Texas AG threatens legal war against Big 12 over potential sanctions around Brendan Sorsby
Texas Tech's Brendan Sorsby gambling saga creates a public relations nightmare as coach McGuire and booster Campbell defend the quarterback to the world.

"CAMPBELL" · 총 33건
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Texas Tech's Brendan Sorsby gambling saga creates a public relations nightmare as coach McGuire and booster Campbell defend the quarterback to the world.

Texas Tech booster Cody Campbell claims conferences refusing to schedule the Red Raiders over the Sorsby case would constitute antitrust collusion.

Texas Tech booster Cody Campbell defends Brendan Sorsby's eligibility, says rivals are targeting the program for being a disruptor in college football.

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TJMS em Campo Grande. Reprodução O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) devolva pagamentos indevidos feitos a magistrados, os chamados "penduricalhos". A decisão é do ministro Mauro Campbell Marques e foi publicada na última segunda-feira (8). Conforme o documento, a medida tem o objetivo de corrigir falhas administrativas identificadas em auditoria realizada por um Grupo de Trabalho do CNJ em maio deste ano. Não há informações sobre o montante a ser devolvido. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O g1 entrou em contato com o TJMS nesta quarta-feira (10), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Para concluir a regularização, o tribunal estadual foi autorizado a efetuar descontos diretos na folha de pagamento durante os meses de junho e julho. Por fim, o TJMS deverá apresentar um comprovante de quitação integral dos débitos para encerrar o processo. 🔎 Os chamados "penduricalhos" são pagamento de verbas indenizatórias que se somam aos salários e, na prática, elevam a remuneração de servidores acima do teto constitucional. No fim de abril, o Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu critérios para os pagamentos dessas verbas para os magistrados e integrantes do Ministério Público, a fim de reduzir gastos. Resultado da auditoria Segundo o relatório da auditoria, foram encontradas irregularidades na base de cálculo de benefícios como abono pecuniário, abono de férias, gratificação natalina (13º salário), férias indenizatórias e licença compensatória. De acordo com o CNJ, o TJMS incluiu a rubrica “Indenização de cargo” no cálculo dessas verbas. A corregedoria afirma que a parcela é temporária e, por isso, não deveria entrar na base usada para calcular as indenizações, conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Auditoria aponta diferença nos valores A auditoria também apontou uma possível cobrança em duplicidade do terço constitucional de férias nas férias indenizatórias. Segundo o relatório, o cálculo aplicava novamente um adicional que já estaria incluído em outra parcela da fórmula. O CNJ apresentou exemplos de valores pagos acima do considerado correto pela auditoria. Em um dos casos analisados, as férias indenizatórias calculadas pelo TJMS chegaram a R$ 104,4 mil, enquanto o valor apontado pelo CNJ foi de R$ 87,8 mil, diferença de R$ 16,5 mil. Também foram identificadas diferenças em pagamentos de 13º salário, abono de férias e licença compensatória. Penduricalhos de desembargadores superam salários e somam quase R$ 9 milhões no TJMS Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Obama Presidential Center launches Tafari's Kitchen, a comfort-food restaurant honoring late personal chef Tafari Campbell who drowned in 2023.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira (9) a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para investigar denúncias de crimes sexuais contra o desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais Magid Nauef Láuar. Os conselheiros ainda aprovaram a manutenção do afastamento do desembargador de suas funções, que vigora desde fevereiro. As denúncias contra Láuar vieram à tona depois que ganhou repercussão nacional uma decisão do próprio desembargador, que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de uma menina de 12 anos, no Triângulo Mineiro. Na decisão, ele alegou que havia vínculo afetivo consensual entre o acusado e a vítima. Essa decisão acabou revista por ele. Diante das denúncias, em fevereiro o Conselho Nacional de Justiça afastou Láuar de suas funções. Além disso, o magistrado foi alvo de operação da Polícia Federal. Nesta terça, o corregedor do CNJ, ministro Mauro Campbell, apresentou relatório sobre a investigação preliminar do caso. De acordo com ele, há indícios suficientes de prática de grave desvio de conduta e afronta aos deveres funcionais por parte do magistrado, o que justifica a abertura do PAD e a manutenção do afastamento dele. O voto de Campbell obteve apoio unânime dos demais conselheiros do CNJ. De acordo com o corregedor, o CNJ colhei depoimentos de sete pessoas que relataram terem sido vítimas de Láuar. Essas vítimas acusam o magistrado de crimes como ato análogo ao estupro e importunação sexual.
Keegan-Michael Key, Rob Huebel, Breckin Meyer, Patrick Warburton and Nathan Lee Graham are set for the sequel with returning stars Janeane Garofalo, Alan Cumming, Camryn Manheim and Julia Campbell.
The soup and snack maker beat adjusted profit estimates but missed on revenue as weak consumer spending and tariff costs weighed on results
The semiconductor company and the electronics manufacturing firm, respectively, will replace Pool Corp. and The Campbell’s Company.
CNJ arquiva denúncia contra desembargador do Paraná O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) arquivou a denúncia contra o desembargador Francisco Carlos Jorge, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). Ele foi denunciado por uma construtora por supostamente "vender" uma decisão judicial em um processo em troca de um quadriciclo. A decisão foi assinada pelo corregedor Mauro Campbell Marques e publicada no dia 3 de junho. Quando foi denunciado, o desembargador negou o caso e disse que não existiam provas, evidências de benefício indevido ou irregularidades. Questionado a respeito da nova decisão, ele manteve o posicionamento. Leia a nota na íntegra abaixo. ✅ Siga o canal do g1 Paraná no WhatsApp Jorge foi denunciado no fim de abril pela Construtora Zoller, de Curitiba, que alegou ter sido prejudicada no caso. A empresa apresentou como indícios da situação o depoimento do administrador da loja que vendeu o quadriciclo, uma nota fiscal em nome do filho do desembargador e uma foto de Instagram com os netos do magistrado pilotando o veículo. Relembre o caso abaixo. Na decisão desta semana, o corregedor do CNJ entendeu que não há provas de que Jorge estivesse envolvido no negócio ou tenha recebido vantagens. Para ele, a compra do quadriciclo foi uma transação comercial que ocorreu exclusivamente entre dois advogados. "Não há nesses fatos absolutamente nada que implique diretamente o magistrado na transação negocial [...] Fazer ilações a partir disso, com o envolvimento de outros clientes de ambos os advogados e uma atuação para interceder num determinado processo, parece mais um exercício ficcional do que propriamente um fato concreto que revele indício de infração disciplinar praticada pelo magistrado", consta na decisão do CNJ. Apesar de encerrar o processo, o corregedor destaca que o caso poderá ser reanalisado futuramente caso surjam novas provas. Segundo o corregedor, ao fazer a denúncia ao CNJ, houve uma tentativa de recorrer da decisão tomada pelo desembargador Francisco Carlos Jorge e destaca que esse recurso deve ser feito próprio tribunal que tomou a decisão, e não por punição disciplinar. Ele alegou que "não cabe ao magistrado julgar o acerto de decisão superior", pois isso violaria o Código de Ética da Magistratura Nacional. Desembargador do TJPR Francisco Carlos Jorge Divulgação/TJPR O pedido de afastamento foi feito pela Ordem dos Advogados do Brasil do Paraná (OAB-PR), que pediu que ao CNJ que Jorge fosse removido do cargo de desembargador durante a investigação. O pedido foi feito no dia 25 de maio. Leia também: Paraguai: Estudantes de medicina são presos com emagrecedores colados ao corpo Londrina: Aeroporto é fechado após aeronave da Força Aérea fazer pouso de urgência Tempo: Cidade do Paraná registra granizo, e quintal fica coberto de branco Alegações da empresa A disputa judicial que gerou as suspeitas começou em 1993, quando a Construtora Zoller foi processada por atrasar o aluguel de imóveis. Uma das donas da empresa, que era fiadora do contrato de aluguel, alegou que, devido a um erro da Justiça, ficou sem saber das decisões tomadas contra si até 2020. Ela pediu a anulação da execução do processo. Os advogados da Construtora Zoller alegam que a empresa estava ganhando a causa perante a 17ª Câmara Cível por unanimidade, até que a parte contrária, que cobrava a dívida, contratou um novo advogado e reverteu as decisões anteriores, em 2024. Segundo os advogados da construtora, a virada no processo ocorreu por decisão do desembargador Francisco Jorge na quarta vez em que foi apresentado um tipo de recurso chamado "embargos de declaração" — que geralmente serve apenas para esclarecer alguns pontos de uma decisão. Com isso, ainda segundo os advogados da empresa, o magistrado "ressuscitou" uma dívida que foi calculada em R$ 14 milhões. A Zoller contesta o valor, dizendo que ele é de R$ 288,5 mil. A construtora afirmou que sua investigação particular aponta que, dois dias após o julgamento, no dia "2 ou 3 de outubro de 2024", o advogado Michel Guerios Netto — então recém-contratado pela parte contrária no processo — foi a uma loja de Curitiba e escolheu um modelo de quadriciclo vermelho. O veículo foi pago em dinheiro vivo por um terceiro, ocasião em que foi emitida uma primeira nota fiscal no valor de R$ 52 mil. Foto apresentada ao CNJ como prova de que netos do desembargador receberam quadriciclo sob suspeita. Reprodução Posteriormente, o filho do desembargador teria ido à loja e decidido trocar o quadriciclo vermelho por um modelo azul, que era mais caro, pagando a diferença de R$ 10,5 mil. A primeira nota fiscal foi cancelada e uma nova foi emitida, no valor final de R$ 62,5 mil, agora em nome do filho do desembargador — fato que, segundo a Construtora Zoller, relaciona documentalmente o quadriciclo à família do magistrado. Essas informações constam do depoimento do administrador da loja e das duas notas fiscais, que foram entregues às autoridades para a investigação da suposta conduta irregular. O que diz o desembargador? Leia a íntegra do posicionamento enviado pelo desembargador Francisco Carlos Jorge na época da denúncia. Procurado nesta sexta-feira (5), o desembargador manteve o mesmo posicionamento: "Em atenção a manifestações recentemente veiculadas nos meios de comunicação social acerca de procedimento em curso no âmbito do Poder Judiciário e suposta conduta indevida do Relator, cumpre esclarecer que os fatos suscitados já foram objeto de manifestação formal perante a autoridade competente, nos estritos limites do devido processo legal e com plena observância das garantias institucionais que regem a atuação jurisdicional. Os esclarecimentos já apresentados demonstram, de forma objetiva, que a atuação questionada se desenvolveu dentro dos parâmetros legais, regimentais e processuais aplicáveis, inexistindo prática de ato em descompasso com decisão judicial ou violação a dever funcional, decidindo-se nos autos, pelo Colegiado (pela Câmara), ainda que por maioria, nos termos publicados nos autos respectivos. No que concerne aos fatos mencionados publicamente, foi expressamente esclarecido, nos autos próprios, que o ato judicial apontado consistiu em providência de natureza estritamente ordinatória, destituída de conteúdo constritivo, expropriatório ou de imissão na posse, não havendo, portanto, qualquer afronta a qualquer comando judicial vigente, até porque, ao contrário do que se apregoa, foi em decisão anterior, na qual não houve a participação do magistrado citado, que em verdade alterou-se o rumo do processo, o qual fora apenas restabelecido pela decisão que se questiona, a qual, reitere-se, foi adotada pelo Colegiado e não de forma monocrática ou unipessoal. Nos esclarecimentos já prestados, já fora formalmente consignado que a controvérsia veiculada possui nítido conteúdo jurisdicional, devendo eventual inconformismo quanto ao teor de decisões judiciais ser deduzido pelos meios processuais adequados, e não por expedientes paralelos incompatíveis com a natureza própria do controle administrativo-disciplinar. As alegações veiculadas com base em um "Relatório de Inteligência" apócrifo, de origem duvidosa, apresentam a título de conclusão, meras ilações e conjecturas, desprovidas de nexo causal e de qualquer prova do que se afirma, não apontando nenhuma evidência de que o informante tenha atuado por interesses alheios aos autos. As insinuações de benefício indireto são levianas e não resistem ao mais singelo exame da realidade. A aquisição lícita de um bem por um profissional, só por ser filho do magistrado citado, não configura, de forma alguma, um benefício indevido para se conceder uma decisão judicial. As afirmações veiculadas demonstram uma prática de advocacia sem a menor preocupação com o dever de conduta processual, tentando, por vias transversas, conseguir aquilo que não se obteve no processo, considerando que, se a decisão não atende aos interesses da parte, então deve-se acusar o julgador. É incompatível com a normalidade do Estado de Direito transformar o inconformismo processual em narrativa de suspeição pessoal contra o julgador, sobretudo quando inexistem elementos objetivos, investigação formal ou qualquer indício concreto de irregularidade. A independência judicial e a própria credibilidade das instituições exigem que divergências quanto ao conteúdo das decisões sejam enfrentadas nos autos e pelos instrumentos recursais previstos em lei, sem a utilização de expedientes externos destinados a constranger ou deslegitimar a atividade jurisdicional. Enfim, a questão está submetida à adequada apreciação das instâncias competentes, com serenidade, responsabilidade e observância das garantias institucionais e, assim, por respeito ao trâmite regular dos procedimentos e às instituições, eventuais manifestações adicionais continuarão a ser prestadas exclusivamente nos autos e pelos meios juridicamente adequados." VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.
The move highlights the growing importance of the technology sector to the stock market.
The Parmesan Garlic Chicken Noodle Soup is part of Campbell's push to attract younger buyers with bolder flavors
Chicago graduate Tyvion Campbell claims she was denied her diploma after performing a split on stage during her ceremony, sparking controversy online an fallout.
A mother in Florida is suing Campbell Soup Company and Walmart after saying she found moving parasites in a can of SpaghettiOs that she shared with her daughter
Cena de 'Todo Mundo em Pânico', sexto filme da franquia que estreia nesta quinta-feira (4). Divulgação O filme "Todo Mundo em Pânico 6" estreia nos cinemas da Paraíba nesta quinta-feira (4). Outros filmes, como o fenômeno "Michael" que conta a história de Michael Jackson, seguem em cartaz. Estes e outros filmes estão em cartaz em João Pessoa, Campina Grande, Patos, Remígio e Guarabira. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Todo Mundo em Pânico 6 Veja o trailer de 'Todo Mundo em Pânico 6' O sexto filme da saga de humor que satiriza filmes de terror se passa 26 anos após os eventos originais. O quarteto formado por Cindy Campbell, Brenda Meeks, Ray e Shorty volta a ser alvo do clássico assassino mascarado, enquanto o filme satiriza impiedosamente os principais clichês e sucessos do terror moderno LEIA TAMBÉM: g1 já viu: 'Todo Mundo em Pânico' tenta voltar às origens com piadas batidas sobre a 'cultura do cancelamento' Onde assistir "Todo Mundo em Pânico" Cinépolis - Manaíra Shopping - João Pessoa Cinépolis - Mangabeira Shopping - João Pessoa Centerplex - Mag Shopping - João Pessoa Cinesercla - Tambiá Shopping - João Pessoa Cinesercla - Partage Shopping - Campina Grande Cine Guedes - Patos Cinemaxxi - Guarabira Cine RT - Remígio Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
Sarongs and Spice Girls feature in the footballer’s photo album. Plus: more from Sam Campbell’s oddball comedy. Here’s what to watch this evening 9pm, BBC Two “He knows he’s going to be photographed; he knows he’s going to cause a sensation.” A clever concept to profile people in new ways, this time focusing on Becks. It starts in 1986 with a photographer who, after hearing that his teenage nephew’s mate has just won a national football skills competition, goes to capture his triumph. From there, the photo album includes a sarong, a Spice Girl and a gay magazine cover. Hollie Richardson Continue reading...
Chicago Tech Academy student Tyvion Campbell, 18, waved to her family and friends before performing the dance move at last month’s ceremony which was held inside the city's Harold Washington Cultural Center.
Heather McComb moves forward with new marriage after personal loss Heather McComb tied the knot with actor Scott Michael Campbell in a small wedding in Montana. The couple shared the happy news on Instagram and said the day was full of love, support and warm moments with family and...