El Valencia se olvida del susto del miércoles, liquida al Bilbao con autoridad y ya está en semifinales de la ACB
Los ‘taronja’ ganan con claridad en Miribilla (71-88) y alcanzan la siguiente ronda sin necesidad de un tercer partido
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Los ‘taronja’ ganan con claridad en Miribilla (71-88) y alcanzan la siguiente ronda sin necesidad de un tercer partido
Câmera de segurança flagra onça-parda em frente a pizzaria de Realeza Uma onça-parda foi flagrada por câmeras de segurança nos fundos de uma pizzaria e assustou moradores e funcionários em Realeza, no Sudoeste do Paraná. O caso aconteceu na madrugada de quarta-feira (3). Uma professora e uma aluna da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) avistaram o animal caminhando pela rua próximo ao estabelecimento e suspeitaram que pudesse ser uma onça. Após o encontro, elas entraram em contato com o proprietário da pizzaria para verificar as imagens das câmeras de segurança. As gravações confirmaram a presença do felino circulando pelos fundos do comércio durante a madrugada. Assista acima. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Desde então, funcionários relataram à RPC, afiliada da TV Globo, que estão com medo e preocupados com a possibilidade de um novo aparecimento do animal. Segundo relatos, alguns trabalhadores passaram a evitar a área dos fundos da pizzaria, local por onde costumavam circular com frequência. O receio mudou até tarefas rotineiras. Funcionários afirmam que passaram a levar o lixo em grupo e evitam sair sozinhos pelos fundos do estabelecimento, especialmente durante a noite e a madrugada. Onça-parda foi avistada em Realeza RPC Foz do Iguaçu LEIA TAMBÉM: Sarandi: 'Ele era meu parceiro', diz pai de adolescente morto por engano em chacina em bar VÍDEO: motorista corre até ferrovia e salva homem preso nos trilhos antes de trem passar OVNI no Paraná: sobrevivencialista faz expedição ao local onde avistamento aconteceu Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná
Levantamento da Fiocruz identificou as necessidades geradas pelo aumento da população idosa, no Brasil Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificou as necessidades geradas pelo aumento da população idosa no Brasil. A pressão arterial de Maria da Salete, de 77 anos, já atingiu níveis muito elevados. “Já chegou a ponto de dar derrame, eu dei dois derrames”, lembra. O estudo da Fiocruz, realizado em 70 municípios de todas as regiões do país, aponta os desafios do envelhecimento. Entre pessoas com mais de 60 anos, três em cada dez são hipertensas, como Maria. " Isso aí aumenta risco de infarto miocárdio, de acidente vascular cerebral, de demência vascular e o que que acontece é que a maioria deles tá tratada, mas o tratamento não tá eficaz", pontua a epidemiologista e coordenadora do estudo, Maria Fernanda Costa, A pesquisa também avaliou a estrutura das cidades, fator essencial para a qualidade de vida dos idosos. Mais de 42,7% dos entrevistados afirmaram ter medo de cair nas calçadas. Foi o que aconteceu com Dona Raimunda, de 81 anos. "Ela estava saindo de casa com o marido dela, só que não tem muito apoio no corpo. Aí passou um carro, ela se assustou, soltou a mão dele e acabou caindo”, disse o cuidador. Brasil envelhece sem estrutura adequada para cuidar dos idosos, aponta estudo Globo/ Reprodução O estudo também mostra que a perda da capacidade funcional é comum nessa fase da vida. Cerca de 20% dos idosos brasileiros têm dificuldade para realizar pelo menos uma atividade do dia a dia sem ajuda, como se vestir, tomar banho, levantar-se ou se alimentar. Ao todo, são cerca de 6,5 milhões de pessoas com autonomia comprometida. Porém, menos de 40% dos idosos com alguma limitação contam com assistência. Para especialistas, o principal desafio do país é desenvolver uma cultura do cuidado, que garanta proteção e segurança à população idosa. "O maior desafio que o Brasil hoje tem em relação ao envelhecimento é implementar uma cultura do cuidado, uma cultura do cuidado que significa que todos nós possamos ter a confiança de estarmos protegidos e termos segurança (...) a medida em que nós vamos dar um salto de 16% da população idosa cerca de 35 milhões hoje para o dobro daqui a 25 anos não é nada, nós vamos fazer com que a grande conquista social que é poder envelhecer, uma catástrofe social. Não faz sentido", afirma Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional da Longevidade Brasil. Em um centro de acolhimento em Belo Horizonte, onde idosos passam o dia, muitos dependem integralmente de cuidadores para realizar atividades básicas. "Tem que ter muito carinho, dedicação, determinação, paciência e amor", concluiu Leyla Oliveira, que é cuidadora. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Justiça condena Jairinho e solta mãe de Henry após perdão judicial
OVNI no PR: professor de sobrevivência faz expedição e filma detalhes de região O professor de sobrevivência Luciano Tigre, que há anos trabalha com expedições a áreas de difícil acesso, foi até a região de serra onde o influenciador digital Mayk Leão filmou, dando zoom da varanda de casa, o que acredita ser um Objeto Voador Não Identificado (OVNI). A área fica em uma propriedade privada de Campo Largo, na Grande Curitiba, na qual Luciano conseguiu acesso por conhecer os proprietários. A expedição de Luciano foi nessa quarta-feira (3), durante o dia. Quando chegou ao cume, ele filmou detalhes do local de cima para baixo, evidenciando que a região é totalmente desabitada, cercada de mata fechada e sem estradas. Assista um resumo acima. ✅ Siga o g1 Paraná no WhatsApp Na gravação ele mostrou a distância do local até a casa de Mayk, em um ângulo oposto ao que o influenciador estava em 31 de maio, dia do avistamento que viralizou. "Meu objetivo era ver as possibilidades, como pessoas com lanternas, luzes, drone agrícola, balão ou sei lá mais o que." Da esquerda para direita: professor aponta para local do avistamento, perto de paredão; depois, aponta para a casa de Mayk; por fim, da zoom para mostrar a distância da casa Imagens cedidas/Luciano Tigre Enquanto fazia o trajeto, Luciano também gravou o que encontrou ao longo do caminho. Disse ter achado muitos animais, principalmente cobras, além de um terreno acidentado, com buracos fundos. Do alto, chamou a atenção dele o fato de que algumas copas de árvores estão com coloração diferente, parecendo queimadas. Ele pontuou, entretanto, que a cena ser um processo natural pelo qual diversas espécies passam durante o outono/inverno. Antes de ir ao local, Luciano contou que se preparou com materiais de segurança que profissionais da área usam. Ele reforçou que a região é perigosa, de difícil acesso e recomendou que as pessoas não tentem ir ao espaço sozinhas, destacando que ele tinha autorização para estar lá. Professor de sobrevivência filmou árvores que parecem queimadas na região onde influenciador flagrou luzes piscando em formato circular Imagens cedidas/Luciano Tigre "Não pode ir emocionado. Tô indo porque eu conheço o local, o proprietário, rota facilitada por conta de acesso. Depois tem a 'pauleira' de entrar no mato e saber o que tá fazendo. O local é bem fechado, tem que tomar um certo cuidado. A galera olha e ‘ó, lá vai o emocionado’. Não pode ser assim. Eu trabalho com sobrevivência." Mais sobre o caso: OVNIs no Paraná? Relembre outros casos que levantaram suspeitas Técnico de enfermagem e influencer: Quem é Mayk Leão Relato: 'Assustador e bonito' Contraponto: FAB não detectou objetos desconhecidos Mayk Leão acredita ter filmado OVNI em área rural de Campo Largo Redes sociais Professor foi ao local sem falar com o influenciador Depois de andar por área de mata fechada, professor de sobrevivência chegou a precipício Imagens cedidas/Luciano Tigre Depois de sair da mata, Luciano publicou um vídeo explicando que optou por não informar ao influenciador que tentaria fazer o trajeto, segundo ele, por uma questão de respeito. Ele repudiou o assédio que o influenciador tem denunciado nas redes. Na quarta-feira (3), Mayk publicou que pessoas estão indo até a casa dele sem autorização e disse que muitas delas insistem para tentar entrar na chácara, mesmo sabendo que a propriedade de Mayk não tem conexão com o local do avistamento. "Não vou divulgar os locais para não interferir na privacidade e atividades do Mayk jamais. O que eu tô fazendo aqui não tem nada a ver com buscar 'hype' ou instigar qualquer pessoa a vir fazer o que eu tô fazendo. Local selvagem, perigoso." Nos comentários das publicações de Luciano, Mayk agradeceu a iniciativa do professor. "Muito obrigado por isso. Realmente da minha casa e inviável ir aí. Parabéns pela coragem. Imagino o trabalho pra entrar nessa mata. Que Deus te abençoe." Professor de sobrevivência foi até o local onde influenciador acredita ter visto OVNI, no Paraná Imagens cedidas/Luciano Tigre Desde o flagrante, Mayk saltou de 40 mil seguidores para mais de dois milhões em uma única rede social. Em entrevista ao g1 na terça-feira (2), ele afirmou que não desacreditava de OVNIs ou seres extraterrestres, mas não pensava muito a respeito. Depois do que aconteceu, ele acredita que realmente presenciou algo de outro planeta. "Deu uma sensação de muita impotência, mas ao mesmo tempo de 'uou, o que tá acontecendo na minha casa?' Minha mente tá muito... Com os sons que eu escutei, o barulho daquela comunicação que eu escutei na mata. Os estalos. Parece que isso está na minha cabeça. É como se eu tivesse recebido algo, não escutado. Algo que veio." Após o caso de Mayk viralizar, a Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou que, no dia 31 de maio, "nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos". Disse, ainda, que "o controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade". Mayk Leão em entrevista ao g1 dois dias após os registros que fez Reprodução/RPC Leia também: OVNIs no Paraná? Relembre outros casos que levantaram suspeitas Mortes por engano: Assassino que matou família foi contratado por causa de disputa do tráfico VÍDEO: Motorista salva homem preso em trilhos 8 segundo antes de trem passar Onde e como tudo aconteceu Influencer filma luzes estranhas da varanda de casa e levanta suspeita de OVNIs no Paraná Os registros de Mayk foram feitos na zona rural. A propriedade fica em uma área isolada, acessada por uma estrada de terra, em uma região com pouca infraestrutura – não há água encanada, por exemplo, nem sinal de celular (apenas wifi). Ele estava em casa, mas o objeto flagrado ficou pairando em uma zona de mata fechada, em outra localidade do entorno que pode ser vista da varanda do influenciador, a uma distância de pelo menos três quilômetros. A região em que o objeto foi visto é cortada por um rio, que fica dentro de uma propriedade privada. Por isso o espaço não pode ser acessado a qualquer momento. Ele contou que nunca foi ao local e não sabe quem é o proprietário. Mapa mostra distância entre casa de Mayk Leão e local do avistamento, em outra propriedade g1 Naquele domingo, ele disse que percebeu os bichos agitados durante a manhã. Por conta do comportamento deles, resolveu recolher os animais e, por proteção, se armou com um arco e flechas que guarda em casa. Ele vive no local com 280 bichos, entre cães, galinhas, cabras e cavalos. Inicialmente, acreditou que a casa estava sendo rondada por uma onça. Depois, foi para uma região de mata da chácara para ver se encontrava algo. Ao chegar na divisa da propriedade, viu a cerca elétrica derrubada. Naquele momento, ele ouviu barulhos que o assustaram. Mayk tem dificuldade de descrever o som, mas acredita que soou como tons metálicos sobrepostos e feitos por um único emissor. "Gravei dois stories do som. Era como se fosse um estalo, um rugido, algo assim. Aí retornei pra casa, fiquei aqui olhando. Isso já era de tardezinha. Logo em seguida já começou aqui em cima, que acho que todo mundo ficou meio pensativo, que é o som de catraca, em cima da minha casa. Como se fosse um navio, um barco muito grande. Até ali eu tinha achado que eu tava meio louco, mas tava gravando, igual eu falei, pelo menos a galera tava escutando aquilo ali." A cena do que ele acredita ser uma nave extraterrestre foi gravada poucas horas após o susto dos bichos. De longe ele viu luzes circulares piscando na serra, que pode ser vista da sacada. As luzes, ele lembra, não estavam nem alto demais a ponto de superar o morro, nem muito baixas a ponto de encostarem no chão. As imagens, gravadas à noite e com zoom máximo de um iPhone 15, ficaram pixeladas e levantaram suspeitas de muitas pessoas nos comentários. Ele garante que não há edições no material e destaca que não foi até o local do avistamento, por ser longe e por medo. Aconselhado por uma seguidora, ele resolveu desenhar o que viu para não esquecer. "Eu acredito que ficou muito tempo ali, entre 20 e 40 minutos. Os stories, se você for ver na sequência, dá uns 20 minutos o tempo que ficou aceso, na verdade, porque lá ficou muito tempo. Ele apagou, sumiram aquelas luzes. [...] Depois que apagou eu continuei aqui fora, a galera [seguidores] continuou conversando comigo... Aí, quando eu saí, tava terminando de passar em cima da casa. Era algo muito grande. Aí que eu fiz o desenho. Extraordinário." Mayk Leão desenhou o que viu. Andrei Cunico/RPC Vídeos mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Paraná.
A Polícia Civil investiga o assassinato de um homem de 39 anos ocorrido na manhã desta quarta-feira (3), no bairro Travessão, em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima havia saído para buscar a filha de 6 anos. Quando retornou para casa com a criança, foi abordada por ocupantes de um carro que parou em frente ao imóvel da família. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Agora no g1 De acordo com o relato da esposa da vítima, registrado pela polícia, pelo menos cinco disparos foram ouvidos no local. O homem foi baleado e morreu antes da chegada do socorro. Ainda segundo o boletim de ocorrência, a menina se assustou com os tiros e saiu correndo pela rua. O documento não informa se ela sofreu ferimentos. A Polícia Civil investiga a autoria e a motivação do crime. Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
Mistura de husky com salsicha gera filhotes fofos em Goiás Um vídeo que mostra o resultado de um cruzamento inesperado entre um husky siberiano e uma dachshund, raça conhecida popularmente como "salsicha", alcançou 3 milhões de visualizações no TikTok. Nas imagens, o tutor, o autônomo Wesson Araújo, de 28 anos, mostra os sete filhotinhos que nasceram (veja o vídeo acima). Em entrevista ao g1, o goiano de Montividiu, no sudoeste de Goiás, contou que o cruzamento não foi proposital. O macho, chamado Apolo, e a fêmea, chamada Sol, convivem juntos desde pequenos e acabaram cruzando. Todos os filhotes, três fêmeas e quatro machos, vingaram, foram doados e estão bem. "Eu gastei muito para fazer o parto. Fiz todo o procedimento que precisava", relatou o tutor. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Os cachorrinhos nasceram em maio de 2025. Outro vídeo do perfil do TikTok do tutor que mostra o resultado do cruzamento tem 1,2 milhão de visualizações. Nos comentários, muitos internautas destacaram a fofura dos filhotes e o cruzamento improvável. ‘A mistura doida mais perfeita que eu já vi’, disse uma internauta. "Eu já tive um que era exatamente essa mistura. Simplesmente apaixonada", escreveu outra. O husky siberiano Apolo e a 'salsicha' Sol cruzaram e tiveram sete filhotes, em Montividiu-GO Reprodução/ Perfil do TikTok de Wesson Araújo LEIA TAMBÉM Após participar de quatro feiras de adoção, cachorro segue sem lar, e história emociona: ‘Entendeu que é invisível’ Cachorro que emocionou a web após ser rejeitado em feiras de adoção será adotado por Graciele e Zezé Di Camargo, diz abrigo VÍDEO: Família impressiona ao se mudar para Goiânia com dez cachorros e peixes dentro de carro Wesson faz questão de destacar que, ao saber da gestação, todos os cuidados necessários foram adotados para garantir o bem-estar da mãe e dos filhotes. Depois do susto, Sol foi castrada. Ela e a Apolo moram juntos até hoje. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Explosão em apartamento em Copacabana provoca incêndio Uma explosão em um apartamento no 1º andar de um prédio na Rua Barata Ribeiro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, provocou um incêndio, deixou um homem ferido e assustou moradores nesta quarta-feira (3). Imagens de câmeras de segurança flagraram o momento em que a janela do imóvel é arremessada para fora com a força do impacto. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Imagens mostram explosão em Copacabana Reprodução/TV Globo No vídeo, é possível ver o instante da explosão, seguido pelo lançamento de objetos para a rua e pela saída de fumaça do interior do apartamento. Outras imagens mostram um colchão queimado na calçada, que teria sido lançado, além de destroços espalhados. Um homem ficou gravemente ferido e foi socorrido por equipes do quartel de Copacabana do Corpo de Bombeiros. Ele foi levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. A identidade da vítima não foi divulgada. Não se sabe o motivo da explosão. Após explosão, objetos ficaram espalhados pela Rua Barata Ribeiro, em Copacabana Reprodução/TV Globo 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop.
A "língua" secreta dos mineiros Uma cidade, um poeta. O nome de Itabira é quase indissociável de Carlos Drummond de Andrade. O escritor, nascido em 1902, na cidade de 113 mil habitantes na Região Central de Minas Gerais, revolucionou a língua portuguesa ao virar de cabeça para baixo os formalismos da poesia vigente até então. Mas o que pouca gente sabe é que naquele mesmo local surgiu uma outra revolução linguística: a Guinlagem do Camaco. O surgimento dessa linguagem "secreta" está diretamente ligado ao contexto da exploração do minério na região. Foi dentro das minas itabiranas, no começo do século 20, que os trabalhadores encontraram uma forma de se comunicar sem serem entendidos pelos patrões, em grande parte ingleses. Era também uma maneira de dar um troco nos donos das minas, que falavam no idioma materno quando não queriam ser compreendidos pelos empregados. À primeira vista, as regras são simples. O princípio do Camaco é inverter os fonemas das sílabas das palavras, embaralhando os sons e tornando as frases praticamente incompreensíveis para quem está de fora. "Sovê lafa guinlagem", por exemplo, é "Você fala linguagem?". "Guinlagem do Camaco" é "Linguagem do Macaco". Assim, famosa introdução do poema E agora, José, de Drummond, viraria "E aroga, Sujé?". Mas nem tudo é lógica. Algumas palavras mais curtas se transformam em vocábulos que fogem a essa regra. "Não" vira "ônis". "Qualquer", "ualquiquelque". Essa é a magia da linguagem para o músico Rafael Formiga, um falante do Camaco. "As palavras criam um sentido dentro de um fonema pela inversão. E nos lugares onde você vai falar, mesmo com alguma diferença, todo mundo se entende. Tem uns detalhes muito ricos de linguagem e ao mesmo tempo quem vê de fora não entende e fica meio perdido, porque é normal que a gente procure regra", diz ele. "Isso demonstra uma capacidade de construção e de resistência incrível", explica o historiador e museólogo Paulo Assuero, também falante do Camaco. "Eram recém-libertos, em grande parte analfabetos. E tinham que dar soluções de como dizer as coisas que eles queriam sem que os ingleses entendessem. Virou uma provocação, expandiu", complementa o professor, também residente em Itabira. Das minas de ferro, o Camaco tomou as ruas. Virou a língua que os filhos falavam para conversar entre si, sem que os pais entendessem – ou a que os jovens usavam para fazer piada com forasteiros. "Nos anos 1960, 1970, quando chegava o pessoal de fora, essa coisa de interior, a gente ficava fazendo gozação com eles. Não entendiam nada", brinca Assuero, que também já surpreendeu alguns alunos dentro de sala com a fluência na língua. "Dois deles estavam colando na prova em Guinlagem de Camaco e achando que eu não sabia de nada. Depois que acabou a prova, chamei eles e falei em Camaco. Tomaram o maior susto", diverte-se o professor. Cidade de Itabira, Região Central de Minas Gerais Alair Vieira/ALMG A linguagem da resistência Na casa de Mauro de Alvarenga, o Camaco já é uma tradição. "Meus pais falavam quando não queriam ser entendidos por mim e pelos meus irmãos – até que nós aprendemos. Mas eles tinham aprendido com meu avô, que era ferreiro e fazia peças para as locomotivas de mineração. Ele trouxe o Camaco para dentro de casa e foi passando de geração para geração", conta. Para o historiador e museólogo Paulo Assuero, o Camaco também servia como provocação contra os donos das minas Foto: Alexandre Rezende/DW Nas mãos do cineasta Breno Alvarenga, filho de Mauro, a história da linguagem secreta da cidade de Drummond acabou virando tema do documentário Camaco (2022), premiado no Festival de Gramado nas categorias "Melhor Curta Júri da Crítica" e "Melhor Montagem". O filme reconstrói o caráter de resistência da linguagem entre os trabalhadores da mineração. "O Camaco nasce de um contexto muito politizado, de muita resistência. Funcionava também como forma de organizar greves, pedir aumentos, sem que fossem boicotados desde o começo", explica Breno. "Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não vinha uma riqueza naquilo. Os pobres se comunicavam, mas os poderosos não entendiam. Isso é muito raro, porque geralmente a linguagem aparta as pessoas e são geralmente os mais ricos que conseguem acessar novas linguagens, não os mais pobres. Ela começa dessa inversão", ressalta o diretor de cinema itabirano. De acordo com o linguista e pesquisador Geuderson Marchiori, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), o Camaco pode ser considerado uma linguagem secreta ou até mesmo um jargão técnico. No entanto, segundo ele, que rastreou falantes até a década de 1920, há uma função similar à de um quilombo. "A linguagem possibilita a convergência dessas populações minorizadas, que utilizam o Camaco como um território de luta e resistência. Embora o senso comum aponte o quilombo como um local de negros escravizados em fuga, o quilombo é um local de reorganização, de segurança, onde essas populações puderam se libertar da exploração e se reorganizar para resistir", complementa. Marchiori explica também que o termo "macaco" em "Guinlagem do Camaco" pode ter uma conotação racista, mas que há outras interpretações para o nome. "Tem quem diga que o Camaco é a linguagem relacionada à esperteza que os macacos teriam, a esse jogo de cintura, a essa performance de pular de galho em galho sem ser apanhado, sem cair. Existe ainda uma possibilidade de relacionar o nome da linguagem aos pequenos heróis, que são os pequenos animais muito presentes nas narrativas de origem africana, que são sempre os bichos menores, vistos como mais fracos, que se sobressaem pela esperteza." Cineasta Bruno Alvarenga produziu documentário premiado sobre a linguagem de Itabira Foto: Alexandre Rezende/DW Drummond falava Camaco? Apesar de terem surgido na mesma cidade e no mesmo período, Camaco e Drummond vinham de duas Itabiras diferentes. A linguagem, das minas e dos operários. O poeta, filho de fazendeiros, de uma parte da elite, mesmo que não ligado diretamente à atividade minerária. Talvez por isso, até hoje não foram encontradas citações do Camaco em crônicas ou poemas de Carlos Drummond de Andrade. "Naquela Itabira, a linguagem do Camaco era muito desvalorizada. Na maioria das vezes, era falada por pessoas negras. Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não via uma riqueza naquilo", diz Breno de Alvarenga. Drummond também não ficou muito tempo em Itabira. Aos 18 anos, deixou definitivamente a cidade natal, mudando-se primeiro para Belo Horizonte e, depois, para o Rio. Mas, como ele mesmo dizia em entrevistas, aquele lugar estava sempre presente, como "uma fotografia na parede". E agora, Itabira? Atualmente, a cidade mineira – e mineradora – passa por uma crise existencial. Com mais de 80% da economia dependente da atividade, Itabira agora tem que lidar com o fim da exploração do minério cada vez mais perto. De acordo com as estimativas mais recentes, as minas da região serão paralisadas em 2052. "Fica essa relação. A cidade depende da mineração, do PIB. Mas também de algo além disso, porque tudo acaba. E aí? E aroga, Sujé?", questiona o músico Rafael Formiga, citando o famoso poema de Drummond. Para a musicista Nana Mendonça, que já trabalhou com oficinas voltadas à linguagem, a cidade precisa preservar o Camaco. "Hoje existem poucos falantes e, com o avanço tecnológico, as coisas vêm e vão embora muito rápido", diz ela. Em 2023, o município de Itabira registrou, em um decreto, a linguagem do Camaco como patrimônio cultural imaterial. No entanto, até agora, ainda não foram tomadas medidas concretas para a preservação. Mas é justamente na capacidade de sobrevivência e expansão do Camaco que muitos moradores de Itabira veem uma saída para um futuro em que a cidade terá que se reinventar. "Essa linguagem nos ensina sobre resistência. Ela é resistente ao boicote da elite em relação a ela e ela continua viva. E nos lembra que podemos resistir ao que a mineração nos apresenta hoje em dia. A mineração, claro, foi muito importante para Itabira, mas a gente fica com os prejuízos dela, com a degradação ambiental, com a poluição do ar, com a saúde precarizada por conta disso. Acho que a linguagem também pode nos lembrar com resistir, como podemos nos reinventar para o futuro aqui em Itabira", resume o cineasta Breno Alvarenga. Segundo Geuderson Marchiori, a chave pode estar não só no Camaco, mas também no próprio Drummond. Ou seja, no potencial cultural de Itabira. "A cidade continua exercitando a criatividade dela", afirma o linguista, que atesta: atualmente, o Camaco faz muito mais parte do dia a dia da cidade do que da própria mineração. "Os dados que consegui me mostraram que a Linguagem de Camaco é praticamente inexiste no contexto das minas e da atividade minerária. Uma mina, hoje, tem trabalhadores que não falam mais a linguagem – mas a cidade, sim", conclui. LEIA TAMBÉM: Defesa Civil alerta para frio em BH; temperatura pode ficar abaixo de 12°C até a próxima semana Operação desarticula esquema de fraudes em apostas online na Grande BH e bloqueia R$ 1 milhão em bens Vídeos mais vistos no g1 Minas:
Jovem é atacada com ácido enquanto ia para a academia e fica em estado grave Os acusados de jogar soda cáustica em Isabelly Aparecida Ferreira Moro em maio de 2024, em Jacarezinho, no norte do Paraná, vão a júri popular na próxima segunda-feira (8). O julgamento está marcado para começar às 9h, no fórum criminal da cidade. Isabelly foi atacada enquanto ia para a academia. Em um vídeo gravado por uma câmera de monitoramento, a vítima aparece correndo em busca de ajuda após ser atingida. A vítima teve queimaduras de segundo grau. Relembre o caso acima. O ex-namorado da jovem, Marlon Ferreira Lemes, foi apontado como o responsável por planejar o ataque, enquanto Débora Aparecida Custódio Ferreira, que na época era companheira dele, executou o crime. Diante das provas colhidas durante o processo, os dois são acusados de tentativa de feminicídio contra Isabelly. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp Quando o juiz Renato Garcia decidiu que o caso seria submetido ao Tribunal do Júri, ele também considerou que o crime foi cometido com três agravantes: Recurso que dificultou a defesa da vítima: Por Isabelly ter sido atacada de surpresa pela executora do crime, que, para evitar ser reconhecida, usava um disfarce; Motivo torpe: diante do sentimento de posse que Marlon nutria em relação à vítima e de vingança pelo término do relacionamento, enquanto Débora nutria ciúmes e inveja da vítima; Meio cruel: devido à utilização de soda cáustica, produto químico altamente tóxico e corrosivo, com o objetivo de causar intenso sofrimento a Isabelly. O caso será analisado pelo Conselho de Sentença, que vai decidir se as qualificadoras foram realmente comprovadas. Jovem é atacada com ácido no meio da rua no norte do Paraná Reprodução/Arquivo pessoal Durante o julgamento, serão ouvidas todas as testemunhas e a vítima. Os acusados também poderão ser interrogados. O advogado de acusação, Ilton Inácio, que representa Isabelly, informou que não apresentou testemunhas extras para o julgamento e que serão utilizadas "as mesmas provas testemunhais já constantes dos autos e produzidas durante a instrução processual". "A Assistência de Acusação atuará buscando que os fatos sejam integralmente apreciados pelos jurados à luz das provas produzidas ao longo da investigação e da instrução processual. O objetivo será demonstrar aos jurados os elementos constantes dos autos, permitindo que o Conselho de Sentença forme sua convicção de maneira livre, soberana e fundamentada nas provas apresentadas em plenário", disse o advogado. Marlon está preso preventivamente na Penitenciária Estadual de Londrina e Débora está na Cadeia Pública de Santo Antônio da Platina. Ao g1, a advogada Tatiane Souza Paiva, que atua na defesa de Marlon, disse que o caso não possui elementos que caracterizem tentativa de feminicídio e confia que o julgamento vai ocorrer com base nas provas dos autos. Em nota ao g1, o advogado Jean Campos, que atua na defesa de Débora, disse que o julgamento será uma oportunidade de relatar as violências física, psicológica e emocional que sofreu ao longo dos anos, além de um histórico de abusos e agressões praticados por Marlon. Disse também que, durante o processo, a cliente conseguiu uma medida protetiva contra o ex. Leia as notas na íntegra abaixo. LEIA TAMBÉM: Mistério: Influencer filma luzes estranhas da varanda de casa e levanta suspeita de OVNIs no Paraná; Quase 200 reclamações: Justiça proíbe bar que fica próximo a hospital de realizar eventos com som alto; Polícia investiga caso: homem se arrasta por faixa de pedestres e morre após ser atropelado Acusados confessaram o crime em depoimento Marlon Ferreira Neves, acusado de ser o mandante do ataque com soda cáustica Reprodução/RPC No documento em que o g1 teve acesso, Marlon e Débora confessaram o crime em um depoimento prestado durante o processo. Eles foram denunciados pelo Ministério Público (MP-PR) no dia 7 de junho de 2024. Marlon confessou que planejou o crime com Débora. Ele disse que o objetivo era dar "susto" em Isabelly, pois supostamente ela estaria passando em frente à cadeia no horário de visitas e debochando de Débora. De acordo com o documento, Débora foi quem praticou o ataque e lançou a soda cáustica em Isabelly. Ela contou no depoimento que Marlon comprou o material antes de ser preso e fez pesquisas sobre o produto. A acusada também disse que ele orientou que ela estivesse disfarçada no momento do ataque. "Ele queria jogar a soda nela para deixá-la feia", contou Débora, no depoimento. Soda cáustica: Entenda danos que o produto químico pode causar ao organismo Isabelly foi atingida no rosto e na região peitoral. A vítima teve queimaduras de segundo grau na boca, cavidade orofaríngea, hipofaringe e tronco. Além disso, ela também teve lesões no lábio superior e inferior e cavidade oral. No hospital, a jovem ainda teve um quadro infeccioso e foi submetida a intubação para ventilação mecânica e sedação. Foram cerca de 30 dias internada no Hospital Universitário de Londrina (HU), até receber alta. 'Me recuperando aos poucos', diz jovem atacada com soda cáustica em rua do Paraná Relembre o caso Isabelly foi atacada na tarde de 22 de maio de 2024, enquanto ia para a academia. O ataque aconteceu na Alameda Padre Magno, na região central de Jacarezinho. A academia para onde a jovem ia fica na mesma rua. Um barbeiro viu Isabelly pedindo ajuda, a colocou no carro e a levou para o hospital. Após o ataque, uma testemunha encontrou uma sacola preta e um copo, que estavam molhados. O material foi recolhido para análise. Sacola e o local com a marca do produto jogado na jovem Reprodução Posicionamento das defesas Defesa de Marlon: "A defesa de Marlon Ferreira Lemes reafirma que não existem provas seguras nos autos capazes de demonstrar que o acusado tenha ordenado, participado ou contribuído para os fatos narrados na denúncia. Além disso, sustenta que o caso não reúne elementos que caracterizem tentativa de feminicídio, inexistindo demonstração de intenção de matar, circunstância que será devidamente debatida perante o Tribunal do Júri. A defesa confia que o julgamento ocorrerá com base exclusivamente nas provas produzidas nos autos, em respeito ao devido processo legal e à presunção de inocência", disse a advogada Tatiane Souza Paiva. Defesa de Débora: "A defesa recebe com tranquilidade a proximidade do julgamento, pois será a oportunidade de Débora relatar, perante o Conselho de Sentença, toda a violência física, psicológica e emocional que sofreu ao longo dos anos, culminando nos fatos que serão analisados pelo Tribunal do Júri. Durante a instrução processual, foram produzidas provas que revelam um histórico de abusos e agressões praticados por Marlon. No plenário, esses elementos serão apresentados e debatidos de forma ampla, permitindo que os jurados compreendam todo o contexto que envolveu os acontecimentos. A defesa acredita que o Conselho de Sentença decidirá com base nas provas constantes dos autos e reconhecerá que Débora também foi vítima de Marlon, submetida por longo período a um ciclo de violência do qual não encontrou proteção efetiva, mesmo após situações que já eram de conhecimento das autoridades competentes. É no julgamento, diante dos jurados, que toda a verdade poderá ser exposta e analisada em sua integralidade", disse o advogado Jean Campos. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Norte e Noroeste.
Jorge Bezerra da Silva matou a ex-companheira, Priscilla Monnick Laurindo da Silva Reprodução/TV Globo É julgado nesta quarta-feira (3), no Recife, Jorge Bezerra da Silva, que matou a ex-companheira, a cabeleireira Priscilla Monnick Laurindo da Silva, em janeiro de 2022. O réu já havia sido condenado por feminicídio em 2025, mas agora vai a júri por uma tentativa de matar a mesma vítima, crime praticado em abril de 2021. Na primeira vez em que foi julgado, o criminoso chegou a ser retirado da sessão após ameaçar matar o promotor de Justiça do caso e a irmã da vítima. No novo julgamento, ele voltou a jurar de morte a família da ex-companheira. "Você pode me dar 50 anos, mas eu vou matar ela", disse o criminoso, nesta quarta-feira. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Jorge esfaqueou a vítima no pescoço e a asfixiou por não aceitar o fim do relacionamento. O crime aconteceu na casa onde o casal morava, no Zumbi, Zona Oeste do Recife. Por esse crime, ele já cumpre, após ter sido condenado a 29 anos e 8 meses de reclusão por feminicídio. O novo júri ocorre no Fórum Thomaz de Aquino, no bairro de Santo Antônio, região central do Recife. Sobre a tentativa de feminicídio, segundo o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o crime aconteceu no dia 10 de abril de 2021. Agora no g1 Segundo a acusação, a vítima tinha uma medida protetiva contra o acusado, e por isso ele passou a usar tornozeleira eletrônica. Ele quebrou o equipamento de monitoramento, violou a medida protetiva e foi à casa de Prisclla tentar matá-la a facadas. Priscilla Monnick tinha uma filha com Jorge, e a vítima, quando foi agredida, estava na casa da mãe, com a bebê recém-nascida nos braços. Uma das facadas foi direcionada à filha, mas a mãe pôs a mão na frente e a criança sofreu somente arranhões. Segundo o promotor Bruno Santacatharina, da acusação, Jorge também chegou a fazer novas ameaças à família da vítima na audiência de instrução do processo. Isso porque a irmã de Priscilla, que era adolescente, presenciou a primeira tentativa de femincídio. "A irmã mais nova estava no quarto e ele não sabia. A irmã foi para o local, começou a gritar e a pedir socorro a vizinhos, e foi aí que ele se assustou, deixou o capacete da moto para trás, com medo de ser preso. Ele ficou um tempo foragido, Priscilla foi socorrida, sangrou muito e, se não tivesse sido socorrida rapidamente, teria morrido", declarou. Priscilla Monnick Laurindo da Silva foi morta a facadas pelo ex-companheiro Reprodução/WhatsApp Mãe de Priscilla, Joceane Paulino é quem cria a filha da vítima. Ela contou que o criminoso costumava ameaçar a jovem frequentemente. "Estou lutando por justiça. Quem perdeu minha filha fui eu. Sei que nada traz ela de volta, mas ele tem que pagar. Esse homem tem que estar longe da sociedade. Tenho outra filha já ameaçada por ele e ele é capaz de fazer. Fico sem saber o que fazer. Não durmo, não como direito, sinto falta da minha filha", disse. Se for condenado no novo julgamento, Jorge perderá benefícios relacionados à progressão de regime e a saídas temporárias. "Só Deus sabe o que minha sobrinha passou. A família ainda tem medo dele", disse Leane Paulino, tia da vítima. O pai do criminoso foi quem encontrou o corpo de Priscilla, depois que Jorge deixou a filha com os pais e não voltou para buscá-la. Ele foi à casa da vítima e encontrou o corpo na cama. Jorge fugiu do local após o assassinato. Ele foi preso oito meses após o crime. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
Influencer filma luzes estranhas da varanda de casa e levanta suspeita de OVNIs no Paraná O paranaense Mayk Leão, de 31 anos, que filmou e publicou luzes atípicas e circulares da varanda de casa, é formado em técnico de enfermagem e trabalha como influenciador digital. Ele viralizou com um flagrante do que acredita ser um OVNI (Objeto Voador Não Identificado). Assista acima. Mayk vive sozinho em uma chácara zona rural de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. A propriedade fica em uma área isolada, acessada por uma estrada de terra, em uma região com pouca infraestrutura – não há água encanada, por exemplo, nem sinal de celular (apenas wifi). ✅ Siga o g1 Paraná no WhatsApp Antes de viralizar com a história, ele tinha 46 mil seguidores em uma única rede social. Nesta quarta-feira (3), está com mais de 1,4 milhão. "Eu acordo, gravo meu dia, gravo as minhas dificuldades, o dia a dia." Mayk Leão é técnico de enfermagem e influenciador digital Reprodução/RPC Há dois anos, Mayk deixou o trabalho em um hospital da Campo Largo para viver na propriedade da família. Desde então, ele trabalha com produção de conteúdo, gravando a rotina na chácara onde cria mais de 280 animais, parte deles resgatados por um trabalho voluntário que faz. Em maio de 2025, ele também viralizou nacionalmente ao publicar o vídeo de um pintinho com uma marca na cabeça que lembrava uma sobrancelha. O animal vive na chácara até hoje. Relembre: Pintinho nasce com marca parecida com sobrancelha no Paraná Mayk Leão na chácara em Campo Largo Andrei Cunico/RPC Onde e como tudo aconteceu Mayk Leão acredita ter filmado OVNI em área rural Redes sociais Os registros de Mayk foram feitos na zona rural. Ele estava em casa, mas o objeto flagrado ficou pairando em uma zona de mata fechada, em outra localidade do entorno que pode ser vista da varanda do influenciador, a uma distância de pelo menos três quilômetros. O objeto estava em uma área de mata fechada, cortada por um rio, que fica dentro de uma propriedade privada, por isso, o espaço não pode ser acessado a qualquer momento. Ele conta que nunca foi ao local e não sabe quem é o proprietário. Mapa da casa do Mayk Leão e do ponto de avistamento do OVNI Artes/RPC Leia também: Investigação: Marido jogou carro com filha em rio para causar sofrimento à mulher Ribeirão do Pinhal: Homem se arrasta por faixa de pedestres e morre após ser atropelado Sem quarto ou cama: Idoso obrigado a trabalhar 24 horas por dia improvisou dormitório Naquele domingo, ele disse que percebeu os bichos agitados durante a manhã. Por conta do comportamento deles, resolveu recolher os animais e, por proteção, se armou com um arco e flechas que guarda em casa. Ele vive no local com 280 bichos, entre cães, galinhas, cabras e cavalos. Inicialmente, acreditou que a casa estava sendo rondada por uma onça. Depois, foi para uma região de mata da chácara para ver se encontrava algo. Ao chegar na divisa da propriedade, viu a cerca elétrica derrubada. Naquele momento, ele ouviu barulhos que o assustaram. Mayk tem dificuldade de descrever o som, mas acredita que soou como tons metálicos sobrepostos e feitos por um único emissor. "Gravei dois stories do som. Era como se fosse um estalo, um rugido, algo assim. Aí retornei pra casa, fiquei aqui olhando. Isso já era de tardezinha. Logo em seguida já começou aqui em cima, que acho que todo mundo ficou meio pensativo, que é o som de catraca, em cima da minha casa. Como se fosse um navio, um barco muito grande. Até ali eu tinha achado que eu tava meio louco, mas tava gravando, igual eu falei, pelo menos a galera tava escutando aquilo ali." A cena do que ele acredita ser uma nave extraterrestre foi gravada poucas horas após o susto dos bichos. De longe ele viu luzes piscando na serra que pode ser vista da sacada. As luzes, ele lembra, não estavam nem alto demais a ponto de superar o morro, nem muito baixas a ponto de encostarem no chão. As imagens, gravadas à noite e com zoom máximo de um iPhone 15, ficaram pixeladas e levantaram suspeitas de muitas pessoas nos comentários. Ele garante que não há edições no material e destaca que não foi até o local do avistamento, por ser longe e por medo. Aconselhado por uma seguidora, ele resolveu desenhar o que viu para não esquecer. O influenciador também quer, ainda nesta semana, registrar um boletim de ocorrência para ter um documento formal sobre o avistamento na propriedade. Ele disse saber que não há como uma investigação policial ser conduzida sobre isso, mas falou que quer formalizar o registro "para a história". "Eu acredito que ficou muito tempo ali, entre 20 e 40 minutos. Os stories, se você for ver na sequência, dá uns 20 minutos o tempo que ficou aceso, na verdade, porque lá ficou muito tempo. Ele apagou, sumiram aquelas luzes. [...] Depois que apagou eu continuei aqui fora, a galera [seguidores] continuou conversando comigo... Aí, quando eu saí, tava terminando de passar em cima da casa. Era algo muito grande. Aí que eu fiz o desenho. Extraordinário." Mayk Leão Andrei Cunico/RPC Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), que no dia 31 de maio "nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos". Disse, ainda, que "o controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade". Vídeos mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Paraná.
Camihão em marcha à ré passa sobre moto e quase atropela mulher Uma motociclista escapou por pouco de ser atropelada por um caminhão no centro de Itapajé, no interior do Ceará, nesta terça-feira (2). O incidente, que foi registrado por câmeras de segurança, aconteceu na Rua Francisco José de Oliveira. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Nas imagens, é possível ver a mulher parada em sua moto atrás do caminhão, quando o veículo de carga começa a dar marcha à ré. A motociclista não tem tempo de reagir, e ela e a moto são arrastadas para debaixo do caminhão. Pessoas que estavam no local perceberam a situação e começaram a gritar para alertar o motorista, que freou o veículo imediatamente. Diferentes ângulos mostram que o pneu traseiro do caminhão parou a poucos centímetros da mulher, que estava caída no chão. Após o susto, ela se levantou sem ferimentos aparentes e seguiu viagem. Caminhão em marcha à ré destrói moto e por pouco não atropela a motociclista TV Verdes Mares/Reprodução Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:
Influencer filma luzes estranhas da varanda de casa e levanta suspeita de OVNIs no Paraná Em entrevista ao g1, o influenciador digital Mayk Leão, de 31 anos, relata que está com dificuldades para dormir desde o último domingo (31), quando filmou acontecimentos estranhos na propriedade onde vive, na zona rural de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Registros levantaram suspeitas de que fosse uma nave extraterrestre e viralizaram nas redes sociais. "Hoje eu tô bem mais calmo, mas não tô conseguindo dormir bem ainda. Já tô há dois dias sem dormir. Primeiro, por tantas pessoas entrando em contato e também pelo medo de dormir. Minha mente tá muito... Com os sons que eu escutei, o barulho daquela comunicação que eu escutei na mata. Os estalos. Parece que isso está na minha cabeça. É como se eu tivesse recebido algo, não escutado. Algo que veio." Apesar do medo, ele conta que ver as luzes e um objeto misterioso passando sobre a chácara onde vive foi uma das experiências mais marcantes que já viveu. "Queria que tivesse milhões de pessoas aqui, que a galera toda pudesse estar aqui [...], porque foi realmente muito bonito. Assustador e bonito", relembra. Veja relato no vídeo acima. ✅ Siga o g1 Paraná no WhatsApp A chácara de Mayk não tem vizinhos próximos e até o momento ele foi o único a relatar o acontecimento, mas pelas redes sociais milhões de pessoas viram e debateram o registro. Reação nas redes teve apoio e até ameaças Desde que os vídeos começaram a circular, Mayk contou que muitas pessoas o apoiaram, inclusive relatando terem vivido situações similares. No entanto, o influenciador conta que tem recebido muitos xingamentos e até ameaças. "Os ataques vão vir e... Precisa ter questionamento nas coisas, a gente não pode aceitar tudo também e achar que tudo tá certo. Eu mesmo sou uma pessoa muito questionadora. Mas eu acho que a forma de falar as coisas é na base do respeito, com a forma que você se preocupa com o outro." O paranaense também rebateu as suposições de que havia drones na região. Segundo ele, moradores do entorno não têm esse tipo de equipamento. Refutou, ainda, os comentários que dizem que ele criou a situação para promover um filme de ficção científica que está para ser lançado nos cinemas. "Quem sabe um dia eu tenha essa possibilidade de um diretor tão renomado olhar pra mim e falar 'Mayk, eu quero que você divulgue o filme". Mas, sinceramente, eu nem tinha acompanhado ainda os trailers." O influenciador disse que pretende registrar ainda nesta semana um boletim de ocorrência para ter um documento formal sobre o avistamento na propriedade. Ele disse saber que não há como uma investigação policial ser conduzida sobre isso, mas falou que quer formalizar o registro "para a história". "Até pela questão das luzes, para deixar isso registrado que teve um avistamento. Pela proporção que tomou e pela minha segurança, porque eu não sei, ninguém sabe o que é. Mas eu recebi milhões de mensagens de gente pedindo pra eu retirar o vídeo, que tô mexendo com gente poderosa, que eu vou sumir... Ninguém é obrigado a acreditar, mas eu acho que questionar, ir atrás, é importante. Eu sei muito bem o que eu vi." Ao g1, a Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), que no dia 31 de maio "nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos". Disse, ainda, que "o controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade". Região é isolada e tem pouca infraestrutura A região onde o influenciador mora é acessada por uma estrada de terra e tem pouca infraestrutura – não há água encanada nem sinal de celular. Mayk produz conteúdos mostrando a rotina na chácara onde vive sozinho e cria 280 animais, parte deles resgatados por uma ONG em que atua. No dia em que tudo aconteceu, ele disse que percebeu os bichos agitados durante a manhã. Por proteção, se armou com um arco e flechas que guarda em casa. "Eu desci ver o que tava acontecendo, ver se era uma onça, um bicho, um animal selvagem. Os animais estavam correndo pelo terreno. Eu desci e pensei que devia ser alguém passando na estrada. Retornei pra casa normal." Mayk Leão tem 31 anos e acredita ter avistado OVNI na zuna rural de Campo Largo, no Paraná Reprodução/RPC Por conta dessa agitação, ele resolveu recolher os animais. Depois, foi para uma região de mata da chácara para ver se encontrava algo. Ao chegar na divisa da propriedade, viu a cerca elétrica derrubada. Naquele momento, ele ouviu barulhos que o assustaram. Mayk tem dificuldade de descrever o som, mas acredita que soou como tons metálicos sobrepostos e feitos por um único emissor. "Gravei dois stories do som. Era como se fosse um estalo, um rugido, algo assim. Aí retornei pra casa, fiquei aqui olhando. Isso já era de tardezinha. Logo em seguida já começou aqui em cima, que acho que todo mundo ficou meio pensativo, que é o som de catraca, em cima da minha casa. Como se fosse um navio, um barco muito grande. Até ali eu tinha achado que eu tava meio louco, mas tava gravando, igual eu falei, pelo menos a galera tava escutando aquilo ali." A cena do que ele acredita ser uma nave extraterrestre foi gravada poucas horas após o susto dos bichos. De longe ele viu luzes piscando na serra que pode ser vista da sacada. As luzes, ele lembra, não estavam nem alto demais a ponto de superar o morro, nem muito baixas a ponto de encostarem no chão. Mayk Leão Redes sociais "Logo que começou a escurecer apareceu o objeto ali em cima das árvores e daí virou tudo isso que vocês viram. Deixar claro isso, que não era no chão e também não era... No momento que apareceu, estava pairando nas árvores, próximo do rio. Quando eu terminei tudo, deu um choque de realidade. Nossa, eu estava diante de algo que não era daqui. Era uma inteligência maior, acredito. Mas foi só com o processo que eu fui entendendo." Desde os barulhos até o avistamento, os então 46 mil seguidores de Mayk estavam engajados em compartilhar os conteúdos, que em pouco tempo explodiram nas redes. Em apenas um dos vídeos publicados sobre o assunto, o influenciador soma mais de dois milhões de visualizações, sem contar o que foi publicado apenas para os stories e também teve milhares de espectadores. Os seguidores saltaram para mais de 951 mil pessoas até a publicação desta reportagem. Na maioria dos vídeos de Mayk, é possível ver que ele estava nervoso com a situação. Nas primeiras gravações, ele evitou categorizar o episódio como um contato com OVNI (Objeto Voador Não Identificado), mas agora disse ao g1 não ter dúvidas de que era uma tecnologia de outro planeta. Aconselhado por uma seguidora, ele resolveu desenhar o que viu. Mayk Leão desenhou o que viu. Andrei Cunico/RPC As imagens, gravadas à noite e com zoom máximo de um iPhone 15, ficaram pixeladas e levantaram suspeitas de muitas pessoas nos comentários. Ele garante que não há edições no material e destaca que não foi até o local do avistamento, por ser longe e por medo. Da casa dele até o ponto onde a suposta nave apareceu, são mais de três quilômetros de distância em um terreno desnivelado, de mata fechada e cortado por um rio. Não há acesso direto que conecte o terreno dele ao local. "Eu acredito que ficou muito tempo ali, entre 20 e 40 minutos. Os stories, se você for ver na sequência, dá uns 20 minutos o tempo que ficou aceso, na verdade, porque lá ficou muito tempo. Ele apagou, sumiram aquelas luzes. [...] Depois que apagou eu continuei aqui fora, a galera [seguidores] continuou conversando comigo... Aí, quando eu saí, tava terminando de passar em cima da casa. Era algo muito grande. Aí que eu fiz o desenho. Extraordinário." Mayk Leão Andrei Cunico/RPC Leia também: Investigação: Marido jogou carro com filha em rio para causar sofrimento à mulher Ribeirão do Pinhal: Homem se arrasta por faixa de pedestres e morre após ser atropelado Sem quarto ou cama: Idoso obrigado a trabalhar 24 horas por dia improvisou dormitório Comunidade UFO observa o caso Mayk contou ao g1 que suas publicações receberam respostas de pessoas do mundo todo. Segundo ele, há ufólogos (pesquisadores dedicados a investigar OVNIs) se colocando à disposição para irem até a propriedade e analisarem o caso e as imagens gravadas. A investigadora de Fenômenos Aéreos Anômalos Elaine Wartha Motta afirma que as imagens mostram um fenômeno luminoso, mas que ainda é preciso descartar todas as outras hipóteses possíveis para o caso, como fenômenos meteorológicos e passagem de aeronaves. Ela integra a equipe da MUFON Brasil, uma das maiores e mais antigas organizações civis sem fins lucrativos do mundo dedicadas à investigação de fenômenos como o narrado por Mayk. "Como investigadora forense, nós acolhemos esses relatos. Mas ainda é preciso ir até o local colher material, analisar as imagens não editadas que ele gravou. Tudo isso é levado para um laboratório e passa por um processo criterioso." Mayk Leão Reprodução Vídeos mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Paraná.
Juiz de Fora teve chuva de granizo e queda de muitos raios Redes Sociais/Reprodução Os juiz-foranos foram surpreendidos pela chuva que caiu em Juiz de Fora entre o fim da tarde da segunda-feira (1º) e madrugada desta terça (2). As precipitações, em forma de pancadas, aconteceram no início da noite e depois retornou por volta das 2h da manhã. Além do granizo, houve também queda de muitos raios na cidade. Segundo a Cemig, o setor de meteorologia da companhia registrou 113 quedas de raio tipo nuvem-solo das 23h33 até 03h18. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp 🔎Um raio do tipo nuvem-solo (ou cloud-to-ground, em inglês) é a descarga elétrica que sai da nuvem de tempestade e atinge diretamente a superfície. Embora sejam minoria, representam grande perigo, pois atingem pessoas, estruturas e sistemas elétricos. Segundo a Cemig, a quantidade é alta e incomum, pois normalmente não há chuva forte em junho. A companhia não tem análise de histórico da contagem, mas, para efeitos de comparação, durante dois temporais, nos dias 19 de fevereiro e 15 de dezembro, foram 359 e 387 raios, respectivamente. Já em relação ao volume de precipitações, alguns bairros chegaram a ter quase 60 milímetros de chuva, volume bem acima do esperado para o período. Segundo a Defesa Civil, os bairros com os maiores acumulados de chuva entre 18h de segunda-feira e 3h desta terça-feira foram: Marumbi: 52,81 mm Santa Rita: 52,5 mm Milho Branco: 48,56 mm Em junho, a média histórica é de 17,6 mm. Com isso, em alguns pontos, o volume registrado em poucas horas superou em três vezes o esperado para todo o mês. Por outro lado, alguns pontos da cidade não tiveram registro de chuva, como bairros da Zona Norte. Durante a madrugada, também teve queda de granizo em Barbacena, cobrindo ruas de gelo. Veja no vídeo abaixo. Chuva de granizo cobre ruas de gelo em Barbacena Alerta para novas pancadas O inverno terá início no dia 21 de junho, às 5h25, marcando o início da nova estação, marcada pelo tempo frio, baixa umidade e redução no volume de chuvas. Até lá, o outono, que marca a transição entre o verão e o inverno, ainda pode ter novas pancadas de chuva, por vezes fortes e localizadas. Para Anete Fernandes, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ainda que pouco provável, ainda há possibilidade de novas pancadas, por vezes fortes. “Com a configuração dos ventos (cavado) e disponibilidade de umidade na atmosfera média persiste até amanhã, estamos mantendo possibilidade de pancadas de chuva até amanhã”. O boletim do Inmet emitido na tarde desta terça indica possibilidade de chuvas entre 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhadas de rajadas de vento ocasionais, 40 a 60 km/h, em pontos isolados da Zona da Mata, Vertentes, Sul/Sudoeste e Região Metropolita até a manhã de quarta-feira (3). Ainda segundo Anete, a tendência, mesmo que ainda com registro de chuvas, é de pouco volume de precipitações entre junho e agosto, que tradicionalmente são os meses mais secos do ano em Minas. Em relação às temperaturas, a estimativa para a semana é de friozinho, com mínimas e máximas variando entre 10°C e 20°C em Juiz de Fora e região. LEIA TAMBÉM: Chuva de granizo cobre ruas de gelo em Barbacena; VÍDEO Juiz de Fora tem chuva forte com granizo em alguns bairros; VÍDEO Temporal com granizo faz dia virar noite em Juiz de Fora; VÍDEO ASSISTA TAMBÉM: El Niño deve influenciar o outono em Juiz de Fora e região El Niño deve influenciar o outono em Juiz de Fora e região VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes
Parte de casa desaba após forte chuva em Bom Jesus do Itabapoana Parte de uma residência desabou na madrugada desta terça-feira (2) após a forte chuva que atingiu o Noroeste Fluminense. O imóvel fica às margens do Valão Soledade, na região central de Bom Jesus do Itabapoana. Apesar do susto, os moradores conseguiram deixar a casa a tempo e ninguém ficou ferido. O desabamento foi uma das ocorrências mais graves registradas durante o temporal, que também provocou alagamentos, interdições de imóveis e queda de árvores em diferentes municípios da região. Em Bom Jesus do Itabapoana, a Defesa Civil informou que diversas ruas ficaram alagadas e três imóveis precisaram ser interditados. Equipes do órgão seguem monitorando áreas consideradas de risco e orientando moradores sobre possíveis perigos. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Moradores conseguiram sair a tempo e ninguém ficou ferido Folha BJI / Blog Alan Gonçalves / Amaro Rabelo Já em Itaperuna, foram registrados 38,4 milímetros de chuva, segundo o secretário municipal de Defesa Civil, Daniel Bernardo. Desse total, 27,4 milímetros caíram em apenas uma hora, entre 5h30 e 6h30. O volume intenso de chuva, somado às rajadas de vento, provocou alagamentos em vários pontos da cidade e a queda de árvores em rodovias da região. Houve registros de árvores caídas na BR-356 e na RJ-220. As ocorrências mobilizaram equipes do Corpo de Bombeiros, que realizaram a remoção dos obstáculos. Segundo os órgãos responsáveis, as árvores já foram retiradas e o trânsito está liberado nos trechos afetados. LEIA TAMBÉM: Bambuzal impede carro de despencar em ribanceira na RJ-220, em Porciúncula Piloto de parapente cai sobre casa durante competição em Itaocara; vídeo Tambor enterrado com cerca de 5 kg de maconha é encontrado em Aperibé
Paraense descobre que tem registro na carteira de trabalho como Presidente da República Arquivo Pessoal A paraense Ellen Guedes, de 52 anos, levou um susto ao acessar a Carteira de Trabalho Digital para consultar o tempo de contribuição. No sistema, ela aparece registrada como “Presidente da República” em um vínculo ligado à antiga Coordenadoria de Comunicação Social (Comus), da Prefeitura de Belém, entre março de 2005 e junho de 2006. Na época, Ellen afirma que trabalhava como cerimonialista no órgão e estranhou a informação exibida no aplicativo. Apesar de ter encarado a situação com humor, ela demonstrou preocupação com possíveis reflexos no cálculo do tempo de contribuição para a aposentadoria. O registro também mostra salário final de R$ 3.691,98. “Quando vi aquilo, achei engraçado. Presidente recebendo três mil?", contou ao g1. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Apesar da surpresa e do tom bem-humorado diante da situação, Ellen diz que o aplicativo não permite visualizar corretamente o tempo de contribuição previdenciária, o que levanta dúvidas sobre possíveis impactos futuros no processo de aposentadoria. Ela conta que descobriu o vínculo inusitado justamente ao tentar consultar os dados trabalhistas pelo aplicativo. Recentemente, Ellen também recebeu uma mensagem relacionada ao Gov.br solicitando que realizasse a prova de vida do INSS para não perder um suposto benefício. “Mas que benefício?”, brincou. A Carteira de Trabalho Digital reúne informações integradas de vínculos empregatícios e dados previdenciários. Paraense descobre que tem registro na carteira de trabalho como Presidente da República Divulgação "Fui presidente da República por um ano, só faltou me avisarem disso", brincou Ellen. Em nota, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) esclareceu que "o registro não significa que houve erro no vínculo empregatício ou prejuízo aos direitos previdenciários da trabalhadora". Segundo o órgão, entre 2002 e 2019 os empregadores informavam dados trabalhistas ao INSS por meio da Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP). Nesse período, algumas empresas e órgãos públicos registraram códigos incorretos da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), incluindo, em alguns casos, o código correspondente ao cargo de Presidente da República. Com a criação da Carteira de Trabalho Digital, em 2019, essas informações passaram a ser importadas automaticamente da base do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), reproduzindo eventuais erros cadastrados anteriormente. O MTE informou ainda que a responsabilidade pelo envio correto dessas informações é do empregador. Atualmente, os dados são transmitidos pelo eSocial, que exibe o cargo informado pela empresa, reduzindo a possibilidade desse tipo de inconsistência. A Prefeitura de Belém informou que Ellen, de fato, exerceu o cargo comissionado de Chefe do Núcleo de Relações Públicas e Cerimonial da Coordenadoria de Comunicação Social (Comus), entre 2005 e 2006. No entanto, segundo a prefeitura, não há qualquer registro funcional de nomeação para o cargo de “Presidente da República”, função inexistente no quadro de servidores municipais. A Prefeitura também esclareceu que "não utiliza Carteira de Trabalho para registro de seus servidores". Portanto, "a informação exibida na Carteira de Trabalho Digital não corresponde aos registros funcionais do município". Como corrigir O MTE orientou que trabalhadores podem fazer correções na carteira de trabalho ligando para a Central 135 ou pelo portal MEU INSS. O atendimento telefônico é fundamental para abrir o protocolo. O trabalhador deve solicitar "Atualização de Vínculos e Remunerações". Depois, envia um documento pelo site do Meu INSS ou pelo aplicativo. O serviço é gratuito. Agora no g1 VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.
Piloto escapa ileso após bater em muro em competição de arrancadão Um piloto de arrancadão saiu ileso após sofrer um acidente durante uma prova automobilística em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. O caso aconteceu no sábado (30) e as imagens divulgadas mostram o veículo batendo contra um muro de proteção da pista (assista acima). O acidente aconteceu logo após a largada, em uma área privada destinada ao evento. A organização afirmou que as muretas de proteção impediram que o público que assistia ao local fosse atingido. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Nas redes sociais, o piloto Lucas Pinheiro, envolvido na batida, disse que, apesar do susto, saiu sem ferimentos. Mesmo com os danos significativos no veículo, a área destinada ao condutor ficou intacta. “É um esporte de risco, a gente sabe. Andamos sempre no limite. É um carro muito forte”, disse. "Hoje eu amanheci sem nenhuma dor, nenhuma lesão, nenhum hematoma. A gente fica muito feliz e ao mesmo tempo triste. Foi um ano de dedicação em cima do carro para montar o que era um sonho para nós", relatou. Segundo Gabriel Lima, responsável pela organização do evento, além da presença de equipe médica e ambulância para o resgate do piloto, o espaço conta com muretas de concreto em todo o percurso de aceleração e frenagem, além de equipe de pista em prontidão e outros equipamentos de segurança. Entre os recursos, há extintores distribuídos tanto ao longo do trajeto dos carros quanto nas áreas destinadas ao público. LEIA TAMBÉM: Morador agredido em frente a igreja fez 17 denúncias contra o local Trilheiro desaparece após subir em morro de Joinville e postar percurso na internet Piloto de arrancadão saiu ileso após sofrer um acidente durante uma prova automobilística em SC Arquivo Pessoal/A Lista Área 48 Piloto escapa ileso após colidir com muro durante arrancadão em Balneário Camboriú Arquivo Pessoal/A Lista Área 48 Piloto escapa ileso após bater em muro durante competição de arrancadão em Balneário Camboriú Arquivo Pessoal/A Lista Área 48 VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
Caminhão carregado com arroz cai em riacho no Sul do Piauí Um caminhão carregado com arroz caiu no Riacho da Onça, em Floriano, no Sul do Piauí, na manhã desta terça-feira (2). A Superintendência Municipal de Trânsito e Transporte (Sutran) foi acionada. Segundo a Prefeitura de Floriano, o caminhão transportava cerca de 24 toneladas de arroz. Ainda não há informações sobre prejuízos. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Um guincho foi acionado para segurar o caminhão durante a retirada da carga. O arroz deve ser transferido para outro veículo. O motorista contou à Rede Clube que é do Rio Grande do Sul. Ele disse que chegou a Floriano nas primeiras horas da manhã, antes do amanhecer, para entregar a carga em um armazém. Segundo ele, o caminhão foi estacionado enquanto aguardava na fila para descarregar. O caminhoneiro afirmou que o veículo caiu ao tentar dar ré. Ele disse que não conhecia a região e não viu sinalização sobre o riacho. O caminhão ficou preso nas laterais da estrutura e não chegou a cair na água. A Sutran interditou parte da via durante parte da manhã. O tráfego foi liberado por volta das 12h. Caminhão carregado de arroz cai em riacho na cidade de Floriano Aparecida Santana / TV Clube VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Gustavo Tubarão desmente boatos de morte de amigos influenciadores após acidente na MG-050 Amigos e influenciadores digitais usaram as redes sociais para desmentir boatos sobre a morte de vítimas de um grave acidente registrado na tarde de segunda-feira (1º) na MG-050, em São José da Barra (MG). Entre os envolvidos está Paulo Felipe, influenciador de Alpinópolis (MG) que se apresenta nas redes sociais como primo de Gustavo Tubarão. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Após imagens do acidente começarem a circular na internet, mensagens falsas passaram a ser compartilhadas, afirmando que alguns dos ocupantes da caminhonete haviam morrido. Diante da repercussão, influenciadores próximos às vítimas gravaram vídeos para tranquilizar seguidores e esclarecer que todos sobreviveram ao acidente. Em uma nota publicada nas redes sociais de Paulo Felipe de Oliveira, a equipe do influenciador informou que ele e os amigos passam bem. "Foi apenas um susto maior do que o problema em si. Agradecemos a preocupação, as mensagens e o carinho de todos. Em breve ele estará de volta à rotina normalmente", diz o comunicado. Influenciador Paulo Felipe conduzia automóvel que se envolveu em batida na MG-050, no Sul de Minas Reprodução Helder Almeida / Redes sociais Gustavo Tubarão, que não estava no veículo, afirmou ter recebido uma ligação informando sobre o acidente e contou que ficou assustado ao ver fotos da caminhonete após a batida. "Eu fiquei desesperado um tanto. Na hora que eu vi a foto do carro eu falei: morreu. Graças a Deus está todo mundo bem", disse em um vídeo publicado nos stories. Influenciador Gustavo Tubarão desmente boatos de morte de Paulo Felipe e amigos após acidente na MG-050, no Sul de Minas Reprodução Helder Almeida / Redes sociais O influenciador também afirmou que conversou com os quatro ocupantes por chamada de vídeo e pediu que os seguidores não acreditassem nas informações falsas que circulavam nas redes. "Tem gente inventando que morreu. Os quatro estão bem, graças a Deus. Foi um acidente feio, mas está tudo muito bem", afirmou. Em outro story, Gustavo Tubarão publicou uma imagem de uma videochamada com os envolvidos e escreveu: "Livramento hoje, só agradecer a Deus". Três ficam feridos após acidente entre carretas e caminhonete na MG-050, em São José da Barra, MG Hélder Almeida Outro influenciador amigo do grupo, Fael Alegria, também se pronunciou após conversar com as vítimas. Segundo ele, Paulo Felipe, Thaissinho, Emerson, conhecido como Merson, e o "Neymar de Cana Verde" passaram por exames médicos após o acidente e não tiveram ferimentos graves. "Foi mais raspão, arranhão. O acidente foi horroroso, feio. Para quem olha, fala que não tinha jeito. Mas graças a Deus foi só prejuízo material", afirmou. Fael também destacou que os motoristas dos caminhões envolvidos sobreviveram e não sofreram ferimentos graves. Acidente entre carretas e caminhonete deixa feridos na MG-050, em São José da Barra, MG Helder Almeida Os reflexos do acidente continuaram nesta terça-feira (2). Segundo a Via Nascentes, concessionária responsável pela MG-050, a seguradora dos veículos mobilizou maquinário para a remoção dos destroços e equipes prestaram apoio na sinalização da rodovia. O tráfego seguia liberado, mas operando com desvio no trecho por volta de 11h. O acidente O acidente aconteceu por volta das 14h15 no km 318 da MG-050, próximo ao trevo de Furnas, em São José da Barra. A princípio, haviam sido identificadas três vítimas feridas, mas o número foi atualizado após o fechamento do boletim de ocorrência. Segundo o B.O. da Polícia Militar Rodoviária, a caminhonete conduzida por Paulo Felipe seguia pela rodovia quando teria tentado realizar uma ultrapassagem em local proibido. Os motoristas de duas carretas envolvidas na ocorrência relataram aos policiais que a caminhonete invadiu a contramão durante a manobra. Já o motorista de um caminhão informou que trafegava normalmente quando foi surpreendido pelo veículo vindo em sua direção, sem tempo para evitar a colisão. Acidente entre carretas e caminhonete na MG-050 De acordo com a apuração da polícia, a caminhonete bateu de frente contra o caminhão. Com a força do impacto, a caminhonete rodou na pista e atingiu o semirreboque de uma carreta. Ao mesmo tempo, o motorista do caminhão perdeu o controle da direção após a primeira batida, atravessou para a contramão e colidiu contra o semirreboque de outra carreta. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram a caminhonete parada sobre a faixa de divisão de fluxo da rodovia. Os demais veículos estavam às margens da pista. Parte da carga transportada pelo caminhão ficou espalhada na via e precisou ser removida por equipes de conservação da concessionária responsável pela rodovia. Três ficam feridos após acidente entre carretas e caminhonete na MG-050, em São José da Barra, MG Hélder Almeida Segundo a Polícia Militar Rodoviária, quatro pessoas ficaram feridas, foram socorridas pelo Samu e encaminhadas para a Santa Casa de Passos. Todas permaneceram em observação médica. Ainda conforme o registro policial, já no hospital, Paulo Felipe disse aos militares que não se lembrava do que havia acontecido. A perícia da Polícia Civil esteve no local para realizar os trabalhos técnicos. Todos os motoristas envolvidos fizeram o teste do bafômetro, que apresentou resultado negativo. As circunstâncias do acidente seguem sendo investigadas. Acidente entre carretas e caminhonete deixa feridos na MG-050, em São José da Barra, MG Helder Almeida O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para ter mais detalhes sobre o caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
Homem cai em bueiro encoberto por água da chuva e é resgatado no MA Um homem ficou com a perna presa após cair em um bueiro sem tampa encoberto por água na tarde dessa segunda-feira (1º), no bairro Ladeira, em Barreirinhas, depois que fortes chuvas alagaram ruas da região. Um vídeo mostra o momento em que ele é resgatado por uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), em meio à água barrenta (veja acima). Segundo moradores, a água acumulada cobria toda a via e escondia a abertura, que estava sem tampa e sem sinalização. Sem perceber o buraco, o homem pisou e ficou preso na estrutura de concreto. Ele não conseguiu sair sozinho e pediu ajuda a pessoas que passavam pelo local. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Homem cai em bueiro encoberto por água da chuva e é resgatado em Barreirinhas Divulgação/Corpo de Bombeiros do Maranhão O Corpo de Bombeiros foi acionado e enviou uma equipe ao local. Os militares avaliaram a situação e resgataram a vítima com segurança. Segundo o comandante-geral da corporação, coronel Célio Roberto, foi usado um desencarcerador hidráulico, equipamento que permite cortar, alargar ou tracionar estruturas metálicas. O homem foi retirado em poucos minutos. Apesar do susto, ele não teve ferimentos graves e não precisou de atendimento médico.