Identify of teen killed in horrific mass shooting at Bay Area high school graduation revealed
The victim killed in a mass shooting at a Bay Area high school graduation has been identified as 18-year-old student Jamario Baker, police said.
"MARIO" · 총 148건
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The victim killed in a mass shooting at a Bay Area high school graduation has been identified as 18-year-old student Jamario Baker, police said.
Vrede met buurland Azerbeidzjan en toenadering tot de Europese Unie: dat zijn de centrale thema's bij de parlementsverkiezingen van morgen in Armenië. Rusland heeft er de afgelopen weken alles aan gedaan een verwachte verkiezingsoverwinning van premier Nikol Pasjinjan te dwarsbomen, onder meer door een boycot van Armeense groenten en fruit, mineraalwater en alcoholische dranken in te stellen. De Russische importstop is een beproefd middel dat Rusland vaker inzet in conflictsituaties. Ditmaal is de reden dat Armenië onverholen toenadering zoekt tot de EU. Begin mei ontving Pasjinjan in de hoofdstad Jerevan de leiders van de meeste Europese landen. Tot grote woede van Moskou was ook de Oekraïense president Zelensky aanwezig. De weg naar Europa is voor Armenië nog heel lang en zal nog decennia vergen. Vooralsnog is het hoogst haalbare voor de Armeniërs visumvrij reizen naar de EU. Maar Moskou wil Armenië nu al dwingen definitief een keuze te maken tussen Rusland en de EU. 'Armenië zwicht niet' De Russische maatregelen zijn een flinke klap voor veel Armeense exporteurs, voor wie Rusland de meest voor de hand liggende afnemer is. Armenië ligt in de zuidelijke Kaukasus en grenst aan Iran, Turkije, Azerbeidzjan en Georgië. Alleen met Iran en Georgië zijn de grenzen geopend, die met Turkije en Azerbeidzjan zijn al meer dan drie decennia dicht. Pasjinjan heeft boos gereageerd op de Russische boycot. Armenië zal volgens hem niet zwichten onder de druk. Hij heeft beloofd Armeense groente- en fruittelers te compenseren voor geleden verliezen. Twee dagen voor de verkiezingen liet hij tijdens een debat nogmaals doorschemeren dat Armenië op termijn mogelijk vertrekt uit de Organisatie voor het Verdrag inzake Collectieve Veiligheid. Dat is een tegenhanger van de NAVO onder leiding van Rusland. Eerder al bevroor Jerevan de deelname aan het militaire bondgenootschap, maar tot een formele uittreding kwam het niet. Reden voor dat besluit was voor Armenië het feit dat de coalitie niet ingreep toen Azerbeidzjan in 2023 na ruim dertig jaar met militaire macht de overwegend door Armeniërs bewoonde Azerbeidzjaanse enclave Nagorno-Karabach heroverde. De inname leidde tot een uittocht van de ruim honderdduizend Armeense inwoners van het gebied. Vrede met Azerbeidzjan Het bereiken van een duurzame vrede staat hoog op het verlanglijstje van Pasjinjan. Hij had het afgelopen jaar meerdere ontmoetingen met de Azerbeidzjaanse leider Ilham Alijev en de Turkse president Recep Tayyip Erdogan. Een vredesverdrag geeft uitzicht op het heropenen van de grenzen met de buurlanden, waarna Armenië en Azerbeidzjan een belangrijke schakel kunnen gaan vormen in een nieuwe handelsroute die China en Centraal-Azië via de Kaukasus en Turkije moet verbinden met Europa. De achterban van Pasjinjan ziet hem als de man die de voorbije bloedige decennia definitief achter zich kan laten en garanties biedt op een rustigere toekomst. Zijn politieke tegenstanders beschuldigen hem ervan een marionet te zijn in de handen van Alijev en Erdogan. Pasjinjan krijgt ook veel kritiek op wat velen zien als een autoritair optreden tegen andersdenkenden. Hij heeft zijn opponenten meermalen met harde maatregelen bedreigd. Volgens de oppositie telt Armenië tientallen politieke gevangenen. Huisarrest en arrestaties Pasjinjans belangrijkste rivaal, de Armeens-Cypriotisch-Russische zakenman Samvel Karapetjan, heeft huisarrest omdat hij zou hebben opgeroepen tot het omverwerpen van de zittende macht. Volgens hem zijn de beschuldigingen politiek gemotiveerd. Vandaag werden ook zes leden van Karapetjans partij Sterk Armenië zonder opgaaf van redenen gearresteerd. Sterk Armenië staat te boek als pro-Russisch. De partij komt volgens de laatste peilingen op de tweede plaats, op flinke afstand van Pasjinjans partij Burgercontract. Op de derde plaats komt de partij van zakenman Gagik Tsaroekjan. De verkiezingsuitslag kan evenwel nog voor verrassingen zorgen want bijna de helft van de ondervraagden geeft in de peilingen aan nog geen keus te hebben gemaakt, of wil die keus niet kenbaar maken. Vooral veel jongeren in Armenië hebben zich afgekeerd van de politiek. Cruciaal voor Pasjinjan is of hij zich kan verzekeren van een twee derde meerderheid in het parlement. Daarmee kan hij probleemloos grondwetshervormingen doorvoeren, die nodig zijn om een definitieve vrede met Azerbeidzjan te kunnen bereiken.
She died last night in a hospital in Dublin after a long illness – Marion was 71 years old.
Niece pays tribute, saying it will be hard to imagine the show without her both in the circus ring and out
Marion Fossett, a ringmistress who was known as "one of the best" in circus entertainment, has died at the age of 71.
Rancho de família suspeita de tráfico, homem imobilizado em bar de shopping e ex-casal encontrado morto. Arte g1 Olá! Confira o que foi destaque no g1 Triângulo nesta semana, com as notícias mais acessadas entre os dias 30 de maio e 5 de junho. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Pai e filhas suspeitos de tráfico de drogas família tráfico uberlândia polícia federal cocaína Reprodução/Redes Sociais Uma advogada, uma psicóloga e o pai delas estão no centro da investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro sediado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. De acordo com investigações da polícia, a família acumulou um patrimônio de luxo que inclui ranchos, carros importados, cavalos de raça e um motorhome milionário. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes, integraram o núcleo principal da organização criminosa investigada. A esposa de Mario, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, também é investigado por participação na estruturação e manutenção das atividades ilícitas atribuídas ao grupo. Maria não é considerada foragida porque, até o momento, o cumprimento do mandado de busca e apreensão foi considerado suficiente em relação à investigada. Rhanniery Nunes Graciano, ex-namorado de Brenda, é apontado pela PF como responsável por ocultar bens e dar continuidade às atividades ilícitas do grupo. Ele também foi preso na terça-feira. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Já o advogado de Rhanniery, Sérgio Silva, informou que confia no trabalho das autoridades e acredita que os fatos serão esclarecidos ao longo das investigações. Também ressaltou o direito à presunção de inocência e disse que não comentará o caso neste momento. Filha foragida de família investigada por tráfico se entrega Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Homem morre em shopping de Uberlândia Flaviano Silva de Carvalho, de 43 anos, morreu após ser imobilizado por Alysson de Faria, de 48 anos, gerente de um bar do Center Shopping, em Uberlândia, no sábado (30). Ele perdeu a consciência e entrou em parada cardiorrespiratória. Equipes de socorro realizaram manobras de reanimação, mas a vítima não resistiu. Segundo a Polícia Militar (PM), testemunhas disseram que o homem apresentava comportamento agressivo e estaria atacando clientes do bar com cadeiras. A família do homem morto disse que ele ‘enfrentava dificuldades com o álcool’. O gerente relatou que, devido ao alto grau de agitação, precisou utilizar uma técnica de imobilização para contê-lo. Ele foi preso, mas liberado após pagar fiança. Em nota, o Center Shopping informou que as equipes de segurança e brigada foram chamadas para atuar na ocorrência, em uma de suas operações, prestando os primeiros atendimentos. Vídeo mostra homem desacordado e caído após ser imobilizado em bar de Uberlândia LEIA TAMBÉM: Homem é preso ao ser identificado em reconhecimento facial na Fenamilho Pâmela Volp é absolvida de acusação de maconha por R$ 500 em presídio Homem morre ao ser baleado dentro de barbearia Mulher e ex-marido PM são encontrados mortos Jessyca Muniz, de 35 anos, foi encontrada morta na casa onde morava em Santa Vitória na terça-feira (2). O ex-marido dela, o tenente da Polícia Militar, Marcos Guimarães de Oliveira, de 36 anos, também foi encontrado sem vida no local. Segundo familiares da vítima, o policial, que atuava em Ituiutaba, teria atirado contra a ex-companheira e, em seguida, tirado a própria vida. As circunstâncias do caso ainda são investigadas pela Polícia Civil. Segundo um primo de Jessyca, o casal foi casado por cerca de seis anos e se separaram em 2025. Após o término do relacionamento, Jéssica retornou para Santa Vitória, onde passou a morar. Ela deixou um filho adolescente, fruto de um outro relacionamento. Policial militar é suspeito de matar ex-companheira e tirar a própria vida em MG VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro A organização criminosa liderada por Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", utilizava compartimentos secretos em caminhões e carretas para transportar grandes carregamentos de cocaína entre estados brasileiros. Segundo as investigações, o esquema tinha como objetivo dificultar a fiscalização e evitar a apreensão da droga. Segundo a Polícia Federal (PF), que investiga o grupo na operação 'Mens Occulta', um dos esconderijos mais usados pelos criminosos ficava na boleia dos caminhões. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Em diferentes apreensões, os agentes encontraram cocaína escondida em fundos falsos instalados atrás do assento do motorista. Os compartimentos eram adaptados para ocultar grandes quantidades da droga. A repetição da estratégia chamou a atenção dos investigadores. Em outra apreensão, em Campo Grande (MS), cerca de 423 quilos de cocaína foram encontrados em um fundo falso instalado atrás do banco do motorista. Filha foragida de família investigada por tráfico se entrega Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína entre estados brasileiros Para a PF, o uso do mesmo tipo de esconderijo em diferentes carregamentos indica um padrão operacional adotado pela organização criminosa. Os pneus dos veículos também eram usados para esconder a droga. Em março de 2024, um motorista foi preso em Jaraguari (MS) ao transportar cerca de 125 quilos de cocaína escondidos nos pneus de um caminhão. Posteriormente, a investigação relacionou o caso ao grupo investigado. Pouco tempo depois, em Água Clara (MS), outro carregamento, com 126,2 quilos de pasta base de cocaína, foi encontrado nos pneus sobressalentes de um caminhão conduzido por um morador de Uberlândia. Segundo as investigações, o veículo fazia parte da estrutura logística usada pela organização criminosa. Apreensão de cocaína em Campo Grande e relacionada ao esquema da família PRF/Divulgação As investigações também apontaram apreensões em que a droga estava escondida em compartimentos preparados no interior das cabines dos caminhões. Em Uberaba, por exemplo, 144 tabletes de cocaína foram encontrados ocultos na cabine de um conjunto veicular utilizado para o transporte da carga ilícita. Para a PF, o uso de fundos falsos, compartimentos clandestinos e pneus adaptados demonstra o grau de organização logística do grupo. A corporação afirma que a estrutura permitia transportar grandes quantidades de cocaína por rodovias de diversos estados, utilizando caminhões, carretas e motoristas recrutados para as operações. De acordo com a investigação, nove apreensões ligadas ao grupo resultaram na retirada de mais de 2,2 toneladas de cocaína de circulação em cerca de um ano. Alguns dos veículos usados por uma das empresas de fachada da família PF/Divulgação Empresa do tráfico A investigação da Polícia Federal (PF) revelou que a organização criminosa liderada por "Serjão do PCC" mantinha uma estrutura semelhante à de uma empresa para transportar cocaína e movimentar dinheiro do tráfico. Segundo a PF, o grupo utilizava caminhões, carretas, transportadoras, motoristas recrutados, contas bancárias de terceiros e empresas de fachada para sustentar a operação criminosa. O grupo usava laranjas para ocultar patrimônio e escondia drogas em compartimentos falsos instalados em caminhões. A organização também mantinha uma rota de transporte que ligava Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia a Minas Gerais. A PF também identificou a participação de familiares e aliados na movimentação financeira do esquema. Segundo as investigações, Uberlândia era o principal centro de recebimento, armazenamento e distribuição de drogas da organização criminosa. Quem é quem no esquema Da esquerda para direita: Mario Sergio Nunes, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, Brenda da Silva Nunes, Bruna Nunes e Rhanniery Nunes Graciano Reprodução/Redes Sociais Segundo a Polícia Federal (PF), o grupo investigado por tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro movimentou cerca de R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. Durante a operação, os agentes apreenderam bens de alto valor, entre eles veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais, um motorhome avaliado em R$ 1,2 milhão e um cavalo de competição estimado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. A PF também localizou um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. Para os investigadores, os suspeitos mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada. De acordo com a investigação, Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", liderava a organização criminosa e era responsável por coordenar a logística e as finanças do tráfico. A esposa dele, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, e as filhas, Bruna e Brenda Silva Nunes, são apontadas pela PF como participantes da movimentação de recursos e da ocultação de patrimônio. Mario Sergio e Brenda foram presos em um hotel de Uberaba na terça-feira (2). Bruna se entregou à PF na quinta-feira (4). Apesar de ser investigada, Maria Lourdetis não foi alvo de mandado de prisão. Já o ex-genro Rhanniery Nunes Graciano é apontado pela PF como um dos laranjas usados para ocultar bens ligados ao esquema criminoso. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. Em nota, o advogado de Rhanniery, Sérgio Luiz da Silva, afirmou que acompanha todos os desdobramentos do caso, mas que não fará comentários sobre aspectos específicos neste momento. Entendo como funcionava o esquema da família investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Uberlândia g1 LEIA TAMBÉM: PF apreende cavalo e flutuante ligados à família investigada por tráfico Homem é preso ao ser identificado em reconhecimento facial na Fenamilho Pâmela Volp é absolvida de acusação de venda de maconha por R$ 500 em presídio Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação O que disse a defesa da família Nunes "A defesa informa que a investigada integrante da Família Nunes apresentou-se espontaneamente perante a Polícia Federal, demonstrando respeito às autoridades e ao regular andamento da investigação. Entretanto, causa profunda preocupação o fato de que, até o presente momento, os advogados seguem sem acesso aos autos, mesmo havendo pessoas privadas de liberdade, e todas ainda aguardando a realização da audiência de custódia. A defesa ressalta que o sigilo da investigação não pode impedir o exercício das prerrogativas profissionais da advocacia, tampouco restringir garantias fundamentais asseguradas pela Constituição Federal, como o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e o controle judicial imediato da prisão. A Família Nunes reafirma sua confiança na Justiça, mas registra sua preocupação com o respeito às liberdades e garantias individuais, permanecendo à disposição das autoridades para todos os esclarecimentos necessários. Por se tratar de procedimento sigiloso, a defesa não se manifestará sobre o mérito dos fatos neste momento." O que disse a defesa de Rhanniery "A defesa de Rhanniery Nunes Graciano recebeu com serenidade as informações relacionadas à denominada Operação Mens Occulta e acompanha atentamente todos os desdobramentos do caso. Neste momento, é importante destacar que toda pessoa submetida à investigação ou processo judicial goza da garantia constitucional da presunção de inocência, princípio fundamental do Estado Democrático de Direito. A defesa reafirma a absoluta confiança nas instituições, no trabalho das autoridades competentes e no sistema de justiça brasileiro, certos de que os fatos serão devidamente esclarecidos no curso regular do procedimento, com pleno respeito ao contraditório e à ampla defesa. Em respeito às investigações em andamento, não serão realizados comentários sobre aspectos específicos do caso neste momento. Temos convicção de que, ao final da apuração, a verdade dos fatos prevalecerá e todas as circunstâncias serão adequadamente esclarecidas perante as autoridades competentes." Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
I’m not sure if this movie slowly melts or slowly freezes as it goes along.
Peter Kunhardt, George Kunhardt and Teddy Kunhardt assemble the late New York governor's children, including former governor and failed mayoral candidate Andrew Cuomo, to remember their father.
Waarom ging het zo en niet anders? De eerste volledige week van de openbare verhoren over corona zit erop en daarmee is de enquêtecommissie klaar met het thema 'het begin van de pandemie'. Destijds werden ingrijpende besluiten genomen, waar ook kritiek op was. Maar wie deze week op excuses hoopte, kwam bedrogen uit. Met de kennis van toen deden we wat we konden, was vaak de boodschap. En ook: als er toch iets niet goed is gegaan, ligt dat misschien aan iemand anders. Een van de hoofdpersonen in coronatijd was Jaap van Dissel, voorzitter van het Outbreak Management Team, dat het kabinet adviseerde. "Veel was onzeker", zei Van Dissel. Bij hem leefden begin 2020, toen het virus via Italië uit China was overgewaaid, vooral vragen als: hoe is de overdracht, hoe gedraagt het virus zich, hoe wil je het bestrijden? Daarvoor was hij afhankelijk van de Wereldgezondheidsorganisatie. "Zij waren in het begin onvolledig", vertelde Van Dissel. "Achteraf had ik daar kritischer op moeten zijn." Doodskisten in Italië In die tijd werd het OMT opgetuigd, een groep van 30 tot 40 experts. Kritiek was dat er vooral virologen inzaten en bijvoorbeeld minder kinderartsen of huisartsen. Lag daardoor niet te veel nadruk op het bestrijden van het virus en minder op andere aspecten? Misschien was dat even zo, erkende Van Dissel. "De beelden uit Italië van doodskisten in de straten hebben in het begin zeker de focus bepaald." Even later werd het OMT in zijn ogen diverser, maar niet zo dat er echt voorbij virusbeheersing werd gekeken. De weging van negatieve maatschappelijk aspecten "hoorde niet in het OMT thuis", zei Van Dissel daarover. Daar gingen anderen over, zoals de politiek. Van Dissel had zelfs "ongevraagd" geadviseerd aan het kabinet om breder te kijken, zei hij. Uiteindelijk kwam er een Maatschappelijk Impact Team om het kabinet te adviseren, maar dat was volgens hem rijkelijk laat. Een van de leden van het OMT was Jan Kluytmans, die als microbioloog in een Bredaas ziekenhuis "in het oog van de storm" zat. Hij werd maandag verhoord. Noord-Brabant werd zwaar getroffen, maar het lukte niet om de urgentie aan iedereen over te brengen. "In het zuiden was het volledig verspreid op grote schaal, onder de radar", zei Kluytmans. Terwijl in de rest van het land nauwelijks besmettingen waren. Dat uitleggen "kostte tijd" en die was kostbaar. Uiteindelijk leidde de brandhaard in het zuiden tot een lijst met vergaande maatregelen, opgesteld door Brabantse bestuurders. Nog voordat ze daar werden aangekondigd, nam het kabinet ze over. Nederland ging half maart 2020 in lockdown. Verpesten Had dat niet eerder gemoeten, was een vraag van de commissie. OMT-voorzitter Van Dissel draaide het om: het had schadelijk kunnen zijn. "Een goede maatregel op het verkeerde moment kan de hele boel verpesten", zei hij. Je riskeert het vertrouwen van burgers te verliezen. OMT-lid Marion Koopmans, die vorige week als eerste werd verhoord, stelde dat eerder ingrijpen "in theorie veel had uitgemaakt". Maar benadrukte dat het "niet realistisch" was, omdat er nog weinig bekend was. Dat het om "loodzware" besluiten ging, illustreerde topambtenaar Ernst van Koesveld in zijn verhoor woensdag. Hij was op het ministerie van Volksgezondheid betrokken bij het bezoekverbod voor verpleeghuizen. Hij herinnerde zich "dat het een steen op de maag" was, maar dat iedereen het nodig vond. Aan het besluit lag geen OMT-advies ten grondslag, maar het lag volgens hem wel "in het verlengde" van het advies om voorzichtig om te gaan met kwetsbaren. Specifieke vragen Dat niet alle kabinetsmaatregelen rechtstreeks van het OMT kwamen, was voorzitter Van Dissel overigens wel wat waard. In die tijd ontstond een beeld dat het OMT alles bepaalde; op enig moment noemde premier Rutte de adviezen zelfs heilig. "Je wil niet dat het advies gepolitiseerd wordt", aldus Van Dissel. De OMT-voorzitter zei in zijn verhoor ook dat het adviesorgaan later in de crisis wel heel veel te verstouwen kreeg van het kabinet. De adviesvragen waren soms zo specifiek dat "je je daar kriegelig bij voelde". Van Dissel, die nog een keer gehoord zal worden, stelt dat alles werd gewogen met het oog op de uitbraak. "Maar het was een politieke keuze of bioscopen open konden en restaurants niet, bij wijze van spreken." Die keuzes van het kabinet kwamen ook aan bod in de Tweede Kamer. De enquêtecommissie kijkt nadrukkelijk naar de rol van de Kamer en in dat kader was toenmalig voorzitter Khadija Arib uitgenodigd. Kortgezegd was haar boodschap "dat de Kamer het heel goed heeft gedaan". De controlerende taak werkte prima wat haar betreft. Ze erkende dat er geen crisisplan lag om de Kamer te laten functioneren in een pandemie. "Maar het was ook nooit voorgekomen." De Tweede Kamer ging door met vergaderen, maar wel minder en in aangepaste vorm. De ambtelijke top, waar Arib geen goede relatie mee had, ging aan de slag met een crisisplan, maar daar werd zij buitengehouden, vertelde ze. "Het was mosterd na de maaltijd." Uitgewoond Of de Kamer inderdaad zo goed functioneerde, waagde ex-Nationaal Coördinator Terrorismebestrijding en Veiligheid Pieter-Jaap Aalbersberg te betwijfelen in zijn verhoor. Hij zag overwerktheid bij ambtenaren van VWS, mede doordat de Kamer veel van ze vroeg. "Het parlementaire werk vrat de ambtenaren op." Ze raakten het eerste half jaar "uitgewoond". Net als de Kamer was heel Nederland niet goed voorbereid, zei Aalbersberg. Er waren draaiboeken voor uitbraken, maar alleen gericht op "een enkele besmettingshaard ergens in Nederland". Voldoende transparant De NCTV werd als laatste verhoord deze week en was naar eigen zeggen "het oliemannetje" van de crisis. Hij was bijvoorbeeld aanwezig bij de zogenoemde Catshuisoverleggen, waar ministers afspraken maakten over de coronamaatregelen. Hij weerspreekt dat de besluitvorming daar "schimmig" was. Veel onderliggende adviezen waren openbaar en de bewindslieden moesten in het openbaar verantwoording afleggen, is zijn idee. "Vanuit mijn perspectief was het voldoende transparant." Hoe de bewindspersonen daar zelf naar kijken, wordt volgende week duidelijk. De commissie verhoort dan onder anderen oud-premier Rutte en toenmalig ministers Van Ark en Koolmees.
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Bruna Nunes, apontada como foragida da operação "Mens Occulta", se entregou à Polícia Federal (PF) na tarde de quinta-feira (4), em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ela é investigada por envolvimento em um esquema de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro liderado pelo pai, Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC". "Ela disse que queria ficar junto da irmã no presídio", afirmou o delegado Felipe Martins Perez Garcia. Quem é quem no esquema de família investigada por tráfico e lavagem de dinheiro Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína entre estados brasileiros Bruna se apresentou à Polícia Federal acompanhada da mãe, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, que também é investigada no caso. Segundo a PF, Maria teria atuado na organização e manutenção das atividades criminosas atribuídas ao grupo, mas não foi alvo de mandado de prisão. Após a entrega, Bruna foi encaminhada para a Penitenciária Professor Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde permanece à disposição da Justiça. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, confirmou que Bruna se apresentou espontaneamente à PF, demonstrando respeito às autoridades e ao regular andamento da investigação. Veja a íntegra abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Bruna foi se entregar acompanhada da mãe Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes PF/Divulgação Papel de Bruna no esquema Segundo a Polícia Federal, Bruna Nunes tinha participação ativa no esquema criminoso investigado. De acordo com a corporação, ela atuava como intermediária na comunicação entre integrantes do grupo e utilizava contas bancárias para movimentações financeiras suspeitas. A investigação também aponta que Bruna mantinha um padrão de vida incompatível com a renda formal declarada, de R$ 3.750 por mês. Entre os bens identificados está um carro avaliado em cerca de R$ 130 mil, que, segundo a PF, teria sido pago pelo pai. Ainda de acordo com os investigadores, entre março e maio de 2023 foram registradas movimentações consideradas atípicas e sem justificativa na conta da investigada. A PF afirma que os recursos teriam sido usados para bancar despesas mensais de Mario Sergio Nunes, estimadas em até R$ 30 mil. A apuração também identificou mensagens interceptadas que mostram a preocupação de Bruna em apagar conversas com pessoas ligadas ao crime organizado na região. Para a PF, o conteúdo sugere que ela tinha conhecimento das atividades investigadas. Outro ponto destacado pela investigação é que Bruna já havia sido denunciada, em 2019, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), junto com familiares, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. Com base nos indícios reunidos durante a investigação, a Polícia Federal pediu à Justiça mandados de busca e apreensão e a prisão preventiva da investigada. bruna nunes operação mens occulta uberlândia Reprodução/Redes Sociais Empresa do tráfico A investigação da PF apontou que a organização criminosa liderada por "Serjão do PCC", operava com uma estrutura semelhante à de uma empresa, utilizando caminhões, carretas, transportadoras, motoristas recrutados, contas bancárias de terceiros e empresas de fachada para transportar cocaína e movimentar recursos do tráfico. O grupo usava laranjas para ocultar patrimônio, escondia drogas em compartimentos falsos de caminhões e mantinha uma rota que ligava estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia a Minas Gerais. A PF identificou ainda a participação de familiares e aliados na movimentação financeira do esquema, que tinha em Uberlândia seu principal centro de recebimento, armazenamento e distribuição de drogas. Alguns dos veículos usados por uma das empresas de fachada da família PF/Divulgação 2 toneladas de cocaína foram apreendidas em 1 ano Nove grandes apreensões realizadas em um ano não interromperam as atividades da família investigada na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF). Segundo a PF, mais de 2 toneladas de cocaína ligadas a Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", e aos familiares dele foram apreendidas durante o período investigado. De acordo com a polícia, eles fazem parte do núcleo principal da organização criminosa. Apesar do volume de drogas apreendidas, a Polícia Federal afirmou que a quantidade representa apenas uma pequena parte dos entorpecentes movimentados pelo grupo investigado. Quem é quem no esquema família tráfico uberlândia polícia federal cocaína Reprodução/Redes Sociais Mario Sergio Nunes, o "Serjão do PCC", liderava a organização criminosa e coordenava a logística e as finanças do tráfico. A esposa, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, e as filhas, Bruna e Brenda Silva Nunes, teriam auxiliado na movimentação de recursos e na ocultação de patrimônio. Já o ex-genro, Rhanniery Nunes Graciano, é apontado como laranja utilizado para esconder bens ligados ao esquema. Em nota, o advogado de Rhanniery, Sérgio Luiz da Silva, afirmou que acompanha todos os desdobramentos do caso, mas que não fará comentários sobre aspectos específicos neste momento. Família é apontada como núcleo principal da organização Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Entendo como funcionava o esquema da família investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Uberlândia g1 LEIA TAMBÉM: Interiorização do crime: por que cidades menores lideram taxa de homicídios Pai incomodado com choro mata filho de 3 meses com socos e tapas VÍDEO: Mulher é expulsa a chineladas ao tentar furtar loja de açaí Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação O que disse a defesa da família Nunes "A defesa informa que a investigada integrante da Família Nunes apresentou-se espontaneamente perante a Polícia Federal, demonstrando respeito às autoridades e ao regular andamento da investigação. Entretanto, causa profunda preocupação o fato de que, até o presente momento, os advogados seguem sem acesso aos autos, mesmo havendo pessoas privadas de liberdade, e todas ainda aguardando a realização da audiência de custódia. A defesa ressalta que o sigilo da investigação não pode impedir o exercício das prerrogativas profissionais da advocacia, tampouco restringir garantias fundamentais asseguradas pela Constituição Federal, como o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e o controle judicial imediato da prisão. A Família Nunes reafirma sua confiança na Justiça, mas registra sua preocupação com o respeito às liberdades e garantias individuais, permanecendo à disposição das autoridades para todos os esclarecimentos necessários. Por se tratar de procedimento sigiloso, a defesa não se manifestará sobre o mérito dos fatos neste momento." Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Uruguayan Foreign Minister Mario Lubetkin announced Thursday that Uruguay will cancel visa requirements for Chinese citizens holding ordinary passports. Details of the relevant policies will be announced later, Lubetkin said at an event in the country’s capital Montevideo. (By Zhang Dongfang)
Das Magazin „Foreign Policy“ berichtet über Pläne der Trump-Regierung, mit Fördergeldern Einfluss auf die europäische Politik zu nehmen. BSW-Chef Fabio De Masi wirft der AfD vor, von US-Einflussversuchen zu profitieren.
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro A investigação da Polícia Federal (PF) apontou que a organização criminosa liderada por Mario Sergio Nunes, o “Serjão do PCC”, operava como uma empresa do tráfico de drogas. O grupo contava com uma estrutura logística que incluía caminhões, carretas, transportadoras, motoristas recrutados, contas bancárias de terceiros e empresas de fachada. De acordo com a PF, essa estrutura era usada para transportar grandes carregamentos de cocaína entre diferentes estados do país e movimentar recursos ligados à atividade criminosa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a Polícia Federal, a logística do grupo era sustentada por uma frota de caminhões e semirreboques registrados em nome de terceiros. A investigação apontou que diversos veículos flagrados no transporte de drogas estavam formalmente registrados em nome de motoristas, empresas ou pessoas sem renda compatível com a compra dos bens. Para a PF, isso reforça a suspeita de uso de laranjas para esconder o patrimônio da organização criminosa. Os investigadores também identificaram o uso de transportadoras para dar aparência de legalidade às operações do grupo. De acordo com a PF, empresas do setor apareciam como proprietárias de veículos envolvidos nas apreensões. No entanto, apresentavam indícios de funcionamento irregular, não tinham funcionários e registravam movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade declarada. Alguns dos veículos usados por uma das empresas de fachada da família PF/Divulgação Segundo a Polícia Federal, os motoristas recrutados pelo grupo tinham papel central na logística do tráfico de drogas. Ao longo das investigações, foram apreendidos carregamentos de 312 quilos, 125 quilos, 126 quilos, 425 quilos, 423 quilos e 368 quilos de cocaína, além de outros 144 tabletes da droga, entre outras cargas ligadas ao esquema. Em vários casos, os entorpecentes estavam escondidos em compartimentos falsos nas cabines dos caminhões ou em pneus sobressalentes. Para a PF, a repetição desse método revela um padrão operacional adotado pela organização criminosa. A investigação também apontou a participação de familiares e pessoas próximas ao líder do grupo na movimentação financeira do esquema. De acordo com a PF, contas bancárias de terceiros eram usadas para movimentar recursos do tráfico, enquanto empresas registradas em nome de parentes e aliados serviriam para ocultar patrimônio. Os investigadores identificaram ainda depósitos considerados suspeitos, entre eles uma transferência de R$ 120 mil feita por Mario Sergio Nunes para uma empresa apontada como possível fachada. Segundo os dados reunidos pela PF, as cargas saíam principalmente de estados considerados estratégicos para o narcotráfico, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, com destino a Minas Gerais. A investigação aponta que Uberlândia funcionava como o principal centro operacional da organização. A cidade era responsável por receber, armazenar e redistribuir a droga para municípios do Triângulo Mineiro e outros estados do país. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. 2 toneladas de cocaína foram apreendidas em 1 ano Nove grandes apreensões realizadas em um ano não interromperam as atividades da família investigada na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF). Segundo a PF, mais de 2 toneladas de cocaína ligadas a Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", e aos familiares dele foram apreendidas durante o período investigado. De acordo com a polícia, eles fazem parte do núcleo principal da organização criminosa. Apesar do volume de drogas apreendidas, a Polícia Federal afirmou que a quantidade representa apenas uma pequena parte dos entorpecentes movimentados pelo grupo investigado. Quem é quem no esquema família tráfico uberlândia polícia federal cocaína Reprodução/Redes Sociais Mario Sergio Nunes, o "Serjão do PCC", liderava a organização criminosa e coordenava a logística e as finanças do tráfico. A esposa, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, e as filhas, Bruna e Brenda Silva Nunes, teriam auxiliado na movimentação de recursos e na ocultação de patrimônio. Já o ex-genro, Rhanniery Nunes Graciano, é apontado como laranja utilizado para esconder bens ligados ao esquema. Em nota, o advogado de Rhanniery, Sérgio Luiz da Silva, afirmou que acompanha todos os desdobramentos do caso, mas que não fará comentários sobre aspectos específicos neste momento. Veja a íntegra abaixo. Família é apontada como núcleo principal da organização Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Entendo como funcionava o esquema da família investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Uberlândia g1 LEIA TAMBÉM: Interiorização do crime: por que cidades menores lideram taxa de homicídios Pai incomodado com choro mata filho de 3 meses com socos e tapas VÍDEO: Mulher é expulsa a chineladas ao tentar furtar loja de açaí Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação O que disse a defesa da família Nunes "A defesa da Família Nunes informa que, até o presente momento, ainda não teve acesso integral aos autos, os quais tramitam sob sigilo, razão pela qual qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos seria prematura. A Família Nunes reafirma sua confiança nas instituições, no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, colocando-se à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários. A defesa destaca, ainda, que eventuais responsabilidades somente podem ser apuradas no âmbito do processo judicial, com respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais. Por fim, a Família Nunes manifesta serenidade e confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno." O que disse a defesa de Rhanniery "A defesa de Rhanniery Nunes Graciano recebeu com serenidade as informações relacionadas à denominada Operação Mens Occulta e acompanha atentamente todos os desdobramentos do caso. Neste momento, é importante destacar que toda pessoa submetida à investigação ou processo judicial goza da garantia constitucional da presunção de inocência, princípio fundamental do Estado Democrático de Direito. A defesa reafirma a absoluta confiança nas instituições, no trabalho das autoridades competentes e no sistema de justiça brasileiro, certos de que os fatos serão devidamente esclarecidos no curso regular do procedimento, com pleno respeito ao contraditório e à ampla defesa. Em respeito às investigações em andamento, não serão realizados comentários sobre aspectos específicos do caso neste momento. Temos convicção de que, ao final da apuração, a verdade dos fatos prevalecerá e todas as circunstâncias serão adequadamente esclarecidas perante as autoridades competentes." Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
El sumario dibuja dos tramas que confluyeron gracias al exsecretario de Organización y a Leire Díez, que se pusieron al servicio del PSOE tras el amago de dimisión de Sánchez
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Nem nove grandes apreensões realizadas em um ano interromperam as atividades da família investigada na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF). A investigação apura suspeitas de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, mais de 2 toneladas de cocaína ligadas a Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", e aos familiares dele foram apreendidas durante o período investigado. De acordo com a polícia, eles fazem parte do núcleo principal da organização criminosa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Apesar do volume de drogas apreendidas, a Polícia Federal afirmou que a quantidade representa apenas uma pequena parte dos entorpecentes movimentados pelo grupo investigado. Segundo as investigações, organizações criminosas como a liderada por Serjão do PCC tratam o tráfico de drogas como uma atividade estruturada. Por isso, os líderes já consideram, em seus cálculos, as perdas causadas por apreensões realizadas pelas forças de segurança. De acordo com a PF, o esquema continuou operando mesmo após as apreensões. Como exemplo, a polícia identificou, em janeiro de 2025, que dois motoristas ligados ao grupo e presos por tráfico fizeram três viagens suspeitas cada um. Em apenas uma dessas viagens houve apreensão da carga de drogas. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. Veja todas as apreensões relacionadas à família abaixo. Apreensões relacionadas à família em 1 ano Apreensões Apreensão de cocaína em Campo Grande e relacionada ao esquema da família PRF/Divulgação 1ª apreensão Em 5 de setembro de 2024, um motorista foi preso em flagrante e, posteriormente, condenado por tráfico internacional de drogas. Segundo a investigação, ele transportava 312,1 quilos de cocaína entre Colorado (RO) e Uberlândia (MG). De acordo com a Polícia Federal, a empresa responsável pelo transporte estava registrada em nome de um homem que não teve a identidade divulgada, mas era controlada, na prática, por Mario Sergio Nunes. A PF chegou a essa conclusão após analisar documentos atribuídos ao investigado. Entre os materiais apreendidos estavam registros de criação da transportadora, documentos de veículos, comprovantes bancários e arquivos relacionados às atividades da empresa. Segundo os investigadores, a transportadora era usada pela organização criminosa para registrar caminhões e semirreboques utilizados no transporte de drogas. Além disso, a empresa teria servido como fachada para movimentações financeiras e ocultação de patrimônio. A investigação também identificou a ligação da transportadora com apreensões de grandes carregamentos de cocaína realizadas durante o período apurado. 2ª apreensão Outro caso relacionado pela Polícia Federal à organização criminosa ocorreu em 22 de março de 2024, em Jaraguari (MS). Na ocasião, um motorista foi preso transportando cerca de 125 quilos de cocaína escondidos nos pneus de um caminhão. Segundo a investigação, documentos do veículo apreendido e imagens do caminhão encontradas em conversas atribuídas a Mario Sergio Nunes reforçaram a ligação da carga de drogas com o grupo criminoso. De acordo com a PF, as mensagens foram trocadas com um homem identificado como proprietário de uma distribuidora de bebidas. Ele também aparecia como dono do veículo usado para transportar a droga. Para os investigadores, esses elementos reforçam a conexão entre a apreensão, os suspeitos e a estrutura da organização criminosa. 3ª apreensão Outro caso citado pela Polícia Federal ocorreu em 3 de outubro de 2024. Na data, um motorista foi preso em flagrante transportando cerca de 50 quilos de drogas em um veículo utilitário. Segundo a investigação, arquivos encontrados em uma nuvem atribuída a Mario Sergio Nunes continham a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do motorista, registrada no mesmo dia da prisão. Os investigadores também localizaram mensagens que faziam referência ao endereço do homem e ao acompanhamento da ocorrência. Para a PF, esses elementos indicam que o preso atuava como motorista da organização criminosa, responsável por transportar carregamentos de drogas que saíam de Uberlândia para outras regiões do país. De acordo com a investigação, o grupo utilizava veículos menores e rotas com origem em Uberlândia para reduzir o risco de abordagens policiais. A estratégia também evitava deslocamentos diretos a partir de estados considerados rotas mais visadas no combate ao tráfico, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 4ª apreensão A Polícia Federal também relacionou ao grupo uma apreensão realizada em abril de 2024, em Água Clara (MS). Na ocasião, um motorista de Uberlândia foi preso transportando 126,2 quilos de pasta base de cocaína escondidos nos pneus sobressalentes de um caminhão e de um semirreboque. Segundo a investigação, a ligação entre o carregamento e a organização criminosa foi identificada posteriormente, após a análise de uma nuvem atribuída a Mario Sergio Nunes. De acordo com a PF, os investigadores encontraram imagens do veículo enviadas por Mario Sergio à filha, Bruna Silva Nunes. O material foi considerado um dos indícios da conexão entre a apreensão e o grupo investigado. Além disso, o caminhão estava registrado em nome de um sócio de uma transportadora. No entanto, o endereço informado por ele aos órgãos oficiais era o mesmo da residência de Mario Sergio, em Uberlândia. 5ª apreensão Em mais uma apreensão relacionada ao esquema investigado, um motorista foi preso em 6 de fevereiro de 2025, em Itapagipe (MG). Segundo a Polícia Federal, ele transportava 425 quilos de cocaína escondidos em um compartimento falso na cabine de um caminhão. De acordo com a investigação, a forma de ocultação da droga era semelhante à identificada em outras apreensões atribuídas ao grupo criminoso. A PF também apontou que o motorista não tinha renda compatível com os veículos registrados em seu nome. Para os investigadores, isso reforça a suspeita de que ele atuava como laranja da organização. Além disso, documentos de uma transportadora ligada a Mario Sergio Nunes foram encontrados no caminhão. Mensagens localizadas no celular do suspeito também indicaram contato direto com Mario Sergio, apontado pela PF como líder do grupo criminoso. 6ª apreensão Em outro caso investigado, três pessoas foram presas em Curvelo (MG) após a apreensão de 30 barras de skunk, R$ 100 mil em dinheiro e duas armas de fogo. Durante a operação, os policiais também apreenderam dois veículos. Segundo a Polícia Federal, os automóveis já haviam sido vinculados a Mario Sergio Nunes em outra investigação, o que reforça a suspeita de ligação entre a ocorrência e a organização criminosa. 7ª apreensão Outro carregamento atribuído ao grupo foi interceptado em fevereiro de 2025, em Campo Grande (MS). Na ocasião, um morador de Uberlândia foi preso transportando cerca de 423 quilos de cocaína escondidos em um compartimento falso na cabine de um caminhão. Segundo a Polícia Federal, o caso apresentou características semelhantes às apreensões anteriores. Entre elas estavam o mesmo método de ocultação da droga e o uso de veículos registrados em nome de pessoas sem renda compatível com os bens. A investigação também apontou que o motorista mantinha contato com outros condutores já ligados ao esquema. Para a PF, esse elemento reforça a suspeita de que ele integrava a organização criminosa liderada por Mario Sergio Nunes. 8ª apreensão O último carregamento atribuído pela Polícia Federal ao grupo foi apreendido em 27 de fevereiro de 2025, em Uberaba (MG). Na ocasião, um homem foi preso transportando 144 tabletes de cocaína escondidos na cabine de um caminhão. Segundo a investigação, o veículo pertencia a uma empresa suspeita de atuar como fachada. De acordo com a PF, a transportadora não tinha funcionários nem estrutura compatível com a atividade que declarava exercer. Os investigadores também identificaram depósitos que somam R$ 120 mil feitos por Mario Sergio Nunes para a empresa, além de outras movimentações financeiras consideradas suspeitas. Para a PF, esses elementos reforçam a ligação entre a transportadora e a organização criminosa investigada. 9ª apreensão Mesmo durante a fase final da operação, a Polícia Federal identificou um novo carregamento de drogas atribuído ao grupo investigado. Em abril de 2025, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 368 quilos de cocaína e pasta base escondidos em um caminhão abordado em Campo Grande (MS). Segundo a investigação, os veículos usados no transporte estavam registrados em nome de pessoas e empresas sem renda ou patrimônio compatíveis com os bens. Para a PF, esses registros indicam o possível uso de empresas e laranjas para ocultar o patrimônio da organização criminosa. A investigação também apontou que um dos caminhões ligados ao carregamento foi negociado poucos dias após a apreensão por Rhanniery Nunes Graciano, ex-genro de Mario Sergio Nunes. De acordo com a PF, Rhanniery integra a estrutura criminosa e atuava no auxílio à movimentação de bens e valores do grupo. O g1 tenta contato com o advogado de Rhanniery. Quem é quem no esquema Mario Sergio Nunes, vulgo 'Serjão' Mario Sergio Nunes foi preso durante a operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Desde o início das investigações, a Polícia Federal aponta Mario Sergio Nunes como líder da organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas no Triângulo Mineiro. Conhecido pelos apelidos de "Serjão do PCC", "Pedro" e "Pedrão", ele seria responsável por coordenar motoristas utilizados no transporte de entorpecentes, além de laranjas e testas de ferro empregados para ocultar patrimônio e movimentações financeiras. Segundo a PF, o investigado também mantinha ligações com traficantes de cidades da região e de outros estados, exercendo papel central na estrutura operacional e financeira do grupo. Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, esposa de Mario Sergio, também é investigada pela PF. Redes Sociais/Reprodução A esposa de Mario Sergio, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, teria auxiliado na estrutura financeira da organização criminosa por meio da utilização do próprio nome e de contas bancárias em movimentações do grupo. A investigação também aponta indícios de participação na ocultação de patrimônio e em empresas de fachada, mas sem atuação direta nas atividades operacionais do esquema. Bruna Silva Nunes Bruna Nunes Reprodução/Redes Sociais Segundo a Polícia Federal, Bruna Nunes exercia papel ativo na organização criminosa liderada pelo pai, atuando na comunicação entre integrantes do grupo e em movimentações financeiras suspeitas. A investigação aponta ainda que ela mantinha um padrão de vida incompatível com a renda declarada, recebeu um veículo avaliado em cerca de R$ 130 mil e teria utilizado recursos para custear despesas de Mario Sergio. Para a PF, mensagens interceptadas indicam que ela tinha conhecimento das atividades ilícitas investigadas. Brenda Silva Nunes Brenda Nunes é investigada pela PF de Uberlândia por lavagem de dinheiro PF/Reprodução Brenda Nunes também atuou na gestão financeira da organização criminosa e na comunicação com outros investigados. A PF afirma que ela movimentava recursos de uma empresa apontada como de fachada e mantinha padrão de vida incompatível com a renda declarada. Mensagens interceptadas indicariam que Brenda tinha conhecimento das atividades do grupo e da atuação do pai, Mario Sergio Nunes, no tráfico de drogas. Rhanniery Nunes Graciano Rhanniery Nunes Graciano preso na operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Rhanniery Nunes Graciano, ex-genro de Mario Sergio, atuava como laranja da organização criminosa para ocultar patrimônio. A investigação aponta que ele participou de uma negociação considerada suspeita envolvendo um caminhão ligado ao transporte de drogas e mantinha movimentações financeiras e um padrão de vida incompatíveis com a renda formal declarada, fatores que reforçaram o pedido de prisão preventiva. Família é apontada como núcleo principal da organização Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Entendo como funcionava o esquema da família investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Uberlândia g1 LEIA TAMBÉM: Interiorização do crime: por que cidades menores lideram taxa de homicídios Pai incomodado com choro mata filho de 3 meses com socos e tapas VÍDEO: Mulher é expulsa a chineladas ao tentar furtar loja de açaí Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação O que disse a defesa da família Nunes "A defesa da Família Nunes informa que, até o presente momento, ainda não teve acesso integral aos autos, os quais tramitam sob sigilo, razão pela qual qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos seria prematura. A Família Nunes reafirma sua confiança nas instituições, no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, colocando-se à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários. A defesa destaca, ainda, que eventuais responsabilidades somente podem ser apuradas no âmbito do processo judicial, com respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais. Por fim, a Família Nunes manifesta serenidade e confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno." Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Viatura da Polícia Civil de Goiás Divulgação/Polícia Civil Um menino de 7 anos foi baleado no rosto em uma casa na Rua Americano do Brasil, em Uruaçu, na região norte do estado, na noite de quarta-feira (3). A Polícia Civil investiga as circunstâncias em que o tiro foi disparado. Segundo Sandro Leal, tudo indica a criança se autolesionou ao acessar uma arma que era do padrasto. "Tinha uma outra criança na cena e a dinâmica da perícia está tentando apurar se era possível, pelos elementos técnicos, a altura, a posição do disparo, que essa outra criança tenha tido uma participação", afirmou. O nome da criança não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu atualizar o estado de saúde dela até a última atualização desta reportagem. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O padrastro foi preso pela Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Anápolis e autuado em flagrante durante a madrugada desta quinta-feira (4). Ele foi solto após pagar uma fiança de R$ 10 mil, informou o delegado. A identidade do homem não foi divulgada, por isso não foi possível localizar a sua defesa. De acordo com o investigador, não houve uma discussão. O homem deve responder por omissão de cautela e lesão corporal. "O crime é de omissão de cautela, ou seja, deixar uma arma a ponto que uma criança ou um adolescente, um menor de dezoito anos, possa acessá-la", ressaltou. Agora no g1 LEIA TAMBÉM: ENVENENADA: Morte de menina por suspeita de envenenamento é investigada pela polícia, em Goiás Criança morre após ser levada a unidade de saúde com sinais de espancamento em Aparecida de Goiânia VÍDEO: Criança pede socorro após ser deixada com o irmão sozinha em apartamento Ao g1, a Polícia Militar contou a corporação foi chamada para atender uma ocorrência no Hospital Particular Edmundo Fernandes. Na unidade, a equipe médica informou que uma criança havia dado entrada com ferimento provocado por disparo de arma de fogo. As informações preliminares indicam que o menino chegou consciente ao hospital. O investigador informou ainda que tudo indica que a criança acessou a arma que estava em um ármario. "Tanto que o disparo acertou a bochecha, acertou o armário, a porta do armário, e acabou na parede", destacou. A Polícia Técnico-Científica também foi acionada para a realização da perícia no caso. Delegacia da Polícia Civil em Uruaçu, Goiás Reprodução/TV Anhanguera 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
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Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Pai, mãe, filhas e ex-genro são investigados na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF), que apura suspeitas de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes, integraram o núcleo principal da organização criminosa investigada. Mario e Brenda foram presos em um hotel, na terça-feira (2). Já Bruna é considerada foragida. A esposa de Mario, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, também é investigada. De acordo com a PF, ela teria participação na estruturação e manutenção das atividades ilícitas atribuídas ao grupo. Ainda segundo a corporação, Maria não é considerada foragida porque, até o momento, o cumprimento do mandado de busca e apreensão foi considerado suficiente em relação à investigada. Já Rhanniery Nunes Graciano, ex-namorado de Brenda, é apontado pela PF como responsável por ocultar bens e dar continuidade às atividades ilícitas do grupo. Ele também foi preso na terça-feira. Da esquerda para direita: Mario Sergio Nunes, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, Brenda da Silva Nunes, Bruna Nunes e Rhanniery Nunes Graciano Reprodução/Redes Sociais Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. O g1 tenta contato com o advogado de Rhanniery. Veja abaixo a função de cada membro da família dentro do esquema, segundo a polícia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Quem é quem no esquema Mario Sergio Nunes, vulgo 'Serjão' Mario Sergio Nunes foi preso durante a operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Desde o início das investigações, Mario Sergio Nunes é apontado pela Polícia Federal como o líder da organização criminosa que atuaria no Triângulo Mineiro. Segundo a corporação, ele também é conhecido pelos apelidos de "Serjão do PCC", "Pedro" e "Pedrão", e seria uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) na região. De acordo com a PF, análises de conversas interceptadas indicam que Mario chefiava uma estrutura hierárquica rígida. Os investigadores afirmam que a posição dele dentro da facção gerava temor até mesmo entre integrantes subordinados. Conforme o relatório da investigação, "Serjão" comandaria uma rede responsável por coordenar motoristas, conhecidos como "mulas", usados no transporte de drogas. O grupo também utilizaria laranjas e testas de ferro para ocultar patrimônio e movimentações financeiras. Ainda segundo a apuração, ele mantinha alianças com traficantes responsáveis pela distribuição dos entorpecentes em Uberlândia, Uberaba e Ituiutaba, além de possuir conexões em outros estados. A PF aponta Mario Sergio como líder operacional e financeiro da célula investigada. No entanto, a corporação não descarta a existência de integrantes em níveis superiores da organização criminosa. Essa suspeita se baseia no elevado poder financeiro atribuído ao grupo e na diversidade de rotas de abastecimento identificadas durante a investigação. Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, esposa de Mario Sergio, também é investigada pela PF. Redes Sociais/Reprodução A esposa de Mario Sergio é apontada pela investigação como uma das responsáveis pela estrutura financeira do grupo. Segundo os relatórios da Polícia Federal (PF), ela teria participado da criação e manutenção de empresas de fachada, além de atuar na ocultação de patrimônio e na dissimulação das atividades ilícitas atribuídas à organização. As investigações indicam que ela agiria em conjunto com os familiares investigados. No entanto, até o momento, a PF aponta que sua participação estaria concentrada na cessão do próprio nome e de contas bancárias para movimentações financeiras do grupo, sem envolvimento direto em outras atividades operacionais. Por esse motivo, a Justiça entendeu que o cumprimento do mandado de busca e apreensão contra a investigada é, neste momento, uma medida suficiente para o andamento das investigações. Bruna Silva Nunes Bruna Nunes Reprodução/Redes Sociais Segundo a investigação, Bruna Nunes teria participação ativa no esquema liderado pelo pai. De acordo com a Polícia Federal (PF), ela atuaria como intermediária na comunicação do grupo e utilizaria contas bancárias para movimentações financeiras consideradas ilícitas. A PF também aponta que Bruna mantinha um padrão de vida incompatível com a renda formal declarada, de R$ 3.750 por mês. Entre os bens identificados pelos investigadores está um veículo avaliado em cerca de R$ 130 mil, que teria sido financiado pelo pai. Ainda segundo a investigação, entre março e maio de 2023 foram registradas movimentações financeiras consideradas atípicas e sem justificativa na conta da investigada. De acordo com a PF, os recursos teriam sido usados para custear despesas mensais de Mario Sergio Nunes, que chegavam a R$ 30 mil. Os investigadores afirmam que mensagens interceptadas mostram a preocupação de Bruna em apagar conversas com suspeitos ligados ao crime organizado na região. Para a PF, o conteúdo indicaria que ela tinha conhecimento das atividades investigadas. Outro ponto destacado pela investigação é que Bruna já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, ao lado de familiares, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. Diante dos indícios levantados durante a apuração, a PF solicitou mandados de busca e apreensão e a prisão preventiva da investigada. Brenda Silva Nunes Brenda Nunes é investigada pela PF de Uberlândia por lavagem de dinheiro PF/Reprodução Segundo a investigação, Brenda Nunes exercia funções semelhantes às da irmã dentro do esquema criminoso investigado. De acordo com a PF, ela atuaria no controle financeiro do grupo e na comunicação com outros suspeitos ligados ao tráfico de drogas na região. Assim como os pais e a irmã, Brenda já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. A investigação aponta ainda que Brenda movimentava recursos de contas da empresa Pedro Estética Veicular, apontada pela PF como uma empresa de fachada e registrada em nome da mãe dela, Maria Lourdetis. Segundo os investigadores, os valores eram usados para cobrir despesas pessoais da família. De acordo com a PF, Brenda não possuía emprego formal e mantinha um padrão de vida incompatível com a renda declarada. Entre os bens e registros citados pela investigação estão lanchas, motos aquáticas e pelo menos dois cavalos de competição avaliados em cerca de R$ 50 mil cada. Mensagens interceptadas indicam que Brenda tinha conhecimento das atividades atribuídas ao grupo, segundo a PF. Em conversas com a irmã, ela comentaria apreensões de drogas realizadas pela polícia e faria referências à posição do pai dentro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Em um dos diálogos, também teria mencionado que outras pessoas sabiam que Mario Sergio era "bandido" e utilizaria o nome dele para intimidar desafetos. Rhanniery Nunes Graciano Rhanniery Nunes Graciano preso na operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Segundo a investigação, Rhanniery Nunes Graciano, ex-genro de Mario Sergio, é suspeito de atuar como "laranja" da organização criminosa para ocultar patrimônio e lavar dinheiro. De acordo com a Polícia Federal, ele passou a ser investigado após uma negociação considerada suspeita envolvendo uma carreta. O veículo havia sido flagrado anteriormente transportando semirreboques carregados com cocaína apreendida em abril de 2025. A investigação aponta que Rhanniery comprou o caminhão por R$ 320 mil logo após a apreensão da droga e o revendeu no dia seguinte por R$ 300 mil. Para a PF, o prejuízo de R$ 20 mil indicaria uma tentativa de ocultar o bem. Os investigadores também afirmam que a movimentação financeira atribuída a Rhanniery é incompatível com a renda formal registrada em seu nome. Segundo a apuração, ele recebeu auxílio emergencial e teve como último salário formal o valor de R$ 1.516,67, em dezembro de 2024. Apesar disso, a PF afirma que o investigado exibia nas redes sociais um padrão de vida de alto custo, com registros em lanchas, cavalos, motos e veículos de luxo. Para a polícia, o uso de laranjas, empresas de fachada e a repetição de rotas logísticas reforçam a suspeita de atuação de uma organização criminosa. Esses elementos embasaram o pedido de prisão preventiva de Rhanniery, segundo a investigação. Cavalo de competição e flutuante de luxo PF apreende cavalo de competição e flutuante ligados a família investigada Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil durante o segundo dia da operação "Mens Occulta". A investigação apontou que o cavalo pertencia à Brenda da Silva Nunes e foi encontrado em um haras na região de Barretos, no interior de São Paulo. Brenda é competidora da modalidade de três tambores e está entre os principais alvos da operação. De acordo com a Polícia Federal (PF), outro cavalo de competição ligado à investigada ainda não foi localizado. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. A embarcação estava em uma propriedade particular de Uberlândia. Segundo a PF, o flutuante possui estrutura de lazer com fogão, sistema de som e até pista de dança. Para os investigadores, as novas apreensões reforçam a suspeita de que o grupo utilizava recursos obtidos com atividades criminosas para comprar bens de alto valor e artigos de luxo. Flutuante conta com estrutura de lazer equipada com fogão, sistema de som e até pista de dança PF/Divulgação Família é apontada como núcleo principal da organização A operação "Mens Occulta" foi deflagrada na terça-feira (2). Os principais investigados são Mario Sergio Nunes e as filhas dele, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes. O ex-namorado de Brenda, Rhaniery Nunes, também foi preso por suspeita de lavagem de dinheiro. Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Conforme as investigações, Mario seria integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e já foi preso em operações anteriores. PF faz operação contra tráfico internacional de cocaína em MG e outros estados Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Até a última atualização desta reportagem, sete investigados continuavam foragidos, entre eles a psicóloga infantil Bruna Nunes, apontada pela PF como integrante do núcleo familiar investigado. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Ao longo de quase dois anos de apuração, a PF relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação Pai e filha foram presos em hotel Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. Já a outra filha investigada era considerada foragida até a última atualização desta reportagem. Além do pai e das filhas, a esposa de Mario e genros também foram alvos de mandados judiciais, de acordo com a PF. BMWs, motorhome e vida de luxo As investigações apontam que a família acumulou um patrimônio milionário que, segundo a PF, não era compatível com a renda oficialmente declarada. Entre os bens identificados pelos investigadores estão ranchos às margens da Represa de Miranda, apartamentos, embarcações, motos aquáticas, cavalos de raça, carros importados e um motorhome de luxo. Segundo o delegado, o motorhome era frequentemente utilizado em viagens para Barretos (SP), onde uma das filhas participava de competições de três tambores. "A filha é competidora, tem cavalos, então eles usavam muito para ir para Barretos, para participar desses torneios. É um veículo de luxo", comentou o delegado. Inicialmente estimado em R$ 500 mil, o veículo teve o valor atualizado pela investigação para cerca de R$ 1,2 milhão. Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. De acordo com a investigação, Brenda havia se formado recentemente em Direito, atuava em poucos processos e divulgava nas redes sociais que estudava para concursos da magistratura. Já a irmã atuava como psicóloga infantil. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Operação 'Mens Occulta' De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga originada do Paraguai era transportada do Mato Grosso do Sul em veículos de carga. Os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Ao todo, a Operação Mens Occulta mobilizou 230 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de prisão preventiva e 49 mandados de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O que disse a defesa da família Nunes "A defesa da Família Nunes informa que, até o presente momento, ainda não teve acesso integral aos autos, os quais tramitam sob sigilo, razão pela qual qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos seria prematura. A Família Nunes reafirma sua confiança nas instituições, no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, colocando-se à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários. A defesa destaca, ainda, que eventuais responsabilidades somente podem ser apuradas no âmbito do processo judicial, com respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais. Por fim, a Família Nunes manifesta serenidade e confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno." 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Material apreendido durante operação PM/Divulgação Armas de fogo, uma submetralhadora, centenas de papelotes de cocaína e itens que abasteciam um laboratório clandestino de produção de drogas foram apreendidos na quarta-feira (3), em Uberaba, no Triângulo Mineiro. A ação ocorreu durante o cumprimento do mandado de prisão contra uma mulher de 40 anos, que estava foragida da Justiça, no bairro Parque das Gameleiras. A prisão faz parte da operação "Cerco Fechado". A equipe do Tático Móvel da Polícia Militar (PM) localizou a suspeita após receber informações de que ela trafegava em um veículo pela avenida José Valim de Melo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp No momento da abordagem, a mulher estava acompanhada de um homem de 49 anos. No carro foram encontradas uma arma de fogo e 250 papelotes de cocaína escondidos. Segundo os militares, o homem tentou subornar a equipe oferecendo o veículo, dinheiro e drogas em troca da liberdade. Ele também foi preso pelo crime de corrupção ativa. Casa funcionava como refinaria e depósito Na casa do envolvidos, os policiais descobriram uma estrutura complexa de crime organizado. Cinco armas de fogo, munições, um silenciador, uma mira a laser acoplada a uma pistola e uma espingarda de fabricação estrangeira; Um cômodo funcionava como refinaria clandestina para o processamento de cocaína, equipado com maquinários e prensas destinados à produção da droga; Barris abastecidos com grande quantidade de insumos, milhares de papelotes prontos para a venda, balanças de precisão e cadernos com anotações financeiras do tráfico. Com o auxílio de cães farejadores, os militares localizaram mais 200 papelotes de cocaína escondidos dentro de um sofá. Celulares, câmeras de monitoramento e equipamentos de gravação de imagens também foram recolhidos e passarão por perícia técnica. Em residências associadas ao casal foram encontrados diversos armamentos PM/Divulgação LEIA TAMBÉM: Denúncia leva polícia a laboratório de droga com mil porções de cocaína e rifle Maconha gourmet em embalagem inspirada no 'Super Mario' é encontrada Operação fecha laboratório de refino de cocaína e apreende carros de luxo Durante a apreensão, uma denúncia anônima levou os militares a um segundo endereço ligado a um familiar do suspeito. No imóvel, a PM apreendeu mais uma submetralhadora e cerca de 200 papelotes de cocaína. Além do flagrante por tráfico, associação criminosa, posse ilegal de armas e corrupção, a polícia identificou indícios de crime ambiental na residência principal do casal, onde diversos animais silvestres eram mantidos ilegalmente em cativeiro. A Polícia Militar de Meio Ambiente (PMMA) foi acionada para aplicar as devidas sanções e resgatar a fauna. Os suspeitos e todo o material apreendido foram encaminhados à Polícia Civil, que investigará o crime. ASSISTA: Polícia descobre laboratório de refino de cocaína Polícia descobre laboratório de refino de cocaína em Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas