Neue ausländerfeindliche Proteste in Nordirland
In Nordirland ist es bereits den zweiten Abend in Folge zu schweren rassistisch motivierten Ausschreitungen gekommen. Die Polizei setzte Wasserwerfer ein. Auslöser der Krawalle war eine Messerattacke.

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In Nordirland ist es bereits den zweiten Abend in Folge zu schweren rassistisch motivierten Ausschreitungen gekommen. Die Polizei setzte Wasserwerfer ein. Auslöser der Krawalle war eine Messerattacke.

Die heiße Phase der Verhandlungen über das Reformpaket der Bundesregierung hat begonnen: Mehr als drei Stunden lang berieten die Spitzen der Koalition am Abend mit Wirtschaftsverbänden und Gewerkschaften.

STJ julga pedido de liberdade de Deolane Bezerra nesta terça-feira (9) A Justiça de São Paulo negou o pedido da defesa de Deolane Bezerra Santos para que ela fosse transferida para uma Sala de Estado-Maior ou tivesse a prisão preventiva substituída por prisão domiciliar. Deolane Bezerra foi alvo de uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). A influenciadora é suspeita de lavagem de dinheiro, associação com o tráfico de drogas e de fazer parte da facção criminosa. Ela cumpre prisão preventiva desde 21 de maio. 🔍Prevista no Estatuto da OAB, Sala de Estado-Maior é uma acomodação especial para advogados presos antes de condenação definitiva, separada das celas comuns e com condições consideradas adequadas de custódia. A decisão foi proferida nesta terça-feira (9) pelo juiz Deyvison Heberth dos Reis, da 3ª Vara de Presidente Venceslau, no âmbito da Operação Vérnix. A defesa de Deolane, que é advogada inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), afirmou que ela está presa preventivamente desde 21 de maio de 2026 no Complexo Penal de Tupi Paulista e alegou que o local de custódia não possui características compatíveis com Sala de Estado-Maior. Deolane Bezerra está na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no oeste paulista Reprodução/Delolane Bezerra/Instagram - Divulgação/SAP Segundo os advogados, uma inspeção realizada pela OAB-SP apontou irregularidades como ausência de ventilação adequada, calor excessivo, alimentos impróprios para consumo, vaso sanitário junto ao local destinado à alimentação, impossibilidade de portar itens de higiene pessoal, perturbação sonora constante e restrições ao contato direto com advogados. A defesa também alegou que Deolane é portadora de síndrome do pânico, faz uso de medicação controlada e teria apresentado episódios de queda de pressão e tontura em razão das condições do cárcere e da dificuldade de alimentação adequada. Os advogados citaram ainda a existência de escorpiões na cela, forte odor de tinta decorrente de pintura recente e a necessidade de atendimento médico. Ao analisar o caso, o juiz considerou informações prestadas pela Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, segundo as quais Deolane está custodiada desde 22 de maio de 2026 em um Pavilhão Especial da unidade, separado das demais alas da penitenciária. De acordo com a administração prisional, o local possui habitações individuais equipadas com cama, mesa, cadeira, banheiro com chuveiro elétrico, ventilador, televisão, água gelada e garrafa térmica, além de solário para banho de sol diário. A unidade informou ainda que oferece atendimento médico, psicológico e odontológico, visitas em ambiente reservado e fornecimento periódico de kits de higiene pessoal. A penitenciária também negou as alegações de insalubridade e infestação de escorpiões, afirmando que realiza dedetizações periódicas e manutenção contínua das instalações. Na decisão, o magistrado afirmou que o local atende à prerrogativa profissional assegurada pelo Estatuto da Advocacia e que Deolane se encontra em cela especial, separada das demais presas. O juiz destacou ainda que não há, na legislação, um conceito específico de Sala de Estado-Maior e citou precedentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) segundo os quais uma cela especial com condições adequadas pode suprir essa exigência. Ao negar a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar, o magistrado observou que o pedido já havia sido analisado anteriormente e registrou que tentativas da defesa no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal de Justiça de São Paulo também não haviam obtido êxito. "Portanto, os pedidos formulados pela nobre defesa da custodiada Deolane, embora respeitosos e fundamentados, não comportam acolhimento. Posto isto, indefiro o pedidos formulados em sua defesa de a transferência de Deolane Bezerra Santos para Sala de Estado Maior; bem como a substituição da prisão preventiva em estabelecimento prisional por prisão domiciliar.", escreveu o juiz. Pedido de liberdade STJ nega pedido de liberdade de Deolane Bezerra em Tupi Paulista A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou na terça-feira (9) um pedido de liberdade de Deolane Bezerra, influenciadora digital e advogada que cumpre prisão preventiva desde 21 de maio. Os ministros Ribeiro Dantas, Joel Ilan Paciornik, Maria Marluce Caldas e Messod Azulay Neto entenderam que não cabe uma intervenção do STJ neste momento porque outros pedidos de liberdade para a influenciadora estão pendentes de análise em tribunais de instâncias inferiores. Os advogados de Deolane argumentaram ao STJ que o caso não se enquadra nos requisitos legais para uma prisão preventiva. Eles alegaram que não haveria risco concreto à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal e que as provas reunidas já estão sob poder das autoridades. Os ministros recomendaram que o Tribunal de Justiça de São Paulo dê celeridade à análise dos recursos da defesa da influenciadora. A defesa também apontou que: a prisão preventiva deveria ser substituída por uma domiciliar porque Deolane é mãe de criança de 9 anos de idade, sendo a única responsável pelos cuidados; os fundamentos da prisão foram genéricos e não individualizaram a reiteração delitiva, destruição de provas ou fuga, sem indicação de fatos concretos atuais. Os fatos investigados são de 2018 a 2021; outras medidas cautelares são adequadas e suficientes ao caso, como entrega do passaporte, proibição de deixar a cidade e vedação de contato com investigados. Relatório da polícia indica que Deolane movimentou R$ 13,6 milhões entre 2018 e 2022 em suas contas pessoais, enquanto outros R$ 14 milhões passaram por três de suas empresas. Para os investigadores, a origem dos recursos é "espúria" e foram identificadas empresas fantasmas em nome da influenciadora, localizadas em cidades do interior paulista, próximas ao presídio de Presidente Venceslau, dividindo o mesmo endereço com dezenas de outras firmas de fachada. A defesa da influenciadora nega qualquer tipo de envolvimento com o crime organizado ou com dinheiro de origem ilícita, afirmando que todos os seus recebimentos são declarados e justificados. O ministro Ribeiro Dantas, relator do caso, destacou a gravidade dos fatos e disse que, apesar dela ser mãe de menor de 12 anos, isso não garante automaticamente a liberdade ou prisão domiciliar. Ribeiro Dantas afirmou que a decisão que autorizou a prisão está devidamente fundamentada e não há elementos que justifiquem uma revisão, neste momento pelo STJ, que deve aguardar a análise pelas instâncias responsáveis. "As condições pessoais favoráveis, alegada ausência de risco de fuga e retorno espontâneo ao Brasil, não são suficientes para afastar os elementos suficientes para afastar a necessidade da custódia quando presentes elementos objetivos que recomendam a manutenção nem autorização substituição por medidas alternativas em contexto de atuação organizada e risco de reiteração", afirmou. Durante o julgamento, o advogado da influenciadora, Aury Lopes Jr, afirmou que os elementos não justificam a prisão e que houve uma prisão midiática e pediu que Deolane aguardasse em liberdade. O advogado afirmou que ela foi investigada de forma exaustiva ao longo de quatro anos, mas entre 2022 e 2024 não houve nenhuma manifestação do Ministério Público no caso e nem um pedido para que ela prestasse esclarecimentos. "Quatro anos investigando para ter prisão midiática. Não há risco para prova, que é contábil e fiscal, já está toda garantida. Não existe risco de fuga. [Deolane] Estava viajando a trabalho, com a filha, e volta para casa. [...] Presa em casa com fuzil, prisão midiática, prisão excessiva e que com certeza traumatizou a filha. [...] Foi uma prisão para humilhar a personagem, mas quem está presa é uma mulher, que tem um filha de 10 anos, que fez aniversário na semana passada. [...] A menina precisa da mãe. Não tem pai presente", disse o advogado. A Procuradoria-Geral da República defendeu a manutenção da prisão diante da possibilidade de voltar a cometer crimes. "Sempre as organizações criminosas usaram desde menores de idade, a pessoas com algum grau de desequilíbrio emocional, loucura, ou mesmo mais recentemente mães de família sabendo que a sociedade tem a família o mais alto maior patamar de respeito e credibilidade. E por conta dessas situações, que não podemos esquecer que uma coisa é a mãe praticar ato ilícito de uma vez, outra é de praticar de forma contínua e reiterada", afirmou o subprocurador-geral da República, Augusto Aras. Operação que prendeu Deolane Bezerra partiu de bilhetes achados em cela da Penitenciária de Presidente Venceslau (SP) Jornal Nacional/ Reprodução Indiciamento Deolane Bezerra foi indiciada pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro pela Polícia Civil de Presidente Venceslau (SP). Além dela, outras seis pessoas também foram indiciadas após a corporação concluir o relatório do inquérito da Operação Vérnix. O documento detalha o resultado das investigações após o cumprimento das medidas judiciais da fase que levou à prisão da influenciadora e de outros investigados. De acordo com a polícia, o grupo alvo da operação continuava em atividade no momento das prisões e estaria promovendo a reestruturação de empresas supostamente utilizadas para ocultar e dissimular patrimônio e recursos financeiros. Os investigadores também identificaram indícios do uso de novas pessoas jurídicas, movimentações patrimoniais recentes e mecanismos alternativos para circulação de valores, incluindo operações com ativos virtuais. Com base nas novas provas, a Polícia Civil formalizou sete indiciamentos, incluindo o de Deolane por lavagem de dinheiro e organização criminosa, apresentou representações complementares ao Poder Judiciário. Entre os pedidos estão o sequestro cautelar de veículos apreendidos durante a operação, a ampliação de bloqueios patrimoniais e a custódia judicial de joias e relógios localizados nas diligências. Investigações contra Deolane Este é apenas o capítulo mais recente de um extenso histórico de problemas da influenciadora com as autoridades. Abaixo, relembre as principais investigações, prisões e processos que envolvem o nome de Deolane Bezerra: Julho de 2022 Busca e Apreensão por lavagem em empresa de apostas: A Polícia Civil de São Paulo cumpriu mandados de busca e apreensão na mansão de Deolane em Alphaville. A ação investigava crimes contra a economia popular e lavagem de dinheiro relacionados a uma empresa de apostas esportivas patrocinadora da influenciadora. Na ocasião, dois carros de luxo (um Porsche e um Land Rover Discovery) foram apreendidos. Fevereiro de 2024 Investigação por foto com colar de chefe do tráfico: Deolane virou alvo de um inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro após publicar fotos no Baile da Disney, no Complexo da Maré, usando o cordão de ouro do traficante Thiago da Silva Folly, o "TH", chefe do Terceiro Comando Puro (TCP). Na época, a influenciadora postou um vídeo em suas redes explicando a selfie: "Fui no Complexo da Maré ontem, tava lá no baile da Disney. Fui bem recebida, não gastei um real. Tirei foto com geral, com cordão, sem cordão, botaram o cordão em mim, tiraram, e pocas, eu sou isso", disse a influenciadora. A polícia apurou uma possível associação ao tráfico de drogas. Setembro de 2024 A primeira prisão na Operação Integration: O primeiro grande revés judicial de Deolane ocorreu em setembro de 2024, quando ela foi presa preventivamente em Recife (PE). A Operação Integration, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco, investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos de azar ilegais que movimentou cerca de R$ 2 bilhões. Na ocasião, bens de luxo da influenciadora foram sequestrados. "Sei que as coisas vão se esclarecer", declarou ela em carta escrita à mão na prisão. Após idas e vindas jurídicas, ela obteve um habeas corpus. No início de 2026, a Justiça Federal assumiu a competência do caso, anulando os atos estaduais anteriores e repassando o inquérito para a Polícia Federal. Abril de 2026 Alvo da PF na Operação Narco Fluxo: Há cerca de um mês, Deolane entrou na mira de uma megaoperação da Polícia Federal batizada de Narco Fluxo. A PF passou a investigá-la por suposta participação em uma rede que utilizava o meio artístico e plataformas digitais para lavar dinheiro oriundo do tráfico internacional de drogas, rifas clandestinas e apostas. Relatórios de inteligência apontaram que a conta bancária da advogada funcionava como "conta de passagem" para ocultar recursos de uma organização criminosa suspeita de enviar mais de três toneladas de cocaína para o exterior.

Estudante de Nutrição que perdeu o pé e morreu em acidente estava indo visitar os pais A família da estudante Jhenyfer Camilly Alves dos Santos, de 22 anos, ainda aguarda pela liberação do pé dela. A jovem sofreu amputação durante um acidente e morreu horas depois. O membro foi encontrado dias depois, às margens da BR-010, em Palmas, e exames periciais confirmaram que se tratava de parte do corpo da jovem. Segundo a mãe, Maria Aparecida dos Santos, até o momento não houve contato das autoridades para informar sobre a entrega do membro. "Não fomos informados de absolutamente nada. Só sabemos que foi confirmado [a identidade] porque a imprensa noticiou", disse. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) foi questionada e disse apenas que "o membro será entregue à família, que decidirá como proceder". O acidente aconteceu na manhã de 17 de maio, no quilômetro 3 da rodovia. Jhenyfer e o marido, Sergiomar de Freitas Lima, seguiam de motocicleta para visitar parentes em Aparecida do Rio Negro quando foram atingidos de frente por um carro. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O marido sofreu fraturas graves, mas sobreviveu. O pé da estudante foi localizado a cerca de 5 quilômetros do local. LEIA MAIS Perícia confirma que pé encontrado na BR-010 é de estudante morta em batida; PM é indiciado pelo acidente 'Eu só quero justiça', diz mãe de estudante que perdeu o pé e morreu em acidente no Tocantins Pé que pode ser de estudante morta na BR-010 foi encontrado a 5 km do local do acidente, diz família Jhenyfer Camilly Alves dos Santos morreu em acidente no TO Arquivo Pessoal Adenilton Soares Motorista indiciado O suspeito de causar o acidente é o policial militar Nerivaldo Mendes, de 39 anos. Ele foi indiciado pelos crimes de homicídio culposo e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Segundo a Polícia Civil, o motorista permaneceu no local após o acidente, prestou socorro às vítimas e realizou o teste do bafômetro, que teve resultado negativo para consumo de álcool. A defesa do militar informou que só irá se manifestar nos autos do processo. A Polícia Militar do Tocantins informou que o militar estava de folga e dirigia veículo particular. Segundo a corporação, ele permaneceu no local, prestou socorro e fez teste de alcoolemia, com resultado negativo. O caso segue sob investigação pelos órgãos competentes, e a PM afirma acompanhar o andamento, destacando compromisso com a legalidade e transparência (veja nota completa abaixo). Melhor momento da vida Jhenyfer Camilly morava em Palmas e era estudante de Nutrição. Ela trabalhava como vendedora em uma loja de departamentos e se formaria em 2027. Maria Aparecida contou ao g1 que a jovem estava vivendo o melhor momento da sua vida. "Ela falava que iria terminar a faculdade para ajudar a família. Jhenyfer estava no melhor momento da vida dela. Estava alegre, sorridente, cheia de vida", comentou. Íntegra da nota da Polícia Militar A Polícia Militar do Tocantins informa que tomou conhecimento do inquérito policial referente ao acidente de trânsito ocorrido na BR-010, em Palmas, no dia 17 de maio, que resultou no falecimento de uma jovem de 22 anos. O envolvido no fato é policial militar da Corporação. Contudo, no momento da ocorrência, encontrava-se em período de folga e conduzia veículo particular, não estando em serviço nem em atividade operacional da Polícia Militar. Conforme informações constantes da investigação conduzida pelos órgãos competentes, o policial permaneceu no local do acidente, prestou socorro imediato à vítima e submeteu-se voluntariamente ao teste de alcoolemia, cujo resultado foi negativo para ingestão de álcool. A Corporação esclarece que o caso segue seu trâmite regular perante os órgãos competentes, cabendo às instâncias responsáveis a análise dos fatos e a adoção das medidas legais pertinentes. A Polícia Militar do Tocantins acompanha o caso e reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a observância dos procedimentos previstos na legislação. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Ein Heidelberger Konzern will umweltschonend bauen, aber scheitert vorerst. Eine verschwundene Deutsche taucht in den Epstein-Akten auf. Und es gab rassistische Ausschreitungen in Belfast. Das ist die Lage am Mittwochabend.

Am Donnerstagabend beginnt die Fußball-WM mit dem Auftaktspiel in Mexiko: Frankfurter Gastronomiebetriebe, Stadion und Flughafen setzen auf Public Viewing. Die Polizei stellt sich auf nächtliche Autokorsos ein.

Minister will Vorwurf staatlicher Voreingenommenheit ausräumen, Debatte um Zukunft der Apotheken, Koalitionsverhandlungen in Frankfurt und Ausweis für „Mann ohne Identität“. Der F.A.Z.-Podcast Rhein-Main Feierabend-Briefing informiert über die Themen der Region.

Am Donnerstagabend um 21 Uhr deutscher Zeit wird die Fußball-WM eröffnet. Im legendären Aztekenstadion trifft Mitgastgeber Mexiko auf Südafrika. Die deutsche Nationalmannschaft startet am Sonntag gegen Curacao ins Turnier.

Fine Dining ist nur etwas für Erwachsene? Ein Abend mit Teenagern im Dreisternerestaurant Bareiss im Schwarzwald beweist, dass ausgezeichnetes Essen die ganze Familie glücklich macht.

In der Abenddämmerung ist bei Fliegen und Mücken Rushhour angesagt. Wer da zweirädrig unterwegs ist, trägt die Lippenpflege besser erst hinterher auf. mehr...

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que 47% dos entrevistados dizem concordar mais com Lula (PT), que acusa Flávio Bolsonaro (PL) de ter pedido o novo tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil. Outros 35% afirmam concordar mais com Flávio, que diz ter pedido ao presidente americano Donald Trump para não importar novas tarifas ao país. Os que não souberam responder ou não quiseram se manifestar somam 18%. Esta é a primeira pesquisa que mede a reação dos eleitores à nova ameaça do governo americano. Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueredo com Donald Trump Divulgação Na semana passada, os EUA propuseram a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras após concluírem uma investigação que acusa o país de adotar práticas que restringem o comércio com os norte-americanos. A medida ainda não está em vigor. O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-07661/2026. O questionário incluiu um bloco de perguntas sobre a percepção dos eleitores em relação ao relacionamento do Brasil com os Estados Unidos e aos vínculos dos pré-candidatos Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) com o presidente americano Donald Trump. Encontro de Flávio com Trump 50% dos entrevistados afirmaram ter conhecimento sobre o encontro entre Trump e Flávio Bolsonaro, realizado no fim de maio. Outros 50% disseram não saber da reunião. Em seguida, os eleitores responderam a perguntas sobre o apoio do presidente americano ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Agora no g1 PCC e CV classificados como terroristas O levantamento também questionou os entrevistados sobre a decisão de Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. 63% afirmaram que já tinham conhecimento da medida, enquanto 36% disseram ter ficado sabendo do assunto apenas durante a entrevista. Outros 1% não souberam responder ou não quiseram se manifestar. Em seguida, eles foram perguntados se organizações criminosas como o PCC e o Comando Vermelho deveriam ser consideradas organizações terroristas pelo governo brasileiro. Para 60%, a resposta é sim. Outros 29% afirmaram que não. Os que não souberam ou preferiram não responder somam 11%. A pesquisa também perguntou se essas organizações deveriam ser classificadas como terroristas pelo governo dos Estados Unidos. 45% concordam com a medida, enquanto 45% discordam. Os que não souberam ou preferiram não responder somam 10%. Os entrevistados responderam se acreditam se Flávio Bolsonaro influenciou Trump na decisão de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. 47% avaliam que o parlamentar teve influência na decisão. Já 37% dizem que ele não teve participação. Os que não souberam ou preferiram não responder somam 16%. As facções passaram a ser classificadas como organizações terroristas pelo governo dos Estados Unidos em junho. A decisão foi divulgada pelo governo de Trump no fim de maio. O anúncio foi feito um dia após Flávio Bolsonaro se reunir com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Especialistas em segurança avaliam que a decisão dos Estados Unidos de classificar facções brasileiras como organizações terroristas representa risco à soberania nacional. Já defensores da medida afirmam que ela pode abrir espaço para ampliar a cooperação internacional.

Quaest, 2º turno: Lula lidera com 44% e abre vantagem sobre Flávio Bolsonaro Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que 48% dos entrevistados desaprovam o governo Lula (PT), enquanto 47% aprovam. Os números mostram uma situação de empate técnico e uma melhora da imagem do governo nos últimos meses. Em abril, a diferença entre os índices de desaprovação e aprovação era de nove pontos. Em maio, caiu para três e, agora, é de apenas um ponto. Na pesquisa anterior, 49% desaprovavam o governo e 46% aprovavam a gestão do presidente. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp "Essa melhora no cenário para o presidente Lula tem três explicações complementares", afirma Felipe Nunes, diretor da Quaest. "Primeiro, os efeitos da isenção do Imposto de Renda continuam a aumentar mesmo que marginalmente. Segundo, o novo Desenrola já fez cair o percentual de brasileiros que se diziam com muitas dívidas (de 28% para 23%), enquanto foi para 30% o percentual de quem diz que não tem mais dívidas", explica Nunes. "Terceiro, a circulação de notícias positivas sobre o governo Lula continua aumentando." Presidente Lula em discurso Washington Costa/Ministério da Fazenda Segundo a Quaest, 40% dos eleitores dizem ter ouvido mais notícias negativas do que positivas sobre o governo (eram 48% em abril e 43% em maio), enquanto 34% citaram mais notícias positivas (eram 23% em abril e 32% em maio). Veja os números da pesquisa de junho: Desaprova o governo: 48% (eram 49% em maio, 52% em abril e 51% em março); Aprova: 47% (eram 46% em maio, 43% em abril e 44% em março); Não sabe/não respondeu: 5% (eram 5% em maio, 5% em abril e 5% em março). Quaest: aprovação do governo Lula (junho/2026) Arte/g1 Entre os eleitores que se declaram independentes e podem decidir a eleição deste ano, a parcela dos que desaprovavam o governo era de 58% em abril, passou para 52% em maio e agora corresponde a 47% dos entrevistados. O índice de aprovação nesse segmento era de 32% em abril e de 37% em maio. Agora, chegou a 41%. Independentes são os eleitores que não se consideram nem de esquerda, nem de direita, nem lulistas, nem bolsonaristas. O grupo corresponde a um terço do eleitorado, segundo a pesquisa. Quaest: Lula lidera no 2º turno com 44%, e Flávio Bolsonaro tem 38% O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-07661/2026. Agora no g1 A Quaest apresentou os dados de desaprovação e aprovação do governo Lula por diferentes recortes. Entre as mulheres, 49% aprovam e 44% desaprovam. O eleitorado feminino também é considerado fundamental para a disputa presidencial. Quanto aos homens, 53% desaprovam e 44% aprovam. Houve um movimento também no eleitorado mais jovem, de 16 a 34 anos. A desaprovação passou de 55% para 50% em um mês, enquanto a aprovação foi de 41% para 43%. No eleitorado evangélico, a pesquisa mostra que Lula tem 60% de desaprovação e 35% de aprovação. A diferença é de 25 pontos e foi reduzida desde abril, quando era de 40 pontos. O Nordeste segue como a região em que o presidente tem a maior aprovação, de 61% (eram 63% em maio). A aprovação é de 34% (eram 33% em maio). No Sudeste, a desaprovação passou de 54% para 51%, enquanto a aprovação foi de 40% para 43%. Eram 14 pontos de diferença e agora são oito. No Centro-Oeste, 50% aprovam e 44% aprovam (eram 52% em maio). No Sul, 63% desaprovam Lula (eram 61%) e 33% aprovam (35% na pesquisa anterior). Medidas anunciadas pelo governo A Quaest também perguntou se os entrevistados estavam sabendo e como avaliavam algumas medidas anunciadas pelo governo nas últimas semanas. 53% conhecem a aprovam medidas para reduzir o preço dos combustíveis. É a ação mais bem avaliada. 45% aprovam o fim da "taxa das blusinhas". Por outro lado, 50% afirmaram que não estão sabendo do programa Brasil contra o Crime Organizado. Veja os dados por segmentos do eleitorado Gênero Mulheres: 49% aprovam (eram 48% em maio, 45% em abril e 46% em março); 44% desaprovam (eram 44% em maio, 49% em abril e 48% em março); 7% não sabem ou não responderam (eram 8% em maio, 6% em abril e em março). Homens: 53% desaprovam (eram 55% em maio, 55% em abril e em março); 44% aprovam (eram 43% em maio, 42% em abril e 41% em março); 3% não sabem ou não responderam (eram 2% em maio, 3% em abril e 4% em março). Idade 16 a 34 anos 50% desaprovam (eram 55% em maio, 56% em abril e em março); 43% aprovam (eram 41% em maio, 40% em abril e em março); 7% não sabem ou não responderam (eram 4% em maio, 4% em abril e em março). 35 a 59 anos 48% aprovam (eram 47% em maio, 41% em abril e 42% em março); 48% desaprovam (eram 48% em maio, 54% em abril e 53% em março); 4% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 5% em abril e em março). 60 anos ou mais 51% aprovam (eram 51% em maio, 51% em abril e 53% em março); 44% desaprovam (eram 43% em maio, 44% em abril e 42% em março); 5% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 5% em abril e em março). Posicionamento político Lulista 96% aprovam (eram 96% em maio, 95% em abril e em março); 3% desaprovam (eram 3% em maio, 4% em abril e em março); 1% não sabem ou não responderam (era 1% em maio, 1% em abril e em março). Esquerda não lulista 85% aprovam (eram 85% em maio, 86% em abril e 84% em março); 13% desaprovam (eram 11% em maio, 9% em abril e 12% em março); 2% não sabem ou não responderam (eram 4% em maio, 5% em abril e 4% em março). Independente 47% desaprovam (eram 52% em maio, 58% em abril e 57% em março); 41% aprovam (eram 37% em maio, 32% em abril e 33% em março); 12% não sabem ou não responderam (eram 11% em maio, 10% em abril e em março). Direita não bolsonarista 87% desaprovam (eram 90% em maio, 90% em abril e 89% em março); 10% aprovam (eram 9% em maio, 8% em abril e 9% em março); 3% não sabem ou não responderam (era 1% em maio, 2% em abril e em março). Bolsonarista 92% desaprovam (eram 92% em maio, 95% em abril e 93% em março); 6% aprovam (eram 5% em maio, 4% em abril e 6% em março); 2% não sabem ou não responderam (eram 3% em maio, 1% em abril e em março). Região Nordeste 61% aprovam (eram 63% em maio, 63% em abril e em março e 61% em fevereiro); 34% desaprovam (eram 33% em maio, 32% em abril e 31% em março); 5% não sabem ou não responderam (eram 4% em maio, 5% em abril e 4% em março). Sudeste 51% desaprovam (eram 54% em maio, 58% em abril e em março); 43% aprovam (eram 40% em maio, 38% em abril e 37% em março); 6% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 4% em abril e 5% em março). Sul 63% desaprovam (eram 61% em maio, 62% em abril e 60% em março); 33% aprovam (eram 35% em maio, 32% em abril e 35% em março); 4% não sabem ou não responderam (eram 4% em maio, 6% em abril e 5% em março). Centro-oeste/Norte 50% desaprovam (eram 52% em maio, 58% em abril e 59% em março); 44% aprovam (eram 42% em maio, 36% em abril e em março); 6% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 6% em abril e 5% em março). Escolaridade Ensino Fundamental 58% aprovam (eram 53% em maio, 54% em abril e 53% em março); 38% desaprovam (eram 41% em maio, 42% em abril e 41% em março); 4% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 4% em abril e 6% em março). Ensino Médio 53% desaprovam (eram 53% em maio, 57% em abril e 58% em março); 41% aprovam (eram 42% em maio, 37% em abril e 38% em março); 6% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 6% em abril e 4% em março). Ensino Superior 57% desaprovam (eram 59% em maio, 62% em abril e em março); 37% aprovam (eram 36% em maio, 34% em abril e em março); 6% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 4% em abril e em março); Religião Católica 51% aprovam (eram 55% em maio, 49% em abril e em março); 44% desaprovam (eram 42% em maio, 46% em abril e 47% em março); 5% não sabem ou não responderam (eram 3% em maio, 5% em abril e 4% em março). Evangélica 60% desaprovam (eram 65% em maio, 68% em abril e 61% em março); 35% aprovam (eram 30% em maio, 28% em abril e 33% em março); 5% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 4% em abril e 6% em março). Renda familiar Até 2 salários mínimos (SM) 59% aprovam (eram 54% em maio, 57% em abril e 55% em março); 36% desaprovam (eram 40% em maio, 37% em abril e 39% em março); 5% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 6% em abril e em março). Mais de 2 SM a 5 SM 48% desaprovam (eram 52% em maio, 57% em abril e 54% em março); 46% aprovam (eram 43% em maio, 38% em abril e 41% em março); 6% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 5% em abril e 5% em março). Mais de 5 SM 60% desaprovam (eram 58% em maio, 62% em abril e 63% em março); 35% aprovam (eram 39% em maio, 35% em abril e 34% em março); 5% não sabem ou não responderam (eram 3% em maio, 3% em abril e 3% em março). Avaliação do governo Negativa: 38% (eram 39% em maio, 42% em abril e 43% em março); Positivo: 34% (eram 34% em maio, 31% em abril e em março); Regular: 26% (eram 25% em maio, 26% em abril e 25% em março); Não sabe/não respondeu: 2% (eram 2% em maio, 1% em abril e em março). Quaest: avaliação do governo Lula (junho/2026) Arte/g1

Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro Adriano Machado/Reuters e Reprodução Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que 12% dos brasileiros consideram que a relação com o banqueiro Daniel Vorcaro diminui a vontade de votar em Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial. Outros 6% afirmam que a relação aumenta a vontade de votar no senador para presidente. Para 76%, o elo entre Flávio e Vorcaro, não muda a decisão de voto, seja ela de votar no senador ou de não votar. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Questionados se a revelação dos diálogos e do financiamento ao filme "muda a possibilidade de você votar" em Flávio Bolsonaro para presidente, os entrevistados responderam: Sim, aumenta a vontade de votar nele: 6%; Sim, diminui a vontade de votar nele: 12% Continua igual, ainda votaria nele: 26% Continua igual, já não votaria nele de qualquer forma: 50% Não sabe responder/Não quis responder: 6% O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-07661/2026. Agora no g1 Repasse para filme e cláusula de confidencialidade O levantamento questionou os eleitores sobre a divulgação de áudios e mensagens envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o banqueiro, a visita de Flávio à casa de Vorcaro e os repasses de R$ 61 milhões para o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A maioria dos entrevistados avalia que Flávio Bolsonaro (PL) errou e devia ter evitado ter pedido dinheiro a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar. Questionados se o senador errou ou acertou ao pedir o financiamento, os entrevistados responderam: Quaest: Avaliação da decisão de Flávio Bolsonaro sobre o pedido de financiamento a Daniel Vorcaro (junho/2026) Arte/g1 Acertou, não há nada demais: 17%; Errou, devia ter evitado: 65%; Não sabe responder/Não quis responder: 18%. A pesquisa também perguntou aos eleitores se ficaram sabendo dos diálogos revelados entre o senador e o banqueiro e qual sua avaliação do conteúdo. Entre os entrevistados, 60% responderam que as mensagens levantam suspeitas sobre a relação dos dois. Veja os números: Foram normais: 19%; Levantam suspeitas: 60%; Não sabe responder/Não quis responder: 21%. Flávio Bolsonaro alegou que havia uma cláusula de confidencialidade no contrato de financiamento do Master ao filme e, por isso, não divulgou a origem do financiamento de Vorcaro. Questionados se Flávio Bolsonaro pode estar escondendo envolvimento ilegal no caso do Banco Master, 58% responderam que Flávio pode estar escondendo envolvimento, outros 27% dizem que o senador não está envolvido. Outros 15% não souberam ou não quiseram responder. Para 62%, é verdade a versão de que Flávio Bolsonaro não sabia que Vorcaro estava envolvido em casos de corrupção, enquanto 26% não acreditam na versão do senador. 12% não sabiam ou não quiseram responder. Eleição presidencial A Quaest questionou os eleitores sobre as eleições presidenciais de outubro. O presidente Lula (PT) aparece à frente em todos os cenários de 1º e 2º turno. 🔎 Veja os números: Cenário Lula x Flávio Bolsonaro Lula tem 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro. Quaest: Intenção de voto para segundo turno - Lula X Flávio Bolsonaro (junho/2026) Arte/g1 Lula (PT): 44% (eram 42% em maio, 40% em abril, 41% em março, 43% em fevereiro, 45% em janeiro e 46% em dezembro); Flávio Bolsonaro (PL): 38% (eram 41% em maio, 42% em abril, 41% em março, 38% em fevereiro, 38% em janeiro e 36% em dezembro); Indecisos: 4% (eram 3% em maio, 2% em abril, 2% em março, 2% em fevereiro, 2% em janeiro e 3% em dezembro); Branco/nulo/não vai votar: 14% (eram 14% em maio, 16% em abril, 16% em março, 17% em fevereiro, 15% em janeiro e 15% em dezembro). Cenário Lula x Renan Santos Contra Renan Santos (Missão), Lula soma 45% e o adversário, 31%. Quaest: Intenção de voto para segundo turno - Lula X Renan Santos (junho/2026) Arte/g1 Lula (PT): 45% (eram 45% em maio, 44% em abril, 43% em março, 44% em fevereiro e 46% em janeiro); Renan Santos (Missão): 31% (eram 28% em maio, 24% em abril, 24% em março, 25% em fevereiro e 26% em janeiro); Indecisos: 4% (eram 5% em maio, 5% em abril, 3% em março, 4% em fevereiro e 4% em janeiro); Branco/nulo/não vai votar: 20% (eram 22% em maio, 27% em abril, 30% em março, 27% em fevereiro e 24% em janeiro). Cenário Lula x Romeu Zema As intenções de voto do presidente são de 45% quando disputa eventual 2º turno contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que tem 35%. Quaest: Intenção de voto para segundo turno - Lula X Romeu Zema (junho/2026) Arte/g1 Lula (PT): 45% (eram 44% em maio, 43% em abril, 44% em março, 43% em fevereiro e 46% em janeiro); Romeu Zema (Novo): 35% (eram 37% em maio, 36% em abril, 34% em março, 32% em fevereiro e 31% em janeiro); Indecisos: 3% (eram 4% em maio, 4% em abril, 4% em março, 4% em fevereiro e 4% em janeiro); Branco/nulo/não vai votar: 17% (eram 15% em maio, 17% em abril, 19% em março, 21% em fevereiro e 19% em janeiro). Cenário Lula x Ronaldo Caiado Em caso de enfrentar o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o petista soma 45% contra 44%. Quaest: Intenção de voto para segundo turno - Lula X Ronaldo Caiado (junho/2026) Arte/g1 Lula (PT): 45% (eram 44% em maio, 43% em abril, 44% em março, 42% em fevereiro e 44% em janeiro); Ronaldo Caiado (PSD): 44% (eram 35% em maio, 35% em abril, 32% em março, 32% em fevereiro e 33% em janeiro); Indecisos: 4% (eram 4% em maio, 4% em abril, 3% em março, 4% em fevereiro e 4% em janeiro); Branco/nulo/não vai votar: 16% (eram 17% em maio, 18% em abril, 21% em março, 22% em fevereiro e 19% em janeiro).

A juíza Mariana Francisco Ferreira, seguiu a carreira na magistratura no Rio Grande do Sul Divulgação/ Ajuris Duas médicas que atenderam a juíza Mariana Francisco Ferreira na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital e Maternidade Mogi Mater afirmaram à Polícia Civil ter alertado repetidamente o médico Maurício Costa Nunes Ligabô Júnior, responsável pela coleta de óvulos da magistrada, sobre a gravidade do quadro e defendido uma cirurgia de urgência. Os depoimentos, obtidos com exclusividade pelo g1, apontam que o procedimento só foi autorizado cerca de 28 horas após a entrada da paciente no hospital. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Mariana tinha 34 anos e morreu em 6 de maio após sofrer uma hemorragia decorrente de complicações registradas depois de uma coleta de óvulos para fertilização in vitro. A Polícia Civil investiga Ligabô por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Assista também Morte de juíza após procedimento em Mogi das Cruzes completa um mês O g1 questionou o Hospital e Maternidade Mogi Mater sobre a demora para a realização da cirurgia. Segundo o hospital, Maurício Ligabô era o médico responsável pelo caso, cabendo a ele o acompanhamento do diagnóstico principal, a definição das estratégias terapêuticas relacionadas à sua especialidade, a indicação de procedimentos e a comunicação com a família. O hospital informou ainda que a equipe intensivista, que integra o corpo clínico do hospital, possui autonomia técnica para conduzir os cuidados intensivos, o suporte clínico e as medidas necessárias à segurança imediata da internada dentro da UTI, o que foi feito prontamente (veja a nota completa abaixo). Em nota, a defesa de Maurício Ligabô afirmou que o médico acompanhou a paciente desde os primeiros sintomas e prestou toda a assistência necessária (veja nota completa abaixo). Em nota, a defesa da família de Mariana Ferreira afirmou que "o caso da juíza não deve ser tratado como um simples procedimento médico que, como todos os demais, envolve risco à saúde. Pelo contrário. Com o avançar da investigação, a cada dia que passa fica provado que a atuação negligente do médico Maurício Ligabô foi a causa da morte da juíza Mariana Ferreira. A família da Magistrada confia plenamente no trabalho da Polícia Civil de Mogi das Cruzes e espera que Maurício Ligabô seja indiciado, processado e condenado pela morte da juíza." Últimas horas de Mariana Nos depoimentos obtidos, as duas médicas que atuavam na UTI afirmaram que Maurício Ligabô resistiu às recomendações para que Mariana fosse submetida a uma cirurgia de urgência. Segundo elas, a demora contribuiu para o agravamento do quadro. Juíza Mariana Francisco Ferreira, de 34 anos, morreu após um procedimento de coleta de óvulos para fertilização in vitro em uma clínica de Mogi das Cruzes Arquivo pessoal Mariana passou pelo procedimento de coleta de óvulos na manhã de 4 de maio, na Clínica Invitro Reprodução Assistida, em Mogi das Cruzes. Horas depois, por volta das 17h, deu entrada no Hospital e Maternidade Mogi Mater. A médica intensivista Dayse Guedes Fernandes afirmou à polícia que assumiu o plantão às 19h do dia 4 de maio. Segundo ela, o profissional que deixava o turno informou que Mariana havia passado pela coleta de óvulos naquela manhã e que o caso inspirava preocupação. Ainda de acordo com Dayse, durante a noite e a madrugada ela enviou mensagens a Maurício Ligabô para comunicar resultados de exames que apontavam queda na hemoglobina e piora da função renal. Conforme o depoimento, o médico respondeu que a paciente apresentava um quadro normal de hiperestimulação ovariana. A médica relatou ainda que precisou administrar morfina porque Mariana sentia dores intensas. Juíza Mariana Francisco Ferreira, da Comarca de Sapiranga Juliano Verardi/ TJRS A outra médica ouvida pela Polícia Civil foi a intensivista Nadja Roberta Melo Cury. Ela afirmou que assumiu o plantão em 5 de maio e encontrou Mariana em estado grave, com sinais de sangramento intenso, como palidez, pressão baixa e exames que indicavam a presença de sangue na cavidade uterina. Segundo Nadja, ao longo do dia ela alertou Maurício Ligabô sobre a necessidade urgente de uma cirurgia para conter a hemorragia, mas o médico teria insistido que o quadro era apenas de hiperestimulação ovariana. Ainda conforme o depoimento, a cirurgia só foi realizada às 21h de 5 de maio, após outro médico fazer um procedimento que confirmou a presença de sangue no abdômen da paciente. Nadja disse que não acompanhou a cirurgia porque atuava como intensivista. Ela voltou a ter contato com Mariana quando a paciente retornou à UTI sob os cuidados do médico Luis Paulo. Mariana Francisco Ferreira, de 34 anos, morreu às 6h03 do dia 6 de maio após sofrer duas paradas cardiorrespiratórias. O boletim de ocorrência foi registrado como morte suspeita e morte acidental. A investigação apura se a morte foi causada por complicações médicas relacionadas ao procedimento ou por possível falha no atendimento. Juíza que morreu após procedimento em clínica de Mogi será enterrada nesta sexta Entenda o caso A juíza Mariana Francisco Ferreira sofreu uma hemorragia após passar por um procedimento de coleta de óvulos para fertilização in vitro em uma clínica de reprodução assistida de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Segundo Marilza Francisco, mãe da juíza, a filha realizou a coleta de óvulos e após receber alta, voltou para casa. Mas começou a sentir fortes dores cerca de uma hora depois. “Ela começou a uivar de dor, muita dor. Ela gritava. Foi um desespero, eu vi minha filha gritar, minha filha sofreu. Minha filha sofreu muito”, lamentou. A mãe contou que ligou para a clínica e recebeu orientação para voltar imediatamente com a filha. Ao chegar ao local, Mariana percebeu um sangramento. Leia Também Juíza sofreu hemorragia após coleta de óvulos em clínica de SP; polícia investiga a causa da morte 'Levei minha filha para a clínica e a tirei do hospital morta’, diz mãe de juíza que morreu após coleta de óvulos em clínica de SP Médico vira alvo de inquérito após morte de juíza que passou por coleta de óvulos para fertilização in vitro em SP Marilza afirmou que o médico responsável tentou conter a hemorragia ainda na clínica. Segundo a mãe, os médicos informaram que uma artéria no colo do útero havia se rompido durante o procedimento. A mãe também afirmou que a filha perdeu cerca de dois litros de sangue, informação que teria sido repassada pela equipe médica. Segundo Marilza, Mariana foi levada para a Maternidade Mogi Mater no carro da mãe, acompanhada apenas por uma funcionária da clínica. “Eles não ofereceram ambulância. Eu levei minha filha no meu carro”, afirmou. O que diz a defesa de Maurício Ligabô Questionados pelo g1, os advogados do médico Maurício Ligabô, Nadir Mazloum e Casem Mazloum, informaram por nota que "o Dr. Maurício Ligabô Jr. desde o início da intercorrência médica com a Dra. Mariana, prestou todos os socorros devidos, inclusive fornecendo a ela opção de uma ambulância de uma empresa com quem ele tem contrato escrito precisamente para intercorrências inesperadas, para enviá-la ao hospital naquele dia. Informa ainda que foi a própria Dra. Mariana que recusou a ambulância e optou por seu próprio veículo para se dirigir ao hospital. Ainda assim, o Dr. Maurício exigiu que uma enfermeira de sua clínica a acompanhasse no seu carro. O Sr. Maurício em nenhum momento deixou a Dra. Mariana desatendida, inclusive tendo cancelado todos os compromissos daquele dia, dentre eles um podcast, para se dedicar exclusivamente à situação médica da Dra. Mariana, o que será devidamente confirmado por testemunhas durante a apuração. Durante a internação da Dra. Mariana no hospital, o Dr. Maurício lá permaneceu, junto à equipe médica, para prestar todo o auxílio necessário à superação clínica da paciente, o que também é confirmado pelos próprios médicos que a atenderam na unidade de tratamento intensivo. Cumpre registrar que o Dr. Maurício tem mais de 20 anos de profissão especializada em reprodução humana e sua clínica conta com 11 anos de atuação. Nesses 11 anos, o Dr. Maurício realizou mais de 7.000 procedimentos tal qual o realizado na Dra. Mariana (o que é confirmado pela numeração da ficha clínica dela, nº 7.092). E nesse período de 11 anos, o Dr. Maurício já entregou mais de 600 bebês à casais que sofrem com problemas de infertilidade. A defesa informa, por fim, que está colaborando com a apuração escorreita dos fatos, fornecendo toda a documentação e informações necessárias às autoridades." O que diz o Mogi Mater "Em relação aos questionamentos sobre o atendimento prestado à juíza Mariana, esclarecemos que o médico responsável por ela, Dr. Maurício Ligabô, esteve presente e participou ativamente de sua assistência desde o momento em que ela foi levada ao Hospital Mogi-Mater por sua mãe, após apresentar complicações decorrentes de um procedimento realizado na clínica particular dele. O Dr. Maurício e sua equipe avaliaram a magistrada, acompanharam sua evolução e adotaram as condutas médicas consideradas, por ele, necessárias em cada etapa do tratamento. É importante esclarecer que o Dr. Maurício Ligabô era o médico responsável pelo caso, cabendo a ele o acompanhamento do diagnóstico principal, a definição das estratégias terapêuticas relacionadas à sua especialidade, a indicação de procedimentos e a comunicação com a família. Já a equipe intensivista, que integra o corpo clínico do hospital, possui autonomia técnica para conduzir os cuidados intensivos, o suporte clínico e as medidas necessárias à segurança imediata da internada dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o que foi feito prontamente. Eventuais divergências de entendimento entre profissionais devem ser compreendidas como discussões técnicas inerentes à prática médica, realizadas com base em critérios científicos e sempre voltadas à busca da melhor conduta para a doente. Quando houve a indicação de procedimento cirúrgico, o hospital disponibilizou toda a estrutura necessária para sua realização, incluindo o suporte de um cirurgião geral, que atuou em conjunto com o Dr. Maurício Ligabô durante a cirurgia. Por respeito à juíza Mariana e aos seus familiares, bem como em observância ao Código de Ética Médica, à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e ao sigilo profissional, não serão divulgados detalhes clínicos adicionais sobre o caso." Assista a mais notícias

Auf dem CDU-Landesparteitag wird Berlins Regierender Bürgermeister von einem Gegenkandidaten überrascht. Trotzdem wird es ein guter Abend für ihn.

Igreja da Sagrada Família em Barcelona inaugura Torre de Jesus Cristo O papa Leão XIV celebra nesta quarta-feira (10) uma missa na Basílica da Sagrada Família em Barcelona, a qual servirá também para abençoar a Torre de Jesus Cristo, a maior da igreja. O templo católico é hoje o cartão-postal mais conhecido da capital catalã, e um dos pontos turísticos mais famosos da Europa. Sua história começa em 19 de março de 1882, quando a pedra fundamental foi colocada, embora as obras só fossem começar de fato no ano seguinte. Obra, aliás, que nunca foi entregue de fato: o local está há quase 143 anos em construção. A previsão de entrega atual é para 2032. O complexo ainda deve passar por um primeiro ciclo de restauração antes de estar 100% completo. Vista aérea captada por drone da Basílica da Sagrada Família, projetada pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, antes da visita do Papa Leão XIV a Barcelona, Espanha, em 3 de junho de 2026. REUTERS/Guillermo Martinez No início, seus planos eram muito mais modestos. O projeto inicial havia ficado a cargo do arquiteto Francisco de Paula del Villar y Lozano, que havia planejado uma igreja neogótica. Villar renunciaria ao posto no ano seguinte, após desavenças com Joan Martorell, o arquiteto que assessorava o idealizador do templo. Em 1884, Martorell indicaria para o cargo um jovem protegido, de apenas 31 anos e nenhum grande trabalho na carreira até então: Antoni Gaudí. Gaudí modificou completamente o projeto e idealizou a Sagrada Família como a conhecemos hoje. O arquiteto se tornou um dos mais conhecidos da história, e o principal nome do modernismo catalão. Ele assinaria algumas das maiores atrações de Barcelona, como a Casa Battló e o Parque Güell. Gaudí trabalharia na basílica pelas quatro décadas seguintes, sabendo que não veria seu maior projeto pronto. Excêntrico, celibatário e fervorosamente católico, ele dedicou-se à igreja até sua morte, em 1926, aos 73 anos, quando foi atropelado por um bonde e confundido com um indigente. Atualmente, a diocese catalã está empenhada na beatificação de Gaudí, apelidado de "arquiteto de Deus". As obras da Sagrada Família prosseguiram, mas a construção foi comprometida durante a Guerra Civil Espanhola, em 1936, quando modelos e projetos originais foram destruídos por grupos anarquistas. Retrato de Antoni Gaudí de 1878 Pablo Audouard Deglaire/Reprodução 172,5 metros Com vários sucessores de Gaudí se alternando à frente das obras ao longo dos anos, a fachada da Natividade foi completada e declarada patrimônio da Unesco em 2005. Em 2010, o papa Bento XVI finalmente consagrou o local e declarou a Sagrada Família uma basílica menor. Mas o principal marco foi a conclusão da Torre de Jesus, em fevereiro de 2026, a maior do complexo. Com 172,5 metros de altura, o templo — que já era a igreja mais alta do mundo — passou a ser também o edifício mais alto da cidade. O papa Leão XIV acena ao chegar ao aerorpoto de Madri para visita à Espanha, em 6 de junho de 2026. Yara Nardi/ Reuters A Sagrada Família já havia conquistado o título de igreja mais alta do mundo no fim de 2025, ao superar a Catedral de Ulm, na Alemanha. A peça final — uma cruz branca de 17 metros de altura e 13,5 metros de largura — foi içada por um grande guindaste amarelo e colocada no alto da torre de Jesus Cristo. Principal ponto turístico da Espanha, a Sagrada Família recebeu 4,8 milhões de visitantes pagos em 2024. O topo da igreja fica ligeiramente abaixo dos 177 metros do morro de Montjuïc, como determinou Gaudí, que não queria que a construção superasse o que considerava uma obra divina. De suas 18 torres, Gaudí só conseguiu ver uma delas pronta em sua vida, a chamada torre de Barnabé.

Advogado relata susto após ser arrastado por redemoinho em cachoeira do Amazonas O advogado e empresário Adriano Cordeiro usou as redes sociais para relatar que quase morreu após ser arrastado por um redemoinho na Cachoeira do Mutum, em Presidente Figueiredo, no interior do Amazonas. Segundo ele, o incidente aconteceu durante um passeio no local e só não terminou em tragédia graças à ação de um amigo que conseguiu resgatá-lo. Em vídeo publicado na internet, Adriano contou que nadava próximo à cachoeira quando foi surpreendido pela força da correnteza. “Esse redemoinho me levou para baixo, para o fundo, duas vezes. Foi tudo tão rápido. Mesmo eu sabendo nadar muito bem, eu não consegui sair. Cheguei a pensar que ia morrer”, relatou. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp De acordo com o empresário, ele já conhecia a cachoeira e havia realizado o mesmo percurso em outras oportunidades sem enfrentar dificuldades. Ainda assim, acabou sendo puxado pela correnteza e perdeu o controle da situação. “Não foi a primeira vez que eu fui à Cachoeira do Mutum. Esse mesmo trajeto, de nadar na frente da cachoeira de uma boia para outra, eu já tinha feito outras vezes. E mesmo sabendo nadar muito bem, eu quase vim a óbito”, afirmou. A esposa dele, que acompanhava o passeio da margem, também participou do relato e descreveu os momentos de tensão vividos pelo grupo. “É assustador ver alguém que a gente ama desaparecer do nada. O Adriano nadou próximo da cachoeira e, quando chegou perto, o redemoinho puxou ele. A gente ouviu os pedidos de socorro, mas no primeiro momento pensou que fosse uma brincadeira. Em questão de segundos ele desapareceu dentro d’água”, contou. Segundo ela, um amigo que estava com o casal percebeu a gravidade da situação e mergulhou para ajudá-lo. Adriano chegou a afundar e voltar à superfície mais de uma vez antes de ser alcançado. “O rapaz pulou e conseguiu pegar ele quando voltou à superfície. Eles ainda ficaram sendo levados pelo redemoinho por alguns instantes até conseguirem se segurar em uma boia”, relatou. Após o susto, Adriano aproveitou para fazer um alerta a visitantes que frequentam cachoeiras e áreas de banho com correnteza. “Quando você for para a cachoeira, tenha muito cuidado. Mesmo que saiba nadar, nunca deixe a autoconfiança falar mais alto do que a prudência. Eu tive a oportunidade de escapar e voltar para a minha família, mas poderia ter sido diferente”, disse. O empresário afirmou que decidiu compartilhar a experiência para alertar outras pessoas sobre os riscos de áreas com redemoinhos, mesmo para quem possui experiência em natação. Advogado relata susto após ser arrastado por redemoinho em cachoeira no Amazonas. Reprodução/Redes Sociais Buracos milenares e riscos ocultos A Cachoeira do Mutum, em Presidente Figueiredo, é conhecida pelas formações rochosas que lembram grandes “banheiras” naturais esculpidas pela força da água ao longo de milhões de anos. Os buracos, chamados de marmitas na geologia, chegam a mais de seis metros de profundidade e estão entre os principais atrativos turísticos do local. Pesquisadores apontam que as cavidades começaram a se formar há cerca de 5 milhões de anos e foram moldadas pela ação contínua das correntezas sobre as rochas. Além de atraírem visitantes, os espaços também servem de abrigo para espécies da fauna e da flora da região. Especialistas alertam, no entanto, que a profundidade das formações e a movimentação da água podem representar riscos aos banhistas. Em alguns pontos, há possibilidade de formação de vórtices e redemoinhos, o que exige atenção redobrada dos visitantes durante atividades de mergulho e natação. Buracos são semelhantes a poços no leito do Rio Mutum Arte/G1 Turistas lotam pontos turísticos de Presidente Figueiredo

Após viagem de 51 horas, passageiro com voo desviado para o CE por interdição no PI consegue se despedir da mãe Reprodução/Arquivo pessoal O engenheiro mecatrônico João Paulo Bernardes, de 39 anos, conseguiu se despedir da mãe, Lourinete Bernardes, após ter o voo desviado para Fortaleza (CE), devido à interdição do Aeroporto Senador Petrônio Portella, em Teresina. Ele viajou de carro até a capital piauiense para participar do velório e do sepultamento, realizados nesta terça-feira (9). Em uma postagem do g1, o pai, Luís Antônio, relatou que foi ao aeroporto para ver o filho antes do velório, quando o terminal foi interditado após uma aeronave de pequeno porte apresentar falha na decolagem. A pista foi liberada por volta das 20h. João comentou que estava a caminho. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp "Estou aqui no meio da rodovia vindo de Fortaleza pra me despedir da minha florzinha", escreveu em rede social. Ao g1, o engenheiro contou que a mãe, Lourinete Bernardes, de 71 anos, enfrentava fibrose pulmonar idiopática desde 2022, como sequela da Covid-19. Ele relatou que os dois moraram em Salvador e em São Paulo e retornaram a capital piauiense em março deste ano. "Eu sabia que estava na condição final da doença. Queria trazer ela de volta para a família", contou. Por conta do trabalho, João viaja por diversos países e estava na Indonésia quando recebeu a notícia da piora no estado de saúde da mãe, no sábado (6). O engenheiro relatou que saiu de Teresina em 14 de abril com destino ao país asiático para passar dois meses e pretendia voltar nesta sexta-feira (12) para rever a mãe. João contou que embarcou em um voo com destino ao Catar sabendo que a mãe ainda estava viva. No entanto, ao pousar em Doha, capital do país, recebeu a notícia da morte. "Que eu botei o wi-fi no telefone, ele travou devido a tantas mensagens, eu já sabia o que era. Só consegui avisar que estava bem e a caminho do Brasil. Ao todo, foram 51 horas de viagem até Teresina", contou. O homem chegou a São Paulo às 8h de segunda-feira (8) e foi informado de que não havia mais voos para a capital. Por isso, embarcou em outro avião, que deveria chegar à capital piauiense às 17h30, o que não ocorreu. Homem vai ao aeroporto de Teresina para ver o filho antes de velório da mãe Informado por familiares João relatou que soube da interdição enquanto estava no avião. Ele foi informado por familiares que estavam em outro voo sobre o problema na pista. "Meus parentes informaram que o comandante deles já havia avisado sobre o problema e que eles iriam ficar dando voltas para esperar a liberação da pista e, caso não fosse resolvido, desceria para Fortaleza. Uns minutos depois, a minha comandante avisou que já estávamos indo para Fortaleza, direto", João definiu a mãe como "a mulher que mais amou no mundo". "Ela tinha o abraço mais gostoso do Brasil, todo mundo que a conhecia se apaixonava por ela. Foi servidora pública, um ser humano apaixonante", destacou. Luís Antônio foi ao Aeroporto de Teresina para encontrar o filho e descobriu desvio de voo após interdição de pista Aric Lages/g1 *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros . VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

Anúncio publicado mas nenhuma venda: por que vender carro usado ainda é um desafio? Crédito: Arquivo Classificarros Você fotografa o carro, escolhe os melhores ângulos, pesquisa preços, cria o anúncio e aguarda os contatos. Nos primeiros dias, as mensagens aparecem. Algumas parecem promissoras. Outras nem tanto. Logo surgem as propostas de troca por veículos que não interessam, ofertas muito abaixo do valor pedido e contatos que desaparecem depois das primeiras conversas. Em alguns casos, aparecem até tentativas de golpe. O tempo passa, o carro continua na garagem e a expectativa de fechar negócio dá lugar à frustração. Essa é uma realidade conhecida por muitos proprietários de veículos que tentam vender por conta própria. E, diante das dificuldades, grande parte acaba recorrendo às concessionárias ou revendas, mesmo sabendo que isso normalmente significa aceitar uma avaliação abaixo do valor que gostaria de receber. O que muitos consumidores ainda não conhecem é uma alternativa que busca unir a valorização da venda particular com a segurança e a estrutura de uma negociação profissional. Anúncio publicado mas nenhuma venda: por que vender carro usado ainda é um desafio? Crédito: Arquivo Classificarros Uma nova proposta para o mercado automotivo Foi justamente para atender essa demanda que a Classificarros, empresa com mais de 18 anos de atuação em Campinas, desenvolveu o Direct, um serviço de consignação e intermediação de veículos que está mudando a forma como proprietários negociam seus carros. A proposta parte de uma ideia simples: permitir que o proprietário tenha acesso à estrutura de uma empresa especializada sem abrir mão do valor de mercado do seu veículo. Na prática, a equipe da Classificarros assume a divulgação profissional do automóvel, gerencia as negociações, analisa propostas, oferece suporte para financiamento dos compradores e ainda viabiliza trocas quando necessário. Em algumas situações, a própria empresa pode adquirir o veículo apresentado como parte do pagamento, facilitando a conclusão do negócio. Enquanto isso, o proprietário continua utilizando o carro normalmente até a venda ser concluída. Anúncio publicado mas nenhuma venda: por que vender carro usado ainda é um desafio? Crédito: Arquivo Classificarros Valorização e segurança para as duas partes Um dos principais diferenciais do modelo é a busca pela valorização do veículo. Segundo a empresa, carros bem conservados negociados pelo Direct podem alcançar valores equivalentes ou até superiores aos praticados pela tabela FIPE, resultado de uma estratégia de precificação adequada e da atração de compradores realmente interessados. Além disso, todo o processo passa por uma análise profissional que reduz situações comuns em negociações particulares, como perda de tempo com propostas inconsistentes ou riscos relacionados à segurança da transação. A proteção também alcança quem está comprando. Veículos com até oito anos de uso comercializados pelo Direct contam com garantia de um ano, um diferencial que amplia a confiança na negociação e oferece mais tranquilidade ao consumidor. Uma terceira alternativa Durante muito tempo, vender um carro significava escolher entre duas opções: enfrentar sozinho os desafios da venda particular ou aceitar a desvalorização oferecida por revendas e concessionárias. O Direct surge justamente como uma terceira via. A proposta combina tecnologia, atendimento especializado e estrutura comercial para transformar uma negociação que costuma gerar desgaste em uma experiência mais segura, transparente e vantajosa para ambas as partes. Em um mercado cada vez mais atento à praticidade e à confiança nas relações de consumo, iniciativas como essa mostram que vender um carro não precisa ser sinônimo de perda financeira, insegurança ou dor de cabeça. A proposta dinâmica está na intermediação profissional entre vendedor e comprador. O veículo é anunciado por especialistas, recebe divulgação qualificada e passa a contar com todo o suporte necessário para negociação, financiamento, documentação e avaliação de propostas. Segundo a empresa, a iniciativa surgiu da percepção de que muitos consumidores não se sentem confortáveis em anunciar seus carros por conta própria, principalmente devido aos riscos de golpes, perda de tempo com interessados não qualificados e dificuldades relacionadas à burocracia da transferência. Anúncio publicado mas nenhuma venda: por que vender carro usado ainda é um desafio? Crédito: Arquivo Classificarros O Direct vem para preencher esta lacuna existente no mercado automotivo regional, ao unir a valorização típica da venda entre particulares com a estrutura profissional de uma empresa especializada no segmento. Outro diferencial está na flexibilidade oferecida ao proprietário. Enquanto o veículo permanece anunciado, o dono continua utilizando o automóvel normalmente até a concretização da venda, evitando transtornos na rotina e a necessidade de ficar sem transporte durante o processo. Além da gestão completa da negociação, o serviço também contempla preparação do veículo, produção de material fotográfico profissional, suporte para eventuais trocas e acompanhamento de todas as etapas até a conclusão do negócio. A experiência também beneficia quem está comprando. Veículos com até seis anos de uso contam com garantia de um ano, oferecendo mais tranquilidade ao consumidor e elevando o padrão de confiança nas negociações realizadas entre particulares. Em um mercado cada vez mais conectado e exigente, soluções que unem tecnologia, atendimento especializado e valorização patrimonial tendem a ganhar espaço entre consumidores que buscam praticidade sem abrir mão de segurança e retorno financeiro.

Die SPD schippert bei Spargel und Schnitzel über den Tegeler See, und hat sich für einen großen Reform-Schulterschluss CSU-Chef Markus Söder als Ehrengast dazugeholt. Er umgarnt die Genossen auf seine Art.
