Lilian Nganga says she’s never been to any man’s house: "We just meet"
Media personality Lilian Nganga reveals her solitude, admitting she has no friends and never allows men to visit her home, sparking intriguing reactions online.
"LILIAN" · 총 15건
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O São João do Maranhão é uma das maiores manifestações culturais do Brasil e encanta pelo enredo do auto do bumba meu boi, pelas toadas que narram histórias e crenças e, também, pela riqueza das indumentárias, adereços e instrumentos musicais que dão cor e ritmo à festa. São contas, pérolas, paetês, penas e outros elementos que ajudam a compor o figurino de índias e índios, vaqueiros, caboclos e diversos personagens que fazem parte dessa manifestação cultural, além de tambores, matracas, pandeirões e outros instrumentos musicais. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do MA em tempo real e de graça Mas, por trás de todo esse brilho, cor e ritmo, há mãos ágeis de personagens criativos e dedicados que, muitas vezes, permanecem no anonimato, mas que sem eles "o boi não dança". São artesãos, bordadores, costureiros, ferreiros e outros profissionais que dedicam tempo e criatividade para tornar a festança junina tão encantadora, atraindo pessoas de várias partes do Brasil e do mundo. Além do empreendedorismo ligado aos grupos culturais, o São João do Maranhão também aquece o turismo, a gastronomia e a economia criativa. Na temporada junina, a cultura popular maranhense se transforma em oportunidade de geração de renda, fortalecendo a economia local. Empreendedores investem em peças inspiradas na cultura popular maranhense para atrair clientes, aumentar as vendas e dar mais visibilidade aos pequenos negócios. Liliane Cutrim/g1 MA Para o economista Lucas Mendes, a cultura é um setor muito produtivo, que gera emprego, movimenta o comércio, atrai turistas e reforça a identidade local. Ele destaca que muitas famílias vivem dessas atividades durante todo o ano, especialmente aquelas ligadas aos grupos culturais, como o bumba meu boi. “Há toda uma cadeia produtiva em torno da cultura. A confecção de indumentárias para os grupos de bumba meu boi, o bordado e a fabricação de instrumentos, como pandeirões, tambor-onça e matracas, movimentam artesãos, costureiras e comerciantes. Uma costureira do Boi de Maracanã, por exemplo, pode comprar tecido, linha e miçangas no comércio local". Quando o grupo vai se apresentar em um arraial, precisa alugar transporte para levar os brincantes", explica. O especialista aponta, ainda, que a apresentação atrai turistas e maranhenses, que, por sua vez, movimentam serviços de alimentação, transporte e hospedagem, um consumo que vai além dos arraiais. "O turista atraído pela cultura não vai apenas ao arraial. Durante o dia, frequenta restaurantes, realiza passeios, conhece a cidade e consome. Fica evidente, portanto, que a cultura movimenta a economia de forma ampla e encadeada". Com uma programação extensa, que vai de maio a julho, o São João do Maranhão é considerado o maior evento do calendário cultural maranhense, contando com inúmeras apresentações simultâneas de grupos culturais em várias partes do estado, atraindo visitantes e aquecendo a economia. "Fala-se muito sobre São Luís, que é onde se tem mais visibilidade, mas há São João em todo o estado, como na Baixada Maranhense, por exemplo. Portanto, os grupos de São Luís e de outros municípios produzem o ano inteiro, movimentando artesãos, costureiras, bordadeiras, músicos etc. Vale destacar que, mesmo quando o poder público investe em atrações nacionais, o que de fato atrai o público e aquece a economia são as manifestações locais", destaca o economista Lucas Mendes. O especialista pontua, ainda, que o público quer ver a diversidade dos grupos de bumba meu boi, do tambor de crioula, do cacuriá e de tantas outras expressões culturais. "Os turistas querem conhecer a cultura maranhense, e os maranhenses desejam reforçar sua identidade cultural. São esses e outros elementos, não citados aqui, que fazem do São João um evento único e muito relevante do ponto de vista econômico." A movimentação econômica se comprova em números: segundo levantamento do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), em 2025, a movimentação registrada no Maranhão durante o período do São João foi de R$ 415 milhões, e a estimativa é que esse número cresça 30% em 2026. Ainda de acordo com o Imesc, diversos setores da economia são beneficiados pelas festas juninas no Maranhão, como alimentação, bebidas, vestuário e artesanato. Um dos segmentos que mais lucram nessa época é o de hotelaria, devido ao aumento no fluxo de turistas. Além disso, o setor de transportes, especialmente por aplicativo e táxi, também é beneficiado durante a festividade. Quanto aos pequenos empreendedores, ambulantes e trabalhadores informais que atuam nos arraiais oficiais, de acordo com o Imesc, cerca de 8,5 mil pessoas estiveram ocupadas nos estabelecimentos presentes nos arraiais (alta de 15,4% em relação a 2024), e espera-se que esse número aumente neste ano. E, neste mês de junho, quando o Maranhão se transforma em palco para o São João, o g1 mostra histórias de personagens que ajudam a manter viva a tradição dos grupos de bumba meu boi por meio do artesanato, do bordado e da costura. Além de contribuírem para a beleza das apresentações, esses profissionais adquirem renda e fazem a economia girar. Grupos tradicionais movimentam economia e cultura no São João do Maranhão Boi de Maracanã é atração confirmada nos principais arraiais do Maranhão durante a festança junina. Divulgação/Vinicius Silva Com mais de 100 anos de existência, o Boi de Maracanã é atração confirmada nos principais arraiais do Maranhão durante a festança junina. O grupo é um dos mais tradicionais do sotaque de matraca, instrumento que atrai o público por seu som forte e característico. Além do sotaque, o boi chama a atenção pela rica indumentária, que tem como marca registrada o brilho, a riqueza dos bordados e as roupas que misturam veludo, cetim, fitas, miçangas, canutilhos e penas, elementos que ajudam a dar cor e movimento às apresentações do grupo. Tudo isso traz imponência aos personagens que compõem o batalhão. Para manter toda essa exuberância, uma equipe de costureiros e bordadores trabalha na confecção das roupas dos brincantes. Muitos atuam como autônomos ou voluntários. Lavínia Assunção, diretora do Boi de Maracanã e também bordadeira, afirma que sem esses profissionais não seria possível levar a beleza do grupo para os arraiais. “Para nós do Maracanã, esse trabalho é superimportante, pois, sem esses profissionais, que exercem suas atividades com amor e dedicação, não conseguimos fazer o Boi de Maracanã acontecer. Ou seja, sem essa família de Maracanã, que construímos ano após ano, não conseguiríamos levar esta beleza para os arraiais no São João e fora dele também”, destaca. Boi de Maracanã é atração confirmada nos principais arraiais do Maranhão durante a festança junina. Divulgação/Israel Pontes Lavínia trabalha como bordadeira há cerca de 10 anos, confeccionando chapéus, testeiras, peitorais, cintos e roupas de índias. Ela conta que aprendeu a bordar após o reconhecimento do Maracanã como ponto de cultura pelo Ministério da Cultura, participando de oficinas de bordado para indumentária. Segundo a bordadeira, a atividade permite participar ativamente da construção do Boi, serve como terapia e se tornou fonte de renda. “Gosto de bordar porque é uma forma de participar efetivamente da construção do nosso Boi, que é a minha paixão. Além de funcionar como terapia, é um orgulho fazer o que faço dentro de uma manifestação cultural tão rica do nosso Maranhão. Além de ser de suma importância, hoje se tornou a minha segunda profissão, uma nova fonte de renda por meio desse trabalho que me faz tão bem, que é ser bordadeira”. Ela destaca, ainda, que o São João não é apenas encantamento, mas também oportunidade de renda para pequenos empreendedores, que aumentam as vendas de materiais de decoração, bordados, alimentos e serviços nos arraiais. O Boi de Maracanã, segundo Lavínia, contribui significativamente para o capital de giro local, movimentando diversas atividades durante a prévia e o período junino. “O Maracanã contribui de forma muito significativa em relação ao capital de giro, pois nossas despesas são grandes. Também colaboramos nesse período com pessoas que ganham dinheiro em diversos serviços informais, no setor de compra e venda, indivíduos que reservam em seu calendário um período fixo para obter uma renda extra durante nossos eventos, desde a prévia até a morte do Boi.” Outro grupo que depende de empreendedores é o Boi de Axixá, do sotaque de orquestra, que há 67 anos se apresenta no São João maranhense. A presidente Leila Naiva afirma que a cultura gera renda e movimenta a economia, pois exige materiais e mão de obra especializada. Segundo ela, desde a compra de ferro e tecidos até a montagem das peças, há uma cadeia de serviços que beneficia ferreiros, costureiros e artesãos. “Só aqui, no Boi de Axixá, estou com profissionais de grande porte, que carregam muitos grupos nas mãos e realizam um trabalho de excelência. Então, a cultura gera renda e movimenta a economia. Antes do São João, já ocorre a compra do ferro; alguém já recebe pelas agremiações, por essas manifestações. Do ferro vem a mão de obra do Seu Reis, ferreiro do boi. Depois, passa para os tecidos e para os materiais que compramos nas lojas para montar tudo: cola, cola quente e vários outros itens. E isso tudo é apenas para montar a cabeça das indumentárias dos índios”, explica. Boi de Axixá, do sotaque de orquestra, há 67 anos se apresenta no São João maranhense. Divulgação/Boi de Axixá O Boi de Santa Fé, do sotaque da Baixada e fundado há 38 anos, também envolve profissionais ao longo do ano. O diretor e coordenador geral do grupo, Adriano Andrade, explica que contratar costureiros, bordadores e artesãos mantém viva a tradição, valoriza os profissionais e movimenta a economia local e nacional, já que muitos materiais são comprados fora da região. “Todos os anos, o boi contrata esses serviços para preparar a temporada junina. Esse trabalho é fundamental para manter viva a tradição, garantir a beleza das apresentações e valorizar os profissionais da cultura popular. Com isso, o Boi de Santa Fé contribui diretamente para a economia local e nacional, já que adquirimos muitos materiais fora, movimentando o comércio com a compra de canutilhos, miçangas, tecidos, veludos, ferragens e outros insumos, além de gerar renda para os próprios brincantes e profissionais da comunidade”, destaca. O artesão Clelbert Costa trabalha há 14 anos no Boi de Santa Fé. Divulgação/Arquivo pessoal O artesão Clelbert Costa trabalha há 14 anos no Boi de Santa Fé, confeccionando bordados, peças de couro e indumentárias de índias, índios e bailantes, além de chapéus. Ele aprendeu o ofício com a mãe e aprimorou as técnicas nas oficinas do grupo. Clelbert considera seu trabalho essencial para a cultura do Maranhão, proporcionando brilho e beleza às apresentações e sendo sua principal fonte de renda. “Trabalho exclusivamente para o Boi de Santa Fé, onde aprendi muito e ao qual sou muito grato. Com esse ofício, já conquistei bastante; hoje é minha principal fonte de renda. É de extrema importância saber que meu trabalho é uma das partes essenciais da nossa cultura, pois dá brilho e beleza, impressionando tanto os conterrâneos quanto os turistas que nos visitam. Fico muito feliz e satisfeito com o reconhecimento”, destaca Clelbert Costa. No interior do Maranhão, não é diferente: centenas de grupos de bumba meu boi se organizam para se apresentar nas festas juninas e contam com o indispensável trabalho