Meet the Knicks superfans who spend thousands on season tickets, host massive fan meetups and have ‘Knicks Nooks’ full of old-school memorabilia
Their orange and blue devotion runs deep.
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Para o líder chinês, Xi Jinping, a Coreia do Norte é um vizinho que a China não consegue controlar totalmente, mas também não pode se dar ao luxo de perder. Os dois países costumam definir sua relação como um vínculo "selado em sangue", em referência à participação conjunta na Guerra da Coreia (1950-1953). Mas nos últimos anos a desconfiança desgastou essa parceria. Agora, a China busca recuperar influência sobre um aliado estrategicamente importante, mas conhecido por sua imprevisibilidade. A China quer manter a estabilidade em sua fronteira e preservar sua influência na Coreia do Norte, sem ser arrastada para crises provocadas pelas ambições nucleares norte-coreanas. Por isso, a visita de Xi ao país nesta semana tende a ter menos relação com amizade e mais com estratégia política. Autoridades em Seul, na Coreia do Sul, avaliam que Xi pode tentar apresentar a China como mediadora entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos, mas o governo chinês pode ter outros interesses. Fontes diplomáticas ocidentais disseram à reportagem da BBC que a China acompanha com preocupação a aproximação entre a Coreia do Norte e a Rússia. Depois de se reunir na semana passada com o presidente russo, Vladimir Putin, Xi pode querer garantir que também mantenha influência sobre o líder norte-coreano, Kim Jong-un, sobretudo em um momento em que a China amplia sua presença no cenário internacional. Reaproximação após anos de desgaste O esfriamento das relações entre a China e a Coreia do Norte era perceptível, ainda que de forma discreta. Os dois países praticamente não celebraram o 75º aniversário de suas relações diplomáticas, em outubro de 2024. As manifestações públicas foram contidas. No mês anterior, o embaixador chinês não participou das comemorações pelo aniversário de fundação da Coreia do Norte. Ao longo de todo o ano, também não houve encontros de alto nível, um contraste evidente com a aproximação cada vez maior entre Coreia do Norte e Rússia. Essa aproximação crescente com a Rússia passou a preocupar a China. Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, a Coreia do Norte ampliou sua cooperação militar com o presidente russo, Vladimir Putin. O movimento culminou na assinatura de um pacto de defesa mútua durante a visita de Putin a Pyongyang, capital da Coreia do Norte, em 2024. Segundo uma investigação da BBC, cerca de 2.300 soldados norte-coreanos morreram lutando ao lado das forças russas contra a Ucrânia. A Coreia do Norte também é acusada de fornecer munições para o esforço de guerra russo em troca de petróleo e ajuda econômica, um movimento que alarmou os EUA e seus aliados e gerou preocupação na China, ainda que de forma menos pública. "A China quer garantir que seus interesses em relação à Coreia do Norte sejam preservados em um momento de rápida aproximação entre Rússia e Coreia do Norte", afirma Ankit Panda, especialista em política nuclear do think tank (centro de pesquisa e debates) Carnegie Endowment for International Peace, dos EUA. A China mantém apenas um tratado formal de defesa, e é justamente com a Coreia do Norte. Por isso, a China dificilmente veria com bons olhos um cenário em que a Rússia se tornasse a principal força de influência sobre a Coreia do Norte. Um Kim mais autônomo e menos dependente da China significaria uma redução da capacidade chinesa de pressionar o regime norte-coreano. A resposta da China tem sido tentar reconstruir a relação. No fim do ano passado, o presidente chinês convidou o líder norte-coreano para um desfile militar em Pequim, colocando-o em posição de destaque ao lado do presidente russo, Vladimir Putin. Foi a primeira cúpula formal entre Xi e Kim em seis anos. Na ocasião, Xi descreveu os dois países como "bons vizinhos, bons amigos e bons camaradas unidos por um destino comum" e defendeu maior coordenação estratégica entre eles. Chamou atenção a ausência de qualquer menção ao arsenal nuclear norte-coreano nas declarações públicas divulgadas após o encontro. A China tem "sentimentos contraditórios" em relação à aproximação crescente entre a Coreia do Norte e a Rússia, afirma Lee Seong-hyon, pesquisador visitante do Harvard University Asia Center, dos EUA. Por um lado, segundo Lee, essa aproximação desvia a atenção dos EUA e torna mais complexa a estratégia americana em diferentes frentes, o que beneficia indiretamente a China. Por outro lado, o aprofundamento da cooperação militar entre Rússia e Coreia do Norte pode estimular uma resposta mais robusta dos EUA, do Japão e da Coreia do Sul, cenário que preocupa a China. Essa também é uma das razões pelas quais a China evita apoiar abertamente o programa nuclear norte-coreano, já que isso ampliaria a presença americana na região e fortaleceria suas alianças locais. Ao mesmo tempo, a China evita um confronto direto sobre o tema. Em 2022, China e Rússia vetaram uma resolução apresentada pelos EUA no Conselho de Segurança da ONU que previa novas sanções à Coreia do Norte em resposta aos testes de mísseis realizados pelo regime. Se a China adotar uma posição mais dura contra o programa nuclear norte-coreano, "isso apenas empurrará a Coreia do Norte ainda mais para os braços de Putin", avalia Victor Cha, presidente do departamento de política externa do Center for Strategic and International Studies, dos EUA. O parceiro pragmático Mas Kim também não pode se dar ao luxo de se afastar de sua principal fonte de ajuda econômica. As exportações chinesas para a Coreia do Norte saltaram para cerca de US$ 2,3 bilhões (cerca de R$ 12,4 bilhões) no ano passado, o maior nível em seis anos. No início deste ano, o serviço ferroviário de passageiros entre as capitais Pequim e Pyongyang foi retomado após uma interrupção de seis anos. Segundo analistas, essas medidas também fazem parte de um esforço calculado da China para trazer a Coreia do Norte de volta para sua esfera de influência. Para Kim Jong-un, essa é uma escolha pragmática. Se a guerra na Ucrânia chegar ao fim, a necessidade russa de apoio norte-coreano pode diminuir. E, ao contrário de um Putin isolado internacionalmente, o líder chinês, Xi Jinping, tem recebido líderes mundiais em Pequim. Por isso, Kim precisa evitar ficar dependente de um parceiro em perda de força. Mas essa relação já começou marcada por tensões. Ao assumir o poder, Kim adotou prioridades diferentes das de seu pai. Enquanto Kim Jong-il visitava a China com frequência e dependia do apoio da China, seu filho acelerou rapidamente o programa nuclear norte-coreano. Nos seis primeiros anos no poder, Kim supervisionou cerca de 90 testes de mísseis balísticos e quatro explosões nucleares, mais do que seu pai e seu avô haviam realizado juntos. O avanço do programa nuclear alarmou a liderança chinesa. Depois, a execução de seu tio, Jang Song Thaek, visto pela China como uma figura moderadora dentro do regime, aprofundou ainda mais o desgaste entre os dois países. Xi respondeu com sinais diplomáticos incomuns de insatisfação. Em 2014, visitou a Coreia do Sul antes mesmo de se encontrar com Kim, gesto interpretado amplamente como uma afronta ao líder norte-coreano. A reação da Coreia do Norte foi dura. A imprensa estatal chegou a se referir à China como "traidora" e "inimiga". Foi apenas em 2018, quando as sanções impostas ao programa nuclear norte-coreano começaram a produzir efeitos mais severos, que Kim realizou sua primeira viagem internacional conhecida desde que assumiu o poder. Naquele ano, Kim fez sua primeira viagem internacional conhecida desde que assumira o poder. Em seu trem blindado, seguiu para Pequim. O encontro marcou o início de uma reaproximação cautelosa. Nos anos seguintes, Kim se reuniu com líderes dos EUA e da Coreia do Sul, mas sempre depois de consultar a China. A mensagem era clara: a Coreia do Norte não negociaria sem o respaldo da China. Hoje, a Coreia do Norte representa para a China ao mesmo tempo uma proteção estratégica e uma fonte permanente de preocupação. O regime norte-coreano ajuda a manter as forças americanas mais distantes da fronteira chinesa, mas seus testes de armas contribuem para a instabilidade regional. Kim, por sua vez, busca a proteção da China sem aceitar tutela política. Nenhum dos dois lados confia plenamente no outro. Ainda assim, ambos consideram a parceria necessária e, por enquanto, isso basta para manter aberto o diálogo. Reortagem adicional de Kelly Ng
SK hynix Inc. has ordered new high-bandwidth memory (HBM) production equipment from Hanmi Semiconductor in a deal worth 44.2 billion won (US$28.7 million), a regulatory filing showed Monday, in a possible bid to expand production of HBM4 products for U.S. chip giant Nvidia Corp. Hanmi Semiconductor said in a regulatory filing it has won the deal to supply thermo-compression (TC) bonders to SK hynix through early September. A TC bonder, considered core equipment in HBM production, is used to stac
SK Hynix stock closed 7.7% lower on Monday as robust U.S. jobs data fueled bets on a Federal Reserve rate hike
The head of Samsung Electronics' memory business said Monday he met with Nvidia CEO Jensen Huang and discussed long-term cooperation in next-generation high-bandwidth memory (HBM) products. Jun Young-hyun, who leads Samsung Electronics' device solutions division, made the remarks to reporters after meeting Huang during his visit to South Korea to meet industry leaders to explore broader cooperation opportunities across the artificial intelligence (AI) ecosystem. "We have maintained cooperation w
The US defence secretary used the event to criticise Europe over an ‘invasion’ of migrants
Fantástico acompanha transplante inédito de rins entre vivos, usando robôs Um transplante de rim entre irmãos entrou para a história da medicina na América Latina. O procedimento foi o primeiro da região realizado 100% com cirurgia robótica entre doador vivo e receptor, utilizando braços robóticos comandados por médicos para retirar e implantar o órgão. A operação envolveu André, que decidiu doar um dos rins para a irmã, Adriana. Com insuficiência renal avançada, ela chegou a ter apenas 6% da função dos rins e dependia de sessões de hemodiálise três vezes por semana, o que a impedia de trabalhar. A tecnologia utilizada permite que o cirurgião controle os instrumentos por meio de um console semelhante a um joystick. Segundo os médicos, o sistema oferece visão ampliada de 10 a 12 vezes da área operada e elimina os tremores naturais das mãos humanas, aumentando a precisão dos movimentos. "É como se eu fosse me vestir através desse joystick", explicou um dos cirurgiões ao demonstrar o funcionamento do equipamento. Como a cirurgia foi realizada Durante o procedimento, os médicos não precisaram tocar diretamente nos pacientes. Os braços robóticos foram posicionados ao lado das mesas cirúrgicas e executaram os movimentos sob comando da equipe médica. A cirurgia é feita por meio de pequenas cânulas inseridas no abdômen. Por elas passam pinças com diferentes funções: algumas seguram tecidos e órgãos, outras realizam cortes, enquanto uma câmera transmite imagens ampliadas da região operada. Após a retirada do rim de André, o órgão foi levado para a sala ao lado, onde Adriana aguardava para receber o transplante. Segundo a equipe médica, o intervalo entre a retirada e o implante foi de cerca de dez minutos. Doação entre irmãos A decisão de doar o rim partiu de André depois que os exames confirmaram a compatibilidade entre os irmãos. Adriana enfrentava uma rotina desgastante de tratamento e tinha a qualidade de vida comprometida pela doença renal. Ao falar sobre a decisão do irmão, ela se emocionou durante a entrevista. Os médicos destacaram que pessoas saudáveis podem viver normalmente com apenas um rim e que o órgão remanescente é capaz de compensar a função do outro. Recuperação mais rápida Quatro horas após o início da cirurgia, as equipes comemoraram o sucesso do procedimento. Segundo os especialistas, a cirurgia robótica é menos invasiva do que as técnicas convencionais, o que contribui para uma recuperação mais rápida e menos dolorosa. "A dor é quase inexistente", afirmou um dos médicos ao explicar os benefícios da técnica. André recebeu alta no dia seguinte à operação. Adriana permaneceu internada por dez dias e já está em casa se recuperando ao lado da família. O reencontro foi marcado por emoção, agradecimentos e até brincadeiras entre os irmãos. "Não teria dúvida, não pensaria duas vezes. Pra minha irmã, eu faria de novo", disse André. Para a família, o procedimento representou mais do que um avanço tecnológico: significou a chance de recomeçar. "Celebrar a vida", resumiu a reportagem. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.
Para vários cantores, o palco é como uma segunda casa. A plateia cantando em coro e as homenagens dos fãs ajudam a criar a atmosfera que impulsiona a carreira de muitos artistas. Mas o cantor e compositor mineiro Marcos Almeida decidiu levar essa experiência para um ambiente ainda mais próximo do público: a casa do fã. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Com o projeto "De Casa em Casa", o artista realiza apresentações musicais dentro da residência de admiradores da sua obra, transformando espaços familiares em palcos improvisados para concertos marcados pela proximidade e pela troca de afeto entre artista e plateia. 31ª edição do projeto "De Casa em Casa" aconteceu em Piratininga (SP), no dia 1º de junho Diego Ruahn Na 31ª edição da iniciativa, realizada no dia 1º de junho, em Piratininga (SP), o artista conversou com o g1 e contou sobre o projeto, que busca resgatar as origens de sua trajetória na música. “É uma lembrança de algo que aconteceu no início da minha carreira em 2008. Ninguém chamava a gente para tocar, mas a gente tinha ouvintes, então resolvi juntá-los na casa de amigos”, explica. O cantor, que ganhou destaque nacional ao emplacar as músicas "Sê Valente" e "Vem Me Socorrer" na trilha sonora da novela "Vai na Fé", exibida pela TV Globo, afirma que o formato intimista ajuda a fortalecer a conexão com o público. “A ideia é que o palco e plateia sejam abolidos e se tornem uma ‘casa’ só. Quando estou no palco, lembro da casa. E quando estou em casa, me sinto mais confortável ainda”, confessa. Projeto "De Casa em Casa", do cantor Marcos Almeida, é marcado por apresentações intimistas nas casas dos fãs Diego Ruahn Casa aberta para a música Em cada apresentação, o anfitrião cede o local para que o artista e a sua equipe montem o espaço da performance. Amigos e familiares também participam da organização, ajudando a criar o ambiente acolhedor que caracteriza o projeto. Na parada da turnê em Piratininga, foi Davi Nunes que abriu as portas do seu lar e preparou o local com assentos, decoração com luzes douradas e até um café especial para recepcionar a equipe. “A gente ficou sabendo que ele estaria em Bauru e calhou de conseguirmos nos inscrever para ele vir [...] Nós todos aqui da casa gostamos muito do Marcos e admiramos o trabalho dele”, conta. “A gente quis pensar em um espaço aconchegante para todo mundo, inclusive para eles que estão vindo aqui para servir a gente”, acrescenta. Davi Nunes (à direita) cedeu a casa para a realização do show de Marcos Almeida Diego Ruahn Além dos moradores da casa, fãs do cantor de cidades vizinhas, como Bauru, Marília e Garça (SP), viajaram para acompanhar a apresentação. Entre eles estavam o casal Richard Ozelin e Izabela Brilhante Ozelin, de Marília, que percorreu mais de uma hora de estrada para participar do encontro. “É um momento mais caloroso, então é mais gostoso porque você está em contato com o cantor”, diz Richard. “A gente admira muito o trabalho dele. Treinamos as letras e ouvimos as músicas praticamente a semana inteira”, completa Izabela. Izabela Brilhante Ozelin (à esquerda) e Richard Ozelin (no meio) são de Marília (SP) e viajaram até Piratininga (SP) para o show Diego Ruahn Recepção do público e do artista O “De Casa em Casa” encerra uma etapa da turnê que já passou também por cidades como Belo Horizonte e Ouro Preto (MG), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR). “Tem sido incrível reencontrar essas pessoas nesse ambiente nativo da minha música, mas sobretudo de entender essa hospitalidade brasileira de um jeito muito especial", destaca Marcos. Colecionando o afeto de fãs ao redor do Brasil, o cantor reconhece o caráter acolhedor e caloroso daqueles que o acompanham. “O brasileiro abre a casa e quer receber o estrangeiro. No final das contas, a gente descobre que somos todos iguais”, comemora o artista. Marcos Almeida viaja pelo Brasil com o projeto "De Casa em Casa", proposta de shows intimistas nas casas dos fãs Diego Ruahn Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região
Médica ginecologista salva vida de passageira em voo A médica ginecologista e obstetra de São José do Rio Preto (SP) que salvou uma passageira durante uma parada cardiorrespiratória em pleno voo para o Rio de Janeiro conversou com a paciente por chamada de vídeo no Dia das Mães, após descobrir que a mulher tinha deixado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O caso ocorreu em 29 de abril, em um voo da Latam que seguia de Congonhas, em São Paulo, para o Aeroporto Santos Dumont, no Rio. Carolina Rossignolo Torres, de 33 anos, dormia durante a aterrissagem quando ouviu os pedidos de socorro dentro da aeronave. Após o pouso, a passageira socorrida foi encaminhada para um hospital no Rio de Janeiro. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Ao g1, Carol contou que soube que a passageira, de 43 anos, que não vai ser identificada pela reportagem, estava viva no dia 4 de maio, quando embarcava de volta para São Paulo. De acordo com ela, um trabalhador da companhia aérea a reconheceu e contou que a paciente teria alta da UTI. Ginecologista e obstetra Carolina Rossignolo Torres, de 33 anos, de São José do Rio Preto (SP) Carolina Rossignolo Torres/Arquivo pessoal Desde o dia da emergência, a médica relata que queria saber qual tinha sido o desfecho do caso. Depois de receber a notícia do trabalhador, ela conseguiu o contato da família por meio do marido da paciente, que enviou um e-mail agradecendo pelo atendimento. "Fiquei feliz demais. Abracei minha amiga e chorei de emoção. O que mais me emocionou foi saber que ela estava viva, bem e cuidando da saúde”, lembra Carolina. O marido da passageira e a médica trocaram telefones e, dias depois, Carolina entrou em contato com a paciente para uma chamada de vídeo, feita justamente no Dia das Mães. Recuperada, consciente e ao lado da família, de acordo com Carolina, a passageira conversava normalmente. "Foi muito especial ver aquela mulher ali falando comigo, sensação de dever cumprido bateu forte. Foi um alívio. Ela é mãe de uma criança de 6 anos e de uma adolescente de 15 anos. Eu trabalho com mães desde que elas descobrem que serão mães. Saber que aquela mulher também era mãe mostrou que não foi só uma vida recuperada, mas a de uma família”, celebra a médica. Durante a ligação, a paciente agradeceu pela ajuda recebida e contou detalhes do período de internação. Segundo Carolina, ela relatou que os médicos responsáveis pelo tratamento destacaram a importância do atendimento rápido, ainda no aeroporto, para a recuperação sem sequelas neurológicas. "Ela agradeceu por eu ter tomado a iniciativa de atendê-la, por ter ficado ao lado dela durante todo o processo e por não ter desistido dela. Ela falou que deve a vida dela a mim. Isso foi muito impactante porque é muita coisa alguém dizer que deve a própria vida a você. Eu só fiz o que tinha que fazer." LEIA TAMBÉM Menina de 7 anos recebe alta após viver em hospital desde o dia do nascimento Menino de 6 anos descobre câncer raro após fortes dores no braço: 'Achei que fosse desculpa para não fazer tarefa', diz mãe Dois desconhecidos, um doador: após anos na hemodiálise, pacientes recebem rins da mesma criança e dividem quarto em Rio Preto Médica de Rio Preto (SP) que salvou passageira em voo recebeu e-mail da família dela Carolina Rossignolo Torres/Arquivo pessoal 🩺 Socorro rápido Médica de Rio Preto (SP) fazia viagem para o Rio de Janeiro quando salvou passageira em voo Carolina Rossignolo Torres/Arquivo pessoal Carolina viajava para comemorar o aniversário de uma amiga e assistir ao show da cantora Shakira, quando ouviu os gritos de socorro. Assim que percebeu a gravidade da situação, a médica foi em direção à passageira que estava desacordada na poltrona. Ao verificar os sinais vitais da mulher, percebeu que ela estava sem pulso e iniciou os procedimentos de emergência. Como o avião já estava praticamente pousando, Carolina decidiu, junto aos comissários, colocar a paciente no espaço entre as poltronas para começar as manobras de reanimação cardiopulmonar. Outros profissionais da saúde que também estavam no voo passaram a ajudar. Enquanto uma enfermeira e Carolina se revezavam nas compressões cardíacas, outra médica fazia ventilação boca a boca. A equipe conseguiu um desfibrilador e iniciou os choques elétricos. Depois de quatro choques e 20 minutos de reanimação, a passageira voltou a apresentar pulsação. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM
Coalition will submit a memorandum calling on Putrajaya to substantially increase taxes on vape and nicotine products, among others.
Indonesia and the Philippines' business entities signed two tripartite countertrade memorandums of understanding ...
Cosmeticorexia: como meninas estão ficando obcecadas por skincare BBC "Arrume-se comigo para ir à casa da minha melhor amiga", diz Ellie-May, animada, para a câmera. A menina, na época com 10 anos, sorri enquanto explica sua rotina de cuidados com a pele, dividida em várias etapas, em um vídeo no TikTok. "Eu amo, amo, amo, amo, amo este tônico", diz, enquanto espalha o líquido translúcido pelo rosto. Em seguida, ela aplica um sérum feito para deixar a pele mais iluminada. "Meu Deus, está tão radiante", comemora. Ela mistura nas mãos pequenas porções de um creme amarelo a um hidratante com cor. Enquanto conversa, aplica cuidadosamente o corretivo embaixo dos olhos e acrescenta blush rosa e iluminador às bochechas. Depois, curva os cílios e aplica máscara e gloss labial. Agora no g1 Está pronta, diz a garota, logo depois de secar e alisar o cabelo. Hoje, Ellie-May tem 13 anos. Usa skincare e faz propaganda desses produtos desde os 8 anos. O que começou como uma diversão durante os períodos de isolamento da pandemia se transformou na principal fonte de renda da família. Sophie, mãe de Ellie-May, diz que verifica os ingredientes dos produtos usados pela filha. Arquivo pessoal/Sophie Eles têm contas em diversas redes sociais, Facebook, TikTok, YouTube e Snapchat. Só a conta da Ellie-May no TikTok tem mais de 330 mil seguidores. A mãe, Sophie, que tem outros cinco filhos, conta que a família ganha mais de £50 mil (cerca de R$ 340 mil) por ano com publicações nas várias plataformas. "Ser criadores de conteúdo transformou nossas vidas", afirma Sophie, durante uma videochamada feita do lado de fora da casa da família, no sudeste da Inglaterra. "Muitas outras crianças queriam saber qual era a rotina de cuidados com a pele da Ellie e, bem, isso simplesmente virou um sucesso." Digite "crianças e skincare" nos mecanismos de busca de diferentes redes sociais e não será difícil encontrar vídeos de centenas de outras meninas, algumas com apenas 3 ou 4 anos, empolgadas com produtos de cuidados com a pele e maquiagem. Em muitos casos, elas gravam vídeos do tipo "arrume-se comigo" ou mostram a rotina de skincare "depois da escola", enquanto falam sobre os planos para o dia e usam cosméticos. A venda de produtos de cuidados com a pele para meninas não é uma novidade. Mas, enquanto os esfoliantes e sabonetes faciais de décadas passadas prometiam uma pele sem espinhas, hoje as meninas usam uma variedade muito maior de produtos sofisticados — muitos deles com ingredientes antienvelhecimento — na esperança de conquistar uma pele perfeita. Algumas meninas influenciadoras de skincare se descrevem como "embaixadoras de marcas" e exibem produtos de empresas como Bubble, Drunk Elephant e P. Louise. Há até kits de skincare inspirados na animação "Guerreiras do K-Pop", voltados para uma "rotina que aumenta o brilho" e prometem uma "pele com aparência luminosa". Embora existam produtos claramente direcionados a crianças, há também marcas populares entre o público jovem que dizem não querer ser associadas a essa fatia do mercado. Uma fonte próxima à Drunk Elephant, por exemplo, afirma que a marca não é "voltada para jovens" e que tenta educar os consumidores sobre como usar os produtos de forma responsável. Bubble e P. Louise não responderam aos pedidos de comentário. Além de jovens influenciadoras como Ellie-May, há muitas outras meninas que já incorporaram rotinas de skincare com várias etapas ao dia a dia. Um levantamento da Pai, marca de produtos para a pele, feito com 1,5 mil crianças de 9 a 12 anos, sugere que quase metade delas usa vários produtos de skincare semanalmente. Entre essas crianças, metade afirma usar os produtos para corrigir o que enxerga como problemas na própria pele. O setor se transformou em uma indústria multibilionária. O mercado cresce rapidamente e não dá sinais de desaceleração. Mas alguns especialistas, incluindo reguladores, pedem cautela. "Mulheres na faixa dos 30 e 40 anos são alvo há muito tempo de empresas de skincare, que nos dizem que envelhecer é um problema e nos vendem uma solução", afirma Brooke Erin Duffy, professora e pesquisadora de redes sociais da Universidade Cornell. "Mas esta é uma mudança significativa. Agora, meninas estão sendo submetidas à mesma pressão." À medida que essa indústria continua a crescer, impulsionada por conteúdos publicados nas redes sociais, fica a pergunta: trata-se de uma diversão inofensiva ou meninas estão sendo condicionadas de forma duradoura a acreditar que há algo errado com a própria aparência? E o que isso revela sobre a forma como as meninas de hoje enxergam a si mesmas? Aparência em primeiro lugar Dermatologistas e acadêmicos criaram um novo termo: cosmeticorexia. Eles o definem como uma obsessão pouco saudável, desde cedo, por alcançar uma pele "perfeita", levando ao uso compulsivo de produtos cosméticos. O professor Giovanni Damiani, dermatologista italiano da Universidade de Milão, ficou tão preocupado com o que viu como uma compulsão entre alguns de seus pacientes mais jovens que decidiu investigar o que estava acontecendo. Ele entrevistou 55 pacientes, com idades entre 8 e 14 anos. Segundo Damiani, aqueles que apresentavam sinais de cosmeticorexia eram obcecados pelo celular e passavam horas assistindo a vídeos de skincare nas redes sociais. Também usavam até 10 produtos por dia e não socializavam, nem mesmo com familiares, sem usar maquiagem. A Autoridade Italiana da Concorrência (AGCM), acaba de abrir duas investigações contra a gigante de beleza LVMH, dona das marcas de cosméticos Sephora e Benefit. O órgão apura se as marcas deixaram de esclarecer que seus produtos não são destinados a crianças e adolescentes e se estão estimulando a compra por meio de "estratégias de marketing dissimuladas envolvendo jovens microinfluenciadores". Um porta-voz da LVMH afirma que a empresa está cooperando com as autoridades italianas e "reafirma" seu "rigoroso cumprimento das normas italianas aplicáveis". O porta-voz acrescentou que, "à medida que as conversas sobre consumidores mais jovens e skincare evoluem", a empresa vem aprimorando continuamente "a qualidade da orientação oferecida por nossos consultores de beleza para apoiar e orientar melhor todos os consumidores". Segundo a LVMH, a empresa não tem produtos nem campanhas de marketing "voltados especificamente para jovens" e só trabalha com influenciadores maiores de 18 anos. No Reino Unido, a Advertising Standards Authority, órgão que regula a publicidade no país, diz estar acompanhando de perto os desdobramentos na Itália. A entidade confirmou que avalia se há evidências de problemas semelhantes no Reino Unido, embora afirme que "não está tomando nenhuma medida regulatória formal neste momento". Esses produtos não são baratos. Um estudo analisou 100 vídeos no TikTok feitos por menores de 18 anos e concluiu que o custo médio das rotinas de skincare publicadas era de £125 (cerca de R$ 850). Dependendo da frequência de uso, os produtos podem precisar ser repostos a cada três ou quatro meses. Limpar, tonificar, preparar a pele, hidratar, aplicar sérum, creme para os olhos, névoa facial — e repetir. Essa é a rotina de crianças, algumas ainda em idade de escola primária, em busca do visual coreano conhecido como "glass skin", uma pele extremamente lisa e luminosa, com aparência quase translúcida. "A ironia? Elas já têm isso. Quando você é pequena, sua pele está em perfeitas condições", afirma a dermatologista Jean Ayer, consultora do NHS e médica em uma clínica privada em Stockport. "A barreira da pele que impede a entrada de toxinas e mantém a umidade está maravilhosamente preservada… Isso é juventude, essa é a beleza da pele." Ayer, que atua há quase 20 anos, diz que mais crianças do que nunca estão usando cosméticos. As consultas variam muito: em uma ponta do espectro, há pais que perguntam qual é a melhor rotina de skincare para seus filhos pequenos; na outra, crianças de apenas 8 anos chegam ao consultório com reações graves aos produtos de beleza que estavam usando. Segundo ela, os pais muitas vezes ficam horrorizados, mas não conseguem convencer os filhos a parar de usar tantos produtos diferentes. "É bastante assustador", diz Ayer. "Esses produtos foram criados para o mercado antienvelhecimento. Na melhor das hipóteses, elas não precisam deles. Na pior, contêm ingredientes prejudiciais, que podem danificar a pele delicada das crianças." Ela afirma estar vendo um aumento de pacientes mais jovens com acne e dermatite de contato, um tipo de eczema desencadeado pelo contato com determinada substância, por causa dos diversos ingredientes presentes nos produtos de skincare usados por crianças. Muitos desses produtos contêm ingredientes ativos que podem ter efeito biológico nas células da pele e, portanto, alterar seu funcionamento. Um dos mais potentes é o retinol, que acelera a renovação celular da pele e pode ajudar a reduzir linhas finas e rugas. Em crianças, esse processo já acontece em ritmo acelerado, então o retinol não oferece benefício real e pode superestimular a pele. Isso pode levar à chamada "queimadura por retinol", quando a barreira protetora da pele é danificada. Crianças podem desenvolver ardência, erupções semelhantes a eczema ou sensibilidade prolongada. Ayer alerta que há muitos outros ingredientes nesses produtos capazes de prejudicar a pele jovem. E, uma vez que a criança desenvolve uma alergia de contato, talvez nunca mais consiga usar um produto que contenha aquele ingrediente sem ter uma reação. Ela diz que dermatologistas também vêm observando um aumento de jovens com alopecia frontal fibrosante, condição em que a linha frontal do cabelo começa a recuar. Segundo Ayer, há uma corrente pequena, mas crescente, de especialistas que sugere que isso pode estar relacionado ao aumento do uso de diversos cremes faciais em idades tão jovens. A indústria de cosméticos do Reino Unido afirma reconhecer que são necessários orientação e apoio para garantir que crianças pequenas usem produtos adequados à idade. A Cosmetics Toiletry and Perfumery Association (CTPA), que representa muitas empresas de skincare, lançou recentemente um guia para pais depois de realizar uma pesquisa na qual 40% dos entrevistados, quase mil pais, admitiram saber menos sobre skincare do que seus filhos. A diretora-geral da CTPA, Emma Meredith, diz que a entidade não apoia o uso de produtos antienvelhecimento por jovens nem rotinas complexas e desnecessárias. "Nosso objetivo é garantir que os produtos sejam usados de forma adequada para cada faixa etária, ajudando os jovens a entender como desenvolver hábitos saudáveis e apropriados de higiene da pele e apoiando os pais nessas conversas com seus filhos", afirma. Sophie, mãe de Ellie-May, diz que verifica os ingredientes dos produtos usados pela filha. Algumas pessoas a criticaram nas redes sociais por permitir que Ellie-May abrisse embalagens de cremes que contêm substâncias fortes, como retinol. Mas Sophie afirma saber que o ingrediente é prejudicial e que não vai "deixá-lo chegar nem perto" da pele da filha. Ela também diz tomar cuidado para não revelar detalhes como a escola onde Ellie-May estuda ou o local onde vivem, além de acompanhar de perto as respostas enviadas às contas da família. Ellie-May participa de lançamentos de grandes empresas de beleza, onde testa diferentes produtos e convive com outros criadores de conteúdo, o que, segundo ela, é divertido. Ela e Sophie estão se preparando para lançar a própria marca vegana de skincare, voltada para o público mais jovem. Ellie-May parece, ao mesmo tempo, mais velha e mais nova do que seus 13 anos. Fala baixo, é reflexiva e articulada, e às vezes olha para a mãe antes de responder. Tem unhas longas e feitas e usa maquiagem, mas de aparência natural. "Usar maquiagem hoje me faz sentir normal", diz. Espelho enganoso Embora Sophie diga que o sucesso nas redes sociais tenha enriquecido a vida da família, alguns psicólogos temem que esses jovens tão conscientes da própria imagem, tão familiarizados com as redes e tão obcecados por beleza cresçam com uma visão distorcida de como deveriam parecer e de como deveriam ser. Alberto Stefana é um psicólogo italiano que escreveu, com Damiani, um artigo sobre cosmeticorexia. Ele diz que as crianças estão "desenvolvendo sua identidade" e podem ter dificuldade para "aceitar sua verdadeira imagem" à medida que crescem. "As crianças que ficam obcecadas por skincare tendem a ser movidas pelo que veem nas redes sociais", afirma. "Então a autoestima delas passa a se basear em quantas curtidas recebem ou no que as pessoas disseram nos comentários." Como a chamada cosmeticorexia é um fenômeno muito recente, é difícil saber se há possíveis impactos psicológicos de longo prazo. Mas Stefana diz que sua pesquisa mais recente indica pontos de contato com o transtorno dismórfico corporal, uma condição de saúde mental que causa vergonha e ansiedade persistentes e intensas em relação a defeitos percebidos no próprio corpo. Mesmo agora, em idades tão jovens, ele alerta que já viu sinais de ansiedade e constrangimento em crianças de 7 e 8 anos que apresentam sintomas de cosmeticorexia. Segundo Stefana, isso pode ser tão intenso que "elas não querem ir à escola porque sentem muita vergonha. E essa vergonha vem da comparação com outras pessoas nas redes sociais e da sensação de não serem bonitas o suficiente". Jessica Ringrose, professora de sociologia de gênero e educação na University College London, concorda. "As crianças veem esse conteúdo e passam a achar que ele representa a 'boa vida', a forma ideal de existir", diz. "E, se não conseguem alcançar essa 'aparência perfeita' ou essa 'vida perfeita' que está sendo vendida a elas, passam a achar que estão fracassando de alguma forma." O TikTok afirma ter proteções especiais para resguardar adolescentes online e que não permite publicidade direcionada a menores de 18 anos. Afirma também oferecer apoio e informações a pais para ajudar a manter seus filhos seguros, além de ouvir regularmente adolescentes sobre como melhorar seus serviços por meio do conselho de jovens da plataforma. A empresa diz ainda que jovens também usam o TikTok para se informar sobre saúde da pele, com orientações respaldadas por dermatologistas. A Meta, dona do Instagram e do Facebook, entre outras plataformas, não respondeu a um pedido de comentário. Ringrose e os outros especialistas ouvidos dizem que essa não é uma questão apenas das empresas de redes sociais. A responsabilidade também recai sobre as marcas de skincare que vendem os produtos e sobre os próprios pais. Ringrose acrescenta: "Quando uma criança atua como embaixadora de uma marca e promove esse mundo para outras crianças, ela o legitima." Ao mesmo tempo, vivemos ao lado, e muitas vezes dentro, de um mundo digital em expansão. Isso não seria apenas uma complexidade a mais, embora inevitável, do crescimento? As crianças — e, neste caso, as meninas — não estariam apenas aprendendo a sobreviver, e talvez até prosperar, online? Stefana discorda. Segundo ele, crianças e jovens estão gastando tempo e dinheiro demais em busca de uma aparência, uma estética, que só existe no mundo digital, não na realidade. "Até a ideia do que é atraente e do que não é está sendo distorcida", afirma. "Os filtros e o uso de inteligência artificial em publicações nas redes sociais fazem com que algumas das imagens vistas pelas crianças nem sequer sejam reais. Elas estão aspirando a algo que nem existe."
Judge reasons that he served as Registrar of District Judiciary when the survivor filed administrative complaint regarding unauthorised access to memory card while in judicial custody during trial proceedings
León XIV reivindica la paz, el derecho internacional, la memoria histórica y la dignidad de las personas más allá del “vaivén de las mayorías de cada momento”. Condena el aborto y la eutanasia, y defiende la libertad religiosa
Un ensayo clínico del Hospital Germans Trias i Pujol de Badalona explora la seguridad de una operación para facilitar la eliminación del cerebro de neurotoxinas que causan el declive de la memoria
Nairobi Woman Representative Esther Passaris reflects on her beauty journey and memorable experiences in Italy 35 years ago, including her first lipstick encounter.
Hundreds of residents gathered in the southwestern French town of Fleurance on Saturday to take part in a silent march honouring Lyhanna, the 11-year-old schoolgirl whose death has shocked the nation.
As she prepares to mark 70 with a birthday concert, the musician talks about her destructive mindset – and the steps she took to finally make sense of her life and music’s part in it It was 2023. The holiday of a lifetime, in Australia, had begun, after two weeks at the Australian festival of chamber music, in which I’d played viola in several of my own works. I had fretted about this for months, not really believing that I could stand up as a soloist and deliver. Even as a full-time viola-player in the 80s, I avoided solo playing – always feeling more at home in larger chamber groups. But as my husband Peter and I set off on our holiday, I was euphoric. I had performed with the marvellous young pianist Joseph Havlat, with the legendary accordionist James Crabb and virtuoso trumpeter David Elton – and all had gone well. But then came a horrible realisation: I had not asked for the concerts to be recorded. This had been a moment in my life that would never be repeated. And I hadn’t captured it. I sank into despair. The fact that this is a pattern in my thinking didn’t make it any less painful: the more wonderful the event, the more likely I am to find regrets to attach to it. It is a destructive mindset I have learned to live with, but for years I had no idea why my head seemed compelled to ruin every joyful memory. Continue reading...
The grieving parents of an 11-year-old girl whose suspected killing has sparked outrage in France over failures to protect children on Sunday joined thousands of people for a silent march in her memory.
Jill Biden hat ihre Memoiren veröffentlicht. Einige Demokraten sind entsetzt. Was verrät die ehemalige First Lady über die dramatischen Tage im Präsidentschaftswahlkampf 2024?