ActBlue chief heads to Capitol Hill hot seat as donor fraud probe intensifies
ActBlue CEO Regina Wallace-Jones will testify before House Administration Committee as Republicans probe alleged donor fraud and false statements to Congress.

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ActBlue CEO Regina Wallace-Jones will testify before House Administration Committee as Republicans probe alleged donor fraud and false statements to Congress.

Pulte or no Pulte, renewal of Section 702 will be an uphill battle unless Republican leaders allow votes on genuine reform.

Marine veteran won 72% of the vote despite infidelity and abuse allegations that emerged during primary campaign Platner shrugs off scandals to win Maine Democratic Senate primary Hello and welcome to the US politics live blog. Graham Platner won the Maine Democratic primary for Senate and called for supporters to “believe people can change” amid his controversial candidacy. Redemption is not just some simple or easy destination; it’s a journey. I’ve made mistakes in my life, mistakes I regret, that I live with, that I continue to learn from. I’m still far from perfect. But every day I wake up and I try to be a little bit better and a little kinder than I was the day before. And if you give me the chance, I will be a senator for the people who cannot afford to buy a senator. House Republicans narrowly passed a reconciliation bill on Tuesday, by two votes, to provide another $70bn in funding over the next three years to the Department of Homeland Security, ensuring that agencies carrying out Donald Trump’s mass deportation agenda remain funded until the end of his presidency. At nearly the same moment, the US struck Iran again, in retaliation for the downing of a US helicopter near the strait of Hormuz. JD Vance, the US vice-president, said that a deal with Iran to end the war launched by the US and Israel 102 days ago, “could happen in the next week, but the deal could also happen months from now.” Lesley Groff, longtime executive assistant to Jeffrey Epstein, the late child sex offender Trump socialized with for nearly two decades, testified before the House oversight and reform committee. Continue reading...
A new Reuters/Ipsos poll has revealed widespread public skepticism over whether justice is being fully delivered in cases connected to the Jeffrey Epstein scandal — with just 21% of Republicans and only 10% of Americans overall saying they believe the Trump administration has helped efforts to hold those involved accountable.

Americans’ faith in Trump will decline if he cannot bring the Iran conflict to a sensible conclusion, while the loyalty of congressional Republicans is being tested.

Bill Gates assiste a uma partida de tênis, na Austrália. Reuters O bilionário Bill Gates, fundador da Microsoft, deve prestar depoimento nesta quarta-feira (10) a uma comissão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos que investiga a atuação das autoridades federais no caso envolvendo Jeffrey Epstein, financista acusado de tráfico sexual de menores. Segundo a Reuters, Gates participará de uma sessão privada do Comitê de Supervisão e Reforma Governamental da Câmara. O grupo apura possíveis falhas na condução das investigações e processos relacionados a Epstein e sua ex-associada, Ghislaine Maxwell. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo O presidente da comissão, o deputado republicano James Comer, havia solicitado em março que Gates comparecesse para uma entrevista presencial registrada oficialmente. De acordo com o jornal The New York Times, Gates contratou Jake Greenberg, ex-principal investigador do comitê, para ajudá-lo a se preparar para o depoimento. Um porta-voz da comissão afirmou à Reuters que Greenberg não trabalha mais no órgão desde sua saída, em dezembro. Veja os vídeos em alta no g1 Agora no g1 Relação com Epstein Bill Gates aparece ao lado de jovem cujo rosto foi ocultado em arquivos de Jeffrey Epstein House Oversight Committee Democrats/ Handout via Reuters Jeffrey Epstein se declarou culpado em 2008 por uma acusação relacionada à exploração sexual de menores na Flórida e cumpriu 13 meses de prisão. Anos depois, em 2019, foi acusado por promotores federais de tráfico sexual de menores. Ele negou as acusações e morreu na prisão antes do julgamento, em uma morte considerada suicídio pelas autoridades. Documentos divulgados neste ano pelo Departamento de Justiça dos EUA mostram que Gates e Epstein se encontraram diversas vezes após a condenação de 2008. Segundo os registros, os encontros envolviam discussões sobre possíveis iniciativas filantrópicas e projetos sociais. As divulgações também incluíram fotografias de Gates ao lado de mulheres não identificadas. O empresário já afirmou anteriormente que seu relacionamento com Epstein se limitava a conversas sobre filantropia e reconheceu que foi um erro ter mantido contato com ele. Em fevereiro, Gates "assumiu a responsabilidade por seus atos" durante uma reunião com funcionários da Fundação Gates, segundo um porta-voz da organização ouvido pela Reuters. Fundação Gates sob escrutínio A relação entre Gates e Epstein também levou a Fundação Gates a iniciar uma investigação externa sobre os contatos do empresário com o financista, informou a instituição em abril. Além disso, e-mails divulgados pelo Departamento de Justiça mostraram trocas de mensagens entre Epstein e funcionários da fundação. O que a comissão investiga A comissão da Câmara analisa diversos aspectos do caso, incluindo a atuação das autoridades em investigações e processos judiciais, acordos firmados com acusados, a morte de Epstein na prisão, possíveis falhas no combate ao tráfico sexual, questões éticas e atrasos na divulgação de documentos oficiais. A liberação de milhões de documentos internos pelo Departamento de Justiça revelou conexões de Epstein com figuras influentes da política, dos negócios, das finanças e da academia. Entre os nomes citados nos documentos está o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que manteve convivência social com Epstein durante as décadas de 1990 e 2000. A ex-procuradora-geral Pam Bondi, que deixou o cargo em abril, também foi alvo de críticas pela condução de temas relacionados ao caso. Trump resistiu por anos à divulgação dos arquivos, mas o Congresso aprovou posteriormente uma lei determinando a liberação dos documentos.

Platner wins in Maine, Republican Nancy Mace loses in S Carolina. Results for Nevada and North Carolina also announced.
Trump publica vídeo em que aparece como Naruto Reprodução/Redes Sociais Uma petição online criada no Japão para protestar contra o uso de personagens de mangás e animes pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pela Casa Branca nas redes sociais já reuniu quase 20 mil assinaturas. A mobilização ganhou força após a divulgação, no último sábado, de um vídeo publicado por Trump na plataforma Truth Social. Na postagem, o republicano aparece retratado como Naruto Uzumaki, protagonista da popular série japonesa "Naruto", o que provocou reações negativas entre fãs da obra. A petição havia sido lançada em março, mas foi reaberta nesta terça-feira depois da publicação do vídeo. Os organizadores afirmam que a iniciativa busca expressar, de forma "urgente", as preocupações de admiradores da animação e dos quadrinhos japoneses aos detentores dos direitos autorais dessas produções. Cena de 'Naruto' Divulgação Segundo o texto da campanha, obras de mangá e anime inspiram pessoas ao redor do mundo ao transmitir valores como coragem, amizade e perseverança. "Por isso, muitos fãs ficam preocupados quando as imagens das obras parecem ser utilizadas em contextos políticos ou militares que podem divergir das intenções dos criadores originais ou dos detentores dos direitos", afirma o documento. Agora no g1 A insatisfação também se refere a outras publicações recentes. Em março, uma postagem da Casa Branca chamou atenção por aparentemente combinar imagens de ataques militares dos Estados Unidos contra o Irã com referências a produções da cultura pop, incluindo a série de mangá e anime "Yu-Gi-Oh!". O presidente Donald Trump conversa com repórteres antes de embarcar no Air Force One no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, na madrugada de terça-feira, 9 de junho de 2026 AP/Mark Schiefelbein

Cão comunitário é encontrado morto e caso é investigado pela polícia no interior de SP A Polícia Civil investiga um possível caso de maus-tratos a animais após um cão comunitário ter sido encontrado morto com um galho de árvore na boca em Caiuá (SP), na sexta-feira (5). O g1 teve acesso ao boletim de ocorrência, registrado na segunda-feira (8), após moradores denunciarem o caso à polícia. O documento descreve que o animal foi encontrado morto no Centro da cidade. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Um vereador de Caiuá também denunciou o caso nas redes sociais, após o vídeo do animal ter sido compartilhado por moradores na internet. Ao g1, Wesley Pinheiro (PP) informou que soube do ocorrido após um dos tutores do cão comunitário lamentar a morte dele. "Como vereador do município, fui acionado pela população sobre o cachorro, que começou a cuidar do animal, 'pegou' carinho e afeto. Cuidavam dele… Até agora, não sabem quem fez essa atrocidade com o animal", afirma. No vídeo gravado por moradores, que foi compartilhado na internet, duas pessoas relatam como o cão foi encontrado: "Um pau enfiado dentro do nariz, né? Da boca... Alguém fez maldade, olha aqui como é que está, a boca dele está toda machucada...". Assista ao vídeo acima. LEIA TAMBÉM: Início da seca já eleva número de incêndios em vegetação e ultrapassa 260 casos em maio no oeste paulista Dia Mundial do Meio Ambiente: Parque Morro do Diabo é símbolo de preservação em região marcada por incêndios Suspeito de matar homem a facadas após briga em bar é preso em Rosana A Polícia Civil informou ao g1 que a ocorrência foi registrada como crime consumado de maus-tratos a animais, nos termos do artigo 32 da Lei 9.605/1998, de Crimes Ambientais, com pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa e proibição da guarda. Até o momento, não há informação sobre suspeita de envenenamento ou indicação de morte natural nem sobre quem é o possível suspeito; no entanto, a Polícia Civil instaurou uma investigação preliminar sobre o caso, podendo haver novos desdobramentos a partir disso. Cão comunitário é encontrado morto e caso é investigado pela polícia em Caiuá (SP) Reprodução/redes sociais Recompensa a quem denunciar maus-tratos contra animais Na capital do oeste paulista, Presidente Prudente (SP), moradores que denunciarem casos de maus-tratos contra animais podem receber recompensa. A lei entrou em vigor em março deste ano. A proposta prevê punição aos responsáveis pelos maus-tratos, além de estimular a colaboração de moradores na fiscalização das infrações previstas na Lei Municipal nº 10.006/2019. Esta lei de 2019 define como maus-tratos toda conduta que coloque em risco a integridade física ou psicológica do animal. Entre as práticas enquadradas estão agressões físicas, envenenamento, abusos e abandono em vias públicas ou em locais fechados e desabitados, além da omissão de socorro. A legislação também considera maus-tratos a negligência por parte dos tutores, como a falta de controle reprodutivo de fêmeas e a interrupção da amamentação antes do período adequado de desmame. A lei de autoria do vereador Wellington Bozo (Republicanos) estabelece que o morador que colaborar com a identificação do infrator poderá receber 20% do valor da multa efetivamente arrecadada pelo município. A quantia deverá ser paga ao denunciante em até 30 dias após o recebimento do valor pelo poder público. Para ter direito ao benefício, o morador deverá apresentar, no momento da denúncia, provas como fotos, vídeos ou a identificação dos supostos envolvidos. Importância de denunciar Ao g1, o capitão da Polícia Militar Ambiental, Júlio César Cacciari, destacou a importância do apoio da população por meio de denúncias para o trabalho da corporação. "Nenhuma viatura, nenhuma equipe, nenhuma força de segurança consegue estar em todos os locais ao mesmo tempo. Mas, quando a população denuncia, sem dúvida, ela se torna nossos olhos e nossos ouvidos no combate a qualquer tipo de crime." Para o agente, a aprovação do projeto de lei pelo Legislativo é um passo importante e fundamental em todas as questões que envolvem a proteção animal. "Maus-tratos não são um problema particular, são crime. E crime tem que se combater com ação. Quando alguém registra imagens, reúne informações e torna uma denúncia palpável, está rompendo esse ciclo de violência, salvando uma vida que não pode se defender sozinha", reforça Cacciari. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

His approval ratings have hit rock bottom, and some Republicans are starting to stand up to him.
WASHINGTON: U.S. President Donald Trump is trying to project political strength as he turns 80, but setbacks at home and abroad are exposing the limits of his power and pushing him toward the kind of lame-duck status he has told aides he is determined to avoid. Nearly 17 months into his second term, the courts are pushing back, his effort to wind down the Iran war has stalled, and his approval ratings have weakened. Some fellow Republicans in Congress are also defying him - though his hold on core supporters remains firm. Still, Trump has shown he retains significant clout: he has helped oust Republican incumbents in primary races and has pressed ahead with aggressive trade policies. He has also pursued high-profile construction projects in Washington in one of the most ambitious building drives by a U.S. president in years.Also Read| Trump's toughest immigration opponent isn't the Democrats. It's the courts This dynamic is unfolding just months ahead of November's midterm elections as Trump's Republican Party scrambles to maintain control of Congress. The loss of one or both chambers to opposition Democrats could hasten his slide into a lame-duck phase, historically when a president - if barred from running again - sees influence waning and domestic priorities stymied. The White House is trying to prevent that narrative from taking hold prematurely and has been forceful about letting Republican lawmakers know Trump can still make or break them, according to a presidential adviser, who spoke on condition of anonymity to discuss sensitive internal matters. But with some Republicans already showing greater willingness to stand up to Trump, the adviser acknowledged it was inevitable that his authority would begin to diminish. "He'll naturally start to lose leverage, especially after the midterms," the adviser said. Trump has privately told staffers that one of the reasons he has mused about a third term, which is forbidden by the Constitution, is to ward off any public perception that he might become a lame duck and slip into "irrelevance," according to a former senior aide who spoke on condition of anonymity. White House spokeswoman Olivia Wales said, "President Trump is the unequivocal leader of the Republican Party who is committed to maintaining Republicans' majority in Congress." HEALTH UNDER SCRUTINY The questions about Trump's political standing come as scrutiny of his personal stamina is intensifying. A Reuters/Ipsos poll in February found 61 percent of Americans thought Trump had become more erratic with age, and another survey in April showed a majority concerned about his temperament and mental sharpness. Trump, who is the oldest president sworn into office, will celebrate his 80th birthday on Sunday by hosting a UFC cage fight on the White House lawn. After a flurry of near-weekly travel early in the year, Trump has largely stayed at the White House or his Mar-a-Lago resort in Florida since he launched the Iran war on February 28. He has made only a handful of domestic trips since then. His public daily schedule consists largely of "executive time" and policy meetings held behind closed doors. He is often more visible on his Truth Social platform, where he posts throughout the day and late into the night. Trump declared himself in excellent condition following a routine checkup last month after he was seen at public events with swollen ankles, which his doctors have described as only a "slight" issue, and with bruising on his hands. A senior White House official, who also spoke on condition of anonymity, said Trump was keen to avoid comparisons to Joe Biden, his Democratic predecessor who faced questions about his fitness for the job before leaving office at 82. Even so, Trump has occasionally been caught on camera appearing to doze off at events, including at an NBA Finals game at Madison Square Garden on Monday. As clips of him with his eyes shut have gone viral, Trump aides have fired back on social media, claiming he was blinking or listening intently. White House spokesman Davis Ingle described Trump as "the sharpest and most accessible president in American history." A WEAKENING HAND Analysts agree that even if Trump's political influence wanes, he can still rely on executive orders to shape policy and act more freely on the world stage, where presidents have greater leeway to take action unilaterally. Still, there have been signs of Trump's weakening hand. While he is not likely to see a full-scale Republican revolt, some defeated incumbents, who remain in office until January, have already begun opposing parts of his agenda and have also signalled pushback against his cabinet nominations. In the past two weeks, small Republican factions in the Senate and House of Representatives have joined with Democrats to rebuke him over the Iran war, reject $1 billion in funding tied to his ballroom and force a retreat on his $1.8 billion fund to pay political allies claiming they were victims of "weaponized" prosecution. As Trump has struggled to achieve policy objectives, he has become more preoccupied with his construction projects. He is increasingly touting not only the ornate ballroom under construction but also refurbishment of the Reflecting Pool on the National Mall and a proposed triumphal arch. One way Trump is likely to continue exercising power is in the selection of Republicans' 2028 presidential nominee, seen as a contest between Vice President JD Vance and Secretary of State Marco Rubio. And for the rest of Trump's term, the world should expect the unexpected from a president who prides himself on unpredictability, said Douglas Brinkley, a presidential historian at Rice University. "His helter-skelter style of leadership, that's not going anywhere, whether the Democrats take Congress or not," he said.
WASHINGTON, June 10 - Few Americans, including just 21% of Republicans, think President Donald Trump's administration has helped deliver justice in cases connected to accused sex trafficker Jeffrey Epstein, a new Reuters/Ipsos poll found.
Former Vice President Mike Pence recently wrote a crucial op-ed for the Wall Street Journal titled “A Republican Time for Choosing.” He points out that the Republican Party is engaged in an internal clash: the conservatism of President Ronald Reagan versus the populism of President Donald Trump. Conservatism is represented by the principles in Reagan’s […]

In 2024, Latino voters played a decisive role in determining control of Congress and the White House in several key battleground states, helping fuel historic Republican gains with the electorate. But that support cannot be taken for granted. Persistent concerns about affordability and economic uncertainty are creating real headwinds leading into the 2026 midterm elections. […]

The Kentucky Republican lauded the Trump administration’s latest efforts “to prosecute people in Minnesota” for alleged fraud and making an example out of “that Somali crime ring up there,” before suggesting Omar could eventually be a target of the crackdown.

House Republicans are growing frustrated by small numbers of members of their party joining with Democrats on discharge petitions to force votes, circumventing the wishes of GOP leaders — and weakening their control over the House floor. Once an exceedingly rare form of rebellion, discharge petitions have been used to force votes a record number...

Acting Attorney General Todd Blanche’s nomination for the permanent post is set to collide with the intense anger still percolating among several key Republicans over his role in creating President Trump’s proposed $1.8 billion “anti-weaponization” fund. Blanche, who is serving as acting attorney general, told Congress last week that the administration is not moving forward...

Republicans who are waiting on a funding request for the Iran military conflict say they want clearer answers from the Pentagon on the scope, objectives and price tag of the operation before rallying behind such a measure in a difficult election year. The military campaign, now past its 100-day mark, had cost roughly $29 billion...

Graham Platner’s primary victory in Maine sets up a high-stakes contest between an insurgent progressive with political baggage and a battle-tested but vulnerable Republican senator.

PORTLAND, Maine (AP) — This election year is déjà vu for Sen. Susan Collins — the Maine Republican is running for reelection as Democrats pin their hopes on a new candidate to defeat her. Last time, it was state lawmaker Sara Gideon. This time, it’s combat veteran and oyster farmer Graham Platner. But Collins has […]