de pequenos empreendedores. O Boi Novilho dos Lençóis, fundado há 15 anos em Humberto de Campos, conta com uma equipe de dez pessoas entre costureiras, bordadores e artesãos para confeccionar toda a indumentária. “Esse trabalho é de grande importância para o nosso grupo, pois fortalece a organização, valoriza os integrantes e contribui diretamente para o crescimento e o sucesso do Boi Novilho dos Lençóis. Toda dedicação e compromisso fazem a diferença na construção da nossa história”, destaca a presidente do grupo, Socorro Almeida. Ao contratar os serviços dos pequenos empreendedores, o grupo ajuda a movimentar a economia local, como explica Socorro. “A contribuição do Boi para a economia local é muito significativa, pois gera renda e oportunidades para diversos profissionais, movimentando o comércio por meio da compra de materiais para indumentárias, contratação de costureiras, artesãos, músicos, transporte, alimentação e outros serviços prestados por microempreendedores da comunidade.” O Boi Novilho dos Lençóis foi fundado há 15 anos em Humberto de Campos, no Maranhão. Divulgação/Boi Novilho dos Lençóis Um dos envolvidos na preparação do Boi Novilho dos Lençóis é Carlos Augusto, que se intitula multiculturalista por trabalhar diretamente com diversas frentes culturais. Há 15 anos, Carlos Augusto ajudou a fundar o grupo, apresentando o projeto com a quantidade de brincantes, orquestra, percussão, cantores e roupas para que o Boi Novilho dos Lençóis pudesse fazer parte da cultura maranhense. Desde então, ele acompanha todas as etapas, do planejamento aos ensaios, incluindo a confecção de roupas do campeador, das índias e dos cantadores. Em alguns anos, chegou a atender três grupos simultaneamente. “Todo esse trabalho do projeto foi feito por mim, até chegar ao primeiro ensaio, às primeiras apresentações e até o boi passar a fazer parte do calendário cultural maranhense. No boi, meu trabalho é executar praticamente tudo. Algumas coisas eu terceirizo, mas, no final, tudo passa pela minha mão. Tudo relacionado à brincadeira do boi passa por mim: a barra da burrinha, a roupa do campeador, a roupa da índia, a roupa da guerreira, a roupa dos cantores. Enfim, tudo passa pelas minhas mãos”, destaca. Morador de Rosário, Carlos aprendeu o ofício com o avô, amo do Boi de São Simão. Ele ressalta que a atividade virou paixão e fonte de renda, mas alerta para o risco de desaparecimento da tradição, já que poucas pessoas da nova geração demonstram interesse em seguir o trabalho. “Não é só pela parte financeira, apesar de eu ser pago para fazer esses trabalhos. É porque a gente gosta, realmente ama. Sou muito conhecido aqui na minha cidade e na região, e sempre incentivo a cultura, seja no Carnaval, no São João ou em outros festejos. Estou sempre muito envolvido com a questão cultural do meu município e da região. Mas aqui em Rosário, que é a minha cidade, há pouquíssimas pessoas que trabalham com isso. Já conversamos que, quando a nossa geração morrer, isso pode se acabar, porque a nova geração não quer fazer esse tipo de trabalho.” Confecção de tambores, matracas e pandeirões gera renda e mantém tradição junina Confecção de tambores, matracas e pandeirões gera renda e mantém tradição junina Reprodução/TV Mirante Um dos elementos que mais impactam o São João são as toadas, que trazem letras que enaltecem a cultura, a religião, a natureza e uma infinidade de temas relacionados ao Maranhão. Mas esse canto folclórico não vem sozinho: é acompanhado pelo som retumbante dos pandeirões, dos tambores-onça, das matracas e de outros instrumentos musicais que ecoam pelos arraiais do estado. Para que a festança aconteça, artesãos se dedicam a produzir esses instrumentos com a afinação necessária para dar som ao São João, como é o caso de uma família de marceneiros que há mais de 40 anos produz matracas em São Luís. Um ofício ancestral que gera renda e tem sido passado de geração para geração. “Tudo começou com meu avô, depois passou para o meu pai e, nesta geração, estamos eu e meu irmão. Agora, estamos repassando para o Roque, que é meu sobrinho”, explica Antônio José Nunes, mestre artesão. Da escolha da madeira ao formato da matraca, a família produz peça a peça, ajudando a manter viva a tradição junina. “Ao fazer uma matraca como esta, sabemos que estamos dando continuidade à cultura maranhense. É uma paixão que temos, pois a cultura maranhense é linda, especialmente o bumba meu boi, que não pode desaparecer”, destaca Roque Nunes. Em 2025, a família produziu mais de dois mil pares de matraca, que foram para integrantes de grupos tradicionais e para amantes da cultura popular maranhense. E sem o tambor-onça, o som do São João não seria o mesmo. No ateliê do mestre Zé Pretinho, músico e artesão, esse instrumento ganha forma e ritmo. É dele que sai o tom grave que embala as toadas, um som que lembra o roncado de uma onça, de onde vem o nome do tambor. “Aprendi a confecção do tambor-onça com os grandes mestres. É um trabalho que exige dedicação e amor”, destaca Zé Pretinho, que agora ensina o filho a arte de fazer os tambores. Outro instrumento que não pode faltar nos arraiais é o pandeirão, cujo trabalho exige conhecimento do mestre artesão, que escolhe cuidadosamente a madeira para fazer o arco que sustenta o couro do instrumento. Em uma oficina montada no quintal de casa, na zona rural de São Luís, João Sodré transforma a matéria-prima em instrumentos tradicionais da cultura popular, um ofício que aprendeu com os antigos. “Isso é um dom que Deus me deu e que não posso deixar de lado”, afirma o mestre artesão. É das mãos desses mestres que os grupos de bumba meu boi compram seus instrumentos e geram renda para os artesãos. Além disso, maranhenses e turistas também adquierem as peças nas feiras e arraiais, contribuindo com a economia local e preservação da cultura popular. Fora dos grupos culturais, pequenos empreendedores também lucram com a festança São João do Maranhão: cultura popular movimenta economia e gera oportunidades para pequenos empreendedores Divulgação/Arquivo pessoal/Liliane Cutrim/g1 Se dentro dos grupos de bumba meu boi o empreendedorismo ganha força com a alta demanda por indumentárias, adereços e instrumentos musicais, fora desses espaços a temática junina também gera oportunidades de negócio. Muitos empreendedores investem em peças inspiradas na cultura popular maranhense para atrair clientes e aumentar as vendas em feiras, arraiais, lojas físicas ou online, ampliando a visibilidade dos pequenos negócios. Entre os produtos mais procurados pelos clientes estão roupas customizadas, acessórios com fitas e bordados, brincos, tiaras, bolsas, itens de decoração e peças que fazem referência ao bumba meu boi, às matracas, aos bois bordados e às cores típicas da festança junina. Quem aproveita para lucrar nessa época do ano é a empreendedora Maria da Piedade, que costura há 14 anos. Na temporada junina, ela fabrica camisas customizadas, encomendadas pelas lojas de artesanato do Centro Histórico de São Luís. A costureira Maria da Piedade fabrica camisas customizadas que são encomendadas pelas lojas de artesanato do Centro Histórico de São Luís. Divulgação/Arquivo pessoal Maria da Piedade conta que confecciona as camisas com a irmã, enquanto os bordados são feitos por outras pessoas contratadas nesse período. Ela lembra que começou a bordar há anos, quando tinha uma loja de artesanato no Reviver, inicialmente fazendo apenas crochê e apliques para camisas. Mais tarde, fechou a loja e passou um tempo sem bordar, até que surgiu a ideia de produzir peças para oferecer nas lojas do Reviver. “No início, apenas duas lojas compravam, e eu conseguia fazer tudo sozinha. Mas, com o aumento das encomendas de outras lojas, precisei contratar ajuda, devido ao trabalho que o bordado exige, com paetês, miçangas e canutilhos. Hoje, faço as camisas com minha irmã, os bordados com outras pessoas e os acabamentos com meus filhos, porque são vários processos até a peça chegar às lojas. Gosto muito desse trabalho e, além de gerar renda para mim, também proporciono renda para outras pessoas”, explica a empreendedora. O São João também traz lucro para a artesã Sidneia Mendes, que há três anos confecciona chapéus de bumba meu boi bordados. As peças são produzidas com miçangas, paetês e canutilhos. O adereço é um dos mais importantes símbolos da festividade junina, pois faz parte da indumentária de vaqueiros e caboclos de pena e fita, sendo confeccionado artesanalmente com tecidos nobres e bordados detalhados. Além da estética, simboliza fé, pertencimento e identidade. Muitos maranhenses o usam como orgulho cultural, enquanto turistas chegam a pendurá-lo em casa como obra de arte. “Vendo para turistas e pessoas maranhenses e também envio para outros estados por meio de vendas online. Ano passado, por exemplo, enviei muitos chapéus para maranhenses que moram em outros estados e, às vezes, compram só para pendurar na parede como objeto decorativo”, destaca Sidneia. O ateliê da artesã Sidneia Mendes confecciona chapéus de bumba meu boi bordados entre outras peças com a temática do São João e do Maranhão. Liliane Cutrim/g1 MA A empreendedora conta que deixou a carreira de contadora para se dedicar ao artesanato, transformando sua paixão em negócio. Ao lado do marido, o artista plástico “Tocantins”, ela fundou em 2020 a Chamapraia, marca que produz peças feitas à mão, muitas delas inspiradas nas tradições do São João maranhense. Sidneia iniciou suas vendas na tradicional Feirinha São Luís, oferecendo chapéus, bolsas, bijuterias e camisas com estampas que remetem à cultura local. Depois, passou a produzir, durante o São João, peças com temática junina, como chapéus bordados, camisas customizadas e brincos de miçangas, um trabalho que se expandiu e gerou oportunidades de emprego para outras pessoas. “Deixar a contabilidade foi uma decisão difícil, mas necessária para me dedicar totalmente ao artesanato. Trabalhar com produtos do São João me conecta às nossas tradições e permite gerar renda para minha família e para outras pessoas envolvidas na produção. Hoje, a Chamapraia combina o artesanato tradicional com tendências contemporâneas e atende clientes de todo o Brasil por meio do e-commerce. O sucesso da marca mostra que investir na cultura popular pode ser tanto um ato de preservação quanto de empreendedorismo”, destaca. O ateliê da artesã Sidneia Mendes confecciona chapéus de bumba meu boi bordados entre outras peças com a temática do São João e do Maranhão. Liliane Cutrim/g1 MA Políticas públicas de incentivo ao empreendedorismo cultural Grande público é esperado durante as apresentações culturais do São João de Oportunidades. Divulgação/Sebrae Para que pequenos negócios se expandam, o incentivo por meio de políticas públicas é fundamental. “Cabe ao poder público garantir estrutura, acesso e visibilidade para a cultura local, aproveitando o efeito multiplicador que o investimento público pode gerar e ajudando a melhorar a renda das famílias maranhenses envolvidas direta ou indiretamente com a cultura”, destaca o economista Lucas Mendes. Nos últimos anos, durante o período junino, algumas prefeituras e o governo do estado têm se mobilizado para dar apoio e fortalecer os pequenos negócios. No caso das prefeituras, são organizadas feiras culturais e arraiais, como acontece em São Luís, em que artesãos, costureiras, bordadeiras e comerciantes podem vender produtos típicos da festança. No âmbito estadual, o programa Armazém do Empreendedor, coordenado pela Secretaria de Estado da Indústria e Comércio (Seinc), oferece oportunidades para pequenos empreendedores venderem seus produtos e serviços nos principais eventos do estado. Apesar de não ser um projeto voltado exclusivamente para o período junino, é nessa época do ano que as vendas aumentam mais, devido ao grande fluxo de turistas e maranhenses nos diversos arraiais e à duração do São João, que vai de maio, com as prévias, até julho. Uma das beneficiadas pelo programa é a microempreendedora Karliane Aquino, que vende suquinho gourmet. Ela teve a oportunidade de, neste ano, montar um estande no Arraial do Ipem, considerado o maior arraial do São João do Maranhão. “Sou proprietária da Migles Gourmet e estou participando do Arraial do Ipem através do Armazém do Empreendedor. Fui uma das selecionadas para este evento, que é grande e gera oportunidade e visibilidade para todos os empreendedores. O período de São João é uma das épocas mais fortes para microempreendedores, porque movimenta a economia local e aumenta o fluxo de pessoas. Além disso, temos retorno de faturamento imediato. Para mim, essa participação representa a chance de aumentar minhas vendas e de fazer novas pessoas conhecerem minha marca”, comemora Karliane. Outra iniciativa que contribui com os pequenos negócios é o programa Mais Renda, que apoia empreendedores e trabalhadores autônomos, promovendo inclusão produtiva de famílias em situação de vulnerabilidade social em grandes eventos do estado, como o São João. Os trabalhadores cadastrados no programa recebem um kit de negócio, composto por fardamento oficial, utensílios e equipamentos, como carrinhos adequados à venda de alimentos ou ao manuseio na área da beleza. Durante os eventos, centenas de microempreendedores comercializam seus produtos, aumentando a renda. Há ainda incentivos e editais culturais tanto de prefeituras quanto do governo do estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, com apoio a grupos culturais, artesãos e manifestações tradicionais, fornecendo recursos para produção de indumentárias e equipamentos. Cursos e oficinas também são oferecidos ao longo do ano, com técnicas de bordado, artesanato e confecção de instrumentos, para fortalecer a mão de obra local e aumentar a competitividade dos pequenos negócios. Em âmbito nacional, há o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), uma política pública federal que visa valorizar o artesão e fortalecer o setor artesanal como atividade econômica e cultural no país. No Maranhão, esse projeto é desenvolvido com apoio do governo estadual, que, neste ano, leva artesãos, associações e grupos produtivos para o Barracão do Artesanato no Arraial do Ipem, no bairro Calhau, em São Luís. No arraial, visitantes e maranhenses podem encontrar biojoias feitas com sementes naturais, além de peças em fibra de buriti, cerâmica, madeira, bordados e renda de bilro, bem como acessórios, artigos decorativos, souvenirs e produtos inspirados nos elementos da cultura popular maranhense. Outra iniciativa que tem contribuído com o empreendedorismo cultural no Maranhão durante o período junino é o São João de Oportunidades, uma ação do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no estado, por meio da Unidade de Negócios Lençóis-Munim. O projeto é desenvolvido em parceria com prefeituras, instâncias de governança regional e atores locais, na região dos Lençóis Maranhão e Munim, com o objetivo de destacar a cultura como meio de desenvolvimento sustentável, promovendo inclusão produtiva, movimentando a economia e valorizando as expressões culturais do estado. O São João de Oportunidades, que chega à sua 5ª edição, promove, entre maio e julho, eventos como o Festival São João de Oportunidades, batizados de grupos de bumba meu boi, o Encontro de Gigantes e arraiais em municípios como Morros, Rosário, Axixá, Barreirinhas e Santa Rita. “Ao chegar à sua quinta edição, o São João de Oportunidades reafirma o potencial da cultura maranhense como força econômica, social e identitária. Em cada arraial, cada batizado de boi e cada experiência compartilhada, o projeto mostra que tradição e desenvolvimento podem caminhar juntos, mantendo viva a essência do Maranhão e criando novas oportunidades para quem faz da cultura seu modo de vida”, destaca David Amorim, gerente da Unidade de Negócios do Sebrae em Lençóis-Munim. Há ainda o Calendário Cultural Munim, Lençóis e Delta, que reúne as principais datas e facilita o planejamento de turistas, operadores e empreendedores. “O calendário funciona como uma ferramenta estratégica para integrar e divulgar os eventos culturais do território durante o período junino, facilitando o planejamento de turistas, operadores e empreendedores locais. A iniciativa também fortalece a circulação de visitantes entre os municípios e amplia a visibilidade das manifestações tradicionais que movimentam as comunidades”, afirma David Amorim. Artesanato regional é comercializado durante o projeto São João de Oportunidades. Divulgação/Sebrae Com toda essa movimentação cultural na região, pequenos empreendedores locais, como artesãos, barqueiros, guias, pousadas, restaurantes e prestadores de serviços, são beneficiados pelo aumento do fluxo de visitantes e pela economia gerada pelos eventos. Além disso, comunidades tradicionais, como quilombos, participam, recebendo capacitação e apoio para valorizar sua cultura e gerar renda. Durante a temporada, o Sebrae oferece atendimento presencial e remoto aos empreendedores nos municípios participantes, além de disponibilizar informações e capacitação por meio de seus canais digitais. Festejos juninos movimentaram mais de R$ 7 bilhões em 2025 no Brasil Boi da Maioba no Arraial do Ipem, em São Luís. Divulgação/Redes sociais Dados do governo federal apontam que, em 2025, as festas juninas movimentaram R$ 7,4 bilhões na economia brasileira e atraíram mais de 24 milhões de pessoas por todo o país. Com isso, a festança ficou em terceiro lugar como maior evento financeiro do Brasil, ficando atrás apenas do Natal e do Carnaval. Do Norte ao Sul do país, os festejos juninos unem tradições regionais, impulsionam o turismo e geram renda e emprego. O Nordeste é o berço das maiores celebrações juninas do Brasil, como o São João de Caruaru (PE) e de Campina Grande (PB), com grande impacto econômico e turístico. Na região Norte, festejos como o Parárraiá (PA) e o Festival de Parintins (AM) atraem milhares de pessoas. No Centro-Oeste, Brasília realiza o “Maior São João do Cerrado” e, em Trindade (GO), ocorre a Romaria do Divino Pai Eterno. No Sudeste, São Paulo promove diversos arraiás e quermesses tradicionais, enquanto Minas Gerais conta com o Minas Junina. No Sul, Camaquã (RS) adapta a tradição nordestina à cultura local. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), mais de mil cidades brasileiras realizam festas juninas, uma tradição que fortalece a identidade cultural, promove turismo e cultura, além de gerar emprego e renda ao mobilizar diversos setores da economia. A Organização das Cidades Brasileiras Patrimônio Mundial (OCBPM) destacou, neste ano, que essas celebrações movimentam a cadeia produtiva em cidades com sítios reconhecidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), como é o caso de São Luís, gerando grande retorno econômico em setores transversais, principalmente turismo e cultura. Nas cidades onde a festança é realizada, observa-se o envolvimento de uma ampla cadeia produtiva, incluindo hotelaria, transporte, vestuário, moda, serviços de estética, gastronomia, agronegócio, comércio popular, eventos, segurança, logística, entretenimento e artesanato.
Former Machakos First Lady Lilian Nganga reveals her romantic journey, highlighting her relationships with Alfred Mutua and musician Juliani. Discover her story.
Festival em Fernando de Noronha celebra literatura e os 40 anos da APA Literatura e meio ambiente marcaram a programação do Festival Literário, Cultural e Artístico (Literarte), realizado na noite de sexta-feira (5), na Praça São Miguel, na Vila dos Remédios, em Fernando de Noronha. O evento reuniu moradores e turistas em atividades voltadas à cultura e à conservação ambiental. Além da participação de escritores da ilha e convidados, o Literart celebrou os 40 anos de criação da Área de Proteção Ambiental (APA). A comemoração teve bolo e o tradicional "parabéns pra você" (veja vídeo acima). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE Litearte discutiu literatura e meio ambiente Ana Clara Marinho/TV Globo A chefe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em Noronha, Lilian Hangae, destacou a importância de celebrar o aniversário da unidade de conservação durante um evento literário na Semana do Meio Ambiente. "É muito oportuno comemorar o aniversário da APA durante um festival de literatura. Noronha é a única ilha oceânica habitada do Brasil e a cultura também faz parte dessa área protegida. O evento que valoriza os escritores locais se uniu às comemorações da APA e da Semana do Meio Ambiente", afirmou. O oceanógrafo José Martins, coordenador do Projeto Golfinho Rotador, também participou da programação e avaliou de forma positiva a união entre literatura e meio ambiente. "Foi uma coincidência a realização da feira literária durante a Semana do Meio Ambiente, mas isso acabou fortalecendo as duas programações. Achei muito positivo", avaliou. Durante os debates, representantes do governo local apresentaram ações voltadas ao tratamento dos resíduos sólidos na ilha. O tema também foi abordado em vídeos exibidos ao público e que produzidos por estudantes da Escola Arquipélago. Literatura, Território e Identidade A mesa "Literatura, Território e Identidade" contou com a participação da escritora Daniela Mesquita, autora de três livros sobre Fernando de Noronha. Ela falou sobre sua trajetória e a relação da literatura com a ilha. "A literatura conecta pessoas. Ter um evento como esse em Noronha é a realização de um grande sonho. Espero lançar meu novo livro sobre a ilha, 'Antes que o Mar Esqueça', na edição de 2027 do Literarte", disse. Daniela Mesquita falou dos livros e trabalho realizado em Noronha Ana Clara Marinho/TV Globo Além dos debates, o público pôde comprar livros no estande da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Como Fernando de Noronha não possui livrarias, a iniciativa ampliou o acesso dos moradores e visitantes a novos títulos. "Acho muito importante ter livros disponíveis. Inclusive, sugeri aos organizadores que a próxima edição tenha mais estandes, autores e obras para o público conhecer", afirmou o condutor de visitantes Kevele Lima. Esta foi a segunda edição do Literarte, realizada pela Administração de Fernando de Noronha em parceria com a comunidade local. O evento contou com apoio da Cepe, do ICMBio, dos projetos Golfinho Rotador e Tamar, além de empresas da ilha. "Esta edição representa uma evolução em relação à estreia do festival, no ano passado. Tivemos grande participação da comunidade e a presença de seis autores da ilha. Noronha é um celeiro de escritores", declarou Edna Moura, representante da comissão de curadoria. Esta foi a primeira vez que o festival Literarte foi realizado durante a Semana do Meio Ambiente. Segundo os organizadores, a escolha do mês de junho foi estratégica. "O mês de junho é período de baixa temporada. A ideia é atrair visitantes interessados em literatura e cultura. Com isso, ganham os artistas, os escritores e toda a ilha. Nossa intenção é realizar a terceira edição na mesma época", informou Edna Moura. Evento atraiu moradores e turistas para a Praça São Miguel, na Vila dos Remédios Ana Clara Marinho/TV Globo VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias o
On Thursday, June 4, as Ukraine commemorates the children who lost their lives as a result of Russian aggression, Liliana Grexa, a member of the Hungarian National Assembly representing the Ukrainian minority, delivered a speech titled “Stolen and Shattered Childhood” at the Hungarian National Assembly.
A Feira do Livro 2026 Divulgação A quinta edição da Feira do Livro entra em seus últimos dias na Praça Charles Miller, no Pacaembu, na Zona Oeste de São Paulo. O evento termina neste domingo (7) e ainda terá dezenas de atividades gratuitas, incluindo debates com escritores, lançamentos de livros, programação infantil e o tradicional futebol dos autores na Mercado Livre Arena Pacaembu (veja abaixo a programação). Ao longo de nove dias, o festival literário reúne mais de 200 atividades e 101 autores convidados. A programação ocupa uma área de mais de 15 mil m² ao ar livre, com seis palcos, espaços de convivência, livraria para sessões de autógrafos e mais de 160 editoras, livrarias e instituições culturais expositoras. Entre os destaques destes últimos dias de evento estão Stefano Mancuso, Norman Finkelstein, Ana Maria Machado, Carla Madeira, Fernando Morais, Caíto Mainier e Daniel Furlan e Jeferson Tenório, além do debate "Como desarmar o autoritarismo". A programação aborda temas como literatura, política, jornalismo, cultura pop, futebol, meio ambiente, psicanálise, cultura afro-brasileira e pensamento indígena. Voltado às crianças, o Espaço Rebentos oferece sessões de autógrafos, oficinas e atividades de incentivo à leitura. A estrutura também conta com praça de alimentação, áreas de descanso, espaço sensorial para acolhimento do público neurodiverso e unidades móveis de atendimento à população LGBTQIA+ e às mulheres vítimas de violência. A expectativa da organização é repetir ou superar o público da edição anterior, que reuniu mais de 84 mil pessoas. Destaques da feira Quinta-feira (4) Daniela Catrileo e Daniel Munduruku — debate sobre literatura indígena, colonialismo e identidade. Horário: 14h30 às 15h45 Local: Palco da Praça Stefano Mancuso — encontro sobre meio ambiente, ciência e o conceito de "fitópolis". Horário: 16h15 às 17h30 Local: Palco da Praça Norman Finkelstein, entrevistado pela jornalista Patrícia Campos Mello. Horário: 16h45 Local: Auditório do Museu do Futebol Sexta-feira (5) Ana Maria Machado — conversa sobre sua trajetória literária. Horário: 11h Local: Palco da Praça Conrado Hübner Mendes, Fernando Romani Sales e Nina Santos - debate "Como desarmar o autoritarismo" Horário: 12h45 Local: Palco da Praça Ricardo Abramovay e Luiz Villares — debate sobre meio ambiente e crise climática. Horário: 16h45 Local: Auditório do Museu do Futebol Mariana Salomão Carrara e Carla Madeira — encontro sobre literatura brasileira contemporânea. Horário: 18h Local: Palco da Praça Sábado (6) Maria Valéria Rezende e Felipe Charbel — mesa sobre literatura e leitura. Horário: 11h Local: Palco da Praça Erika Palomino e Julia Kumpera — conversa sobre vida noturna e cultura urbana. Horário: 12h45 Local: Palco da Praça Silviano Santiago e João Pombo Barile — debate a partir da biografia do escritor. Horário: 16h15 Local: Palco da Praça Fernando Morais — participação na série "Folha na Praça" Horário: 18h Local: Palco da Praça Domingo (7) Futebol dos Autores - autores, jornalistas, editores e outros craques das letras disputam partida amistosa Horário: 13h Local: campo da Mercado Livre Arena Pacaembu Caíto Mainier e Daniel Furlan Horário: 12h45 Local: Palco da Praça Nem Todo Homem ao vivo (com Carol Pires, Vera Iaconelli, Renan Quinalha e Thomas Aquino) Horário: 16h15 Local: Palco da Praça Jeferson Tenório e José Vicente — mesa de encerramento sobre cotas, negritude e Brasil contemporâneo. Horário: 18h Local: Palco da Praça SERVIÇO: 📅 Quando? Até 7 de junho 📍 Onde? Praça Charles Miller, Pacaembu, Zona Oeste 💲 Quanto? Entrada gratuita 📖 Confira aqui a programação completa e mais informações Giovana Madalosso, Lilian Sais, Daniel Munduruku, Inara Nascimento, Bianca Santana, Eustáquio Neves, Camila Appel, Jeferson Tenório e Sandro Veronesi Reprodução
Agenda de eventos do ES tem MC Don Juan, César Menotti & Fabiano, Renato Albani, tapetes de Corpus Christi, Roda de Boteco e mais; confira Reprodução Junho começou com uma programação animada e, para muitos capixabas, com um feriadão prolongado já no primeiro final de semana do mês! Destaque para os sucessos do funk MC Don Juan e MC Jacaré, que se apresentam em Vila Velha, e para a dupla sertaneja César Menotti & Fabiano, que faz show em Vitória. Também na capital, quem curte pagode vai poder conferir grandes sucessos com o cantor Suel. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Na região do Caparaó, Alexandre Pires, Almir Sater e Paulo Ricardo se apresentam no Festival de Inverno de Guaçuí entre os dias 4 e 6 de junho. Já o humorista capixaba Renato Albani faz em Cariacica a primeira gravação de um especial de stand-up realizada em um estádio no Brasil! Um dos nomes mais cotados do cenário nacional, Albani escolheu o Espírito Santo para homenagear o estado onde iniciou sua trajetória na comédia. Os capixabas vão poder visitar ainda os tradicionais tapetes de Corpus Christi em Castelo e na Grande Vitória, além de conferir a passagem dos romeiros dos Passos de Anchieta. Há ainda opções de exposições, ópera, eventos juninos e festivais gastronômicos, como o Roda de Boteco e o Festival de Moqueca de Conceição da Barra. Confira os destaques abaixo e faça a sua programação! 🎉 Quarta-feira (3) MC Don Juan Mc Don Juan Reprodução/Redes Sociais O funk vai tomar conta da véspera do feriado em Vila Velha. Sobem ao palco MC Don Juan, sucesso paulista dono de dezenas de como "Oh Novinha", "Liberdade" e "Amar, Amei". Com ele, um dos nomes mais ouvidos no momento, MC Jacaré e ainda nomes do cenário capixaba JV de VV, 2L de Vila Velha, ML da Vila, Edin e Dhiego Viana. 📍 Onde: Cafe de La Musique Vila Velha - Av. Est. José Júlio de Souza, 310 - Itaparica, Vila Velha 🗓️ Quando: 3 de junho, às 22h 🎟️ Saiba mais César Menotti & Fabiano César Menotti e Fabiano Érico Andrade/g1 Uma das duplas mais queridas do sertanejo universitário, os irmãos César Menotti & Fabiano animam a véspera de feriado em Vitória, cantando seus maiores sucessos, como "Leilão", "Como Um Anjo", "Mensagem Pra Ela" e "Ciumenta". 📍 Onde: Espaço Patrick Ribeiro - Av. Roza Helena Schorling Albuquerque, S/N - Goiabeiras, Vitória 🗓️ Quando: 3 de junho, abertura da casa às 21h 🎟️ Saiba mais Suel O cantor Suel se apresenta em Vitória, Espírito Santo Divulgação Dono de uma das vozes mais marcantes do pagode, o cantor carioca Suel faz show em Vitória repleto de sucessos do pagode e músicas que marcaram seus 20 anos de carreira, como "Para de Pirraça", "Duvido" e "Me Assume ou Me Esquece". 📍 Onde: Gordinho Sambão – Av. Dário Lourenço de Souza - Mário Cypreste, Vitória. 🗓️ Quando: 3 de junho, abertura da casa às 21h 🎟️ Saiba mais A Ópera é POP Orquestra Capixaba Sinfônica Reprodução/Rede social Sob a regência da maestra Ludhymila Bruzzi, o concerto “A Ópera é POP”, com a Orquestra Capixaba Sinfônica, reúne árias e duetos interpretados pelas cantoras Luana Schaeffer e Priscila Aquino, entregando ao público emoções, paixões e grandes histórias que atravessam séculos. 📍 Onde: Teatro Universitário - Ufes - Av. Fernando Ferrari, 514 - Goiabeiras, Vitória 🗓️ Quando: 3 de junho, 20h 🎟️ Saiba mais Festival Roda de Boteco Medalhão Caipira, do Recanto Gastrobar, é um dos pratos na disputa no Roda de Boteco 2026. Espírito Santo Tasty Click O festival gastronômico Roda de Boteco 2026 reúne 40 bares e botecos de Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica. Os estabelecimentos vão disputar a preferência do público com petiscos exclusivos inspirados na culinária capixaba e em clássicos de boteco, vendidos por R$ 64,90, com uma cerveja de 600 ml inclusa. Nesta edição, a votação será feita pela primeira vez de forma totalmente online. 📍 Onde: 40 bares e botecos de Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica 🗓️ Quando: até 5 de julho 🎟️ Saiba mais 8ª Festival de Moqueca de Conceição da Barra Saiba preparar moqueca capixaba, prato típico do Espírito Santo Reprodução TV Gazeta Conceição da Barra recebe a 8ª edição do Festival da Maior Moqueca do Mundo. O destaque da programação é o preparo da tradicional receita capixaba com 600 quilos de peixe e 1.100 panelas de barro. O evento também terá feira de artesanato, atrações culturais e shows musicais, incluindo apresentação do cantor San. 📍 Onde: Cais da Barra, Centro, Conceição da Barra 🗓️ Quando: 3 a 7 de junho 🎟️ Saiba mais Arraiá Degusta Arraiá Degusta. Espírito Santo Divulgação Os dois primeiros finais de semana de junho serão de arraiá, decoração temática, comidas típicas juninas, cervejas artesanais, drinks, espaço gastronômico, em uma programação musical que passeia pelo rock, forró e brasilidades. Na programação do Arraiá Degusta estão confirmados shows do Trio Clandestino, Ubando, Forró Raiz e Casaca. 📍 Onde: Estacionamento do Shopping Vila Velha 🗓️ Quando: 3 a 7 e 11 a 14 de junho 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais Forrózin de São João Espaço Brizz, Vitória, Espírito Santo Reprodução/Redes sociais O Forrózin, edição especial de São João, vai celebrar o melhor do clima junino! Uma noite com muito baião, xote e forró para dançar agarradinho e cantar junto. Sobre ao palco o grupo Mafuá, com participação especial do cantor e compositor Vitu. 📍 Onde: Brizz – Rua Judith Maria Tovar Varejão, 411, Enseada do Suá, Vitória 🗓️ Quando: 3 de junho, a partir das 18h 🎟️ Saiba mais Quinta-feira (4) Festival de Inverno de Guaçuí Almir Sater, Alexandre Pires e Paulo Ricardo se apresentam em Guaçuí, Espírito Santo. Reprodução/Redes sociais O "FIG" reúne shows de artistas nacionais, gastronomia e atrações culturais em uma programação que movimenta a região do Caparaó. Nesta edição, o evento aposta em uma ambientação inspirada em Las Vegas e traz ao palco nomes como Alexandre Pires, Almir Sater e Paulo Ricardo. 📍 Onde: Centro de Eventos de Guaçuí 🗓️ Quando: 4 a 6 de junho 🎟️ Ingressos à venda. Saiba mais Passos de Anchieta Caminhada Passos de Anchieta Reprodução/Redes sociais A tradicional caminhada Os Passos de Anchieta percorre cerca de 100 quilômetros pelo litoral capixaba, entre Vitória e Anchieta. O trajeto é dividido em quatro etapas, passando por Vila Velha e Guarapari, e refaz o caminho percorrido por São José de Anchieta em seus deslocamentos pelo Espírito Santo. Considerado um dos principais eventos de turismo religioso do estado, o percurso reúne milhares de peregrinos e combina fé, história e cultura. 📍 Onde: Saída da Catedral de Vitória, chegada no Santuário Nacional de São José de Anchieta 🗓️ Quando: 4 a 7 de junho 🎟️ Saiba mais Vem Forrozear em Guarapari Breno e Bernardo Reprodução/Redes sociais Guarapari vai entrar de vez no clima junino e no compasso do arrasta-pé durante o "Vem Forrozear Guarapari". São quatro dias de programação que inclui música e comidas típicas. Entre as atrações, destaque para Breno e Bernardo, nesta quinta, além de Trio Clandestino, Bicho de Pé e Marcos Bifão. 📍 Onde: Ao lado do Supermercado Perim, na Orla do Canal de Guarapari 🗓️ Quando: 4 a 7 de junho 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais Fenaviola O Fenaviola 2026 celebra a música de raiz e a tradição sertaneja com shows de artistas locais e nacionais, além do tradicional concurso de viola. A programação reúne nomes como Renato Teixeira, Mayck e Lyan e músicos capixabas em três noites dedicadas à cultura do interior. 📍 Onde: campo de futebol de Itapina, Av. Rosa Castiglioni - Itapina, Colatina 🗓️ Quando: 4 a 6 de junho a partir das 19h30 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais Rock Concert com Luciano Reis O violinista Luciano Reis apresenta o espetáculo Rock Concert em Vitória, Espírito Santo Reprodução/Rede social O músico Luciano Reis apresenta o "Rock Concert", com clássicos de Queen, Metallica, Bon Jovi, Coldplay e Beatles em versões instrumentais ao som do violino, com banda e quarteto de cordas ao vivo. 📍 Onde: Espaço Patrick Ribeiro - Av. Roza Helena Schorling Albuquerque, S/N - Goiabeiras, Vitória 🗓️ Quando: 4 de junho, 20h 🎟️ Saiba mais Festival Fuzuê com Caju pra Baixo Grupo Caju pra Baixo. Espírito Santo Reprodução/Rede social O grupo de pagode Caju Pra Baixo é uma das atrações do Festival Fuzuê. O evento contará ainda com shows de Disco Voador, Lilian Lomeu e Primeira Classe, em uma programação voltada à valorização da cultura capixaba. Antes disso, o festival promove atividades culturais para estudantes da rede pública e de escolas parceiras na Capital. 📍 Onde: Estacionamento ao lado da Praça Getúlio Vargas, Centro de Vitória 🗓️ Quando: 4 de junho, a partir das 15h 🎟️ Evento gratuito Festival de Música e Sustentabilidade Anchieta, no Espírito Santo Reprodução/ TV Gazeta O festival realizado em Anchieta reúne shows, experiências gastronômicas, atividades culturais e ações voltadas à sustentabilidade em uma programação para toda a família. O evento integra as comemorações da Festa Nacional de São José de Anchieta, unindo música, arte e tradições que marcam a história do município. 📍 Onde: Praia Central de Anchieta 🗓️ Quando: 4 a 7 de junho 🎟️ Evento gratuito. Saiba mais Sexta-feira (5) Prainha Vive O Parque da Prainha recebe mais uma edição do Prainha Vive, com entrada gratuita. Pela primeira vez realizado em três dias consecutivos, o evento terá shows de rock, samba e atrações de festa junina, além da Feira Maré Criativa, com artesanato, moda, design, produtos autorais e espaço gastronômico com comidas típicas. 📍 Onde: Parque da Prainha, Vila Velha 🗓️ Quando: 5 a 7 de junho 🎟️ Evento gratuito. Saiba mais Cat house by Cat Dealers A festa tem os DJs Cat Dealers comandando uma noite dedicada à música eletrônica. O evento promete uma experiência imersiva, com participações especiais e uma programação voltada aos fãs das pistas de dança. 📍 Onde: Cafe de la Musique Vila Velha, Avenida Estudante José Júlio de Souza, 310 - Jockey de Itaparica, Vila Velha 🗓️ Quando: a partir das 22h 🎟️ A partir de R$ 60. Saiba mais Balada do Louco A Balada do Louco apresenta um espetáculo inspirado nos grandes nomes do rock brasileiro das décadas de 1970 e 1980. Com elementos teatrais e repertório dedicado a artistas como Cazuza, Raul Seixas, Titãs, Legião Urbana e Belchior, o show propõe uma viagem pelos clássicos que marcaram gerações. 📍 Onde: Correria Music Bar, Av. Est. José Júlio de Souza, 740 - Praia de Itaparica, Vila Velha 🗓️ Quando: a partir das 21h 🎟️ Ingressos limitados. Saiba mais Sábado (6) "A ignorância é uma dádiva", com Renato Albani Renato Albani grava especial de stand-up em estádio em Cariacica, Espírito Santo Divulgação O humorista capixaba Renato Albani grava o especial “A Ignorância é uma Dádiva”, em Cariacica. A apresentação será a primeira gravação de um especial de stand-up realizada em um estádio no Brasil. Albani escolheu o Espírito Santo para marcar o maior projeto de sua carreira e homenagear o estado onde iniciou sua trajetória na comédia. 📍 Onde: Estádio Kleber Andrade - Rua Rio Branco - Rio Branco, Cariacica 🗓️ Quando: 6 de junho, 21h 🎟️ Ingressos pagos. Saiba mais Pagode do Chefe O Sambão do Povo vai receber uma maratona com mais de 10 horas de pagode e cerveja gelada. Estão confirmados na programação Fabinho, Gamadinho, Yan, Tá Na Mente, Batucaê, Muvuka, A Pagodeira e DJ Fabrício V. 📍 Onde: Sambão do Povo - Av. Dário Lourenço de Souza - Mário Cypreste, Vitória 🗓️ Quando: 6 de junho, a partir das 15h 🎟️ Saiba mais Samba dos Bentos O Samba dos Bentos reúne amantes do samba em mais uma edição dedicada à música e à confraternização. O evento aposta em rodas de samba e clima descontraído para celebrar um dos gêneros mais populares da cultura brasileira. 📍 Onde: Praça do Multishow, Ilha dos Bentos - Vila Velha 🗓️ Quando: a partir das 15h 🎟️ Evento gratuito mediante retirada de ingresso. Saiba mais Oficinas de Aniversário da Casa Porto Casa Porto das Artes Plásticas celebra aniversário com oficinas gratuitas em Vitória, Espírito Santo. Divulgação A Casa Porto das Artes Plásticas celebra seu 26º aniversário com uma programação de oficinas gratuitas voltadas às artes visuais. As atividades convidam o público a experimentar diferentes técnicas e linguagens artísticas, explorando desenho, pintura e processos criativos. 📍 Onde: Casa Porto das Artes Plásticas - Praça Manoel Silvino Monjardim, 66 - Centro Histórico de Vitória 🗓️ Quando: 6, 20, 22 e 27 de junho e 04 de julho 🎟️ Evento gratuito. Saiba mais Capixaba Sunset O Capixaba Sunset em Marataízes reúne música ao vivo e clima de celebração ao entardecer em uma programação comandada pelas bandas Casaca e Projeto Feijoada. O evento promete uma mistura de ritmos e encontros musicais em um dos horários mais apreciados pelo público capixaba. 📍 Onde: Geredys, na Rua Santa Catarina, 681, Praia da Colônia, Arraias, Marataízes 🗓️ Quando: a partir das 17h 🎟️ Ingressos à venda. Saiba mais Samba + Amigos O evento reúne atrações de samba e pagode em uma tarde de música ao vivo e confraternização. A programação conta com shows de Gabrielzinho de Irajá, Elielson CPX e Ray Costa, além de transmissão de futebol e opções de alimentação e bebidas para o público. 📍 Onde: Espaço Du Eventos, Travessa Santuário, 145 — Santo Antônio, Vitória 🗓️ Quando: a partir das 15h 🎟️ Ingressos à venda. Saiba mais Domingo (7) Frozen - espetáculo Espetáculo 'Frozen' chega ao Teatro Campaneli, no Espírito Santo. Divulgação Inspirado no universo de “Frozen”, o espetáculo acompanha a aventura da princesa Anna em busca de sua irmã Elsa para tentar salvar o reino de um inverno eterno. A montagem leva ao palco personagens conhecidos do público infantil em uma história sobre coragem, amizade e laços familiares. 📍 Onde: Teatro Campaneli, Rua Luiz Gonzáles Alvarado, 64, Numero 75, Enseada do Suá, Vitória 🗓️ Quando: às 17h 🎟️ Ingressos à venda. Saiba mais Renata Pugliese em "Virei Macubeira, e Agora!?" O espetáculo de humor aborda, de forma bem-humorada, o universo das religiões de matriz africana e o cotidiano de seus praticantes. A apresentação mistura stand-up comedy e narrativas sobre espiritualidade, identidade e intolerância religiosa, valorizando as culturas de terreiro e promovendo reflexões por meio do humor. 📍 Onde: Casa de Musica Sônia Cabral, Rua Pedro Palácios,Vitória 🗓️ Quando: às 19h 🎟️ Ingressos à venda. Saiba mais Tapetes de Corpus Christi Oficina forma novos voluntários para confecção dos tradicionais tapetes de Corpus Christi em Castelo, no Espírito Santo Reprodução/ TV Gazeta Quinta-feira (4) Castelo A cidade de Castelo realiza uma das maiores celebrações de Corpus Christi do país, com a confecção de tapetes que cobrem cerca de 5 mil metros quadrados das ruas. A tradição, que tem mais de 60 anos, mobiliza mais de 3 mil voluntários, que utilizam materiais como serragem, pó de café, pedras e flores para criar os desenhos religiosos. Saiba mais Vitória A orla de Camburi, em Vitória, receberá a confecção dos tradicionais tapetes de Corpus Christi. Serão cerca de 500 metros de extensão no calçadão, entre o antigo Hotel Aruan e a Rua Antônio Borges. A programação organizada pela Paróquia São Camilo de Lélis também inclui uma missa no fim da tarde, na faixa de areia da praia. Saiba mais A Catedral Metropolitana de Vitória celebra Corpus Christi no dia 4 de junho com a tradicional confecção dos tapetes a partir das 6h. Às 16h, será realizada uma missa solene presidida pelo arcebispo Dom Ângelo Mezzari, seguida pela procissão eucarística pelas ruas do Centro da capital. Saiba mais Vila Velha A Paróquia São Francisco de Assis, em Itapoã, realiza a tradicional celebração de Corpus Christi. A programação começa com a confecção dos tapetes pelos fiéis na noite de quarta-feira (3). Na quinta (4), a igreja ficará aberta para visitação e adoração ao Santíssimo Sacramento entre 10h e 14h. A missa será celebrada às 16h, seguida de procissão pelas ruas do bairro a partir das 17h. Saiba mais Tapetes confeccionados pela Paróquia São Francisco de Assis, em Itapoã, Vila Velha, Espírito Santo Divulgação Cariacica Paróquias de Cariacica vão confeccionar tapetes de Corpus Christi na noite desta quarta-feira (3) para as celebrações da quinta-feira (4). Na Paróquia São João Batista, em Cariacica Sede, serão montados 30 metros de tapetes, enquanto a Paróquia Santa Maria Goretti, em Jardim América, prepara um percurso de 120 metros. Após as missas, os fiéis participarão das tradicionais procissões sobre os tapetes feitos com materiais como sal grosso, serragem, flores e itens recicláveis. Saiba mais Serra A comunidade de Barcelona realiza a 14ª edição da Solenidade de Corpus Christi. O principal destaque é a confecção de um tapete temático de cerca de 1,5 quilômetro de extensão, considerado o segundo maior do Espírito Santo. A programação inclui missa campal, shows religiosos e atividades para toda a família, com expectativa de receber cerca de 30 mil visitantes no feriado. Saiba mais Exposições Exposição "190 Caminhos da Cidadania" Exposição 190 Caminhos da Cidadania acontece na Assembleia Legislativa do Espírito Santo Ricardo Gusman A exposição 190 Caminhos da Cidadania reúne fotos, documentos e mobiliários antigos, bem como pinturas do acervo do Legislativo e obras contemporâneas, entre outros. 📍 Onde: Assembleia Legislativa - Av. Américo Buaiz, 205, Enseada do Suá, Vitória 🗓️ Quando: segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais Exposição de pinturas e artes “Olhares Indígenas” A exposição reúne pinturas, esculturas, cestarias e outras produções de artistas indígenas guaranis em uma mostra que propõ reflexões sobre a colonização do Espírito Santo a partir da perspectiva dos povos originários. A programação também inclui releituras artísticas e elementos ligados à cultura indígena capixaba. 📍 Onde: Galeria do Museu Casa da Memória, Rua Luciano das Neves, 14, Prainha de Vila Velha 🗓️ Quando: até 26 de julho, de terça-feira à domingo das 8h30 às 17h30. 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais. Exposição 'Fragmentos de uma existência' A exposição "Fragmentos de uma existência", do artista Matheus Santana, apresenta uma série de pinturas produzidas com diferentes técnicas e materiais. As obras exploram elementos visuais ligados à subjetividade, memória e experiências pessoais. 📍 Onde: Espaço Cultural Má Companhia, Rua Professor Baltazar, 152, Centro, Vitória. 🗓️ Quando: visitação às segundas, terças e quartas, de 13h às 17h 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais. Projeto Cores Ancestrais O projeto “Cores Ancestrais: Resistência e Transformação através da Arte e Educação” promove debates e atividades culturais sobre memória, identidade, território e práticas antirracistas. A programação reúne palestras, performances e ações formativas voltadas à valorização das expressões culturais negras. 📍 Onde: Museu de Artes do Espírito Santo (MAES) - Avenida Jerônimo Monteiro, 631, Centro, Vitória 🗓️ Quando: sexta a partir de 13h e sábado a partir das 9h. 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais. Nice Contemporânea Obra da artista capixaba Nice Avanza Reprodução/Secult-ES A exposição "Nice Contemporânea" apresenta obras da capixaba Nice Avanza, mulher negra e autodidata, e propõe uma releitura da produção da artista. O projeto marca o retorno da artista ao MAES 26 anos após a realização da exposição "Nice Retrospectiva", em 2000, por ocasião de seu falecimento. A mostra também reúne trabalhos de outros dez artistas contemporâneos. 📍 Onde: Museu de Arte do Espírito Santo (MAES) - Avenida Jerônimo Monteiro, 631, Centro, Vitória 🗓️ Quando: até 2 de agosto 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais Museu da Arte de Comer Exposição “Museu da Arte de Comer” começa em Vitória, Espírito Santo Divulgação/Secult-ES Misturando gastronomia e diferentes linguagens artísticas, o MAC convida o público a pensar o ato de comer para além da alimentação, explorando as relações entre sabor, memória, emoção, cultura e percepção. A exposição reúne registros, receitas, vídeos, sons e experiências criadas durante a degustação sensorial “Comer é Arte”. 📍 Onde: Galeria Homero Massena - R. Pedro Palácios, 99, Cidade Alta, Vitória 🗓️ Quando: até 11 de julho de 2026 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais "Rembrandt – O mestre da luz e da sombra” Exposição de Rembrandt chega ao Espíeiro Santo Rodrigo Gavini A exposição que reúne 69 gravuras originais de Rembrandt van Rijn foi prorrogada mais uma vez no estado. Antes de chegar ao Espírito Santo, a mostra passou pelas cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte, somando mais de 120 mil visitantes nas duas capitais. 📍 Onde: Palácio Anchieta - Praça João Clímaco, Centro, Vitória 🗓️ Quando: até 7 de junho, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h. 🎟️ Entrada gratuita. Saiba mais Agora no g1 Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo , Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
