Arunachal Christian body warns against framing rules for anti-conversion law
The BJP-led government says a Gauhati High Court directive in September 2024 necessitates the implementation of the Arunachal Pradesh Freedom of Religion Act of 1978
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The BJP-led government says a Gauhati High Court directive in September 2024 necessitates the implementation of the Arunachal Pradesh Freedom of Religion Act of 1978
As Wednesday's exit poll suggested a landslide win for the ruling Democratic Party of Korea in the local and parliamentary by-elections, all eyes are on what ramifications the outcome would have on the incumbent Lee Jae Myung administration. The liberal bloc has won the last two major elections ― the 2024 general election and 2025 presidential election ― and Wednesday's predicted local election wins would only extend the party's dominance in central and local governments and the parliament. On t
Een munt uit de vierde eeuw, middeleeuws aardewerk en een steeds beter beeld van hoe Parijs in het verre verleden was. Archeologen hebben 4 meter onder het plein voor de Notre-Dame de tijd van hun leven. Na de brand in de wereldberoemde kathedraal Notre-Dame in 2019, de herbouw en de heropening eind 2024 is nu het hete en kale plein ervoor aan een ingrijpende opknapbeurt toe. De stad wil het vergroenen en schaduwrijk maken met bomen. Een dun laagje water moet straks over de stenen stromen om ze in de zomer te koelen. Met maatregelen als deze wil Parijs zich voorbereiden op steeds hetere zomers als gevolg van klimaatverandering. Maar voor het plein in 2028 klaar is, is het de beurt aan archeologen. Vrijwel meteen toen de eerste spade de grond inging, werden er ontdekkingen gedaan, inmiddels zitten ze op 4 meter diepte. Geschiedenis van Parijs Lucie Altenburg, conservator bij de archeologische dienst van Parijs noemt het tegenover persbureau AP een "zeldzame kans om de geschiedenis van Parijs tastbaar te maken". Onder de honderden al gevonden objecten zit ook een munt uit de vierde eeuw met het gezicht van keizer Constantijn erop. De munten kwamen naar boven als zwarte schijfjes, aangetast door roest. Maar met behulp van röntgenstraling werd het gezicht van de keizer zichtbaar die regeerde aan het begin van de vierde eeuw na Christus. Ook zijn er scherven van middeleeuws aardewerk gevonden, waarvan de binnenkant is beschilderd met tekens die nog door geen enkele expert zijn ontcijferd. Archeoloog Valentine Breloux maakte het aardewerk schoon en noemt de vondsten "verbazingwekkend". "Het laat de Notre-Dame weer tot leven komen", zegt een toerist uit Manchester. "Je komt voor de kathedraal en dan realiseer je je dat er nog een andere stad onder je voeten ligt." Het is zoals het met eeuwenoude steden gaat. Nieuwe generaties bouwen hun stad op die van hun voorouders. Hoe dieper de archeologen graven, hoe verder ze teruggaan in de tijd. Bij de bouw van de Notre-Dame stond het plein vol met middeleeuwse huizen. Eronder liggen graanputten uit de zesde tot tiende eeuw en daaronder een Romeinse wijk uit de vierde en vijfde eeuw. Complete kannen en bekers De mooiste vondsten komen van de smerigste plek, uit de diepe kuilen die in de middeleeuwen dienstdeden als vuilstortplaatsen. Daar vonden de onderzoekers complete kannen en bekers. "Het is zeldzaam om compleet keramisch materiaal te vinden", zegt Breloux tegen AP. Het breekbare keramiek werd beschermd door het zachte afval. Alle vondsten gaan naar een archeologisch centrum in het noorden van Parijs om verder te worden onderzocht. Parisii Het archeologenteam hoopt nog verder terug in de tijd te kunnen graven; voorbij de Romeinen naar de Galliërs. Want daar komt de naam Parijs vandaan. Een Keltisch-Gallische stam vestigde zich rond 300 voor Christus op de eilanden in de rivier de Seine en vernoemde de plek naar zichzelf: Parisii. "De hoop is dat we nog verder terug in de tijd kunnen gaan dan we ooit eerder zijn geweest", zegt conservator Altenburg.
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Sete acusados são julgados pela "chacina de Juara" 38 anos após o crime Após quase 38 anos, todos os acusados foram absolvidos pelo Tribunal do Júri da Comarca de Sinop no processo conhecido como “Chacina de Juara”, ocorrido em janeiro de 1988. O julgamento foi realizado nesta terça-feira (2) e durou mais de 10 horas. O g1 tenta localizar a defesa dos envolvidos. O crime ocorreu em 1988 na cidade de Juara, a 654 km de Cuiabá. Na época, três homens foram linchados e mortos em uma praça do município. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Durante a sessão, foram ouvidas testemunhas, realizados os interrogatórios dos réus e apresentados os argumentos da acusação e da defesa. Ao final, os jurados analisaram os quesitos relacionados aos três homicídios atribuídos aos seis acusados. O Conselho de Sentença reconheceu a existência dos crimes, mas absolveu todos os réus. Em alguns casos, os jurados entenderam que não havia provas suficientes da autoria. Em outros, optaram pela absolvição por meio do chamado quesito absolutório genérico, previsto no Código de Processo Penal, que permite aos jurados absolverem um acusado mesmo após o reconhecimento da materialidade do crime e da autoria. Nesses casos, os integrantes do júri respondem se o réu deve ser absolvido, sem a necessidade de apresentar uma justificativa específica para a decisão. Veja abaixo: Donizete Aparecido Silva: os jurados concluíram que ele não foi o autor da morte de Ademir. Já em relação às mortes de Luiz e João, a absolvição ocorreu por meio do quesito absolutório genérico. Hildo Deodato Siqueira e Jonas Dante: foram absolvidos das acusações relacionadas às três vítimas por negativa de autoria. Hilton Giocondo Saporski, Agapito Generoso Batista e Sergio Gaspar Branco: absolvidos de todos os crimes, por decisão dos jurados no quesito absolutório genérico. A defesa dos acusados foi feita pela Defensoria Pública e pelos advogados Bruno Hintz, Maely Marques, Sônia Mara de Carvalho, Vanessa Cobos, Jorge Balbino, Márcio de Deus e Denner Felizardo. Entenda o caso Considerado um dos processos criminais mais antigos da região norte de Mato Grosso, o caso tramitou por quase quatro décadas até ser levado a julgamento. Ademir Marques Ramos, Luiz Carlos Andrade dos Santos e João Batista da Silva foram retirados da cadeia pública de Porto dos Gaúchos, município que fica ao lado de Juara, após serem presos sob suspeita de envolvimento em um latrocínio registrado na região. Em seguida, as vítimas foram torturadas, assassinadas e tiveram os corpos pendurados de cabeça para baixo na praça. Ao longo dos anos, o caso passou por diferentes fases processuais e envolveu 59 denunciados. Parte dos acusados foi absolvida em julgamentos anteriores, enquanto outros tiveram a punibilidade extinta ou foram impronunciados por falta de provas. 7 acusados de chacina em Juara irão a julgamento hoje em Sinop, 38 anos após crime
Fim da escala 6x1 foi aprovado na Câmara; mas, quando começa a valer? Após a proposta que acaba com a escala 6x1 ser aprovada com larga vantagem na Câmara dos Deputados, a tramitação no Senado continua incerta. Senadores aguardavam para esta semana uma reunião de líderes com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para definir o encaminhamento da matéria, mas o encontro ficou para depois do feriado de Corpus Christi. "Não temos a data certa… mas poderá ser no dia 9 ou 10 [de junho]", disse em mensagem à BBC News Brasil o senador Paulo Paim (PT-RS), um dos primeiros parlamentares a defender a redução da jornada. Alcolumbre se manifestou sobre o tema apenas na terça-feira (02/06), quase uma semana após a aprovação na Câmara, e indicou não ter pressa para levar a proposta de emenda à Constituição (PEC) ao plenário. "Seria muito razoável se o Senado pudesse melhorar um texto com essa importância, se os senadores pudessem debater um assunto dessa envergadura com calma, sem açodamento, sem pressa", disse, durante sessão do Senado. "Deve ter no mínimo uma comissão [analisando a PEC antes do plenário]. Não podemos ser uma Casa carimbadora", disse ainda. O comportamento de Alcolumbre contrasta com o do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que rapidamente se alinhou com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva em apoio ao fim da 6x1, pauta com forte apelo eleitoral. O texto aprovado pela Câmara na quarta-feira (27/05) prevê que a obrigatoriedade de ao menos dois dias de folga por semana entre em vigor 60 dias depois da promulgação da alteração constitucional, etapa que ocorre logo após a aprovação no Congresso. Já a redução da jornada de 44 horas semanais para 40 horas entraria em vigor em duas etapas. Primeiro, haveria a redução para 42 horas, também após os 60 dias. O limite de 40 horas seria alcançado após mais um ano. A PEC também prevê que os salários não serão reduzidos. Em reação ao avanço da PEC, 41 senadores de oposição assinaram uma proposta alternativa, incluindo o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Essa PEC permite que os empregados escolham entre seguir o regime de trabalho tradicional da CLT ou um regime flexível baseado em horas trabalhadas. Nesse caso, não há redução de jornada com manutenção de salários, nem garantia de duas folgas semanais. Para os defensores do novo modelo, isso dará aos trabalhadores a opção de ajustar sua jornada de acordo com suas necessidades pessoais e profissionais. Já os críticos da mudança dizem que o poder dos trabalhadores para negociar diretamente com os patrões a escala de trabalho é limitado e, por isso, defendem que a redução da jornada sem redução de salário seja uma obrigação para as empresas. Grupos já estão mobilizados para pressionar o Senado a favor e contra as duas propostas. Entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC) apoiam a PEC da oposição e tentam evitar que o fim da escala 6x1 seja aprovado neste ano no Congresso. "O que se pede? Vamos sair desse período eleitoral, vamos discutir isso com a profundidade que seja verdadeira e necessária", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, após encontro com Alcolumbre na terça-feira da semana passada (26/05). Também presente na reunião, o presidente da CNI, Ricardo Alban, disse que o fim da escala 6x1 vai aumentar os custos das empresas e pode representar um aumento médio nos preços entre 6% e 8%. Já o vereador do Rio de Janeiro Rick Azevedo (PSOL), ex-balconista de farmácia e fundador do movimento Vida Além do Trabalho (VAT), está articulando com centrais sindicais a realização de atos e até mesmo paralisações para pressionar senadores pelo fim da escala 6x1. Segundo ele, a PEC alternativa é a "PEC da escravidão". "[Depois de] Passar pela Câmara, como passamos, com uma votação praticamente unânime, com certeza a gente vai passar pelo Senado", disse Azevedo, em um vídeo em suas redes sociais. "A gente vai pra cima do senhor Alcolumbre com tudo. Já está claro que não temos medo de seu ninguém", continuou. O possíveis caminhos da PEC no Senado Fim da escala 6x1 sai antes da eleição? As pressões a favor e contra na reta final no Congresso AFP via Getty Images/BBC Fontes no Senado e cientistas políticos se dividem sobre qual será o rito da matéria na Casa. Há certeza de que a PEC passará na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de chegar ao plenário, mas não está claro se o texto será analisado também por outras comissões, como a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ou a Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Segundo Paulo Paim, o regimento do Senado prevê que matéria constitucional vá da CCJ direto ao plenário. Essa também é a leitura do analista político Antônio Augusto de Queiroz, ex-diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Além disso, na sua visão, a pressão eleitoral vai contribuir para que o tema tramite rapidamente — dois terços das vagas do Senado estarão em disputa no pleito de outubro. "Eu acho que a pressão sobre a matéria é tão grande na sociedade e, num ano eleitoral com renovação da maioria da casa, a tendência é que ande rápido a despeito da contrapressão do setor empresarial", disse à BBC News Brasil. Já o assessor parlamentar de outro senador petista disse à BBC News Brasil o oposto — na sua visão, Alcolumbre vai segurar o andamento da PEC e deve enviar o texto para análises de outras comissões. Para o cientista político Lucas de Aragão, da Arko Advice, havendo acordo o rito previsto no regimento pode ser flexibilizado. "Eu acho que [no Senado] não vai ter essa pressa toda que a gente percebeu na Câmara, com o Hugo Mota, mas também não acho que o Alcolumbre vai sentar em cima [da PEC]", acredita. "Deve ter uma tramitação mais organizada, audiências públicas, passar por comissões", acrescentou. Para Aragão, é muito difícil evitar a aprovação no Senado por causa do grande apelo popular da proposta. Ainda assim, vê chance de a votação ficar para depois da eleição. E, ainda que seja antes de outubro, o cientista político acredita que haverá mudanças no texto aprovado na Câmara para ampliar o tempo de transição. Por ser uma alteração da Constituição, uma PEC só entra em vigor quando é aprovada com texto idêntico nas duas casas. Então, qualquer alteração faria a proposta retornar à Câmara, adiando o fim da 6x1. Na sua visão, há três incentivos para Alcolubre não acelerar a PEC. "Primeiro, há esse distanciamento entre ele e o governo pós-rejeição do [Jorge] Messias ao STF. Segundo, Alcolumbre não vai disputar a reeleição este ano. Então, a pressão popular é menos relevante nele do que nos demais", analisa. "E o terceiro ponto é que ele está buscando reeleição como presidente no Senado no ano que vem, numa Casa que está dando indícios de que a oposição vai crescer e que vai ficar mais à direita. Então, ele está num momento mais sensível às demandas do PL, da oposição", acrescentou. Ainda não se sabe qual será o relator da proposta no Senado. O perfil escolhido por Alcolumbre, nota Aragão, será uma boa sinalização sobre o ritmo que ele dará para a tramitação. Outro fator que pode atrasar o andamento da PEC é o calendário apertado. Em junho, haverá Copa do Mundo e festas de São João, um momento em que os parlamentares, principalmente do Nordeste, passam mais tempo em suas bases eleitorais. E em julho, ocorre o recesso parlamentar. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado é presidida pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), aliado do governo. A CCJ já recebeu a proposta que cria o regime de trabalho por horas, mas, segundo Alencar, a prioridade será avançar com a proposta aprovada na Câmara. A PEC alternativa não é consenso mesmo na oposição. O senador Cleitinho, do Republicanos de Minas Gerais e pré-candidato a governador, é um dos que defendem o fim da escala 6x1. "Senhor presidente [Alcolumbre], eu queria entrar aqui na pauta da questão do fim da escala 6x1 inclusive pedir que vossa excelência possa tramitar o mais rápido possível", disse, em discurso na tribuna do Senado. "Essa pauta da questão da escala não é ideológica. Vai lá na rua, vai no shopping, vai no supermercado e pergunta ao trabalhador se ele é de esquerda e de direita. Ele está se lixando pra isso. Ele quer ter é um pouco de dignidade. E eu tenho propriedade para falar disso porque a vida inteira eu trabalhei nessa maldita escala", reforçou.
Servidora pública de Roraima, Elizana da Silva precisou adaptar condições de trabalho por das dores constantes. Arquivo pessoal Uma servidora pública de 42 anos cobra da Justiça e do Governo de Roraima o acesso a uma cirurgia após passar a conviver com dores constantes desde uma laqueadura realizada na Maternidade Nossa Senhora de Nazareth, em Boa Vista. Elizana da Silva alega que houve negligência no atendimento. Moradora de Mucajaí, no Sul de Roraima, Elizana passou pela cirurgia em janeiro de 2024. Após a cirurgia, exames identificaram uma lesão no lado esquerdo do nervo genitofemoral, que fortalece a região superior da coxa. A lesão mexeu em tudo, em tudo. Alterou tudo, alterou minha rotina, alterou minha vida, alterou minha saúde. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Por causa do problema, ela entrou na Justiça para pedir que o Estado custeie uma cirurgia indicada para corrigir o problema, em uma unidade particular. O g1 procurou o governo do estado sobre o assunto, e aguarda o retorno. Em nota, o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) informou que, embora não comente processos em andamento, o pedido de tutela de urgência foi negado após análise dos autos e da manifestação de um órgão técnico especializado em saúde. O processo segue em tramitação regular e já está concluso para sentença. Primeiros diagnósticos Segundo ela, as dores intensas começaram no dia seguinte ao procedimento, quando tentou se levantar para tomar banho, ainda na maternidade. A investigação sobre a causa das dores começou dois dias depois. Uma ultrassonografia levantou a hipótese de hérnia, mas ela foi descartada após uma tomografia realizada no Hospital Geral de Roraima (HGR). Após os exames, segundo a paciente, a médica responsável pelo procedimento informou que a dor poderia estar relacionada ao nervo pudendo, ligado às funções da região pélvica, que teria sido comprimido por um ponto cirúrgico. “Ela me disse que poderia ser o nervo pudendo pinçado em um ponto e que, com o tempo, meu corpo absorveria os pontos e a dor passaria”, afirmou. A servidora ficou internada por oito dias e recebeu alta em 4 de fevereiro. Segundo ela, as dores continuaram mesmo durante a recuperação em casa. Cerca de um mês após a cirurgia, Elizana voltou à maternidade com a mesma queixa. Segundo ela, não conseguiu ser atendida pelos médicos responsáveis pelo procedimento, recebeu medicação e foi liberada. Na unidade, uma enfermeira sugeriu que procurasse um neurocirurgião na rede particular. Durante consulta com uma médica especialista em dor, Elizana recebeu um novo diagnóstico. Segundo ela, exames apontaram uma fibrose — crescimento excessivo de tecido durante a cicatrização — comprimindo o nervo da região. Exames identificaram uma fibrose comprimindo o nervo genitofemoral da servdiora; ela busca procedimento cirurgico em Roraima. Arquivo pessoal Desde então, ela passou por tratamentos como bloqueios e radiofrequência para controle da dor. Também começou a ser acompanhada pelo Centro de Diagnóstico Especializado (CDE) do Hospital Geral de Roraima. Segundo a paciente, os procedimentos ajudam temporariamente, mas não resolvem o problema. Ela afirma que os efeitos duram, no máximo, 15 dias e que as dores retornam depois desse período. "As terapias que estão ofertadas não surtem efeito [definitivo]. O efeito dura de 10 a 15 dias e eu retorno a sentir dores intensas de novo. O efeito [dessas terapias] é controlar a dor, não é fazer ela sumir", disse Elizana. Impactos na rotina A servidora afirma que a rotina mudou completamente após a cirurgia. Ela conta que passou a trabalhar em home office porque permanecer sentada por longos períodos intensifica as dores, deixou de praticar atividades físicas e passou a enfrentar limitações para realizar tarefas do dia a dia, como dirigir. Ela é mãe de três filhos, incluindo duas crianças de 7 e 4 anos, que dependem diretamente dos seus cuidados. Ao g1, a servidora também afirmou que precisou de acompanhamento psiquiátrico por conta dos efeitos colaterais dos medicamentos utilizados para controlar as dores. "Eu estou completamente sedentária porque eu não consigo [fazer nada]. Eu já tentei várias vezes fazer pelo menos uma caminhada, não é nem atividade física intensa, apenas fazer uma caminhada, mas não consigo". Ação Judicial Após as tentativas de tratamento sem resultado definitivo, um cirurgião indicou uma cirurgia ginecológica para corrigir o problema. O procedimento foi orçado em cerca de R$ 110 mil em uma unidade particular de saúde no estado. Sem condições de pagar pela cirurgia, a servidora entrou na Justiça, com apoio da Defensoria Pública do Estado (DPE) em Mucajaí, para pedir que o governo custeie o procedimento. A ação foi ajuizada em fevereiro de 2026. O pedido, no entanto, foi negado pela Justiça de Roraima. Na decisão, a Justiça entendeu que a rede estadual possui profissionais e estrutura para atender o caso. Ela se baseou em uma nota do Núcleo de Apoio Técnico do Judiciário (NatJus), que classificou a cirurgia como eletiva. Segundo a servidora, porém, a rede pública estadual não possui profissionais especializados para realizar o procedimento indicado. "Ao mesmo tempo que o estado tem todo o aparato, tem todo o material, tem todas as condições, não existe um médico lá que se disponha a fazer. Os neurocirurgiões não fazem esse tipo de procedimento. Eles trabalham com cabeça, coluna e nervos ligados a essas regiões, não com nervos periféricos". "Eu já estou há dois anos e meio praticamente sofrendo. Se depender da resposta do neurocirurgião do HGR dizendo que não faz a cirurgia para que eu possa recorrer à Justiça, vou sofrer mais dois anos até sair uma resposta", ressaltou. Agora no g1 Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
Prefeitura de Ribeirão Preto tem novo projeto para levar sede para prédio de colégio A Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) entregou à Câmara na segunda-feira (1º) um novo projeto de lei para viabilizar uma permuta de imóveis e instalar o novo centro administrativo no prédio onde há mais de oito décadas funciona o Colégio Marista. O texto traz uma atualização de valores baseada em uma avaliação do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci/SP), sugerida pelos vereadores após a apresentação do primeiro projeto, retirado pela administração municipal para revisão no fim do ano passado. A proposta prevê que o município conceda um terreno localizado na Avenida Braz Olaia Acosta, na zona sul da cidade, agora avaliado em R$ 86,6 milhões. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Em troca, estabelece que a Prefeitura fique com o imóvel na Rua Bernardino de Campos, avaliado em R$ 57,2 milhões, e receba R$ 29,4 milhões a título de torna financeira do colégio. 