Oper: Hier ist alles drin, was Oper heute braucht
Wagner, Krieg und Ökodrama: Anna-Sophie Mahler inszeniert in Stuttgart „Turandot“ – und leiht sich für Puccinis unvollendet gebliebene Oper einen neuen Schluss aus dem „Tristan“.
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Wagner, Krieg und Ökodrama: Anna-Sophie Mahler inszeniert in Stuttgart „Turandot“ – und leiht sich für Puccinis unvollendet gebliebene Oper einen neuen Schluss aus dem „Tristan“.
Die HSG Wetzlar liefert Meister Magdeburg einen großen Kampf um den Klassenerhalt, verliert allerdings knapp. Dank der Schützenhilfe des SC DHfK Leipzig dürfen sie in der kommenden Saison trotzdem in der ersten Liga spielen. Die Highlights im Video.
You could almost feel sorry for Joe Biden when he crashed his wife Jill's debut book talk in New York last week.
Hugh Laurie is still a fierce defender of “House,” even more than a decade after the show’s ending. The English actor, who starred in the Fox medical drama from 2004 to 2012, did not mince his words in response to a critic who went viral on X over the weekend for saying that “House” has […]
Votes are still being counted in the closely-watched primary races in California, including for mayor of Los Angeles. Conservative reality TV star Spencer Pratt has dropped to third place behind current democratic Mayor Karen Bass, who is heading to the runoff, and progressive city councilwoman Nithya Raman. NBC’s Liz Kreutz reports for TODAY.
Para o líder chinês, Xi Jinping, a Coreia do Norte é um vizinho que a China não consegue controlar totalmente, mas também não pode se dar ao luxo de perder. Os dois países costumam definir sua relação como um vínculo "selado em sangue", em referência à participação conjunta na Guerra da Coreia (1950-1953). Mas nos últimos anos a desconfiança desgastou essa parceria. Agora, a China busca recuperar influência sobre um aliado estrategicamente importante, mas conhecido por sua imprevisibilidade. A China quer manter a estabilidade em sua fronteira e preservar sua influência na Coreia do Norte, sem ser arrastada para crises provocadas pelas ambições nucleares norte-coreanas. Por isso, a visita de Xi ao país nesta semana tende a ter menos relação com amizade e mais com estratégia política. Autoridades em Seul, na Coreia do Sul, avaliam que Xi pode tentar apresentar a China como mediadora entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos, mas o governo chinês pode ter outros interesses. Fontes diplomáticas ocidentais disseram à reportagem da BBC que a China acompanha com preocupação a aproximação entre a Coreia do Norte e a Rússia. Depois de se reunir na semana passada com o presidente russo, Vladimir Putin, Xi pode querer garantir que também mantenha influência sobre o líder norte-coreano, Kim Jong-un, sobretudo em um momento em que a China amplia sua presença no cenário internacional. Reaproximação após anos de desgaste O esfriamento das relações entre a China e a Coreia do Norte era perceptível, ainda que de forma discreta. Os dois países praticamente não celebraram o 75º aniversário de suas relações diplomáticas, em outubro de 2024. As manifestações públicas foram contidas. No mês anterior, o embaixador chinês não participou das comemorações pelo aniversário de fundação da Coreia do Norte. Ao longo de todo o ano, também não houve encontros de alto nível, um contraste evidente com a aproximação cada vez maior entre Coreia do Norte e Rússia. Essa aproximação crescente com a Rússia passou a preocupar a China. Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, a Coreia do Norte ampliou sua cooperação militar com o presidente russo, Vladimir Putin. O movimento culminou na assinatura de um pacto de defesa mútua durante a visita de Putin a Pyongyang, capital da Coreia do Norte, em 2024. Segundo uma investigação da BBC, cerca de 2.300 soldados norte-coreanos morreram lutando ao lado das forças russas contra a Ucrânia. A Coreia do Norte também é acusada de fornecer munições para o esforço de guerra russo em troca de petróleo e ajuda econômica, um movimento que alarmou os EUA e seus aliados e gerou preocupação na China, ainda que de forma menos pública. "A China quer garantir que seus interesses em relação à Coreia do Norte sejam preservados em um momento de rápida aproximação entre Rússia e Coreia do Norte", afirma Ankit Panda, especialista em política nuclear do think tank (centro de pesquisa e debates) Carnegie Endowment for International Peace, dos EUA. A China mantém apenas um tratado formal de defesa, e é justamente com a Coreia do Norte. Por isso, a China dificilmente veria com bons olhos um cenário em que a Rússia se tornasse a principal força de influência sobre a Coreia do Norte. Um Kim mais autônomo e menos dependente da China significaria uma redução da capacidade chinesa de pressionar o regime norte-coreano. A resposta da China tem sido tentar reconstruir a relação. No fim do ano passado, o presidente chinês convidou o líder norte-coreano para um desfile militar