Brasileira desaparecida na Inglaterra: confira cronologia dos acontecimentos O desaparecimento da psicóloga brasileira Vitória Figueiredo Barreto na Inglaterra completa três meses nesta quarta-feira (3). A cearense fez o último contato com familiares e amigos no dia 3 de março e ainda não foi encontrada. A Polícia de Essex, responsável pela investigação, não divulgou novas informações sobre o caso nas últimas semanas. As buscas físicas pela brasileira foram encerradas no dia 20 de março. Desde então, a investigação buscou focar na coleta de novas evidências. Na última comunicação oficial sobre o caso, em 5 de maio, os investigadores orientaram moradores a buscarem evidências em garagens e galpões onde Vitória pode ter se abrigado. Desde então, não houve novas manifestações da polícia. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp A mãe de Vitória, Gleyz Barreto, que tinha viajado para o Reino Unido para acompanhar a investigação, retornou ao Brasil em abril. O namorado de Vitória, que havia permanecido na Inglaterra por mais tempo, também já voltou para casa. A polícia havia comunicado aos familiares que uma parte dos dados bancários de Vitória Barreto já foi acessada e que as informações não trouxeram novas evidências sobre a possível localização dela. A última movimentação bancária registrada nas contas de Vitória foi justamente no dia do desaparecimento, 3 de março, quando ela pagou por um café e por uma passagem de ônibus. No início de maio, amigos e familiares de Vitória divulgaram um perfil nas redes sociais criado pela comunidade de Brightlingsea - cidade por onde a psicóloga passou após sair da Universidade de Essex no dia em que desapareceu. LEIA MAIS: Quem é a psicóloga cearense desaparecida na Inglaterra após viajar para congresso Buscas físicas para encontrar brasileira desaparecida na Inglaterra serão finalizadas; polícia seguirá investigação A principal hipótese da Polícia de Essex, conforme a amiga Liliane, é que Vitória está em terra firme. Ela comentou que uma das possibilidades é que alguém pode ter encontrado a psicóloga em um momento de vulnerabilidade e tenha feito algo contra ela. Relembre o caso Vitória Figueiredo Barreto, psicóloga desaparecida na Inglaterra, teria saído de Brightlingsea em duas embarcações Polícia de Essex/Reprodução No dia 3 de março, a cearense Vitória Barreto saiu do campus da Universidade de Essex em Colchester, a cerca de 90 quilômetros de Londres, e foi vista pegando um ônibus e desembarcando na cidade de Brightlingsea. Os últimos passos confirmados de Vitória são uma filmagem dela em um local próximo à marina de Brightlingsea, na madrugada do dia 4 de março. Ao longo dos dias seguintes, a Polícia de Essex colheu depoimentos, fez buscas físicas e solicitou acesso aos dados de Vitória. Uma das hipóteses consideradas pela polícia é que ela tenha levado uma embarcação que foi encontrada à deriva no dia seguinte, por volta do meio-dia, próxima à costa de Bradwell-On-Sea. Confira a seguir: Polícia divulga novas imagens de Vitória Figueiredo Barreto, brasileira desaparecida na Inglaterra Reprodução Os investigadores afirmam que, apesar da distância nas gravações, as provas indicam que a pessoa flagrada é Vitória. As filmagens são relacionadas a dois períodos específicos: por volta das 14h35 de 3 de março, quando ela atravessou uma área de fazenda na localidade de Hurst Green; por volta de 0h22 de 4 de março, ela foi vista em uma área industrial, próximo a Copperas Road, próximo ao estaleiro de Brightlingsea; esta é a última imagem que se tem de Vitória. O g1 montou uma linha do tempo que compila informações divulgadas pela Polícia de Essex durante as buscas. Confira neste link. Viagem para congresso Antes de chegar ao Reino Unido, a psicóloga Vitória Barreto tinha participado de eventos no Marrocos Polícia de Essex/Reprodução Natural de Fortaleza, Vitória está fora do Brasil desde o mês de janeiro, quando participou de um congresso e dois cursos no Marrocos. Em seguida, ela chegou à Inglaterra, onde ficou hospedada na casa de amigos. A intenção era participar de atividades científicas e tentar um doutorado. Desde o início de março, Vitória estava na casa de uma amiga brasileira, Liliane. As duas trabalhavam em um projeto de pesquisa na Universidade de Essex, a cerca de 90 km a nordeste de Londres. No dia de seu desaparecimento, Vitória almoçou com a amiga em um local próximo à universidade. As duas deveriam se reencontrar no fim da tarde, mas a cearense não apareceu. Ela foi vista pegando um ônibus e desembarcando na cidade de Brightlingsea. Depois, registros de câmeras mostram Vitória andando por algumas áreas da localidade. A última vez que ela foi vista pelas câmeras de segurança foi na marina da cidade, na madrugada do dia 4 de março. A mãe de Vitória, Gleyz Barreto, relatou que a psicóloga aparentava estar bastante nervosa na última ligação telefônica com ela, no dia do desaparecimento. "Na terça-feira, ela me ligou muito nervosa, dizendo que realmente achava que estava muito cansada, um estresse exagerado. Porque ela já vinha de um congresso em Marrocos, tinha passado um mês fora... Ela já vem, né? E aí, quando ela disse ‘Mãe, eu estou precisando ir. Preciso ir, mãe, agora eu preciso ir…’ E desligou o telefone”, relatou Gleyz. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:
Há quem diga que a vida pode ser contada em Copas do Mundo. Edições que chegam de quatro em quatro anos e acabam marcando fases inteiras da vida, da infância encantada à adolescência, e daí em diante. Ficam as lembranças das seleções favoritas, dos ídolos do futebol e das camisas icônicas que eles vestiam. É dessas camisas que vamos falar aqui. Uniformes que carregam histórias. Peças que atravessam gerações. Mas o que faz uma camisa permanecer tão viva na memória do futebol? Matthew Wolff ganhou projeção mundial com as camisas da Nigéria na Copa de 2018, que rapidamente viraram febre, e também com os uniformes da França campeã daquele Mundial. O designer americano já assinou uniformes do time francês Paris Saint-Germain, de equipes da Major League Soccer e da National Women's Soccer League, além do Vermont Green, clube que ajudou a criar na United Soccer League. Ou seja, conhece esse universo de perto. "A maioria das minhas camisas favoritas de futebol vem da infância, dos anos 1990 e do começo dos anos 2000", diz Wolff. "É aquela fase em que os jogadores parecem super-heróis e os uniformes têm aquela aura mágica." Advertisement "México em 1998, EUA em 1994, Alemanha em 1990 e 1994, Japão em 1998, a coleção da Nike de 2002 e até a camisa sem mangas de Camarões naquele ano. Esses uniformes ficaram marcados na minha memória porque, quando eu era menino, pareciam enormes, grandiosos. [...] Uma camisa se torna icônica também por causa da história vivida dentro de campo. E o tempo acaba mudando a maneira como enxergamos e valorizamos um uniforme de futebol." Japão e México na Copa do Mundo de 1998, em imagem divididaCrédito,Getty Images Legenda da foto,Japão e México usaram alguns dos uniformes mais marcantes da Copa do Mundo de 1998, disputada na França Wolff, no entanto, acha que hoje em dia é muito mais difícil uma camisa alcançar o status de "icônica". "O cenário mudou, e o mercado global ficou saturado", diz. Pule Mais lidas e continue lendo Mais lidas Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, conversam durante encontro na Malásia, em outubro de 2025 Governo Trump critica Pix, etanol e corrupção e ameaça retaliar com tarifas de 25% sobre produtos do Brasil Tela de celular exibe página inicial do pix dentro do site do Banco Central Governo Trump conclui que Pix é 'injusto': por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora? Vários animais de pasto em um local coberto de neve O experimento na Holanda que transformou santuário de animais em campo de extermínio Foto do rosto de Agostina Vega. Ela tem cabelos longos e escuros e usa franja. Está usando uma blusa vermelha. O caso chocante de Agostina Vega, a adolescente de 14 anos assassinada e esquartejada na Argentina Fim do Mais lidas "Há times demais e lançamentos demais, tanto de clubes quanto de seleções, o que torna realmente difícil uma camisa conseguir se destacar. [...] Por um lado, é interessante ver a cultura e a identidade visual de diferentes países aparecerem no design dos uniformes. Mas isso também faz surgir discussões sobre consumismo, sobre até que ponto existe ali uma expressão cultural autêntica ou apenas mais um produto seguindo o ritmo acelerado da indústria." As 10 camisas mais icônicas da história das Copas Com isso em mente, é hora de olhar para trás. E toda lembrança de camisas de futebol costuma vir carregada de nostalgia, aquelas memórias meio enevoadas da infância vistas através de um filtro dourado. Seria fácil mergulhar de vez na explosão de estampas e modelagens largas dos anos 1990 e começo dos anos 2000, ou nos uniformes do fim dos anos 1980 que acabaram voltando à moda como peças casuais. Mas, para evitar que esta lista vire um desfile de roupa de festival ou visual de pai na porta da escola no primeiro dia de calor, definimos algumas regras: apenas uma camisa por Copa do Mundo e uma por país. 10. Camarões (uniforme principal), 2002 Jogadores de Camarões comemoram usando a camisa sem mangas na Copa Africana de Nações de 2002Crédito,Getty Images Pule Promoção Agregador de pesquisas e continue lendo O agregador de pesquisas da BBC News Brasil Veja Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil Clique aqui Fim do Promoção Agregador de pesquisas Essa escolha é controversa: a camisa nem chegou a ser usada em uma Copa do Mundo. Talvez seja justamente por isso que ela tenha se tornado tão marcante. O time de Camarões estreou o modelo sem mangas na Copa Africana de Nações, mas a Fifa não permitiu que o uniforme fosse mantido para o Mundial de 2002. "Todo mundo na África queria aquela camisa", relembrou o ex-meio-campista Eric Djemba-Djemba em entrevista à BBC Sport Africa. O impacto ultrapassou o futebol. Naquele mesmo verão, a tenista Serena Williams apareceu em Roland Garros com um look inspirado no uniforme banido — embora os organizadores tenham rejeitado o pedido para incluir nas costas seu número da sorte, o 26. Quando a Copa do Mundo começou, no Japão e na Coreia do Sul, a Puma já havia sido obrigada a modificar o modelo e acrescentar mangas. Mas essa não seria a última vez que os uniformes de Camarões provocariam atritos com a Fifa. Dois anos depois, a entidade também vetou um modelo inteiriço criado pela seleção, em que camisa e shorts formavam uma única peça. Foto da seleção de Camarões na Copa do Mundo de 2002Crédito,Getty Images 9. Inglaterra (uniforme reserva ou de visitante), 1966 Bobby Moore ergue a taça da Copa do Mundo em 1966Crédito,Getty Images Uma camisa impossível de confundir — e que certamente vai aparecer em churrascos e mesas ao ar livre de pubs por toda a Inglaterra neste verão. A camisa vermelha dos três leões da seleção inglesa se tornou icônica pelo que representa: o único título mundial do país, conquistado em casa no estádio de Wembley, com o histórico hat-trick (quando um jogador marca três gols na mesma partida) de Geoff Hurst e o gol que até hoje gera debate sobre ter cruzado ou não a linha. A imagem que vem à cabeça imediatamente é a de Bobby Moore erguendo a taça Jules Rimet nos ombros dos companheiros. Os modelos de 1982 e 1990, mostrados abaixo, também entraram na disputa por uma vaga nesta lista. Mas, se só houver espaço para uma camisa inglesa nesta lista, dificilmente seria outra. Camisas da Inglaterra nas Copas de 1986 e 1990Crédito,Getty Images 8. França (uniforme principal), 1982 Jean Tigana e Gérard Janvion, da FrançaCrédito,Getty Images "Foi o jogo mais bonito da minha vida. Nenhum filme ou peça conseguiria reproduzir tantas emoções e contradições. Tinha tudo. Foi extraordinário", disse o capitão francês Michel Platini ao relembrar a derrota da França para a Alemanha Ocidental na semifinal da Copa de 1982. A partida entrou para a história por vários motivos: a entrada brutal do goleiro Harald Schumacher em Patrick Battiston, o empate em 3 a 3 depois da prorrogação e a primeira disputa de pênaltis da história das Copas. No calor sufocante de Sevilha (Espanha), a França parecia elegante sem fazer esforço, e aquela camisa azul ajudou a transformar o uniforme em um clássico eterno. 7. Holanda (uniforme principal), 1974 Johan CruyffCrédito,Getty Images Rebelde, obstinado e naturalmente carismático. Johan Cruyff virou o grande símbolo da revolução do "Futebol Total" da Holanda. Quando chegou à Copa de 1974, Cruyff já havia conquistado três Copas dos Campeões da Europa com o Ajax e vencido duas vezes a Bola de Ouro. Mas foi naquele Mundial que protagonizou o momento mais famoso de sua carreira. O "giro de Cruyff" nasceu na partida em que a Holanda enfrentou a Suécia, em Dortmund (Alemanha). Naquele jogo, ele entrou em campo com uma camisa diferente da dos companheiros, que exibiam as tradicionais três listras da Adidas nas mangas. Cruyff era patrocinado pela Puma e já se recusava a usar chuteiras da concorrente. Depois de uma disputa entre marcas, jogadores e dirigentes da federação holandesa, ficou decidido que sua camisa teria apenas duas listras. "A federação assinou contrato com a Adidas sem consultar os jogadores", escreveu Cruyff em sua autobiografia. "Eles acharam que não precisavam perguntar porque a camisa era deles. Mas eu respondi: 'Quem está dentro dela sou eu'." 6. Croácia (uniforme principal), 1998 Foto da seleção da Croácia na Copa do Mundo de 1998Crédito,Getty Images Davor Suker, Copa de 1998 na França, vestindo os famosos quadriculados vermelhos e brancos espalhados pelos ombros. Imponente. O desenho reproduzia o brasão nacional da Croácia e fazia a seleção ser reconhecida imediatamente em campo. A Croácia já havia impressionado na Eurocopa de 1996, e também usava um belo uniforme naquele torneio, mas a Copa de 1998 carregava um significado especial para o país: era o primeiro Mundial disputado desde a independência, declarada sete anos antes. Suker, ao lado de nomes como Robert Jarni, Zvonimir Boban e Robert Prosinecki, levou a Croácia até a semifinal. Contra a anfitriã França, o atacante do Real Madrid abriu o placar antes da virada comandada por Lilian Thuram. Depois, usando um igualmente marcante uniforme azul, a Croácia derrotou a Holanda e terminou a Copa em terceiro lugar. Davor Suker celebraCrédito,Getty Images 5. Nigéria (uniforme principal), 2018 Ahmed Musa comemora pela NigériaCrédito,Getty Images A camisa da Nigéria na Copa de 2018 virou um fenômeno raro: tornou-se instantaneamente icônica não pelo desempenho da seleção em campo, mas pelo impacto que teve na cultura pop e no universo da moda. Três milhões de pessoas reservaram o uniforme antes mesmo do lançamento, e filas se formaram na porta da principal loja da Nike em Londres no dia da estreia nas vendas. "A gente buscou referências na própria história dos uniformes da Nigéria", conta o designer Matthew Wolff. "A camisa de 2002 serviu de inspiração, eu queria trazer de volta aquele verde tão marcante. E também olhamos bastante para o uniforme de 1994 e 1995." "A ideia não era inventar algo totalmente novo, mas trabalhar elementos que já existiam na identidade futebolística do país." Segundo Wolff, o timing também ajudou. "A Nigéria vivia um momento de enorme projeção cultural na moda, na música, na arte, na poesia e no cinema. O uniforme apareceu exatamente no meio disso tudo." E acrescenta: "O mérito é de toda a equipe da Nike que participou do projeto. Uma camisa não vira fenômeno por causa de um único designer. Isso acontece quando muita gente faz um trabalho cuidadoso e bem pensado." 4. Brasil (uniforme principal), 1970 Seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970Crédito,Getty Images Talvez nenhuma seleção esteja tão ligada a uma cor quanto o Brasil ao amarelo. Mesmo nas imagens antigas e granuladas, as camisas amarelo-canário de 1970 continuam vibrantes e marcantes. Elas eram perfeitas para um time que encantava o mundo sob o sol do México. Pelé, Carlos Alberto, Rivellino, Jairzinho. As imagens daquela seleção reaparecem a cada Copa do Mundo e ajudam a eternizar a vitória sobre a Itália no estádio Azteca, no México. No centro dessa memória está justamente a simplicidade da camisa brasileira, um uniforme que acabou se transformando em símbolo permanente do futebol. 3. Estados Unidos (uniforme reserva ou de visitante), 1994 Camisa reserva dos Estados Unidos na Copa de 1994Crédito,Getty Images "Fora dos Estados Unidos, muita gente olhava para aquela Copa com desconfiança. Havia quem perguntasse como um país sem tradição no futebol poderia organizar um Mundial", lembra Alan Rothenberg, ex-presidente da federação americana, sobre a escolha dos EUA para sediar o Mundial de 1994. Por isso, quando a Adidas apresentou os uniformes da Copa de 1994, Alexi Lalas e seus companheiros acharam que aquilo só podia ser brincadeira. O que os jogadores, muitos deles vinculados diretamente à federação americana, e não a clubes profissionais, mais queriam evitar era virar motivo de piada. Mas, quando a Adidas revelou os uniformes do torneio, o zagueiro Alexi Lalas e seus companheiros acharam que aquilo só podia ser uma pegadinha. As estrelas gigantes espalhadas sobre um fundo que imitava jeans desbotado eram a cara dos EUA, mas pareciam exageradas demais para o futebol. A equipe temia virar motivo de chacota. Pelo menos uma proposta ainda mais ousada, inspirada em estampas tie-dye, nunca saiu do papel. Com o tempo a camisa virou um clássico, adorada tanto pelos jogadores que a vestiram quanto pelos torcedores que idolatravam aquela seleção. A campanha dos EUA naquela Copa também ajudou: a equipe foi eliminada apenas nas oitavas de final, diante do Brasil, que acabaria campeão do torneio. Talvez a presença dessa camisa entre as três melhores tenha sido influenciada pelo fato de a Copa voltar aos EUA neste verão. Ainda assim, o Mundial de 1994 ficou marcado por uma geração de uniformes inesquecíveis. 2. Argentina (uniforme reserva ou de visitante), 1986 Diego Maradon celebrates against EnglandCrédito,Getty Images A vitória da Argentina sobre a Inglaterra nas quartas de final da Copa de 1986 entrou para a história por dois dos gols mais famosos de todos os tempos: a "Mão de Deus", de Diego Maradona, e a arrancada hipnotizante em que ele atravessou o campo desde o meio-campo até marcar. Mas a história da camisa usada pelos argentinos naquele jogo é quase tão memorável quanto a partida. A Fifa determinou que a Argentina teria de usar seu uniforme reserva azul-escuro para evitar confusão com a camisa branca da Inglaterra. Mas, em uma vitória anterior sobre o Uruguai, os jogadores reclamaram que o modelo era pesado e abafado demais para o calor sufocante do México. Como a fornecedora Le Coq Sportif não tinha outra opção disponível, conta a história que o técnico Carlos Bilardo enviou integrantes da comissão técnica ao bairro de Tepito, na Cidade do México, famoso pelo comércio de produtos falsificados, para procurar novas camisas. Conta-se que Maradona deu a palavra final sobre os modelos escolhidos e soltou uma frase que acabou entrando para a história: "Que linda essa camisa, Carlos. Com ela vamos vencer os ingleses." Nas 24 horas antes da partida, funcionários da seleção passaram a madrugada costurando números e o escudo argentino nas camisas. Trinta e seis anos depois, o meio-campista inglês Steve Hodge colocou em leilão a camisa que trocou com Maradona naquele jogo. Ela foi vendida por 7,1 milhões de libras (cerca de R$ 48 milhões). Seleção da Argentina na Copa de 1986Crédito,Getty Images Alemanha Ocidental (uniforme principal), 1990 Germany team line-up 1990Crédito,Getty Images No topo da lista está um clássico do design esportivo: a camisa da Alemanha Ocidental na Copa de 1990, cobiçada por colecionadores e frequentemente apontada como precursora de uma nova geração de uniformes de futebol. "É preciso olhar para ela dentro do contexto da época. Até então, as camisas costumavam ser bem simples", explicou John Blair, autor do livro A Culture of Kits (A Cultura dos Uniformes, em tradução livre), ao programa Sporting Witness, do Serviço Mundial da BBC. "Ela reuniu várias coisas ao mesmo tempo: um visual realmente marcante para aquele período, uma seleção campeã e talvez o primeiro grande momento em que um design mais expressivo ganhou protagonismo." A camisa, no entanto, quase foi deixada de lado antes da Copa. Ela havia estreado na Eurocopa de 1988, quando a Alemanha Ocidental, anfitriã do torneio, caiu na semifinal. A designer Ina Franzmann já trabalhava em um novo modelo quando o técnico Franz Beckenbauer interveio e pediu que a camisa original fosse mantida. Franzmann, que também desenhava roupas de tênis para a Adidas e nem acompanhava futebol de perto, recebeu a missão de criar "uma pequena revolução" para a seleção alemã. "Foi o próprio Horst Dassler, filho do fundador Adolf Dassler, quem sugeriu colocar mais cor no uniforme. Então fazia sentido usar as cores da Alemanha", contou ela. Dassler morreu em 1987 e não chegou a ver a Alemanha Ocidental conquistar a Copa nem chamar atenção na Itália em 1990. Para Franzmann, aquele momento foi importante, mas o verdadeiro reconhecimento só viria décadas depois. "A camisa virou uma obra-prima anos mais tarde", disse. "Tenho muito orgulho do interesse que ela desperta hoje. Todo mundo quer conhecer a história por trás dela."
Campanha vai sortear três vales-viagem de R$ 10 mil para os clientes Divulgação O amor está no ar e no destino também. O Taubaté Shopping, administrado pelo Grupo AD, preparou uma campanha especial para celebrar o Dia dos Namorados com experiências que prometem ir além dos presentes. A ação promocional “Meu Destino Favorito é Você” acontece entre os dias 28 de maio e 14 de junho e vai sortear três vales-viagem de R$10 mil para os clientes. A campanha reforça o clima romântico da data com o conceito “Onde todo amor encontra seu destino”, convidando os consumidores a transformarem as compras em uma oportunidade de viver momentos inesquecíveis ao lado de quem amam. Para participar, basta acumular R$400 em compras nas lojas e quiosques participantes da promoção e informar o CPF na nota fiscal. A cada valor acumulado, o cliente recebe um número da sorte para concorrer aos sorteios. Além disso, quem realiza compras entre segunda e quinta-feira garante números da sorte em dobro, aumentando as chances de ganhar. O benefício é válido independentemente da data em que o cadastro das notas for realizado. Como participar da promoção Os cupons podem ser cadastrados de duas formas: pelo balcão de autoatendimento localizado em frente à Renner ou pelo site promocao.taubateshopping.com.br. O balcão funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 13h às 20h. A expectativa do empreendimento é proporcionar uma experiência diferenciada para os clientes em uma das datas mais importantes do varejo. Segundo Lilian Giacomini, Coordenadora de Marketing do Taubaté Shopping, a campanha foi pensada para unir consumo, relacionamento e experiências memoráveis. “O Dia dos Namorados é uma das datas mais movimentadas e aguardadas pelos lojistas, por isso queremos proporcionar aos clientes uma experiência além das compras, com oportunidades para uma viagem inesquecível ao lado de quem se ama”, destaca. Para mais informações sobre a campanha e novidades do shopping, acesse @taubateshopping ou www.taubateshopping.com.br. Taubaté Shopping é referência em compras, lazer e gastronomia no Vale do Paraíba Divulgação Compras, lazer e experiências em um só lugar Com mais de três décadas de história na região, o Taubaté Shopping se consolidou como um dos principais centros de compras e entretenimento do Vale do Paraíba. O empreendimento conta com uma infraestrutura completa, reunindo opções de compras, gastronomia, serviços e lazer para diferentes públicos. São mais de 200 lojas satélites, além de lojas âncoras, semiâncoras e megalojas. O espaço também oferece cinco salas de cinema da rede Moviecom, sendo três delas com tecnologia Moviecom X, boliche, academia, faculdade e uma ampla praça de alimentação. Outro diferencial é a localização estratégica e a estrutura com mais de mil vagas de estacionamento, garantindo comodidade aos visitantes. CERTIFICADO DE AUTORIZAÇÃO SPA/MF Nº 04.050001/2026 Serviço Campanha Dia dos Namorados – Meu Destino Favorito é Você Período: 28 de maio a 14 de junho Prêmios: 3 vales-viagem de R$ 10 mil Mecânica: a cada R$ 400 em compras, o cliente recebe um número da sorte Benefício extra: números da sorte em dobro para compras realizadas de segunda a quinta-feira Cadastro: balcão de autoatendimento em frente à Renner ou pelo site promocao.taubateshopping.com.br Sobre o Taubaté Shopping Inaugurado em 9 de novembro de 1989, o Taubaté Shopping possui mais de 50 mil metros quadrados de área construída e gera cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos. O empreendimento é administrado pela AD Shopping e está localizado na Avenida Charles Schnneider, 1700, na Vila Costa, em Taubaté.
Tato, Sandamí e Lilian Jardim Reprodução Para garantir um corpo de jurados diversificado para o concurso "ÉPra Cantar", a EPTV, afiliada da TV Globo, rompeu as fronteiras dos gêneros musicais. Até porque nomes como Edson e Hudson e Ana Castela são exemplos que misturar sertanejo com outras sonoridades pode dar muito certo. Três artistas foram selecionados para trazer um olhar eclético para a competição que vai revelar a nova voz do sertanejo: Tato, líder da banda Falamansa; Sandamí, ex-vocalista do Sambô; e Lilian Jardin, cantora e instrumentista premiada que une MPB, samba e rock. 🤠 O trio terá até o dia 29 de maio para avaliar os áudios enviados pelos candidatos. Os selecionados vão avançar na disputa e o vencedor vai se apresentar na Festa do Peão de Barretos, o maior rodeio da América Latina. Confira, abaixo, mais informações sobre os jurados. Jurados avaliam artistas que participarão do reality ÉPra Cantar 2026 Tato Líder da banda Falamansa, é um exemplo de longevidade e fidelidade artística, mantendo a mesma formação do grupo há 27 anos com o propósito de levar mensagens de amor e fé através do forró. Vencedor do Grammy Latino com o álbum "Amigo Velho", Tato continua renovando o gênero através de parcerias modernas com artistas como Iza e Vitor Kley no projeto "Universos". Sandamí É reconhecido pela sua versatilidade no crossover entre o samba e o rock, mas o que realmente chama a atenção em suas performances são os malabares que faz com o pandeiro, arte que aprendeu com o pai aos 8 anos de idade. Além do carisma nos palcos brasileiros, o artista possui uma carreira internacional sólida, tendo levado sua música para lugares como Doha, no Catar, e para festivais na Geórgia e nos Estados Unidos. Lilian Jardin É uma artista multifacetada que domina o violão, a gaita e a percussão, utilizando esse talento no projeto "Música para Todos", onde atua como “busker” (artista de rua) levando shows gratuitos para as ruas. Premiada no festival "Viola de Todos os Cantos", da EPTV, suas composições transitam com fluidez entre a MPB moderna, o samba raiz e o rock nacional. Como funciona a avaliação 🎧 Na primeira fase, que ocorre de 11 a 29 de maio, os jurados avaliam apenas os áudios dos candidatos, sem acesso a vídeos ou fotos. As notas vão de 0 a 5, com base em quatro critérios: Interpretação; Técnica; Originalidade; Adequação ao gênero sertanejo (raiz, romântico ou universitário). No dia 1º de junho, serão anunciados os 16 selecionados que avançam para a fase de votação popular, que definirá os oito finalistas. Eles participarão de um reality show gravado em Barretos, com oficinas musicais e provas eliminatórias. Os episódios serão exibidos no programa "Mais Caminhos", e a final acontecerá ao vivo em 15 de agosto. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas
Chief Executive John Lee is set to lead a government delegation to Kazakhstan and Uzbekistan from May 31, as part of efforts to deepen trade with Central Asia and explore new opportunities. The delegation, the largest of its kind in the current term of government, will include more than 40 local business and professional representatives, as well as representatives from 30 mainland enterprises. They come from various industries and sectors, spanning business, finance, legal services, construction and engineering, logistics, innovation and technology (I&T), manufacturing and the automotive industry. In a statement on Friday, Lee said Central Asia enjoys "rapid economic development, abundant natural resources, and immense market potential", and Hong Kong aims to strengthen cooperation with the region in areas including finance, trade, infrastructure, I&T and green development. "The delegation will further harness Hong Kong's unique advantages under the 'one country, two systems' principle in connecting the mainland and the world, support mainland enterprises in going global, and capitalise on complementary strengths," the statement read. Various officials are also joining the trip, including Deputy Secretary for Justice Cheung Kwok-kwan, Secretary for Financial Services and the Treasury Christopher Hui, Secretary for Commerce and Economic Development Algernon Yau, Director of the Chief Executive's Office Carol Yip and Under Secretary for Innovation, Technology and Industry Lilian Cheong. The group will first visit Kazakhstan, before going to Uzbekistan for three days from June 3. Lee will meet senior government officials from the two countries to enhance high-level communication, and will lead the delegation on visits to firms and facilities to explore collaboration opportunities. The CE noted that while Kazakhstan accounts for over 60 percent of the regional economy and is the SAR's largest trading partner in Central Asia, Uzbekistan is the most populous country in the region and is also a key partner of Hong Kong. During Lee's absence, Chief Secretary Chan Kwok-ki will be acting chief executive. Edited by Thomas McAlinden
The hallowed radio show is celebrating 75 glorious years – by stepping out of the studio and on to the stage. We sent the Guardian’s food writer (and Ambridge obsessive) along to meet her heroes and find out more I’m very careful not to betray my true levels of excitement when I speak to The Archers actor Susie Riddell, before a nationwide theatre tour to mark the rural radio drama’s 75th anniversary. I may be an Ambridge superfan but I still don’t want to scare the horses (nor indeed the cows, pigs or sheep). Riddell’s character Tracy Horrobin (who will be appearing with husband, Jazzer, local lush Lilian and cravat-wearing criminal Brian) is not one to hold back however: “It’s like a dream come true for me too!” she confides, slipping easily into broad Borsetshire. “I never thought I’d see the day that I was interviewed by the Guardian. I’ve seen it in the Bull!” The Bull, for the uninitiated, is a half-timbered pub on the village green offering ale, artisanal food and, it seems, copies of the Guardian. It’s a thrilling thought: I briefly entertain the idea of rock star turned vegan baker turned wedding caterer turned pub chef Fallon sitting in the snug, poring over my pie recipes in the Guardian. But it’s stretching credibility to believe an old-fashioned village boozer would find room for any reading material more substantial than Farmers Weekly. Riddell concedes the point. “Maybe Helen left it behind?” Continue reading...
Luiz Freire, ex-prefeito de Olinda e ex-deputado constituinte, morreu neste domingo (24) Reprodução/Câmara dos Deputados Morreu neste domingo (24) o ex-deputado federal constituinte e ex-prefeito de Olinda Luiz Freire. Ele era filho do ex-senador Marcos Freire, figura história do MDB em Pernambuco. Luiz Freire tinha 69 anos e estava internado em Brasília. Ele enfrentava um câncer de fígado desde 2021. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Ele também era empresário do ramo hoteleiro. Deixa a esposa, Lilian Freire, dois filhos, Marina e Marcelo, e quatro netos. Agora no g1 Formado em arquitetura pela Universidade de Brasília (UnB), Luiz Freire foi presidente do Centro Acadêmico da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade. Entre 1983 e 1987, exerceu o mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), pelo MDB. Em 1987, tornou-se deputado federal constituinte, e participou da subcomissão que tratou da organização dos municípios no texto da Constituição Federal. Um ano depois, disputou a prefeitura de Olinda pelo MDB. Foi eleito com 49.755 votos, na disputa contra nomes como Ivan Maurício, do PSB, e Fernando Coelho, do PMB. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias