QR code menus headline readers' biggest food and restaurant gripes
The Gripe Report tackles brunch frustrations, QR code menus at restaurants, and avocado buying tips from readers who shared their biggest food gripes.

"GRIPE" · 총 114건
필터 보기현재 지수
49.5
0 = 부정 우세
50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 86,652건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 49.5(균형)입니다. 긍정 10,639건(12.3%)·중립 62,579건(72.2%)·부정 13,434건(15.5%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 20.7(보수 경향)입니다.
The Gripe Report tackles brunch frustrations, QR code menus at restaurants, and avocado buying tips from readers who shared their biggest food gripes.

Mexican government officials have shown evidence that the average tariff on Mexican auto exports is almost 19%, higher than the 15% levies on some vehicles imported from Asia.
Vacinação contra a Influenza Ministério da Saúde/divulgação A Prefeitura de Resende (RJ) ampliou a vacinação contra a Influenza para toda a população a partir de 6 meses de idade. A medida passa a valer nesta quarta-feira (10) e estará disponível em todas as unidades de saúde do município e no posto de vacinação do Resende Shopping. Segundo a prefeitura, o objetivo é aumentar a cobertura vacinal e fortalecer a proteção da população contra o vírus da gripe. A imunização estará disponível em todas as unidades de saúde do município, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. A população também poderá se vacinar no posto de vacinação do Resende Shopping, que funciona aos sábados e feriados, a partir das 12h. Vídeos em alta no g1 ✅Clique aqui e entre no canal do g1 no WhatsApp A Secretaria Municipal de Saúde também reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e ajuda a reduzir casos graves da doença, internações e complicações. VÍDEOS: as notícias que foram ao ar na TV Rio Sul

Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue Goiás suspendeu temporariamente a aplicação da vacina Butantan-DV, contra a dengue, seguindo decisão do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida foi adotada preventivamente, até que sejam concluídas as investigações sobre as duas mortes suspeitas e os 42 casos de reações adversas severas, com sinais compatíveis com o de dengue grave. Nenhum dos casos aconteceu em Goiás. Durante coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (9), a subsecretária de vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), Fluvia Amorim, explicou a vacina começou a ser aplicada no Brasil em fevereiro, apenas em profissionais de saúde que trabalhassem na atenção primária. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp "Em apenas três municípios brasileiros, essa vacina foi liberada para uma população mais ampliada. Goiás não tem nenhum desses municípios incluídos nesse estudo", esclareceu. Vacina contra a dengue teve aplicação suspensa temporariamente em Goiás, após decisão do Ministério da Saúde e da Anvisa Reprodução/ TV Anhanguera LEIA TAMBÉM VÍDEO: Começa a vacinação contra dengue, em Goiás Vacina contra a gripe será liberada para toda a população de Goiás Vacina reforçada contra a pneumonia estará disponível em Goiás Em Goiás, 10.672 doses da vacina da Dengue produzidas pelo Butantan foram aplicadas, entre fevereiro e a última segunda-feira (8). Segundo Fluvia, há um caso em investigação pela SES de adversidade com o imunizante. A subsecretária orienta que todos os profissionais de saúde que receberam a vacina há menos de 21 dias devem procurar um serviço de saúde e informar que recebeu. "Porque nós vamos proceder todo o processo de investigação. É necessário investigarmos todos os casos de pessoas que tomaram a vacina do laboratório Butantan e que apresentaram sintomas", explicou. Qdenga liberada Fluvia explicou, ainda, que a outra vacina contra a dengue, autorizada pela Anvisa, a Qdenga, do laboratório japonês Takeda, segue sem alterações quanto à utilização. "É uma vacina que, hoje, já está recomendada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos . Essa vacina deve continuar a ser utilizada. Ela não apresentou nenhum caso em investigação, nenhuma notificação que levasse à descontinuidade", afirmou. Segundo Fluvia, Goiás registrou, em 2025, 122 mortes por dengue. Por isso, a importância da imunização. "Então, (a Qdenga) pode e deve continuar a ser utilizada. A doença, sim, nos preocupa. A vacina vem para proteger", explicou. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

A pandemia de Covid-19 matou três vezes mais pessoas entre 2020 e 2023 do que os números oficialmente divulgados. Segundo a Organização Mundial de Saúde, foram 22,1 milhões de mortes no mundo, ao contrário dos 7 milhões de vítimas que foram reportados anteriormente. Esses dados fazem parte do relatório “Estatísticas Mundiais de Saúde”, que foi apresentado pela OMS em 15 de maio de 2026. Segundo o documento, esse aumento expressivo se explica pela subnotificação de casos (mortes pela Covid que não foram contabilizadas) e pelas mortes indiretas (vítimas de outras doenças graves que morreram em função do colapso do sistema e/ou pela dificuldade no acesso aos sistemas de saúde). São dados alarmantes que revelam o horror da pandemia, o que foi sensivelmente agravado pelo negacionismo e pela máquina de desinformação colocada em pleno funcionamento por vários países, o Brasil entre eles, infelizmente. Desinfodemia Naquele momento, em conjunto com a pandemia de Covid, o mundo viveu também uma pandemia de desinformação, ou desinfodemia, tão preocupante e devastadora quanto a outra, que impactou o curso do controle da doença em diversos países em relação à prevenção, às formas de combate, ao comportamento da população, com uma sistemática disseminação de desinformação. O termo foi cunhado pela Organização das Nações Unidas para a Ciência, a Educação e a Cultura (Unesco) a partir da pesquisa “Disinfodemic - Deciphering Covid-19 Disinformation”, publicada pela instituição em abril de 2020. Segundo o documento, “a desinformação sobre a Covid-19 cria confusão em relação à ciência médica com impacto imediato em todas as pessoas do planeta e em sociedades inteiras. É mais tóxica e mais mortal do que a desinformação sobre outros assuntos”. A pesquisa realizada pela Unesco elencou os nove temas principais da desinfodemia: Origem e disseminação do novo coronavírus; Estatísticas falsas e enganosas; Impactos econômicos; Desacreditação de jornalistas e de veículos de notícias confiáveis; Sintomas, diagnóstico e tratamento; Impactos na sociedade e no meio ambiente; Politização; Conteúdo impulsionado por ganho financeiro fraudulento; Desinformação focada em celebridades. Todos esses tópicos foram observáveis no Brasil. Como salientou o documento, a desinformação sobre a Covid, naquele momento, contaminou a percepção das pessoas em relação à pandemia, sua gravidade e as consequências, bem como levou a ignorar recomendações e preceitos científicos e de política sanitária, como as recomendações de isolamento feitas pela OMS. A desinformação como um fenômeno contemporâneo se consolidou em todo o mundo, não apenas no Brasil, com fortes impactos em vários contextos – social, político, econômico, de saúde. Esse fenômeno comunicacional tem grande evidência pela emergência das fake news, mas não pode ser resumido a essa expressão, pois há uma gama de estratégias e manifestações – resumir o fenômeno da desinformação à simples disseminação de boatos é um erro muito grave para o funcionamento democrático. Ecossistema brasileiro de desinformação Em 2020, com a pandemia de Covid, a pandemia de desinformação no Brasil encobriu o debate público e colocou em questionamento preceitos científicos, movimento esse que tinha respaldo e acolhida na voz pública de autoridade do presidente da República. A partir de março daquele ano, atitudes ostensivas de negação em relação a premissas estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no tocante ao combate à doença (isolamento social, uso de máscara fora de casa, manutenção do distanciamento social, evitar aglomerações) foram determinantes para o agravamento sistemático da situação sanitária no país durante a pandemia, o que culminou no número de mais de 700 mil vítimas. O cenário englobava não apenas a disseminação de fake news, mas também o falseamento do conhecimento científico, a negação de preceitos científicos já secularmente consolidados, a insistência com o uso de medicamentos já comprovadamente ineficazes no combate à Covid-19, as mudanças de cálculo para balanços em relação à Covid, a propaganda ostensiva para utilização de medicamentos não recomendados pela OMS e as lives do presidente da República, que insistentemente afirmava que a situação no país estava sob controle e que a doença não passava de “uma gripezinha”. Tais manifestações do presidente da República foram, inegavelmente, determinantes para o agravamento da situação de desinformação no Brasil durante a pandemia, que se consolidou em uma situação de desinfodemia. E colocaram em evidência a relação entre o discurso de Jair Bolsonaro, potencializado pelo esquema de comunicação das lives, e a ação das pessoas, ou seja, o cenário brasileiro de explosão da Covid confirma como as falas do ex-presidente influenciaram atos e comportamentos negacionistas por parte da população. No Brasil, um ecossistema de desinformação se consolidou a partir do governo Jair Bolsonaro (2019-2023). Esse ecossistema pode ser compreendido como uma complexa e profissional estrutura de produção e disseminação de mentiras, com grande financiamento e muitos atores envolvidos. Portanto, a desinfodemia encontrou, no Brasil, um terreno bastante fértil para se manifestar de maneira muito expressiva. Estabeleceu-se, desse modo, o que denominei de “percurso desinformativo”, que foi traçado e colocado em prática com participação ativa do então presidente da República, que utilizou sua voz pública de maior autoridade do país para promover o descrédito da população em relação às normas sanitárias, agravando a situação da doença no território nacional. Vários foram os canais utilizados para a disseminação de desinformação (peças publicitárias oficiais, manifestações via redes sociais de agentes públicos, declarações públicas no chamado “cercadinho”), com especial destaque para as lives de Jair Bolsonaro. Importante salientar que essas peças, como um artefato comunicativo, não foram simplesmente instrumentos de divulgação das ações e feitos do governo, mas se instituíram como um meio importante pelo qual narrativas falsas e mentirosas foram veiculadas. Todas essas estratégias tiveram um enorme alcance, como demonstrado a partir das conclusões da CPI da Covid-19, realizada pelo Congresso Nacional entre abril e outubro de 2021. Portanto, num contexto social açodado pelo estresse de uma situação nacional e mundial inédita – uma pandemia altamente nociva, mortal e contagiosa –, a instauração de uma dinâmica de desinformação colocada em evidência pela instância de poder mais representativa do Estado, a Presidência da República, é capaz de: Provocar confusão, estresse e pânico; Moldar a percepção da população em relação ao problema; Direcionar as atitudes das pessoas, levando a comportamentos de desconsideração ou não respeito a recomendações médicas e técnicas; Interferir na confiança do público nas autoridades científicas e sanitárias. O ecossistema de desinformação atuou fortemente para uma produção deliberada de conteúdo falso, falseado e de mentiras e uma disseminação massiva desses conteúdos no Brasil durante o período da pandemia e na vigência do governo Jair Bolsonaro. E legou ao Brasil o absurdo de mais de 700 mil mortos – número que pode, de acordo com a última atualização da OMS, ser muito maior. Eliara Santana não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.
Bebê com doença rara recebe alta após mobilização por doações de sangue em Sorocaba O bebê Liam Vaz Ribeiro, de 11 meses, recebeu alta hospitalar na sexta-feira (5) após uma campanha de doação de sangue mobilizar a família. Ele estava internado desde 13 de maio no Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (Gpaci), em Sorocaba (SP). A criança tem Anemia Hemolítica Autoimune, uma doença rara que faz o organismo atacar as próprias células do sangue. Ao g1, a mãe dele, Sabrina Correa Vaz, contou que o filho recebeu oito bolsas compatíveis. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp "Graças à campanha de doação, conseguimos o sangue mais compatível para ele, para que não houvesse rejeição da bolsa. Ele está bem, saiu comendo bastante, até mais do que eu", brinca. Antes do diagnóstico atual, o bebê tratou uma suposta falta de ferro, sem sucesso. Depois, os médicos descobriram que Liam tem esferocitose, uma doença genética que altera o formato dos glóbulos vermelhos. Bebê com doença rara que precisava de doações de sangue recebeu altar hospitalar em Sorocaba (SP) Arquivo pessoal "Foi aí que entendemos o motivo da reação grave na transfusão: o corpo dele não aceita qualquer tipo de sangue. Desde então, começamos o tratamento com corticoide", explica. Apesar da alta, o bebê continuará com acompanhamento médico. Além do corticoide, ele passa por sessões de quimioterapia a cada 15 dias e precisa seguir uma dieta restrita. LEIA TAMBÉM: Bebê dá entrada em unidade de saúde morto e com sinais de espancamento e abuso em Sorocaba; casal foi preso Justiça determina transferência, mas bebê com doença rara segue sem vaga no interior de SP: 'Descaso', diz mãe Polícia procura por babá suspeita de agredir bebê de um ano em Sorocaba; menino deixa a UTI "O Liam está fazendo a quimioterapia porque o tratamento tem o mesmo efeito do corticoide. Na verdade, ela ajuda a reduzir a ação do baço, que acaba destruindo os glóbulos vermelhos. Esse vai ser o tratamento dele junto ao corticoide, por enquanto", explica. "Ele também precisa seguir uma dieta balanceada. Atualmente, está tomando leite de soja e vitamina D. Além disso, não pode consumir muito cálcio e precisa intercalar a alimentação com produtos sem lactose. Na dieta, também entram algumas frutas, legumes e carne", finaliza. Sobre a doença Mãe de bebê com doença autoimune pede por doação de sangue em Sorocaba (SP) Arquivo pessoal A médica hematologista Bianca Zocca Moreira, de Sorocaba, explica que a anemia hemolítica acelera a destruição das células vermelhas do sangue. O problema faz com que o organismo elimine os glóbulos vermelhos mais rápido do que consegue repô-los. "O nosso corpo produz o sangue dentro dos ossos, na medula óssea. As nossas células são produzidas e destruídas naturalmente, porque ficam velhas depois de 120 dias. Na anemia hemolítica, a pessoa produz um anticorpo que destrói as células vermelhas muito rápido", explica. A condição pode ser genética, como a esferocitose, diagnosticada no bebê Liam, ou adquirida ao longo da vida. "Em cerca de 50% dos casos, a anemia hemolítica começa depois de uma virose ou de algum quadro infeccioso. Os outros casos geralmente estão relacionados a alguma doença que a pessoa não sabe que tem. Alguns medicamentos também podem causar esse tipo de anemia", diz. Bebê com doença rara autoimune recebe alta após doações de sangue em Sorocaba (SP) Arquivo pessoal Pacientes com esferocitose alternam períodos de estabilidade com crises graves, segundo a médica. Nesses episódios, o tratamento exige transfusões de sangue, hidratação e uso de corticoides. "Liam precisa de muito cuidado para não pegar outras infecções, o que é difícil em crianças. Se pegar uma virose com diarreia, por exemplo, o quadro pode piorar. Tudo é mais difícil para quem tem esse problema", explica. Por causa desse risco, o bebê manterá uma rotina rigorosa de monitoramento em casa. "É importante que ele faça hemograma semanal para ver se está mantendo os níveis e se não está voltando a destruir o sangue de novo. Se tiver febre, já tem que levar ao médico logo para evitar uma crise hemolítica", conclui. Hematologista Bianca Zocca Moreira, de Sorocaba (SP) Bianca Zocca Moreira 🩸 Doação de sangue Apesar da alta de Liam, a necessidade de doações de sangue continua para ajudar a salvar as vidas de pacientes que dependem de transfusões. Em Sorocaba, as doações podem ser feitas na Associação Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan). Para doar sangue, é necessário: Estar em boas condições de saúde; Pesar ao menos 50 quilos; Estar alimentado; Apresentar documento original com foto. Pessoas entre 16 e 69 anos podem doar, desde que a primeira doação tenha sido realizada antes dos 60 anos. Impedimentos temporários: Sintomas de gripe ou resfriado; Gravidez; Amamentação; Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação; Procedimentos médicos recentes, como cirurgias e exames endoscópicos. Impedimentos definitivos: Doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue (hepatites B e C, HIV e doença de Chagas); Uso de drogas ilícitas injetáveis. A Colsan funciona de segunda-feira a sábado, das 7h às 12h30, exceto em feriados, na Avenida Comendador Pereira Inácio, 564. Colsan enfrenta queda no estoque devido ao frio Reprodução/TV TEM Initial plugin text *Colaborou sob supervisão de Júlia Martins Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

There is a lot to gripe about. There’s also a lot to like.

