Reform Makerfield candidate admits making 'crass' comments in past
Robert Kenyon says he was not involved in politics when he made remarks unearthed during the campaign.
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Robert Kenyon says he was not involved in politics when he made remarks unearthed during the campaign.
Former first lady Jill Biden admitted on "The View" that her husband, former President Joe Biden, would not have been able to serve a second term amid a cancer diagnosis.
Wilfred, 62, of Peryam, Kollam, had been admitted at the hospital with severe jaundice and associated neurological issues such as altered sensorium
Funcionário é preso por assassinato de paciente em clínica de Cuiabá A clínica onde Alessandro Sidinei Braga, de 38 anos, foi encontrado morto no domingo (31), em Cuiabá, não possuía registro de funcionamento junto ao Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT). Segundo apuração do órgão, a unidade, que atendia pacientes em tratamento para dependência química e pessoas diagnosticadas com esquizofrenia, não consta no banco de dados do Conselho. O g1 tenta localizar a defesa da clínica. Alessandro foi encontrado por outros pacientes sem sinais vitais e com uma corda enrolada no pescoço. Inicialmente, a Polícia Civil foi acionada sob a informação de que teria ocorrido um suicídio no local. No entanto, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) identificou inconsistências entre os vestígios encontrados na cena e a versão apresentada pelos responsáveis pela clínica. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias de MT em tempo real e de graça Em nota, o Conselho informou que irá solicitar oficialmente à Polícia Civil informações complementares sobre a unidade, como o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), para aprofundar a análise. Somente após o recebimento desses dados será possível avaliar quais medidas poderão ser adotadas. Investigação Segundo relatos colhidos pelos policiais no local, Alessandro realizava tratamento para controle da esquizofrenia e teria apresentado um surto psicótico no sábado (30). Ainda conforme a versão apresentada à polícia, ele precisou ser contido e recebeu medicamentos controlados para ser acalmado. Apesar dessa versão inicial, a ocorrência foi registrada pela polícia como homicídio doloso, quando há intenção de matar. O principal suspeito é Odiley Rodrigues Souza, plantonista da clínica. Conforme a investigação, ele já conhecia Alessandro de uma internação anterior em outra instituição de recuperação. A polícia informou que Odiley é ex-interno de uma clínica de reabilitação e havia sido contratado para acompanhar os pacientes da unidade. Em coletiva de imprensa, o delegado Michael Paes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que a polícia ainda apura qual era a situação funcional do suspeito e se ele possuía qualificação para exercer a função. "Ele [Odiley] e o diretor responsável falaram que ele é um ex-interno de outra clínica. Ele falou que inclusive que conhecia a vítima, que estava internado de outra clínica com ela, depois terminou naquela lá. A gente não tem nenhum documento que confirme que ele estava internado, mas tanto ele quanto o chefe confirmaram", afirmou o delegado. Depoimento de plantonista suspeito de matar paciente com esquizofrenia em Cuiabá Ainda conforme a polícia, o suspeito admitiu ter amarrado a vítima com cordas durante um procedimento de contenção. No entanto, alegou que encontrou Alessandro morto na manhã seguinte e que, por medo, simulou um suicídio por enforcamento. Condições precárias O delegado destacou que, durante a apuração inicial, foram identificadas diversas irregularidades na clínica. Conforme os relatos colhidos, não havia equipamentos adequados para contenção dos pacientes e outros internos eram usados para ajudar a controlar pessoas em crise. A Polícia Civil também investiga as condições de funcionamento da clínica. De acordo com o delegado, não foram encontrados profissionais de saúde durante o atendimento da ocorrência, e há indícios de que pacientes eram mantidos trancados em quartos coletivos utilizados como forma de punição. O caso segue em investigação. Funcionário é preso por assassinato de paciente em clínica de Cuiabá Reprodução