em Pequim, colocando-o em posição de destaque ao lado do presidente russo, Vladimir Putin. Foi a primeira cúpula formal entre Xi e Kim em seis anos. Na ocasião, Xi descreveu os dois países como "bons vizinhos, bons amigos e bons camaradas unidos por um destino comum" e defendeu maior coordenação estratégica entre eles. Chamou atenção a ausência de qualquer menção ao arsenal nuclear norte-coreano nas declarações públicas divulgadas após o encontro. A China tem "sentimentos contraditórios" em relação à aproximação crescente entre a Coreia do Norte e a Rússia, afirma Lee Seong-hyon, pesquisador visitante do Harvard University Asia Center, dos EUA. Por um lado, segundo Lee, essa aproximação desvia a atenção dos EUA e torna mais complexa a estratégia americana em diferentes frentes, o que beneficia indiretamente a China. Por outro lado, o aprofundamento da cooperação militar entre Rússia e Coreia do Norte pode estimular uma resposta mais robusta dos EUA, do Japão e da Coreia do Sul, cenário que preocupa a China. Essa também é uma das razões pelas quais a China evita apoiar abertamente o programa nuclear norte-coreano, já que isso ampliaria a presença americana na região e fortaleceria suas alianças locais. Ao mesmo tempo, a China evita um confronto direto sobre o tema. Em 2022, China e Rússia vetaram uma resolução apresentada pelos EUA no Conselho de Segurança da ONU que previa novas sanções à Coreia do Norte em resposta aos testes de mísseis realizados pelo regime. Se a China adotar uma posição mais dura contra o programa nuclear norte-coreano, "isso apenas empurrará a Coreia do Norte ainda mais para os braços de Putin", avalia Victor Cha, presidente do departamento de política externa do Center for Strategic and International Studies, dos EUA. O parceiro pragmático Mas Kim também não pode se dar ao luxo de se afastar de sua principal fonte de ajuda econômica. As exportações chinesas para a Coreia do Norte saltaram para cerca de US$ 2,3 bilhões (cerca de R$ 12,4 bilhões) no ano passado, o maior nível em seis anos. No início deste ano, o serviço ferroviário de passageiros entre as capitais Pequim e Pyongyang foi retomado após uma interrupção de seis anos. Segundo analistas, essas medidas também fazem parte de um esforço calculado da China para trazer a Coreia do Norte de volta para sua esfera de influência. Para Kim Jong-un, essa é uma escolha pragmática. Se a guerra na Ucrânia chegar ao fim, a necessidade russa de apoio norte-coreano pode diminuir. E, ao contrário de um Putin isolado internacionalmente, o líder chinês, Xi Jinping, tem recebido líderes mundiais em Pequim. Por isso, Kim precisa evitar ficar dependente de um parceiro em perda de força. Mas essa relação já começou marcada por tensões. Ao assumir o poder, Kim adotou prioridades diferentes das de seu pai. Enquanto Kim Jong-il visitava a China com frequência e dependia do apoio da China, seu filho acelerou rapidamente o programa nuclear norte-coreano. Nos seis primeiros anos no poder, Kim supervisionou cerca de 90 testes de mísseis balísticos e quatro explosões nucleares, mais do que seu pai e seu avô haviam realizado juntos. O avanço do programa nuclear alarmou a liderança chinesa. Depois, a execução de seu tio, Jang Song Thaek, visto pela China como uma figura moderadora dentro do regime, aprofundou ainda mais o desgaste entre os dois países. Xi respondeu com sinais diplomáticos incomuns de insatisfação. Em 2014, visitou a Coreia do Sul antes mesmo de se encontrar com Kim, gesto interpretado amplamente como uma afronta ao líder norte-coreano. A reação da Coreia do Norte foi dura. A imprensa estatal chegou a se referir à China como "traidora" e "inimiga". Foi apenas em 2018, quando as sanções impostas ao programa nuclear norte-coreano começaram a produzir efeitos mais severos, que Kim realizou sua primeira viagem internacional conhecida desde que assumiu o poder. Naquele ano, Kim fez sua primeira viagem internacional conhecida desde que assumira o poder. Em seu trem blindado, seguiu para Pequim. O encontro marcou o início de uma reaproximação cautelosa. Nos anos seguintes, Kim se reuniu com líderes dos EUA e da Coreia do Sul, mas sempre depois de consultar a China. A mensagem era clara: a Coreia do Norte não negociaria sem o respaldo da China. Hoje, a Coreia do Norte representa para a China ao mesmo tempo uma proteção estratégica e uma fonte permanente de preocupação. O regime norte-coreano ajuda a manter as forças americanas mais distantes da fronteira chinesa, mas seus testes de armas contribuem para a instabilidade regional. Kim, por sua vez, busca a proteção da China sem aceitar tutela política. Nenhum dos dois lados confia plenamente no outro. Ainda assim, ambos consideram a parceria necessária e, por enquanto, isso basta para manter aberto o diálogo. Reortagem adicional de Kelly Ng
A Kenyan family is seeking support as Josh Kariuki, once a promising professional, faces despair behind bars after a dramatic life change led to his downfall.
