München: Ursache für Brandgeruch entdeckt und Flugbetrieb verlängert
Im Tower des Flughafen München hatte es verdächtig gerochen, zwischenzeitlich wurden am Abend die Starts und Landungen eingestellt. Nun ist klar, woran es gelegen hat.
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Im Tower des Flughafen München hatte es verdächtig gerochen, zwischenzeitlich wurden am Abend die Starts und Landungen eingestellt. Nun ist klar, woran es gelegen hat.
Nach Wahrnehmung eines Brandgeruchs im Tower des Münchner Flughafens wurde dieser geräumt. Der Flugbetrieb war seit 20.33 Uhr eingestellt – jetzt sind erste Starts und Landungen wieder möglich. Die Feuerwehr prüft die Situation.
Am Flughafen München hat es um 20.50 Uhr einen Feueralarm gegeben. Der Flugbetrieb wurde gestoppt, soll aber gegen 23 Uhr wieder aufgenommen werden.
Der Münchener Flughafen stellt seinen Betrieb zum Teil ein. Die Bundespolizei spricht von einer unklaren Lage. Was bisher bekannt ist.
Im Tower des Münchner Flughafens ist Brandgeruch bemerkt worden. Der Betrieb ist eingeschränkt. Nach Angaben der Bundespolizei, prüfe die Feuerwehr die Situation.
Am Flughafen München soll es einen Feueralarm gegeben haben. Der Flugbetrieb wurde bis auf Weiteres gestoppt.
Wegen Brandgeruchs wurde der Flugbetrieb am Flughafen in München zwischenzeitlich eingestellt. Nun gibt es vorerst Entwarnung. Die Ursache ist jedoch noch nicht bekannt.
Der Flugbetrieb am Flughafen in München ist vorerst eingestellt worden. Mehrere Medien berichten von einem Brand im Tower. Die Feuerwehr ist im Einsatz.
Im Tower des Flughafen München brennt es. Laut Bayerischem Rundfunk wurde das Gebäude geräumt, der Flugbetrieb zum Teil eingestellt.
Nach dem rechtsterroristischen Attentat von München 2016 suchen zehn Jahre später Angehörige nach Wegen zum Gedenken – zum Beispiel durch Fußball. mehr...
Omar Nhas schafft es vom Tellerwäscher zum Berliner Hähnchen-Tycoon. Als sein Partner ihn ausbootet, packt er Foltervorwürfe aus. Und startet ein neues »City Chicken«.
Chuva extrema no Rio Grande do Sul em 2024, provocada por sobreposição de eventos climáticos, incluindo El Niño Renan Mattos/REUTERS via DW Um novo episódio de El Niño já dá sinais no Pacífico e pode trazer mais chuvas ao Sul e seca ao Norte e Nordeste. Ainda há dúvidas sobre a intensidade do fenômeno, em meio à falta de preparo e adaptação no país. Do alto, satélites e radares acompanham a massa de água mais quente que se desloca pelo Oceano Pacífico em direção à costa da América do Sul. Esse monitoramento, reforçado por boias no mar, indica um padrão já conhecido pelos pesquisadores: mais um El Niño está em formação. A principal incerteza agora é sobre sua intensidade. "O termo 'super El Niño' não é exatamente adequado", afirma Tércio Ambrizzi, professor de ciências atmosféricas na Universidade de São Paulo (USP). "A tendência é que ele seja de moderado para forte", comenta sobre um certo consenso na comunidade científica. O fenômeno costuma ser identificado quando a temperatura da superfície do Oceano Pacífico, na região equatorial, fica cerca de 0,5 °C acima do normal por um período prolongado, geralmente de pelo menos três meses. Desde fevereiro, as medições apontam essa elevação na região. Agora no g1 Os cientistas ainda aguardam a confirmação de onde ocorrerá o maior aquecimento no oceano. Esse fator será decisivo para definir como os impactos serão sentidos no Brasil. "Comparando com outros do passado, é possível que os primeiros sinais desse El Niño devem aparecer no Sul do Brasil durante a primavera, com mais chuvas", afirma José Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden). Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), há 90% de probabilidade de o El Niño ocorrer novamente este ano. Ele pode ter intensidade forte, o que tende a agravar tanto as secas quanto as chuvas intensas, além de aumentar o risco de ondas de calor em terra e no oceano. "As condições do El Niño vão lançar mais lenha na fogueira de um mundo que está se aquecendo e seu impacto será ainda mais severo, chegará mais longe e cruzará fronteiras com uma velocidade devastadora", alertou o organismo científico das Nações Unidas na última terça-feira (02). Entre o fim de abril e meados de maio, a temperatura da superfície do mar na área do Pacífico usada como referência já se aproximava dos níveis típicos de El Niño. Esse cenário era reforçado por temperaturas abaixo da superfície mais de 6 ºC acima da média. Nunca é igual ao outro O possível surgimento de um El Niño de forte intensidade tem movimentado debates pelo país. No Congresso Nacional, sessões discutem se seus impactos podem prejudicar a população, a economia e o agronegócio. A próxima safra de grãos, por exemplo, está estimada em 356 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 1,2% em relação à safra anterior. À DW, a Defesa Civil da União, ligada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, informou que acompanha diariamente as condições climáticas em articulação com estados, municípios e instituições como o Cemaden e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Condições geradas por El Niño podem facilitar as queimadas e impactar produções agrícolas Michael Dantas/AFP via DW "Ainda não há um prognóstico preciso sobre os impactos do fenômeno. Por isso, a atuação está focada no monitoramento constante e na preparação antecipada para que, caso haja previsão de situações mais críticas, os alertas e medidas necessárias sejam adotados em tempo oportuno", respondeu o órgão, por meio de nota. Se o fenômeno se confirmar, espera-se um agravamento da seca durante o inverno e o início do verão em algumas regiões, como o Norte — especialmente na Amazônia — e parte do Nordeste. Essas condições podem favorecer queimadas e afetar a produção agrícola. No Sul, há previsão de aumento das chuvas. "Cada El Niño tem sua própria impressão digital. Ele nunca é igual ao outro", afirma Ambrizzi. O episódio mais recente do El Niño ocorreu entre 2023 e 2024 e foi um dos cinco mais intensos registrados, o que influenciou a ocorrência de temperaturas globais recordes. As periferias de Porto Alegre foram fortemente atingidas pelos eventos de 2024 Gustavo Basso/DW Ainda está recente a memória da destruição causada pelas chuvas extremas no Rio Grande do Sul, em 2024. Naquele ano, uma combinação de eventos climáticos, incluindo um El Niño intenso, provocou a pior inundação da história do estado. "Os governos e autoridades em geral parecem mais preocupados. Mas só isso não é suficiente. Mesmo que o El Niño não seja intenso, a atmosfera já está mais quente, já existe o aquecimento global, o que já deveria estar provocando mudanças de forma mais sistemática", pontua Marengo. Ausência ou pouco preparo Nas comunidades mais vulneráveis, há a percepção de que faltaram investimentos públicos para adaptação e enfrentamento de chuvas ou secas extremas intensificadas pelo El Niño. "As periferias das cidades já sofrem com impactos acumulados por vários desastres. Não temos quase nada pronto para adaptar nossas comunidades a esse cenário", afirma Thaynah Gutierrez, secretária executiva da Rede por Adaptação Antirracista, citando as periferias de Porto Alegre, fortemente atingida pelos eventos de 2024. Para especialistas em gestão de riscos, a preparação para eventos climáticos extremos não deveria depender da confirmação de um fenômeno específico. Ela deveria fazer parte de uma agenda contínua de planejamento. Embora tenha havido avanços na conscientização em órgãos públicos, no setor privado e na sociedade civil, o debate ainda costuma se concentrar no que exatamente vai acontecer: se haverá seca, chuvas intensas ou enchentes. O foco, porém, deveria estar na construção de uma capacidade permanente de adaptação. "Mais do que reagir a cada novo alerta, independentemente da ocorrência de um evento específico, os territórios devem estar preparados. O foco precisa estar na resiliência das cidades, da infraestrutura e dos sistemas produtivos", sugere Victor Marchezini, sociólogo no Cemaden e coordenador do Projeto Capacidades Organizacionais de Preparação para Eventos Extremos apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Alarmismo perigoso Outro desafio está na comunicação de risco. Com a multiplicação de análises meteorológicas nas redes sociais — muitas vezes produzidas por consultorias privadas e influenciadores com diferentes interesses — a população fica exposta a informações desencontradas. "Esse excesso de mensagens pode gerar dúvidas sobre quais previsões são mais confiáveis e quais medidas concretas devem ser adotadas", critica o sociólogo. Formada em administração pública, Gutierrez acompanha o alarmismo gerado pelas previsões, mas afirma que a maioria da população não acessa esse tipo de conteúdo — exceto por meio de vídeos que viralizam na internet. "No geral, faltam aos governos e instituições um conhecimento situado de quais são os territórios mais vulneráveis. Nós queremos falar sobre isso de forma responsável e cobrar governos para que priorizem esses territórios na preparaçao", argumenta. A responsabilidade de cobrar investimentos e prestar contas precisa fazer parte de todas as esferas de governo, assim como o planejamento, complementa Marchezini. "Isso permitiria, por exemplo, a realização antecipada de licitações e contratos para resposta a desastres, reduzindo a necessidade de medidas emergenciais e de gastos extraordinários quando as crises já estiverem em curso", comenta. Diante das previsões, Santa Catarina, por exemplo, decretou estado de alerta climático, válido até novembro. Ao mesmo tempo, o governo estadual praticamente paralisou os investimentos em prevenção de desastres, segundo dados do Sistema Integrado de Planejamento e Gestão Fiscal (Sigef-SC), divulgados pela Assembleia Legislativa do estado. Em 2025, apenas 15,4% dos recursos previstos no orçamento da Secretaria de Proteção e Defesa Civil foram executados. O volume destinado à construção, ampliação e reforma de barragens foi ainda menor: apenas 0,66% do total foi empenhado. "Vale lembrar que estamos em ano de eleições. Não podemos continuar elegendo esses políticos que vão usar os recursos que deveriam ir para o preparo e adaptação aos eventos extremos para desvios", comenta Gutierrez.
A candidata presidencial de direita do Peru, Keiko Fujimori, e o candidato de esquerda Roberto Sánchez antes de um debate televisionado em 31 de maio em Lima, às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 7 de junho. Reuters/Alessandro Cinque O Peru vai às urnas neste domingo (7) escolher entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez. Quem se eleger se tornará, no dia 28 de julho, o nono presidente em dez anos. O país vive uma década de instabilidade política graças, em parte, a um sistema unicameral que facilita processos de impeachments e destituições "express" — ao contrário do sistema brasileiro, por exemplo, que possui Câmara e Senado. O nome eleito deste domingo sucederá o presidente interino José María Balcázar Zelada, que não foi eleito, mas escolhido pelo Congresso para cumprir um mandato-tampão entre a destituição de José Jerí e as eleições. A destituição de Jerí não foi um episódio isolado. Desde Ollanta Humala, que deixou o poder em 28 de julho de 2016, ninguém conseguiu governar por um mandato completo. Agora no g1 Balcázar é o chefe do Executivo desde fevereiro. Ele era deputado quando o Congresso aprovou uma "destituição express" de Jerí, envolvido em um escândalo após a descoberta de reuniões não divulgadas com um empresário chinês. Antes dele, Dina Boluarte enfrentou forte rejeição popular — sua aprovação varia entre 2% e 4% — ao mesmo tempo em que respondia por denúncias de enriquecimento ilícito. No fim, o Legislativo aprovou seu impeachment. José María Balcázar Ernesto Arias/Peru Congress/Handout via REUTERS Mandatos incompletos Jerí deveria permanecer na Presidência até abril de 2026, preenchendo ele próprio um mandato-tampão antes da data prevista para as próximas eleições presidenciais. Nem ele, nem boa parte de seus antecessores conseguiu a proeza de se manter no cargo até o fim do tempo previsto. Dina Boluarte, que ocupou a cadeira por quase 3 anos, é a recordista de permanência na cadeira desde 2016. Veja quanto tempo duraram os últimos presidentes do Peru: Pedro Pablo Kuczynski, de 28 de julho de 2016 a 23 de março de 2018 (1 ano e 238 dias) Martín Vizcarra, de 23 de março de 2018 a 9 de novembro de 2020 (2 anos e 231 dias) Manuel Merino, de 10 a 15 de novembro de 2020 (5 dias) Francisco Sagasti, de 17 de novembro de 2020 a 28 de julho de 2021 (253 dias) Pedro Castillo, de 28 de julho de 2021 a 7 de dezembro de 2022 (1 ano e 132 dias) Dina Boluarte, de 7 de dezembro de 2022 a 10 de outubro de 2025 (2 anos e 307 dias) José Jerí, de 10 de outubro de 2025 a 17 de fevereiro de 2026 (130 dias) José María Balcázar, de 18 de fevereiro até 28 de julho de 2026 (161 dias, considerando que termine seu mandato) Desde o governo de Kuczynski, a relação entre presidente e Congresso tem sido tensa em Lima. Nem todos os chefes do Executivo, porém, foram destituídos formalmente. Kuczynski renunciou ao cargo após a divulgação de vídeos que mostravam uma tentativa de compra de votos de deputados para que ele sobrevivesse a uma votação de impeachment. Vizcarra, seu sucessor, caiu de fato por impeachment. Merino entrou em seu lugar, mas figuras políticas questionaram sua legitimidade no cargo, o que precipitou sua renúncia em apenas 5 dias. Sagasti foi promovido como presidente do Congresso, por sucessão constitucional, levando o mandato-tampão sob intensas crises sociais e políticas até o final. Pedro Castillo foi eleito em 2021. No ano seguinte, tentou dar um golpe e acabou preso e destituído do cargo. No final de 2025, Castillo foi condenado a 11 anos de prisão. Após a queda de Castillo, o comando do país passou para a vice-presidente Dina Boluarte. Ela permaneceu no cargo até outubro do ano passado, quando sofreu impeachment por “incapacidade moral”. Presidente peruano, Pedro Castillo, durante pronunciamento à população em 6 de dezembro de 2022 Jhonel RODRIGUEZ / Peruvian Presidency / AFP O vizinho andino tem um sistema político com pontos importantes diferentes do Brasil - e da maior parte da América Latina. Os processos de impeachment e destituição têm uma tramitação "express" porque não existem duas câmaras no Legislativo para debater e colocar entrave a tais decisões. Entenda melhor abaixo: por que o Peru tem um sistema unicameral; o que ele implica; como isso se relaciona com o processo de impeachment; o cargo de primeiro-ministro peruano; Sistema unicameral Prédio do Congresso peruano em Lima. Cris Bouroncle / AFP Diferentemente do Brasil, o Peru não tem o chamado sistema bicameral - em que o Poder Legislativo é exercido por Senado e Câmara dos Deputados. No Peru, o Congresso é composto por apenas uma delas, em que atuam 130 parlamentares. Mas nem sempre foi assim. Até 1992, o país tinha Câmara de Deputados e Senado. Naquele ano, o então presidente Alberto Fujimori (1938 -2024) deu um “autogolpe”: entre outras medidas, fechou o Congresso, enviou militares às ruas e promulgou uma nova Constituição no ano seguinte. No texto, que foi aprovado por um referendo, ficou determinado que o país não teria mais um Senado - e a regra vigora até hoje. O ex-presidente do Peru, Alberto Fujimori, em foto de arquivo. Reuters/Mariana Bazo “Fujimori tinha um discurso e uma prática de crítica forte às instituições - que eram lentas, inoperantes, ineficientes. Para ele, os políticos peruanos eram uma desgraça para o país - então, para que ter duas Câmaras?”, aponta o professor Jorge Aragón Trelles, um dos pesquisadores principais do Instituto de Estudos Peruanos, em Lima. Um dos motivos para o texto nunca ter sido alterado desde 1993 continua sendo, segundo explica Aragón, a opinião pública. “Há uma desconfiança e um aborrecimento da opinião pública com o Congresso e os congressistas - nenhum presidente quis levar a cabo a reforma porque é muito impopular. As pessoas não querem mais congressistas”, afirma Aragón. Mesmo assim, o governo de Vizcarra tentou recriar o sistema bicameral, enviando um projeto ao Congresso que previa a recriação do Senado. Quando o texto chegou ao parlamento, foi modificado pelos congressistas. As alterações feitas “desvirtuavam o espírito da reforma, na opinião de Vizcarra, e por isso não passou”, explica Aragón. Outras mudanças, entretanto, foram emplacadas: em dezembro de 2018, o país aprovou, por referendo, uma reforma que acabava com a reeleição para os parlamentares. Como o Congresso funciona na prática Ex-presidente do Peru, Martin Vizcarra, anunciou a dissolução do Congresso em 2019 em uma mensagem televisionada Renato Pajuelo / Andina / AFP O fato de o Congresso do Peru só ter uma câmara legislativa significa, na prática, que um projeto só precisa ser aprovado - ou não - por uma única casa antes de ir à sanção presidencial. O professor Jorge Aragón acredita que seria melhor para o país ter um sistema bicameral. “Como não temos duas câmaras, há certas coisas que não funcionam bem. Não temos uma segunda instância que possa revisar a qualidade das leis”, avalia. “Se tivéssemos duas Câmaras, poderíamos ter uma representação por partidos e uma representação territorial. Poderíamos organizar melhor o trabalho do Congresso - a Câmara Baixa [dos Deputados] poderia fazer algumas coisas e o Senado poderia fazer outras. Tudo isso simplesmente se perde quando não há um sistema bicameral”, explica. Por outro lado, o Peru não é o único país com esse sistema, lembra o professor de relações internacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV) em São Paulo Oliver Stuenkel. Venezuela, Equador, Portugal, Dinamarca e Nova Zelândia são outros exemplos de países que só têm uma Câmara legislativa. “Basicamente, todos os sistemas políticos são imperfeitos. Não dá pra dizer que um sistema é melhor que o outro - depende de muitos fatores, é ligado ao processo político do país. Não há uma decisão clara sobre qual sistema é superior ao outro”, avalia Stuenkel. "Com uma Câmara só, costuma-se tomar decisões mais rapidamente". Por outro lado, pondera, "ter as duas Câmaras aumenta a complexidade dos sistemas, mas, ao mesmo serve como mecanismo de freio -- limita a possibilidade de radicalização rápida porque, muitas vezes, há uma distribuição de poder que difere. É como no caso americano, em que o Senado é de maioria republicana e o Congresso, de maioria democrata”, avalia Stuenkel. Ele lembra, também, que o Senado, ao ser composto por uma representação territorial, acaba dando maior peso a regiões que têm menor população. Congresso, destituição e impeachment Para remover um presidente, a Constituição do Peru exige 87 votos, de um total de 130 deputados. Pela lei peruana, o presidente pode "dissolver o Congresso se este tiver censurado ou negado sua confiança a dois gabinetes". Dissolução do Congresso Antes de ser destituído do cargo e preso, o ex-presidente Pedro Castillo havia tentado dissolver o Congresso. Castillo respondia a um terceiro processo de impeachment na Casa. A Constituição do Peru prevê essa possibilidade no artigo 134: "O presidente da República tem o poder de dissolver o Congresso se este tiver censurado ou negado sua confiança a dois gabinetes", ou seja, Castillo se valeu dos outros dois processos de impeachment anteriores para tomar essa decisão. O mesmo artigo diz que o presidente é obrigado a convocar novas eleições em até 4 meses, sem fazer qualquer tipo de alteração no processo eleitoral. Em 2019, Martín Vizcarra, que era presidente na época, também dissolveu o Congresso e convocou novas eleições. Em 1992 o mesmo ocorreu durante a gestão de Alberto Fujimori, que posteriormente incluiu esse artigo na Constituição. Presidente e 'primeiro-ministro' Além do presidente, o Peru tem em seu governo uma figura rara na América Latina: uma espécie de premiê. Seu cargo oficialmente se chama "presidente do Conselho de Ministros" e, na prática, ele atua como chefe dos ministros, uma espécie de chefe de gabinete, segundo o professor Jorge Aragón. Algumas pessoas dizem que o sistema político peruano é "presidencial parlamentarizado", mas não é para tanto. "O 'primeiro-ministro' é como um aliado que o presidente tem. O sistema peruano é fortemente presidencial e tem a figura do premiê como coordenador dos ministros. Mas não mais que isso", explica.
Die erste Runde der Partien in der DFB-Pokalsaison ist ausgelost. Titelverteidiger FC Bayern München spielt gegen den Zweitliga-Aufsteiger Osnabrück. Der BVB wird auf den Hamburger Klub HEBC treffen.
Der Verein ist frisch gebackener Regionalligist – und kann sich trotzdem auf seine Fans verlassen. Die kommen in Scharen in den neuen Shop, der an einem ganz besonderen Ort im Terminal 2 ist.
Moradores revivem tradição iniciada na Copa de 2014 e pintam rua no Acre Enquanto a Seleção Brasileira se prepara para estrear na Copa do Mundo no próximo sábado (13), moradores de diferentes bairros de Rio Branco correm contra o tempo para concluir pinturas, pendurar bandeiras, colorir as casas e transformar ruas inteiras em cenários verde e amarelo. Uma das mobilizações ocorre na Travessa João Edimar, no bairro João Eduardo II, onde vizinhos se reuniram para dar continuidade a uma tradição iniciada durante o Mundial de 2014. Conhecido como Rua do Fuxico, o local deve ter cerca de 450 metros completamente personalizados para acompanhar os jogos da seleção. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Neste ano, a decoração da rua com cores do Brasil reúne diariamente entre 60 e 80 pessoas. A movimentação começa durante o dia e, muitas vezes, segue até a madrugada. O esforço coletivo já consumiu cerca de 450 litros de tinta, o equivalente a 15 latas de 30 litros cada, utilizados na pintura da rua. Ao g1, um dos coordenadores da iniciativa, Guilherme Tavares, de 21 anos, contou que a ideia para a edição deste ano surgiu de forma espontânea, durante uma conversa entre os próprios moradores. “Foi em uma roda de conversa. A gente decidiu meter a cara e fazer acontecer. Tem tanta gente ajudando, as crianças brincando, a vizinhança reunida. Está sendo maravilhoso”, afirmou. Trabalho coletivo reúne moradores de diferentes idades na preparação da Rua do Fuxico, em Rio Branco, para os jogos da Seleção Brasileira Cedida O apelido da rua também nasceu da convivência entre a vizinhança. “É somente um apelido que a gente inventou. Aqui sempre tem aquela galerinha reunida conversando, as senhoras observando o movimento e todo mundo acompanhando o que acontece na rua”, brincou o jovem. LEIA MAIS: Com verde e amarelo, artesã do Acre transforma paixão pelo crochê em coleção para a Copa Ação em parceria com a Rede Amazônica vai transmitir jogos da Copa do Mundo em telão no Acre Programação do 18º Circuito Junino de Rio Branco inclui transmissão dos jogos do Brasil na Copa do Mundo De acordo com Guilherme, não é raro encontrar moradores trabalhando até por volta das 2h para acelerar a conclusão da decoração. “É muito trabalhoso. A maior dificuldade é cortar os rolos de TNT porque são muitos. Mas a gente já começou sabendo que não seria fácil. No final é gratificante ver tudo pronto e nossas crianças brincando”, disse. Homenagem a goleiro acreano Entre os desenhos espalhados pela Rua do Fuxico, um dos que mais chama a atenção é a pintura do goleiro acreano Weverton, convocado para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026. Guilherme conta ainda que a arte foi produzida por Reginildo, ex-morador da rua que continua participando das ações comunitárias mesmo após deixar o bairro. O artista trabalha praticamente à mão livre. “Ele nasceu e cresceu aqui. Mesmo morando em outro lugar, continua fazendo parte da nossa comunidade. Ele pega um cabo de vassoura com carvão na ponta e faz os desenhos sem usar régua ou molde”, contou. Para os moradores, a homenagem representa o orgulho de ver um acreano defendendo as cores do Brasil no principal torneio do futebol mundial. “A comunidade se sente representada. É um acreano na Seleção Brasileira e isso é motivo de orgulho para todos nós”, afirmou. Pintura do goleiro acreano Weverton é um dos destaques da decoração preparada por moradores da Rua do Fuxico, em Rio Branco Reprodução/Instagram A expectativa é de que toda a vizinhança participe da programação preparada para os dias de jogos. Além da transmissão das partidas, os moradores planejam momentos de confraternização para reunir a comunidade. Além disso, o que começou como uma decoração para acompanhar a Copa, com início em 2014, acabou se transformando em algo maior. Desde 2018, os moradores organizam também arraiais comunitários, bingos beneficentes, comemorações do Dia das Crianças e outras ações voltadas à comunidade. Nos períodos de enchente, a mobilização ganhou um caráter ainda mais solidário. Os moradores chegaram a atuar na distribuição de ajuda para centenas de famílias afetadas pelas alagações. Tradição se repete em outro bairro A movimentação não acontece apenas no João Eduardo II. Na Rua São Pedro, no bairro Pista, também na região da Sobral, moradores entraram no clima da Copa e começaram a decorar a via para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira. Segundo a comunidade, a tradição é mantida há décadas e ganhou novo impulso a partir da Copa de 2014. Pinturas e bandeiras tomam conta da Rua São Pedro, em Rio Branco Rede Amazônica Atualmente, famílias inteiras participam da preparação, que inclui pinturas temáticas, bandeiras e mensagens de apoio ao Brasil. Entre os desenhos espalhados pela rua estão bandeiras brasileiras e frases que fazem referência ao sonho do hexacampeonato. O trabalho coletivo dos moradores das duas ruas gira em torno de um objetivo comum: torcer pela Seleção Brasileira. VÍDEOS: g1
Der Boom rund um die Künstliche Intelligenz (KI) bestimmt derzeit die Börsen. Selbst der jüngste Dax-Aufsteiger profitiert davon. Das eröffnet aber auch Gelegenheiten, sich in anderen Branchen zu bedienen.
Das Wahlprogramm der CDU für Mecklenburg-Vorpommern steht. Die Partei macht sich unter anderem für Bürokratieabbau und das Abschaffen von Gendersternchen in der öffentlichen Verwaltung stark. Der Spitzenkandidat kündigt einen Wahlkampf ohne Zorn und Angst an.