Mulher que morreu atropelada no DF fazia caminha matinal A costureira Elcina Pereira, de 59 anos, morreu após ser atropelada, na manhã desta terça-feira (2), no Setor Habitacional Arapoanga, no Distrito Federal. Segundo a família, Elcina fazia sua caminhada matinal no momento do impacto. "Ela saiu como todos os dias ela sai para fazer o treino dela, a caminhada dela. Vem um imprudente, um irresponsável, e acaba com a vida da minha tia", diz Nancy Rodrigues, sobrinha da vítima. O motorista Erick Alves de Souza, de 21 anos, não tem habilitação e foi preso em flagrante. Segundo a Polícia Civil, ele apresentava sinais de embriaguez e teria admitido o consumo de bebida alcoólica e outras substâncias psicoativas antes do acidente. No entanto, se recusou a fazer o teste do bafômetro. No carro com Erik, também estava sua namorada, que precisou de atendimento do Corpo de Bombeiros. O caso é investigado pela 16ª Delegacia de Polícia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. A costureira Elcina Pereira, de 59 anos, morreu após ser atropelada no DF reprodução Câmeras de segurança registraram o momento do acidente (veja vídeo no início da reportagem). As imagens são fortes, por isso precisaram ser congeladas na hora em que o carro atingiu a vítima. "Ele possui antecedentes policiais, com registros de envolvimento em ocorrências relacionadas a tráfico de drogas, receptação, adulteração e outros delitos", informou a polícia. De acordo com os bombeiros, o motorista e a passageira do veículo permaneceram no local. A passageira foi atendida pelos militares, mas não precisou de transporte para o hospital. Erick Alves de Souza, de 21 anos, foi preso após atropelar mulher no DF; vítima morreu reprodução LEIA TAMBÉM: PEDRO TURRA: saiba por que a Justiça do DF suspendeu o julgamento antes de decidir sobre júri popular RELEMBRE O CASO: filho de delegado que baleou três mulheres no DF passa a receber pensão após a morte do pai Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
The water firm faces a fine after Birxham (pictured) locals were infected with cryptosporidiosis - a waterborne bug, which causes sickness, diarrhoea and stomach cramps.
Vereadora chama manifestantes trans de 'cosplay de Erika Hilton' em Teresina A vereadora Samantha Cavalca (Progressistas) chamou manifestantes trans de "cosplay de Erika Hilton" e fez ofensas transfóbicas durante sessão plenária, na manhã desta terça-feira (2), na Câmara de Teresina (PI). Ela foi vaiada e criticada pelos manifestantes presentes na sessão, que protestavam contra um projeto de lei que quer impedir o uso de banheiros femininos por mulheres trans e travestis. A referência à deputada federal pelo PSOL de São Paulo foi feita enquanto a vereadora respondia ao vereador Pedro Alcântara (Progressistas), que ocupava a tribuna da Câmara, e alegou ter sido interrompida pelos militantes e apoiadores da comunidade trans no plenário. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp "Olha, presidente Enzo [Samuel, do PDT], tem uma mulher falando e eu não vou admitir um bocado de marmanjo barbado de peruca me interrompendo. Já basta! É um bocado de cosplay de Erika Hilton, rapaz", declarou Samantha, atraindo vaias e palavras de repúdio dos manifestantes. O projeto de lei contra o qual os militantes protestavam foi apresentado pelo vereador Petrus Evelyn (Progressistas) e institui a Política Municipal de Proteção da Mulher em Teresina. Um dos pontos da proposta é reservar os banheiros femininos exclusivamente a mulheres cis. 🏳️⚧️ Mulher cis é a pessoa que foi designada com o sexo feminino ao nascer e se identifica com esse gênero ao longo da vida, enquanto a mulher trans foi designada com o sexo masculino ao nascer, mas se identifica com o gênero feminino. Já travesti é uma identidade de gênero feminina historicamente latino-americana, muito presente no Brasil. A proposta foi lida na Câmara em 12 de maio e está sendo analisada pelas comissões parlamentares antes de ir a votação em plenário. Caso ela seja aprovada, ainda deve ser sancionada pelo prefeito Silvio Mendes (União Brasil) para virar lei. Vereadora chama manifestantes trans de 'cosplay de Erika Hilton' em sessão em Teresina Divulgação/CMT VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Jenny Chapman says a UK team working ‘incredibly hard’ in the Democratic Republic of Congo (DRC), but that the world is ‘under responding’ to the outbreak – a crisis she expects to last ‘for months’
Polícia Civil de Lagoa Santa, na Grande BH, investiga desaparecimento de bebê. Polícia Civil A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) divulgou, nesta terça-feira (2) que abriu investigação sobre o desaparecimento de um bebê de 8 meses em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O caso foi registrado em 27 de maio, quando as solicitantes procuraram a Polícia Militar após receberem mensagens da mãe da criança informando que o filho havia morrido. Ao ser questionada, porém, a mulher apresentou versões diferentes sobre a suposta morte, e o menino ainda foi localizado (veja mais abaixo as versões apresentadas pelo caso). Em nota divulgada, a polícia informou que o caso é apurado pela Delegacia de Polícia Civil de Lagoa Santa. Segundo a PCMG, os envolvidos foram ouvidos, mas acabaram liberados porque não havia situação de flagrante do crime . A polícia informou ainda que os trabalhos têm como objetivo localizar a criança e esclarecer completamente os fatos. Novas informações serão divulgadas apenas no decorrer das investigações. Agora no g1 As versões do caso O desaparecimento foi registrado no dia 27 de maio, após solicitantes (não explicadas quem seriam pela PM) procurarem a polícia relatando que haviam recebido mensagens da mãe da criança informando que o filho estaria morto. As solicitantes do boletim de ocorrência De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da criança contou às solicitantes versões diferentes para explicar o suposto desaparecimento do bebê. Em uma delas, afirmou que a criança teria morrido após uma agressão praticada por um credor de dívida. Em outro relato, disse que o companheiro teria agredido o menino. Diante da denúncia, policiais foram até a residência do casal, no bairro Shalimar, em Lagoa Santa. No imóvel, os militares encontraram um ambiente com sinais de desordem, grande quantidade de lixo, garrafas de bebidas alcoólicas, objetos quebrados e pinos vazios de cocaína. Segundo a polícia, os pais admitiram ser usuários de drogas e apresentavam sinais de alteração como alteração de humor e dificuldade de organizar ideias. Ao serem questionados sobre o paradeiro da criança, os dois apresentaram novas versões contraditórias. As versões da mãe para PM A mãe afirmou que passou a ser ameaçada por traficantes após colaborar com uma investigação policial relacionada ao tráfico de drogas no bairro Caiçara, em Belo Horizonte. Por causa das ameaças, ela e o companheiro teriam passado a mudar constantemente de endereço, hospedando-se em imóveis alugados por aplicativos. A mulher relatou ainda que uma conhecida identificada como Adriana passou a ajudar nos cuidados com o bebê. Em uma das versões, ela afirmou que Adriana teria matado a criança entre os dias 18 e 19 de novembro do ano passado, em Ipatinga, como represália pela colaboração prestada à polícia. Posteriormente, porém, apresentou outro relato. Segundo ela, o bebê dormia na mesma cama que o casal e, ao acordar, ela percebeu que a criança estava com os lábios roxos e sem sinais vitais. No boletim de ocorrência só não ficou claro se o local teria sido Ipatinga. Ainda de acordo com essa versão, Adriana teria pegado o menino e deixado o local, sem informar o destino. A versão do pai para a PM Em depoimento à Polícia Militar, o pai da criança afirmou que ele e a companheira conheceram uma mulher identificada como Adriana, que teria se aproximado da família oferecendo ajuda nos cuidados com o bebê sob a alegação de que a mãe enfrentava depressão pós-parto. Segundo ele, a mulher passou a frequentar a residência do casal e a oferecer drogas aos dois, o que teria levado ambos ao uso contínuo de entorpecentes. O homem relatou ainda que passou a sofrer ameaças após uma operação policial que resultou na prisão de traficantes e que, por isso, o casal deixou Belo Horizonte e se mudou para Ipatinga, onde se hospedava em imóveis alugados por aplicativos. Adriana também teria sido levada para a cidade para auxiliar nos cuidados da criança. Segundo o relato, após um desentendimento entre a mãe do bebê e Adriana, a mulher foi dormir em um quarto separado, enquanto ele, a companheira e a criança passaram a noite em um colchão na sala. O pai afirmou que a mãe costumava administrar clonazepam (medicamento para crises de ansiedade) ao filho para fazê-lo dormir e que, naquela ocasião, teria exagerado na dosagem. Ainda de acordo com o depoimento, ao acordarem, o bebê estava com os lábios roxos e sem sinais vitais. O homem disse aos policiais que, com medo das consequências, ele e a companheira entregaram o corpo da criança a Adriana, que teria embrulhado o cadáver e o descartado em um rio próximo ao local onde estavam hospedados. O trabalho da PM na residência em Lagoa Santa Durante as buscas no imóvel, os policiais encontraram documentos da criança, como certidão de nascimento e papéis de alta hospitalar. No entanto, não localizaram o bebê e nem vestígios que confirmassem as versões apresentadas. O casal foi encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos e foram liberados porque não houve flagrante.
A boy was rescued with serious injuries and admitted to a hospital; a search-and-rescue operation was underway in the area till late evening.
Lutador e treinador de jiu-jitsu, Melqui Galvão, foi preso em Manaus Instagram/Reprodução O professor de jiu-jítsu e lutador Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, conhecido como Melqui Galvão, é alvo de nove denúncias de abuso sexual. Oito delas são investigadas pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), no Amazonas, segundo apuração do g1. Melqui Galvão também é investigado pela Polícia Civil de São Paulo, onde as investigações tiveram início após denúncia de uma ex-aluna, de 17 anos, registrada na capital. Ele está preso preventivamente na cidade. O g1 tenta localizar a defesa do professor. Entre as nove vítimas ouvidas até a última atualização, seis relataram estupro, uma denunciou armazenamento indevido de fotos de menores, outra relatou coação e ameaças, e uma afirmou ter sofrido abuso sexual. Seis delas recebem acompanhamento da Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Recentemente uma nova vítima confirmou a TV Globo que foi estuprada cinco vezes ao longo de um ano enquanto participava do projeto social esportivo dele em Manaus. Nova vítima de Melqui Galvão diz ter sido estuprada em projeto social do lutador O irmão do lutador, Enoque Galvão, também é alvo de acusações de estupro e importunação sexual por duas mulheres. Os crimes teriam ocorrido quando ele visitava o projeto social de Melqui. Enoque é policial e está preso temporariamente. A defesa dele também não foi localizada. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Melqui Galvão fez videochamada dentro de cela em Manaus para coagir vítimas, aponta investigação Prisão de Melqui Galvão é convertida em preventiva pela Justiça de SP; professor de jiu-jítsu é suspeito de abuso sexual Professor de jiu-jítsu Melqui Galvão já foi acusado e preso por homicídio durante operação policial no Amazonas 'Foram 14 anos de tortura': atleta faz nova denúncia contra professor de jiu-jítsu Melqui Galvão Quem é Melqui Galvão Melqui Galvão é faixa preta e treinador de jiu-jitsu, sendo responsável por uma academia na Zona Norte de Manaus. Ele também atuava como instrutor de defesa pessoal na Polícia Civil do Amazonas, onde era servidor efetivo lotado no setor de capacitação, ministrando treinamentos. Diante da gravidade das denúncias, foi afastado cautelarmente de suas funções até a conclusão das investigações. Ele é pai do multicampeão da modalidade, Mica Galvão. Após a prisão dele, Mica usou as redes sociais para se manifestar. Ele afirmou que vive um momento difícil, destacou a relação com o pai e defendeu que o caso seja apurado com rigor pelas autoridades. "É difícil encontrar palavras para um momento como esse. Meu pai, Melqui Galvão, foi quem me colocou no tatame pela primeira vez ainda criança. Foi ele quem me ensinou a lutar, a competir, a respeitar o adversário e a ter caráter", escreveu. Na publicação, o atleta também repudiou qualquer tipo de violência. "Como pessoa, repudio qualquer forma de assédio ou violência contra mulheres e crianças — esse é um valor que carrego e que não abre exceção", afirmou. Investigação e prisão Em áudio, Melqui Galvão confessa ter tocado em aluna após achar que ela estava dormindo Segundo a investigação, uma adolescente de 17 anos, ex-aluna do treinador, denunciou a prática de atos libidinosos não consentidos durante uma competição esportiva realizada fora do país. A vítima está atualmente nos Estados Unidos e foi ouvida pelas autoridades, junto com familiares. De acordo com a polícia, os denunciantes apresentaram uma gravação na qual o investigado admite indiretamente o ocorrido e tenta evitar que o caso seja levado adiante, com a promessa de compensação financeira. Durante a apuração, outras duas possíveis vítimas foram identificadas em diferentes estados do país. No depoimento, elas relataram episódios semelhantes. Em um dos casos, a vítima afirmou ter 12 anos na época dos fatos. Segundo a polícia, na época, após a decretação da prisão, Melqui Galvão viajou menos de 24 horas antes para o estado do Amazonas. Após contato entre as corporações, ele se apresentou às autoridades em Manaus, onde teve a prisão cumprida. A Polícia Civil segue com as investigações para apurar a extensão dos crimes e identificar possíveis novas vítimas. Professor de jiu-jítsu Melqui Galvão já foi preso por homicídio em operação policial no AM
All three suspects have admitted to selling the drug in violation of the pharmaceutical and medical devices law, investigative sources said.
Kimmel, who has hosted his ABC late-night show since 2003, admitted he feels "defeated" over CBS canceling "The Late Show with Stephen Colbert."
BBC Sport explores the future of Southampton manager Tonda Eckert after he admitted his role in the Spygate scandal.
Founder of ‘anti-woke’ PR firm to pay £910 to woman whose hair she pulled at Bond Street tube station last October A Maga influencer has admitted assaulting a woman at a London tube station during an altercation. Melissa Rein Lively, 40, the founder of the “anti-woke” America First Public Relations firm in the US, allegedly pulled a woman’s hair in a “forceful manner” at Bond Street station last October. Continue reading...
It’s easy to understand why so many graduates are booing commencement speakers who tell them how great AI is. They face a brutal job market, with unemployment for recent college graduates nearing recession levels, and AI is often cited as the reason they can’t find jobs or have to drastically reassess their career plans.I have a message for the class of 2026: AI is not ruining your job prospects, at least not yet. A better explanation for the tough job market may be the prevalence of WFH, not the rise of AI.131463654Two new studies, one from the Federal Reserve Bank of New York and one from the London School of Economics, look at the recent rise in unemployment among young workers. The authors of the LSE study looked at 243 million new hires and 407 million online job postings from 2017 to 2025 in the US, UK, Australia and Canada. They observed a notable decline since 2022 in the hiring of new graduates. AI was presumed to be the reason, since the falloff tends to be in the sort of industries that are adopting AI.But these are also the same kinds of jobs — reliant on computers, knowledge-intensive, white-collar — that are most amenable to working from home. When they controlled for WFH, the authors found that the impact of AI on hiring was negligible.The study postulates that where WFH is more common, managing junior staff is more expensive. At the same time, young staffers who receive less training may be less productive than they would be otherwise, even as they mature and demand more pay. So the cost of WFH to young graduates is not just a harder job market — it also makes it harder for young employees to get good training, supervision and mentorship, a point also made by the New York Fed study.WFH has always had a superficial appeal. At first, it seems easier and often cheaper for both employers and employees; companies can pay less if they offer more flexibility, and many staffers have commitments that keep them at home. In the long term, however, both management and workers pay a price in terms of lost training and career development of younger employees.This could get even worse as AI is more widely adopted. New hires recently out of college who work on their own may figure out how to do specific tasks (perhaps with AI assistance), but they won’t learn much about how to manage office politics, charm clients or build networks. All these skills will be even more valuable in an AI job market, and none can be gained without coming into the office and observing senior colleagues.The new research doesn’t argue that AI will have no impact on hiring in the future, or that it is currently affecting hiring decisions. It’s also worth noting that many firms are still hiring — just not as much as before. There are a lot of factors that go into the health of the labor market, and if the economy worsens, the combination of AI and WFH could make it even harder for young graduates.What does seem clear is that AI is becoming a convenient villain for a lot of complaints people have about the economy. Tech executives aren’t helping by regularly declaring that AI can replace a lot of jobs. More likely, they are using AI as an excuse when they are letting people go for financial reasons. In the case of WFH, it may be easier to blame AI than to ask reluctant staff to come into the office.I’ve seen this reluctance firsthand: A few years ago I met middle-aged media executive who told me how much she loved working from home (or, often in her case, from a resort in Mexico). When I asked her about junior staffers missing out on mentoring and on-the-job training, she admitted she never would have succeeded if senior people weren’t in the office when she was coming up. But she didn’t seem too bothered by it, either.I’ve never been asked to give a commencement speech, but if for some reason I were, this would be my advice: Find a company where everyone likes going to work. Then try to get a job there — and if you do, go into the office every day.