Motociclista é preso por pilotar bêbado na contramão; bafômetro deu valor 3 vezes superior Divulgação/PRF Um motociclista de 31 anos foi preso em flagrante, na noite de domingo (7), suspeito de pilotar bêbado na contramão da BR-316, em Picos (PI). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o teste do bafômetro apontou um valor três vezes maior que o limite permitido. LEIA TAMBÉM: Policial penal fica em estado grave após ter moto atingida por motorista com sinais de embriaguez Motorista com suspeita de embriaguez é detido após grave acidente com cinco veículos em ponte A equipe da PRF fazia uma fiscalização na rodovia quando viu a moto do suspeito no sentido contrário ao fluxo normal da via. Durante a abordagem, os policiais perceberam que o motociclista, identificado somente pelas iniciais F. R. B. J., tinha forte cheiro de álcool, fala desconexa e variação de humor. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Ao ser questionado, o homem admitiu ter bebido duas latas de cerveja antes de pilotar. De acordo com a PRF, ele não colaborou com o teste do bafômetro inicialmente, deixando de soprar o aparelho com o volume de ar necessário para a conclusão do exame. Agora no g1 O motociclista recebeu voz de prisão e foi algemado e levado à Central de Flagrante de Picos, onde fez o teste novamente. O aparelho registrou o valor de 0,85 miligramas de álcool por litro de ar alveolar expirado. "O índice é quase três vezes superior ao limite de 0,34 mg/L, que é o patamar estabelecido por lei para que a infração administrativa passe a ser considerada crime de trânsito", explicou a PRF. Ainda segundo a polícia, o homem foi autuado em flagrante por embriaguez ao volante e permaneceu preso na Central de Flagrantes até a publicação desta reportagem. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Israel and Iran trade their first attacks since the ceasefire. Nithya Raman overtakes Spencer Pratt in the Los Angeles mayoral race. And inside Southeast Asia’s fraud network.
In today’s issue: President Trump is leading Republicans’ unfounded claims of fraud in California’s glacial vote counting as his preferred candidate was knocked out of the runoff for Los Angeles mayor. Progressive Los Angeles City Council member Nithya Raman was projected by Decision Desk HQ to finish ahead of Republican Spencer Pratt, a reality television personality, as the two challenge incumbent Mayor Karen Bass (D), despite Pratt’s significant lead on election night. “No...
IGS will also fete the 50th anniversary of Franco Zeffirelli’s 'Jesus of Nazareth' and welcome Marti Noxon, producer of 'Grey's Anatomy' and 'Mad Men,' as president of the drama series jury.