Santa de Casa de Santos, SP, pede doações para banco de sangue Santos, no litoral de São Paulo, promove ações de incentivo à doação de sangue por conta da 11ª edição da campanha Doe Amor, Doe Vida, Doe Sangue, com atividades informativas, exposição fotográfica e Dia D para doações (veja a programação abaixo). Apesar de junho ser o mês da conscientização, a falta de sangue nos estoques têm gerado alertas constantes sobre a importância das doações para salvar vidas e dar continuidade a tratamentos. Recentemente, a Santa Casa de Santos citou que os estoques estavam em estado crítico. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Hemonúcleos em Santos Banco de Sangue da Santa Casa de Santos Avenida Cláudio Luiz da Costa, 50 Antendimento: De segunda a sexta, das 7h às 16h, e aos sábados, das 7h às 11h Hemonúcleo do Hospital Guilherme Álvaro Rua Oswaldo Cruz, 197 Atendimento: De segunda a sábado, das 7h30 às 12h30 Como doar? Doação de sangue. (Crédito: CamilaSouza - GOVBA) Um único doador pode salvar até quatro pessoas, mas devem ser seguidos alguns requisitos para a realização do procedimento (veja abaixo). Além disso, por questões de segurança, são feitos exames para medir pressão arterial, temperatura corporal e outras condições. Ter entre 16 e 69 anos (Menores de idade devem estar acompanhados); Pesar mais de 50 kg; Estar em boas condições de saúde; Ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas; Não ter consumido bebida alcoólica nas últimas 12 horas; Estar alimentado (aguardar duas horas após o almoço ou uma hora após um lanche); Pessoas que tenham feito tatuagens, piercings ou maquiagem definitiva devem aguardar seis meses para doar; Pessoas que tiveram gripe, febre, infecções recentes, ou passou por cirurgias e procedimentos dentários naõ podem doar (alguns casos exigem até sete dias de intervalo); Entre os impedimentos definitivos estão doenças como hepatite após os 11 anos de idade, HIV/Aids, sífilis, doença de Chagas e HTLV; Homens podem doar sangue a cada dois meses, até quatro vezes por ano; Mulheres podem doar a cada três meses, até três vezes por ano. Confira a programação do Junho Vermelho Todo o mês: Pedágio informativo dos Insanos Moto Clube no Roldão Atacadista; Dia 8 a 30/6: Campanha interna de incentivo à doação de sangue voltada aos servidores municipais; 14/6: Pedágio informativo durante o evento Vem Pra Orla, na faixa de areia da praia; 15/6: Abertura oficial da campanha na Praça Mauá, das 11h às 13h. Será feita panfletagem e convite à população para participar da doação de sangue. 15 a 30/6: Exposição fotográfica no saguão do Paço Municipal (Praça Visconde de Mauá, s/nº - Centro Histórico), durante o horário de funcionamento do prédio. 20/6: Dia D da Doação de Sangue, com mobilização especial para doações no Hospital Guilherme Álvaro e na Santa Casa de Santos. 30/6: Encerramento da campanha e divulgação do balanço das ações, além da instalação de um varal de relatos sobre a importância da doação de sangue. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
Vacina contra Influenza é liberada para todos os públicos em Óbidos Divulgação/Odirlei Santos/ ASCOM-PMO A Prefeitura de Ipatinga ampliou o horário de funcionamento de dez Unidades Básicas de Saúde (UBSs) entre esta segunda (8) e sexta-feira (12), em alusão ao Dia Nacional da Imunização, celebrado nesta terça (9). Durante o período, as salas de vacina funcionarão até as 21h, com o objetivo de facilitar o acesso da população aos imunizantes. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a iniciativa permite que moradores atualizem o cartão de vacinação e recebam a vacina contra a Influenza, que está disponível para toda a população. A ação busca atender, principalmente, pessoas que não conseguem comparecer às unidades durante o horário convencional. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Unidades com horário estendido Ipatinga amplia vacinação contra a gripe Participaram da mobilização as Unidades Básicas de Saúde dos bairros: Iguaçu (Rua José Rosa da Silva, 286) Canaã (Rua Maná, 151) Bethânia I (Avenida José Fabrício Gomes) Bethânia II (Avenida Alberto Giovanini, 558) Vila Celeste (Avenida Forquilha, 910) Bom Jardim I (Rua Rosa Branca) Veneza (Rua Mangaratiba, 160) Bom Retiro (Rua Gaspar de Lemos, 390) Caravelas (Rua Campo Grande, 685) Limoeiro (Rua Olívia Luzia da Silva, 300) Segundo a prefeitura, a ampliação do atendimento ocorre em um período de aumento dos casos de doenças respiratórias, o que reforça a importância da imunização como medida de prevenção individual e coletiva. A Secretaria Municipal de Saúde reforçou que a vacinação é segura e gratuita, e orientou que os moradores apresentassem um documento de identificação e o cartão de vacinação, caso possuíssem, no momento do atendimento. Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.
Hospital de Três Corações registra três mortes por doenças respiratórias em uma semana Três pacientes morreram com síndrome respiratória aguda grave (SRAG) desde a abertura dos novos leitos de UTI do Hospital São Sebastião, em Três Corações (MG). Entre as vítimas estão um homem de 75 anos, de Ouro Fino, uma mulher de 62 anos, de Itanhandu e um homem de 39 anos, que morreu na madrugada desta segunda-feira (8). 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram De acordo com o hospital, foram habilitados 33 novos leitos de UTI para SRAG, sendo 19 adultos e 14 pediátricos, como parte de uma estratégia de apoio à rede estadual de saúde. Atualmente, dez desses leitos estão ocupados por pacientes em tratamento, a maioria com diagnóstico de influenza. O hospital ainda confirmou a chegada de novos pacientes regulados pelo Estado, vindos de Muriaé, o que pode elevar o número de internações nos próximos dias. Hospital São Sebastião, em Três Corações Reprodução EPTV Segundo informações da assessoria da unidade, entre os pacientes internados há dois moradores de Varginha, dois de Três Corações e dois de Carmo da Cachoeira. Há ainda pacientes vindos de Boa Esperança, Lambari, Carmo de Minas e Ipuiúna, com um internado de cada município. De acordo com a unidade, uma criança que chegou a ocupar um leito de UTI pediátrica apresentou melhora no quadro clínico e foi transferida para a enfermaria. Perfil dos óbitos A médica responsável pelo setor de internação, Lavínia Vanoni Toledo, informou que os três pacientes que morreram chegaram ao hospital em estado crítico. Dois dos óbitos registrados anteriormente eram de idosos: um homem de 75 anos, morador de Ouro Fino, e uma mulher de 62 anos, de Itanhandu. O terceiro óbito ocorreu na madrugada desta segunda-feira (8) e foi de um homem de 39 anos, que, segundo a médica, pode ser morador de Três Corações. “São pacientes que chegam com um comprometimento respiratório muito importante, já necessitando de suporte intensivo. Infelizmente, mesmo com toda a assistência, alguns quadros evoluem de forma muito rápida”, explicou a médica. Hospital São Sebastião registra mortes por Srag na mesma semana em que ampliou leitos Segundo Lavínia, os pacientes são encaminhados ao hospital por meio do sistema estadual de regulação, conhecido como CORE, ou pelo pronto-socorro da própria unidade, desde que apresentem critérios clínicos compatíveis com síndrome respiratória aguda grave. “A gente reforça a importância de procurar atendimento logo no início dos sintomas, principalmente em casos de falta de ar, febre persistente e piora rápida do quadro. Chegar precocemente pode fazer toda a diferença”, alertou. Dados estaduais Conforme o painel de vigilância da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, em 2026 já foram registradas 1.160 notificações de síndrome respiratória aguda grave no estado, com 51 mortes confirmadas. Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, foram 319 notificações e seis óbitos. A direção do hospital orienta que pessoas com sintomas respiratórios utilizem máscara, evitem aglomerações e mantenham a vacinação em dia, especialmente contra a gripe, como forma de prevenção. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
Speaker Mike Johnson (R-La.) asserted that the California primary election “stinks to high heaven,” echoing gripes from President Trump and other Republicans about the integrity of the state’s election system. “They are counting votes weeks after the election,” Johnson said in the Capitol on Monday. “I’m not saying it’s rigged. I’m saying it stinks to...
Terminais rodoviários de Campinas recebem campanha de vacinação contra a gripe Daniel Ribeiro A Secretaria de Saúde de Campinas (SP) promove uma campanha gratuita de vacinação contra a gripe em três terminais de ônibus da cidade. A ação começa nesta terça-feira (9) e vai até sexta (12). As doses estão disponíveis para pessoas a partir de seis meses de idade nos terminais Padre Anchieta, Campo Grande e Central. LEIA TAMBÉM: Vacina contra gripe: veja onde se imunizar em cidades da região de Campinas Para se vacinar, basta apresentar um documento de identificação com foto. Menores de 18 anos precisam estar acompanhados por um responsável ou levar uma autorização por escrito. 💉 Quem levar a caderneta poderá aproveitar para atualizar doses atrasadas. Além da vacina contra a gripe (que protege contra as cepas A e B), haverá imunizantes contra a Covid-19 e outras doenças, como: Sarampo, caxumba, rubéola e catapora; Difteria, tétano e coqueluche; Hepatites A e B; Meningites C e ACWY; Poliomielite, rotavírus, febre amarela e pneumocócica. 🏥 A vacinação também ocorre nos 69 centros de saúde de Campinas. Os endereços e horários de funcionamento estão disponíveis no site da prefeitura. A campanha contra a gripe na cidade vai até o final de julho. Vacina contra a gripe é liberada para toda população acima de seis meses em Campinas Serviço Vacinação em terminais de ônibus Quando: de terça (9) a sexta-feira (12) Terminal Padre Anchieta: das 6h às 11h e das 16h às 19h (Rua Papa São Dionísio, 395 - Conj. Hab. Padre Anchieta) Terminal Central: das 16h às 19h (Rua Terminal Cury, 181 - Conceição) Terminal Campo Grande: das 17h às 20h (Avenida John Boyd Dunlop, 74 - Jardim Sul América) VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas
Vacinação em Campos Edson Araújo / g1 A vacina contra a gripe está liberada, a partir desta segunda-feira (8), para toda a população a partir dos seis meses de idade em Campos dos Goytacazes. A ampliação da campanha foi anunciada pela Secretaria Municipal de Saúde com o objetivo de aumentar a cobertura vacinal, especialmente neste período de queda das temperaturas, quando os casos de doenças respiratórias costumam crescer. A decisão ocorre em um cenário de baixa adesão à vacinação. No início do mês passado, a Secretaria informou que apenas 7% do público-alvo havia procurado os postos de imunização. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Agora no g1 A preocupação das autoridades de saúde é que a baixa cobertura vacinal aumente o risco de complicações causadas pela gripe, além de provocar maior demanda por atendimentos médicos e internações hospitalares. O alerta é ainda mais importante para grupos considerados mais vulneráveis, como crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Para o infectologista Nélio Artilles, a vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção contra as doenças respiratórias, mas deve ser acompanhada de outros cuidados. "É necessário manter a vacinação em dia, não só das crianças, mas também dos adultos, idosos e gestantes. Além disso, é importante manter a higiene respiratória, lavar as mãos com frequência, evitar contato próximo quando estiver gripado, usar máscara quando necessário e manter os ambientes ventilados. Nesta época do ano, as crianças acabam ficando mais vulneráveis às infecções respiratórias." Locais de vacinação com horário especial Os postos abaixo funcionam na sede da Secretaria Municipal de Saúde, na Rua Voluntários da Pátria, 875, Centro: Vacina Drive-Thru – segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Agendamento pelo telefone (22) 98173-0150 (WhatsApp ou ligação); Central Municipal de Imunização – segunda a sexta-feira, das 8h às 20h; sábados e domingos, das 8h às 17h; Clínica da Criança – segunda a sexta-feira, das 8h às 17h; Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) – segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Postos de vacinação com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h Hospital São José Policlínica da Família Dr. Henrique Oliveira (antigo CSU) Policlínica da Terceira Idade UBS Baleeira UBS Santa Maria UBS Sentinela do Imbé UBSF Aldeia UBSF Conselheiro Josino UBSF Custodópolis UBSF Dores de Macabu UBSF Eldorado UBSF IPS UBSF Jamil Ábido UBSF Lagamar (Farol de São Tomé) UBSF Lagoa de Cima UBSF Maria Selma (Comunidade Tira-Gosto) UBSF Morangaba UBSF Morro do Coco UBSF Palmares UBSF Parque Prazeres UBSF Parque Rodoviário UBSF Penha UBSF Ponta da Lama UBSF Ponta Grossa dos Fidalgos UBSF Quilombo UBSF Santa Cruz UBSF Santa Rosa UBSF Santos Dumont UBSF São Martinho UBSF Saturnino Braga UBSF Tócos UBSF Turf Club UBSF Venda Nova UBSF Vila Nova Travessão A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a vacinação é gratuita e continua sendo a principal forma de prevenir casos graves da gripe, especialmente durante os meses de outono e inverno, quando há aumento na circulação de vírus respiratórios.
