“AI 초과이익 일부, 국민배분” 이 대통령 언급에 청와대 입장은?
이재명 대통령이 반도체 호황 등으로 늘어난 사회적 이윤 관련 “인공지능(AI)발 초과이익(excess profits)의 일부를 국민들에게 배분하기 위해 기본소득(basic inco..

IT/기술 · "EXCESS" · 총 28건
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최근 7일 기준 4,530건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 51.1(균형)입니다. 긍정 835건(18.4%)·중립 3,258건(71.9%)·부정 437건(9.6%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 22.1(보수 경향)입니다.
이재명 대통령이 반도체 호황 등으로 늘어난 사회적 이윤 관련 “인공지능(AI)발 초과이익(excess profits)의 일부를 국민들에게 배분하기 위해 기본소득(basic inco..

유럽 순방 중 英매체 인터뷰 靑 "특정 기업 언급은 아니다" 원론적 차원 발언 설명 SNS 통해 농어촌기본소득 영구 도입·개선 공론화도 벨기에·EU와 정상회담, 경협발전·국제정세 등 논의 이재명 대통령이 AI(인공지능)산업 호황 등으로 예상 수준을 넘어서는 부가 창출되는 것과 관련해 '초과이익'(Excess profits)의 일부를 국민에게 돌려주기 위해 기본소득과 같은 새로운 메커니즘이 필요하다는 뜻을 밝혔다고 영국 이코노미스트가 보도했다. 청와대는 특정 기업에 대한 언급이 아니라 AI 대전환 시대에 당면할 과제에 대한 원론적 차원의 발언이라고 설명했다....
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이재명 대통령이 10일 인공지능(AI) 호황으로 창출된 초과이익(excess profits)의 일부를 활용해 기본소득 등을 도입함으로써 국민에게 그 이익이 돌아가게끔해야 한다는 생각을 밝혔다. 주요 7개국(G7) 정상회의 참석을 계기로 유럽을 순방 중인 가운데, AI 시대의 성장 과실을 국민에게 돌려주기 위해 기본소득과 같은 새로운 장치가 필요하다는 취지를

청와대는 10일 이재명 대통령이 영국 경제 매체 이코노미스트와의 인터뷰에서 인공지능(AI) 산업 호황에 따른 ‘초과 이익(excessprofits)’ 일부를 국민에 분배하기 위해 ‘기본소득’같은 새로운 메커니즘이 필요하다고 밝힌 데 대해 “특정 기업이나 사안에 대한 언급은 아니다”라고 했다. 청와대는 이날 언론 공지를 통해 “대통령의 이코노미스트 인터뷰는

이재명 대통령이 10일 인공지능(AI) 호황으로 창출된 “초과이익(excess profits)의 일부를 일반 국민에게 배분해야 한다”고 밝혔다. 주요 7개국(G7) 정상회의 참석을 계기로 유럽을 순방 중인 가운데, AI 시대의 성장 과실을 국민에게 돌려주기 위해 기본소득과 같은 새로운 장치가 필요하다는 취지를 외신 인터뷰에서 밝힌 것이다. 이 대통령은

이재명 대통령이 10일 인공지능(AI)·반도체 호황에 따른 기업들의 '초과 이익(excess profits)'을 국가 정책으로는 어떻게 다룰지를 고민하고 있다며 화두를 던졌다. 기..

Years of weak demand and excessive supply have contributed to bruising competition among Chinese industrial firms that's keeping a lid on consumer prices.
The lawsuit claims Elon Musk’s companies negligently failed to curb the disturbance and created a public nuisance through excessive and offensive noise
Anthropic Reuters via BBC A Anthropic, empresa americana responsável pelo chatbot Claude, anunciou nesta terça-feira (9) o lançamento do Claude Fable 5, descrito pela companhia como o modelo de inteligência artificial mais poderoso já disponibilizado para usuários em geral. O sistema faz parte da classe Mythos, uma nova geração de modelos apresentada pela empresa em abril e considerada superior à família Opus, que até então representava o nível mais avançado da companhia. Segundo a Anthropic, o Fable 5 alcança desempenho de ponta em áreas como engenharia de software, análise de dados, pesquisa científica, visão computacional e tarefas complexas de raciocínio. Instagram Plus é liberado no Brasil; veja preço e benefícios Apesar da abertura ao público, a empresa decidiu impor restrições em temas considerados sensíveis. Quando usuários fizerem solicitações relacionadas a cibersegurança, biologia, química ou técnicas de extração de conhecimento de modelos de IA, o sistema poderá transferir automaticamente a conversa para uma versão menos poderosa, chamada Claude Opus 4.8. Segundo a Anthropic, a medida foi adotada porque modelos da classe Mythos atingiram um patamar de capacidade que pode representar riscos significativos se utilizados de forma maliciosa. A empresa afirma que essas tecnologias são particularmente eficazes na descoberta e exploração de vulnerabilidades de software, o que poderia facilitar ataques cibernéticos mais sofisticados. A companhia afirma que mais de 95% das sessões de uso não deverão ser afetadas pelas restrições, mas reconhece que alguns pedidos legítimos podem acabar sendo bloqueados por excesso de cautela. Versão sem restrições Ao mesmo tempo, a Anthropic lançou o Claude Mythos 5, uma versão do mesmo modelo com parte das salvaguardas removidas. Inicialmente, o acesso será restrito a um grupo seleto de parceiros ligados à defesa cibernética e à proteção de infraestruturas críticas por meio do programa Project Glasswing, desenvolvido em colaboração com o governo dos Estados Unidos. A empresa informou que pretende ampliar gradualmente o acesso por meio de um programa de usuários confiáveis. De acordo com a Anthropic, o Mythos 5 possui as capacidades de cibersegurança mais avançadas entre os modelos de inteligência artificial atualmente disponíveis e pode identificar e explorar falhas de software com velocidade e precisão inéditas. Aplicações em ciência A empresa também destacou avanços do modelo em pesquisas científicas. Segundo a Anthropic, o Mythos 5 foi capaz de acelerar etapas do desenvolvimento de medicamentos, auxiliar no design de proteínas e gerar hipóteses inéditas em biologia molecular que passaram a ser avaliadas experimentalmente por pesquisadores. A companhia afirma ainda que a tecnologia conseguiu conduzir pesquisas em genômica de forma amplamente autônoma durante mais de uma semana, analisando milhões de células de diferentes espécies animais e desenvolvendo modelos próprios de aprendizado de máquina para interpretação dos dados.

Meta AI pode criar imagens a partir de um comando dado pelo usuário Reprodução/WhatsApp Reguladores antitruste da União Europeia ordenaram nesta terça-feira (9) que a Meta permita o acesso gratuito de chatbots de inteligência artificial concorrentes ao WhatsApp, enquanto seguem investigando se a empresa abusou de sua posição dominante ao bloquear rivais no aplicativo de mensagens. A decisão da Comissão Europeia de impor uma medida provisória contra a Meta — a primeira do tipo em 17 anos — ocorreu após reclamações da empresa americana The Interaction Company, desenvolvedora do assistente de IA Poke.com, da startup francesa Agentik e de uma concorrente espanhola. As queixas levaram a Comissão, responsável pela defesa da concorrência na UE, a abrir uma investigação em dezembro do ano passado. Dois meses depois, o órgão apresentou acusações formais contra a Meta, alegando violações das regras antitruste do bloco. “Em mercados que evoluem rapidamente, a concorrência pode ser perdida muito antes da adoção de uma decisão final”, afirmou a chefe de concorrência da UE, Teresa Ribera, em comunicado. Segundo ela, as medidas provisórias vão proteger a concorrência no crescente mercado de assistentes de IA ao preservar um canal importante para alcançar consumidores na Europa: o WhatsApp. Agora no g1 “As empresas de IA poderão inovar, crescer e atingir todo o seu potencial”, disse. A Meta criticou a decisão da Comissão Europeia. “A Comissão Europeia decidiu que a OpenAI e algumas das maiores empresas do mundo podem usar gratuitamente o produto pago WhatsApp Business”, afirmou um porta-voz da companhia por e-mail. “Trata-se de um excesso regulatório subsidiado pelas muitas empresas europeias que pagam pelo serviço. Vamos recorrer.” Em outubro do ano passado, a Meta bloqueou o acesso de serviços rivais de IA à interface de programação (API) do WhatsApp Business, ferramenta que permite a integração de sistemas empresariais ao aplicativo de mensagens. A exceção foi o próprio assistente da empresa, o Meta AI. Em março, a companhia voltou a permitir o acesso dos concorrentes, mas mediante pagamento — medida que gerou objeções da Comissão Europeia. Pela determinação provisória, a Meta deverá restabelecer, em até cinco dias úteis, o acesso dos rivais à API do WhatsApp Business nas mesmas condições vigentes antes de outubro. Se for considerada culpada por infringir as regras antitruste da União Europeia, a Meta poderá ser multada em até 10% de seu faturamento anual global.

When Apple put child safety front and center at WWDC on Monday, its stated goal was helping parents fine-tune their kids' online experiences and avoid excessive screen time. But amid a global debate over internet regulation, its latest updates also looked like a defensive move in a brewing fight against Meta and other app developers. […]
President Lee Jae Myung on Monday said excess tax revenue from the semiconductor boom should be used for long-term investments to boost growth, while taking a cautious stance on calls for companies to share excess profits with workers. The remarks came during a press conference marking the first anniversary of his inauguration at Cheong Wa Dae in Seoul. Lee said excess tax revenue could fluctuate depending on economic conditions and should therefore be used for future generations and to strength
Excessive dependence on such tools can have unintended consequences for both mental well-being and cognitive functioning
The government, businesses and unions should discuss how to share "excess profits" and narrow the gap between conglomerates and smaller suppliers, Kim Young-hoon said.
'Todo Mundo em Pânico' entra no circuito na quinta-feira, dia 4, mas tem sessões antecipadas no dia 3 de junho. Divulgação Estreia nesta quinta-feira (4) nos cinemas brasileiros o sexto filme de "Todo Mundo em Pânico", um dos maiores fenômenos do terror-paródia dos anos 2000. Apesar de estar sendo chamado pelo público de "Todo Mundo em Pânico 6", o longa vem sendo divulgado apenas com o título original, sem o número estampado no pôster. O lançamento acontece 13 anos após o capítulo anterior e marca a volta dos irmãos Wayans após mais de duas décadas de afastamento. O hiato foi provocado por disputas de direitos autorais e divergências criativas com os antigos coprodutores da marca, os irmãos Bob e Harvey Weinstein — este último, condenado por uma série de crimes de agressão e assédio sexual em Hollywood. Marlon e Shawn se juntam a Anna Faris e Regina Hall, as eternas Cindy e Brenda, para remontar o quarteto original que deu o tom dos dois primeiros filmes da série. Justamente por tudo isso, a expectativa dos fãs não era pequena. E nem podia ser. A franquia tinha em mãos o elenco original e mais de uma década de material para trabalhar: novos filmes, novos debates, novos termos e, sobretudo, novas polêmicas. Pelo fim do 'mimimi' Os Wayans estão de volta a 'Todo Mundo em Pânico' para acabar com a cultura do cancelamento. Divulgação A premissa é a seguinte: o quarteto tenta escapar de um assassino mascarado também velho conhecido do público, o Ghostface, mas estabelecendo uma nova meta, "acabar com a cultura do cancelamento". O espectador, a essa altura do campeonato, já está cansado de saber: para assistir ao filme, não dá para se levar muito a sério. Afinal de contas, a própria franquia nunca se levou. E o novo filme faz questão de deixar isso bem claro, colocando, sem pudor, na boca de um dos personagens no início da trama: "Não é comédia com consciência social feita para branco pensar e ninguém rir. É para se divertir". É a partir desse posicionamento politicamente incorreto que os irmãos Wayans (que também assinam o roteiro) tentam desenhar uma provocativa disputa entre a velha guarda e a nova geração. Ao mirar nos dilemas geracionais, é como se os criadores — que agora já passaram da casa dos 50 anos — estivessem voltando aos holofotes para dizer: "Deixa a gente mostrar para vocês como é que se faz". Metralhadora de referências No elenco, Chris Elliott, Lochlyn Munro, Heidi Gardner, Damon Wayans Jr. e Savannah Lee Nassif, entre outros nomes. Divulgação Seguindo essa linha de ataque, o roteiro apresenta na tela um compiladão de quase tudo que bombou nas redes, nos cinemas e no noticiário nos últimos tempos. Sobra espaço para piadas envolvendo gays do Grindr, o Kanye West do Novo Testamento, a Covid-19, o ChatGPT, os relatórios de Jeffrey Epstein, a invasão do Capitólio norte-americano, a nova geração de streamers e por aí vai... Há ainda referências diretas a dezenas de outras produções, como "Wandinha", "Pecadores", "Guerreiras do K-Pop", a cinebiografia "Michael", "Saltburn", "Corra!" e mais. Muito mais. O grande problema, no entanto, é que quando tudo isso é colocado junto, em formato de uma sequência de esquetes de humor independentes, a engrenagem não dá liga. Já ouvimos isso antes 'Todo Mundo em Pânico' ironiza remakes, sequências, requels, prequels, spin-of's. Divulgação A estrutura fragmentada vai ficando bem batida à medida que o filme avança e, do meio para o final, as situações parecem sempre variações da mesma piada. Ao insistir na crítica à chamada "geração mimimi" ou, como a própria sinopse apresenta, "da cultura do cancelamento", o humor vai patinando em clichês que mais parecem uma reciclagem de milhares de outras piadas que o espectador já leu antes por aí, rolando a timeline do X, por exemplo. Tópicos como a "machosfera", questões raciais ligadas às cotas e o debate sobre pronomes neutros já foram excessivamente explorados por dezenas de outros produtos, formatos e comediantes nos últimos anos. O problema aqui, e é importante que se diga, não são os temas abordados. Mas a forma, pouco criativa (e quase nunca engraçada), com que são tratados. Um presente para os ex-viúvos Cena de 'Todo Mundo em Pânico', sexto filme da franquia que estreia nesta quinta-feira (4). Divulgação Curiosamente, os melhores momentos do filme acontecem justamente quando os atores deixam a fixação por essa "nova geração" de lado e passam a fazer piadas sobre eles mesmos e a criticar a própria indústria cinematográfica: Ironizando o Oscar, brincando com as escolhas de carreira que cada um do elenco fez no período em que estiveram afastados e expondo a própria batalha judicial que travaram nos bastidores para recuperar os direitos da marca. Felizmente, o desfecho do longa também consegue recuperar um pouco do fôlego ao entregar um final animador para os fãs, deixando evidente que os irmãos retomaram de fato o controle criativo da marca. É um belo presente para os, agora, ex-viúvos da franquia. Mas para conseguir esticar a história em uma eventual sequência sem cair no lugar-comum e no cansaço criativo que comprometem este sexto capítulo, apenas piadinhas sobre o mimimi da nova geração não vão colar. Cartela resenha crítica g1 Arte/g1
The 60-year-old woman was admitted to the hospital with complaints of severe breathlessness and excessive sweating, with her oxygen saturation level dropping to a critical 60%
A Meta anunciou nesta terça-feira (2) que está expandindo suas configurações de conteúdo para contas de adolescentes no Instagram, Facebook e Messenger em todo o mundo para garantir experiências adequadas à idade dos usuários mais jovens. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A iniciativa, lançada inicialmente em países selecionados em outubro passado, busca evitar que crianças acesssem conteúdo inadequado. A Meta também anunciou um novo recurso no Instagram destinado a diversificar o conteúdo visto pelos adolescentes e evitar a exposição repetitiva a determinados temas. Em abril, a Meta alertou os investidores de que a reação legal e regulatória na União Europeia e nos Estados Unidos sobre questões de mídia social para jovens "poderia afetar significativamente nossos negócios e resultados financeiros". Em um julgamento histórico em 25 de março, um júri de Los Angeles considerou Meta e Google negligentes por criarem plataformas de mídia social que são prejudiciais aos jovens, concedendo uma indenização combinada de US$6 milhões a uma mulher de 20 anos que disse ter se tornado viciada em mídia social quando criança. Agora no g1 A Meta disse que as configurações de conteúdo 13+, que filtram conteúdo considerado inadequado para adolescentes, é o padrão para contas de adolescentes. Uma configuração de "Conteúdo limitado", que oferece uma experiência ainda mais restritiva, também será disponibilizada no Facebook e no Messenger ainda este ano, disse Meta. O Instagram está testando um novo recurso para evitar que os adolescentes vejam quantidades excessivas de determinados tipos de conteúdo e para promover um feed mais equilibrado. "Reconhecemos que alguns conteúdos - como publicações sobre nutrição, levantamento de peso ou como lidar com a ansiedade - podem ser úteis, mas devem ser equilibrados com outros tipos de conteúdo, em vez de serem exibidos repetidamente", disse Meta. Facebook, Instagram e WhatsApp, plataformas da Meta Richard Drew/AP
Amazon and Uber recalibrate AI usage as tokenmaxxing, a trend of excessive AI use, sparks debate on productivity and cost efficiency.
Criança no celular Canva A Malásia começou a aplicar na segunda-feira (1º) regras que proíbem milhões de crianças e adolescentes menores de 16 anos de possuírem contas em redes sociais, juntando-se a um esforço global para reforçar as proteções de segurança online para usuários jovens. As regras exigem que as plataformas de mídia social implementem sistemas de verificação de idade e impeçam usuários menores de 16 anos de criarem contas. Elas se aplicam a plataformas com pelo menos 8 milhões de usuários, incluindo Facebook, Instagram, TikTok e YouTube. As empresas que não cumprirem as normas poderão enfrentar penalidades de até 10 milhões de ringgits (cerca de R$ 12 milhões). No entanto, os pais cujos filhos conseguirem burlar a lei não serão penalizados. O governo afirmou que as medidas visam proteger os menores de idade de conteúdos nocivos, do cyberbullying e de recursos das plataformas projetados para incentivar o uso excessivo. Agora no g1 Outros países, incluindo Austrália, Brasil e Indonésia, introduziram ou anunciaram restrições ou exigências baseadas na idade para o acesso de crianças às redes sociais. Países como Grã-Bretanha, França, Espanha, Dinamarca, Tailândia e Coreia do Sul também estão estudando ou desenvolvendo abordagens semelhantes. A Comissão de Comunicações e Multimídia da Malásia informou que as regras não têm o objetivo de impedir as crianças de acessarem a internet ou a tecnologia digital. Em vez disso, estabeleceram expectativas para que os provedores de serviços combatam os danos online e garantam a implementação de salvaguardas apropriadas para a idade. "Essas medidas ajudam a fortalecer a proteção das crianças no ambiente online, ao mesmo tempo em que proporcionam uma segurança adicional aos pais ao navegarem por riscos digitais cada vez mais complexos", afirmou o órgão regulador em um comunicado no mês passado. As plataformas serão obrigadas a introduzir recursos de "segurança por design" (safety-by-design), incluindo proteções contra designs manipulativos que incentivam o uso compulsivo, e a tomar medidas contra contas de menores de idade e conteúdos nocivos. LEIA TAMBÉM: ECA Digital: menores de 16 anos terão que vincular suas redes sociais com as de seus pais As empresas de tecnologia ainda não detalharam como irão cumprir as novas exigências da Malásia. O órgão regulador informou que será concedido um período de carência para que as plataformas concluam a implementação dos sistemas de verificação de idade. Clara Koh, diretora de políticas públicas da Meta para o Sudeste Asiático, alertou em abril que a proibição geral da Malásia para menores de 16 anos poderia ter o efeito inverso, afastando os adolescentes de aplicativos protegidos e levando-os para cantos não regulamentados da internet. Ela destacou que a Meta lançou "contas para adolescentes" para menores de 18 anos, as quais limitam o contato, o tempo de tela e a exposição a conteúdos inadequados. As restrições da Malásia ocorrem no momento em que os governos enfrentam uma pressão crescente para abordar as preocupações sobre o impacto das redes sociais na saúde mental e na segurança online dos jovens. Em março, um júri nos EUA ordenou que a Meta e o YouTube pagassem milhões de dólares em indenizações por danos em um caso que alegava que os recursos de design das plataformas contribuíram para os danos sofridos por um jovem usuário. Apesar do apoio de muitos pais, a medida da Malásia também levantou preocupações sobre a privacidade dos dados. "Está seguindo bastante a tendência, mas de uma forma que acende alertas devido à exigência de um documento de identidade governamental para a verificação de idade", disse Benjamin Loh, professor de ciências sociais na Universidade Monash, na Malásia. Loh afirmou que experiências em outros lugares sugerem que as restrições baseadas na idade ainda não se provaram consistentemente eficazes. Sem penalidades para os pais, segundo ele, as famílias podem facilmente burlar a lei criando contas para seus filhos. "Esta é uma lacuna importante que, a menos que os reguladores estejam dispostos a corrigir, fará com que a lei tenha pouco efeito em impedir que as crianças usem as redes sociais", acrescentou.