Natanzinho Lima no São João de Campina Grande Maria Eduarda Batista O São João 2026 de Campina Grande encerrou o primeiro fim de semana de festa com forró, piseiro e brega, e um Parque do Povo lotado. A noite de shows de domingo (7) também acabou sendo marcada por problemas técnicos no palco principal. Falhas no sistema de som afetaram as apresentações de Natanzinho Lima, Raphaela Santos e Tarcísio do Acordeon. Segundo a organização do São João de Campina Grande, o evento ultrapassou a marca de 400 mil visitantes nos primeiros cinco dias de festa. Apenas neste domingo, mais de 100 mil pessoas passaram pelo local durante toda a noite. A programação da noite tinha Natanzinho Lima entre as atrações mais aguardadas da noite. O fato que chamou a atenção foi que, após o anúncio do cantor, as luzes do palco principal permaneceram apagadas e o sistema de som não funcionou por mais de dez minutos, enquanto milhares de fãs aguardavam o início da apresentação. Durante a espera, o público passou a chamar pelo artista em coro: “Natanzinho, cadê você? Eu vim aqui só pra te ver”, gritava o os fãs. O g1 procurou a organização para um posicionamento sobre as falhas no palco, mas não recebeu resposta até a última atualização desta matéria. Resolvido o problema, Natanzinho Lima subiu ao palco do São João de Campina Grande pouco mais de 1h20 da madrugada desta segunda-feira (8), com o Parque do Povo tomado por um mar de chapéus, marca registrada do cantor cearense. Durante a apresentação, o cantor interpretou suas músicas mais conhecidas pelo público, como “Me Apaixonei Nessa Morena”, “5 da manhã”, “Mentira Estampada” e Uma e Quinze da Manhã”. A apresentação marcou o retorno do artista ao palco principal d’O Maior São João do Mundo pelo segundo ano consecutivo. Em entrevista ao g1 antes do show, o cantor falou sobre a responsabilidade de voltar a Campina Grande. “Eu não imaginava voltar pra cá mais um ano, porque é um São João muito disputado. Então, pra mim, é como se fosse um dia de conquista. Eu lembro de um conselho que o Wesley [Safadão] me falou: ‘Natan, você tocar uma primeira vez numa festa é muito difícil, mas você voltar pra aquela festa é mais difícil ainda.’ Então, é sinal que a gente tá fazendo certo.” O show também foi marcado por forte interação com o público. Entre os fãs estava o pequeno Ravi, de apenas 4 anos, que nas redes sociais já acumula cerca de 30 mil seguidores, onde a família compartilha vídeos do menino cantando e dançando músicas do Natanzinho Lima, e que chegou a subir ao palco e dançar com o artista durante o show. A mãe de Ravi, Paloma Joyce, contou ao g1 que o filho é fã do cantor desde os dois anos de idade, quando começou a ouvir as músicas. Pequeno fã de Natazinho Lima no Parque do Povo Maria Eduarda Batista Natanzinho comentou sobre a presença de público infantil nos shows e a responsabilidade envolvida ao lidar com esse tipo de plateia. “Queira ou não, a gente tem que ter um cuidado, né? Até sem querer, a gente influencia. E eu agora como pai, eu tenho que dar um exemplo. Como eu vou ser pai e vou dar um mau exemplo pra uma criança? Então os pais veem que sou um cara bem sossegado e trazem as crianças pra curtir o show”, afirmou. Por volta das 2h30 , um novo 'apagão' atingiu o palco do São João de Campina Grande. A interrupção foi rápida, mas chegou a provocar uma reação bem-humorada do cantor Natanzinho Lima: “Chegou o nosso horário já, chefe? Agora que ficou bom”, brincou. Já nos minutos finais da apresentação no Parque do Povo, o artista ainda convidou um amigo ao palco para cantar junto com ele as músicas “Que Dá Vontade Dá” e “A Nossa Primeira Vez”. Campina Grande deve receber mais de três milhões de visitantes durante as festas de São João Raphaela Santos trouxe o brega para o São João de Campina Grande A cantora Raphaela Santos foi a segunda atração da noite e enfrentou problemas técnicos durante a apresentação. Nos primeiros minutos da música "Quem é o Louco Entre Nós", o microfone parou de funcionar, deixando a artista cerca de cinco minutos sem som. Mesmo assim, o público seguiu cantando e manteve o ritmo do show. Após o incidente, Raphaela seguiu a apresentação por quase duas horas ininterruptas, com o público cantando todas as músicas junto com ela. A apresentação foi marcada por repertório de brega e sofrência, com os maiores sucessos da carreira da cantora, como “Você Lembra”, “Quem É o Louco Entre Nós”, “Meio Termo” e “Rasga Minha Roupa”. Em um momento do show, a cantora colocou uma mesa no palco e bebeu junto com as bailarinas, simulando um boteco enquanto cantava “Procure Me Esquecer”, parceria com Natanzinho Lima. A abertura da apresentação de Raphaela Santos prestou homenagem às quadrilhas juninas, um dos símbolos mais tradicionais do São João no Nordeste. O momento também destacou a presença crescente do brega pernambucano nas festas juninas do estado. Após o show, a cantora falou sobre a presença cada vez maior do brega nas programações do São João. “Eu tô amando ver que outros estados estão dando oportunidade de ouvir o nosso brega de Pernambuco. A Paraíba é um estado que sempre vem me fortalecendo de uma forma muito linda. Esse mês de São João eu tô bem dividida entre Pernambuco e aqui na Paraíba, então eu só tenho a agradecer por todo esse amor e por abrirem as portas pro nosso brega”, afirmou. No fim da apresentação, a cantora ainda incluiu no repertório alguns forrós conhecidos do público, como “Amores Que Matam”, “Tá Com Medo de Amar”, “Mágica” e “ Lábios Divididos”. Tarcísio do Acordeon no Parque do Povo Maria Eduarda Batista Tarcísio do Acordeon agita público com grandes sucesos A falha técnica voltou a se repetir durante o show de Tarcísio do Acordeon. O microfone do cantor parou logo no início da apresentação e ficou sem funcionar por alguns minutos. Assim como aconteceu no show de Raphaela Santos, os fãs continuaram cantando e, em determinado momento, puxaram o coro de “porque parou, parou, por quê?”. Após o problema ser resolvido, Tarcísio chegou a pedir desculpas ao público pelo incidente. Ao longo da noite, o artista cantou grandes sucessos de sua carreiral, como “Proteção de Tela”, “Lembrei de Você”, “Chorei na Vaquejada” e “Meia Noite”, e animou o público no Parque do Povo, que não ficou parado durante a apresentação. O cantor também incluiu no repertório músicas do seu novo projeto musical, Esquenta pro São João, como “Não Era Eu no Bolão” e “Voltável”. Após o show, Tarcísio comentou ao g1 a reação do público durante a falha técnica e ressaltou o carinho que recebe dos fãs em Campina Grande. “Tarcísio do Acordeon tem um caso de amor e de carinho com Campina Grande, tanto é que isso aí ficou provado. Tudo é reciprocidade. A gente entrega o que a gente pode, e Campina Grande sempre entrega aquela energia maravilhosa”, destacou. Um detalhe que chamou a atenção foi a jaqueta usada por Tarcísio durante o show, estampada com o rosto de Luiz Gonzaga. O cantor explicou que a peça foi uma forma de homenagear o Rei do Baião. “Luiz Gonzaga é muito importante na minha vida e, esse ano, eu trouxe para Campina Grande essa homenagem. Então, assim, Luiz Gonzaga é tudo, principalmente para a gente que carrega o instrumento como a sanfona, que é a voz do Nordeste, que é a voz do nordestino”, disse o cantor. A cantora Gitana Pimentel, natural de Campina Grande, também se apresentou no palco principal neste domingo (7), abrindo a noite de shows com um repertório eclético Agenda Os shows no palco principal do São João 2026 de Campina Grande serão retomados na terça-feira (9) com uma programação voltada ao público católico. A noite contará com o ‘Arraiá do Crescer’, com apresentações de Irmã Kelly Patrícia, Ana Clara Rocha e Ítalo, além de Padre Nilson. Além do palco principal, o Parque do Povo terá apresentações de artistas locais, quadrilhas juninas e trios de forró nas ilhas de forró, nos coretos, no Palco Cultural, no Quadrilhódromo e na Pirâmide. A programação nesses espaços começa às 18h. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
South Africa has seen recurring bouts of anti-migrant violence, with protests intensifying this year as vigilante groups ordered undocumented foreigners to leave by June 30. The post South African anti-migrant protesters march after Ramaphosa warns vigilantes appeared first on Vanguard News.
Enem 2026: Inep prorroga inscrições até 12 de junho As inscrições para o Enem 2026 foram prorrogadas até o dia 12 de junho, segundo o Ministério da Educação. O exame será aplicado nos dias 8 e 15 de novembro em todo o país. A taxa de inscrição é de R$ 85 e pode ser paga até 17 de junho. No Amapá, os candidatos devem acessar a Página do Participante, utilizando login Gov.br, para concluir a inscrição. É possível escolher Macapá ou outros municípios do estado como local de prova, o que facilita a logística para quem mora fora da capital. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Passo a passo para se inscrever Acesse a Página do Participante com login Gov.br; Informe dados pessoais e escolha a cidade de aplicação da prova (Macapá ou outro município do Amapá); Indique se já concluiu ou concluirá o ensino médio em 2026; Selecione a opção de língua estrangeira (inglês ou espanhol); Gere o boleto da taxa de inscrição (R$ 85) e pague até 17 de junho. LEIA MAIS Conjuntos habitacionais de Macapá recebem serviços para pets a partir desta segunda (8) Veja editais com inscrições abertas no Amapá Plataforma oferece videoaulas para preparação do Enem no Amapá Quem pode participar Concluintes do ensino médio em 2026; Egressos que já finalizaram o ensino médio; Treineiros com menos de 18 anos que ainda não concluirão o ensino médio neste ano; Candidatos à certificação maiores de 18 anos. Prazos e cronograma O Enem tende a seguir os prazos definidos em edital. O cronograma após a prorrogação do prazo de inscrição deve ser: Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho (PRORROGADO); Pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 17 de junho; Solicitação de tratamento por nome social: de 25 de maio a 12 de junho; Solicitação de atendimento especializado: de 25 de maio a 12 de junho; Resultado do atendimento especializado: 26 de junho; Recurso do atendimento especializado: de 29 a 3 de julho; Resultado do recurso: 10 de julho; Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro. As inscrições para o Enem 2026 foram prorrogadas até o dia 12 de junho. Freepik Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:
The accused allegedly deceived students and institutions while undermining the credibility of genuine educational qualifications
The pontiff also called on Spanish lawmakers to protect life from conception to natural death amid debates over euthanasia and abortion rights.
El matrimonio, siempre en el centro de las críticas, estrenará en otoño un programa en el que hablarán sobre la pasión que les unió. “Estoy conectado con Dios, y si eso incomoda a la gente, pues entonces se sentirán muy incómodos”, ha dicho él
Guardiãs do milho crioulo: conheça atividade realizada por mulheres no interior de SP A feminilidade costuma ser associada a características como cuidado, afeto e proteção. Por muito tempo, porém, essas qualidades foram vinculadas à ideia de fragilidade e sensibilidade atribuída às mulheres. Mas há muito tempo elas mostram que exercer esses papéis exige, acima de tudo, força, coragem e determinação. Foi com esse espírito que as integrantes da Associação Arte e Vida, de Guapiara (SP), assumiram a missão de preservar as sementes de milho crioulo. Elas também se dedicaram a compreender os processos de cultivo e conservação da espécie, que resulta em espingas roxas, vermelhas, laranjas, pretas e até azuis. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp O trabalho começou em 2008, quando as moradoras resgataram o milho com o objetivo de utilizar a palha na produção de artesanato, que chegou a chamar a atenção da atriz Paolla Oliveira que recebeu uma peça das artesãs. Com o passar dos anos, porém, a iniciativa ultrapassou a atividade manual e se transformou em um compromisso com a preservação de um patrimônio cultural e agrícola da região, conforme explica a artesã Alice de Oliveira, de 57 anos, que representa a associação. “Elas resgataram as sementes de milho crioulo na região de Guapiara para dar início ao plantio com o intuito de utilizar suas palhas naturalmente coloridas na produção dos trançados. Desde então, buscamos outras variedades em feiras de trocas de sementes." Um grupo de moradores de Guapiara atua como guardiãs da semente do milho crioulo Reprodução/Cânions Paulista Formado por 15 mulheres e atuante há 13 anos, o grupo se considera guardião das sementes por assumir a responsabilidade de preservar e perpetuar as variedades de milho crioulo. “Atuamos na preservação, seleção e partilha de variedades tradicionais de sementes de milho crioulo, mantendo vivas espécies adaptadas ao clima local, garantindo a soberania alimentar, a biodiversidade e a independência das grandes corporações agroquímicas”, pontua Alice. Segundo ela, ser uma guardiã das sementes significa assumir o compromisso de proteger um patrimônio valioso. “Tem que ter muita coragem. Está ali na sua mão uma vida, não é simplesmente só uma semente. É uma vida que você resgatou e conviveu desde que nasceu. No meio do caminho, ela escapou, mas depois você a pegou de volta. Para nós, do grupo, cuidar e zelar das sementes é uma luta”, afirma Alice. A associação de artesãs responsáveis por zelar pelas sementes existe há 13 anos em Guapiara Arquivo pessoal/Rodrigo Antunes A artesã explica que a atividade realizada pelas mulheres enfrenta os vizinhos e o agronegócio, para que as sementes sejam mantidas conservadas e sem contaminação externa. Ao todo, elas cuidam de quatro variedades do milho crioulo e duas da versão usada para pipoca. Além de guardá-las, as mulheres também são responsáveis pelo plantio, feito na zona rural de Guapiara. De acordo com Alice, o processo de germinação, crescimento e colheita pode levar de quatro a seis meses. “O plantio é realizado com a seleção das sementes, respeitando a fase da lua, plantando na lua minguante com intervalo entre uma variedade e outra para não misturar. É manter as sementes vivas, preservando a soberania alimentar, a conservação genética e autonomia das agricultoras”, disse a artesã. LEIA TAMBÉM: Dia Nacional do Café: conheça características da espécie arábica, cultivada por Sabrina Sato em fazenda no interior de SP Hortifruti fresquinho, ponto de encontro e fonte de renda: há quase 100 anos, feira livre de Itapetininga movimenta a economia e a vida social Observação de aves, primatas, trilhas e passeios noturnos: Parque Carlos Botelho é referência em ecoturismo no interior de SP O milho crioulo é a semente cultivada sem interferências genéticas Arquivo pessoal/Ana Cláudia Rocha Braga Atualmente, o grupo está mobilizado para ampliar o cultivo do milho crioulo. As integrantes distribuem sementes e incentivam o plantio da variedade tradicional, livre de modificações genéticas. A iniciativa busca fortalecer a preservação das sementes, estimular o cultivo sustentável e garantir matéria-prima para a produção artesanal. “Comercializamos as sementes em feiras e eventos que participamos. Recentemente enviamos sementes para uma artesã em Goiás. Fomos reconhecidas como um grupo tecnológico social formado por mulheres, em 2017. Somos as guardiãs da semente do milho crioulo”, afirma Alice. 🌽 O milho crioulo Para entender melhor a importância e presença da espécie no interior paulista, o g1 conversou com o engenheiro agrônomo Edegar Mascari Petisco, de 64 anos, morador de Itapetininga (SP). Conforme o especialista, as sementes crioulas fazem referência à espécie originária, plantadas por antepassados e que, atualmente, são preservadas. Além de seu valor histórico e cultural, elas desempenham um papel importante na agricultura, pois servem como fonte de genes utilizados em programas de melhoramento genético. “O grande perigo que as sementes crioulas hoje estão correndo é a contaminação dessas plantas pelo pólen de milhos transgênicos, que pode se deslocar pelo vento. Isso pode ocorrer se tiver um vento muito forte, a uma distância considerada de mais de um quilômetro”, explica. Além da preservação da espécie, as guardiãs também são responsáveis pelo plantio do milho Arquivo pessoal/Verônica Volpato Para que isso seja evitado, o agrônomo dá uma dica: as espécies crioulas devem ser plantadas em locais isolados, longe de lavouras comerciais, para evitar a contaminação. Ele aponta que em outros países da américa latina, como o México e Peru, houve a perda do material original devido à contaminação. “Eles [o milho] têm características muito especiais, né? Com grão preto. Então, é uma coisa assim muito bacana esse trabalho de preservação dessas variedades crioulas nativas”, observa Edegar. Segundo o profissional, as sementes acabaram caindo em desuso, pois as variedades comerciais apresentadas aos consumidores ganharam mais espaço por terem perfis mais produtivos e homogêneos, resultado de um cruzamento entre linhagens. “As crioulas, como produziam menos, acabaram sendo deixadas de lado. Algumas pessoas, muito tradicionais, continuam multiplicando e conseguimos chegar até hoje. Mas, talvez nesse caminho, algumas dessas variedades tenham sido perdidas em função do milho comercial”, analisa. A diferença entre o milho comercial e o crioulo está na aparência, com grãos de diferentes cores e a palha colorida Arquivo pessoal/Ana Cláudia Rocha Braga 🗺️ Roteiro do milho no interior paulista Apesar dessa perda significativa, o trabalho das mulheres de Guapiara foi reconhecido e incluído em um roteiro do milho, iniciativa produzida por uma associação que busca fortalecer o turismo rural no Sudoeste Paulista. As integrantes foram convidadas em 2018. Para elas, sinal de reconhecimento, valorização e que também permite a divulgação do trabalho desenvolvido. A pesquisadora e idealizadora da iniciativa. Cristina Fachini, de 46 anos, compartilha que esse roteiro é o resultado de uma pesquisa iniciada por ela há mais de 20 anos. “Quando passei a atuar no Sudoeste Paulista buscando identificar cadeias de valor capazes de impulsionar o desenvolvimento rural do território. Trata-se de uma região historicamente conhecida como 'ramal da fome', marcada por baixos índices de desenvolvimento humano e baixa industrialização. Ao mesmo tempo, é um território extremamente rico em biodiversidade e com forte presença da agricultura familiar, que têm um papel fundamental na conservação da cultura caipira e da diversidade agrícola”, explica. Ao longo desse percurso, Cristina constatou que o milho ocupa um papel central na identidade regional. Mais do que um alimento, ele integra a história e a cultura local, marcando presença nos sistemas de cultivo, na culinária, nas festividades, nos conhecimentos transmitidos entre gerações e no cotidiano das comunidades. “O Roteiro do Milho surge como uma estratégia de desenvolvimento territorial que busca transformar esse patrimônio em oportunidade, conectando cultura, produção agrícola, gastronomia e turismo”, comenta. O projeto foi estruturado a partir do mapeamento territorial no Sudoeste Paulista, abrangendo as cidades de Itapetininga, Capão Bonito, São Miguel Arcanjo, Ribeirão Grande, Guapiara, Ribeirão Branco, Apiaí, Itapeva, Taquarivaí, Itaberá, Itararé e Bom Sucesso de Itararé. Conforme Cristina, o roteiro se divide em dois eixos territoriais. O primeiro liga Itapetininga a Apiaí, passando pelo Rastro da Serpente e pela região dos parques naturais. Já o segundo, que liga Itapetininga a Itararé, integra o Caminhos Tropeiros e a região dos Cânions Paulistas. No Roteiro do Milho, os visitantes conhecem desde o plantio até o uso do milho em atividades como o artesanato Arquivo pessoal/Ana Cláudia Rocha Braga e Verônica Volpato Dessa forma, foram levantados mais de 50 empreendimentos e diversas receitas tradicionais. “Foram identificados diversos atores e iniciativas fundamentais para a construção do roteiro, como agricultores guardiões de sementes crioulas, fábricas de farinha e monjolos tradicionais, artesãs da palha de milho, festas do milho, restaurantes com culinária típica e guias de turismo locais”, detalha a idealizadora. A primeira fase do projeto começa no sábado (13), entre as cidades de Itapeva e Itaberá, onde os interessados poderão visitar os assentamentos e conhecer mais sobre a agricultura familiar, culinária tradicional e sustentabilidade. Aos interessados em participar deste roteiro ou produtores que desejam integrar o projeto, podem buscar mais informações no site. 🪴 Participantes do roteiro O ponto de “start” do roteiro acontece em Itapeva e Itaberá, no “Roteiro das Agrovilas”. Atualmente, as atividades são voltadas ao cotidiano rural e à produção agroecológica, percorrendo os assentamentos rurais. Um dos participantes é Wagner da Silva Carvalho, de 44 anos. O tecnólogo em agroecologia e educador ambiental reside na Agrovila 5, localizada em Itaberá. Para entender melhor sobre o local, Wagner explica que as vilas são bairros rurais dentro de assentamentos da reforma agrária, entre as duas cidades. No espaço, há cerca de 700 famílias, entre assentadas e agregadas. “Aqui é um espaço onde as famílias vivem, produzem alimentos, preservam a cultura regional e desenvolvem iniciativas ligadas à agricultura familiar”. O assentamento, segundo Wagner, existe desde 1984, sendo um dos primeiros da reforma agrária no Estado de São Paulo. A participação do local no roteiro aconteceu por meio de um trabalho desenvolvido no local, o “Panela Cheia”, e também pela preservação do milho crioulo. “Recebemos com bastante alegria o convite do roteiro do milho. Foi um reconhecimento do trabalho realizado pela nossa família há anos. Saber que a nossa experiência pôde contribuir para fortalecer a cultura do milho crioulo, a agricultura familiar e o turismo rural da nossa região, nos deixa muito motivado”, compartilha Wagner. Outro lugar que consta no roteiro é o quilombo Fazenda Silveiro, em Itararé. Silvane Aparecida Matias, de 47 anos, é uma das moradoras e agricultoras que integram o local. “O quilombo é uma fazenda onde hoje residem 26 famílias, e existe desde 2001. O quilombo foi reconhecido como remanescente em 2019. A produção aqui na comunidade se dá um pouco de tudo, tem área de soja, milho, trigo e também temos a área de hortaliças no campo e as estufas”, explica. A moradora conheceu o projeto por meio de uma rede sociotécnica. Para ela, a participação no roteiro tem um significado muito importante. “É um pedaço da minha história, é poder estar com pessoas que a gente ama e aprender coisas novas”. Um dos pontos alcançados pelo roteiro são os assentamentos entre Itaberá e Itapeva Arquivo pessoal/Cânions Paulista *Colaborou sob a supervisão de Larissa Pandori Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM