Ayob Khan: IPCC under Home Ministry gives public independent avenue to report police misconduct
KUCHING, June 6 — The Independent Police Conduct Commission (IPCC) provides an alternative platform for the public...
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KUCHING, June 6 — The Independent Police Conduct Commission (IPCC) provides an alternative platform for the public...
Steven Soderbergh hat für seine Doku über das letzte Interview von John Lennon und Yoko Ono mit KI-Technologie gearbeitet. Warum? Ein Gespräch über die Möglichkeiten und Grenzen generierter Bildwelten - und über Aliens.
A cerca de 65 quilômetros da capital paulista, Atibaia se consolidou como um dos principais destinos para quem busca descanso, contato com a natureza e boa gastronomia sem precisar viajar longas distâncias. Conhecida pelo clima agradável, pela tradicional produção de morangos e pela famosa Pedra Grande, a cidade oferece atrações para casais, famílias e grupos de amigos. Para quem pretende passar apenas um fim de semana no destino, é possível conhecer os principais pontos turísticos em um roteiro de 48 horas. Turismo radical em Atibaia Mada Figueira/ Divulgação Dia 1: Natureza e aventura Comece o dia em uma das cafeterias ou padarias tradicionais da região central. Aproveite para experimentar produtos artesanais e se preparar para uma manhã de atividades ao ar livre. Nenhum roteiro em Atibaia está completo sem uma visita à Pedra Grande, principal cartão-postal da cidade. Localizada a mais de 1.400 metros de altitude, ela oferece uma vista panorâmica impressionante da região. O local é procurado por praticantes de voo livre, fotógrafos e turistas em busca de um dos cenários mais bonitos do interior paulista. A região conta com diversos restaurantes especializados em culinária brasileira, italiana e contemporânea, muitos deles com belas paisagens e áreas ao ar livre. No período da tarde, uma boa opção é caminhar pela região do Lago do Major, um dos espaços mais frequentados da cidade. O local reúne áreas para caminhada, esportes e momentos de lazer em família. Dia 2: Cultura, morangos e turismo rural Atibaia é conhecida nacionalmente pela produção de morangos. Dependendo da época do ano, é possível visitar produtores locais, feiras e espaços dedicados à fruta que se tornou símbolo da cidade. Diversas propriedades rurais oferecem experiências para famílias, incluindo trilhas leves, hortas, atividades ao ar livre e gastronomia típica do interior. A culinária caipira é uma das atrações da região. Pratos preparados em fogão a lenha e receitas tradicionais costumam agradar turistas de todas as idades. Festa do Morango de Atibaia traz produtos direto da fazenda Associação do Morango Antes de voltar para casa, reserve algumas horas para conhecer o centro da cidade, visitar lojas de produtos artesanais e adquirir doces, geleias e lembranças típicas da região. Vale a pena passar um fim de semana em Atibaia? A resposta é sim. A proximidade com a capital, o clima agradável, a infraestrutura turística e as opções de lazer fazem da cidade uma excelente alternativa para quem deseja desacelerar sem abrir mão do conforto. Você pode se hospedar em pousadas, hotéis e resorts. Para todos os gostos e bolsos. Seja para uma viagem romântica, um passeio em família ou uma escapada entre amigos, Atibaia oferece atrações suficientes para preencher um fim de semana inteiro.
Mais de 30 mil bacharéis em Direito vão fazer a 5ª edição do ENAM O Exame Nacional da Magistratura (Enam) chega neste domingo (7) à sua quinta edição com mais de 31 mil inscritos. Criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para uniformizar o acesso aos concursos para juiz em todo o país, o exame se tornou uma etapa obrigatória para bacharéis em Direito que desejam ingressar na magistratura. A aprovação não garante uma vaga como juiz, mas é requisito para participar de seleções da magistratura federal, estadual, trabalhista e militar. O certificado tem validade de dois anos, prorrogável uma única vez por igual período. Segundo o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e diretor-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), Benedito Gonçalves, a prova foi elaborada não para testar a simples memorização de leis, mas para avaliar a capacidade dos candidatos de interpretar e solucionar situações concretas. “Nós temos que fugir daquele candidato que vira uma máquina de fazer prova (...) Não é decorar artigo de lei ou da Constituição (...) a prova valoriza o raciocínio, a resolução de problemas e, o mais importante de tudo, a vocação para a magistratura", afirma. Na avaliação do ministro, o Enam surgiu da necessidade de ampliar o acesso à magistratura. Ele afirma que, embora o concurso público seja tradicionalmente uma porta de ascensão social, a carreira de juiz ainda é percebida por muitos brasileiros como um caminho distante. “O concurso de juiz não é democrático, não é acessível, no modo como ele se apresenta objetivamente (...) A dificuldade acaba criando um muro na cabeça das pessoas, que passam a acreditar que aquela carreira não é para elas, mesmo sendo um concurso público". A criação do exame está ligada à Reforma do Judiciário promovida pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004, que fortaleceu tanto o CNJ quanto a Enfam. A proposta que deu origem ao Enam foi relatada pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, e estabeleceu uma habilitação nacional prévia. "A ideia foi instituir uma habilitação nacional, criando um processo mais uniforme para todo o país e garantindo um modelo idôneo de acesso", explica. Na avaliação do ministro, os números desta edição mostram que o exame vem ampliando a diversidade entre os interessados na carreira de juiz. 👩⚖️ As mulheres são maioria entre os inscritos, com mais de 17 mil candidaturas. Entre os participantes também há cerca de 5 mil pessoas negras, 1.700 pessoas com deficiência, além de 41 indígenas e 18 quilombolas. “O Enam veio olhar para outra camada da sociedade”, afirmou. “Ele alcança pessoas que muitas vezes não se viam nesse espaço.” Segundo ele, a ampliação da participação produz um efeito simbólico importante. “Quando alguém vê um semelhante participando ou conseguindo, pensa: ‘se ele conseguiu, eu também posso’. Isso ajuda a romper barreiras que muitas vezes são invisíveis.” Após cinco edições, a Enfam afirma já observar resultados concretos da iniciativa. Atualmente, há um banco de cerca de 17 mil pessoas habilitadas a disputar concursos para juiz em todo o país. Inscritos para o Exame Nacional da Magistratura (ENAM) se encaminham para local de prova, no DF TV Globo/Reprodução Como será o exame A quinta edição do Enam será aplicada no domingo, das 13h às 18h, no horário de Brasília. Segundo a organização, 31.538 candidatos tiveram a inscrição confirmada nesta edição. São Paulo lidera o número de participantes, com 5.787 inscritos, seguido por Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. A prova será composta por 80 questões objetivas de múltipla escolha, que abordam os seguintes conteúdos: Direito Constitucional; Direito Administrativo; Direito Civil; Direito Penal; Empresarial; Processual Civil; Direitos Humanos; Formação Humanística. Para conseguir a habilitação, o candidato da ampla concorrência precisa atingir pelo menos 70% de acertos. Já os participantes de ações afirmativas têm exigência mínima de 50%. Ainda conforme as regras do edital, é obrigatório apresentar documento oficial com foto e caneta esferográfica de tinta preta ou azul para realizar a prova. A organização recomenda que os participantes consultem previamente o local de aplicação, disponível no site da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora. Os endereços estão distribuídos em todas as capitais brasileiras e podem ser consultados pelos candidatos nos canais oficiais do exame. Questionado sobre a segurança da aplicação, Benedito Gonçalves evitou detalhar os procedimentos, mas destacou o histórico de acertos das edições anteriores.
Liedermacher Reinhard Mey wohnt in Berlin-Frohnau. »Die beste Eisdiele ist bei uns um die Ecke, in der Welfenallee, unübertroffen! Wir kommen vom Essen und hatten schon ein Dessert, aber da müssen wir noch mal anhalten, und es gibt für jeden eine Tüte Eis. Erdbeer, Nuss, Banane für meine Frau, und ich nehme drei Kugeln Malaga.«
President Trump revealed a shelved plan to militarily extract Iran's enriched uranium, deeming it too risky. Despite this, he asserted the US capability to seize the material, which he described as "entombed" and secure. Meanwhile, US envoys consulted specialists for upcoming nuclear talks with Tehran, though significant divisions persist.
Trois des plus gros youtubeurs français viennent de lancer une nouvelle boisson énergisante. Squeezie, Inoxtag et Léna Situations la présentent comme une alternative plus naturelle aux boissons énergisantes actuelles. Un marketing remis en question par plusieurs voix, sur Internet.
Comme tous les printemps, une centaine d’exploitants s’affaire sur le plateau du sud de la France, sous les yeux des touristes, pour cueillir ces fleurs menacées par le réchauffement climatique. Aussitôt distillées, elles partent à Grasse, où leurs extraits enivrent les plus grands parfumeurs.
Seit Jahrzehnten kämpft Hannes Heiler in Frankfurt für einen Nahverkehr ohne Hürden. Er will sich nicht damit abfinden, dass Busse und Bahnen noch immer nicht flächendeckend für Behinderte frei zugänglich sind.
In Essen, Paris, Amsterdam und Budapest haben vier alte Filmpaläste die Zeit bis heute überdauert. Mit ihrer Architektur und dem Glamour stehen sie für einzigartige Filmerlebnisse. Von A. Fuhrmann und N. Weber.
Legado da pandemia do novo coronavírus, o Sistema Remoto de Votações (SDR) na Câmara dos Deputados surgiu para manter a Casa em funcionamento apesar das medidas de restrição, mas se tornou mecanismo de “defesa” dos parlamentares na análise de projetos sensíveis. O sistema de votação remota virou instrumento de poder na mão do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL). Lira flexibilizava o regime de votações conforme as matérias em pauta no plenário, como faz agora o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB). (veja mais detalhes aqui) 🤳 Especialistas enxergam que, por um lado, o sistema aumentou a produtividade legislativa, mas que o voto virtual tem contribuído para o esvaziamento do plenário em discussões importantes. Apesar da não exposição nas discussões no plenário, os deputados não conseguem escapar do desgaste nas redes sociais, como a publicação de listas de como votou cada deputado, separados por partidos, estados, que acabam expondo os deputados à opinião pública. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o projeto que criou um pacote de benefícios a partidos políticos. 💻 Desde o fim da pandemia, “sessão presencial” é sinônimo de registro de presença física em postos instalados no plenário, mas com voto liberado por aplicativo. O regime semipresencial permite registro e voto pelo aplicativo. Por isso, apesar de constar na pauta uma sessão presencial, o voto por aplicativo dispensa o parlamentar de estar no plenário para votar e discutir a matéria (leia mais abaixo). Atualmente, a Câmara exige votação presencial apenas às quartas-feiras, das 16h às 22h. Agora no g1 Benefícios a partidos e igrejas Os deputados votaram o projeto que pretende limitar multas partidárias, blindar novas legendas e proibir sanções no semestre da eleição com voto virtual. Poucos parlamentares estavam no plenário na hora da votação e apenas quatro discursaram. Outro texto que teve aval virtual da maioria dos parlamentares foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia a imunidade tributária das igrejas e permite a compra de carros, jatinhos e a contratação de serviços por igrejas e templos sem pagar impostos. Também com um plenário esvaziado, os deputados discutiram e aprovaram projetos que propõem fragilizar a fiscalização ambiental e reduzir a área de proteção de uma reserva na Amazônia. “A experiência recente demonstra que propostas polêmicas ou que exigem quórum qualificado passaram a ser pautadas com frequência em sessões remotas. Isso ocorre porque, além de tornar mais ágil as deliberações, o modelo reduz parte da pressão pública que normalmente acompanha as votações presenciais”, afirmou o cientista político Murilo Medeiros. Sistema altera legitimidade Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ e professora da Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV-EESP), Lara Mesquita afirma que o sistema híbrido de votação, mais do que a qualidade dos debates, altera a legitimidade do processo legislativo. Segundo a especialista, a formação do quórum, quantidade mínima de parlamentares necessária para dar início às sessões, é uma das principais disputas políticas dentro do Legislativo. Ainda de acordo com Mesquita, o sistema híbrido esvazia essa disputa ao permitir que parlamentares garantam o quórum sem necessariamente estarem presentes ou acompanhando as discussões. “Como que um deputado pode estar numa consulta médica, numa sessão de cinema, num voo ou fazendo qualquer outra coisa e ainda assim garantir quórum para que um tema muito importante de interesse do país entre em votação no plenário”, questionou. Esse esquema é uma maneira de burlar parte do processo legislativo, segundo a pesquisadora. “Isso é uma maneira de você burlar o que é parte estrutural do processo legislativo e desses conflitos próprios, porque você acaba com um instrumento que é a construção de quórum ou a negativa do quórum pela obstrução da oposição, porque os deputados não precisam mais estar no plenário, eles não precisam estar preocupados com o que está acontecendo no plenário para garantir esse quórum”, disse. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos - PB) e o deputado Arthur Lira (PP - AL), durante entrevista à imprensa, em 01/10/2025 . Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Debate abreviado Além da questão do quórum, Mesquita argumenta que a ausência física faz com que os parlamentares deixem de acompanhar efetivamente os debates realizados no plenário. “Eles [parlamentares] não precisam nem estar perto do celular ou do computador enquanto a sessão está acontecendo. Aí eles vão simplesmente não votar, mas eles estão garantindo o quórum para que aquela discussão aconteça. E isso é um problema. Ou então eles podem votar, mas sem estar prestando atenção no que está acontecendo, nas discussões que estão acontecendo”, afirmou. Segundo ela, a participação presencial é parte fundamental do processo legislativo. “Deputados estarem ali conscientes do que está sendo discutido e do que está sendo a votação é uma coisa muito importante”, completou. De acordo com Lara Mesquita, a atividade presencial do plenário é o coração da vida política legislativa. Quando esse sistema passa para a forma híbrida, o presidente da Câmara concentra mais poder em suas mãos. Mais produção, menos transparência Murilo Medeiros diz que a tramitação das matérias ganhou fluidez com o sistema remoto e que houve um “salto de produtividade”. No entanto, pondera que o voto virtual enfraqueceu o debate parlamentar. “A modernização, ela ajudou, a ganhar ao processo legislativo ativo ser mais célere, rápido e produtivo. Mas também tivemos alguns efeitos colaterais, desse avanço da tecnologia. Talvez o primeiro deles, o mais importante, é o enfraquecimento do debate parlamentar”, analisou. Segundo ele, o parlamento não é apenas o lugar de se votar matérias, mas também construir consensos. “Com plenários frequentemente esvaziados e parlamentares participando à distância, parte das negociações políticas migrou para ambientes menos visíveis ao público. A votação tornou-se mais rápida, mais eficiente, porém o debate ficou mais enxuto como um todo”, finalizou. Sistema de Deliberação Remoto O Sistema de Deliberação Remota (SRD) foi regulamentado por um ato da Mesa Diretora em março de 2020, ainda durante a gestão de Rodrigo Maia (à época, do DEM-RJ) no comando da Câmara. O objetivo foi “viabilizar o funcionamento do plenário durante a emergência de saúde pública de importância internacional relacionada ao coronavírus”. 📱 O texto liberava o registro de presença e a votação de projetos por meio de um aplicativo, chamado Infoleg, medida para evitar a aglomeração de parlamentares na Câmara. Depois que a pandemia acabou, o ato que regulamenta o SDR foi flexibilizado para obrigar a ida dos parlamentares à Câmara para registrar presença. Porém, os deputados foram liberados para continuar votando pelo aplicativo. Para registrar presença na Câmara, é necessário fazer a verificação biométrica presencialmente, o que demanda a vinda dos deputados a Brasília. Mas a regra permite que os parlamentares votem dos gabinetes, sem necessariamente estarem em plenário, por exemplo. Flexibilização Arthur Lira, por exemplo, dispensou registro presencial para ajudar na votação da PEC que permitiu ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criar pacote social em época de eleições. Com isso, conseguiu alcançar o quórum para votações de forma mais fácil. O ex-presidente fez o mesmo com matérias importantes para o governo em 2022, mas que estavam pautadas no segundo semestre, em período mais próximo às eleições. Os parlamentares puderam registrar presença e votar os textos de suas bases eleitorais sem interromperem as próprias campanhas. Deputados acreditam que, no segundo semestre de 2026, o procedimento adotado será o mesmo.
Secretary for Labour and Welfare Chris Sun said on Saturday that fewer people are opting to take long-route buses for short trips following revisions to the HK$2 transport subsidy scheme. Since April 3, those aged 60 and above and the disabled have been paying 20 percent of fares for trips costing more than HK$10 and a flat HK$2 fare for those costing less than that. Sun said the amount paid out in subsidies in April was HK$69 million less than that for March – the final month before the measures took effect. He also pointed out that April had fewer days than March and more public holidays. "If we look at the average subsidy for each trip, particularly rides costing more than 10 dollars, we can see that for each trip in March, it was HK$4.90. In April, the average was HK$4.50, meaning the amount that the government subsidised had become less," he said. "This also means that the number of people taking longer-route bus trips under the HK$2 transport subsidy scheme has fallen slightly." On another issue, Sun said social workers had, in the morning, met a couple who had been arrested on suspicion of child neglect involving their baby, Danny, to better understand their situation and keep them up to date on the latest developments concerning the one-and-a-half-month-old boy. The infant, who has been placed in a shelter under professional care, is in very good condition, he said. Sun noted that a court is processing a protection order for the baby which the Social Welfare Department is seeking. “For the next step, we have to wait for the court to approve an official protection order. "At the same time we have launched a multi-disciplinary system to assess Danny's condition, to understand the family situation,” he said. “After the multi-disciplinary group has carried out an assessment, we will propose to the court our next move.” Sun added that social workers would work out arrangements to accompany the parents on visits to baby Danny. Edited by Azam Khan
Porcos clonados: saiba como será criação de plantel para uso de órgãos em humanos O projeto que estuda o transplante de órgãos de suínos em humanos avança para uma nova fase: realizar modificações genéticas nos animais e iniciar a reprodução natural. O objetivo é formar um plantel capaz de fornecer órgãos para o SUS, que atualmente tem 48,9 mil pessoas na lista de espera por um transplante. Segundo Ernesto Goulart, geneticista da Universidade de São Paulo (USP) que coordena o estudo, com a continuidade dos investimentos públicos e o sucesso das etapas, os pesquisadores estimam que os primeiros testes clínicos possam ocorrer por volta de 2030, dependendo dos resultados das próximas etapas e das aprovações regulatórias. 🔎 A técnica de xenotransplante deu um passo importante no Brasil após o nascimento do primeiro porco clonado no país. O animal nasceu no Instituto de Zootecnia da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios em Piracicaba (SP). 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Agora, a estratégia é reduzir a dependência das clonagens, um procedimento de alto custo, e utilizá-las apenas quando for necessário introduzir novas edições genéticas. A reprodução natural entre os animais será a base para expandir o grupo de doadores de forma sustentável. "Não necessariamente tenho que reclonar esse animal e cada clone ser o doador de órgãos. Eu posso produzir alguns pares de clones, alguns casais, machos e fêmeas, e através de cruzamento natural, estabelecer esse plantel", disse. A ideia é utilizar o órgão suíno como um "transplante ponte", para manter um paciente vivo até que um órgão humano compatível apareça, especialmente em casos urgentes, como hepatite fulminante — entenda os próximos passos do projeto. ⚠️ Vale destacar que os xenotransplantes realizados até o momento são poucos e os resultados continuam sendo avaliados, com desafios importantes a serem superados, especialmente relacionados às respostas imunológicas e aos riscos infecciosos. Os primeiros casais Para dar início à reprodução natural, os pesquisadores planejam produzir um plantel inicial composto por alguns casais de porcos clonados. A ideia é gerar pares de machos e fêmeas que já possuam a genética editada para, a partir de cruzamentos, estabelecer a linhagem definitiva de doadores. O início dos cruzamentos depende do nascimento e da maturidade sexual desses primeiros casais. O cronograma atual prevê os seguintes passos: Nascimento dos clones modificados: a meta é produzir o primeiro clone com dez alterações genéticas necessárias até o final de 2026. Já há gestações de clones em andamento, incluindo a porca em Piracicaba que espera pelo menos três filhotes. Maturidade: a linhagem de porcos escolhida foi selecionada por atingir o peso ideal para o transplante (compatível com um humano de 80 kg) em sete meses. Início dos cruzamentos: a formação do plantel por meio da reprodução natural deve começar logo após os primeiros casais atingirem a maturidade. Atualização genética: novas clonagens só ocorrerão no futuro caso haja a necessidade de alterar outros genes para melhorar a compatibilidade. Para abrigar esse plantel, foram inaugurados dois laboratórios: um na USP, em São Paulo, com capacidade para dez animais, e outro também na capital, com nível 2 de biossegurança para garantir que os suínos sejam criados livres de patógenos. Por que a reprodução natural? A opção por priorizar a reprodução natural em vez da clonagem tem principalmente um motivo econômico: segundo Ernesto, o procedimento custa milhões de reais. Com isso, a duplicação genética ficará restrita a momentos estratégicos, como quando for necessário inativar ou inserir um novo gene no plantel, acompanhando os avanços da ciência. Clonagem O nascimento do primeiro porco clonado no Brasil em março de 2026 resultou de quase seis anos de pesquisa. Segundo o pesquisador, o sucesso validou o domínio de uma técnica considerada extremamente difícil. O que é a clonagem? É um processo biotecnológico que consiste na produção de um novo indivíduo geneticamente idêntico àquele que forneceu a amostra biológica original. Assim como ocorre em irmãos gêmeos univitelinos, o DNA dos indivíduos será igual. Diferente da reprodução convencional, que une óvulo e espermatozoide, o clone é gerado a partir de uma célula somática (como uma célula da pele), resultando em um ser com a mesma sequência de DNA do doador. O processo de clonagem suína envolve três etapas principais: Remoção do núcleo de uma célula germinativa feminina (óvulo) Transferência do núcleo da célula somática do doador para esse óvulo "vazio" Implante dos embriões resultantes em uma matriz receptora (porca) para que a gestação ocorra Segundo Ernesto, o domínio dessa tecnologia é estratégico para o Brasil, pois garante a soberania nacional e evita a dependência de importações caríssimas dos Estados Unidos ou da China, permitindo o atendimento da população via SUS. Edição genética do porco Primeiro porco clonado no Brasil nasceu em Piracicaba André Luís Rosa/EPTV Para que um órgão de porco seja compatível com o corpo humano, ele precisa passar por uma complexa edição genética. O processo ocorre em células da pele do animal antes mesmo da clonagem. Inativação de 3 genes: são "desligados" três genes suínos responsáveis por produzir moléculas que causam a rejeição hiperaguda, ou seja, o ataque imediato do sistema imunológico humano ao novo órgão. Inserção de 7 genes: são inseridos sete genes humanos para "ensinar" o corpo do receptor a aceitar o órgão, modulando a resposta imune e evitando a formação de coágulos. "Nós inativamos três genes dos suínos e inserimos sete genes humanos, com diferentes funções, com diferentes propósitos, mas com o objetivo geral de aumentar o reconhecimento ou evitar a rejeição desse enxerto", explicou Ernesto. Como estão os animais clonados? O clone de porco, batizado como Boreal no instituto de Piracicaba, nasceu em março de 2026 está saudável e crescendo normalmente. A outra gestação de clones também está em andamento e a expectativa é que novos nascimentos ocorram em junho. De acordo com o pesquisador, esse tipo de gestação costuma ser mais delicada do que a natural, mas até o momento, vem evoluindo bem e sem complicações A escolha do porco: o quanto somos semelhantes? 🐷 Apesar de não ser o animal mais parecido fisicamente com os seres humanos e estar distante na cadeia evolutiva se comparado a primatas, atualmente, o porco é considerado a espécie mais promissora para o xenotransplante. Biólogo geneticista da USP e um dos autores da pesquisa que clonou o porquinho Boreal, Luciano Brito disse que a escolha pela espécie ocorre por semelhanças anatômicas e fisiológicas com os seres humanos, além da facilidade de manejo. "O suíno tem vantagens no peso e nas medidas dos órgãos, uma semelhança bastante grande, anatômica e fisiológica dos órgãos. O suíno é uma espécie que reproduz muito bem e, em razão de ser já domesticado há muito tempo, é fácil de criar. É um animal dócil e fácil de criar em laboratório", explicou o pesquisador. As principais semelhanças apontadas são: os órgãos dos suínos são muito parecidos com os de seres humanos, com semelhanças em termos de pesos e medidas; o funcionamento dos órgãos também é bastante próximo ao dos humanos; os órgãos atingem o tamanho ideal para o transplante em menos tempo. Porcos e seres humanos: histórico de transplantes Médico brasileiro lidera primeiro transplante de rim suíno geneticamente modificado Arte/g1 De acordo com Simone Raimundo, pesquisadora do Instituto de Zootecnia (IZ) da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), que atua no estudo, a ciência já utiliza o porco na saúde humana, no uso de válvulas cardíacas em cirurgias e na extração de insulina do pâncreas suíno para tratar diabéticos, por exemplo. Além disso, a pesquisadora afirmou que a pele do suíno também é usada em alguns casos de queimadura grave. No caso de transplantes de órgãos, o primeiro registro ocorreu em 2021, quando uma equipe de Nova York transplantou um rim suíno em uma pessoa com morte cerebral. Os médicos, com a autorização da família, mantiveram o corpo do paciente funcionando para avaliar como o órgão se comportava. Na ocasião, os pesquisadores constataram que o rim produziu "uma quantidade de urina esperada" para um rim humano transplantado e não houve evidências da rejeição intensa e quase imediata já vista em rins suínos não modificados e transplantados para primatas não humanos. Em janeiro de 2022, a mesma equipe de médicos realizou o primeiro transplante do mundo de um coração de porco geneticamente modificado para um ser humano. O paciente, David Bennett, que já estava debilitado, sobreviveu por dois meses. O suíno também foi o escolhido para um xenotransplante de coração em 2023, quando um veterano da marinha dos Estados Unidos (EUA) que sofria de insuficiência cardíaca passou pela cirurgia na Universidade de Medicina de Maryland. Já em 2024, com a participação de um médico brasileiro, um paciente recebeu o rim de um porco geneticamente modificado em uma cirurgia realizada em Boston. A cirurgia foi considerada um marco para a medicina. Esperança na fila de transplantes Esses resultados são fruto de pesquisas iniciadas na década de 1960 e comandadas pelo médico e professor Silvano Raia, que afirmou que existem muito mais receptores do que doadores no país. "Muitos pacientes morrem enquanto não tem um órgão disponível para eles”, lamenta Simone. Depois dos estudos clínicos em seres humanos, as conclusões da pesquisa serão avaliadas por órgãos reguladores, e só após essa etapa o xenotransplante poderá ser implementado em hospitais particulares e na rede pública do Brasil. De acordo com a zootecnista Simone, o intervalo entre a clonagem do primeiro porco e o aceite governamental pode ultrapassar sete anos. Mesmo sendo um cenário distante, a professora tem a esperança que, futuramente, o xenotransplante impeça que as pessoas tenham quadros de saúde agravados pela falta de um órgão humano compatível. "Eu espero num futuro próximo à gente ter órgãos para quando a pessoa começar um processo de decadência ou falência de um órgão, antes que ela chegue ao limite, para ela ter a possibilidade de usar o órgão de um suíno e depois decidir o que vai fazer. Que a gente não espera essa pessoa adoecer", contou Simone. Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba.
Pakistan and India again traded barbs at the United Nations Security Council (UNSC) — this time on occupied Kashmir — with Islamabad slamming the other side for “misleading” the council. Speaking during the presentation of the UNSC’s Annual Report to the General Assembly on Friday, Pakistan’s Permanent Representative to the UN Ambassador Asim Iftikhar Ahmad called for the resolution of the Kashmir dispute, according to a press release. Pakistan coordinated and drafted the introduction to the annual report. Subsequently, in his statement, India’s UN envoy, Harish Parvathaneni, accused Pakistan of misusing the UN platforms for its so-called “divisive political interests”. He also asserted that the occupied region of Jammu and Kashmir “was, is and will always remain an integral and inalienable part of India”. In turn, Political Coordinator at the Pakistan Mission Gul Qaiser Sarwani, utilising the right of reply, pointed out that Jammu and Kashmir “remains an internationally recognised dispute on the agenda of the Security Council”. “No amount of obfuscation can alter the historical, legal and international character of this dispute. Jammu and Kashmir never was, neither is, and nor will ever be so-called an integral part of India,” the official declared. “I would advise the Indian representative to carefully read the report, rather than denying facts, deflecting attention and misleading the august Assembly,” Sarwani said, highlighting facts stated in the Annual Report. He continued: “Nearly eight decades after the Council’s resolutions, calling for a UN-supervised plebiscite, the Kashmiri people continue to be denied their inalienable right to self-determination. “Meanwhile, arbitrary detentions, restrictions on fundamental freedoms, demographic engineering and other human rights violations continue in the Indian illegally occupied Jammu and Kashmir. The gravity of the situation was reflected in the Joint Communication issued by United Nations Special Procedures on 16 October 2025.” Sarwani emphasised that “by refusing to implement Security Council resolutions on Jammu and Kashmir, India continues to disregard its obligations under the UN Charter, including Article 25, which requires member states to accept and carry out” the UNSC’s decisions. He then went on to shed light on New Delhi’s “troubling record: sponsoring terrorism in Pakistan, perpetrating state terrorism in the IIOJK, conducting state-backed assassination campaigns in foreign countries, stoking violence against minorities, support for destabilising activities in the region and disregard for international law, including its unlawful attempt to hold the Indus Waters Treaty in abeyance”. Continued relevance of Kashmir, Palestine issues In his remarks, Ambassador Ahmad said the UNSC’s Annual Report for 2025 highlighted the continued relevance of long-standing disputes on the council’s agenda, including the Jammu and Kashmir dispute and the Question of Palestine. “Pakistan believes that durable peace in South Asia requires a just settlement of the Jammu and Kashmir dispute in accordance with the relevant resolutions of the Security Council and the aspirations of the Kashmiri people, who must be allowed to exercise their right to self-determination promised to them by the Security Council and the international community,” he said. Ahmad highlighted that more than 20 communications concerning the India-Pakistan Question were brought to the attention of the UNSC during the reporting period, adding that the council also held closed consultations under this agenda item in May 2025. This, he said, underscores that the Jammu and Kashmir dispute, which has remained on the UNSC’s agenda for more than seven decades, continues to engage its attention. Ambassador Ahmad also raised the Palestine question, calling for the implementation of the UNSC’s Resolution 2083, which was adopted in November 2025 and endorsed US President Donald Trump’s peace plan for Gaza. He noted that the continuing tragedy in the Occupied Palestinian Territory, particularly in Gaza, remained high on the UNSC’s agenda. Referring to the unanimous adoption of Pakistan-sponsored Resolution 2788 in July 2025, Ambassador Ahmad said that it reflected a shared commitment to the peaceful settlement of disputes and the fuller utilisation of the UN Charter’s mechanisms for conflict prevention and resolution. The envoy noted that Pakistan coordinated and drafted the introduction to the UNSC’s 2025 Annual Report in its capacity as the Council President in July 2025. “As a penholder, Pakistan’s objective was to make the report comprehensive, objective, analytical, and consensus-based, while recognising that further improvements remain possible,” the press release noted. Underscoring the importance of a more democratic and accountable multilateral system in light of current global challenges, the envoy expressed Pakistan’s concern over the use of veto among the member states and called for reforms within the UNSC. Ahmad opposed the expansion of permanent seats and veto powers, arguing that such measures would undermine the objectives of reform. He reaffirmed Pakistan’s commitment to comprehensive UNSC reform that serves the interests of the wider UN membership, encapsulated in its position: “Reform for all, privilege for none.”
The DCI said the probe resulted in the suspect being charged and presented before the Principal Magistrate’s Court in Molo. However, Njui allegedly failed to appear in court when the case came up for hearing on May 26, 2026, leading to the issuance of a warrant for his arrest.
Der 18-jährige Shootingstar Lennart Karl verpasst die WM wegen einer Verletzung. Als er im Kreise der Mannschaft verabschiedet wird, kam es offenbar zu emotionalen Szenen. Auf Instagram hagelte es derweil Herzen.
Wegen eines Lecks in der Luftversorgung musste die ISS-Besatzung zeitweise Schutz in einem angedockten Raumschiff suchen. Ex-Astronaut Ulrich Walter geht davon aus, dass die Probleme die Raumstation bis zu ihrem geplanten Ende im Jahr 2030 begleiten werden.
The story of the spies shows how belief in destiny can falter in fear or slip into reckless overconfidence.
Neurologista comportamental estadunidense Dr. Bruce Miller, especialista em demência e doenças neurodegenerativas, para a demência frontotemporal (DFT). Lisa Roos/InsCer “Talvez a doença mais difícil que conhecemos na neurologia.” Essa é a definição do renomado neurologista comportamental estadunidense Dr. Bruce Miller, autoridade em demência e doenças neurodegenerativas, para a demência frontotemporal (DFT). 🔎 A demência frontotemporal (DFT) é uma condição neurodegenerativa que afeta os lobos frontais e temporais do cérebro, áreas responsáveis pelo comportamento, personalidade e linguagem, e ocasiona a perda progressiva das funções cerebrais. Como as outras demências, a DFT não possui cura. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo ele, as mudanças comportamentais causadas pela doença tornam o tratamento mais difícil, enquanto o paciente fica menos suscetível à aceitação social. “A personalidade do ser humano muda. Alguém que é amoroso e empático torna-se cruel. Alguém que era muito socialmente adequado e correto torna-se vulgar e grosseiro. Ver isso acontecer com alguém que você ama, que parece não te amar mais, é profundamente difícil”, afirma Miller. O especialista esteve em Porto Alegre a convite do Instituto do Cérebro (InsCer) para participar da Brain Week, que ocorre até domingo (7) na capital gaúcha. Veja reportagem abaixo sobre o evento. Ele relata que a DFT pode causar problemas para além da própria doença. Como a condição causa alterações em comportamento, personalidade e linguagem, os pacientes podem conviver com problemas de ordem social. “Às vezes, acabam na prisão, porque cometem comportamentos antissociais. Às vezes, são tratadas cruelmente por outros porque sua personalidade mudou. Às vezes, o comportamento delas pode levá-las a serem agredidas. Elas sofrem enormemente.” Brain Week faz abordagem multidisciplinar dos casos de feminicídio DFT também causa sofrimento para cuidadores e familiares A DFT altera ainda a noção de sofrimento dos pacientes, conta o Dr. Bruce Miller. “Uma das coisas que aprendi sobre a demência frontotemporal é que ela ataca a parte do cérebro que permite a um ser humano sofrer, então acho que muitas vezes o paciente com DFT está menos ciente de seu problema. O sofrimento fica com os cuidadores, que sofrem enormemente.” Segundo o neurologista, os efeitos colaterais causados para familiares e cuidadores são ainda maiores do que os causados por outras doenças similares. “Aprendemos que os cuidadores sofrem o dobro de sintomas psiquiátricos do que as pessoas que têm um ente querido com a doença de Alzheimer”, diz Miller. “Eles têm maior probabilidade de morrer do que os cuidadores de pacientes com Alzheimer, maior probabilidade de sofrer de uma doença psiquiátrica grave, ou uma doença física grave. A falta de conexão social que acontece com a DFT é devastadora”, conclui. DFT Arte/g1/Fernanda Garrafiel Doença ficou conhecida após diagnóstico do ator Bruce Willis O ator Bruce Willis foi diagnosticado com demência frontotemporal (DFT). A doença foi confirmada pela família em um comunicado publicado nas redes sociais em 2023. Bruce já tinha se aposentado, em 2022, por causa da afasia: um distúrbio de linguagem que afeta a capacidade de comunicação. No entanto, isso era apenas um sintoma da demência frontotemporal. VÍDEOS: Tudo sobre o RS