Via Costeira em Natal Sandro Menezes O Ministério Público Federal (MPF) apresentou manifestação à Justiça Federal reafirmando a necessidade urgente de medida liminar para proibir construções nas áreas desocupadas da Via Costeira, em Natal. A manifestação consolida os argumentos de uma ação civil pública ajuizada pelo MPF em dezembro do ano passado. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Segundo o MPF, a manifestação foi protocolada após uma audiência prévia, de 20 de maio, que reuniu especialistas e gestores públicos. Nessa audiência, um especialista falou sobre a possibilidade de um "esmagamento costeiro", diante de problemas como elevação e avanço do mar e pressão marinha (veja mais abaixo). LEIA TAMBÉM: Veja imagens do projeto do parque na Via Costeira; governo dá início à licitação MPF pede suspensão de leis que permitem construções na Via Costeira Terrenos da Via Costeira, em Natal, voltam ao centro de disputa judicial Justiça suspende decisão que impedia novas licenças e alvarás para construções na Via Costeira No documento enviado à Justiça, o órgão apontou que o município de Natal e o governo do RN não apresentaram provas técnicas capazes de contrapor os estudos científicos que apontam a fragilidade ecológica do litoral natalense e a necessidade de controle rígido das intervenções na área. Segundo o MPF, o pedido de liminar foi reforçado por conta da possibilidade de riscos de novas autorizações para obras serem liberadas com base nas recentes flexibilizações do Plano Diretor de Natal e diante da omissão dos órgãos responsáveis. "O objetivo é paralisar temporariamente a concessão de novas licenças nas áreas livres da Via Costeira, evitando a consolidação de ocupações potencialmente irreversíveis, prejuízos financeiros a investidores e custos futuros ao poder público com possíveis obras de contenção e reparação", informou o MPF. ➡️ Contexto: O Ministério Público Estadual do RN (MP-RN) já havia entrado com uma ação anterior e conseguido a suspensão das construções na Via Costeira na Justiça em 2025. A decisão, no entanto, foi suspensa. A prefeitura sancionou uma lei que permite construção de prédios residenciais e comerciais na área em dezembro de 2024. MPF vai acompanhar medidas do Idema e de Natal para proteção da fauna na Via Costeira 'Esmagamento costeiro' O professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Venerando Amaro, perito designado pelo MPF, informou durante a audiência que o RN registra elevação do nível médio do mar de aproximadamente 3,7 mm a 5,6 mm por ano, índices que figuram entre os mais altos do país, o que agrava os processos erosivos e o risco de inundações. O especialista utilizou o termo “esmagamento costeiro” para descrever a dinâmica que comprime o litoral entre duas forças simultâneas: a pressão marinha, pelo avanço do mar, associado à elevação do nível oceânico e ao aumento da energia das ondas; e a pressão continental, decorrente do escoamento superficial da água das chuvas, intensificado pela impermeabilização urbana e por falhas no sistema de drenagem, que joga grandes volumes de água na faixa litorânea. A análise técnica também indicou que obras de contenção construídas de forma isolada por hotéis e empreendimentos reduzem a faixa de praia e transferem o problema, agravando a erosão em áreas vizinhas. Levantamentos topográficos comparativos de janeiro de 2023 e janeiro de 2024 apontaram a redução da faixa de areia nos trechos influenciados por essas estruturas pontuais, segundo o MPF. Segundo o MPF, a legislação ambiental protege na integralidade o ecossistema de restinga no qual a Via Costeira se encontra, independente de toda a área estar coberta ou não por vegetação nativa. "O Código Florestal o define expressamente como Área de Preservação Permanente (APP). Soma-se a isso o fato de os terrenos desocupados da via estarem colados ao Parque Estadual das Dunas, o maior parque urbano sobre dunas do Brasil", informou o MPF. Costeira Parque: MPF diz que busca negociações O MPF informou que busca postura colaborativa para tentar construir soluções consensuais, especialmente no Costeira Parque. "Por se tratar de uma obra voltada ao interesse social, o MPF buscou acordo sobre o empreendimento, propondo salvaguardas ambientais mínimas", informou. Projeto de 34 mil metros quadrados e investimento de R$ 22 milhões, o Costeira Parque deu início à licitação em outubro do ano passado. O MPF informou que realizou reuniões em dezembro de 2025 e maio de 2026 e flexibilizou suas propostas, aproveitando estudos ambientais já existentes e permitindo a continuidade de atividades sem impacto direto ao meio ambiente no local. "Contudo, o governo estadual e os empreendedores recusaram os termos e não apresentaram contrapropostas", citou. Segundo o MPF, o corpo técnico do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema/RN) emitiu uma manifestação concordando com a necessidade de estudos complementares e monitoramento contínuo da costa. Além disso, o órgão ambiental estadual não comprovou o cumprimento de condicionantes básicas da licença atual por parte do empreendedor. O parecer técnico-científico apresentado pelo especialista na audiência indicou que a abordagem atualmente adotada pelo projeto se mostra “tecnicamente indefensável” diante do cenário de vulnerabilidade geoambiental da orla marítima da capital potiguar. Projeto Costeira Parque, em Natal Divulgação/governo do RN Insegurança jurídica No âmbito municipal, a Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb) defendeu uma análise fragmentada, “caso a caso”, para o licenciamento de novos empreendimentos, o que o MPF adverte que geraria profunda insegurança jurídica. “Na prática, a sistemática defendida pela Semurb admite que empreendimentos que se pretendem inserir em uma mesma unidade costeira, submetida aos mesmos processos erosivos, à mesma dinâmica sedimentar e às mesmas vulnerabilidades ambientais, possam receber tratamentos jurídicos distintos”, critica o Ministério Público. Buscando uma saída preventiva, o MPF enviou ofício à Semurb solicitando o compromisso de não emitir novas licenças urbanísticas até o pronunciamento judicial. Segundo o MPF, não houve resposta. Vídeos mais assistidos do g1 RN
The former SNP chief executive is facing a lengthy jail sentence after admitting embezzling funds from the party.
Odiley Rodrigues Souza, plantonista investigado pela morte do paciente Alessandro Sidinei Braga, de 38 anos, em uma clínica de reabilitação no bairro Jardim Primavera, em Cuiabá, neste domingo (31), já conhecia a vítima de uma internação anterior em outra instituição de recuperação. Segundo a Polícia Civil, Odiley é ex-interno de uma clínica de reabilitação e havia sido contratado para atuar no acompanhamento dos pacientes. Ele é suspeito de participar da morte da vítima e de tentar forjar uma cena de suicídio para encobrir o crime. A reportagem tenta localizar a defesa do investigado. Em coletiva de imprensa, o delegado Michael Paes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Odiley afirmou que já havia sido paciente da clínica e que conhecia Alessandro de outra unidade onde os dois estiveram internados anteriormente. O responsável pela instituição também confirmou aos investigadores que ele era ex-interno. A polícia, no entanto, ainda apura qual era a situação funcional do suspeito e se ele possuía qualificação para exercer a função. "Ele [Odiley] e o diretor responsável falaram que ele é um ex-interno de outra clínica. Ele falou que inclusive que conhecia a vítima, que estava internado de outra clínica com ela, depois terminou naquela lá. A gente não tem nenhum documento que confirme que ele estava internado, mas tanto ele quanto o chefe confirmaram", afirmou o delegado. Segundo as investigações, Odiley era o responsável pelo plantão no momento da morte e cuidava de cerca de 50 internos. A Polícia Civil informou que ainda não teve acesso à documentação que comprove o vínculo empregatício dele com a clínica nem as condições da contratação. Ainda conforme a polícia, o suspeito admitiu ter amarrado a vítima com cordas durante um procedimento de contenção. Ele alegou que encontrou Alessandro morto na manhã seguinte e que, por medo, simulou um suicídio por enforcamento. A versão foi descartada pela perícia. Segundo o delegado, os peritos identificaram incompatibilidades entre a cena encontrada no local e o relato apresentado pelo suspeito, o que reforçou a suspeita de fraude e homicídio. Condições precárias O delegado destacou que, durante a apuração inicial, foram identificadas diversas irregularidades na clínica. Conforme os relatos colhidos, não havia equipamentos adequados para contenção dos pacientes e outros internos eram usados para ajudar a controlar pessoas em crise. A Polícia Civil também investiga as condições de funcionamento da clínica. De acordo com o delegado, não foram encontrados profissionais de saúde durante o atendimento da ocorrência, e há indícios de que pacientes eram mantidos trancados em quartos coletivos utilizados como forma de punição. "Esse quarto fica trancado à noite e a chave fica com um plantonista, que seria o preso. Foi relatado para nós pelo gerente que essas pessoas ficam ali presas. Porque elas são pessoas que 'dão problema', entendeu? A maioria são esquizofrênicas", contou o delegado. A unidade recebia pacientes encaminhados por prefeituras, o que, segundo a polícia, indica que a clínica possuía algum tipo de regularização documental. No entanto, a investigação busca esclarecer se a estrutura e os procedimentos adotados estavam de acordo com as normas exigidas para esse tipo de atendimento. O caso segue em investigação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Entenda o caso Depoimento de plantonista suspeito de matar paciente com esquizofrenia em Cuiabá Alessandro estava internado na clínica para um tratamento para esquizofrenia e havia tido um surto psicótico no sábado (30) e, por isso, foi necessário contê-lo, segundo a polícia. O funcionário admitiu ter pedido a uma testemunha que confirmasse a versão inicial apresentada à polícia. A testemunha, no entanto, negou a narrativa. A vítima, que tinha esquizofrenia, foi encontrada morta, com uma corda enrolada no pescoço. Inicialmente, a Polícia Civil foi acionada com a informação de que havia ocorrido um suicídio. No entanto, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encontrou diversas inconsistências entre os vestígios observados e as informações prestadas. O funcionário foi autuado pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual. A Polícia Civil segue apurando o caso e investiga se houve a participação de outras pessoas no assassinato. O g1 teve acesso a parte do vídeo do interrogatório em que Odiley apresenta contradições. Em um trecho, ele afirma ter retirado Alessandro de uma janela. No entanto, segundo a polícia, a vítima nunca esteve pendurada no local (assista acima). "Eu tinha visto a corda lá na janela. Eu fiquei com medo porque isso nunca aconteceu em nenhum plantão meu", disse. O funcionário, que era o único responsável pelo plantão noturno da ala que abriga mais de 42 internos, alegou inicialmente que Alessandro teria cometido suicídio por enforcamento. A versão, porém, passou a ser questionada após a perícia identificar inconsistências na cena. Durante o depoimento, o funcionário afirmou ainda que decidiu forjar o suposto suicídio, mas negou que ele ou qualquer outro integrante da equipe tenha participado da morte do paciente. No entanto, segundo a Polícia Civil, depois de ser questionado, confessou o crime. Funcionário é preso por assassinato de paciente em clínica de Cuiabá Funcionário é preso por assassinato de paciente em clínica de Cuiabá Reprodução