantes da inteligência colombiana de participarem de um plano para assassiná-lo. Conhecido pelo apelido de "El Tigre", o advogado também defende retirar a Colômbia de organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA). Segundo ele, essas instituições servem para promover "políticas de esquerda". Ao mesmo tempo em que adota um discurso linha-dura, o candidato mantém um site chamado "De la Espriella Style", onde vende bebidas alcoólicas, livros, músicas nas quais canta e até roupas em que aparece como garoto-propaganda. De la Espriella também se envolveu em polêmicas. Em uma entrevista na TV, por exemplo, se gabou do tamanho do órgão genital e afirmou que isso o ajudava a conquistar votos. O advogado também foi questionado por ter defendido Alex Saab, empresário colombiano acusado pelo governo dos EUA de atuar como laranja do ditador venezuelano Nicolás Maduro. Saab foi deportado para os Estados Unidos em maio. De la Espriella afirma que a relação profissional com Saab começou antes das acusações surgirem. Segundo ele, os dois deixaram de trabalhar juntos há seis anos.
Especialista reforça importância de vacina contra a dengue: 'inquestionável' A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro suspendeu a aplicação da vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. A medida foi adotada após recomendação do Ministério da Saúde, que investiga duas mortes suspeitas de pacientes vacinados em outras regiões do país. Segundo o governo federal, as vítimas apresentaram reações após receberem o imunizante. O objetivo da investigação é esclarecer se existe alguma relação entre os óbitos e a vacinação. A vacina do Butantan vinha sendo disponibilizada no município do Rio desde fevereiro deste ano, exclusivamente para profissionais de saúde. De acordo com a prefeitura, foram aplicadas 7.002 doses, sem registro de eventos adversos graves na cidade. A Secretaria Municipal de Saúde ressaltou que a suspensão ocorre por precaução e segue orientação do Ministério da Saúde enquanto as investigações são concluídas. A recomendação do governo federal se refere apenas à vacina produzida pelo Instituto Butantan. Já a vacina contra a dengue do laboratório Takeda, disponível desde 2024 na rede pública para adolescentes de 10 a 14 anos, não sofreu qualquer restrição. Segundo a prefeitura, a aplicação do imunizante da Takeda continua normalmente para o público-alvo indicado.
NPR's Tamara Keith and Amy Walter of the Cook Political Report with Amy Walter join Amna Nawaz to discuss the latest political news, including Trump walking out under tough questioning on NBC's "Meet the Press," Democrats facing character questions ahead of a battleground Senate race, and the president's influence on the ballot in South Carolina.