Indonesian govt offers premium Medina hotels to regular pilgrims
Indonesia said nearly 17,000 regular Hajj pilgrims would stay in four-star and five-star hotels in Medina, marking the ...
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Capitães-de-mastro e festeiros da Festa do Divino de 2027 Basílio Magno / TV Diário Os festeiros e capitães-de-mastro da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes de 2027 foram anunciados nesta quinta-feira (4), na missa de Corpus Christi na Catedral de Sant’Ana. O anúncio foi feito pelo bispo dom Pedro Luiz Stringhini. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp O casal de festeiros é Lisandro Leonardo da Silva Corrêa , de 55 anos, e Patrícia Aparecida do Espírito Santo Corrêa, de 56. Já os capitães-de-mastro são Rogério Madureira Costa, de 52 anos, e Valéria de Souza Costa, de 49. Em 2027, a festa será realizada de 6 e 16 de maio. Os dois casais são da paróquia São Maximiliano Kolbe, da região da Vila Lavínia. Os festeiros foram capitães-de-mastro da festa em 2025, quando João Pedro Mota foi o festeiro. Lisando e Patrícia são casados há 24 anos e moram no Jardim Universo. VEJA MAIS Agora no g1 Os dois começaram o namoro em 1998, por meio de uma amiga em comum. Juntos, eles são pais de Thiago do Espírito Santo Corrêa de 21 anos. Patrícia também é mãe de Bárbara do Espírito Santo Ferreira de 31 anos. Mogiana, a festeira é formada em ciências biológicas e em pedagogia. Já Lisandro é engenheiro civil e viveu até os 8 anos em Taubaté. Ele veio para Mogi das Cruzes quando o pai, policial militar, foi transferido para a cidade. Em 2026, a Festa do Divino teve como tema “Divino Espírito Santo, fazei de nós mensageiros da vossa Paz”. Os festeiros da edição de 2026 são Ricardo Medina Alvarez e Maria de Lourdes Pereira da Silva Medina. Os capitães-de-mastro são Maurício de Lima Ramos e Tavane Prado Rodrigues Ramos. LEIA MAIS ‘O Divino já vem no meu nome’, conta capitã-de-mastro da Festa do Divino de 2025 Tradição e devoção marcam o encerramento da Festa do Divino de Mogi das Cruzes 2026 Mesmo com chuva, Entrada dos Palmitos reúne fiéis e mantém tradição da Festa do Divino em Mogi das Cruzes Novos festeiros e capitães-de-mastro da Festa do Dvino de Mogi em 2027, foram anunciados pelo bispo dom Pedro Luiz Stringhini durante a missa de Corpus Christi na Catedral de Sant'Ana Dora Santos / Igreja Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê
Jairinho é condenado pela morte de Henry Borel; Monique recebe perdão por homicídio A decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros e extinguiu sua punição pelo homicídio culposo de Henry Borel será alvo de recurso da acusação. Após o fim do julgamento, o assistente de acusação Cristiano Medina afirmou que pretende pedir a anulação da decisão com base em uma mudança feita nos quesitos apresentados aos jurados durante a votação. Segundo ele, antes da reformulação, Monique teria sido condenada nos mesmos moldes atribuídos a Jairinho. Já o pai da criança, Leniel Borel, classificou o resultado como "a terceira morte de Henry" e afirmou que a decisão abre um precedente perigoso para casos de violência contra crianças. O promotor do caso, Fábio Vieira, explicou a mudança nos quesitos respondidos pelos jurados. Segundo ele, a mudança fez com que o homicídio doloso fosse desconsiderado para homicídio culposo (sem intenção de matar). "A Monique, numa primeira quesitação, foi responsável pela morte dolosa do Henry, então ela teria que ser condenada também pela morte dolosa. A defesa se insurgiu contra isso e a votação voltou”, explicou o promotor Fábio Vieira. “Na nossa visão não deveria ter voltado. Essa é uma outra questão, onde vai existir recurso e juridicamente isso vai ser resolvido” O julgamento da morte de Henry Borel terminou na madrugada desta quinta-feira (4) com a condenação do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo. Já Monique Medeiros teve a acusação de homicídio doloso desclassificada para homicídio culposo, recebeu perdão judicial e foi condenada apenas por omissão em relação à tortura sofrida pelo filho, com pena de 1 ano e 4 meses de detenção, considerada já cumprida pela juíza Elizabeth Machado Louro. A decisão provocou reações imediatas tanto da acusação quanto das defesas. Logo após a leitura da sentença, o pai de Henry, Leniel Borel, afirmou que a decisão relativa a Monique representou uma nova violência contra a memória do filho. "E agora venho para vocês falar que mataram o meu filho pela terceira vez. O que foi falado ali agora é que a misoginia matou o Henry. O Henry representa essas milhares de crianças que são vítimas todo dia e, por causa de decisões como essa, se abre precedente para outras mães, genitoras, que possam matar os seus filhos, que possam permitir que seus filhos sejam mortos", declarou Leniel. Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, usava uma camiseta com fotos do filho Jornal Nacional/ Reprodução Acusação promete recorrer Também após o julgamento, o advogado Cristiano Medina, assistente de acusação que atuou ao lado do Ministério Público, classificou a decisão envolvendo Monique como uma "aberração jurídica" e afirmou que irá recorrer ao Tribunal de Justiça do Rio. Segundo ele, a defesa da família de Henry buscará a anulação da parte da sentença que beneficiou a mãe do menino. "Vamos recorrer e vamos anular esse júri", afirmou. Durante a leitura da sentença, a juíza Elizabeth Machado Louro concedeu perdão judicial a Monique pelo homicídio culposo e afirmou que a professora foi alvo de uma reação social "desproporcional e desmesurada" ao longo dos últimos cinco anos. A magistrada também declarou que a ré sofreu um julgamento influenciado por preconceitos de gênero e sustentou que, em situação semelhante, um pai provavelmente sequer teria sido processado. Defesa de Jairinho também fala em nulidade A reação à sentença não ficou restrita à acusação. A defesa de Jairinho anunciou que também pretende questionar judicialmente o resultado do julgamento. Os advogados do ex-vereador sustentam que as provas produzidas ao longo do processo não justificavam a condenação do réu e afirmaram que pedirão a nulidade do júri. "No decorrer do julgamento, o Jairinho deveria ter sido absolvido", afirmou a defesa. Durante os dez dias de julgamento, os advogados de Jairinho defenderam a tese de que Henry não morreu em decorrência de agressões praticadas pelo ex-vereador. A banca sustentou que as lesões poderiam ter sido causadas por um acidente anterior à morte da criança e questionou os laudos periciais produzidos durante a investigação. Apesar da tese defensiva, os jurados reconheceram a responsabilidade de Jairinho pela morte de Henry e o condenaram por homicídio duplamente qualificado, além de um episódio de tortura e do crime de coação no curso do processo. Com a sentença, o ex-vereador permanecerá preso. Já Monique teve a pena declarada cumprida e recebeu alvará de soltura ao fim do julgamento. Henry Borel Jornal Nacional/ Reprodução Relembre o crime Henry Borel morreu em 8 de março de 2021, aos 4 anos de idade. No dia anterior, ele havia sido entregue pelo pai, Leniel Borel, a Monique, no apartamento onde ela morava com Jairinho, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. Horas depois, na madrugada do dia 8, o então casal levou o garoto ao Hospital Barra D’Or. Eles alegaram que ele tinha “caído da cama” e não estava respirando. Mas Henry já estava sem vida. Dr. Jairinho e Monique Medeiros, em fotos feitas no ingresso do casal no sistema penitenciário Reprodução Um laudo daquele dia informava que a causa da morte foi hemorragia interna e laceração hepática causada por uma ação contundente — o fígado do menino se rompeu após uma pancada. À época, peritos ouvidos a TV Globo disseram que, pelo exame de necropsia, era possível afirmar que Henry morreu por uma ação violenta. A reconstituição simulada daquela noite apontou 23 lesões por ação violenta e descartou qualquer possibilidade de acidente doméstico. A polícia afirma que o menino morreu por conta das agressões de Jairinho e pela omissão de Monique. “Houve um homicídio por espancamento”, declarou ao Tribunal do Júri perito Luiz Carlos Leal Prestes, responsável por examinar o corpo do menino. “Esse menor chegou sem vida a esse hospital. A multiplicidade de lesões em sítios diferentes fez com que, inequivocamente, se concluísse que essa criança foi agredida e por isso houve a hemorragia interna”, detalhou. Casal preso Exatamente 1 mês depois da morte de Henry, em 8 abril de 2021, Jairinho e Monique foram presos. A linha investigativa, naquele momento, já estava consolidada em torno de homicídio e tortura, e não de acidente doméstico. Jairinho está preso desde então; Monique chegou a ser solta 2 vezes, mas voltou para a cadeia.
Julgamento do caso Henry Borel A fase de debates do julgamento de Jairinho e Monique Medeiros foi marcada nesta quarta-feira (3) pela exibição de um vídeo produzido pela assistência de acusação com imagens de Henry Borel ao longo da infância. Durante a apresentação do material aos jurados, o pai do menino, Leniel Borel, chorou e, em um momento de emoção, xingou Monique Medeiros na plateia do Tribunal do Júri. "Desgraçada", disse Leniel. O vídeo, com 5 minutos e 47 segundos de duração, foi exibido pelo advogado Cristiano Medina, assistente de acusação que atua ao lado do Ministério Público. O material reuniu imagens de Henry ainda bebê, registros da convivência da criança com familiares, momentos de lazer e trechos de reportagens exibidas após a morte do menino. Leniel Borel, pai de Henry Tomaz Silva/Agência Brasil Em um dos momentos de maior impacto emocional, o vídeo mostrou imagens de Henry pouco antes de sua morte e registros produzidos durante a investigação do caso. Em uma das imagens, o júri viu Henry morto, deitado na maca do IML, após realização de exames para perícia. Enquanto as imagens eram exibidas aos jurados, Leniel chorou de forma intensa no plenário. A apresentação do vídeo ocorreu durante a sustentação da acusação, que tenta convencer os jurados de que Henry foi vítima de agressões praticadas dentro do apartamento onde vivia com a mãe e o então padrasto. Monique mudou estratégia após ser presa Antes da exibição do vídeo, o promotor Fábio Vieira dedicou parte de sua argumentação à conduta de Monique Medeiros após a morte do filho. Segundo ele, a mãe de Henry passou a sustentar a versão de que era vítima de manipulação por parte de Jairinho apenas depois de ser presa. De acordo com o promotor, Monique deixou de comunicar suspeitas de agressões contra o filho em diversos momentos anteriores à investigação criminal. "Ela não se importou com o filho dela, ela deu o filho para os leões, ela deu para os lobos, ela deu para o inimigo daquela criança", afirmou. Vieira relembrou aos jurados que, segundo a acusação, Monique não relatou episódios de violência à psicóloga que acompanhava Henry, aos médicos que participaram do atendimento da criança no Hospital Barra D'Or nem aos policiais responsáveis pela investigação do caso. O promotor também voltou a citar o episódio ocorrido em 12 de fevereiro de 2021, quando a babá Thayná teria informado Monique sobre uma situação envolvendo Henry e Jairinho dentro do apartamento. "Não há dúvida alguma que o Henry chegou morto ao hospital, que ele foi agredido dentro do apartamento e que Monique sabia de todas as torturas. A babá comunicou a Monique sobre o dia 12. No momento em que o garoto entrou no quarto, fizeram uma chamada de vídeo. O garoto disse: "mamãe, vem pra casa", declarou. Segundo o Ministério Público, Monique ignorou sucessivos sinais de que o filho estaria sendo vítima de agressões. "Monique minimizou aqueles atos. Minimizou para a mãe, para o irmão. A Monique acobertou o Jairo em todos os atos de tortura", afirmou o promotor. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A acusação também sustentou que Monique permaneceu ao lado de Jairinho mesmo após a morte de Henry e argumentou que a mudança na versão apresentada pela ré ocorreu somente após a prisão do casal. "Ela continuou com o Jairo até um divisor de águas. O divisor de águas foi a prisão", disse Cristiano Medina. O julgamento entrou nesta quarta-feira na fase final, quando acusação e defesa apresentam suas últimas argumentações aos jurados antes da votação que definirá o destino de Jairinho e Monique Medeiros.
Jairinho e Monique no banco dos réus Reprodução/TV Globo O assistente de acusação no julgamento da morte do menino Henry Borel, Cristiano Medina, afirmou que considera falsa a tese da defesa de Monique Medeiros, mãe da criança, de que ela estaria sendo manipulada pelo ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho. Ele disse acreditar na condenação do ex-casal pela morte do menino, em declarações feitas na manhã desta quarta-feira (3), antes do 10º dia de julgamento do caso. Segundo Medina, uma mãe não permaneceria ao lado de alguém apontado como responsável pela morte do próprio filho. “Tenho plena convicção de que ambos serão condenados, porque há provas que demonstram que Jairo torturou a criança e que Monique tinha conhecimento desses atos de tortura”, declarou. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Planos de casamento Julgamento do caso Henry Borel entra no oitavo dia Medina também destacou que, de acordo com os autos, Monique teria feito planos de casamento com Jairinho mesmo após a morte de Henry, o que, na visão da acusação, enfraquece a versão apresentada pela defesa. Segundo ele, ambos devem ser condenados por agredirem Henry e por falharem no dever de proteger a criança. “Hoje eu vou demonstrar que, tecnicamente, Henry sofreu as lesões no período em que estava com o casal — ao longo de oito horas — e que acabou morrendo antes de chegar ao hospital”, afirmou o advogado. Sobre o desfecho do julgamento, Cristiano Medina avaliou que a sentença pode ser anunciada ainda nesta quarta-feira, mas ponderou que o prazo pode se estender, devido à longa fase de debates e aos diversos pontos que ainda precisam ser esclarecidos aos jurados. Ele também lembrou que o júri pode solicitar intervalos, o que pode adiar a decisão para a manhã de quinta-feira (4). Fase de debates Henry Borel Jornal Nacional/ Reprodução Na fase de debates, o Ministério Público e os assistentes de acusação terão 2h30 para apresentar aos jurados suas teses sobre o caso. As defesas também terão um período igual para sustentar seus argumentos. Como há dois réus, Jairinho e Monique Medeiros, os advogados precisarão dividir esse tempo entre as duas bancas de defesa. Depois das sustentações iniciais, a acusação poderá fazer uma réplica, com duração de até 2h. Em seguida, as defesas terão direito à tréplica, também de até duas horas (1h para cada réu). Somadas todas as manifestações, a fase de debates pode ultrapassar 9 horas e se estender por grande parte de um dia de julgamento. Depois do debate, os sete jurados do Conselho de Sentença responderão quesitos sobre materialidade e autoria dos crimes. Os quesitos são formulados de forma distinta para cada um dos réus. A decisão é tomada por maioria de votos. Quando a votação for concluída, a juíza Elizabeth Machado Louro chamará todas as partes e vai proferir a sentença, estabelecendo a dosimetria das penas. O que disseram Monique e Jairinho Tribunal ouve mais testemunhas do caso Henry Borel Marcos Porto/Agência O Dia/Estadão Conteúdo Após nove dias de depoimentos de testemunhas de acusação e defesa, Monique Medeiros e Jairinho foram ouvidos pelo Tribunal do Júri em interrogatórios que ocuparam praticamente toda a reta final da fase de instrução do julgamento. Monique prestou depoimento por cerca de sete horas e afirmou que hoje acredita que Jairinho foi o responsável pelas agressões que resultaram na morte de Henry. A mãe do menino sustentou que viveu um relacionamento marcado por manipulação psicológica e disse que ignorou sinais de violência contra o filho porque confiava no então companheiro. Em um dos momentos mais marcantes do interrogatório, Monique afirmou que mudou sua compreensão sobre o caso ao longo dos anos de investigação. "Hoje eu creio que foi o Jairo", disse Monique. A ré também relatou episódios que, segundo ela, passaram a fazer sentido apenas após a morte de Henry, incluindo relatos do filho sobre "abraços fortes", mudanças de comportamento da criança e situações que teriam sido minimizadas por ela na época. Já Jairinho dedicou grande parte de seu interrogatório, que começou às 17h e foi até meia noite, a negar qualquer agressão contra Henry e a contestar os principais elementos apresentados pela acusação ao longo do julgamento. O ex-vereador afirmou que as acusações feitas por ex-companheiras e por testemunhas do processo são baseadas em interpretações equivocadas e negou ter praticado violência contra mulheres ou crianças. "Tudo que começaram a falar de mim, tudo é especulação. Não tem nada", disse Jairinho. Ao comentar o episódio de 12 de fevereiro de 2021, apontado pela acusação como uma das agressões sofridas por Henry antes da morte, Jairinho afirmou que nunca machucou a criança e questionou a interpretação dada pela babá Thayná aos acontecimentos daquele dia. "Eu não fiz isso com o Henry", afirmou. O ex-vereador também apresentou aos jurados sua versão sobre a madrugada de 8 de março de 2021. Segundo ele, Henry já havia chegado ao apartamento passando mal, com episódios de vômito e dificuldade para dormir. Jairinho afirmou que acreditou inicialmente que o menino estivesse engasgado ou sofrendo uma bronco aspiração e que, por isso, decidiu levá-lo imediatamente ao Hospital Barra D'Or. "Se fosse meu filho, e eu estava ali como se fosse meu filho, eu faria a mesma coisa. Eu levaria para o hospital." Durante o interrogatório, Jairinho ainda contestou a tese de que tentou impedir o encaminhamento do corpo de Henry ao Instituto Médico-Legal (IML), negou ter cometido agressões contra a criança e sustentou que os ferimentos apontados pela acusação não foram causados por ele. Os interrogatórios evidenciaram o conflito entre as versões dos dois réus. Enquanto Monique atribuiu a Jairinho a responsabilidade pelas agressões que levaram à morte do filho, o ex-vereador negou qualquer participação no crime e afirmou ser vítima de acusações falsas. As teses serão retomadas pelas partes nos debates finais do júri, etapa que antecede a votação dos jurados. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
Venezuelan migrant Jose Medina was found with a knife while behind bars after allegedly gunning down Sheridan Gorman, 18, as her father blames the 'broken' system.
Authorities found a knife on the illegal immigrant accused of killing Loyola University freshman Sheridan Gorman, while he was locked up in jail, according to the Chicago Sun-Times. Jose Medina, an illegal immigrant from Venezuela, allegedly fatally shot Gorman in the early morning hours of March 19 while she was walking with her friends in ...
Saudia signs a codeshare deal with Myanmar International Airlines, linking Jeddah and Medina to Yangon via Bangkok, Singapore, Kuala Lumpur and Dubai on a single itinerary.
O g1 Grande Minas reúne as cinco notícias mais lidas nos últimos sete dias para você encerrar a semana bem informado. Acidente com nove mortos na BR-251, descoberta de plantação com cerca de 30 mil pés de maconha e a prisão de um homem nu que danificou um carro estão entre os assuntos mais buscados pelos internautas. Veja os destaques Nove pessoas morrem em acidente entre ônibus e carreta na BR-251 Ônibus e carreta pegam fogo após batida na BR-251 deixando mortos e feridos no Norte de MG Um acidente entre um ônibus e uma carreta deixou nove pessoas mortas na BR-251 em Santa Cruz de Salinas. Após a colisão, os veículos pegaram fogo e as vítimas morreram carbonizadas. Inicialmente, a informação era de que oito pessoas haviam morrido na tragédia, mas dois dias depois a nona morte foi confirmada depois que a polícia encontrou uma ossada carbonizada nas ferragens do ônibus. Nove pessoas ficaram feridas e foram levadas para hospitais de Pedra Azul e Taiobeiras. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Belo Horizonte para serem identificados. Alerta de transportadora ajuda PM a evitar o roubo da carga de caminhão em Curvelo Caminhão localizado pela PM Polícia Militar O alerta de uma transportadora ajudou a Polícia Militar a evitar o roubo da carga de um caminhão em Curvelo. Segundo as informações divulgadas pela PM, a empresa identificou uma irregularidade na rota do veículo, que transportava mercadorias saídas de Cajamar (SP) com destino a Vitória da Conquista (BA). De acordo com os levantamentos, o motorista, de 44 anos, estacionou às margens da BR-135 para descansar. Em seguida, foi abordado por quatro pessoas encapuzadas e armadas, com instrumentos perfurocortantes. O condutor foi rendido e obrigado a permanecer no caminhão enquanto os criminosos faziam o transbordo da carga. Para pegar as mercadorias, eles levaram o veículo até uma estrada vicinal. Ao notar a suspeita, a central de segurança da empresa bloqueou o veículo remotamente e acionou a PM. 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp Plantação com cerca de 30 mil pés de maconha é descoberta durante buscas por vítimas de sequestro Plantação de maconha foi encontrada em Virgem da Lapa Montagem/g1 Uma plantação com cerca de 30 mil pés de maconha foi descoberta durante uma ação conjunta das polícias Civil e Militar na zona rural de Virgem da Lapa. Três homens, de 31 e 42 anos, foram presos em flagrante. Segundo a Polícia Civil, as equipes realizavam diligências na região relacionadas ao sequestro ocorrido em Coronel Murta quando encontraram um imóvel improvisado em uma fazenda. Ao perceber a presença da polícia, um dos homens tentou fugir, o que levantou suspeitas sobre o local. Durante as buscas, os policiais encontraram os pés de maconha plantados em uma área de mata onde havia barracas usadas pelos envolvidos. Homem mata companheira a facadas e morre após bater carro de frente com caminhão na BR-116 Homem matou a esposa e morreu após bater em um caminhão na BR-116 Redes sociais Uma mulher foi assassinada com golpes de faca pelo companheiro dentro de casa, em Medina, no Vale do Jequitinhonha. Após o crime, o suspeito morreu em um acidente de trânsito na BR-116, e a suspeita é de que ele tenha cometido suicídio. Uma equipe da Polícia Militar foi até a residência do casal após receber informações de que havia ocorrido um feminicídio. Ao chegar ao local, os militares encontraram a vítima ferida na área interna da casa. Uma equipe do Samu foi acionada e constatou o óbito. O local foi isolado até a chegada da perícia da Polícia Civil, que confirmou que a vítima apresentava 27 perfurações nas mãos, braços, barriga, costas, pescoço e cabeça. Homem nu é flagrado danificando carro em avenida de Montes Claros Vídeo mostra homem nu danificando carro em Montes Claros Um vídeo (veja acima) que circula nas redes sociais mostra um homem sem roupas danificando um carro em Montes Claros, no Norte de Minas. A Polícia Militar foi acionada após o homem ser flagrado pulando sobre o veículo. Quando os policiais chegaram ao local, ele apresentava sinais visíveis de embriaguez, como fala desconexa, desorientação e andar cambaleante. Segundo a PM, o homem relatou que teria sido convidado por uma mulher para namorar dentro de um carro e, posteriormente, teria sido retirado do veículo sem as roupas. Ainda de acordo com o relato, a mulher deixou o local dirigindo o automóvel. O suspeito contou ainda que subiu em cima de um carro estacionado nas proximidades por acreditar que seria o mesmo veículo utilizado pela mulher. Conforme a polícia, ele pulou sobre o teto e o capô, causando danos e amassamentos. Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Grande Minas.
Police say Venezuelan migrant Jose Medina, charged in the shooting death of Loyola student Sheridan Gorman, was caught with a weapon in jail.
Homem morre eletrocutado no extremo sul da Bahia Um eletricista morreu após receber uma descarga elétrica enquanto trabalhava no reparo de um poste de energia na cidade de Ibirapuã, no extremo sul da Bahia. Segundo informações da Polícia Militar (PM), o caso aconteceu na terça-feira (26), na Vila Juazeiro. A vítima foi identificada como João André da Costa Amaral, de 27 anos. Após receber a descarga elétrica, ele chegou a ficar preso ao poste por um cinto de segurança. Um colega de trabalho do eletricista precisou cortar o equipamento para que os primeiros socorros fossem realizados. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Conforme informações apuradas pela TV Santa Cruz, afiliada da TV Bahia na região, o eletricista usava Equipamentos de Proteção Individual (EPI) durante o serviço. Homem morre após receber descarga elétrica enquanto fazia reparo em poste na Bahia Reprodução/TV Santa Cruz João André da Costa Amaral era servidor da Prefeitura de Ibirapuã, que publicou uma nota lamentando o falecimento do profissional. "A prefeitura lamenta profundamente a perda e segue prestando toda a assistência necessária à família, além de acompanhar a apuração dos fatos", afirmaram. Ainda conforme informações apuradas pela TV Santa Cruz, o homem era natural da cidade de Medina, no estado de Minas Gerais. O corpo dele já foi liberado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e encaminhado para o estado. Não há detalhes sobre o velório e sepultamento da vítima. LEIA TAMBÉM: Foragido suspeito de seis homicídios em Alagoas é preso em Salvador Suspeito de tráfico de drogas é preso durante operação contra grupo investigado por homicídios, sequestro e outros crimes na Bahia Policial militar morre após batida entre motocicleta e caminhão na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
В 1991 году украинский искусствовед, историк искусства и куратор Константин Акинша вместе с российским коллегой Григорием Козловым опубликовал нашумевшее на весь мир расследование о том, что крупные советские музеи прячут в своих хранилищах сотни тысяч предметов искусства, вывезенных СССР из Европы после окончания Второй мировой войны. Акинша и Козлов верили, что перестроечная страна возьмет курс на международное сотрудничество и вернет артефакты. Вместо этого в 1990-е Россия национализировала их и сделала частью культа Победы, который, в свою очередь, стал одним из идеологических оснований войны в Украине. Сегодня Акинша занимается спасением украинского искусства от российской агрессии и активно участвует в протестной деятельности: например, он был среди тех, кто помогал создавать открытое письмо и организовывал акции против участия России в Венецианской биеннале. Егор Мостовщиков встретился с Акиншей, чтобы обсудить внутреннюю и международную российскую культурную политику, скандалы в Венеции и влияние войны на украинскую культуру. Константин Акинша. Фото: Rolf Vennenbernd / dpa / Alamy Live News / Vida Press. «Буттафуоко оказался Трампом биеннале» — Биеннале в Венеции идет до конца ноября, но главные скандалы на нём уже, кажется, случились. Как вам кажется, что вся эта история с участием России рассказывает о происходящем в мире? — Это историческая Биеннале — я такой в своей жизни не припомню. И всё только начинается. Сейчас решается, будет ли Еврокомиссия проводить расследование участия России в Биеннале. Если будет, то они пошлют проверку в Италию, и я никому такого не пожелаю — это очень противный процесс. Нужно будет сдавать все имейлы, все контакты, проверять телефоны, кто, кому и как звонил, проверять каждую визу, выписанную итальянским посольством в Москве. И добром это не кончится, могу сказать точно. А в таком случае вопрос в том, будет ли это институциональная ответственность или персональная — президента биеннале Пьетранджело Буттафуоко. Первое может привести к долгосрочному окончанию финансирования биеннале Евросоюзом и многомиллионным штрафам. Второе — либо штраф, либо тюремное заключение по закону о нарушении санкций. Ну а приезд России знаменателен тем, что России на биеннале вообще быть не должно было. Понятно, что биеннале, как и все старые институции, наполовину дышит на ладан. И понятно, об этом все уже высказались, что национальная презентация себя изжила, но ведь ее никто пока отменять не собирался. И биеннале так бы и шла себе шатко-валко, но Буттафуоко обострил этот кризис, пригласив поучаствовать Израиль, Россию и Иран. „ И взорвал ситуацию — прямо как всё, что сейчас происходит в мире, в политике, во всех странах. Он оказался таким Трампом биеннале, самовлюбленным нарциссом, делающим спрятанный под белилами и румянами кризис, на который никто не обращал внимания, абсолютно очевидным. Перформанс «Дерево укоренено в небе» в павильоне России на Венецианской биеннале, Италия, 6 мая 2026 года. Фото: Вера Щербакова / ТАСС / Profimedia. — А зачем ему было приглашать Россию? — Я думаю, что всё это делалось только с одной целью: Буттафуоко хотелось войти в историю путем возвращения на Венецианскую биеннале Исламской республики Иран, отсутствовавшей там с 1979 года. Я сейчас изучаю объемное литературное наследие Буттафуоко. Он в Италии считается интеллектуалом, и это кич: если бы он эти книги написал в США или Великобритании, Германии и Франции, его сожгли бы на костре. Он настоящий фашист, который вдобавок принял ислам. В России он бы попал под статью об оправдании фашизма. Буттафуоко много раз бывал в Иране, любит эту страну, писал про то, как Запад ее не понимает. Ему, конечно, хотелось отметиться, но понятно, что один Иран приглашать было нельзя, поэтому надо было его, как говорят в Одессе, обрамить. Понятно, к израильтянам у него особой симпатии нет, хотя он, судя по всему, не антисемит, но вот к русским у него глубочайшая симпатия. Он певец мистической русской культуры, русской души и ее настоящей консервативности, глубокой религиозности и страстного бессребреничества, где чувства и материальные ценности вообще не интересуют. Поэтому он всех троих и пригласил. Но с Ираном не сложилось — Трамп испортил ему праздник, и они не приехали. Тут еще важно, что эта история создала кризис для [итальянской премьерки] Джорджии Мелони, тоже откровенной фашистки, которая и назначила Буттафуоко. Нынешний министр обороны Италии взял в свои руки внешнюю политику и расставил для нее красные линии: Украину не трогать, НАТО не трогать, Евросоюз не трогать, а вот культура его мало интересовала. И поэтому она направила туда таких людей, как Буттафуоко. Теперь, я думаю, Мелони проклинает это решение: надо было брать какого-то прагматичного бюрократа, без творческих залетов. — Как вам кажется, для чего этот павильон был нужен самой России? — У меня самого такой же вопрос. Непонятно. Какой вообще был расчет? Что никто не будет на это реагировать и всё будет прекрасно? До меня доходят слухи, не уверен, что обоснованные, что Сергей Кириенко, замглавы администрации Путина, был абсолютно против этого начинания. Кому это надо? Сидите дома! Понятно, что художественная общественность, которая, зажав руками рот, сидит в Москве, прекрасно понимает, что к искусству это никакого отношения не имеет. Порадовать отечественную публику этими новостями? Трудящимся до этого дела никакого нет: их больше интересует всё-таки блокировка телеграма. На выходе для России из этого получилась пропагандистская акция для внутреннего пользования. Почитать русские газеты, так там пишут, что они победили западный империализм, показали великую русскую культуру во всей ее широте, а им противостояли всякие ужасные гримасы этих подонков в лице Pussy Riot, отрабатывающих свои деньги и свои печеньки. А вот они, кстати, надо сказать, как раз остались в полном выигрыше — они биеннале апроприировали: нет большой газеты в мире, которая не опубликовала фотографии их протеста. Но никто доброго слова не написал о самом павильоне. Активистки движений Pussy Riot и Femen во время сидячей акции протеста у павильона России на Венецианской биеннале, Италия, 6 мая 2026 года. Фото: Matteo Chinellato / IPA / Sipa USA / Vida Press. — В организации приезда России в том числе участвовал бывший министр культуры Михаил Швыдкой, его голос было слышно громче всех. Какую роль он играл? — Действительно, зачем старому, коррумпированному чиновнику, который не имеет никакого отношения к современному искусству, это дело? Он разрабатывал концепцию и думаю, делал это не бесплатно. А вот то, что он пошел в международную прессу и давал комментарии про участие России, было ошибкой, потому что именно это и стало детонатором всей этой истории. Если бы не эти комментарии, все бы узнали про участие России в последнюю минуту, а так — успели консолидироваться, подготовиться и выступить против. — Швыдкой в этих комментариях говорил, что культура и искусство вне политики, но даже организаторы павильона не верят в эту мысль. — С теперешней российской политикой и культурой, которую мы видели сейчас на выставке «Русский императив», им надо какую-то мину при плохой игре показывать. Потому и придумали «культуру вне политики» — иначе у Буттафуоко не было бы никаких вообще шансов уворачиваться. И даже израильтяне подхватили эту песню: их комиссар тоже заговорил, что культура вне политики. Про организацию приезда еще важный момент — Россия под санкциями и не может ничего привезти: никакого искусства, никаких инсталляций, потому что никакая транспортная контора с ними работать не будет. Они не могут обеспечить охрану, они не могут нанять итальянскую девочку-студентку, чтобы сидеть в этом павильоне, потому что всё это заблокировано санкциями. Потому они и приехали с этими песнями и плясками. Они купили где-то в Венеции цветы и пень у флориста и сели петь песни. И закрылись они сразу же перед открытием, потому что больше денег не было. Они могут с собой разве что привезти наличными, до 10 000 евро, не декларируя. Поэтому когда говорят, что у России свой павильон и она может делать всё, что хочет, — может, но для этого надо не быть под санкциями. У них не хватило сил даже на то, чтобы привезти средней либеральности художников из «оппозиции его величества»: с дулей в кармане, с языком в щеке. Это всё-таки не Советский Союз, где был большой выбор таких художников. — Вы участвовали в раскручивания открытого письма на Change.org против приезда России, которое набрало более 10 тысяч подписей, посетили большую часть протестных акций на Биеннале и плотно коммуницировали с их организаторами. Какое у вас от них осталось впечатление? — Действительно, протестов оказалось больше, чем кто-либо ожидал, и большинство из этих протестов оказались довольно-таки творческими и красочными. Были даже индивидуальные бесконечные протесты под этим павильоном. Я не уверен, что я знаю обо всех, потому что я нахожу упоминания в прессе новых, о которых я был абсолютно не осведомлен и их не видел. Приезд России пробудил творческую интеллигенцию, и так и оно должно быть. Нельзя срежиссировать протесты такого объема — они режиссируют себя сами. И насколько я понимаю, это не конец: другие группы хотят продолжить эти протесты, чтобы как-то напоминать про происходящее во время самой Биеннале. Посетители на открытии выставки украинского авангарда в Музее Тиссена-Борнемисы в Мадриде, 29 ноября 2022 года. Фото: Juan Medina / Reuters / Scanpix / LETA. — При всём шуме в прессе у меня сложилось ощущение, что на выходе протест против участия Израиля оказался более эффективным: на второй день предоткрытия 20 павильонов вообще отказались открываться. Так ли это? — Конечно! Потому что сердце левых трудящихся принадлежит палестинскому делу, и им волей-неволей пришлось солидаризироваться. Это как бы общий флаг левого движения. Должен сделать комплимент: антироссийский протест ни разу не вылился в насилие, а пропалестинский — вылился, потому в Венецию приехали люди, которые к биеннале вообще никакого отношения не имели, чтобы помочиться с полицией. На мой взгляд, лучшая идея была России сдать свой павильон Израилю. Два в одном! «Война принесла огромную пользу украинской культуре, потому что она проснулась» — Если отойти от биеннале и посмотреть на внутреннюю и внешнюю политику России, становится очевидно, что культура — как раз один из главных инструментов Кремля. В войне в Украине культурная политика тоже играет ключевую роль — во что это, по вашим наблюдениям, выливается? — Россия вообще, пожалуй, самая культуроцентричная страна в мире. Даже французские друзья, которые очень любят культуру, не сравнятся, а британцы, американцы и даже немцы уже век не говорят о величии своей культуры. И я не про положительную культуроцентричность, а о всосанном с молоком матери, вбитом в голову представлении о том, что есть некая великая русская культура. Путин добился удивительной вещи и с помощью уравнения и апроприации выстроил модель, заложенную еще в ельцинские времена, в которой культура потеряла всякий смысл и получила единое значение. Всё — прекрасное, и всё — великое. Перед войной поставили памятник Калашникову и почти поставили памятник Сахарову. „ Шаламов прекрасен и Фадеев прекрасен. Малевич прекрасен и академик Герасимов прекрасен. Соцреализм вперемешку с авангардом. Сейчас всё в России определяется словом «культура», а не тем, о чём эта культура. И в Украине Россия нанесла огромный урон культуре: разрушением институций и архитектурных памятников, разграблением музеев. Самые крупные потери — это опустошенные музеи Херсона, а Харьковский Дворец культуры «Железнодорожник» — одна из самых трагических потерь в модернистской архитектуре. От интерьеров и впечатляющих панно Лансере не осталось ни следа. И это, конечно, удивительно — не утихают русские крики о том, как в Украине уничтожают советское и русское прошлое, и тут же они сами самое ценное из этого прошлого и уничтожают. Без всяких сантиментов и даже оправданий уже не ищут — раньше хотя бы говорили, что всё неправда и они наносят точечные удары. А сейчас и этого нет. Никто не заморачивается, всем плевать, никого это не волнует. И при этом — абсолютный когнитивный диссонанс: потом занимаются восстановлением на оккупированных территориях советских памятников. Я не понимаю, как это укладывается в голове: Ильича не любим, но памятники ему обратно поставим. Пожарные на развалинах Дворца культуры, разрушенного в результате российского ракетного удара по Харькову, Украина, 18 августа 2022 года. Фото: Sergey Bobok / AFP / Scanpix / LETA. Тут еще надо отметить, что русская агрессия в Украине доказала, что международные законы ничего не стоят, даже бумаги, на которой они написаны. Все эти конвенции ЮНЕСКО — Россию невозможно из ЮНЕСКО изгнать, потому что китайские и индийские товарищи никогда этого не допустят. — Какой эффект война оказала на украинскую культуру? — Она сыграла двойную роль. С одной стороны, уничтожения; с другой — и это драматично, — но эта война принесла огромную пользу украинской культуре, потому что украинская культура проснулась. Эта война полностью изменила место и роль Украины в мире. Ну разве можно было себе представить за год до войны, что президент Зеленский будет открывать ногами двери в кабинеты всех президентов Европы и ругаться с Трампом? Можно ли было себе представить, что украинские выставки будут проходить по всему периметру европейских музеев? Нельзя. И поколению молодых художников, которые теперь находят свое место в международной культуре, это тоже дало довольно сильный импульс. За последние 10 лет до войны было полторы международной выставки с украинским участием, а сейчас украинские музейные работники проехали всю Европу, учатся, получают опыт в европейских музеях. Объем всего этого трудно себе представить — тогда как русские, наоборот, забывают, как международное культурное сообщество вообще функционирует. Когда только началась эта волна уничтожения украинских музеев, мой приятель сделал довольно интересное замечание: «Такое впечатление, что население Европы узнало о том, что у Украины есть музеи, только благодаря тому, что началась эта война». И в каком-то смысле это правда. Или вот количество переводов украинской литературы на иностранные языки увеличилось за четыре года в сто раз. Война мобилизовала и вдохновила украинскую интеллигенцию, всё это стало возможно благодаря войне. Хотя, конечно же, лучше было бы, если бы это произошло каким-то другим путем. «Музеи на оккупированных территориях стали отличным инструментом для администрации Путина» — Вы принимали активное участие в эвакуации культурных ценностей и организации украинских выставок за границей после начала полномасштабного вторжения. Расскажите, пожалуйста, об этом. — Перед войной эвакуацией у нас никто не занимался, и на официальном уровне об этом не было даже разговора. Официальная тогдашняя позиция президента Зеленского и его кабинета заключалась в том, что войны не будет. Когда американцы кричали каждый день: «Завтра война», он поехал кататься на лыжах в Карпатах, чтобы успокоить население. Музейные работники кричали, писали в министерство культуры истерические письма, требовали протоколы эвакуации, а оно абсолютно тупо говорило, что ничего не произойдет. А потом всё произошло, и поэтому были утрачены южные музеи. Если бы только вовремя эвакуировали Мариуполь, Мелитополь, Херсон! Я за две недели до начала войны опубликовал статью в Wall Street Journal, пытаясь призвать украинские власти предпринять какие-либо шаги, но мои молитвы тоже остались не услышанными. А потом уже с трудом, со слезами, научились. А когда русские дошли до окраин Киева, я с директором Национального художественного музея организовал вывоз украинского модернизма в Европу — в виде выставки. Я давно планировал ее сделать, еще до 2018 года, предлагал ее в Европе, но мне говорили — вы что, это же национализм, и это у вас русский авангард. Большой немецкий музей сказал мне, что выставка отличная, но они сотрудничают с крупным российским музеем, и те разорвут с ними партнерство, если немцы выставят украинское искусство. Посетители на открытии выставки украинского искусства в Музее Тиссена-Борнемисы в Мадриде, 28 ноября 2022 года. Фото: Paul White / AP / Scanpix / LETA. — А сейчас? — Я давно дружу с баронессой Франческой Тиссен-Борнемиса, у нас с ней есть давний опыт югославской войны, где она своими руками спасала Дубровник, а я ездил от фонда Сороса и пытался там внедрить программы в помощь. Когда началась война, мы создали совместную группу в Whatsapp, в которую тут же записалось куча музейных людей и деятелей искусства, и Франческа убедила дирекцию национальной картинной галереи Тиссена-Борнемиса в Мадриде принять нашу выставку. Мы даже каталог и монографию напечатали, еще до того, как у нас появился музей, что нормальные люди, конечно, не делают. Но как выставку довезти в Мадрид в такой обстановке? Транспорт есть, но в мире нет страховой компании, которая застраховала бы что-либо, передвигающееся по Украине. Президентская администрация, правда, нам тут сильно помогла, Зеленский инициативу поддержал и дал гарантии, конвой, охрану — всё-таки пиар там понимают. И всё это поехало в Мадрид, с приключениями. И тогда же, если помните, в Польше взорвалась ракета, убила двух фермеров, поляки тут же закрыли границу, все уже решили, что начинается третья мировая война. Наш грузовик застрял на границе. „ Мы подняли всех, вплоть до президента Польши, грузовик утром всё-таки пропустили и он успел вовремя доехать до Мадрида. Это была первая остановка: директор Национального музея сначала тяжело соглашался на эту затею, но потом уже понеслось, и прессы было такое количество, что описать это невозможно. Музей получил престижную премию за лучшую выставку от международного журнала Apollo. Потом был Кёльн, Национальный королевский музей в Брюсселе, Словакия, Лондон, Польша, а в Бельведере в Вене было лучшее издание выставки — мы ее увеличили в два раза, добавив туда еще украинский ар-нуво. Сейчас выставка находится во Львове — в надежде на то, что там спокойнее, чем в других городах, хотя сердце подрагивает после того, как недавно запустили ракету в самый центр. И это не конец — мы ее и дальше повезем. Польша приняла много выставок, Национальный музей искусств имени Богдана и Варвары Ханенко с места на место кочует, и Лувр взял на хранение ценнейшие его экспонаты. Спасибо им за это! Надеюсь, что этим надо будет и дальше заниматься, что большие музеи будут брать еще больше украинских вещей, — это и защита, и важный способ привлечения внимания к проблеме. — История этой выставки напоминает историю скульптуры «Оригами Олень» Жанны Кадыровой, которую эвакуировали из Покровска Донецкой области от наступающих российских войск и через всю Европу привезли на открытие биеннале в Венецию. — Вы совершенно правы, хотя я должен сказать, что не считаю, что эта скульптура является шедевром художницы Жанны Кадыровой. У Жанны есть куда более важные вещи, но вся эта история настолько символична, что она прекрасно сработала. И идея везти и выставлять этого оленя в разных городах по дороге в Венецию тоже сработала очень неплохо. Украинская художница Жанна Кадырова рядом со своей инсталляцией «Оригами-олень» на Венецианской биеннале, Италия, 5 мая 2026 года. Фото: Andrea Merola / EPA. — Вы следите, что происходит с музеями на оккупированных территориях Украины и что Кремль там делает? — С большим интересом! Музеи на оккупированных территориях стали отличным инструментом для администрации Путина, чтобы товарищи-интеллигенты не считали, что они так легко от всего этого отмоются. В 2023 году в российские музеи спустили разнарядку, что они должны провести выставки в музеях на оккупированных территориях. Под это, с особым цинизмом, попал и музей Рублёва — им приказали собрать лучшие иконы и отправить их в Донецк, практически на линию фронта. Они с трудом отбились — предлагали отправить виртуальную выставку, «это же так модно!», но им сказали — не-не, ребята, никаких виртуальных, давайте нормальную. Они потратили дикие деньги, заказав копии своих икон. Потом все сколько-нибудь значимые музеи заставили заниматься шефской деятельностью над музеями на оккупированной территории. А вы что думали, будете тут сидеть и декадентов выставлять, а как кончится война, будете говорить, что вы ни при чём? Нет, так не работает. Даже несчастный музей «Бородинская панорама» задействован. Это всё играет важную роль — чтобы доказать, что это «наши» территории, а не чьи-то. А весь этот безумный хоровод с иконами меня тоже очень интересует. Таскание копий икон по всему периметру оккупированных территорий, с приездом министра культуры — при том, что это вообще не имеет никакого отношения к Донбассу. В брошенных русских окопах находят иконы, напечатанные на пластике. Передавали «Троицу» Рублёва из Третьяковской галереи РПЦ — стоял крик и вопль прогрессивной общественности, Зельфира Трегулова ушла в отставку с поста директора галереи потому что не хотела ее передавать. Сейчас передали Владимирскую Богоматерь РПЦ — не крякнул никто. И в этом всём есть какая-то магическая составляющая, искренняя вера, что, может быть, эти иконы помогут. Но с Владимирской Богоматерью я бы поостерегся — она же всё-таки из Киева, как бы она не сыграла на чужую сторону. Рискованное дело! Патриарх Кирилл рядом с «Троицей» Андрея Рублева в Троицком соборе, 17 апреля 2026 года. Фото: Сергей Власов / Пресс-служба Патриарха Московского и всея Руси. — Какие нарративы Кремль насаждает на оккупированных территориях, в том числе с помощью этих музеев, и к чему это может привести? — Они пытаются насадить эту оскопленную русскую культуру, за которую им так и обидно. Всё украинское — плохое, надо отменить, книжки сжечь, памятники разрушить. Это всё нарратив о непрерывной линии российской истории от князя Владимира Ясно Солнышко до сегодняшнего дня. И понятно, что в этой модели не хватает Киева, поэтому приходится придумывать Херсонес и якобы крещение князя Владимира там, новую сакральную историю, потому что без Киевской Руси это всё не работает. И всё это ужасно — места в мире такой России нет. Ну, может быть, для нее есть место новой Северной Кореи, но не уверен, что Китай в этом сильно заинтересован. Честно сказать, я абсолютно потрясен тем, что произошло с путинской Россией: „ все малейшие достижения с перестройки уничтожены, музеи, высшее образование, всё. И я не исключаю ответственности и либеральной русской интеллигенции за произошедшее. Посмотрите, какие сейчас в России пишут диссертации и научные труды про «специальную военную операцию», получите удовольствие. Поздние советские годы теперь выглядят как древние Афины. Но какое будет похмелье? Что делать со всеми этими людьми, в этом участвующими? Депутинификацию вряд ли будут проводить. Многие переобуются. Но похмелье будет тяжелое.
Justiça do Rio retoma julgamento do caso Henry Borel A Justiça do Rio retomou nesta segunda-feira (25) o julgamento de um crime que cinco anos atrás chocou o Brasil: a morte do menino Henry Borel. No banco dos réus estão o ex-vereador Jairo Souza Santos Junior e a ex-mulher dele, Monique Medeiros, a mãe de Henry. Os dois são acusados de tortura e homicídio qualificado. Câmeras e microfones foram proibidos no Tribunal do Júri. O julgamento começou a portas fechadas. Na chegada, o pai de Henry Borel pediu justiça. A espera pelo julgamento já é maior que o tempo que ele passou ao lado do filho, morto aos 4 anos de idade. “Espero realmente que hoje seja o fim de um capítulo de uma história de injustiça e que seja uma condenação exemplar na proporção da brutalidade que fizeram”, diz Leniel Borel, pai de Henry Borel. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Os cinco anos do processo foram marcados por manobras para adiar o julgamento. No último dia 23 de março, os advogados de Jair de Souza Santos, o Jairinho, abandonaram o plenário, alegando cerceamento de defesa. Nesta segunda-feira (25), Jairinho chegou a destituir os cerca de 20 advogados. Alegou que o seu principal advogado, Fabiano Lopes, sofreu um infarto no sábado (23) e que a defesa ficaria comprometida. Mas Jairinho voltou atrás depois que o Ministério Público pediu que o ex-vereador fosse transferido para Bangu 1, considerado menos confortável que Bangu 8, onde ele está preso atualmente. “Tivemos que alterar alguns membros da equipe para tocar, porque o interesse do Jairinho é que ocorresse o júri, como eu falei desde o início, quando eu entrei aqui. Ele queria que o júri acontecesse. Analisando as provas, não há dúvidas, não ocorreu o crime, não existiu o crime”, afirma Rodrigo Faucz, advogado de Jairinho. “Eu acredito que, agora sim, teremos um julgamento, teremos um julgamento justo, um julgamento imparcial, onde a sociedade poderá dar uma resposta à altura dos crimes bárbaros praticados por Jairo, com consentimento e a garantia de Monique Medeiros”, diz Cristiano Medina, assistente de acusação. De acordo com a denúncia do Ministério Público, Henry, de 4 anos, morreu depois de sofrer agressões no apartamento onde vivia com a mãe e o padrasto na Zona Sudoeste do Rio. Laudos do Instituto Médico Legal do Rio apontaram que a criança sofreu 23 lesões - na cabeça, rins, fígado e pulmões. A perícia apontou morte por hemorragia interna, provocada por ação contundente, com laceração no fígado, e descartou a versão de Jairo e Monique de que o menino teria caído da cama. Justiça retoma julgamento do caso Henry Borel; mãe e padrasto são acusados de tortura e homicídio qualificado Jornal Nacional/ Reprodução A Polícia Civil e o Ministério Público concluíram que a morte de Henry não foi um acidente, e que o menino vinha sendo torturado por Jairinho. Ainda de acordo com os investigadores, Monique Medeiros sabia da violência que o filho sofria. O ex-vereador Jairinho responde por homicídio qualificado, tortura e coação no curso do processo. Já Monique Medeiros é acusada de homicídio qualificado por omissão, tortura e coação no curso do processo. A defesa dela nega a acusação, mas não gravou entrevista. No primeiro dia do Tribunal do Júri foram escolhidos os sete jurados: cinco homens e duas mulheres. Boa parte da sessão foi dedicada a analisar 23 pedidos da defesa de Jairinho para anular provas e reunir novos documentos. Todos os pedidos foram rejeitados pela juíza. Vinte e sete testemunhas devem ser ouvidas nos próximos dias. O julgamento será retomado nesta terça-feira (26). GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Tribunal do Júri retoma julgamento da morte de Henry Borel; defesa de Jairinho alega infarto e tenta adiar sessão, mas réu recua Polícia investiga morte de enteado de vereador na Barra da Tijuca; laudo aponta várias lesões
Centro Acadêmico do Agreste (CAA) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em Caruaru UFPE/Divulgação O Superior Tribunal de Justiça (STJ) garantiu a continuidade da turma especial de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) de Caruaru, no Agreste, criada em parceria com o Incra para beneficiários da reforma agrária por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). A decisão foi assinada pelo presidente da Corte, ministro Herman Benjamin. Assinada na última sexta-feira (22), a decisão suspende um entendimento do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), que autorizava apenas a conclusão do primeiro semestre e previa a interrupção do curso após esse período. A nova medida valerá até o julgamento do processo principal em segunda instância, garantindo que o segundo semestre letivo comece em 10 de agosto de 2026. ✅ Receba as notícias do g1 Caruaru e região no seu WhatsApp Agora no g1 Segundo o STJ, a paralisação poderia comprometer a execução de uma política pública federal voltada a ampliar o acesso ao ensino superior para beneficiários da reforma agrária. O ministro citou ainda a importância da formação para áreas “historicamente desassistidas e de difícil acesso aos profissionais da saúde”. No texto, o presidente do STJ também apontou os impactos administrativos que uma interrupção poderia causar à universidade, como dificuldades no planejamento acadêmico, matrículas e organização das atividades práticas. O projeto, estruturado por meio de uma cooperação entre a UFPE e o Incra, tem um investimento de cerca de R$ 18,6 milhões e reúne 80 estudantes de diversas regiões do país. Histórico de disputas judiciais O edital para seleção da turma de Medicina voltada ao Pronera foi alvo de questionamentos e críticas desde a sua publicação, em setembro de 2025. O processo seletivo previa o preenchimento de 80 vagas no campus Caruaru da UFPE, destinadas a beneficiários do programa federal voltado à educação em áreas de reforma agrária. A primeira liminar suspendendo o edital foi concedida pela Justiça Federal em Pernambuco no início de outubro, após ação popular apresentada pelo vereador Tadeu Calheiros. Na decisão, o juiz responsável apontou possível violação aos princípios da igualdade e da impessoalidade na criação de vagas destinadas a um público específico. Poucos dias depois, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região derrubou essa decisão após recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU). O tribunal considerou que o Pronera é uma política pública prevista em lei e que a parceria entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e universidades públicas permite a criação de turmas voltadas a assentados da reforma agrária. Cronologia envolvendo o curso ➡️ 10 de setembro de 2025 – Publicação do edital A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) publica o edital nº 31/2025 para seleção de 80 alunos de Medicina do Campus Caruaru, exclusivamente para beneficiários do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). ➡️ 24 de setembro de 2025 – Críticas A prova para seleção dos alunos estava prevista para 5 de outubro. Entidades médicas, como o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), Sindicato dos Médicos, Associação Médica de Pernambuco e Academia Pernambucana de Medicina, criticaram a criação de vagas exclusivas, alegando violação do princípio da isonomia. ➡️ 01 de outubro de 2025 – Primeira suspensão judicial A Justiça Federal em Pernambuco suspende o edital, atendendo ação popular do vereador do Recife Tadeu Calheiros (MDB). O juiz Ubiratan de Couto Maurício argumenta que a criação de vagas para um público específico fora das hipóteses previstas em lei é ilegal, ferindo os princípios da igualdade, impessoalidade e moralidade administrativa. ➡️ 4 de outubro de 2025 – MPPE abre investigação O Ministério Público de Pernambuco instaura inquérito civil para apurar possíveis irregularidades no edital. A promotora Gilka Maria Almeida Vasconcelos de Miranda ressalta que a medida poderia violar princípios constitucionais e a exigência de ingresso no ensino superior via processo seletivo previsto na LDB. ➡️ 07 de outubro de 2025 – Liminar derrubada pelo TRF5 O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) derruba a liminar que suspendia o edital. O relator, desembargador Fernando Braga Damasceno, destaca que o Pronera é uma política pública legalmente amparada e que as vagas são suplementares. ➡️ 08 de outubro de 2025 – Nova suspensão da Justiça Federal A 9ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco volta a suspender o edital, atendendo a pedido de tutela de urgência do vereador Thiago Medina (PL), alegando precariedade e desproporcionalidade no processo seletivo. ➡️ 10 de outubro de 2025 – TRF5 libera seleção para turma de Medicina O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) decidiu, pela segunda vez em menos de uma semana, manter o processo seletivo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para a turma extra do curso de Medicina em Caruaru, no Agreste do estado, voltada a beneficiários do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). ➡️ 10 de março de 2026 - Justiça suspende mais uma vez curso de Medicina da UFPE A nova decisão era de que as aulas deveriam ser interrompidas após o término do primeiro semestre letivo, já que as disciplinas foram iniciadas em dezembro. A suspensão permaneceria até que as irregularidades apontadas no processo sejam analisadas e, eventualmente, corrigidas.
Império da Festa do Divino de Mogi das Cruzes foi fechado com o encerramento do evento Cauê Adamuz/g1 A Procissão e a missa de Pentecostes junto com a queima dos pedidos e o fechamento do Império marcaram o encerramento da programação da Festa do Divino Espírito Santo 2026, em Mogi das Cruzes, na tarde deste domingo (24). Nem a chuva afastou os devotos, que acompanharam a Procissão de Pentecostes pelas ruas da cidade. Os fiéis tomaram conta das ruas durante as paradas da procissão. Cada uma delas representou um dos sete dons do Espírito Santo: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Ao longo do percurso, devotos com bandeiras aguardavam a passagem do cortejo. Entre eles estava o aposentado Donizeti Antônio Rodrigues, que acompanha a Procissão de Pentecostes desde a infância. "Meus pais já faleceram e eles me levavam e eu continuo. Sempre fui devoto do Divino é o auge do catolicismo. O divino Espírito Santo é o próprio Deus. É rememorar o que aconteceu em Pentecostes. Então, é muito bom você estar aqui.” Donizeti Antônio acompanha a Procissão de Pentecostes desde criança Cauê Adamuz/g1 Moradora do Jardim Camila, a rezadeira Tatiane Santos também participou da Procissão de Pentecostes. Há três anos na função, ela contou que a celebração desperta um sentimento de união e fé entre os devotos. "Eu falo que quanto mais a gente abre o coração, mais a gente sente esse amor de Deus. Esse amor, né, que ele contagia assim a todos. Eu falo que a cidade fica uma cidade cheia de luz, né, nesse tempo. E é maravilhoso servir o Senhor." Tatiane Santos é rezadeira e participou da Procissão de Pentecostes em Mogi das Cruzes Cauê Adamuz/g1 A família Mármora mantém há gerações a tradição e a devoção ao Divino Espírito Santo em Mogi das Cruzes. Gioconda Mármora contou que o altar do sétimo dom, o Temor de Deus, era montado tradicionalmente em frente ao prédio onde morava a tia dela, Elvira Mármora. Família Mármora no alta do dom do Temor de Deus na Procissão de Pentecostes em Mogi das Cruzes Cauê Adamuz/g1 "Ela trouxe essa tradição, acho que ela ficou há mais de 80 anos fazendo aqui o altar. Ela veio a falecer em 2017 com 107 anos. Aí a gente assumiu essa responsabilidade, essa bênção, essa graça de continuar com o altar do Divino Espírito Santo nessa festa em Mogi que dura mais de 413 anos. É uma bênção pra a gente, é uma honra pra gente fazer parte dessa festa, dessa cidade, e tá servindo ao nosso Pai e ao Espírito Santo." No final da Procissão de Pentecostes os devotos lotaram a Catedral de Sant'Ana para acompanhar a celebração comandada pelo bispo diocesano dom Pedro Luiz Stringhini. Missa de Pentecostes na Catedral de Sant'Ana em Mogi das Cruzes Cauê Adamuz/g1 Queima dos pedidos e fechamento do Império Depois do encerramento da missa, os devotos foram para a praça coronel Benedito de Almeida acompanhar a queima dos pedidos. Eles foram depositados pelos devotos nas urnas das rezadeiras durante as visitas para orações durante o ano. Rezadeiras fazem a incineração dos pedidos recolhidos nas casas dos devotos em Mogi das Cruzes Cauê Adamuz/g1 O fechamento do Império foi feito pelo bispo dom Pedro Luiz Stringhini e pelos festeiros Ricardo Medina Alvarez e Maria de Lourdes Pereira da Silva Medina e os capitães-de-mastro foram Maurício de Lima Ramos e Tavane Prado Rodrigues Ramos. Dom Pedro Luiz Stringhini afirmou que foram dez dias intensos de festa que deixam saudade, mas que o Espírito Santo continua derramando os seus dons. "Vamos testemunhar a presença de Jesus Cristo e o dom do Espírito Santo que é uma certeza." Ele também destacou a fé dos devotos que não abandonaram a procissão por causa da chuva. "De chuva, sem chuva, nós vamos rezar, nós vamos cantar, nós vamos nos encontrar, nós vamos festejar o Divino Espírito Santo. Então, esse ano foi diferente sim, porque normalmente são dias de sol, bastante mais frio do que foi e sol, e esse ano foi menos frio e a chuva, e nada atrapalhou, seguimos adiante." A festeira Maria de Lourdes Pereira da Silva Medina afirmou que a preocupação maior com a condição climática era com a quermesse. Isso por conta das entidade beneficentes que comandam as barracas. "Esses 11 dias de festa, eles compram tudo que tem que fazer. Algumas ganham, mas ganham algumas coisas de doação. Então a maior parte do que eles fazem lá na festa dos insumos são eles que compram. Então, a gente ficou preocupado nisso. Meu Deus tem que dar tanto para conseguir cobrir para conseguir pagar para conseguir, enfim, terminar a festa redondinha. Para a gente entregar para o próximo festeiro aí tudo certo. Mas graças a Deus deu tudo certo." Segundo a festeira, a Procissão de Pentecostes foi um sucesso, assim como toda a festa."Muita gente na rua assistindo, a igreja lotada. A gente conseguiu entregar, né? Cumprir com a nossa missão que foi levar a paz pra todo mundo. Tá cumprindo, eu espero que esteja assim no coração de todo mundo também." Veja tudo sobre o Alto Tietê
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Ônibus e carreta pegam fogo após batida na BR-251 deixando mortos e feridos no Norte de MG A BR-251 foi liberada no fim da tarde deste domingo (24), após o acidente entre um ônibus e uma carreta deixar oito mortos e nove feridos em Santa Cruz de Salinas, no Norte de Minas. Segundo o Corpo de Bombeiros, o congestionamento chegou a cerca de 70 quilômetros, somando os dois sentidos da rodovia. De acordo com o sargento Miranda, do Corpo de Bombeiros, o trânsito foi liberado por volta das 16h, mas o fluxo de veículos ainda seguia lento no trecho. “O trânsito flui nos dois sentidos, mas até dissipar esse fluxo gigante de veículos vai demorar bastante”, disse o militar. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do Centro, Norte e Noroeste de Minas em tempo real e de graça Ainda conforme o bombeiro, o congestionamento ficou em cerca de 35 quilômetros em cada sentido da BR-251. Acidente interditou totalmente a BR-251 Reprodução/Marcelo Leandro da Silva Acidente deixou mortos e feridos A batida foi registrada no km 234 da BR-251, em Santa Cruz de Salinas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão frontal ocorreu por volta das 4h30 e envolveu um ônibus e um caminhão carregado com peças automotivas e sucatas. Após o impacto, os veículos pegaram fogo. O ônibus saiu de São Bernardo do Campo (SP) com destino a Aracaju (SE). Já a carreta fazia o trajeto entre Fortaleza (CE) e Piracicaba (SP). O Corpo de Bombeiros informou que o ônibus tinha 15 passageiros e dois motoristas. A carreta era ocupada apenas pelo motorista, que foi localizado com vida pela PRF e socorrido pelo SAMU. Segundo a corporação, as oito vítimas fatais estavam no ônibus e ficaram carbonizadas após o incêndio. Outras nove pessoas foram socorridas e encaminhadas para hospitais da região. Feridos foram levados para hospitais da região Equipes do SAMU de Curral de Dentro, Taiobeiras e Pedra Azul participaram do atendimento aos feridos. Entre as pessoas socorridas estão: motorista do ônibus, de 41 anos, com suspeita de fratura na perna idoso, de 72 anos, com escoriações no rosto e dor na perna esquerda mulher, de 61 anos, com escoriações no rosto, hematoma na região do quadril e dor na perna esquerda dois homens levados pela ambulância de Taiobeiras, sem idades informadas três homens, de 30, 38 e 42 anos, socorridos pela ambulância de Pedra Azul uma pessoa de 24 anos socorrida pela ambulância de Medina Resgate entre as ferragens Segundo o Corpo de Bombeiros, as ferragens dos veículos ficaram extremamente retorcidas, o que dificultou o trabalho dos militares no resgate e na identificação das vítimas. No início dos trabalhos, os bombeiros haviam confirmado cinco mortes. Durante o atendimento da ocorrência, o número subiu para seis e, posteriormente, para oito vítimas fatais. Conforme os bombeiros, cinco vítimas aparentavam ser adultas e uma poderia ser uma criança entre 10 e 11 anos. Veículos foram destruídos pelas chamas na BR-251 Redes Sociais Os bombeiros também apuravam a possibilidade de haver um bebê no colo de uma das vítimas, mas a informação não havia sido confirmada oficialmente. Segundo o Corpo de Bombeiros, o ônibus não era de turismo e possivelmente fazia uma linha intermunicipal. Houve suspeita de envolvimento de um terceiro veículo por causa dos destroços espalhados na pista. No entanto, segundo os bombeiros, os fragmentos eram da carga transportada pela carreta e o acidente envolveu apenas os dois veículos. Trabalho da perícia e retirada dos corpos Segundo o tenente Laércio Rodrigues Leite, comandante do Corpo de Bombeiros Militar de Salinas, os trabalhos envolveram “a organização de todo o cenário e a proteção da cena para que os órgãos e os envolvidos pudessem trabalhar em segurança [...] a perícia exerceu todo o trabalho dela”. “Essas oito vítimas foram carbonizadas, identificadas pela perícia e entregues para as funerárias locais. As outras 10 vítimas foram conduzidas pelo SAMU para as unidades hospitalares dos municípios vizinhos”, disse o tenente. Conforme a corporação, os trabalhos da perícia da Polícia Civil e a retirada dos veículos foram considerados complexos por causa do estado das ferragens. “Após a identificação, o Corpo de Bombeiros removeu todos os corpos, repassando para a perícia. Após os trabalhos periciais, está sendo realizada a remoção dos veículos para limpeza e liberação da pista”, disse o tenente. Após os trabalhos periciais, os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Taiobeiras. Acidente entre carreta e ônibus na BR-251 Corpo de Bombeiros Militar LEIA TAMBÉM: Acidente na BR-251: ônibus e carreta pegam fogo e deixam oito mortos em MG Caminhão carregado com nove toneladas de abacaxi pega fogo após acidente na BR-251 Casal e filhos são levados ao hospital após acidente com três veículos na LMG‑602 Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Grande Minas.
Rezadeiras na Procissão de Pentecostes em Mogi das Cruzes Yasmin Castro/g1 A Procissão de Pentecostes da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes será realizada neste domingo (24), dia em que a Igreja Católica celebra Pentecostes. A concentração dos fiéis começa às 15h30, na Catedral de Sant’Ana, no Centro, e a saída da procissão está prevista para as 16h. O cortejo marca o encerramento da festa, considerada uma das principais celebrações religiosas da cidade. Segundo a organização, cerca de 10 mil pessoas devem participar da programação. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Os festeiros deste ano são Ricardo Medina Alvarez e Maria de Lourdes Pereira da Silva Medina que comandam a festa ao lado dos capitães-de-mastro Maurício de Lima Ramos e Tavane Prado Rodrigues Ramos. O tema desta edição é “Divino Espírito Santo, fazei de nós mensageiros da vossa paz”, que propõe uma reflexão sobre a construção de um mundo mais solidário. A procissão é coordenada por Sylvania Grimberg, que participa da organização do evento há 19 anos. Ela conta com uma equipe de cerca de 60 pessoas. “A procissão é o ponto alto da festa porque é o dia de Pentecostes, a comemoração da vinda do Espírito Santo”, afirmou. Leia também Festa do Divino de Mogi deve atrair 400 mil pessoas em 2026 Caminho dos sete dons A procissão começa na Praça Coronel Benedito de Almeida e segue pelas ruas do Centro. O trajeto representa os sete dons do Espírito Santo: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus. O encerramento será na Catedral de Sant’Ana, com missa presidida pelo bispo Dom Pedro Luiz Stringhini. Depois da missa, será realizada a tradicional queima dos pedidos, deixados pelos fiéis durante as visitas das rezadeiras às casas e também no Império do Divino. A cerimônia simboliza o encerramento da festa e acontece na praça em frente à Catedral, com a presença de religiosos e devotos. Após a cerimônia, o Império será fechado e o mastro retirado, marcando o fim da Festa do Divino Espírito Santo. Devotos montam altar para receber dons do Divino na procissão Maria Santos Bettoni/arquivo pessoal Veja a ordem de participantes da Procissão de Pentecostes Cruz; Grupos folclóricos; Anjos da promessa; Bandeiras oficiais; Fé - Esperança - Caridade; Mulheres levando a bíblia; Carro de som; Rezadeiras; Estandartes dos dons; Meninas com as pombas; Irmandades; Apostolado da oração; Coroinhas; Ministros; Seminaristas; Carro de som; Sacerdotes; Bispo; Imperador e Imperatriz; Festeiro e Capitães-de-mastro; Familiares; Ex-festeiros; Carro de som; Arcanjos; Tocheiros; Andor; Carro de som; Devotos; Trânsito Segundo a Prefeitura de Mogi das Cruzes, algumas ruas da região central serão interditadas durante a Procissão de Pentecostes. As vias serão bloqueadas durante a passagem do cortejo e liberadas na sequência. Os fiéis passarão pelas ruas José Bonifácio, Doutor Correa, Doutor Ricardo Vilela, Doutor Deodato Wertheimer e Doutor Paulo Frontin, até chegar à Catedral. A orientação aos motoristas é usar a rua Doutor Ricardo Vilela durante as interdições das ruas José Bonifácio e Doutor Correa. Quando a Doutor Ricardo Vilela estiver bloqueada, a alternativa será a rua José Bonifácio. Os ônibus vão circular pela rua Doutor Ricardo Vilela enquanto a rua José Bonifácio estiver interditada. Quando a via também for bloqueada, os coletivos seguirão pelas ruas Olegário Paiva, Coronel Cardoso de Siqueira, São João, avenida José Glicério de Melo, Major Arouche de Toledo e José Bonifácio. Depois que o cortejo passar pelo cruzamento da rua Coronel Souza Franco, os ônibus voltarão a utilizar a via e a rua Doutor Correa para acessar a rua José Bonifácio. Fé e tradição Aos 96 anos, a moradora de Mogi das Cruzes Therezinha dos Santos Bettoni mantém a tradição de ajudar na decoração do altar do sexto dom, montado em frente à sua casa. “Há cerca de 30 anos a imagem vem até aqui para a reza do dom da Piedade. Eu só organizo as flores do altar, com ajuda da minha filha e de uma vizinha”, contou. Há quase 30 anos, a casa de dona Therezinha é um dos dons do Divino durante a procissão Maria Santos Bettoni/arquivo pessoal Ela afirma que a devoção faz parte da vida desde a infância. “O Divino Espírito Santo já faz parte da gente desde criança. É uma vivência muito grande. A gente pede todos os dias, se apega todos os dias. É algo diário”, disse. Para ela, receber a imagem da pomba símbolo da festa é motivo de emoção. “Para minha família também. Todo ano a gente recebe, saber que naquele dia, naquela hora, a gente está homenageando Deus Espírito Santo, é algo que não tem explicação, é algo que vem de dentro do coração da gente”, afirmou. A Festa do Divino é uma das tradições mais importantes de Mogi das Cruzes e, ao longo dos anos, vem sendo preservada por famílias da cidade. É o caso da família Camargo, responsável pela montagem do altar do dom da Sabedoria durante a procissão. Letícia e José Antônio na procissão em 2019 Letícia Camargo/arquivo pessoal A tradição começou com o casal Delphino e Nair Camargo e passou para as filhas Maria José e Maria Angélica. Depois, foi mantida pelo neto José Antônio e à então esposa, Letícia. “Após o falecimento do José Antônio, em 2022, eu continuei montando o dom e seguindo a tradição de fé da família”, contou Letícia. Letícia, de 42 anos, mudou-se da capital paulista para Mogi das Cruzes em 2019, após se casar com José Antônio. Ela conheceu a Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes ainda em 2007, quando o casal começou a namorar. Segundo ela, as celebrações do Divino em São Paulo são diferentes das tradições mantidas em Mogi. “A fé sempre esteve presente na minha família. Sempre participei com meus pais das missas e celebrações da igreja”, afirmou. Segundo Letícia, os elementos artísticos e religiosos da festa são os que mais emocionam, principalmente os altares montados pelas famílias, os tapetes ornamentais e o Império. Por isso, manter a tradição na própria casa é, segundo ela, uma grande responsabilidade. “Assim como acredito ter sido para a família antes de mim, é uma honra representar uma parte da celebração, continuar participando e receber o dom. Me sinto feliz em seguir com essa tradição”, disse. Altar do dom da sabedoria durante a procissão do Divino Espírito Santo Letícia Camargo/arquivo pessoal Leia mais Mortes no trânsito no Alto Tietê sobem 63% em abril, aponta Infosiga Alto Tietê disponibiliza mais de 3,6 mil vagas de emprego nesta quarta-feira; veja lista Festeiros comandam organização da Festa do Divino Veja tudo sobre o Alto Tietê
Authorities allege Medina was involved in a May 19 stabbing at Narragansett Town Beach as hundreds of teenagers packed the area.