🔎Torna financeira é o termo usado para o pagamento em dinheiro para igualar uma transação que prevê a troca de bens, como imóveis, com valores desiguais. Prefeitura de Ribeirão Preto quer transformar prédio do Colégio Marista em novo centro administrativo. Reprodução/ Google StreetView No texto anterior, quando o terreno da Prefeitura estava avaliado em R$ 39,2 milhões, ou seja, em menos da metade e abaixo do valor do prédio da escola, a troca previa que o Marista renunciaria da diferença de valores. "Assim, o Município de Ribeirão Preto não apenas obtém um edifício consolidado para sua sede administrativa, eliminando passivos e custos de construção, como também assegura uma injeção de quase trinta milhões de reais em recursos livres paraaplicação em outras demandas urgentes da sociedade", argumento o prefeito em exercício Alessandro Maraca, na jutificativa do projeto. Na Câmara, o projeto da Prefeitura tem dez dias para receber emendas dos vereadores e deve ser votado até o início de agosto. LEIA TAMBÉM Prefeitura pede para reavaliar projeto criado para transformar colégio em novo centro administrativo de Ribeirão Preto Prefeitura quer transformar prédio de tradicional colégio em novo centro administrativo de Ribeirão Preto Em nota, a Prefeitura de Ribeirão Preto informou que qualquer permuta de áreas ou bens públicos somente pode ocorrer mediante acordo entre as partes e autorização legislativa, conforme prevê a legislação. "O Executivo ressalta que serão respeitados todos os procedimentos previstos no Regimento Interno da Casa de Leis." Questionado pela reportagem se está de acordo com os termos do projeto, o Colégio Marista informou que acompanha a tramitação e aguarda a deliberação na Câmara. "O Marista reafirma seu compromisso histórico com a educação de qualidade em Ribeirão Preto e seguirá conduzindo qualquer decisão com responsabilidade, transparência e respeito à comunidade educativa." O que prevê o projeto A compensação para equalizar a diferença de valores é apenas uma das condições estabelecidas no projeto de lei, que também isenta o município de ter custos com a transferência dos imóveis, por exemplo. A seguir, veja algumas das condições mais importantes da proposta: 💲Compensação Financeira: como o imóvel da Prefeitura, avaliado em R$ 86,6 milhões pelo Creci, vale mais que o prédio do Colégio Marista, avaliado em R$ 57,2 milhões, a instituição particular deverá pagar ao município a diferença de R$ 29,4 milhões em parcela única na assinatura da escritura. 🏫Construção de escola: o texto também prevê que o colégio construa e coloque em operação a nova escola no terreno recebido da Prefeitura, na Avenida Braz Olaia Acosta, que as obras comecem em até 12 meses após o registro da escritura e sejam concluídas até 31 de janeiro de 2028. 📃Posse definitiva do antigo colégio: a posse definitiva do prédio na área central deve ser entregue à Prefeitura também até 31 de janeiro de 2028. ⚠️Cláusula de Reversão: o texto estabelece que, em caso de descumprimento de encargos ou prazos, principalmente o de conclusão das obras da escola, haja uma reversão automática e incondicional dos imóveis aos proprietários originais, ou seja, o terreno cedido ao colégio volta para a Prefeitura, mesmo que já tenham sido feitas benfeitorias. ⚠️Multas e penalidades: segundo o projeto, caso não entregue o prédio na área central no prazo estipulado, o colégio estará sujeito a uma multa mensal de 0,5% sobre o valor de avaliação do imóvel. 💰Responsabilidade por custos e imposto: Todas as despesas da permuta, segundo o projeto, ficarão a cargo do colégio, o que inclui escrituras, registros, regularizações cadastrais, o pagamento de tributos como o ITBI, além de entregar o prédio com todas as licenças e o "habite-se" regularizados. Trechos do novo projeto de lei da Prefeitura de Ribeirão Preto sobre permuta de imóveis para instalação do novo centro administrativo. Reprodução Novo centro administrativo A Prefeitura atualmente funciona em um prédio na Rua Américo Brasiliense, desde que o Palácio Rio Branco foi desocupado por problemas estruturais. Com a permuta, o objetivo é criar um novo centro administrativo para reunir todas as secretarias sem gastar recursos municipais, como estava previsto, com um projeto de R$ 175 milhões que chegou a ser contratado no fim da gestão passada, mas cancelado quando Ricardo Silva (PSD) assumiu o Executivo. A Prefeitura argumenta que, com 21,9 mil metros quadrados, o prédio do Colégio Marista reúne condições ideais para a transferência dos gabinetes e para unificação dos serviços, além de estar em uma região central e que demanda revitalização. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região T
Lange verstand sich Ägypten als Zentrum der arabischen Welt. Das hat sich geändert. Doch Kriege und Krisen in der Nachbarschaft lassen das Land als stabil wirken - und stärken es sogar. Von Ramin Sina.
Dado que la herramienta se basa en el conocimiento colectivo de la humanidad, la riqueza que genera debe beneficiar a toda la humanidad
Companhias aéreas cancelam voos para Portugal após anúncio de greve geral Trabalhadores de Portugal entraram em uma greve geral nesta quarta-feira (3) para protestar contra uma reforma trabalhista que está em tramitação no Parlamento. Convocada pelas principais centrais sindicais do país, a paralisação afeta transporte, educação, saúde e serviços públicos. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Enquanto o governo de Portugal defende a reforma para modernizar o mercado de trabalho e aumentar a competitividade da economia portuguesa, sindicatos e partidos de oposição afirmam que as medidas representam retrocesso em direitos trabalhistas. O governo de Portugal argumenta que as mudanças propostas são necessárias para acelerar o crescimento econômico do país e aumentar investimentos estrangeiros. O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, afirma que o país tem uma das legislações trabalhistas mais rígidas entre os integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Montenegro espera aprovar a reforma nas próximas semanas. Entre as principais medidas estão a ampliação das possibilidades de terceirização, a criação de acordos de banco de horas para atender períodos de maior demanda e mudanças nas regras de contratação. A proposta também altera regras sobre demissões e contratos de trabalho. Na prática, algumas formas de contratação temporária passariam a ter menos restrições, facilitando a contratação de funcionários por períodos determinados. As empresas também teriam mais liberdade para negociar horários, jornadas e escalas de trabalho com seus empregados. Além disso, o projeto muda critérios para o pagamento de indenizações em casos de demissão considerada irregular. Os sindicatos argumentam que a reforma facilita demissões sem justa causa, amplia a precarização do trabalho e enfraquece direitos trabalhistas e sindicais. Impactos Trabalhadores durante protestos em Lisboa no dia 17 de abril de 2026 REUTERS/Pedro Nunes Os impactos da greve começaram a ser sentidos no início da semana, principalmente no setor aéreo. Voos da TAP, Latam e Azul que atendem rotas entre Portugal e Brasil foram cancelados pela paralisação. Veja a seguir: TAP ✈️ Entre São Paulo e Portugal, seguem programados os voos TP82 e TP88, na rota Guarulhos-Lisboa. Também está mantido o TP89, de Lisboa para Guarulhos. ✈️ No Rio de Janeiro, permanecem previstos os voos TP72 e TP74, entre Galeão e Lisboa, além do TP73, de Lisboa para o Galeão. ✈️ Também foi mantido o voo TP118, de Porto Alegre para Lisboa. Azul ✈️ Foram cancelados os voos AD8900, de Viracopos para Lisboa, e AD8901, de Lisboa para Viracopos. ✈️ Para atender os clientes impactados, a companhia programou voos extras: o AD9700 (Viracopos-Lisboa), nesta quarta-feira, e o AD9701 (Lisboa-Viracopos), para quinta-feira (4). Latam ✈️ Foram cancelados os voos LA8147 e LA8149, ambos de Lisboa para Guarulhos. ✈️ A companhia informou que os passageiros podem alterar a data da viagem sem multa ou diferença tarifária. Outras opções são solicitar reembolso integral ou alterar o destino da viagem. No setor ferroviário, a Comboios de Portugal alertou para atrasos e cancelamentos em viagens de trem nacionais e regionais. O transporte público, com ônibus e metrô, também deve funcionar parcialmente em cidades como Lisboa e Porto. A greve também pode provocar impactos em hospitais, escolas e repartições públicas. Serviços essenciais devem funcionar de forma reduzida. Com isso, usuários podem enfrentar filas maiores e atrasos em atendimentos ao longo do dia. Alguns trabalhadores do setor privado também afirmaram que vão aderir à paralisação. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1
The company is capitalizing on an unexpected surge in demand from chip gear makers seeking ceramics able to withstand dirt particles, corrosive materials and high temperatures.
Aliado do Lula, governador de AL defende classificar PCC e CV como terroristas O governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), declarou apoio à classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. A defesa foi feita nesta terça-feira (2), durante entrevista coletiva no Palácio República dos Palmares, em Maceió, em meio à repercussão da decisão dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. “Eu sou totalmente favorável à classificação de terrorista para o Comando Vermelho, para o PCC e para qualquer organização criminosa”, afirmou o governador. A declaração coloca Paulo Dantas em posição diferente da adotada pelo governo federal e por parte do Congresso Nacional, que resistem à equiparação entre facções criminosas e terrorismo por entenderem que a medida pode trazer consequências diplomáticas, econômicas e jurídicas para o Brasil. Aliado político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do grupo político liderado pelos Calheiros em Alagoas, Paulo Dantas vem reforçando publicamente sua proximidade com o governo federal desde a eleição de 2022. Quando foi reeleito governador, afirmou que pretendia “unir esforços” com Lula para gerar emprego e renda no estado. Em março deste ano, durante convenção estadual do MDB, declarou: “O povo vai querer Lula assim como eu”. O que disse Paulo Dantas Governador Paulo Dantas, AL Edvan Ferreira/Agência Alagoas Durante a coletiva, o governador afirmou que não teme as facções criminosas e associou os grupos ao terror imposto à população. “Esse pessoal só faz aterrorizar pessoas, tira a vida de tantas outras pessoas, tira o sossego de pessoas inocentes, extorquir, tomar dinheiro”, declarou. “Eu não tenho medo do PCC, não tenho medo do Comando Vermelho, não tenho medo de bandido. Tenho um compromisso claro com o povo de Alagoas, que é promover segurança pública. E sou favorável à qualificação dessas organizações criminosas como terroristas.” Paulo Dantas também afirmou que manteria a mesma posição “em qualquer lugar”, inclusive em reuniões com o presidente da República. “A conversa que estou tendo aqui com vocês, se eu for para uma reunião na Presidência da República, eu digo do mesmo jeito”, afirmou. Congresso rejeitou equiparação O debate sobre classificar facções como organizações terroristas já passou pelo Congresso Nacional e acabou rejeitado durante a tramitação do chamado PL Antifacção. Inicialmente, o projeto previa alterações na Lei Antiterrorismo para incluir facções criminosas no enquadramento de terrorismo. O trecho, porém, foi retirado durante as discussões no Senado. O relator da proposta foi o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), integrante do mesmo partido de Paulo Dantas. Desde o início da tramitação, o parlamentar se posicionou contra a equiparação entre facções e terrorismo. Presença do Comando Vermelho no Amazonas Divulgação Na época, Alessandro Vieira argumentou que a legislação brasileira já possui instrumentos suficientes para o combate ao crime organizado e que a mudança poderia trazer problemas jurídicos e institucionais. “Os mecanismos que você tem para o combate ao crime já estabelecidos na lei e os tratados internacionais de cooperação são suficientes para o combate ao crime organizado”, afirmou o senador durante as discussões do projeto. Decisão dos EUA reacendeu debate Na última quinta-feira (28), o governo dos Estados Unidos anunciou que PCC e CV passarão a ser classificados como “Organizações Terroristas Estrangeiras” e “Terroristas Globais Especialmente Designados”. Ao justificar a decisão, o governo americano afirmou que as facções brasileiras estão entre “as organizações criminosas mais violentas do Brasil” e representam ameaça à segurança regional. A decisão provocou reação do governo Lula, que criticou o enquadramento e argumentou que a legislação brasileira não prevê automaticamente esse tipo de classificação para grupos criminosos. Especialistas em segurança pública analisam decisão do governo americano de classificar PCC e CV como organizações terroristas internacionais O que diz a lei brasileira? As facções brasileiras não se enquadram na definição de terrorismo da Constituição e da Lei Antiterrorismo de 2016. Pela lei brasileira, o terrorismo exige motivações de xenofobia, discriminação ou preconceito. Já as facções citadas são organizações criminosas que buscam lucro, e não grupos com motivações ideológicas, políticas ou religiosas.
O peso das urnas na aprovação do fim da escala 6x1 O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta terça-feira (2) que a Casa não pode ser obrigada a "carimbar" a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho, de autoria de deputados. "Não é razoável que a Câmara passe cinco meses debatendo um assunto muito relevante para o Brasil, para os trabalhadores e para os empreendedores, e o Senado seja obrigado a carimbar o texto aprovado na Câmara. Essa é a minha posição", disse. A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada e teve o apoio dos deputados dos partidos que compõem a base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A PEC foi enviada pela Câmara ao Senado na quinta-feira (28), um dia após ser aprovada pelos deputados. No mesmo dia, Alcolumbre enviou para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) uma outra PEC que trata da jornada de trabalho. A proposta foi apresentada também na quinta pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição e coordenador da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como alternativa da oposição à PEC aprovada na Câmara. A PEC de Rogério Marinho cria um regime alternativo à Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) em que empregador e trabalhador negociam o valor do trabalho por "hora trabalhada". Interlocutores de Alcolumbre alegaram que o envio da PEC de Rogério Marinho à CCJ era o trâmite regimental para a apreciação da proposta e não "um aceno à oposição". Alcolumbre disse nesta terça que a PEC aprovada pela Câmara deve passar por pelo menos uma comissão e que há pedidos para criar uma comissão especial para analisar o texto. "Eu quero dizer, como presidente do Senado, que essa proposta vai ter que tramitar nas comissões. Porque as cobranças de todos os senadores sobre esta Presidência é que todas as matérias possam passar, no mínimo, por uma comissão e que o Senado não seja uma casa carimbadora de propostas votadas na Câmara dos Deputados", afirmou Alcolumbre. As regras internas do Senado preveem que PECs sejam analisadas apenas na CCJ antes de serem analisadas pelo plenário. Segundo técnicos do Secretaria-Geral da Mesa do Senado, não há histórico de PECs que passaram por outra comissão além da CCJ. 🔎 Ao contrário da Câmara, no Senado, se uma PEC for apensada a outra que já está no plenário, o processo de análise da proposta não é adiantado. O texto continua tendo que passar pela CCJ de todo jeito. O que existe no Senado é a possibilidade de líderes requererem que a PEC seja apreciada diretamente pelo plenário, independentemente de ser apensada a outra ou não. Isso aconteceu, por exemplo, com a PEC da Transição, no fim de 2022. A PEC passou na Câmara e foi votada no Senado em 12 horas. "Eu espero que o Senado possa ter o tempo razoável para se desobrigar do debate com essa envergadura e dessa magnitude. Para que os senhores possam ler o texto, interpretar o texto, ouvir os setores envolvidos, ouvir os trabalhadores, ouvir quem produz, quem emprega, a classe operária. Eu espero muito que nesse debate a gente possa, à altura do Senado, promover um aperfeiçoamento nesse texto se couber. Seria muito razoável se o Senado pudesse melhorar um texto com essa importância", disse Alcolumbre aos senadores. Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT)(c), entre os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasi-AP)(e), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos- PB), durante a cerimônia de assinatura da medida provisória da reforma do setor elétrico, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), nesta quarta-feira, 21 de maio de 2025. Pelas regras propostas, beneficiários da Nova Tarifa Social de Energia não vão pagar contas de luz com faixa de consumo de até 80 kWh. A mudança foi anunciada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em 21/05/2025 Wilton Junior/Estadão Conteúdo PEC aprovada na Câmara A proposta altera a parte da Constituição Federal que trata sobre os Direitos e Garantias Fundamentais e deixa expresso que a “duração do trabalho normal” não será superior a oito horas diárias e quarenta horas semanais. O artigo prevê exceções ao permitir compensações de horários e a redução da jornada conforme acordo ou convenção coletiva de trabalho. Conforme a proposta, a redução das quatro horas na jornada de trabalho será concretizada em duas etapas: as primeiras duas horas em até dois meses após a promulgação da PEC; as quatro horas restantes em até 12 meses após a redução das primeiras duas horas. O fim da escala 6x1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto. O período de transição foi o principal ponto de discussão da PEC nas últimas semanas. Empresários e confederações de empregadores pediam um tempo para se adequar à medida. O governo, a princípio, se colocou contra a transição, mas chegou a um acordo para permitir a implantação gradativa da redução da jornada. O relator fixou que, decorridos 60 dias da promulgação, todas as convenções e acordos coletivos que forem incompatíveis com as novas jornadas perdem a validade automaticamente. Esse ponto servirá como uma trava para obrigar sindicatos e empresas a sentarem na mesa de negociação. A PEC inscreve na Constituição a exigência de duas folgas remuneradas por semana, uma delas, de preferência, aos domingos, e determina que deve ser “garantido o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”. Regra não é universal Ficarão fora das novas regras estabelecidas pela PEC os trabalhadores que têm diploma de nível superior e ganham a partir de duas vezes e meia o teto do INSS — cerca de R$ 21,1 mil atualmente. Para esses profissionais, não serão aplicadas as regras de jornada e controle de ponto. A exclusão se deu sob o argumento de combater a “pejotização” e dar liberdade a profissionais de alta renda. Horas trabalhadas A PEC apresentada pelo senador Rogério Marinho permite a "compensação de horários e a redução da jornada" mediante acordo individual, convenção coletiva de trabalho ou contrato direto entre empregado e empregador, inclusive por hora trabalhada. Pelo texto, prevaleceria os termos do contrato individual de trabalho entre o trabalhador e o empregador sobre os instrumentos de negociação coletiva. A PEC estabelece que o valor mínimo da hora trabalhada será proporcional ao salário mínimo ou ao piso da categoria, calculado com base na jornada máxima de trabalho. "Observada a mesma proporcionalidade no cálculo dos demais direitos trabalhistas, incluindo férias, décimo terceiro salário, FGTS e outros benefícios legais, de acordo a carga horária efetivamente trabalhada", diz o texto. Mediante previsão em contrato individual de trabalho, a jornada de trabalho poderá ser flexível, respeitada a jornada semanal máxima. "Essa flexibilidade permite que o trabalhador decida o modelo de jornada que melhor atenda às suas necessidades, conciliando sua vida pessoal com seu trabalho, e possibilita que ele adapte sua rotina às demandas e oportunidades do mercado de trabalho", diz o senador na justificativa do projeto.
Servidores municipais de Taubaté entram em greve A Justiça de São Paulo determinou que pelo menos 70% dos servidores públicos municipais de Taubaté permaneçam em atividade durante a greve iniciada nesta terça-feira (2). A principal reivindicação dos trabalhadores é reposição salarial de 9,43% referente à inflação. Na decisão desta terça, o desembargador destacou a necessidade de garantir a continuidade dos serviços essenciais, especialmente nas áreas de saúde e educação, e citou a epidemia de dengue enfrentada pelo município. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 20 mil por categoria. Além da determinação, o Tribunal de Justiça marcou uma audiência de conciliação entre a Prefeitura de Taubaté e o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal para o dia 15 de junho, às 16h. A decisão também prevê que a Polícia Militar seja comunicada para acompanhar eventual necessidade de intervenção caso haja impedimento de acesso de servidores aos locais de trabalho, como bloqueios ou piquetes. O sindicato que representa a categoria foi procurado pelo g1 e informou que não vai comentar a decisão da Justiça. Protesto À tarde, os servidores se reuniram em frente à Câmara Municipal de Taubaté, com carros de som e cartazes. Mais cedo, eles realizaram um ato em frente à Prefeitura, no Centro da cidade (leia mais abaixo). Na Câmara, os manifestantes acompanharam a tramitação de um projeto de lei protocolado pela Prefeitura que propõe aumentar o vale-alimentação da categoria de R$ 502,50 para R$ 844,50. De acordo com a proposta, o novo valor passaria a valer a partir de 1º de setembro. Greve de servidores de Taubaté começou nesta terça-feira (2). Reprodução/TV Vanguarda O que diz a Prefeitura de Taubaté? Em nota, a Prefeitura de Taubaté informou que recebeu a decisão do Tribunal de Justiça e afirmou que segue adotando medidas para garantir a continuidade dos serviços públicos e reduzir os impactos da greve para a população. A administração municipal destacou que a decisão determina que 70% dos servidores permaneçam em atividade e reforçou que todo servidor que desejar trabalhar terá o acesso aos locais de trabalho garantido. Segundo a prefeitura, na Educação, profissionais foram remanejados para reforçar o atendimento nas escolas, com acolhimento dos alunos, atividades adaptadas e manutenção dos serviços de merenda e zeladoria. Na Saúde, a administração informou que as três UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o Pronto-Socorro Municipal e o Hospital Municipal Universitário de Taubaté seguem funcionando normalmente. Já algumas Unidades Básicas de Saúde operam com atendimento reduzido, conforme a adesão ao movimento. A prefeitura afirmou ainda que os demais serviços seguem sendo monitorados pelas secretarias responsáveis, com prioridade para as áreas consideradas essenciais. Por fim, a administração reiterou que respeita o direito constitucional de greve, mantém aberto o diálogo com as entidades representativas e adota medidas para preservar o atendimento à população. Greve dos servidores Os servidores municipais de Taubaté entraram em greve nesta terça-feira (2) e realizaram um ato em frente à Prefeitura, no Centro da cidade, em protesto por reposição salarial e reajuste de benefícios. Segundo o sindicato da categoria, a principal reivindicação é a reposição da inflação acumulada nos últimos dois anos, estimada em cerca de 10,58%, além da recomposição salarial após o período sem reajuste. O último reajuste foi em abril de 2024. A entidade afirma que há adesão de servidores de diferentes áreas, como educação, saúde, mobilidade urbana, serviços urbanos e assistência social. Antes da decisão judicial, a Prefeitura de Taubaté informou que havia apresentado uma proposta para elevar o vale-alimentação de R$ 502,50 para R$ 844,50 e que mantém diálogo com os representantes dos trabalhadores. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (UNIÃO-AP), disse nesta terça-feira (2) que uma eventual Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o banco Master seria para "fazer palanque eleitoral". "A Polícia Federal, o Ministério Público Federal, a Justiça brasileira, está todo mundo investigando isso. Não sei quem é o culpado. Se é o Banco Central do Brasil, se são as pessoas que fizeram errado, se é a Comissão de Valores Mobiliários, mas está todo mundo investigando isso. Querem abrir mais uma CPMI para fazer palanque eleitoral", disse Alcolumbre. Agora no g1 O presidente do Senado foi cobrado na última sessão do Congresso por parlamentares da base governista e da oposição para realizar a leitura, e consequentemente a instalação, da CPMI do Master. Alcolumbre destacou que convocou a sessão do Congresso para beneficiar municípios com a derrubada do veto do presidente Lula que impedia a doação de bens, valores e benefícios pelo poder público a estados e municípios nos três meses anteriores às eleições. "Eu passei quatro horas sendo ofendido por todos os congressistas que falaram da CPMI. E eu fiz aquela sessão do Congresso para ajudar 5 mil prefeitos. [...] Todo mundo [gesto de soco] só no Davi que não leu o requerimento da CPMI do Banco Master para passar o Brasil à limpo. Não é para passar o Brasil à limpo. É para fazer campanha eleitoral", declarou. Na sessão, Alcolumbre se negou a fazer a leitura do requerimento e reforçou que a decisão sobre a CPMI do Master é dele. "Requerimentos de leituras de matérias devem ser objeto de despacho da presidência. Portanto, o momento da leitura é um ato discricionário [uma escolha] da presidência da mesa do Congresso Nacional”, disse na ocasião. Parlamentares de diversos partidos se manifestam a favor de uma CPMI para investigar as suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o banco de Daniel Vorcaro, preso desde março pela Polícia Federal (PF), na operação Compliance Zero. Alcolumbre também ignorou o pedido na primeira sessão do ano, em abril, quando os parlamentares derrubaram o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da dosimetria, que abre caminho para a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro, que segue em prisão domiciliar. 🔎 Para que uma Comissão Parlamentar de Inquérito seja criada, é necessário o apoio mínimo de um terço dos integrantes da respectiva Casa Legislativa e para que seja instalada, é preciso que o requerimento seja lido em uma sessão. Além do número mínimo de assinaturas, o requerimento precisa indicar um fato determinado a ser investigado e estabelecer prazo certo para funcionamento da comissão. Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Carlos Moura/Agência Senado Pedidos estão parados Hoje, há pelo menos cinco pedidos protocolados de abertura de uma CPI para investigar o caso. Um requerimento de CPI exclusivo da Câmara, três do Senado e um pedido de CPI mista, ou seja, que reúne deputados e senadores. Além disso, tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos da oposição e da base para abertura do colegiado. Uma decisão do STF poderia obrigar o parlamento a criar a comissão — como aconteceu com a CPI da Covid. Apesar das manifestações públicas pela abertura de uma CPI para apurar o caso Master, nos bastidores o tom muda. Parlamentares de todos os espectros políticos admitem que a investigação não interessa à cúpula do Congresso e a nenhum segmento político. Deputados e senadores também apontam que um calendário curto para avançar com a criação das comissões devido ao ano eleitoral.
O g1 separou as atrações juninas que prometem agitar as cidades na região Reprodução O mês de junho começa em clima de festa, com bandeirinhas coloridas, comidas típicas, quadrilhas e shows. Em Porangaba e Capão Bonito, moradores e visitantes podem participar das comemorações em homenagem a Santo Antônio. Já em Itapetininga, a tradicional festa reúne elementos das culturas caipira e japonesa. Em Boituva, a programação festiva fica por conta da tradicional quermesse da Apae. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp O g1 reuniu algumas das atrações juninas que prometem agitar as cidades na região de Itapetininga. Confira os eventos: ✝️ Festa de Santo Antônio em Porangaba A paróquia de Santo Antônio em Porangaba traz diversas atrações em celebração ao santo Reprodução/Diocese de Itapetininga Evento: a celebração ao santo conta com a presença de diversos padres convidados para o momento de fé, oração e devoção. A programação também conta com atrações recreativas, como quermesse, bingo, os tradicionais almoço e bolo de Santo Antônio e até o leilão de prendas vivas. quarta-feira (3) 19h30 - Missa com Padre Gleison Magatão sexta-feira (5) 12h30 - Almoço de Santo Antônio, Bolo de Santo Antônio e Quermesse; 14h - Leilão de Prendas Vivas; 19h - Missa com Padre Leonardo. sábado (6) 19h - Missa com Padre João Vitor; 20h - Quermesse. domingo (7) 12h30 - Almoço de Santo Antônio, Bolo de Santo Antônio; 14h - Leilão de Prendas Vivas. 19h - Missa com Padre João Vitor; 19h30 - Missa com Padre Gracélio Tavares. segunda-feira (8) 19h30 - Missa com Padre Leonel. terça-feira (9) 19h30 - Missa com Padre Carlos Machado. quarta-feira (10) 19h30 - Missa com Padre Felipe Cavalheiro. quinta-feira (11) 19h30 - Missa com Padre Diogo Fogaça. sexta-feira (12) 19h30 - Missa com Padre Marcos Custódio. sábado (13) 8h - Missa com Padre Vitalino Nunes; 16h - Missa com o Bispo Dom Luiz Ricci. Local: Centro; Entrada gratuita. ⛪ Festa de Santo Antônio em Capão Bonito O evento é realizado na Reitoria Santo Antônio, localizada na Vila Santa Rosa em Capão Bonito Reprodução/Google Maps Evento: nesta programação, os visitantes podem conferir dias de Trezena, Santas Missas, bênçãos, procissões, quermesse, shows e até uma corrida em celebração ao santo. A festa é preparada para reunir a comunidade, famílias, devotos e aqueles que desejam celebrar. quarta-feira (3) 19h30 - Santa Missa com benção dos idosos; Quermesse; quinta-feira (4) 17h - Santa Missa; Quermesse; sexta-feira (5) 19h30 - Santa Missa com benção dos dizimistas; Quermesse e show; sábado (6) 16h30 - Treinão de Santo Antônio; 19h30 - Santa Missa benção para atletas; Quermesse; domingo (7) 18h - Santa Missa com benção aos jovens e das vocações; Quermesse e show; segunda-feira (8) 19h30 - Santa Missa com benção da saúde; Quermesse; terça-feira (9) 19h30 - Santa Missa com benção para os empresários; Quermesse; quarta-feira (10) 19h30 - Santa Missa com bênção das autoridades; Quermesse; quinta-feira (11) 19h30 - Santa Missa com benção das famílias; Quermesse; sexta-feira (12) 19h30 - Santa Missa com benção dos namorados e noivos; Quermesse e show sábado (13) 8h - Procissão com a imagem de Santo Antônio; 10h - Missa presidida pelo Bispo Diocesano de Itapeva; 16h - Santa Missa de Encerramento. Local: Avenida Adhemar de Barros, bairro Santa Rosa em Capão Bonito; Entrada gratuita. 🥳 30ª Festa Junina da Apae de Boituva O grupo da Apae de Boituva realiza uma festa junina a partir de quinta-feira (4) Reprodução/Agenda Viva SP Evento: a associação traz uma festa com comidas típicas, pescaria, shows, bingo, leilão e uma quadrilha organizada com os alunos da Apae. Essa é uma celebração tradicional em Boituva, sendo realizada há 30 edições. Data: de quinta (4) a sábado (6); Horário: a partir das 18h; Local: Quadra da Apae, localizada na Rua Mário Grosso, no Jardim Oreana em Boituva; Entrada gratuita. 🎌 34ª edição da Festa Junina no Kaikan de Itapetininga O evento também conta com a apresentação do tradicional Taiko Jennifer Yamashita Evento: a tradicional celebração junina com sabor oriental em Itapetininga traz comidas típicas, danças folclóricas, brincadeiras para as crianças e apresentação do Taiko. Essa é uma atração que aceita a presença de pets. Data: domingo (7); Horário: 11h às 16h; Local: Kaikan, localizado na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), km 168, em Itapetininga; Entrada solidária: doação de 1kg de alimento não perecível. 🕊️ Festa de Santo Antônio em Itaí O evento em Itaí conta com apresentações musicais para toda a família Reprodução/Prefeitura de Itaí Evento: a cidade é palco da tradicional Festa de Santo Antônio, que conta com muita música, cultura, alegria e atrações para toda a família e visitantes. Data: 10 a 14; Local: Praça da Bandeira; Entrada gratuita. 🪇 14ª São João do Bemfica em Tatuí 14º São João do Bemfica será realizado começa no dia 12 Divulgação/Prefeitura de Tatuí Evento: a celebração reúne todas as escolas municipais em três dias de festa, cultura popular, shows, danças e comidas típicas. Entre os quitutes, o público pode conferir cachorro-quente, cuscuz, bolinho de frango e mais. Além de acompanhar as quadrilhas juninas e brincadeiras tradicionais. sexta-feira (12) 20h - Show do Tubinho. sábado (13) 14h - Show “K-Pop Huntrix e Stitch e Angel”; 19h - Transmissão ao vivo do jogo Brasil x Marrocos, pela Copa do Mundo; 21h - Show com Bianca Andrade. domingo (14) 14h - Show da Turma do Mickey; 18h30 - Show com Renan Bordini. Local: Concha Acústica “Maestro Spartaco Rossi” Entrada gratuita. 🙏🏽 78ª Quermesse em Louvor a São João Batista em Itapetininga A Paróquia São João Batista de Itapetininga realiza 78ª Festa em louvor ao padroeiro. Divulgação Evento: os dias de fé, tradição, alegria e louvor ao santo chegam acompanhados de quermesse com comidas típicas, confraternização e festa. Além disso, os visitantes também podem conferir quadrilha, brincadeiras tradicionais, shows regionais e bingo. Data: 19 a 28; Local: Paróquia São João Batista, localizada na Rua Antônio Avelino da Costa, n° 293 na Vila Vendramini; Entrada gratuita. 🎉 142ª Festa de São João Batista em Laranjal Paulista Tradicional festa de São João é celebrada a partir do dia 19 Reprodução/TV TEM Evento: neste ano, a celebração entra em clima de Copa do Mundo, prometendo dias de muita alegria, tradição, fé e diversão para toda a família. Os visitantes podem conferir shows nacionais, FanFest com Super Telão de LED transmitindo os jogos do Brasil, comidas típicas, quermesse, programação religiosa e até uma corrida. Data: 19 a 28; Local: Praça Armando Sales Oliveira; Entrada gratuita. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Quem nunca saiu do salão se sentindo incrível depois de mexer no cabelo? Pode ser após um corte, uma hidratação, uma coloração nova ou até uma escova simples. Existe uma sensação quase imediata de que os fios ganharam outra aparência. O cabelo parece mais leve, o brilho chama atenção no espelho e o acabamento fica com aquele aspecto alinhado que muita gente tenta reproduzir em casa sem sucesso. Alguns dias depois, vem a frustração. A mesma finalização feita no banheiro não entrega o mesmo resultado. O cabelo perde movimento, arma mais rápido ou fica sem aquele efeito polido que parecia tão fácil nas mãos do profissional. E quase sempre surge a mesma dúvida: o que os salões fazem que parece impossível repetir no dia a dia? A resposta costuma estar menos no “segredo” e mais em detalhes que passam despercebidos no dia a dia. A forma como o fio é preparado antes da secagem, o tempo de ação dos produtos, a ordem de aplicação e até a proteção térmica fazem diferença no resultado final. Quando essas etapas são ignoradas, o cabelo dificilmente mantém aquele aspecto polido que muita gente associa ao efeito de salão. Além disso, usar produtos formulados para entregar tratamento e finalização profissionais faz toda a diferença. A H2O Evolution aposta em soluções que ajudam a reproduzir esse acabamento sem transformar o processo em algo complicado. Linhas como Nutri Ceramidas e Revitalize ajudam a preparar os fios para receber calor e modelagem, Blindagem atua na proteção térmica e no alinhamento, enquanto Brilho Extremo e Intense Coco entram no acabamento para reforçar luminosidade, maciez e movimento. Quer descobrir como deixar o cabelo com aquele aspecto de salão sem sair de casa? Então vale prestar atenção em alguns detalhes. Anote estas dicas: O cabelo de salão começa antes da escova Uma das diferenças mais comuns entre o resultado profissional e o feito em casa está na preparação. No salão, dificilmente o cabelo segue direto do shampoo para o secador. Existe uma preocupação em equilibrar hidratação, alinhamento e proteção antes da finalização começar. Quando o fio está ressecado, rígido ou áspero ao toque, o calor tende a evidenciar ainda mais essas características. Por isso, máscaras e tratamentos entram como parte importante do processo. A linha Nutri Ceramidas, da H2O Evolution, melhora a aparência da fibra capilar e deixa o cabelo mais uniforme para receber escova, chapinha ou modelador. Com ação nutritiva, a Nutri Ceramidas prepara os fios para a escova e deixa o cabelo mais uniforme. Divulgação/H2O Evolution. Já Revitalize funciona como um aliado para quem sente o cabelo sem vida ou opaco depois de secar. O produto ajuda a devolver maleabilidade e facilita a etapa seguinte, evitando aquele aspecto endurecido que muitas vezes aparece após o uso do secador. A linha Revitalize ajuda a devolver movimento e melhora o acabamento da finalização no dia a dia. Divulgação/H2O Evolution. O erro mais comum está na quantidade de produto Existe uma ideia muito difundida de que quanto mais produto, melhor será o resultado. Na prática, o excesso costuma pesar os fios, dificultar o movimento e até aumentar a sensação de oleosidade. No salão, os profissionais trabalham com distribuição uniforme. Isso significa aplicar pequenas quantidades e espalhar bem antes de adicionar qualquer outra etapa. O cabelo precisa absorver o produto, não acumular camadas. Para quem busca um visual mais alinhado em casa, vale separar o cabelo em partes antes de aplicar cremes, leave-ins e protetores térmicos. Isso ajuda a evitar regiões saturadas enquanto outras ficam sem proteção. Proteção térmica muda completamente o acabamento Muita gente ainda associa proteção térmica apenas à prevenção de danos. Só que ela interfere diretamente na aparência final do cabelo. Sem proteção adequada, o calor excessivo pode deixar os fios ásperos, sem brilho e com mais frizz. Já produtos específicos para essa etapa ajudam a criar uma superfície mais alinhada, favorecendo reflexo de luz e movimento. A linha Blindagem, da H2O Evolution, entra justamente nesse momento. Além de auxiliar na proteção contra altas temperaturas, o produto contribui para controlar o frizz e melhorar o acabamento da escova. O resultado costuma ficar mais próximo daquele efeito polido visto no salão, principalmente em dias úmidos ou em cabelos que sofrem com arrepiados ao longo do dia. Blindagem auxilia na proteção térmica e ajuda a controlar o frizz durante a finalização. Divulgação/H2O Evolution. O jeito de secar faz mais diferença do que parece Nem sempre o problema está no secador. Muitas vezes, está na pressa. Secar o cabelo sem direcionamento faz com que os fios se espalhem de forma desordenada, aumentando volume irregular e frizz. Nos salões, existe um cuidado em conduzir o ar sempre no mesmo sentido para alinhar a cutícula capilar. > Cabelos com frizz? Aprenda a solucionar o problema Em casa, pequenas mudanças ajudam bastante. Tirar o excesso de água antes da escova, evitar temperatura máxima o tempo todo e trabalhar em mechas menores já melhora o resultado visual. Outra diferença importante está no jato final frio, que ajuda a manter o cabelo mais alinhado e brilhante. O acabamento é o que cria o “efeito salão” Existe um momento em que o cabelo já está seco, alinhado e aparentemente pronto. Ainda assim, no salão, o profissional quase sempre aplica um produto finalizador. E isso acontece porque o acabamento é responsável pela percepção de brilho, leveza e movimento. A Brilho Extremo, da H2O Evolution, ajuda a intensificar luminosidade sem deixar aspecto pesado. O cabelo ganha reflexo mais uniforme e aparência mais polida, especialmente após escova ou prancha. Para quem busca mais luminosidade, a linha Brilho Extremo deixa os fios com efeito mais polido. Divulgação/H2O Evolution. Já a Intense Coco funciona bem para quem procura maciez e balanço natural. O produto ajuda a reduzir aquele toque rígido que alguns finalizadores deixam, mantendo os fios mais soltos ao longo do dia. A Intense Coco ajuda a manter os fios macios, leves e com movimento após a escova. Divulgação/H2O Evolution. O resultado profissional não depende de horas no espelho Muita gente acredita que o efeito de salão exige processos demorados ou habilidades difíceis de reproduzir. Só que, na maioria das vezes, o que transforma o resultado é a combinação correta entre preparação, proteção e acabamento. Quando o cabelo recebe produtos adequados em cada etapa, a finalização fica mais fácil, o brilho aparece com mais intensidade e o movimento ganha outro aspecto. Pequenos ajustes mudam bastante a aparência dos fios no dia a dia. Acompanhe a H2O Evolution nas redes sociais e descubra mais dicas práticas para melhorar a finalização e a aparência dos seus cabelos sem sair de casa.
The reports by the Fars and Tasnim news agencies, both believed to be close to Iran's paramilitary Revolutionary Guard, come as Iran insists the fighting in Lebanon is part of the wider ceasefire talks with the U.S. over the war.
[Ayin Network] More evidence from multiple sources strengthens claims that the United Arab Emirates (UAE) is supporting a covert network to recruit and transport Colombian private military contractors to Sudan to fight alongside the paramilitary Rapid Support Forces (RSF). The latest shipment of Colombian mercenaries appears to have taken place in early May. Ayin investigations found that the foreign fighters travelled through the Central African Republic and were eventually deployed in Nyala, South Darfur State.