‘Pride Month’ Is Proof That Institutional Neutrality Is A Lie
Entities like MLB will either be dominated by what is true, good, and beautiful, or they will succumb to the type of sinful lies parroted during 'pride month.'
"PRIDE" · 총 196건
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Entities like MLB will either be dominated by what is true, good, and beautiful, or they will succumb to the type of sinful lies parroted during 'pride month.'
Now for a little dose of good news: while some companies are clinging to Pride-themed ad campaigns in June, one of the most notorious offenders is going all-in for Americana just ahead of the nation’s 250th birthday. Target’s homepage on Tuesday featured a man and woman with children smiling and clad in red, white, and ...
The NFL did not post about Pride Month on its main social media accounts on June 1, breaking from past practice even as most individual teams acknowledged the event.
Celebrating Pride Month, New York City Democratic Mayor Zohran Mamdani shared an article claiming there has been an uptick in “violent killings” of people who identify as transgender. However, a review by The Daily Wire found that none of the deaths cited in the article have been classified as anti-trans hate crimes by law enforcement ...
Parada LGBT+ na avenida Paulista, em SP Reprodução A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, que ostenta o título de maior do mundo pelo Guinness Book, sofreu uma redução de 60% em seu orçamento privado para a edição de 2026, que acontece no próximo domingo (7), na Avenida Paulista. O esvaziamento financeiro ocorre justamente na edição comemorativa de 30 anos do evento: o total de marcas patrocinadoras caiu de 11, em 2025, para 9 este ano. A retração comercial contrasta com o impacto econômico do evento. No ano passado, o circuito reuniu 50 mil pessoas, segundo o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e injetou R$ 548,5 milhões na economia da capital paulista, de acordo com dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Agora no g1 O que pode explicar a debandada das marcas De acordo com a organização da Parada e analistas de mercado, a redução dos investimentos privados já estava desenhada devido à falta de contratos de longo prazo e a uma visão estritamente comercial das empresas, que enxergam o público LGBT+ apenas como consumidores sazonais. Nos bastidores, as justificativas apresentadas pelas marcas para negar o patrocínio em 2026 dividem-se em cinco pilares principais: 1. O avanço da agenda 'anti-woke' global O fortalecimento de um movimento conservador global, intensificado internacionalmente após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, atua como um espelho para o mercado brasileiro. O termo norte-americano "woke" — originalmente associado à conscientização sobre injustiças sociais — passou a ser utilizado por correntes de direita como crítica pejorativa ao progressismo. Nos EUA, marcas como Target, Bud Light e Ford sofreram boicotes massivos de consumidores após campanhas de apoio à comunidade LGBT+. Com receio de retaliações e linchamentos virtuais semelhantes no Brasil, diretorias de multinacionais recuaram nos investimentos públicos em diversidade. A Disney é uma das principais empresas acusadas de ser woke. GETTY IMAGES via BBC 2. Rejeição ao teor político do tema A organização ouviu de marcas que o tema escolhido para a edição histórica deste ano — "30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma" — afastou investidores. Muitas empresas alegaram que não gostariam de atrelar suas identidades institucionais a um mote considerado "muito político" ou eleitoral. Manifestantes anti-LGBT marcham pelas ruas durante um protesto exigindo medidas mais rigorosas em Dakarem 14 de fevereiro de 2026 REUTERS/Zohra Bensemra/Foto de Arquivo 3. Orçamento espremido por Eleições e Copa Empresas que abandonaram o circuito também justificaram a ausência alegando que 2026 é um ano dividido entre eleições municipais e a Copa do Mundo, o que acabou por descentralizar e apertar o budget (orçamento) de marketing e comunicação voltado para eventos de massa. Servidor municipal de Guarujá (SP) foi excluído do grupo de trabalho no WhatsApp após posts em alusão ao Dia do Orgulho LGBT+ Redes Sociais 4. Migração para a verba de ESG Outra mudança apontada pelo mercado é que a quantia antes destinada especificamente para causas e eventos LGBT+ (a chamada "verba pride") foi extinta em várias companhias e absorvida pelos fundos gerais de ESG (sigla ambiental, social e de governança). A organização critica a mudança, defendendo que esses valores deveriam fazer parte do montante principal que as empresas investem em mídia e publicidade, dado o retorno de visibilidade que o evento entrega. Milhares marcham por direitos LGBT+ na Hungria, mesmo após proibição Bernadett Szabo/Reuters 5. Ofensiva legislativa No cenário nacional, casas legislativas capitaneadas por frentes conservadoras e evangélicas passaram a articular projetos de lei para proibir a presença de crianças e adolescentes em manifestações da comunidade LGBT+, sob a justificativa de "proteção da infância". Em São Paulo, propostas dessa natureza tramitam na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa (Alesp). Família LGBT+ participa da Parada do Orgulho na Avenida Paulista neste domingo (22), no Centro de São Paulo. Luiz Gabriel Franco/g1 LEIA TAMBÉM: ‘Vai ter criança, sim’, afirma presidente da Parada LGBT+ sobre projeto de lei que proíbe menores de idade no evento em SP Câmara de SP aprova em 1ª votação projeto que proíbe crianças na Parada LGBT; para especialistas, é inconstitucional Parada LGBT+ de SP terá shows de Gloria Groove, Pepita e Melody; veja atrações confirmadas 🏳️🌈As marcas que saíram do circuito Parada LGBT+ levou multidão à avenida Paulista, em SP Miguel Schincariol/AFP Um levantamento realizado pelo g1 nos contratos comerciais do evento entre 2022 e 2026 revela o tamanho da retração comercial. Grandes marcas que carimbavam o circuito recentemente, como Vivo, Terra, Burger King, Smirnoff, Pinterest e a rede de cosméticos Sephora, deixaram o evento. Veja a evolução das marcas parceiras entre 2022 e 2026: 2022: 15 marcas - Terra, Smirnoff, Burger King, Amstel, Mercado Livre, Jean Paul Gaultier, Vivo, Accor, Avon, Doritos, Laboratório LAIS, Philip Morris, British Council, Agência FOME e Pevi 56. 2023: 16 marcas - Smirnoff, Terra, Vivo, Amstel, Mercado Livre, L’Oréal Groupe, Burger King, Philip Morris Brasil, 3M, Kellogg’s, Accor, Banco do Brasil, Pantene, Microsoft, Zurich e Warner Music Group. 2024: 14 marcas - Amstel, Terra, Vivo, L’Oréal Groupe, Philip Morris Brasil, 3M, Burger King, British Council, Accor (ALL), Zurich, TV Globo, Agência FOME, Climatempo e Warner Music Brasil. 2025: 11 marcas - Amstel, L’Oréal Groupe, Sephora, Vibes, Smirnoff, Philip Morris Brasil, Team, Zurich, Sympla, Pinterest e Accor (ALL). 2026: 9 marcas - Amstel, Grupo L'Oréal no Brasil, Philip Morris Brasil, Camarote Pride, Camarote Paulista, Sympla, Accor e Zurich. Para entender o peso dessa queda, vale destacar que o financiamento da Parada LGBT+ de São Paulo por empresas privadas é estruturado por meio de um livro de cotas comerciais, dividido entre patrocinadores máster, copatrocinadores e cotas de apoio. Para que uma marca tenha o direito de colocar um trio elétrico exclusivo na avenida ela precisa obrigatoriamente adquirir uma cota de patrocínio ou copatrocínio. As demais participações entram como apoio ou ativações pontuais em camarotes. O argumento 'esse dinheiro poderia estar indo para a Saúde' Casal se beija na Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, realizada no domingo (11) na Avenida Paulista Fábio Tito/g1 A organização também esclarece o funcionamento das verbas públicas destinadas ao evento. A Prefeitura de São Paulo arca exclusivamente com a infraestrutura de rua da Parada, o que inclui itens como gradis, banheiros químicos e postos médicos. Esse montante é previamente estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada no ano anterior, fazendo parte do calendário oficial de turismo da capital, o que significa que o repasse não interfere e nem retira verbas de áreas como saúde ou educação. Toda a operação artística, logística e a contratação dos trios elétricos ficam sob a responsabilidade financeira da associação. 'Pinkwashing' e o debate sobre coerência Trisal celebra a 29ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, na Avenida Paulista. Luiz Gabriel Franco/g1 A diretoria da APOLGBT-SP ressalta que a cobrança em relação às marcas não é por "esmola", mas sim por coerência de discurso, combatendo a prática do pinkwashing. O termo, neste contexto, define empresas que utilizam a estética do arco-íris em campanhas publicitárias para lucrar, mas não realizam investimentos reais na comunidade. "O mercado aprendeu a monetizar o arco-íris sem investir proporcionalmente na comunidade LGBT. A diversidade não pode ser apenas uma campanha de junho, tem que ser o ano todo. Não pode ser apenas pontualmente em um ano, tem que ser um compromisso a longo prazo. Em 30 anos, eu esperava que o apoio das marcas que já estiveram com a gente fosse ainda maior, e não que tivesse declinado", lamentou Nelson Pereira, presidente da APOLGBT-SP. O argumento é referendado pelo Observatório da Diversidade na Publicidade (ODP), entidade setorial formada por um grupo de 26 agências de publicidade focada em acelerar a inclusão de grupos sub-representados no mercado brasileiro de comunicação. "A diversidade viveu um momento de maior visibilidade, mas todos os envolvidos com a pauta sempre souberam que esse espaço não era garantido ou permanente. Todo avanço significativo traz uma reação conservadora, que é o momento atual. O que precisamos é melhorar a articulação para transformar essas relações em parcerias duradouras, que vão além do interesse comercial." 🎤Parada mantém programação com apoio de artistas A cantora Pabllo Vittar durante a 27ª Parada do Orgulho LGBT+, neste domingo (11), na Avenida Paulista em São Paulo (SP). MARCELO OLIVEIRA MARÇO/ESTADÃO CONTEÚDO Manter a estrutura da Parada exige um alto custo operacional. O valor médio para colocar um único trio elétrico na rua varia entre R$ 40 mil e R$ 85 mil. Para garantir o desfile dos 14 trios elétricos previstos para este domingo sem o montante ideal de patrocínio, a organização contou com o apoio de dezenas de atrações musicais que abriram mão de seus cachês tradicionais ou aceitaram se apresentar recebendo apenas ajuda de custo para despesas operacionais. A lista de artistas confirmados inclui Pepita, DJ Diveras, Diego Martins, Dornelles, MC Soffia, Zumbicore, Jup do Bairro, Boombeat, Bixarte, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, e MC Trans. Na última quinta-feira (28), a Amstel, que se manteve como patrocinadora oficial do evento, anunciou também a inclusão dos shows de Pabllo Vittar e Urias na programação da Avenida Paulista, após o fechamento das negociações com a marca. A expectativa de público é de 2 milhões de pessoas.
“To deny people their human rights is to challenge their very humanity.” — Nelson Mandela According to global studies, LGBTQIA+
Former Vice President Kamala Harris released her annual LGBTQ+ Pride Month message on social media, calling it an "ongoing fight" for equality. The post Kamala Harris’s LGBTQ+ Pride Month Message: ‘Ongoing Fight’ appeared first on Breitbart.
Police have not named anyone of interest, but in video posted on social media after the incident, Amrit Birring, with the Freedom Party of BC, has taken responsibility for the act.
From Michelin-starred kitchens to guest starring on Sesame Street, chef Melissa King has done it all, including breaking records on Top Chef. She shares her Brief But Spectacular take on food, identity and the family recipes behind her debut book, "Cook Like a King."
지난 5월, 스타벅스 코리아가 기획한 '탱크데이 프로모션'으로 공분이 일던 즈음, 딸과 함께 식후 음료를 마시러 미국 뉴욕의 스타벅스 매장에 들렀다. 우리 가족은 뉴욕 맨해튼 인근 롱아일랜드 주택 지역에 산다. 그날 들른 매장은 아시안 인구가 거의 없는 동네에 있었다. 식당에서도 카페에도 우리 모녀 외에는 이용 고객이 백인 주민뿐이었다.주문한 음료를 기다리며 매장을 둘러보다가 작은 포스터에 눈이 갔다. "5월, 우리는 아시아계 미국인과 하와이 원주민 그리고 태평양 섬 지역 사람들(아시아-태평양 제도 원주민) 문화유산의 달을 기념합니다." 다민족 국가인 미국은 매달 특정 문화유산의 달로 지정한다. 가장 널리 알려진 달은 6월로, 성소수자의 인권과 문화적 성취를 북돋아 주는 '프라이드 먼스(Pride Month)'라 불린다. 그 외에 2월은 흑인 역사의 달(Black History Month), 3월은 여성 역사의 달(Women's History Month), 4월은 아랍 역사의 달(Arab American Heritage Month), 그리고 5월이 아시아-태평양 제도 원주민의 달(AANHPI Heritage Month)이다. 음료를 건네주는 직원에게, "저기 붙은 게시물을 봤다. 나 한국계 시민인데, 5월에 뭐 특별 선물 같은 거 없냐"라고 농담을 했다. 약간 당황한 듯 직원이 우물쭈물하는 사이, 곁에 있던 다른 직원이 대화에 끼어들더니 손가락을 공중에서 살짝 돌리며 몸으로 리듬을 타기 시작했다. "들려? 피프티피프티(노래인데)! 우리 선물이야!" 그녀의 유쾌한 대답 덕분에 우리 셋은 함께 웃을 수 있었다. 맨해튼에서 뚝 떨어진 한적한 마을에서 한국 아이돌의 음악이 흘러나오고 있을 줄이야. 영업 중단까지 이어진 미국의 유사 사례 미국 유력 뉴스매체들도 스타벅스 코리아가 기획한 '탱크데이 프로모션'에 대해 주요 뉴스로 다루었다. 뉴스 하단에 달린 한 한국 누리꾼의 댓글을 읽게 되었다. 5.18 광주 민주화운동에 대해 잘 알지 못하는 미국인들에게 "9월 11일(9.11 테러일)에 테러가 연상되는 상품을 기획·판매하면 어떨 것 같으냐"라고 설명해 주는 내용이었다. 전체 내용보기
A network of "Pride Houses" has sprung up across the U.S. to serve as gathering spots for foreign LGBT World Cup travelers, some of whom may fear persecution in the United States. The post ‘Pride Houses’ Emerge Ahead of World Cup as Activists Claim ‘Queer People’ Are Unsafe in the US appeared first on Breitbart.
Robert Garcia became the lead contender in Tuesday’s primaries for congressional district 42 after redistricting The conservative California community of Huntington Beach, known for banning the Pride flag from city property and fighting the state over pandemic and housing policy, could soon be represented by a gay, Democratic congressman. Robert Garcia, an incumbent two-term Democratic LGBTQ+ congressman, immigrant and Donald Trump critic, is considered the leading contender in Tuesday’s primary race for the US House seat. Thanks to a successful restricting effort that redrew California’s voting maps to favor Democrats, Huntington Beach is now part of Garcia’s congressional district 42. Continue reading...
New York City Mayor Zohran Mamdani jumped on social media as Pride Month kicked off, as he suggested that just one month isn't long enough to celebrate queer history.
The effort comes as organizations including Amnesty International and the ACLU have issued travel advisories warning that some groups could face increased risks while visiting the United States.
It is June and time for pro sports to pander and virtue signal for "Gay Pride Month" once again. The post ‘Just Stop!’ Pro Sports Flood Social Media with Pride Month Posts appeared first on Breitbart.
Retailers still remembering the backlash from the corporate queering scandals of 2023 under the Biden administration and are scaling back their "pride" month offerings for children this year. The post MAGA: Retailers Scale Back Pride Month Themed Apparel for Children appeared first on Breitbart.
The Trump administration is giving the American people what they want in the lead-up to the big 250th birthday celebration and is ignoring pride month – a once unruly, secular celebration beloved by the Biden administration and radical left. The post Trump Administration Forgoes Gay Pride Propaganda Second Year in a Row appeared first on Breitbart.
WASHINGTON— U.S. embassies around the world will not be flying Pride flags this June, thanks to a State Department directive implemented by Secretary of State Marco Rubio shortly after he took office. Rubio’s order prohibited State Department personnel from “conducting or participating in any public diplomacy outreach or representational activity” celebrating, commemorating, or recognizing theme ...
For years, Pride Month gave companies an opportunity to launch elaborate marketing campaigns celebrating LGBTQ+ communities. But two years into President Donald Trump’s second term, much of corporate America’s enthusiasm appears to be undergoing a Pride pivot. During the Biden administration, Target’s annual Pride collection was a centerpiece of its June marketing strategy, dominating store ...
The 22-year-old has appeared in multiple shoots for Rihanna's lingerie brand.