Pinguins são resgatados cobertos com óleo no RS Um grupo de 18 pinguins cobertos por óleo foi resgatado nos últimos dias em praias do Litoral Sul do Rio Grande do Sul. Os animais foram levados para o Centro de Recuperação de Animais Marinhos (Cram), vinculado à Universidade Federal do Rio Grande (Furg). Há sete anos, a instituição não registrava casos semelhantes. As aves foram encontradas encalhadas, com quadro de hipotermia, anemia e desidratação. Antes da limpeza das penas, processo chamado de despetrolização, os pinguins passam por uma etapa de estabilização clínica para recuperar as condições de saúde. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A origem da substância que atingiu os animais ainda é desconhecida. Amostras do óleo foram coletadas para auxiliar na investigação. A coordenadora da equipe técnica do Cram, Paula Canabarro, explica que os pinguins funcionam como indicadores da presença de óleo no oceano. "Nós não sabemos a origem dessa mancha nem onde ela está localizada, mas existe a possibilidade de recebermos mais animais ao longo das próximas semanas", afirma a coordenadora. Atualmente, o Cram abriga 35 animais. Além dos pinguins cobertos por óleo, o local atende outros cinco pinguins em estágio avançado de recuperação, lobos-marinhos, um leão-marinho, tartarugas e aves oceânicas. Desse total, nove animais permanecem em uma área de quarentena. A medida segue os protocolos sanitários adotados em razão da emergência zoossanitária de gripe aviária. Eles só são encaminhados para os espaços de reabilitação após exames descartarem a doença. O período de recuperação leva, em média, um mês, variando conforme a espécie e o estado de saúde. Para serem soltos, os animais precisam apresentar boa condição corporal, exames de sangue adequados e comportamento compatível com a vida na natureza. Criado em 1974, o Cram atua no resgate e reabilitação da fauna marinha. O diretor do complexo de museus da Furg, Lauro Barcellos, avalia o cenário atual com preocupação. "É lamentável que os animais comecem a aparecer novamente cobertos por óleo. Isso é uma agressão à natureza e aos animais", diz. Grupo de 18 pinguins cobertos por óleo é resgatado no Litoral Sul do RS Gabriel Belfagger/RBS TV VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Família de bebê com crises convulsivas luta por diagnóstico em Rio Branco A família do bebê Neemias da Silva Oliveira, de 1 ano, de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, vive há meses uma rotina de internações, exames e incertezas em busca de um diagnóstico para sucessivas crises convulsivas enfrentadas pela criança. Atualmente, o menino está internado no leito do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Acre (Into-AC) em Rio Branco. Contudo, Neemias estava o dia 22 de maio na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Criança, mas recebeu alta e foi transferido ao Into nessa quarta-feira (3). 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) informou que Neemias está internado na capital desde o mês de maio após ser transferido de Cruzeiro do Sul por meio do Tratamento Fora de Domicílio (TFD). Segundo a pasta, o bebê foi extubado e permanece estável. (Veja mais abaixo). Desde os 2 meses de vida, Neemias da Silva Oliveira já sofreu mais de 20 episódios de convulsão Arquivo pessoal "A equipe médica segue acompanhando o caso e realizando investigação diagnóstica, com exames complementares programados, entre eles ressonância magnética e eletroencefalograma" disse parte da nota. O pai de Neemias, Aldenir da Silva Monteiro, de 22 anos, contou que está desesperado com as incertezas e a espera por respostas. “Tem uma semana que meu filho está nesse hospital e até agora ninguém sabe o que causa essas convulsões. Estamos angustiados e desesperados sem saber o que fazer, pois vejo ele sofrendo a cada dia”, afirmou. LEIA MAIS: Recém-nascido se engasga com leite materno e é salvo por bombeiros no Acre Família indígena do AC luta pela vida de criança de 1 ano que tem cardiopatia e passou por cirurgia Segundo a mãe, Emilly Lorrane de Oliveira Pessoa, de 16 anos, a primeira crise ocorreu quando Neemias tinha apenas dois meses de vida. Desde então, a família contabiliza mais de 20 episódios convulsivos, alguns deles exigindo atendimento hospitalar de urgência. Além das crises convulsivas, Neemias também está em tratamento contra gripe e pneumonia. A família afirma que enfrenta dificuldades para compreender todas as etapas da investigação médica e aguarda respostas sobre a origem do quadro clínico. “Meu filho praticamente viveu em hospital desde pequeno. A gente busca respostas há muito tempo e ainda não sabe o que realmente está causando tudo isso”, relatou a mãe. Dificuldades Além da preocupação com a saúde do filho, os pais relatam dificuldades financeiras durante o tratamento. Emilly afirma que atualmente dedica todo o seu tempo aos cuidados com a criança, enquanto Aldenir trabalha como produtor rural. A família também afirma que mesmo com a série de exames aos quais o menino foi submetido ainda não recebeu uma explicação definitiva sobre a causa das convulsões. Outro episódio relatado pela família ocorreu durante a atual internação em Rio Branco. Segundo os pais, profissionais identificaram uma fissura na região anal da criança, o que levou ao acionamento de órgãos de proteção e investigação. De acordo com Aldenir, exames posteriores descartaram sinais de abuso. “Além da gente estar passando por toda essa situação, ainda fomos investigados. Depois disseram que se tratava de uma condição clínica”, afirmou. Nota da Sesacre O bebê Neemias da Silva Oliveira deu entrada na UTI Pediátrica no dia 22 de maio, após transferência de Cruzeiro do Sul para Rio Branco. Desde o primeiro momento, todas as medidas e protocolos assistenciais necessários foram adotados para garantir o atendimento adequado da criança. Diante da necessidade de atuação rápida em razão do quadro clínico, foi providenciada com a máxima celeridade sua transferência por meio do Tratamento Fora de Domicílio (TFD), em transporte aéreo de Cruzeiro do Sul para Rio Branco, com a mobilização imediata de todos os recursos necessários para assegurar assistência especializada em uma unidade de maior complexidade. O paciente chegou à unidade com histórico de sintomas gripais e episódios de convulsão de difícil controle, o que levou à necessidade de intubação para garantir sua estabilidade clínica. Com a assistência prestada pela equipe multiprofissional, apresentou evolução favorável, foi extubado nesta semana e permanece internado, estável, ao lado da mãe e em uso de cateter nasal de alto fluxo. A equipe médica segue acompanhando o caso e realizando investigação diagnóstica, com exames complementares programados, entre eles ressonância magnética e eletroencefalograma. Quanto à alegação de possível reação à vacina, a informação consta como relato familiar. A confirmação de qualquer evento adverso pós-vacinação depende de notificação e apuração técnica específicas, não sendo possível estabelecer relação causal neste momento. VÍDEOS: g1
Confira os destaques da semana no g1 Reprodução O g1 lista as reportagens mais acessadas para você ficar por dentro de tudo que aconteceu entre 31 de maio a 6 de junho. Confira abaixo. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Para complementar a renda, Alcenira Almeida também trabalha com crochê e artesanato, produtos estes que também expõe em feiras de Rio Branco Arquivo pessoal Mulher que viveu nas ruas após relacionamento abusivo transforma recomeço em viveiro De dia, as mãos cuidam de plantas, jardins e mudas. À noite, o trabalho é garantir a segurança de eventos e feiras. Entre um turno e outro, a acreana Alcenira de Almeida Silva, de 47 anos, construiu uma história marcada por recomeços. A trajetória da empreendedora passa pela jardinagem e paisagismo, pela criação de uma associação voltada ao fortalecimento de pequenos negócios e também por um período difícil, quando precisou morar na rua depois de decidir deixar um relacionamento abusivo de 17 anos. Tribunal de Justiça do Acre bloqueou saques e transferências de Epitaciolândia, após empréstimos de gestões anteriores Arquivo pessoal/ Prefeitura de Epitaciolândia Município tem conta bloqueada As contas da Prefeitura de Epitaciolândia foram bloqueadas pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) em razão de uma dívida de mais R$ 35 milhões. De acordo com o prefeito Sérgio Mesquita (Republicanos), parte do débito é referente a empréstimos feitos por antigas gestões do município. O prefeito contou que, entre os empréstimos, R$ 7 milhões foram referentes a troca de iluminação pública da cidade, contudo, devido aos juros, o valor atual já ultrapassa R$ 16 milhões. Além disso, o gestor explicou que há dívidas por atraso de pagamento de servidores. Empresário Antônio Costa, de 44 anos, morreu após ser atingido por um disparo no peito durante uma reunião familiar Arquivo pessoal Empresário morto pelo filho O empresário Antônio Robenson Viana Costa, de 44 anos, morreu após ser atingido por um disparo de arma de fogo na região do tórax durante uma confraternização familiar em uma propriedade rural no Bujari, interior do Acre. Até a tarde desta segunda-feira (1º), ninguém foi preso. A Polícia Civil confirmou que o empresário foi baleado acidentalmente pelo filho durante uma confraternização em família. O rapaz se apresentou na delegacia do município, foi ouvido e liberado. Servidores da Educação e Prefeitura de Rio Branco chegam a acordo sobre reajuste Após mais de 10 dias de greve, servidores da Educação aceitam acordo Após 13 dias de paralisação, os servidores da Educação municipal e a Prefeitura de Rio Branco chegaram a um acordo por um reajuste de 5% na remuneração dos profissionais. O entendimento foi firmado durante uma audiência de conciliação na terça-feira (2) no Tribunal de Justiça do Acre. O encontro foi intermediado pelo desembargador Nonato Maia e reuniu procuradores do município e os advogados do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinteac) e Sindicato dos Professores do Acre (Sinproacre). Equipes da Sejusp falaram sobre ações de prevenção à violência contra crianças e adolescentes Crislei Souza/Sejusp Aluna denuncia abuso sexual após assistir palestra em escola Uma estudante, de 10 anos, denunciou ser vítima de abuso sexual após assistir a uma palestra sobre cuidados com o corpo em uma escola em Manoel Urbano, no interior do Acre. A palestra faz parte do Projeto Pequenos Brilhantes. Após o fim da apresentação, a menina procurou um policial que estava na palestra e fez a denúncia. A equipe policial acionou imediatamente o Conselho Tutelar e a Polícia Civil para iniciarem as apurações. Representante da Sesacre fala sobre decreto de emergência por casos de SRA Com 37 mortes por síndromes gripais, Acre decreta situação de emergência Por conta do aumento de notificações e 37 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), o governo do Acre decretou situação de emergência em publicação extra no Diário Oficial do Estado (DOE) na quarta-feira (3). Entre janeiro e maio deste ano, o Acre já soma mais de 1,3 mil notificações de casos. Foram 1.303 casos notificados até 23 de maio. Conforme a Vigilância Epidemiológica, o número de notificações neste período aumentou mais de 31% em relação a 2025, quando foram registradas 989. Os casos notificados este ano também são maiores que os registros de 2024, um total de 1.029. O levantamento aponta maior circulação de vírus respiratórios como influenza A, vírus sincicial respiratório (VSR), rinovírus, adenovírus e metapneumovírus nesse período do ano. VÍDEO mostra momento em que ponte desaba no interior do Acre Ponte de mais de R$ 36 milhões desaba A Ponte Frei Paolino Baldassari desabou no começo da noite de sexta-feira (5), em Sena Madureira, interior do Acre, um dia após ser interditada. Quatro pessoas ficaram feridas, sendo duas em estado grave. Uma câmera de segurança flagrou o desabamento e mostrou que pessoas atravessavam, desrespeitando a proibição de passagem. O vídeo permite observar que os pedestres passavam pelo trecho que cedeu no exato momento da queda. As pessoas que estavam em cima da ponte eram o juiz aposentado Edinaldo Muniz e o irmão dele, Edinei, de 51 anos, Antônio Morais Lima Filho, de 36, e Weverton Murieta, de 34 anos. Edinaldo, Edinei e Antônio Morais foram transferidos para Rio Branco. Weverton Murieta teve ferimentos mais leves e recebeu alta neste sábado (6). Ele relatou o que houve no momento do desmoronamento. VÍDEOS: g1
José Alfredo de Campos morreu meses após receber aplicação de soro antiofídico Reprodução José Alfredo de Campos, um dos 11 bebês que receberam soro antiofídico por engano ao invés de vacina, morreu na última terça-feira (2) em Joinville (SC). A morte do menino, hoje com 10 meses, foi registrada quase um ano após a falha na aplicação do imunizante contra a hepatite B em recém-nascidos no município de Canoinhas, no Norte de Santa Catarina. A causa oficial do óbito ainda não foi divulgada, mas exames feitos no Hospital São Lucas, na cidade vizinha de Major Vieira, apontaram um quadro de bronquiolite viral, uma infecção respiratória comum em crianças menores de 2 anos. A família, no entanto, aponta negligência no atendimento médico e relata que o garoto apresentava baixa imunidade desde o episódio do erro vacinal. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp A falha na aplicação ocorreu em julho de 2025, quando 11 doses de soro antibotrópico foram administradas no lugar do imunizante contra a hepatite B no Hospital Santa Cruz de Canoinhas. Na época, nenhum dos recém-nascidos apresentou complicações imediatas ou efeitos colaterais após a aplicação do soro, que é usado contra picadas de serpentes como jararacas e jararacuçus. Segundo Leila de Campos, mãe de José Alfredo, desde que recebeu a dose por engano, o filho passou a ter a imunidade baixa, necessitando de idas frequentes à unidade de saúde de Major Vieira. “Ele não tinha uma saúde normal. Vivia no antibiótico. Apresentava um sinal de ‘gripezinha’, que eles chamavam assim, né? Eu cheguei a levá-lo duas vezes lá [no Hospital Santa Cruz de Canoinhas]. Moro longe, no interior de Major Vieira, e nós somos pessoas simples. Chegava lá e eles só examinavam, dizendo: ‘não podemos dar nenhum medicamento’”, lembra. Relembre o caso da aplicação de soro antiofídico em bebês Família relata falhas no atendimento O bebê começou a apresentar febre no último domingo (31) e foi medicado pela mãe em casa. No início da noite de segunda-feira (1°), o quadro de saúde piorou, e ele foi levado ao Hospital São Lucas, administrado pela prefeitura de Major Vieira, município onde a família reside. A médica plantonista identificou que o paciente estava desidratado, pálido e com baixa saturação de oxigênio. “Ele estava bem caidinho, abatido e não queria comer. Ainda mamava no peito, mas recusava. A gente conhece o filho que tem, né? Mesmo quando estava doentinho, ele era bem travesso e sempre alegre”, relembra a mãe. O menino passou por um exame de raio-X do pulmão, cujo resultado apontou bronquiolite viral. A doença causa a inflamação dos bronquíolos (pequenas vias aéreas), gerando acúmulo de secreção e dificuldade para respirar. “Aí eu penso comigo: por que não o transferiram na hora? Por que esperar até o outro dia para pedir a transferência?”, questiona Leila. Na terça-feira (2), o hospital local solicitou a transferência do paciente para o Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria, em Joinville. O trajeto foi realizado pelo Samu. "Aí o Samu já chegou indignado. Até a equipe falou aqui: “como é que deixaram a criança ficar desse jeito para pedir transferência?”, conta a mãe. O bebê foi intubado para o transporte entre as cidades. No entanto, Leila foi impedida de acompanhar o filho dentro da ambulância e precisou se deslocar de carro, chegando a Joinville uma hora e meia após o socorro. Em nota, o Samu se solidarizou com os familiares e afirmou que a Superintendência de Urgência e Emergência está apurando a conduta da equipe que prestou o atendimento. Ao chegar à unidade infantil, a mãe foi informada de que o filho passava por procedimentos médicos. Cerca de 10 minutos depois, recebeu a notícia do falecimento. A causa da morte será confirmada por meio de um laudo técnico em até 45 dias. Onze recém-nascidos recebem antídoto contra picada de cobra ao invés de vacina de hepatite Hospital Santa Cruz de Canoinhas O que dizem os envolvidos? Em nota, a prefeitura de Major Vieira alegou que o atendimento de José Alfredo foi realizado de forma prioritária, seguindo os protocolos assistenciais vigentes para pacientes pediátricos com sintomas respiratórios. Informou também que, durante a permanência na unidade, o paciente esteve sob monitoramento contínuo dos sinais vitais e avaliação clínica periódica da equipe multiprofissional. A administração municipal reforçou ainda que a radiografia de tórax realizada descreveu apenas uma "pequena alteração em lobo inferior esquerdo", o que não caracterizava um diagnóstico definitivo. O Hospital Santa Cruz de Canoinhas manifestou profundo pesar pelo falecimento do bebê. A instituição afirmou que a aplicação incorreta do soro antibotrópico, em julho de 2025, correspondeu a um volume de apenas 0,5 ml, não possuindo qualquer relação causal conhecida com o quadro de bronquiolite. A prefeitura de Canoinhas, onde ocorreu o erro vacinal no ano passado, informou que todas as medidas de acompanhamento definidas à época foram adotadas pelos serviços de saúde responsáveis e prestou solidariedade à família. O que diz a prefeitura de Major Vieira A Administração Pública de Major Vieira manifesta profundo pesar pelo falecimento do infante José Alfredo de Campos e solidariza-se com seus familiares neste momento de dor. Em relação aos questionamentos apresentados, esclarece que a criança deu entrada na Emergência do Hospital São Lucas na noite do dia 1º de junho de 2026, conforme relato da mãe, apresentando sintomas iniciados na manhã do dia anterior. O atendimento foi realizado de forma prioritária, seguindo os protocolos assistenciais vigentes para pacientes pediátricos com sinais e sintomas respiratórios. Durante sua permanência na unidade, o paciente permaneceu em observação e sob os cuidados da equipe multiprofissional de saúde, com monitoramento contínuo dos sinais vitais e avaliação clínica periódica. Como parte da investigação diagnóstica, foi realizado exame de imagem (radiografia de tórax), cujo laudo descreveu pequena alteração em lobo inferior esquerdo, não caracterizando diagnóstico. Diante da evolução do quadro clínico e da necessidade de suporte especializado em unidade de referência pediátrica, a equipe médica acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para realização da transferência ao Hospital Infantil de Joinville, referência regional para atendimento de maior complexidade. Quanto ao acompanhamento da criança durante o transporte, esclarecemos que os protocolos operacionais do SAMU são de responsabilidade da própria instituição, cabendo à equipe reguladora e assistencial definir os critérios de composição da equipe durante o deslocamento. Paralelamente, a Secretaria Municipal de Saúde providenciou o transporte da mãe até Joinville, bem como prestou todo o suporte necessário para seu acompanhamento durante o atendimento na cidade de destino. Por fim, ressaltamos que a Secretaria Municipal de Saúde aguarda o resultado oficial da autópsia e dos exames complementares realizados pelos órgãos competentes. Somente após a conclusão destas análises será possível o esclarecimento definitivo acerca da causa do óbito e demais circunstâncias relacionadas ao caso. A Secretaria Municipal de Saúde permanece à disposição das autoridades competentes e da família para prestar todos os esclarecimentos necessários, reafirmando seu compromisso com a transparência, a responsabilidade e a qualidade da assistência prestada à população. O que diz o Hospital Santa Cruz de Canoinhas O Hospital Santa Cruz de Canoinhas manifesta seu profundo pesar pelo falecimento da criança José Alfredo de Campos e solidariza-se com seus familiares e amigos neste momento de dor. A instituição tomou conhecimento do óbito por meio de contato realizado pela imprensa de Canoinhas/SC e, imediatamente, buscou informações junto aos serviços envolvidos no atendimento da criança. Até o momento existe a suspeita de uma infecção viral (bronquiolite) que provavelmente tem relação ao óbito. O caso foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) para confirmação diagnóstica. Diante das informações que vêm sendo divulgadas, o Hospital esclarece que a aplicação de soro antibotrópico, ocorrida em julho de 2025, correspondeu a um quantitativo de apenas 0,5 ml, não possuindo qualquer relação causal conhecida com o quadro clínico de bronquiolite ou com o desfecho ocorrido. O Hospital também informa que, após o incidente envolvendo a administração inadvertida do produto, todas as crianças foram prontamente avaliadas e acompanhadas pela equipe multiprofissional durante o período de monitoramento recomendado pelo Instituto Butantan, fabricante do soro. Durante todo acompanhamento, não foram observados eventos adversos graves ou alterações clínicas relacionadas ao produto administrado, sendo que todas as crianças permaneceram em boas condições de saúde ao término do período de observação. Também é necessário esclarecer que a bronquiolite causada pelo Vírus Sincicial Respiratório não possui relação com a vacina contra Hepatite B nem com a administração de soro antibotrópico, tratamentos destinados a finalidades médicas completamente distintas e sem vínculo científico com o desenvolvimento da doença. O Hospital Santa Cruz de Canoinhas reafirma seu compromisso com a transparência, a responsabilidade na prestação de informações à comunidade e o respeito à memória da criança e à dor de seus familiares, aguardando a conclusão oficial da investigação e a confirmação da causa do óbito pelos órgãos competentes. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
Procura por pronto-socorro infantil dispara e eleva o tempo de espera em Prudente A procura por atendimento de crianças com sintomas gripais, como congestão nasal, tosse intensa e febre, aumentou mais de 50% no pronto-socorro da Santa Casa de Presidente Prudente (SP) e elevou o tempo de espera para os pacientes. Segundo o hospital, o Pronto-Socorro Infantil registrou 999 atendimentos entre os dias 24 e 31 de maio, contra 660 na semana anterior. O aumento foi de 339 pacientes, o que representa uma alta de 51,36%. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp O crescimento da demanda também foi registrado no Pronto-Socorro Adulto. No mesmo período, o número de atendimentos passou de 894 para 1.158, um acréscimo de 264 pacientes, equivalente a um aumento de 29,53%. Somando os dois setores, a Santa Casa contabilizou 2.157 atendimentos entre os dias 24 e 31 de maio, contra 1.554 na semana anterior. Foram 603 pacientes a mais, o que representa crescimento de 38,8%. LEIA TAMBÉM: Cidades do Oeste Paulista ampliam vacinação contra a gripe para toda a população; confira locais Criança doente, criança gripe Freepik De acordo com a Santa Casa, o aumento expressivo da procura pelo Pronto-Socorro Infantil, especialmente no último fim de semana, pode resultar em um tempo de espera maior do que o habitual. A instituição reforçou que possui limitações de estrutura física, especialmente por ser a única referência regional para atendimentos pediátricos de alta complexidade destinados aos pacientes da saúde suplementar. Como forma de minimizar o tempo de espera, o Pronto-Socorro Infantil conta regularmente com dois médicos plantonistas. Em períodos de maior demanda, o número de profissionais é ampliado para garantir maior capacidade de atendimento. A Santa Casa ressaltou ainda que todos os atendimentos seguem rigorosamente o protocolo de classificação de risco, assegurando que os pacientes sejam atendidos de acordo com a gravidade de cada caso. Santa Casa registra aumento de 50% nos atendimentos a pacientes em Presidente Prudente Santa Casa Presidente Prudente Orientações aos pais O aumento dos atendimentos pediátricos registrados nos últimos dias na Santa Casa tem sido impulsionado, principalmente, pelos casos de síndromes respiratórias. A orientação é que os pais busquem atendimento sempre que a criança apresentar desconforto respiratório, febre alta persistente, sinais de prostração, dificuldade para se alimentar ou redução na ingestão de líquidos. Já sintomas leves, como os primeiros episódios de febre, coriza ou tosse leve, podem inicialmente ser acompanhados em casa pelos responsáveis. Apesar de a maioria dos casos de síndromes gripais continuar apresentando evolução controlada, houve também aumento dos quadros mais graves, especialmente por causa do período de circulação mais intensa de doenças respiratórias típicas desta época do ano. Entre os casos que demandam maior atenção estão os de bronquiolite, que têm provocado maior desconforto respiratório em bebês, além de pneumonias com evolução mais severa. Para reduzir os riscos, a principal recomendação continua sendo a vacinação, especialmente contra a gripe, já que a imunização contribui para evitar complicações e formas mais graves das doenças. Medidas preventivas do cotidiano também são consideradas fundamentais, como a higienização frequente das mãos, cuidados com a limpeza nasal, troca de roupas ao chegar em casa, banho após atividades externas e orientação às crianças sobre hábitos de higiene. Além disso, a recomendação é que crianças com sintomas permaneçam em casa, evitando frequentar escolas e ambientes coletivos, reduzindo assim a transmissão dos vírus respiratórios. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
RJ registra nível de alerta para SRAG com 424 mortes este ano O Estado do Rio de Janeiro está em nível de alerta para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Desde o início do ano, foram registradas 424 mortes. A vacinação é a forma mais eficaz de reduzir os casos graves da doença. “Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave estão em nível alto e com tendência de crescimento. Classificamos o estado em nível de alerta para SRAG”, afirmou a pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe, da Fiocruz. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Estado do Rio de Janeiro registrou mais de 7 mil internações e 424 óbitos por causa da SRAG Reprodução/ TV Globo A cobertura vacinal contra a gripe permanece baixa no estado. Desde o início da campanha até o dia 3 de junho, apenas 27,5% do público prioritário — como crianças menores de 6 anos, idosos e gestantes — havia sido imunizado. Isso corresponde a pouco mais de 1,2 milhão de doses aplicadas. A meta do Ministério da Saúde é atingir 90% desse público. As autoridades de saúde apontam que o aumento dos casos tem sido impulsionado principalmente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), sobretudo em crianças menores de 2 anos. O vírus Influenza também preocupa, especialmente por estar associado ao maior número de mortes entre os idosos. Vacinação é a melhor forma de prevenção de casos graves de doenças respiratórias Reprodução/ TV Globo “São basicamente dois os vírus responsáveis pelo aumento dos casos de SRAG no estado. O principal é o Vírus Sincicial Respiratório. O segundo é o rinovírus, que também tem contribuído para o aumento das internações, principalmente entre crianças e adolescentes de até 14 anos”, explicou Tatiana Portella. Do início do ano até a última quinta-feira (4), foram registradas 7.042 internações e 424 mortes. A capital concentra o maior número de internações, seguida por São Gonçalo, Niterói, Petrópolis, Macaé e Nova Iguaçu. Ranking de casos de SRAG no Estado do Rio de Janeiro este ano Reprodução/ TV Globo Tatiana Portella reforça que a principal forma de proteção é a vacinação. “A vacinação é fundamental para prevenir casos graves e mortes causadas pelos principais vírus respiratórios associados à SRAG, como Influenza e Covid-19. É essencial que os grupos prioritários — como idosos, crianças, pessoas com comorbidades e profissionais de saúde — mantenham o calendário vacinal atualizado”, destacou a pesquisadora. A Prefeitura do Rio prorrogou a vacinação por tempo indeterminado. A vacina contra a gripe está disponível nas clínicas da família, nos centros municipais de saúde e nas três unidades do Super Centro Carioca de Vacinação. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. Rio de Janeiro está abaixo da meta de vacinação contra gripe Reprodução/ TV Globo
Cidades do Oeste Paulista liberam vacinas contra a gripe para toda a população Divulgação Presidente Prudente, Adamantina, Dracena e Rancharia (SP), no oeste paulista, liberaram as doses de vacinas contra a gripe para toda a população, a partir dos seis meses de idade. Confira nesta reportagem os dias e os horários de atendimento nas unidades de saúde. A ampliação da imunização tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal e reduzir a circulação do vírus influenza, especialmente durante os meses de outono e inverno, quando a incidência de doenças respiratórias é maior. A medida segue orientação do Governo de São Paulo. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp As secretarias de Saúde municipais reforçam a importância da vacinação, principalmente para os grupos prioritários, que apresentam maior risco de desenvolver formas graves da doença, como o caso de: idosos com mais de 60 anos; crianças de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes e puérperas, pessoas com doenças crônicas e condições clínicas especiais. De acordo com o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, já foram aplicadas mais de 5,6 milhões de doses desde o início da campanha de imunização contra a gripe. Veja abaixo os locais de vacinação na região. SP amplia vacinação contra gripe em todo estado Presidente Prudente Em Presidente Prudente, maior cidade da região, o imunizante está disponível em todos os postos de saúde, incluindo Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Estratégias de Saúde da Família (ESFs), das 7h30 às 16h30. Adamantina Em Adamantina, a imunização segue até o final do mês de junho e é realizada em todas as unidades básicas de saúde. O horário de atendimento é das 8h até as 16h. Dracena Em Dracena, a vacinação contra a gripe é realizada de segunda a sexta-feira, das 13h às 15h30, na Sala de Vacinas, localizada anexa ao Centro de Saúde I (Postão). Rancharia Em Rancharia, a imunização está disponível na Unidade Básica de Saúde "Postão", das 7h às 13h e das 14h às 16h30, e nas ESFs do município, das 7h às 11h e das 13h às 16h30. A campanha segue até o final do mês de junho. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM