El Leyma Coruña y el Estudiantes jugarán la final del ‘playoff’ de ascenso a la Liga Endesa
Los anfitriones de la Final Four se imponen al Palencia (92-81) y el cuadro colegial supera en la segunda semifinal al Oviedo (79-71)
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Montaria em touros abre 2ª noite da Festa do Peão de Americana 2026 A montaria em touros da Festa do Peão de Americana 2026 começou nesta sexta-feira (5) com destaque para Gabriel Henrique da Silva. O competidor de Lagoa Formosa (MG) conquistou a maior nota da noite da PBR ao marcar 88,25 pontos no touro “Sai do Eixo”. Um dos nomes fortes da temporada, Jhon Carlos Moreira veio logo atrás, com 87 pontos após montar “Multiplicação”. Já Marcos Vinícius dos Santos, de Corumbataí (SP), garantiu 86,50 ao encarar “Inevitável” e também ficou entre os melhores da rodada. A disputa continua neste sábado (6), com o Round 2. No domingo (7), os oito melhores voltam à arena para o Round Final, que define o campeão da etapa. 🐂 A edição deste ano celebra 20 anos de parceria com a Professional Bull Riders (PBR), a principal liga de montaria em touros do mundo. Cerca de 30 competidores disputam R$ 150 mil. Entre os touros, o destaque foi Relíquia da Patroa, que recebeu 45 pontos ao derrubar Ednélio Rodrigues em 4,60 segundos, na melhor apresentação da noite. Siga o g1 Campinas no Instagram 📱 Montaria em touros agitou a arena na 2ª noite da Festa do Peão de Americana 2026, nesta sexta-feira (5) Thomaz Marostegan No segundo fim de semana, de 12 a 14 de junho, ocorre o PBR Iron Cowboy Americana. O formato é considerado o mais desafiador da temporada e vai pagar R$ 200 mil ao vencedor. Na fase decisiva, os atletas passam por eliminatórias e chegam a montar em até quatro touros para conquistar o título. A disputa inclui o atual líder do ranking nacional, Warley de Oliveira, e o vice-líder, Cléber Henrique Marques. Outros destaques são João Paulo Velasco, Alex Oliveira — vencedor de duas etapas nesta temporada — e Jhon Carlos Moreira. Moreira é o primeiro brasileiro selecionado para a PBR Team Series de 2025. Os irmãos gêmeos Alan e Alisson de Souza, que já foram campeões em Americana, também estão confirmados. Veja abaixo imagens da 2ª noite Atrações musicais A edição de 2026 conta com 16 apresentações musicais distribuídas em sete dias. Confira os shows: 3 de junho (quarta-feira): Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo (Rústico) e Panda 5 de junho (sexta): Zé Neto & Cristiano e Simone Mendes 6 de junho (sábado): Sami Rico, João Bosco & Vinícius e Gusttavo Lima 7 de junho (domingo): Matogrosso & Mathias e Grupo Menos é Mais 12 de junho (sexta): Henrique & Juliano e Gustavo Mioto 13 de junho (sábado): Luan Santana, Bruno & Marrone e Natanzinho Lima 14 de junho (domingo): Ana Castela Montaria em touros agitou a arena na 2ª noite da Festa do Peão de Americana 2026, nesta sexta-feira (5) Thomaz Marostegan VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas
Mulher é flagrada transportando 38 kg de cabelo humano sem documentação em MS PMMS Uma mulher de 30 anos foi flagrada transportando cerca de 38 quilos de cabelo humano sem documentação fiscal durante uma fiscalização da Polícia Militar na região de fronteira de Corumbá, a 426 quilômetros de Campo Grande. A carga foi avaliada em aproximadamente R$ 115 mil. A apreensão aconteceu no Posto Fiscal Lampião Aceso, durante uma ação da equipe de Força Tática do 6º Batalhão da Polícia Militar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Agora no g1 Segundo a PM, os policiais receberam uma denúncia informando que passageiros de um ônibus intermunicipal poderiam estar transportando materiais ilícitos. Com isso, a equipe realizou a abordagem e fiscalização do veículo quando ele passava pelo posto fiscal. Durante a vistoria, uma das passageiras chamou a atenção por apresentar nervosismo e tentar esconder uma mochila sob o banco do ônibus. Ao verificar a bagagem, os policiais encontraram diversas mechas de cabelo humano. Na sequência, os militares localizaram outra mala da mesma passageira no compartimento externo do ônibus. Dentro dela havia mais mechas do produto. Ao final da conferência, foram apreendidos cerca de 38 quilos de cabelo humano, com comprimento entre 40 e 50 centímetros. A mulher informou aos policiais que havia trazido a mercadoria da Bolívia e que o destino final seria Campo Grande. De acordo com a Polícia Militar, a carga não possuía documentação fiscal, o que levantou suspeita de descaminho, crime caracterizado pela entrada irregular de mercadorias no país sem o recolhimento dos tributos devidos. A mercadoria foi encaminhada à Receita Federal, responsável pela apreensão formal do material. Já a passageira foi levada para a Polícia Federal, onde o caso será investigado e os procedimentos legais adotados. Segundo a PM, ações de fiscalização na região de fronteira têm como objetivo combater crimes transfronteiriços e impedir a entrada irregular de mercadorias no país. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
Caminhão com mais de 500 kg de drogas é apreendido na BR-262 Divulgação/PRF A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 583 quilos de drogas na BR-262, em Miranda (MS), durante uma fiscalização na terça-feira (2). No total, foram encontrados 550 quilos de skunk e 33 quilos de cocaína escondidos em um caminhão. Segundo a PRF, o veículo foi parado durante uma abordagem de rotina. O motorista chamou a atenção dos policiais por estar nervoso e com dificuldade para explicar detalhes da viagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1MS no WhatsApp Ao revistar o caminhão, os agentes encontraram a droga escondida na carga. O condutor contou que pegou os entorpecentes em Corumbá (MS) e levaria até Campo Grande. O caso foi levado para a Polícia Federal em Campo Grande, que vai investigar a situação. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
Moradores de várias cidades de MS compartilham fé no Corpus Christi Os tradicionais tapetes de Corpus Christi já colorem as principais ruas das cidades de Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira (4). A celebração, uma das mais conhecidas do país, reúne fiéis em missas, apresentações culturais, shows musicais e a tradicional procissão. Veja o vídeo acima. O g1 reuniu fotos de alguns dos tapetes montados durante as celebrações em várias cidades do estado (confira as imagens abaixo). O que significa Corpus Christi? Celebrada pela Igreja Católica desde 1264, a festa de Corpus Christi acontece cerca de 60 dias após a Páscoa e tem como principal objetivo celebrar a Eucaristia, um dos pilares da fé católica. Para os católicos, a data simboliza a presença de Jesus Cristo na vida dos fiéis e é considerada uma das principais manifestações da fé cristã. A expressão vem do latim e significa “Corpo de Cristo”. A data celebra, segundo a tradição católica, a presença de Jesus Cristo na eucaristia — representada pelo pão e pelo vinho. Conforme a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a celebração marca a “presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho”. 📸Galeria de fotos; VEJA: Montagem do tapete em Dourados. Evelyn Mendonça/TV Morena Montagem dos tapetes em Campo Grande. Osvaldo Nóbrega/TV Morena Fiéis se reúnem para montar os tapetes em Corumbá. Luiz Ricardo Rocha/Reprodução Fiéis da Paróquia Divino Espírito Santo em montagem dos tapetes em Campo Grande. Everson Silva/Arquivo Pessoal Fiéis da Paróquia Cristo Luz dos Povos em montagem dos tapetes em Campo Grande. Maria José de Oliveira/Arquivo Pessoal Fiéis da Paróquia Santa Rita de Cássia em montagem dos tapetes em Nioque. Reprodução Fiéis da Paróquia Santa Luzia confeccionam tapetes de Corpus Christi. Reprodução Fiéis da Paróquia Santa Luzia confeccionam tapetes de Corpus Christi em Campo Grande. Reprodução Paróquia Nossa Senhora do Rosário em Dois irmãos do Buriti. Reprodução Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. Reprodução Paróquia Senhor do Bonfim, em Campo Grande. Reprodução Paróquia Nossa Senhora das Graças. Reprodução Paróquia Cristo Bom Pastor. Reprodução Paróquia São João Calábria. Reprodução Fiéis se unem para montar tapete em Campo Grande. Reprodução Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
Previsão do tempo: feriado terá frio no Sul, Sudeste e Centro-Oeste Quem vai viajar ou aproveitar o feriado prolongado de Corpus Christi em Mato Grosso do Sul deve encontrar tempo firme nos próximos dias. Nesta quinta-feira (4) e na sexta-feira (5), não há previsão de chuva significativa no estado. Durante o feriado o cenário deve se manter, com predomínio de sol e temperaturas mais altas durante as tardes. Segundo a previsão meteorológica, uma área de alta pressão mantém o tempo estável em Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira. O sol aparece entre poucas nuvens e o tempo permanece seco em todas as regiões. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Apesar do afastamento da massa de ar polar que atuou nos últimos dias, as manhãs seguem com temperaturas mais baixas, principalmente no centro-sul do estado. Em Ribas do Rio Pardo e Nova Alvorada do Sul, as mínimas ficam em torno de 13°C. Já em Dourados e Laguna Carapã, os termômetros devem marcar cerca de 14°C nas primeiras horas do dia. À tarde, as temperaturas sobem. Em Rio Negro, a máxima chega a 31°C. Em Coxim e Sonora, os termômetros podem alcançar 30°C. Em Campo Grande, a quinta-feira será de tempo firme e ensolarado. A temperatura varia entre 16°C pela manhã e 29°C à tarde. Na sexta-feira (5), o tempo continua estável em Mato Grosso do Sul, sem previsão de chuva significativa. O sol predomina ao longo do dia e as temperaturas seguem em elevação durante a tarde. Previsão para o feriado prolongado Para o feriado prolongado de Corpus Christi, entre sexta-feira e domingo (7), a Climatempo prevê predomínio de sol e tempo seco em praticamente todo o estado. As manhãs e noites devem ser mais amenas, enquanto as tardes terão temperaturas entre 29°C e 32°C em cidades como Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Corumbá. Outro ponto de atenção é a baixa umidade relativa do ar. Os índices podem ficar em torno de 30% durante as horas mais quentes do dia, especialmente na metade norte do estado. Há previsão de chuva no feriado? Apesar do predomínio do tempo seco, a aproximação de uma frente fria pode provocar mudanças no fim do período. Segundo a Climatempo, municípios do oeste e do sul de Mato Grosso do Sul, especialmente nas regiões próximas às fronteiras com Paraguai e Bolívia, podem registrar pancadas isoladas de chuva na noite de domingo. A instabilidade deve ocorrer de forma pontual e não tem potencial para mudar o cenário de tempo firme previsto para a maior parte do feriado. Frio chega a Campo Grande Marcos Ribeiro/G1 MS Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
Padre Zezinho se encontrou com o Papa após evento de jovens Arquivo pessoal/Padre Zezinho Padre José Fernandes de Oliveira, assim, com nome de registro, completo e dois sobrenomes, não parece alguém especialmente famoso. Mas Padre Zezinho, como ficou conhecido esse sacerdote brasileiro autor de mais de 1,8 mil músicas, é um ícone do catolicismo brasileiro. Ele é o compositor de canções profundas e extremamente conhecidas, algumas das quais transcenderam o ambiente das igrejas e acabaram se transformando em sucessos populares — desses que tocam em rádios e, por vezes, ganham regravações de artistas não religiosos. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Em 1997, por exemplo, Padre Zezinho foi um dos convidados do tradicional especial de fim de ano de Roberto Carlos, para cantar sua célebre Oração pela Família. "Que nenhuma família comece em qualquer de repente, que nenhuma família termine por falta de amor." Padre Zezinho e Padre Julio Lancelotti falam sobre a fé inabalável na função social da igreja Os versos dessa música são daqueles que ecoam na cabeça das pessoas como se fossem obras de domínio público, de tradição popular. Esquece-se até que há um autor por trás de uma canção tão conhecida. Prestes a completar 85 anos de vida, em 8 de junho, e no ano em que comemora 60 anos de sacerdócio, Padre Zezinho ganha sua primeira biografia autorizada, o livro Apenas Um Cidadão do Infinito: Vida e Missão de Pe. Zezinho, escrito pela jornalista Gabi Bonvechio, que trabalha como assessora dele desde 2019. E diz que está pronto para as celebrações. "Eu estou deixando que façam tudo. Não estou falando mais nada. Se querem, que marquem e eu vou", diz ele, em entrevista à BBC News Brasil, concedida por videochamada de um espaço no convento do Sagrado Coração de Jesus, conhecido como Conventinho, em Taubaté, onde ele mora com outros religiosos. "Sou um enfermo que se controla e consegue se cuidar", completa o sacerdote, que há anos redobra os cuidados e limita sua rotina por conta principalmente de dois eventos. Em 2012, ele sofreu um acidente vascular cerebral e ficou sete meses sem conseguir falar. "Deus me trouxe de volta", diz. No ano seguinte, foi diagnosticado com câncer de próstata — segue em tratamento, com a doença sob controle. Se a saúde e a idade já não o permitem uma intensa atividade em shows e missas, Padre Zezinho segue expondo suas opiniões — ou "catequizando", como ele prefere — nas redes sociais. Sua página oficial no Facebook tem mais de 1 milhão de seguidores, e, ali, o religioso e sua equipe postam quase diariamente. Além de frases para reflexão, o padre promove suas ideias cristãs com artigos. Muitas vezes, no mundo polarizado atual, polêmicas surgem. O caso mais recente ocorreu em maio. Foi precipitado por um texto que nem é de autoria do religioso, um artigo do filósofo e sociólogo Romero Venâncio, professor na Universidade Federal de Sergipe, que Zezinho republicou em sua página. O acadêmico expunha sua preocupação acerca do que classificou como "escalada delirante de extremistas católicos nas redes digitais", situando estes entre os "tradicionalistas" e como membros da "direita católica". O resultado foi tenso. Até vídeos fakes associando o padre ao comunismo viralizaram, entre ataques e calúnias. Padre Zezinho lidou com o episódio com a experiência de quem mantém a coerência mesmo levando pedradas há seis décadas. "Todos os dias eu sou agredido. Mas essa gente é 2% [dos católicos]. Os outros 98% querem catequese, querem atualização. A maioria quer o Vaticano 2º, a maioria quer as encíclicas sociais." Ele se refere ao Concílio Vaticano 2º, ocorrido entre 1962 e 1965 — daqueles debates realizados pela cúpula do catolicismo saiu a modernização da Igreja. As missas deixaram de ser em latim, e os padres e bispos ressaltaram o compromisso de atuar junto aos pobres, de trabalhar pelo social. Já as "encíclicas sociais" mencionadas por Zezinho são o conjunto de cartas papais inaugurado pelo papa Leão 13 (1810-1903) com a Rerum Novarum, há 135 anos — e cujo mais recente exemplo saiu há poucos dias, a Magnifica Humanitas, de Leão 14. São documentos em que o pontífice expressa preocupações sociais e, por isso, acabaram sendo chamados de doutrina social da Igreja. "Falam até que eu sou um câncer para a Igreja. Não desejo o câncer para ninguém, até porque tenho um em tratamento. Nunca vou chamar alguém de câncer. Vou discordar de muitos, mas vou continuar sendo amigo e buscando diálogo." Ao justificar seu olhar social e seu discurso em prol dos mais pobres, ele recorda o sacerdote católico francês Léon Gustave Dehon (1843-1925), fundador da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus, ordem religiosa à qual Zezinho pertence — por isso, são chamados de "padres dehonianos". "Ele era um homem que buscava uma proposta política e religiosa de diálogo, tanto para os operários quanto para os patrões. Eu cresci nessa ideia." Ordenado nos EUA O despertar vocacional de Zezinho está intimamente ligado aos dehonianos. Mineiro nascido em Machado, ele se mudou para Taubaté aos 2 anos de idade, com a família. "Pai e mãe paralíticos, e vivíamos em um bairro muito pobre", recorda. "Eu era coroinha e cresci ajudando nas missas. Todos os dias ia com minha mãe, cedo, depois ia para a escola. Após a aula, fazia os trabalhos que tinha de fazer, levava comida para meus irmãos na fábrica [onde eles, mais velhos, trabalhavam], brincava por duas horas e, de novo, ia com minha mãe para o Conventinho, porque a gente ajudava lá." A mãe, Waldivina Messias de Oliveira, trabalhou como costureira, lavadeira e cozinheira na casa religiosa. "Cresci no ambiente de convento e gostei daquilo", recorda o padre. Tornou-se seminarista na adolescência — tinha 12 anos quando ingressou no seminário mantido pelos dehonianos na cidade de Lavras, em Minas Gerais. O percurso até a ordenação foi um périplo. De Lavras, foi para Corupá, em Santa Catarina, em outra instituição da mesma ordem. Aos 19 anos, nova mudança, para Jaraguá do Sul, também no estado catarinense, para mais uma etapa de seus estudos rumo ao sacerdócio. No ano seguinte, já tendo feito os primeiros votos, seguiu para Brusque — como noviço, ali estudaria filosofia. Dois anos depois, passou uma breve temporada na Taubaté de sua infância, estudando Teologia e matando a saudade dos familiares. Foi quando os superiores da ordem decidiram que quatro jovens religiosos deveriam ter uma experiência internacional. Dois foram destacados para estudar em Roma. Outros dois, Zezinho entre eles, foram para os Estados Unidos. De lá, enquanto se graduava em Teologia em Hales Corners, perto de Milwaukee, Zezinho acompanhou as discussões que transformariam a Igreja e o seu futuro: do outro lado do Atlântico, ocorria o Concílio Vaticano 2º. Padre Zezinho professou os chamados votos perpétuos em setembro de 1964, em cerimônia ocorrida em Honesdale, na Pensilvânia. Ele se tornou diácono em junho de 1966 e, finalmente, padre em setembro do mesmo ano. Música Padre Zezinho durante a gravação do 116° disco Reprodução/ Instagram Um ano depois, Padre Zezinho celebrou sua primeira missa em Taubaté — ele estava de volta ao Brasil. Vinha no espírito do Concílio que havia terminado há pouco tempo. Animado, jovem, passou a usar o violão em celebrações. Não era o sisudo padre José, mas o simpático Padre Zezinho, que dispensava a batina no convívio social e era próximo, sobretudo, da juventude. De um lado, nascia ali um capítulo importante na história da Igreja Católica no Brasil. De outro, Zezinho começava a sofrer críticas de conservadores. Detratores chamavam seus primeiros trabalhos de "musiquinhas adocicadas e festivas", seus encontros com jovens de "alucinógenos espirituais", seus textos de "livrinhos inconsequentes" — como recupera Gabi Bonvechio, na biografia recém-lançada. Padre Zezinho conta que o gosto pela música veio de casa — seu pai, Fernando José de Oliveira, gostava de tocar viola. A infância em Taubaté, lembra ele, também foi muito musical — terra de estrelas como Hebe Camargo (1929-2012) e Celly Campelo (1942-2003), enfatiza o religioso. O caipira eclético que gostava de rock e música popular em geral encantou-se pelo country e pelo blues em sua temporada nos Estados Unidos. Isso tudo moldou seu estilo. Em texto publicado na revista acadêmica Caminhos em 2020, o teólogo Antonio Manzatto, professor na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, situou a gênese da trajetória de Zezinho na efervescência político-cultural dos anos 1960. Manzatto lembra que eram tempos de ditadura militar no Brasil, rock nas rádios e TVs e contracultura no mundo jovem. A Igreja Católica, pós-Concílio, respirava ares de renovação, o que, segundo ele, "permitiu que a vivência religiosa se organizasse em estruturas diferentes". "Nesse ambiente, a figura de padres modernos foi extremamente importante. Padres renovados que se vestem de maneira simples, sem a sisudez das batinas, que falam a língua do povo, que não hesitam em se fazer próximos das pessoas, de suas casas, de suas vidas", pontua Manzatto. "Para a juventude que andava em busca de novos referenciais, figuras assim eram muito bem-vindas; e para a Igreja, que buscava nova linguagem e novas formas de comunicação com a juventude, o encontro foi extremamente benfazejo." Padre Zezinho se apresentou nesse cenário, com seu nome "diminutivo familiar que aproxima as pessoas, bem ao gosto dos brasileiros". Seu discurso simples era diferente do empolado tradicional dos padres de então. Ele ouvia os jovens e dialogava com eles. De quebra, trouxe a música. "Não a música dos claustros, das orquestras ou de ritmos distantes da juventude", salienta Manzatto. "Mas a música contemporânea com violões, guitarras e baterias ao estilo dos conjuntos musicais da época." Para o sociólogo Rogério Baptistini, professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Zezinho é "um dos pioneiros da evangelização moderna". "Ele usou a música como ferramenta de comunicação de massa e pregou a paz e o diálogo em letras alinhadas à doutrina social da Igreja, sempre conectado ao seu tempo e à visão progressista do catolicismo", afirma, definindo o Padre Zezinho como um "patrimônio sólido" do catolicismo brasileiro. Diversas místicas, uma Igreja Se desde o início vieram críticas do lado mais conservador da Igreja, da parte de Zezinho nunca houve muro entre os segmentos diferentes do catolicismo. Ele conta que foi formado um grupo de religiosos em 1969, com oito padres de estilos diferentes que passaram a se reunir periodicamente — em uma tradição que durou até 1980. Entre eles, estavam Jonas Abib (1936-2022), que depois se notabilizaria como fundador da comunidade Canção Nova e um dos principais expoentes do movimento conservador e fundamentalista Renovação Carismática Católica (RCC), e também o padre jesuíta Casimiro Irala (1936-2024), músico paraguaio radicado no Brasil e integrante da Ação Católica, grupo conhecido pela ênfase na doutrina social da Igreja. Eram místicas diferentes, lembra Zezinho. "Mas a gente era muito amigo, coisa assim de irmão". "Brincava com padre Jonas: sua mística é ensinar a orar, a minha é ensinar a partilhar. Não pensávamos igual, mas nos amamos do mesmo jeito." Com Irala, disse que aprendeu muito sobre música também. Como suas canções sempre foram mais com mensagens sociais do que de louvor, ele acabou sendo associado à linha Teologia da Libertação (TL), corrente cristã que enfatiza como necessária a opção preferencial pelos pobres — ao contrário da imensa maioria dos padres cantores que vieram depois, casos de Marcelo Rossi, ligado à RCC e com canções de louvor. Desde aqueles primeiros anos, era uma postura que o deixava alvo de críticas dos conservadores. Padre Zezinho é cuidadoso nas palavras. Refuta ser chamado de progressista, porque entende que isso deixa os conservadores na posição antagônica de "atrasados": "Sou atualizador. Respeito os conservadores e respeito os progressistas". Contestando os contestadores Desde cedo, lembra ele, seus amigos diziam que ele estava escolhendo um caminho difícil. "Porque estava contestando os contestadores, os que não aceitavam o Vaticano 2º. Rios não correm para trás. Os peixes, sim. Mas o rio vai adiante." "Teve jornalista ultraconservador que me chamou [ao lado de outros nomes da Igreja] de 'vaca sagrada' quando eu estava ficando muito famoso com minhas canções, e, mesmo sofrendo críticas, a Igreja não mexia comigo." Sobre a TL, ele gosta de ser específico. "Sou da TL bíblica, não da TL marxista", comenta. Diz que seu viés é a libertação que está nos textos sagrados, em prol do ser humano. "É por aí que eu vou", ressalta, lembrando que suas músicas falam das alegrias, das esperanças, das dores e das lutas do "povo de Deus". "Fiz música de doutrina social. Música de justiça e paz", comenta. Um exemplo simbólico é a Prece Pelo Social, lançada em 2000. A canção pede a Deus mais trabalho, mais salário e mais pão. "O rico menos rico/ O pobre menos pobre", cobra a letra. "Trabalho pra toda a gente/ Salário bem mais decente/ […]. Do jeito que está não dá." "Essa minha música machucou muita gente. Fiz para que possamos entender o que é justiça social", explica, lembrando que há dezenas de encíclicas falando que "rico demais não é bom para a Igreja, assim como pobre demais também não é bom". "Experimentei a fome aos 9 anos. Sou fruto de gente que acredita em progredir e não em ficar parado. O pobre tem de fazer alguma coisa para sair da pobreza, mas o rico também tem de fazer alguma coisa para ajudar o pobre. Não pode ser rico demais", ressalta. Ele se considera "um formador de opinião". "Nunca usei essa expressão que gostam hoje, influenciador", diz. "Sou um explicador." Sobre o fato de costumar ser incluído em polêmicas de internet, Padre Zezinho argumenta que "não tem medo". E que escolhe o caminho da gentileza. "Dá para dizer tudo sem gritar. Microfone não é para xingar, é para dialogar. Respondo sempre de uma forma gentil. Sem gentileza, não pode haver cristianismo." Ele disse que esse racha entre RCC e TL começou nos anos 1970. "Um grupo de direita, político, leigo, começou a fazer essas distinções: 'nós somos espirituais, vocês não são', 'a TL é uma vergonha para a Igreja' e palavras terríveis que até hoje falam", recorda. Padre Zezinho lembra que já trabalhou muito com pessoas da RCC e emissoras católicas ligadas ao movimento e encara a proximidade como um diálogo permanente e profícuo. "Direita e esquerda existem, conservadores e avançados existem. Podemos discordar, mas sem ódio", afirma. "Não sou esquerdista, nem direitista, nem centrista. Eu sou catequista. Sou transformador, sou explicitador." O sacerdote concorda que o debate atual está contaminado pela polarização social e política, intensificada pelo uso das redes sociais. "Podemos estar em pistas separadas, mas a gente se encontra de vez em quando, então estamos juntos", comenta. "Estou obedecendo aos papas que pregam justiça social, o fundador da minha congregação que pregava justiça social. É o que eu faço. Todos eles pregaram isso", explica o padre. Ele enfatiza que não importa com as discordâncias. "Se um burguês não gosta, então que seja burguês. Eu vou apanhar deles, mas eu acho que os pobres precisam crescer e é preciso fazer coisas em favor dos pobres para eles crescerem. Se isso é esquerda ou direita, não me importa. O que me importa é a doutrina social", diz. Padre Zezinho reconhece que esse posicionamento lhe traz um custo. "Pago um preço por isso? Pago. Toda hora alguém diz: 'coitado do padre Zezinho, pena que é da TL'", afirma. "Eu sou TL bíblica, não TL marxista. Sou contra Marx? Não. Só acho que o acento em marxismo não ajuda a Igreja. Mas o capitalismo também não ajuda. Entre capitalismo e comunismo, eu escolho o diálogo." A biógrafa Gabi Bonvechio diz que o padre é muito rotulado. "Ele é fruto do Concílio Vaticano 2º e abraçou a causa da doutrina social da Igreja e acaba muito atacado por isso", avalia. "Não ouso rotulá-lo. Ele fala muito de temas que os conservadores falam, como a família, a espiritualidade e a piedade. E também cobra justiça social. Houve uma época em que a esquerda o chamava de direitista e conservador. Agora, os direitistas o chamam de comunista e TL", diz Bonvechio, afirmando ser "uma injustiça" qualquer tentativa de "colocá-lo em uma caixinha". Para o sociólogo Rogério Baptistini, o que ocorre é que "hoje a Igreja no Brasil está sofrendo uma espécie de reação pentecostal". "Sacerdotes como ele e [o padre] Julio Lancelotti, por caminhos diferentes, sofrem com a onda de conservadorismo." Legado Professor na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, e diretor no Lay Centre, também em Roma, o vaticanista Filipe Domingues ressalta a coerência de padre Zezinho, como um sacerdote que nunca deixou de "seguir a comunhão da Igreja" e se permitir ter uma vida de celebridade. O religioso costuma enfatizar que não é um cantor. Mas um padre que canta. Esta postura parece fazer diferença. "Ele fez tudo o que fez sem buscar méritos", comenta Domingues. "Ele vive aquilo que prega. E isso traz credibilidade." Em 2019, o padre ganhou um espaço dedicado ao seu acervo, no convento onde reside. É o Memorial Padre Zezinho — que pode ser visitado sob agendamento. Quanto à biografia, o religioso precisou ser convencido. Gabi Bonvechio disse que pediu autorização ao padre em agosto do ano passado. Ela entrevistou mais de 50 pessoas, além do próprio sacerdote. "Passei a viver a vida do padre junto com ele, para poder contar sua história", diz ela. O teólogo Raylson Araujo, pesquisador na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, diz que Padre Zezinho é um dos grandes evangelizadores da Igreja Católica no Brasil. "Seu impacto é enorme e de longa data. Marcou época muito antes das redes sociais e da consolidação das TVs católicas", diz Araujo. "E mais: Tem padre que canta, mas não faz reflexão teológica. Tem padre que faz reflexão teológica, mas não canta. Padre Zezinho fez os dois e com maestria, traduzindo reflexões teológicas profundas e canções que há décadas está na boca do povo de Deus." Fiéis trabalham na confecção de tapetes para o dia de Corpus Christ
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Pai, mãe, filhas e ex-genro são investigados na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF), que apura suspeitas de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes, integraram o núcleo principal da organização criminosa investigada. Mario e Brenda foram presos em um hotel, na terça-feira (2). Já Bruna é considerada foragida. A esposa de Mario, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, também é investigada. De acordo com a PF, ela teria participação na estruturação e manutenção das atividades ilícitas atribuídas ao grupo. Ainda segundo a corporação, Maria não é considerada foragida porque, até o momento, o cumprimento do mandado de busca e apreensão foi considerado suficiente em relação à investigada. Já Rhanniery Nunes Graciano, ex-namorado de Brenda, é apontado pela PF como responsável por ocultar bens e dar continuidade às atividades ilícitas do grupo. Ele também foi preso na terça-feira. Da esquerda para direita: Mario Sergio Nunes, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, Brenda da Silva Nunes, Bruna Nunes e Rhanniery Nunes Graciano Reprodução/Redes Sociais Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. O g1 tenta contato com o advogado de Rhanniery. Veja abaixo a função de cada membro da família dentro do esquema, segundo a polícia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Quem é quem no esquema Mario Sergio Nunes, vulgo 'Serjão' Mario Sergio Nunes foi preso durante a operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Desde o início das investigações, Mario Sergio Nunes é apontado pela Polícia Federal como o líder da organização criminosa que atuaria no Triângulo Mineiro. Segundo a corporação, ele também é conhecido pelos apelidos de "Serjão do PCC", "Pedro" e "Pedrão", e seria uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) na região. De acordo com a PF, análises de conversas interceptadas indicam que Mario chefiava uma estrutura hierárquica rígida. Os investigadores afirmam que a posição dele dentro da facção gerava temor até mesmo entre integrantes subordinados. Conforme o relatório da investigação, "Serjão" comandaria uma rede responsável por coordenar motoristas, conhecidos como "mulas", usados no transporte de drogas. O grupo também utilizaria laranjas e testas de ferro para ocultar patrimônio e movimentações financeiras. Ainda segundo a apuração, ele mantinha alianças com traficantes responsáveis pela distribuição dos entorpecentes em Uberlândia, Uberaba e Ituiutaba, além de possuir conexões em outros estados. A PF aponta Mario Sergio como líder operacional e financeiro da célula investigada. No entanto, a corporação não descarta a existência de integrantes em níveis superiores da organização criminosa. Essa suspeita se baseia no elevado poder financeiro atribuído ao grupo e na diversidade de rotas de abastecimento identificadas durante a investigação. Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, esposa de Mario Sergio, também é investigada pela PF. Redes Sociais/Reprodução A esposa de Mario Sergio é apontada pela investigação como uma das responsáveis pela estrutura financeira do grupo. Segundo os relatórios da Polícia Federal (PF), ela teria participado da criação e manutenção de empresas de fachada, além de atuar na ocultação de patrimônio e na dissimulação das atividades ilícitas atribuídas à organização. As investigações indicam que ela agiria em conjunto com os familiares investigados. No entanto, até o momento, a PF aponta que sua participação estaria concentrada na cessão do próprio nome e de contas bancárias para movimentações financeiras do grupo, sem envolvimento direto em outras atividades operacionais. Por esse motivo, a Justiça entendeu que o cumprimento do mandado de busca e apreensão contra a investigada é, neste momento, uma medida suficiente para o andamento das investigações. Bruna Silva Nunes Bruna Nunes Reprodução/Redes Sociais Segundo a investigação, Bruna Nunes teria participação ativa no esquema liderado pelo pai. De acordo com a Polícia Federal (PF), ela atuaria como intermediária na comunicação do grupo e utilizaria contas bancárias para movimentações financeiras consideradas ilícitas. A PF também aponta que Bruna mantinha um padrão de vida incompatível com a renda formal declarada, de R$ 3.750 por mês. Entre os bens identificados pelos investigadores está um veículo avaliado em cerca de R$ 130 mil, que teria sido financiado pelo pai. Ainda segundo a investigação, entre março e maio de 2023 foram registradas movimentações financeiras consideradas atípicas e sem justificativa na conta da investigada. De acordo com a PF, os recursos teriam sido usados para custear despesas mensais de Mario Sergio Nunes, que chegavam a R$ 30 mil. Os investigadores afirmam que mensagens interceptadas mostram a preocupação de Bruna em apagar conversas com suspeitos ligados ao crime organizado na região. Para a PF, o conteúdo indicaria que ela tinha conhecimento das atividades investigadas. Outro ponto destacado pela investigação é que Bruna já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, ao lado de familiares, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. Diante dos indícios levantados durante a apuração, a PF solicitou mandados de busca e apreensão e a prisão preventiva da investigada. Brenda Silva Nunes Brenda Nunes é investigada pela PF de Uberlândia por lavagem de dinheiro PF/Reprodução Segundo a investigação, Brenda Nunes exercia funções semelhantes às da irmã dentro do esquema criminoso investigado. De acordo com a PF, ela atuaria no controle financeiro do grupo e na comunicação com outros suspeitos ligados ao tráfico de drogas na região. Assim como os pais e a irmã, Brenda já havia sido denunciada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 2019, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. A investigação aponta ainda que Brenda movimentava recursos de contas da empresa Pedro Estética Veicular, apontada pela PF como uma empresa de fachada e registrada em nome da mãe dela, Maria Lourdetis. Segundo os investigadores, os valores eram usados para cobrir despesas pessoais da família. De acordo com a PF, Brenda não possuía emprego formal e mantinha um padrão de vida incompatível com a renda declarada. Entre os bens e registros citados pela investigação estão lanchas, motos aquáticas e pelo menos dois cavalos de competição avaliados em cerca de R$ 50 mil cada. Mensagens interceptadas indicam que Brenda tinha conhecimento das atividades atribuídas ao grupo, segundo a PF. Em conversas com a irmã, ela comentaria apreensões de drogas realizadas pela polícia e faria referências à posição do pai dentro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Em um dos diálogos, também teria mencionado que outras pessoas sabiam que Mario Sergio era "bandido" e utilizaria o nome dele para intimidar desafetos. Rhanniery Nunes Graciano Rhanniery Nunes Graciano preso na operação "Mens Occulta" Redes Sociais/Reprodução Segundo a investigação, Rhanniery Nunes Graciano, ex-genro de Mario Sergio, é suspeito de atuar como "laranja" da organização criminosa para ocultar patrimônio e lavar dinheiro. De acordo com a Polícia Federal, ele passou a ser investigado após uma negociação considerada suspeita envolvendo uma carreta. O veículo havia sido flagrado anteriormente transportando semirreboques carregados com cocaína apreendida em abril de 2025. A investigação aponta que Rhanniery comprou o caminhão por R$ 320 mil logo após a apreensão da droga e o revendeu no dia seguinte por R$ 300 mil. Para a PF, o prejuízo de R$ 20 mil indicaria uma tentativa de ocultar o bem. Os investigadores também afirmam que a movimentação financeira atribuída a Rhanniery é incompatível com a renda formal registrada em seu nome. Segundo a apuração, ele recebeu auxílio emergencial e teve como último salário formal o valor de R$ 1.516,67, em dezembro de 2024. Apesar disso, a PF afirma que o investigado exibia nas redes sociais um padrão de vida de alto custo, com registros em lanchas, cavalos, motos e veículos de luxo. Para a polícia, o uso de laranjas, empresas de fachada e a repetição de rotas logísticas reforçam a suspeita de atuação de uma organização criminosa. Esses elementos embasaram o pedido de prisão preventiva de Rhanniery, segundo a investigação. Cavalo de competição e flutuante de luxo PF apreende cavalo de competição e flutuante ligados a família investigada Na quarta-feira (3), a PF apreendeu um cavalo de competição avaliado entre R$ 50 mil e R$ 100 mil durante o segundo dia da operação "Mens Occulta". A investigação apontou que o cavalo pertencia à Brenda da Silva Nunes e foi encontrado em um haras na região de Barretos, no interior de São Paulo. Brenda é competidora da modalidade de três tambores e está entre os principais alvos da operação. De acordo com a Polícia Federal (PF), outro cavalo de competição ligado à investigada ainda não foi localizado. Além do animal apreendido, os agentes encontraram um segundo flutuante motorizado atribuído à família Nunes. A embarcação estava em uma propriedade particular de Uberlândia. Segundo a PF, o flutuante possui estrutura de lazer com fogão, sistema de som e até pista de dança. Para os investigadores, as novas apreensões reforçam a suspeita de que o grupo utilizava recursos obtidos com atividades criminosas para comprar bens de alto valor e artigos de luxo. Flutuante conta com estrutura de lazer equipada com fogão, sistema de som e até pista de dança PF/Divulgação Família é apontada como núcleo principal da organização A operação "Mens Occulta" foi deflagrada na terça-feira (2). Os principais investigados são Mario Sergio Nunes e as filhas dele, Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes. O ex-namorado de Brenda, Rhaniery Nunes, também foi preso por suspeita de lavagem de dinheiro. Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo é investigado por integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal (PF) apura movimentações financeiras de cerca de R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Conforme as investigações, Mario seria integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e já foi preso em operações anteriores. PF faz operação contra tráfico internacional de cocaína em MG e outros estados Durante a operação, a Polícia Federal (PF) já havia apreendido veículos importados, embarcações, motos aquáticas, propriedades rurais e um motorhome de luxo avaliado em cerca de R$ 1,2 milhão. Segundo a corporação, os investigados mantinham um padrão de vida incompatível com a renda declarada oficialmente. Até a última atualização desta reportagem, sete investigados continuavam foragidos, entre eles a psicóloga infantil Bruna Nunes, apontada pela PF como integrante do núcleo familiar investigado. De acordo com as investigações, a organização criminosa trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava no país pelo Mato Grosso do Sul, escondida em caminhões, e seguia para Uberlândia. Depois, era distribuída para outras cidades e estados. Ao longo de quase dois anos de apuração, a PF relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação Pai e filha foram presos em hotel Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele, e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. Já a outra filha investigada era considerada foragida até a última atualização desta reportagem. Além do pai e das filhas, a esposa de Mario e genros também foram alvos de mandados judiciais, de acordo com a PF. BMWs, motorhome e vida de luxo As investigações apontam que a família acumulou um patrimônio milionário que, segundo a PF, não era compatível com a renda oficialmente declarada. Entre os bens identificados pelos investigadores estão ranchos às margens da Represa de Miranda, apartamentos, embarcações, motos aquáticas, cavalos de raça, carros importados e um motorhome de luxo. Segundo o delegado, o motorhome era frequentemente utilizado em viagens para Barretos (SP), onde uma das filhas participava de competições de três tambores. "A filha é competidora, tem cavalos, então eles usavam muito para ir para Barretos, para participar desses torneios. É um veículo de luxo", comentou o delegado. Inicialmente estimado em R$ 500 mil, o veículo teve o valor atualizado pela investigação para cerca de R$ 1,2 milhão. Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. De acordo com a investigação, Brenda havia se formado recentemente em Direito, atuava em poucos processos e divulgava nas redes sociais que estudava para concursos da magistratura. Já a irmã atuava como psicóloga infantil. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Operação 'Mens Occulta' De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga originada do Paraguai era transportada do Mato Grosso do Sul em veículos de carga. Os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Ao todo, a Operação Mens Occulta mobilizou 230 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de prisão preventiva e 49 mandados de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O que disse a defesa da família Nunes "A defesa da Família Nunes informa que, até o presente momento, ainda não teve acesso integral aos autos, os quais tramitam sob sigilo, razão pela qual qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos seria prematura. A Família Nunes reafirma sua confiança nas instituições, no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, colocando-se à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários. A defesa destaca, ainda, que eventuais responsabilidades somente podem ser apuradas no âmbito do processo judicial, com respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais. Por fim, a Família Nunes manifesta serenidade e confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno." LEIA TAMBÉM: Ex-cabo do Exército usava clube de tiro para testar armas do Paraguai antes de serem vendidas a criminosos do Rio e Bahia VÍDEO: Suspeitos de tráfico de armas ostentavam rifles em filmagens Envolvimento em contrabando e lavagem de dinheiro: veja crimes dos quais PMs alvos de operação da PF em Goiás são suspeitos VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Polícia investiga se área era utilizada como cemitério clandestino em Alagoas A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) encontrou dois corpos enterrados em uma área de mangue de difícil acesso, no município de Coruripe, litoral sul do estado. As investigações apuram se o local era utilizado como um cemitério clandestino ligado à atuação de uma organização criminosa na região. As buscas contaram com equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Uma retroescavadeira precisou ser utilizada para abrir caminho até o local, por causa da vegetação e da dificuldade de acesso. Segundo a polícia, a investigação teve início após levantamentos do setor de inteligência apontarem a possível existência de uma área usada para ocultação de cadáveres. De acordo com o delegado Douglas Rocha, a organização criminosa investigada atua no tráfico de drogas e também tem ligação com homicídios registrados no município. “Durante as investigações, a gente constatou que existe uma organização criminosa aqui. Eles se intitulam avessos ao Comando Vermelho e ao PCC. Essa organização criminosa estava realizando tráfico na região e também tem envolvimento com alguns homicídios”, afirmou o delegado. Ainda segundo Douglas Rocha, quatro pessoas foram identificadas como envolvidas em um dos homicídios investigados. Um dos suspeitos morreu em confronto com a polícia, enquanto outros três foram presos. O último deles foi localizado em São Paulo e preso com apoio da Polícia Civil paulista. “Até o momento encontramos dois corpos. Estamos ainda nas buscas para ver se a gente consegue localizar outros e também trabalhando nessas investigações para localizar desaparecidos da região”, disse o delegado. A Polícia Civil vai investigar se os corpos encontrados têm relação com o desaparecimento de cinco pessoas registradas entre 2023 e 2026 em Coruripe. Os corpos passarão por exames da Polícia Científica de Alagoas, que ficará responsável pela identificação das vítimas e pela análise das circunstâncias das mortes. Polícia encontra corpos enterrados em manguezal e investiga cemitério clandestino em AL. Charlene Araújo/TV Asa Branca Alagoas
Miles de personas saltaron al cesped del estadio de A Coruña el domingo pasado y pusieron en peligro la celebración del partido de la selección este jueves
g1 em 1 minuto Mato Grosso do Sul: leilão do Detran tem carro a partir de R$11 mil O calendário de licenciamento de veículos 2026 em Mato Grosso do Sul começa nesta segunda-feira (1º) para veículos com placas finais 1, 2 e 3. Neste ano, os proprietários poderão parcelar multas e outros débitos de forma online pelo portal Meu Detran, serviço digital do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS). O parcelamento pode ser feito no site Meu Detran e vale para pendências que impedem a emissão do licenciamento, como multas e débitos vinculados ao veículo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O serviço é realizado por meio do BBPay, plataforma do Banco do Brasil integrada ao sistema do Detran-MS. Quem precisa pagar o licenciamento em junho? Neste primeiro mês do calendário, devem regularizar o veículo os proprietários de carros com placas finais: 1 2 3 O prazo para pagamento termina em 30 de junho. Segundo o Detran-MS, cerca de 569 mil veículos entram nesta etapa do calendário. Desse total, mais de 155 mil proprietários já anteciparam o pagamento do documento. Clique aqui e consulte os débitos. Como parcelar débitos do veículo online? O proprietário deve acessar o portal Meu Detran e entrar na área de serviços do veículo. A plataforma permite parcelar: multas; taxas; outros débitos pendentes. Após a regularização, o motorista poderá emitir o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo eletrônico (CRLV-e). Calendário do licenciamento 2026 em MS O Detran-MS alterou o calendário de vencimentos neste ano. Veja como ficou: placas finais 1, 2 e 3: junho; placas finais 4, 5 e 6: julho; placas finais 7 e 8: agosto; placa final 9: setembro; placa final 0: outubro. Segundo o Detran-MS, a mudança foi feita para evitar problemas na emissão do CRLV-e causados por inconsistências entre os sistemas do órgão e da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz). Cidades com mais pagamentos antecipados Campo Grande lidera o número de licenciamentos pagos antes do vencimento, com mais de 95 mil veículos regularizados. Veja os municípios com maior número de pagamentos antecipados: Campo Grande: mais de 95 mil; Dourados: quase 30 mil; Três Lagoas: mais de 18 mil; Ponta Porã: mais de 8 mil; Corumbá: cerca de 5,9 mil. O diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Trindade, afirmou que o objetivo da medida é ampliar o acesso à regularização dos veículos. “Nosso objetivo é facilitar a vida do cidadão. Muitas vezes a pessoa quer regularizar o veículo, mas acaba encontrando dificuldades financeiras por acumular multas e outros débitos. Com essa possibilidade de parcelamento dentro do Portal Meu Detran, estamos oferecendo mais acesso, praticidade e segurança para que o cidadão consiga ficar em dia”, afirmou. Detran listou condutores que terão CNHs suspensas em MS. Reprodução Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
As agências da Sicoob Credisul que mais se destacaram ao longo de 2025 foram reconhecidas durante a cerimônia do Troféu Arara de Ouro 2026, realizada no dia 27 de maio, em Vilhena (RO). O encontro reuniu colaboradores, lideranças e equipes das unidades da cooperativa em uma noite marcada por celebração, conquistas e valorização de resultados. Reprodução Assessoria A premiação marcou o encerramento do Sicoob Work Up 2026, que reuniu lideranças e colaboradores estratégicos em uma imersão voltada ao desenvolvimento profissional, sucessão de lideranças e preparação dos times para os desafios do mercado. Durante dois dias, os participantes acompanharam palestras, painéis e momentos de troca de experiências com especialistas de diferentes áreas. Reprodução Assessoria Realizada no auditório da Faculdade Favoo, a cerimônia do Troféu Arara de Ouro celebrou os resultados alcançados pelas agências ao longo de 2025 e marcou o encerramento da programação do Work Up. Considerado um dos momentos mais aguardados do calendário interno da Sicoob Credisul, o prêmio evidencia na prática como o investimento nas pessoas contribui para os resultados alcançados pela cooperativa. Reprodução Assessoria O superintendente de Produtos e Serviços da Sicoob Credisul, Isaías Batista, ressaltou a importância do Work Up na preparação dos colaboradores para os desafios do negócio. “Investir no desenvolvimento das pessoas é investir no futuro da cooperativa. O Work Up foi pensado para promover conhecimento, alinhamento e inspiração, fortalecendo as lideranças que conduzem nossos resultados diariamente.” Entre as 47 agências da Sicoob Credisul, sete unidades foram premiadas nas categorias avaliadas ao longo do ano: • Superação: Agência Habitasa – Rio Branco (AC) • Inovação: Agência Sede – Vilhena (RO) • Excelência e Eficiência: Agência Jardim América – Vilhena (RO) • Cooperativismo e Sustentabilidade: Agência Nova Mutum (MT) • Excelência em Atendimento: Agência Corumbiara (RO) • Performance em Negócios: Agência Cerejeiras (RO) • Performance em Produtos: Agência Sede – Vilhena (RO) Além das agências premiadas, a cerimônia também homenageou colaboradores que completaram 10 anos de atuação na cooperativa e participantes do programa Ser+ Credisul, iniciativa de Gestão de Pessoas voltada ao fortalecimento de lideranças. O presidente do Conselho de Administração da Sicoob Credisul, Ivan Capra, destacou o significado da premiação para a cultura da cooperativa. “A Arara de Ouro reconhece o comprometimento das equipes, o cuidado com os cooperados e a dedicação diária de cada colaborador que contribui para o nosso crescimento e para a geração de valor em nossas comunidades.” Para o diretor executivo da Sicoob Credisul, Vilmar Saúgo, a premiação fortalece o espírito de união entre os colaboradores e incentiva a busca constante pela excelência. “Cada agência premiada carrega uma história de esforço, estratégia e trabalho coletivo. Encerrar o Work Up celebrando esses resultados reforça o valor de investir continuamente nas pessoas, que são as responsáveis por transformar conhecimento em resultados, relacionamento e valor para os nossos cooperados.”
TORONTO — Corus Entertainment is expanding “The Morning Show” into a whole new frontier: the afternoon. The broadcasting company announced the new program, “TMS2,” at its upfront presentation on Wednesday, saying the hour-long show will debut on Global and StackTV starting in September. It will be hosted by Morgan Hoffman, an entertainment reporter on “The […]
PF faz operação contra tráfico internacional de cocaína em MG e outros estados Uma advogada, uma psicóloga e o pai delas estão no centro da investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro sediado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Segundo a corporação, a família acumulou um patrimônio de luxo que inclui ranchos, carros importados, cavalos de raça e um motorhome milionário. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes formavam o núcleo principal da organização criminosa alvo da 'Operação Mens Occulta', realizada na terça-feira (2). O g1 tenta contatar os advogados de defesa da família. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp As investigações apontam que a organização investigada trazia cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga entrava pelo Mato Grosso do Sul escondida em caminhões e era transportada até Uberlândia, sendo distribuída em seguida para outras cidades e estados. Ao longo de cerca de dois anos de investigação, a Polícia Federal relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Pai e filha foram presos em hotel Mario e a filha Brenda foram presos em um hotel em Uberaba durante o cumprimento dos mandados de prisão. Para os investigadores, Brenda exercia papel de destaque dentro da estrutura criminosa e seria o braço direito do pai. "Uma das filhas é uma advogada que é o braço direito dele e tanto ele quanto essa filha foram encontrados e presos em Uberaba, no início do dia, num hotel. Então assim, aparentemente, estavam planejando uma possível fuga", disse o delegado da PF, Felipe Martins Perez Garcia. Já a outra filha investigada era considerada foragida até a última atualização desta reportagem. Além do pai e das filhas, a esposa de Mario e genros também foram alvos de mandados judiciais, de acordo com a PF. BMWs, motorhome e vida de luxo As investigações apontam que a família acumulou um patrimônio milionário que, segundo a PF, não era compatível com a renda oficialmente declarada. Entre os bens identificados pelos investigadores estão ranchos às margens da Represa de Miranda, apartamentos, embarcações, motos aquáticas, cavalos de raça, carros importados e um motorhome de luxo. Segundo o delegado, o motorhome era frequentemente utilizado em viagens para Barretos (SP), onde uma das filhas participava de competições de três tambores. "A filha é competidora, tem cavalos, então eles usavam muito para ir para Barretos, para participar desses torneios. É um veículo de luxo", comentou o delegado. Inicialmente estimado em R$ 500 mil, o veículo teve o valor atualizado pela investigação para cerca de R$ 1,2 milhão. Suspeita de lavagem de dinheiro A Polícia Federal suspeita que os recursos obtidos com o tráfico eram ocultados por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem financeira compatível nos últimos cinco anos. De acordo com a investigação, Brenda havia se formado recentemente em Direito, atuava em poucos processos e divulgava nas redes sociais que estudava para concursos da magistratura. Já a irmã atuava como psicóloga infantil. "Eles não tinham renda fixa declarada, então foram vários veículos de luxo, alguns já estavam colocados à venda. Eles já estavam tentando desfazer dos bens, provavelmente pelas recentes apreensões que ocorreram no mês passado e no mês retrasado, e são veículos de alto valor, alto padrão", concluiu Garcia. Operação 'Mens Occulta' De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga originada do Paraguai era transportada do Mato Grosso do Sul em veículos de carga. Os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Ao todo, a Operação Mens Occulta mobilizou 230 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de prisão preventiva e 49 mandados de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. 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PF apreende armas e munições durante Operação Mens Occulta em Uberlândia Ranchos de luxo, cavalos de raça, embarcações, apartamentos e até um motorhome avaliado em R$ 500 mil. Segundo a Polícia Federal (PF), esse era parte do patrimônio acumulado por uma organização criminosa sediada em Uberlândia e investigada por tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro. Cerca de 230 policiais federais cumprem, nesta terça-feira (2), 25 mandados de prisão preventiva e 49 de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul durante a Operação 'Mens Occulta'. Somente em Uberlândia foram executados 29 mandados de busca. A investigação federal apontou que o núcleo principal da organização criminosa era formado por um pai e duas filhas, apontados como responsáveis pelo comando das atividades criminosas. O g1 tenta contatar a defesa dos envolvidos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp De acordo com as investigações, a quadrilha era especializada no tráfico de cocaína. A droga era trazida principalmente do Paraguai e transportada em veículos de carga. De acordo com a PF, os criminosos escondiam os entorpecentes em caminhões para atravessar longas distâncias sem levantar suspeitas. A estrutura criminosa tinha como base Uberlândia. Ao longo das investigações, a Polícia Federal relacionou o grupo à apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de cocaína em 11 flagrantes. Vida de luxo e ostentação em Uberlândia Segundo a corporação, a família mantinha uma vida de luxo em Uberlândia e frequentava propriedades de alto padrão na cidade, especialmente um rancho localizado às margens da Represa de Miranda, onde mandados também foram cumpridos nesta manhã. O dinheiro obtido com o tráfico era lavado, de acordo com a PF, por meio de empresas de fachada e da aquisição de bens de alto valor. Relatórios de inteligência financeira identificaram movimentações de aproximadamente R$ 70 milhões sem origem compatível nos últimos cinco anos. Entre os bens apreendidos, que pertenciam à família investigada, estão um motorhome de luxo, um flutuante, motos aquáticas e carros importados. Veja as fotos a seguir. Apreensões durante a operação Mens Occulta da PF Uberlândia Operação 'Mens Occulta O nome da operação, em latim, significa "mente oculta" e faz referência à suposta estratégia adotada pelo líder da organização criminosa, que, segundo a PF, evitava se expor diretamente e procurava manter familiares afastados da aparência das atividades ilegais. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Suspeitos de tráfico de armas ostentavam rifles em filmagens Envolvimento em contrabando e lavagem de dinheiro: veja crimes dos quais PMs alvos de operação da PF em Goiás são suspeitos Ranchos, cavalos de raça e motorhome luxuoso: como quadrilha lavava dinheiro do tráfico de cocaína em Uberlândia PF/Reprodução Família de Uberlândia adquiria ranchos com dinheiro do tráfico internacional, segundo a PF PF/Divulgação VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Operação mira grupo criminoso com atuação em quatro estados e cumpre 50 mandados A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul realizou, na manhã desta terça-feira (2), a Operação Éris, que tem como alvo uma organização criminosa investigada por atuação em Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 36 mandados de busca e apreensão. A ação acontece de forma simultânea em diversas cidades dos quatro estados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp As investigações começaram em 2024, a partir de informações obtidas durante a Operação Artus, realizada em dezembro de 2023. Na ocasião, 34 integrantes de uma facção criminosa ligada a São Paulo foram presos. Durante a análise do material apreendido naquela operação, os investigadores identificaram uma estrutura específica dentro da organização, formada por mulheres que atuavam de maneira coordenada e com funções definidas. Segundo a investigação, esse núcleo possuía integrantes distribuídas em diferentes estados e seguia uma hierarquia própria. Com o avanço das apurações, os policiais passaram a monitorar os suspeitos e reuniram provas que embasaram os pedidos de prisão e busca. As medidas foram autorizadas pela Justiça após parecer favorável do Ministério Público. Em Mato Grosso do Sul, os mandados são cumpridos nos municípios de Nova Andradina, Ivinhema, Angélica, Campo Grande, Rochedo, Maracaju, Amambai, Corumbá, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso, Aquidauana, Selvíria, Água Clara e Três Lagoas. Também há ações em cidades do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. O nome da operação faz referência a Éris, personagem da mitologia grega associada à discórdia. De acordo com os investigadores, a escolha simboliza a tentativa de desarticular a estrutura da organização criminosa, especialmente o núcleo feminino identificado durante as investigações. Operação Éris em MS contra organização criminosa com atuação interestadual Polícia Civil de MS Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
Folhas de coca e essências de narguilé foram apreendidos durante a ação, em Regente Feijó' Polícia Rodoviária/Divulgação Um homem e uma mulher, ambos bolivianos, foram presos após a Polícia Rodoviária encontrar maços de essência de narguilé e mais de 330 quilos de folhas de cocaína. O flagrante aconteceu nesta segunda-feira (1º), na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Regente Feijó (SP). Por volta das 20h20, durante a Operação Impacto, uma equipe do policiamento rodoviário abordou um ônibus com placas de São Paulo que fazia a linha interestadual de Corumbá (MS) para a capital paulista. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Durante a vistoria no bagageiro externo, os policiais localizaram 12 fardos contendo folhas de coca, que totalizaram 330,8 quilos, e uma caixa com 1.300 maços de essências de narguilé sem a documentação fiscal. Segundo a corporação, a carga de folhas de coca pertencia à mulher, de 35 anos. A passageira confessou à polícia ter recebido os fardos em Corumbá (MS) e disse que os transportaria até o Brás, na capital paulista. O valor pelo transporte seria ajustado no ato da entrega. Agora no g1 Já os maços de essência de narguilé, a polícia apurou que pertenciam ao condutor do ônibus, um homem de 36 anos. Aos policiais, ele alegou que, a pedido da empresa, pegou a carga na BR-040, nas proximidades de Campo Grande (MS) para descarregá-la no Brás. Ele afirmou que não receberia nenhum valor pelo serviço. A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Polícia Federal de Presidente Prudente (SP), onde o condutor do veículo ficou preso e à disposição da Justiça para audiência de custódia. Já a passageira, após ser ouvida, foi liberada e vai responder em liberdade. Initial plugin text Carga foi apreendida durante fiscalização policial na Rodovia Raposo Tavares, em Regente Feijó (SP) Polícia Rodoviária/Divulgação Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Operação Mens Occulta cumpre 74 mandados em Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul PF/Divulgação A Polícia Federal (PF) realiza, na manhã desta terça-feira (2), a Operação 'Mens Occulta' para combater uma organização criminosa sediada em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, suspeita de atuar no tráfico internacional de cocaína e na lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, o grupo estaria ligado à apreensão de cerca de 2,9 toneladas da droga em 11 flagrantes registrados ao longo da apuração e movimentou aproximadamente R$ 70 milhões sem origem comprovada nos últimos cinco anos. Ao todo, 230 policiais federais cumprem 25 mandados de prisão preventiva e 49 de busca e apreensão em dez cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Apenas em Uberlândia, principal local da operação, são executados 29 mandados de busca e apreensão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp De acordo com a PF, a cocaína era proveniente da região de Corumbá (MS), município localizado na fronteira com a Bolívia, e abastecia a estrutura criminosa investigada. As apurações apontam que a organização possuía uma logística consolidada para transporte e distribuição dos entorpecentes, sendo a base do grupo criminoso instalada em Uberlândia. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal de Uberlândia. Além disso, a operação ocorre simultaneamente em cidades de três estados brasileiros, nos seguintes municípios: Minas Gerais: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte Espírito Santo: Cariacica Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Corumbá O nome da operação, Mens Occulta, significa "mente oculta" em latim. Segundo a Polícia Federal, a denominação faz referência à forma de atuação atribuída ao líder da organização criminosa, que, de acordo com as investigações, evitava se expor diretamente e procurava manter a si e seus familiares afastados das atividades ilícitas. Grupo usava empresas de fachada e detinha bens de luxo As investigações identificaram indícios de que o grupo utilizava empresas de fachada para ocultar a origem dos recursos obtidos com o tráfico de drogas. Conforme a PF, o dinheiro era empregado na aquisição de bens de alto valor, entre eles ranchos, apartamentos, cavalos de raça, embarcações e veículos. Relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações de cerca de R$ 70 milhões sem lastro financeiro compatível. A corporação informou ainda que o apontado líder da organização possui antecedentes relacionados ao tráfico de drogas. Segundo a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Suspeitos de tráfico de armas ostentavam rifles em filmagens Envolvimento em contrabando e lavagem de dinheiro: veja crimes dos quais PMs alvos de operação da PF em Goiás são suspeitos PF de Uberlândia informou que grupo lavava dinheiro do tráfico com ranchos e outros bens de luxo PF/Divulgação Operação Mens Occulta também apreendeu motos aquáticas e veículos de luxo PM/Divulgação VEJA TAMBÉM: 'Operação Luxury' prende suspeitos em três estados, mas alvos seguem foragido 'Operação Luxury' prende suspeitos em três estados, mas alvos seguem foragidos VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
Representantes das agências vencedoras do Troféu Arara de Ouro 2026, premiação que reconhece os destaques da Sicoob Credisul. Divulgação As agências da Sicoob Credisul que mais se destacaram ao longo de 2025 foram reconhecidas durante a cerimônia do Troféu Arara de Ouro 2026, realizada no dia 27 de maio, em Vilhena (RO). O encontro reuniu colaboradores, lideranças e equipes das unidades da cooperativa em uma noite marcada por celebração, conquistas e valorização de resultados. A premiação marcou o encerramento do Sicoob Work Up 2026, que reuniu lideranças e colaboradores estratégicos em uma imersão voltada ao desenvolvimento profissional, sucessão de lideranças e preparação dos times para os desafios do mercado. Durante dois dias, os participantes acompanharam palestras, painéis e momentos de troca de experiências com especialistas de diferentes áreas. Realizada no auditório da Faculdade Favoo, a cerimônia do Troféu Arara de Ouro celebrou os resultados alcançados pelas agências ao longo de 2025 e marcou o encerramento da programação do Work Up. Considerado um dos momentos mais aguardados do calendário interno da Sicoob Credisul, o prêmio evidencia na prática como o investimento nas pessoas contribui para os resultados alcançados pela cooperativa. O superintendente de Produtos e Serviços da Sicoob Credisul, Isaías Batista, ressaltou a importância do Work Up na preparação dos colaboradores para os desafios do negócio. “Investir no desenvolvimento das pessoas é investir no futuro da cooperativa. O Work Up foi pensado para promover conhecimento, alinhamento e inspiração, fortalecendo as lideranças que conduzem nossos resultados diariamente.” Entre as 47 agências da Sicoob Credisul, sete unidades foram premiadas nas categorias avaliadas ao longo do ano: Superação: Agência Habitasa – Rio Branco (AC) Inovação: Agência Sede – Vilhena (RO) Excelência e Eficiência: Agência Jardim América – Vilhena (RO) Cooperativismo e Sustentabilidade: Agência Nova Mutum (MT) Excelência em Atendimento: Agência Corumbiara (RO) Performance em Negócios: Agência Cerejeiras (RO) Performance em Produtos: Agência Sede – Vilhena (RO) Além das agências premiadas, a cerimônia também homenageou colaboradores que completaram 10 anos de atuação na cooperativa e participantes do programa Ser+ Credisul, iniciativa de Gestão de Pessoas voltada ao fortalecimento de lideranças. O presidente do Conselho de Administração da Sicoob Credisul, Ivan Capra, destacou o significado da premiação para a cultura da cooperativa. “A Arara de Ouro reconhece o comprometimento das equipes, o cuidado com os cooperados e a dedicação diária de cada colaborador que contribui para o nosso crescimento e para a geração de valor em nossas comunidades.” Para o diretor executivo da Sicoob Credisul, Vilmar Saúgo, a premiação fortalece o espírito de união entre os colaboradores e incentiva a busca constante pela excelência. “Cada agência premiada carrega uma história de esforço, estratégia e trabalho coletivo. Encerrar o Work Up celebrando esses resultados reforça o valor de investir continuamente nas pessoas, que são as responsáveis por transformar conhecimento em resultados, relacionamento e valor para os nossos cooperados.” Cerimônia Troféu Arara de Ouro 2026
Aeroportos da Paraíba devem movimentar quase 40 mil passageiros no 'feriadão' de Corpus Christi Aena-PB Os dois aeroportos da Paraíba, localizados em João Pessoa e Campina Grande, devem movimentar, juntos, 34.072 passageiros entre os dias 3 e 7 de junho, no período que compreende o "feriadão" de Corpus Christi. As informações foram confirmadas pela Aena, empresa que administra ambos os locais. De acordo com a empresa, em João Pessoa, foram 30.732 assentos vendidos para o período em 177 operações, ao passo em que no aeroporto em Campina Grande foram 3.340 assentos vendidos em 30 operações. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Na lista de 17 aeroportos administrados pela empresa, João Pessoa é a quarta cidade com mais expecativa para movimentação de passageiros, somente atrás dos aeroportos de Congonhas, Recife e Maceió. Já Campina Grande, ainda nesta lista que leva em consideração apenas aeroportos administrados pela empresa, ficou na 13ª posição em expectativa de movimentação, ficando na frente apenas de aeroportos das cidades de Altamira (Pará), Uberaba (Minas Gerais), Corumbá (Mato Grosso do Sul) e Ponta Porã (Ponta Porã). Agora no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba